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:: ‘mineração’

BAHIAGÁS INVESTIRÁ R$ 500 MILHÕES NA CONSTRUÇÃO DO GASODUTO SUDOESTE

Gavazza anuncia licitação do Gasoduto do Sudoeste.

Gavazza anuncia licitação do Gasoduto do Sudoeste.

A Bahiagás deverá investir entre R$ 70 milhões e R$ 80 milhões, inicialmente, na construção do Gasoduto Sudoeste da Bahia, segundo o presidente da empresa, Luiz Gavazza. O gasoduto terá extensão inicial de 73 quilômetros e as obras devem começar ainda nesta ano, conforme Gavazza em entrevista ao Mercado Aberto, da Folha.

A linha de gás natural do sul até o sudoeste da Bahia terá investimentos totais de, aproximadamente, R$ 500 milhões para a instalação dos terminais e dos 300 quilômetros de duto. “Trata-se de um movimento de interiorização da rede de gás natural no Estado. Hoje, a estrutura está concentrada no nosso litoral”, disse Gavazza à coluna.

Com a expansão até o sudoeste baiano, a empresa controlada pelo Governo da Bahia, Gaspetro e Mitsui atenderá principalmente a indústria de mineração e um dos centros urbanos que mais crescem no estado, a região de Vitória da Conquista.

ERG PREVÊ BAMIN COM BAIXO CUSTO

Executivos Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad no congresso ( Foto Monique Cabral/Argosfoto).

Executivos Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad no congresso ( Foto Monique Cabral/Argosfoto).

O Eurasian Resources Group (ERG) prevê que a Bamin será uma das produtoras de minério com menor custo do mundo, segundo informou o CEO do grupo, Benedikt Sobotka, durante o Congresso Mundial de Mineração, no Rio de Janeiro. A Bamin vai explorar a Mina Pedra de Ferro, em Caetité, no sudoeste baiano.

O ERG está desenvolvendo o primeiro estágio do Porto Sul, na zona norte de Ilhéus, onde deve ser construído terminal privado para escoar a produção de minério de ferro de Caetité. O Porto Sul vem sendo discutido há quase dez anos e ainda não saiu do papel, por questões ambientais e de mercado.

O congresso mundial de mineração reuniu, na capital fluminense, cerca de 900 executivos da área de mineração em todo o mundo. O evento está na vigésima quarta edição e ocorreu no Brasil pela primeira vez.

 

ESTADO RECEBE LICENÇA PARA O PORTO SUL E BUSCA INVESTIDORES CHINESES

Perspectiva do Porto Sul, projetado para ser construído na zona norte de Ilhéus.

Perspectiva do Porto Sul, projetado para ser construído na zona norte de Ilhéus.

Após publicação no Diário Oficial da União em novembro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) enviou ao governador da Bahia, Rui Costa, ontem (16), a Autorização de Supressão de Vegetação (ASV) para construir o Porto Sul, na zona norte de Ilhéus

– É um projeto extraordinário, o maior e mais importante da Bahia nos últimos 50 anos. O porto vai permitir a implantação de novos empreendimentos no interior do estado e até mesmo no centro-oeste do país – disse o governador Rui Costa nesta quinta-feira (17).

O documento está vinculado à Licença de Instalação e é último passo para a liberação das obras do empreendimento. “Faltava o último documento e agora podemos colocar a mão na massa”, acrescentou o governador, que anunciou viagem à China em 2016 para garantir a parceria necessária à realização da obra.

– Esta semana, me reuni com empresários chineses e eles voltaram a confirmar interesse no projeto. Na última semana de fevereiro, devo viajar à China e assinar o contrato para eles entrarem na obra do Porto Sul – afirmou Rui.

A partir da autorização, está permitido ao governo estadual iniciar a supressão da vegetação na poligonal do projeto, para que os atos de desapropriação e os programas ambientais previstos sejam executados.

O secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster, comemorou a notícia sobre a autorização do Ibama. “O Porto Sul está se tornando uma realidade. O projeto está totalmente regularizado, com todas as licenças e autorizações devidas para a sua implantação. Um grande passo para o desenvolvimento da Bahia”.

O investimento total na obra é de R$ 2,7 bilhões, incluindo todas as instalações necessárias para operação com minérios e granéis agrícolas.

MINERADORA É ACUSADA DE CONTAMINAR COM CHUMBO ÁGUA QUE ABASTECE CAMAMU

Antiga sede da Baroid Pigmina em Ilha Grande. Empresa deixou localidade há três anos.

Moradores de Ilha Grande, em Camamu, estão acionando a mineradora Baroid-Pigmina por causa da suspeita de contaminação da água consumida pelos moradores do município do baixo-sul do Estado.

Testes laboratoriais encomendados à Ibra Ambiental revelaram que a água que abastece Ilha Grande tem teor de chumbo sete vezes maior que o admitido pela Organização Mundial de Saúde (clique para ler resultado).

A Baroid-Pigmina encerrou as operações no município há três anos, mas, segundo os moradores, não houve compensação pelos estragos ambientais causados pela extração de barita.

Em ofício endereçado ao Ministério Público estadual, dirigentes da Associação de Moradores de Ilha Grande citam que a empresa não passava por “fiscalização ou controle dos órgãos ambientais”.

Os dirigentes ainda relatam o descarte de rejeitos químicos enterrados na localidade e suscita a possibilidade de metais pesados terem contaminado o lençol freático da ilha.

Os líderes comunitários pedem ao MP a abertura de investigação para averiguar a qualidade da água que abastece a comunidade de aproximadamente 2 mil pessoas, além do possível indiciamento da mineradora e exigir a recuperação ambiental dos impactos provocados pela exploração de barita.

MINERODUTO LIGARÁ PRODUÇÃO EM MG AO PORTO DE ILHÉUS

Um duto de 490 quilômetros para transportar minério de ferro de Grão Mogol (MG) até o Porto Sul, em Ilhéus, está sendo planejado por investidores chineses. O canal vai levar uma mistura de água e refino de minério de ferro processado como parte do projeto de US$ 3,6 bilhões da Sul-América de Metais (SAM), da Honbridge Holdings, de Hong Kong.

A SAM é administrada pelo Grupo Votorantim, que vendeu o projeto para a Honbridge por US$ 390 milhões em abril de 2010. Não foi divulgada uma data para o começo. A informação foi publicada pelo Estado de Minas.

Autoridades mineiras disseram que o projeto pode exigir mais 600 milhões de dólares em investimentos, elevando o total de gastos para 4,2 bilhões de dólares. A SAM pretende exportar 25 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano para os chineses e outras siderúrgicas.

PORTO SUL: 1.200 PARTICIPAM DE AUDIÊNCIA

Representantes de Ibama, governo baiano, município e Bamin participaram da audiência.

Ontem, 1.272 pessoas participaram da audiência pública em Uruçuca para discutir o relatório ambiental e o projeto de construção do Porto Sul em Ilhéus. A primeira da série de seis novas audiências teve a presença de representantes do governo baiano, Ibama e da Bahia Mineração.

Hoje, dia 29, as discussões envolvem a população de Itacaré, a partir das 18h, na Escola Manoel Castro. Amanhã, 30, será a vez da audiência em Itabuna, na AABB, também às 18h. Ontem, a maioria dos participantes no estádio Ferreirão posicionou-se favorável ao empreendimento. Aproximadamente 200 pessoas se inscreveram para fazer questionamentos ontem, conforme o governo baiano.

Comunidade se manifesta em Uruçuca (Foto Carla Ornelas).

Grupo de manifestantes da Universidade Estadual de Santa Cruz fazia críticas ao projeto. Jovens participaram da audiência para ter detalhes e saber como participar do projeto, a exemplo de Priscila Nascimento, 26 anos, do Comitê de Entidades Sociais (Coeso).

As audiências são oportunidade para a população discutir o projeto e avaliar o impacto ambiental do Porto Sul, que prevê construção de porto público e o terminal privado de uso da Bahia Mineração (Bamin) no litoral norte de Ilhéus. Coordenador de Acompanhamento de Políticas de Infraestrutura da Casa Civil da Bahia, Eracy Lafuente, diz que sugestões da comunidade estão sendo incorporadas ao projeto.

A comunidade pode solicitar cópia do Relatório de Impacto Ambiental nas prefeituras dos municípios onde ocorrerem as audiências (Uruçuca, Itacaré, Itabuna, Coaraci, Itajuípe e Barro Preto). A primeira audiência pública ocorreu em outubro do ano passado, em Ilhéus.

EMPRESA AUSTRALIANA INVESTE EM MINÉRIO DE FERRO NA BAHIA

Murillo Camarotto, do Valor Econômico

O governo da Bahia assinou ontem um protocolo de intenções com a empresa Cabral Mineração, subsidiária local da australiana Cabral Resources, para a exploração de minério de ferro no interior do Estado. O acordo, segundo o governo baiano, inclui a construção de uma unidade produtora de concentrado de ferro, em um investimento de US$ 2,2 bilhões.

Listada na Bolsa de Valores da Austrália, a Cabral Resources informou que a consolidação dos projetos da ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sul foram fundamentais para a assinatura do acordo. O modelo de negócios da Cabral deu seu maior passo hoje, afirmou a companhia, em comunicado.

Pelo protocolo, a Cabral garantiu o escoamento de pelo menos 15 milhões de toneladas anuais de minério pela ferrovia Oeste-Leste e pelo Porto Sul. O acordo também prevê a oferta, pelo governo baiano, de toda a infraestrutura necessária para a operação, além de benefícios fiscais e suporte para a captação de financiamento junto aos organismos brasileiros, especialmente junto ao BNDES.

A exploração do minério será concentrada na região de Brumado, que fica a pouco mais de 500 quilômetros de Salvador. Já a unidade de concentrado de ferro ficará na cidade de Livramento de Nossa Senhora e terá capacidade de 15 milhões de toneladas anuais. Procurados, os representantes da australiana não foram localizados.

INTERIOR NO ALVO

O secretário estadual de Planejamento, Zezéu Ribeiro, afirmou ao Valor que a Bahia receberá aproximadamente R$ 70 bilhões em investimentos até 2016. Mais de 60% desse montante terá como destino o interior do estado, segundo o secretário. Ainda de acordo com o secretário, os maiores investimentos devem ocorrer nas áreas da indústria naval, mineração, petróleo, celulose e borracha.

Dentre os projetos, a reportagem destaca o Complexo Porto Sul, em Ilhéus, que atrairá recursos superiores a R$ 8,1 bilhões e compreende construção de porto, ferrovia e aeroporto.

TV FOLHA EXPÕE CERTEZAS E DÚVIDAS SOBRE O PORTO SUL

TIROS NA GEOGRAFIA BAIANA

O boom da mineração em território baiano desperta interesse da mídia e o jornal Valor, basicamente voltado ao mundo dos negócios, sai na frente com diversas pautas relativas ao assunto. As matérias dão o tom desse novo momento da economia do Estado, mas quase sempre trazem erros grosseiros sobre a localização dos empreendimentos.

Na semana passada, um texto publicado no Valor afirmava que Caetité (situada no sudoeste da Bahia) ficaria no “sertão sul-baiano” (?!).

Essa não foi a única pedrada. Hoje o Valor publica outra matéria sobre a mineração baiana, destacando a jazida da australiana Rio Tinto no município de Jaguaquara. E assim o jornal se refere à terra natal do jornalista Sebastião Nery, autor de “A Nuvem”:

“A bauxita de Jaguaquara promete colocar o centro-sul da Bahia em destaque no mercado global de commodities. É nessa cidadezinha com cerca de 50 mil habitantes, mais próxima de Vitória do Espírito Santo que de Salvador, onde a anglo-canadense Rio Tinto Alcan coloca R$ 4,5 bilhões para produzir 1,8 milhão de toneladas anuais do mineral usado para fabricar o alumínio.

Bastaria ao jornalista consultar o Google para saber que a distância entre Jaguaquara e Salvador é de 320 quilômetros. De Jaguaquara a Vitória são mais de mil!

 

BA: 6,4 mil vagas de emprego na mineração

A Tarde

Levante a mão quem nunca desejou achar uma mina de ouro e ficar rico. Se o sonhoparece distante demais, trabalhar no setor da mineração é uma realidade cada vez mais próxima dos baianos.

Até 2015, o setor prevê a criação de pelo menos 6.480 vagas na operação de minas na Bahia, em dez empreendimentos que já estão em fase de implementação, de acordo com protocolos assinados com o governo do Estado.

São vagas para profissionais com ensinos Fundamental e Médio completos para os cargos de operadores de equipamentos, com salários que variam de R$ 1 mil a R$ 2 mil, além dos técnicos, com remuneração entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. Para nível superior, a maior oferta é para engenheiros e geólogos, com rendimentos que ultrapassam R$ 7 mil.

Se levada em consideração a estatística do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que prevê a criação de 13 empregos indiretos para cada direto, os números podem chegar a mais de 83 mil postos de trabalho no interior do Estado, em municípios como Jaguaquara, Urandi, Ilhéus, Caetité, Maracás e Santaluz, dentre outros.

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CLOVIS TORRES MUDA PARA A VALE

O executivo Clovis Torres acaba de deixar a vice-presidência da Bahia Mineração, depois de quatro anos no posto. Ele assumirá a função de consultor jurídico global da Vale.

Na Bamin, Torres foi um dos principais condutores do Projeto Pedra de Ferro, que produzirá 19,5 milhões de toneladas de minério de ferro em Caetité e escoará a produção por um terminal de embarque de uso privativo, a ser construído na zona norte de Ilhéus.

Sobre a saída, Torres afirma que deixa a Bamin num momento em que o projeto Pedra de Ferro “está maduro e em vias de ser operacionalizado”. A escolha do novo vice está sendo conduzida pelo presidente do grupo ENRC no Brasil, José Francisco Viveiros.

Segundo Clovis Torres, o perfil do substituto deverá “reunir aspectos como a experiência na gestão de negócios no setor de mineração e o compromisso com ações voltadas à sustentabilidade nas áreas de influência do projeto”.

O BOOM NO SETOR DA MINERAÇÃO

Com a entrada de siderúrgicas na mineração e a chegada de novatas, como a Ferrous – controlada por fundos estrangeiros – e a ENRC, do Cazaquistão, cidades mineiras e baianas estão vivendo um novo ciclo de expansão econômica. Na região de Serra Azul, província mineral do Quadrilátero Ferrífero (MG) onde a Vale ainda não pôs os pés, duas cidades despontam na nova corrida pelo minério de ferro: Brumadinho e Itatiaiuçu. Na Bahia, Ilhéus e Caetité são as apostas.

Elas fazem parte de um novo ciclo da mineração, que deve atrair US$68 bilhões em investimentos entre 2011 e 2015, um recorde para o setor, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Dois terços desse total vão para projetos de minério de ferro, carro-chefe do segmento no Brasil.

MINERAÇÃO E TURISMO

João Carlos Cavalcanti, ao lado da deputada Ângela Sousa

O bilionário João Cavalcanti está plenamente convencido de que é possível aliar o Complexo Logístico Porto Sul ao desenvolvimento turístico de Ilhéus. Ele manifestou essa opinião durante encontro com deputados estaduais na Assembleia Legislativa, mas também está disposto a comprovar a tese na prática. Aos parlamentares, o ricaço que fez fortuna com a mineração, anunciou que vai investir em empreendimentos de turismo na Terra da Gabriela.

A convite da deputada Ângela Sousa, JCC estará em breve em Ilhéus (a data ainda será anunciada), proferindo palestra sobre mineração, turismo e desenvolvimento econômico.

Vale lembrar que foi João Carlos Cavalcanti que descobriu a mina que será explorada pela empresa Bahia Mineração em Caetité.

MIRABELA ADIA EMBARQUE DE MINÉRIO EM ILHÉUS

Mina da Mirabela em Itagibá, sul da Bahia.

O embarque da primeira carga de concentrado de níquel extraído pela Mirabel na mina localizada em Itagibá, no sul da Bahia, foi adiado para a próxima quinta, 31. A mudança se deve a um atraso no navio contratado para a exportação do produto para a Finlândia. O início do embarque está programado para as 9 da próxima quinta.

A Mirabela Mineração está investindo R$ 800 milhões na implantação e operação da Mina Santa Rita, no sul-baiano, e tem planos de se tornar a segunda do mundo em níquel sulfetado a céu aberto, segundo o diretor-presidente da Mirabela Brasil, Luís Carlos Nepomuceno.

Conforme a empresa, os impactos do negócio já podem ser sentidos nos cofres do município, que recebeu R$ 6.606.113,39 no ano passado, entre ISSQN (Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza) e compensações ambientais. A mina tem vida útil de 23 anos, conforme Nepomuceno.

RIQUEZA MINERAL EM JEQUIÉ

Da Tribuna (coluna de Valdemir Santana):

A capacidade que tem o geólogo baiano João Carlos Cavalcanti para agitar a mídia internacional com informações bombásticas sobre minérios parece sem limites. Há três anos ganhou página inteira no prestigiado New York Times para contar o resultado da descoberta do cinturão de ferro de Caitité. Tanto minério que o colocou no clube dos bilionários internacionais, e dono de casa de R$ 15 milhões nos arredores de Salvador.

Dessa vez, a noticia não é menos fantástica. Tão bombástica que o empresário passou a noite de anteontem comemorando no “Restaurante Amado”, com a mulher, a mecenas de solidariedade Renilce Cavalcanti, e o filho, o empresário hoteleiro Rodrigo Cavalcanti. “Acabamos de confirmar que na Bahia, na região de Jequié, temos fabulosas minas de terras-raras, com um percentual enorme de cérios”, brindou.

LULA ACREDITA QUE CONSTRUÇÃO DO PORTO COMEÇA EM MARÇO

Ainda na cerimônia que marcou o início das obras da Ferrovia da Integração Oeste-Leste, em Ilhéus, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez projeções sobre o começo da construção do Porto Sul, na região da Ponta da Tulha. Segundo o presidente, é provável que a ordem de serviço desta obra seja assinada já no primeiro trimestre de 2011.

“Penso que, se tudo der certo, lá para o mês de março a companheira Dilma estará aqui para assinar a ordem de serviço”, declarou o presidente.

O porto público será construído na região da Ponta da Tulha, ao lado do Terminal de Uso Privativo da Bahia Mineração (Bamin), empresa que irá explorar minério de ferro na região de Caetité e transportar o produto via Fiol até Ilhéus.

No momento, tanto o Porto Sul como o TUP encontram-se na fase de licenciamento ambiental.

BAMIN RECEBE LICENÇA DA MINA EM CAETITÉ

O Instituto do Meio Ambiente da Bahia (IMA) expediu a licença de instalação da mina da Bahia Mineração no município de Caetité, sudoeste do Estado. A notícia foi comemorada pela empresa, que pretende iniciar a implantação do Projeto Pedra de Ferro no primeiro quadrimestre de 2011. O empreendimento, que inclui um terminal marítimo na zona norte de Ilhéus, terá investimentos estimados em US$ 5 bilhões.

Segundo o vice presidente da Bamin, Clovis Torres, a expectativa agora é para a licença de instalação do terminal marítimo em Ilhéus, que já obteve anuência prévia da Secretaria do Meio Ambiente do Estado.

A previsão é de que a fase de produção seja iniciada em 2013 e a Bamin deverá exportar 19,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.



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