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:: ‘natureza’

MAIS DE CEM TARTARUGAS SÃO ENCONTRADAS MORTAS NO SUL DA BAHIA EM 2018

Projeto no sul da Bahia contabiliza mais de 100 mortes de tartarugas

Mais de cem tartarugas já apareceram mortas nas parias do sul da Bahia, este ano. Segundo informações do Projeto Tamar, só entre agosto e setembro foram 42. Em 2017, foram cerca de 75 mortes durante o ano inteiro.

De acordo com a entidade, que atua na proteção de tartarugas, as causas mais comuns das mortes dos bichos são a ingestão de lixo e a captura acidental em redes de pesca.

Segundo a bióloga Stella Tomás, nesta época do ano, o número de tartarugas mortas tende a aumentar, porque é época de reprodução. “Agora em setembro já começa o período reprodutivo delas, e em outubro elas começam a subir para desovar e ficam mais próximas do litoral. Então o risco aumenta, tanto com a questão de ingestão de lixo, como de captura acidental nas redes”, explica ao G1BA.

Ela destaca que, caso uma pessoa encontre uma tartaruga na praia, viva ou morta, ela deve entrar em contato com o Projeto Tamar.

“E se ela estiver viva, não pega o animal e solta diretamente no mar, porque às vezes é uma fêmea que está subindo para reproduzir. E aí você está interrompendo o ciclo, o que pode trazer problemas”, acrescenta.

O veterinário Wellington Laudano afirma que, além da morte das tartarugas, há pessoas que pegam ovos dos ninhos, para comer. “Infelizmente há a violação de ninhos. Só quem pode fazer monitoramento e manipulação são pessoas especializadas e autorizadas”, diz.

ITABUNA VIVE, MAS NADA RECORDA DA TRÁGICA ENCHENTE DE 1967

Luiz Conceição | jornalistaluizconceicao2@gmail.com

 

No dia seguinte, a natureza em fúria fez o rio avançar ainda mais. Desta vez pela Avenida do Cinquentenário e demais vias e praças na parte baixa do centro, inundando lojas de tecidos, sapatos e acessórios e eletrodomésticos, residências, agências bancárias, depósitos de cacau…

 

Há 50 anos o céu cinzento de dezembro era prenúncio de chuvas e de muita fartura. Fazendeiros e comerciantes estavam animados com aquele tempo, porque chuva nesta época do ano significava mais fruto de cacau na safra e mais dinheiro na caixa registradora e circulando, irrigando a economia.

A vida das famílias seguia com a expectativa das festas de fim de ano. Para alguns estudantes, era fim do ciclo primário e do ginásio, para onde muitos de nós ansiávamos chegar com o exame de admissão.

A temida prova dava acesso à 1ª série ginasial. Era ritual de passagem da infância para a adolescência. Por isso, o resultado do exame de admissão era aguardado com ansiedade e medo por toda a família e não só por nós.

À medida que se aproximava o Natal era intenso o frenesi pelos presentes nas lojas e nas casas. Nessa época, chovia abundantemente no sul da Bahia, abençoado com a rica mata atlântica, ribeirões e rios fartos e cheios de peixes. Os índices pluviométricos registram no começo de todos os verões o início da quadra chuvoso do ano.

Passou a festa natalina. As chuvas ficaram ainda mais fortes e intensas. Transbordamento de riachos, ribeirões e cursos d’água e dos tributários – Salgado e Colônia – que formam o Rio Cachoeira que corta Itabuna em direção ao mar no litoral da velha Capitania de São Jorge dos Ilhéus.

Com o volume d’água crescendo a cada hora ficaram mais encorpados. O que era alegria do povo em ver o rio cheio de suas margens, junto com crianças e adolescentes em algazarra e férias, se transformou em medo, drama e terror a partir do dia 27 de dezembro.

As águas turbulentas, escuras e sujas do Cachoeira transbordaram da calha e alcançaram as parte baixas da cidade. Burundanga, Berilo e Bairro Mangabinha, na zona oeste. Cajueiro e Fátima, ao leste, e bairro Conceição, lado oposto ao centro da cidade, tiveram famílias desalojadas e desabrigadas.

No dia seguinte, a natureza em fúria fez o rio avançar ainda mais. Desta vez pela Avenida do Cinquentenário e demais vias e praças na parte baixa do centro, inundando lojas de tecidos, sapatos e acessórios e eletrodomésticos, residências, agências bancárias, depósitos de cacau…

O que era espetáculo virou tragédia, desespero.

As águas derrubaram casas, carregaram móveis e utensílios domésticos. No comércio se perderam mercadorias nos expositores, balcões e depósitos.  Alguns comerciantes foram vítimas de saqueadores que, desavergonhadamente, furtaram-lhes mercadorias em meio ao caos.

Muitos empregados no comércio arriscaram-se em proteger e salvar lojas e bens dos patrões, inclusive com a própria vida. Não se sabe ao certo quantos morreram enfrentando a correnteza forte das águas que em alguns locais do centro comercial do centro de Itabuna alcançou 2,5 metros, derrubando a posteamento da rede de energia elétrica e sinais de trânsito, solapando marquises.

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A outrora culta e reluzente sociedade grapiúna é hoje arremedo do que foi antes da cheia desta Cachoeira que completa agora 50 anos. 

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Há todo um folclore posterior à tragédia de 1967 que, ao lado das enchentes do Rio Cachoeira em 1914 e 1947, figura com a mais espetacular e terrível de todas. Mesmo quem não se viu diretamente atingido não deixou de se condoer com parentes, amigos e vizinhos que perderam tudo.

Embora a cidadã ainda viva, não tem nenhuma memória da mais famosa enchente de sua história que não foi fato isolado. Houve rumores do estrondo de uma barragem numa fazenda de criação de gado nas bandas de Santa Cruz da Vitória, então 36, fato noticiado de forma acanhada pela imprensa de então.

Há imagens de ruas e avenidas alagadas dos fotógrafos Newton Maxwell (Buião), Sabino Primitivo Cerqueira e Emerson Trindade Carregosa (Foto Emerson), dentre outros, ainda preservados em sites na Internet. A outrora culta e reluzente sociedade grapiúna é hoje arremedo do que foi antes da cheia desta Cachoeira que completa agora 50 anos.

As águas levaram consigo o balcão frigorífico, cadeiras e mesas do Vagão, bar e restaurante à cabeceira da Ponte do Marabá, margem direita do rio. Lá se reunia a intelectualidade e a promissora juventude da época de ouro do cacau para sorvetes, cuba libre ou hi-fi e bebidas diversas após sessões de cinema.

Janeiro chegou e com ele o socorro pelos Governos federal e estadual às vítimas, inclusive com a criação do atual bairro Lomanto e vacinações. O comércio teve pouca ajuda que se iniciou com caminhões de guarnições do Corpo de Bombeiros de Salvador lavando as avenidas, ruas e praças do centro.

Itabuna vive, mas nada recorda da trágica enchente de 1967. Além de destruir a dignidade das pessoas, bens e mercadorias, certamente a cheia lavou tudo, incluindo o amor à cidade e sua gente, além do que restou de nossa pouca memória que um dia nos faltará muita, mas muita falta. E não é porque não haja dinheiro para estudos e pesquisa sobre sua própria história.

Luiz Conceição é jornalista.

ÁGUAS-VIVAS INVADEM PRAIAS DA ZONA SUL DE ILHÉUS

Águas-vivas invadem praias da zona sul de Ilhéus || Reprodução Anabel Mascarenhas

Águas-vivas invadem praias do sul de Ilhéus || Reprodução Anabel Mascarenhas/Instagram

O finalzinho do Feriadão de Finados foi marcado pela invasão de águas-vivas em praias da zona sul de Ilhéus. A professora e fotógrafa Anabel Mascarenhas na Praia dos Milionários fez este registro das águas-vivas, postando-o em uma rede social. Desde a quinta-feira (2), o município sul-baiano sofre com ventania e ondas fortes, o que pode ter trazido as águas-vivas para as praias da zona sul.

De acordo com especialistas, a água-viva só queima – e causa grande dor , quando se sente atacada. O banhista precisa ficar atento à água e também à areia. Não deve lavar o local da queimadura com água doce para não detonar substâncias venenosas que são expelidas pela espécie.

O indicado é água do mar e soro fisiológico até que se tenha atendimento médico. Há quem aplique vinagre na área lesionada. É preciso muito cuidado, pois a queimadura pode detonar forte reação alérgica.

ESTUDO MOSTRA 54 BICHOS AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO NA BAHIA

Macaco bugio marrom é uma das espécies ameaçadas || Foto Divulgação

Macaco bugio marrom é uma das espécies ameaçadas || Foto Divulgação

Um estudo realizado pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema), em parceria com mais de 40 instituições, mostra que 331 espécies animais estão ameaçadas de extinção na Bahia. Segundo o levantamento, cinco espécies já estão regionalmente extintas, além de 54 que se encontram em perigo crítico. O estudo, que revela dados preocupantes sobre a fauna no estado, cita ainda outras 133 espécies que correm perigo de sumir do mapa, enquanto outras 141 aparecem em situação considerada vulnerável.

Ao todo, foram avaliadas 2.607 espécies. Ou seja, mais de 10% delas apresentam alguma ameaça. “Não é um número alarmante, mas é preocupante. Mas não diverge muito da lista de outros estados”, explica o superintendente de Estudos e Pesquisas Ambientais da Sema, Luiz Ferraro.

A lista completa (ver abaixo) foi publicada na edição desta quarta-feira (16) do Diário Oficial do Estado. A portaria estabelece que a captura, transporte, armazenamento, guarda e manejo das espécies somente poderão ser permitidos para fins de pesquisa ou para a conservação da espécie, mediante autorização do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). De acordo com a legislação ambiental, os crimes contra a fauna são inafiançáveis.

Entre as espécies mais conhecidas da população estão o papagaio-do-peito-roxo, a onça-pintada, o ouriço-preto, o gavião-real, a preguiça-de-coleira, o peixe mero, a jararacuçu-tapete, e a perereca-de-capacete. O biólogo e pesquisador da Universidade Católica do Salvador (Ucsal) Moacir Tinoco diz que a lista contempla ainda espécies que só existem na Bahia, a exemplo do mico-leão-de-cara-dourada, a lagartixa-de-mucugê, e, uma das principais e mais ameaçadas, o calango do abaeté, que só existe em uma pequena área do Litoral Norte da Bahia.

PLANO DE CONSERVAÇÃO

De acordo com a Sema, os dados vão nortear a criação de um mapa de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade na Bahia. “Tudo o que pudermos fazer para que essas áreas sejam mais preservadas, vamos fazer”, explica o superintendente.

A partir do estudo também deve haver, segundo Ferraro, um maior controle na liberação dos licenciamentos ambientais, levando em consideração o impacto que a atividade terá para a preservação dessas espécies. “Vai exigir muita atenção e cuidado com essas espécies”, ressalta. Ainda segundo ele, o estudo vai subsidiar o trabalho de fiscalização dos órgãos ambientais, que passarão a contar com este instrumento de controle.

Após o levantamento, a Sema agora está fazendo um plano de ação em colaboração com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), que pode prever, inclusive, um plano de repovoamento das espécies afetadas no estado. É a primeira vez que foi realizado um estudo como este para avaliar os graus de ameaças da biodiversidade na Bahia.
Confira a íntegra no Correio*

MORADORES ENCONTRAM BALEIA JUBARTE MORTA EM UNA

Baleia Jubarte é encontrada em praia de Una.

Baleia Jubarte é encontrada morta em praia de Una|| Foto divulgação

Uma baleia Jubarte de cerca de 10 metros de comprimento foi encontrada morta por populares na segunda-feira (24), na Praia dos Lençóis,  no limite de Una com Ilhéus.

O Instituto Marola e o Projeto A-Mar informaram que a baleia era fêmea e apresentava ferimentos na região da mandíbula. O corpo do animal foi retirado do local nesta terça-feira (25) e a causa da morte só será conhecida após a conclusão da perícia feita pelo Projeto Baleia Jubarte.

BARONESAS NO CENÁRIO

Cenário da bela Baía do Pontal foi modificado pelas baronesas.

Cenário da bela Baía do Pontal foi modificado pelas baronesas.

A chuva dos últimos dias na região sul modificou o cenário de uma das mais belas paisagens de Ilhéus, a Baía do Pontal. Toneladas de baronesas foram levadas para a baía com a cheia do Rio Cachoeira. A chuva deu uma paradinha, porém o grande volume de água tem carreado ainda mais material orgânico para Ilhéus. Já em Itabuna, um grande tapete verde se formou na Ponte do Marabá, como quase sempre ocorre a cada cheia do rio que corta a cidade e desemboca no município vizinho. A foto é de Luiz Fernandes Ferreira.

O DIA INTERNACIONAL DA TERRA TEM DIVULGAÇÃO E REPERCUSSÃO TÍMIDAS

EugniaEfigênia Oliveira | ambiente_educar@hotmail.com

 

Aristóteles criou um triângulo representando o que é imprescindível à evolução da cidade-estado: de um lado do triângulo, a educação, do outro lado a arte, e na sua base a natureza.

 

Os antigos não mentem ou se confundem. Por isso é pertinente que neste 22 de abril, dia internacional da Terra, cacemos pérolas antigas e não tão antigas, que justificam a visão vanguardista de contemporâneos e antepassados, acerca da devastação humana dos bens da natureza, que não deveriam ter sido devastados pela espécie que se diz racional.

Aristóteles, o filósofo dedicado à ética, portanto, às causas sócio- planetárias, criou um triângulo representando o que  é imprescindível à evolução da cidade-estado: de um lado do triângulo, a educação, do outro lado a arte, e na sua base a natureza. Entretanto, ao longo dos séculos, o tripé que facilitaria a relação respeitosa com o planeta, foi olvidado, permanecendo sua beleza, apenas nos registros dos artistas, e no pensamento humanista de muitos que conseguem antever a tragédia planetária patrocinada pelo próprio homem, que não abre mão do conforto que ela proporciona. Contraditoriamente, a crescente demanda para o lazer é sempre por áreas rodeadas pelas belezas naturais.

O ano é 1833 e na íntegra um excerto de escritos de José Bonifácio de Andrada e Silva, aquele mesmo, o Patriarca da Independência dos livros de História: Nossas numerosas minas por falta de trabalhadores ativos e instruídos estão desconhecidas ou mal aproveitadas: nossas preciosas matas vão desaparecendo vítimas do fogo e do machado da ignorância e do egoísmo: nossos montes e encostas vão-se escalvando diariamente, e com o andar dos tempos faltarão as chuvas fecundantes, que favorecem a vegetação e alimentam nossas fontes e rios […]. Virá então esse dia, terrível e fatal, em que a ultrajada natureza se ache vingada de tantos erros e crimes cometidos. Escrito no advento da Revolução industrial, isso tinha que ser renegado ao esquecimento premeditado, em algum porão inacessível.

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BARONESAS INVADEM A BAÍA DO PONTAL

(Foto Marcos Alpoim)

(Foto Marcos Alpoim)

A bela Baía do Pontal, em Ilhéus, amanheceu nesta terça (22) tomada pelas baronesas (aguapés) que por mais de oito meses se acumularam na faixa urbana do leito do Rio Cachoeira em Itabuna.

Ontem, duas retroescavadeiras faziam a desobstrução da Ponte do Marabá, centro, mandando o “presente” grego para a cidade vizinha. O Cachoeira desemboca na baía ilheense.

ESTUDO DIZ QUE MATA ATLÂNTICA EMITIU MAIS GASES QUE AMAZÔNIA

Mata Atlântica emitiria mais gases que floresta amazônica, segundo estudo.

Reportagem publicada neste domingo, 6, vai servir para aquecer ainda os debates da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, que se realiza em junho, na capital fluminense. O Estadão revela estudo sobre a emissão de gases por conversão de vegetação em área agrícola em que é mostrado que a origem da maior parte do problema é a Mata Atlântica, e não a Amazônia.

Entre 1940 e 1995, a conversão de áreas de vegetação nativa para agricultura e pecuária liberou 17,2 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera. O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). E demorou sete anos para ser concluído e mescla imagens recentes de satélite com informações históricas dos censos agropecuários do IBGE.

Os pesquisadores Marcos Costa, do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Christiane Leite, também da UFV, Britaldo Soares Filho e Letícia Hissa, do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fizeram a publicação do trabalho na revista Global Biogeochemical Cycles.

O estudo calculou, pela primeira vez, as emissões históricas por mudança no uso da terra – conversão de áreas de vegetação nativa para agricultura e pecuária – no Brasil.

OFICINA SOBRE APROVEITAMENTO DO LIXO

Dar destinação correta ao lixo que as cidades produzem diariamente é um sério e grave desafio. Na pequena Coaraci, a 56 quilômetros de Itabuna, uma ação da EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), leva essa preocupação para a escola.

Nos dias 19 e 20 deste mês (segunda e terça-feira da semana que vem), 60 alunos do Colégio Estadual Almakazy Gally Galvão, em Coaraci, participam de uma oficina que os ensinará a reaproveitar o lixo orgânico. A primeira parte da oficina será com uma palestra do engenheiro agrônomo Joel Benigno Pimenta,  chefe do escritório local da EBDA, sobre o tema “Composto Orgânico e Biofertilizantes”. Na segunda etapa, já na terça-feira, os estudantes vão participar de uma aula prática sobre a preparação do composto a partir do lixo orgânico.

O trabalho envolve ainda a implantação de uma horta orgânica no colégio, pelos próprios alunos, e o cultivo será destinado ao preparo dos alimentos da merenda escolar. A iniciativa tem dois focos importantes: dar uma destinação ambientalmente correta ao “lixo” e ajudar os alunos a desenvolver hábitos alimentares mais saudáveis.

CORRIDA ECOLÓGICA EM ILHÉUS

Atletas vão atravessar a Serra do Conduru

A belíssima Serra do Conduru, entre Ilhéus e Uruçuca, é o cenário da Corrida Ecológica que terá sua segunda edição no próximo dia  23, um domingo. Atletas de várias idades participam da prova, cuja largada ocorre às 8h30min da manhã, em Serra Grande, com percurso atravessando o Parque Nacional do Conduru até a Vila do Retiro.

No total, a corrida tem 20 quilômetros, distância a ser percorrida pelos atletas das categorias Juvenil (15 a 19 anos) e Adulto (a partir de 19). Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos irão correr quatro quilômetros. Todos os participantes que completarem a prova receberão medalhas e os três primeiros de cada categoria serão premiados com troféus.

As inscrições para a 2ª Corrida Ecológica podem ser feitas na banca de revistas da praça em frente ao Teatro Municipal de Ilhéus. O valor é R$ 10,00, que dá direito a camisa, almoço e sorteio de uma bicicleta.

O RELAX DAS CAPIVARAS

Se a poluição deixa o Rio Cachoeira menos “vivo”, nas últimas semanas há algo de belo que atrai a atenção de quem circula pelas margens do rio, nas proximidades da Câmara de Vereadores de Itabuna. Uma capivara deu cria e tornou-se atração para quem transita pela avenida Mário Padre. Na foto do leitor Rolemberg Santos, a soneca de mãe e filhotes em meio ao barulho na região central de Itabuna.

NÃO É PEIXE. É PET!

No centro de Itabuna, cidadão observa a cheia do Rio Cachoeira e os objetos que ela traz. Na barragem, em vez de peixes, chama atenção a grande quantidade de garrafas-pet, produto que leva 450 anos para se decompor na natureza (foto Luiz Tito)






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