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:: ‘Nordeste’

ÓLEO ATINGE MAIS DE 670 PONTOS DO LITORAL BRASILEIRO E 116 MUNICÍPIOS

Homens removem manchas de óleo no litoral norte ilheense || Foto José Nazal

Ao menos 675 pontos do litoral brasileiro já foram atingidos pelas manchas de óleo de origem desconhecida que, desde o fim de agosto, se espalhou por toda a costa da Região Nordeste e pelo litoral norte do Espírito Santo.

Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as 675 áreas afetadas pela substância poluente estão espalhadas por 116 municípios de dez estados: nove da Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e um da região Sudeste (Espírito Santo).

Militares da Marinha, técnicos do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além de servidores públicos de prefeituras e governos estaduais e voluntários, vistoriaram 143 áreas. Destas, o Ibama classificou 64 como limpas e livres da presença de fragmentos de óleo. Nas outras 79 áreas vistoriadas, os agentes ainda encontraram manchas e vestígios esparsos de contaminação até o meio-dia de ontem (19).

Segundo o Ibama, desde 30 de agosto, cerca de 4.500 toneladas de resíduos contaminados já foram recolhidos de praias, manguezais, costões e outros habitats. A contagem desse material não inclui somente óleo, mas também areia, lonas e outros materiais utilizados para a coleta. A forma de descarte destes resíduos é determinada pelas secretarias estaduais de Meio Ambiente.

O ÓLEO MANCHOU MAIS QUE NOSSAS PRAIAS

Jerberson Josué

 

 

 

Constatamos que nenhum município nordestino agiu e planejou gabinete de gerenciamento de risco no início do problema.

 

Há quase dois meses estamos sendo bombardeados com o noticiário da imprensa, que existem dúvidas sobre a origem do petróleo que está poluindo toda a costa do nordeste e iminência de invadir o litoral de alguns estados do sul do país.

O óleo não causa prejuízos ambientais apenas em nossas praias. Sua sujeira afetou também a imagem de políticos e governantes. Os gestores federais, estaduais e municipais estão chamuscados com a “queimada” de imagem advinda do óleo vazado e esparramado pelos mares!

Não houve e nem está havendo intervenção rápida, planejamento e o que se vê é falta de habilidade de gerenciamento no enfrentamento dessa situação trágica.

Vemos parte da nossa fauna e flora marítimas ser dizimada; nossos rios e mares serem poluídos com a mesma proporção caótica em que vemos a inaptidão das nossas autoridades responsáveis pela preservação dos nossos recursos naturais.

Constatamos que nenhum município nordestino agiu e planejou gabinete de gerenciamento de risco no início do problema. Em Ilhéus, o prefeito Mário Alexandre (Marão) e sua equipe da área ambiental não atentaram para a iminente perspectiva da poluição do óleo invadir as praias da cidade.

O governo federal desativou conselhos que deveriam tratar do problema e o Ibama, conjuntamente com o ICMBIO, foram desmantelados e desestruturado, por uma decisão política retrógrada do governo central.

Uma força tarefa é necessária ser feita Brasil a fora pra estancar o flagelo ambiental. Só uma ação planejada conjunta, envolvendo os três poderes federativos, com participação ativa de setores da sociedade, urgente!

É preciso, também, que indivíduos inescrupulosos e medíocres, parem de disseminarem notícias falsas sobre este assunto, com objetivo espúrio de sujar a imagem dos gestores de plantão.

Agora é a hora de sabermos se o lema “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos” é verdadeiro.

Jerberson Josué se define como um estudante na escola da vida.

GOVERNADOR BAIANO DIZ QUE MEGALEILÃO DO PRÉ-SAL PRECISA FAZER JUSTIÇA A ESTADOS E MUNICÍPIOS

Governadores em reunião em Brasília nesta segunda (30) || Foto Marcos Brandão/Senado

Governadores do Nordeste e do Norte se reuniram em Brasília, ontem (30.set), para finalizar as discussões sobre a cessão onerosa do pré-sal, com a partilha de recursos entre os entes federados – estados, municípios e União. Os representantes dos estados das duas regiões se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para concluir as negociações. Senadores das regiões e líderes partidários também participaram do encontro.

A Câmara deve apreciar agora em outubro a parte da proposta que falta ser votada — a divisão do bônus de assinatura com Estados e Municípios. O percentual a ser arrecadado com o megaleilão do pré-sal, previsto para novembro, é de 15% para estados e de 15% para municípios, descontada a parte da Petrobras. Este é o maior leilão da história do país, com a expectativa de arrecadação de R$ 106 bilhões.

“Nós pedimos que seja mantido e respeitado o acordo feito em relação à cessão onerosa, inclusive com os valores e a forma de rateio: 15% para estados e 15% para municípios, distribuídos conforme o FPE [Fundo de Participação dos Estados] e o FPM [Fundo de Participação dos Municípios]. Foi esse o combinado e é isso que esperamos que seja cumprido para fazer justiça a todos os brasileiros”, disse Rui. :: LEIA MAIS »

O NORDESTE, CABRA DA PESTE

Efson Lima

 

Nordeste é um complexo de múltiplas identidades. De múltiplos sonhos. Nordeste – tu, você, cê, oxente, continua sendo uma terra abençoada. Compreendê-lo é um desafio para nós, que aqui nascemos e/ou moramos e o mundo. Oxalá!

 

O mês de junho de 2019 chegou ao fim. Para nós baianos e nordestinos é um dos meses – para não ser taxativo – que as tradições ganham fôlego e mostram o quanto temos de identidade. Na, quinta-feira última (04), no almoço com colegas de trabalho e à noite, após encontro de grupos de pesquisa sobre Direito e Literatura, o tema Nordeste voltou à mesa.  E tinha que voltar, afinal, o povo do sertão com o povo da capital juntos reascendem a fogueira. Na mesa havia um gaúcho. Assim, melhor ficou evidenciado o ser nordeste para os baianos. Não é o debate do pior e/ou melhor, apenas discorrendo sobre o sujeito cultural.

De início, a expressão “cabra da peste” marcante e ligada a nossa gente possui mais de uma versão. Há quem considere que a expressão é usada referendar o sujeito destemido, mas também pode ser dita em situação de ofensa. Será que no primeiro caso seria a confirmação do registro de Euclides da Cunha em Os Sertões, onde “o sertanejo antes de tudo é um forte”?

No Dicionário do Folclore Brasileiro, Luiz da Câmara Cascudo afirma que “cabra” era como os navegadores portugueses referendavam os índios que “ruminavam o bétel” planta com folhas de mascar. Ao longo do tempo, o animal pode ter sido visto como sinônimo de homem forte em decorrência do leite – percebido mais denso e nutritivo que o da vaca.  Há indicativo que a conotação com “peste” surgiu em virtude da má fama da cabra, identificada como sendo simpática ao diabo na tradição nordestina. Lembro que quando criança, falar o termo “peste” merecia uma tapa da minha mãe, pai, tio, irmãos…

Na Bahia, quem ainda não ouviu Raiz de Todo Bem, do compositor Saulo Fernandes, cantada na voz do mesmo, que parece um hino para Salvador, identifica a expressão facilmente: “Oxente, ‘cê num ‘tá vendo que a gente é nordeste?/Cabra da peste Sai daí batucador”? Mais que um conjunto de palavras, é a representação da nossa identidade, dos nossos sentidos e signos. Sou eu e você! Somos nós!

Do ponto de vista das regiões do Brasil, no ano de 1940, o país tinha as seguintes regiões: Norte, Nordeste, Este, Centro e Sul. No ano de 1950, os Estados do Maranhão e Piauí passaram a compor a Região Nordeste (antes estavam relacionadas ao Norte). O Estado da Bahia só foi incorporado ao Nordeste a partir de 1970.  Antes, estávamos de mãos dadas com os Estados de Sergipe e Espírito Santo na denominada região “ESTE”. Sudeste nem existia.  Registra-se que essas divisões foram sendo sistematizadas a partir de 1913. Geográfico o parágrafo, mas nos oferece uma dimensão política e como foi processada a construção das identidades regionais. A forma do mapinha atual tem sua divisão estabelecida em 1970 pelo IBGE. Aí, sim, caba da peste, somos Nordeste? Não, já nutríamos esse sentimento. Foi um redesenhar.

Abordar Nordeste é muito mais que tomá-lo simplesmente como um espaço geográfico, é recorrer aos povos originários, às tradições orais, à História do Brasil, às invasões, à lavoura da cana de açúcar, falar do mar e das praias, da mata atlântica, do cacau. É enfrentar o problema da desigualdade socioeconômica e da concentração de terras. Euclides Neto, que pertenceu o quadro de membros da Academia de Letras de Ilhéus, já tratou deste assunto. É relembrar literatura e compreender um sentido de território muito mais amplo que um mero signo geográfico, como sinaliza Milton Santos, baiano e com circulação em Ilhéus, professor do IME e também pertenceu a Academia de Letras de Ilhéus.  Símbolo maior da geografia nacional e uma das estrelas da geografia no mundo. Pena que pessoas como ele  têm sido maltratadas na quadra atual.

O obscurantismo parece ser o caminho. Graças que estamos protegidos pelos nordestinos, que ousam não ser seduzidos pelos caminhos fáceis. Nordeste é tratar da proposta educacional de Paulo Freire, Anísio Teixeira… propostas emancipadoras e que apresentam sentidos mais humano e problematizador.

Nordeste é terra de Ariana Suassuna, que aulas mágicas sobre cultura foram proferidas. Encantador. O “oxente” tão bem defendido. De José Lins do Rego, dos engenhos de açúcar e as pontadas do regionalismo.  Do nosso eterno Jorge, o nosso Amado. De Rachel de Queiroz, saudade do Quinze.

Falar de nordeste é tocar na literatura de cordel. É ver a magia de Janete Lainha pelas ruas de Ilhéus e nas praias. De nossos cantores e compositores como Dorival Caymmi. É terra de Lampião e de Maria Bonita. Das lendas e dos mitos. Da Terra onde padre tem muler. É encontro de religiões… É terra de Padim Cícero e de Mãe Menininha, de Mãe Stella de Oxóssi. É ter suas histórias e estórias contadas por escolas de samba do Rio e de São Paulo. Por sinal, Mangueira já sambou o sertão, que enredo arrebatador.  É ver São Paulo com a ajuda de mãos nordestinas subir.  Nordeste é terra – mãe.

É terra de juristas: Teixeira de Freitas, de Rui Barbosa, de Orlando Gomes. É terra do nosso grande tributarista, a maior autoridade viva do direito na Bahia; um de nossos símbolos no Brasil, professor Edvaldo Brito, vivíssimo e atuante. A mim, mais que um advogado, um gigante na docência. Exemplo a ser seguido de comprometimento e dedicação à docência.

Recorri aos personagens recentes, que viveram no século XX ou alcançaram esse século. Muitos outros, que descansam na infinitude, poderiam ser convidados a falar, mas optei por deixá-los lá, quietos.  Com a vênia, como ainda estamos no clima do 2 de Julho, com carinho mencionamos Maria Quitéria, nossa heroína da Independência brasileira. Afinal, caso os portugueses não tivessem sido expulsos, imagino que Bahia não seria Brasil. Oh, céus! Perdoe-me. Isto é Nordeste. Isto é vida.

Nordeste é um complexo de múltiplas identidades. De múltiplos sonhos. Nordeste – tu, você, cê, oxente, continua sendo uma terra abençoada. Compreendê-lo é um desafio para nós, que aqui nascemos e/ou moramos e o mundo. Oxalá!

Efson Lima é advogado, coordenador-geral da Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da Faculdade 2 de Julho, coordena o Laboratório de Empreendedorismo, Criatividade e Inovação e é doutorando, mestre e bacharel em Direito pela UFBA.

BAHIA: CERVEJARIA ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 215 MILHÕES EM FÁBRICA DE ALAGOINHAS

Empresa anuncia investimento na fábrica de Alagoinhas|| Foto Alberto Coutinho

Nesta quarta-feira (12), na sede da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), em Salvador, a  Heineken no Brasil, a segunda maior cervejaria do país, anunciou um aporte de R$ 215 milhões na unidade do grupo em Alagoinhas. O investimento faz parte da estratégia para o Nordeste. A unidade recebeu, em 2018, a primeira linha de produção da marca na região.

Nos últimos dois anos, a companhia investiu R$ 140 milhões na unidade em Alagoinhas, que é uma das maiores do grupo no Brasil. De acordo com Marcelo Jorge de Araújo, diretor da Cervejaria de Alagoinhas, a estratégia acompanha o crescimento do mercado de cervejas premium, liderado pela marca Heineken.

O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, lembrou que é graças ao equilíbrio fiscal que o governo baiano vem conseguindo atrair novos investimentos privados. Ele destacou que o estado é o segundo em volume de investimentos públicos no país, atrás apenas de São Paulo, “o que se reflete em melhor infraestrutura e condições favoráveis a novos investimentos pelas empresas, gerando empregos e renda em meio à crise”.

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CAGED: BAHIA REGISTRA SALDO DE 10 MIL EMPREGOS COM CARTEIRA ASSINADA EM ABRIL

Bahia registra saldo na geração de empregos || Foto Elôi Corrêa.

A Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado decorre da diferença entre 55.305 admissões e 45.212 desligamentos. Trata-se do maior saldo do mês de abril desde 2014. O resultado superou também o saldo do mês de março, quando 2.569 postos de trabalho foram criados.

O saldo do mês passado é muito superior ao registrado em abril de 2018, quando foram criados 1.976 postos de trabalho. Setorialmente, em abril, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+2.461 postos), Indústria de Transformação (+2.438 postos), Serviços (+2.328 postos), Construção Civil (+1.575 postos), Comércio (+772 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+212 postos), Administração Pública (+194 postos) e Extrativa Mineral (+113 postos).

Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+10.093 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os estados brasileiros em abril de 2019. No Nordeste, apenas Alagoas (-4.692 postos) e o Rio Grande do Norte (-501 postos) não geraram postos com carteira assinada. Todos os outros estados da região apresentaram desempenho positivo no mês passado.

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A LIDERANÇA DE RUI COSTA UNE OS GOVERNADORES NORDESTINOS

Josias Gomes

 

 

Neste intercâmbio entre os Estados do Nordeste, ficou provada a nossa força e de como juntos podemos transformar a política local e nacional através de ações inovadoras de grande impacto para a economia e o bem coletivo.

 

 

Muito se fala em fazer uma nova política no Brasil. Podemos afirmar que o Nordeste vem sendo vanguarda e exemplo de como implantar ações práticas que fortalecem os Estados e gerem uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.
Durante um longo período do nosso país, a região Nordeste foi praticamente esquecida pelo governo federal e dominada por coronéis como Magalhães e Sarneys.

Só que o Nordeste é imensamente rico, em todos os aspectos, para submeter-se ao chicote da tirania e à negligência de presidentes avessos à nossa região.

A mudança irreversível começou na virada do Século XXI, quando os partidos de esquerda começaram a fortalecer a base que faria parte de uma revolução política eleitoral, culminando na eleição do presidente nordestino Luís Inácio Lula Livre da Silva.

O Governo Federal recolocou o Nordeste no mapa do Brasil e apoiou incondicionalmente o protagonismo nordestino.
Muitas vezes, por ignorância, os sulistas acreditam que o Nordeste vive de festas e Bolsa Família. Ledo engano. Somos muito mais do que o Bolsa Família (programa essencial e transformador).

Talvez nenhuma região do país teve a capacidade de combinar tão bem políticas públicas e sociais com obras de infraestrutura quanto o Nordeste.

Sabíamos que depois do Golpe I, contra a presidenta de Dilma, e o Golpe II, com a prisão do Lula, o que infelizmente desembocou na vitória do presidente despreparado e xenófobo, o Nordeste, que foi a maior resistência com o ELE NÃO, sofreria uma grande perseguição contra o seu povo, a sua revolução econômica, cultural e política.

Neste contexto político da nossa recente História, os governadores do Nordeste não permaneceram de braços cruzados.
Primeiro utilizaram da diplomacia para dialogar com o Governo Federal.

Foram recebidos sem a mínima reciprocidade por membros do desgoverno. Fato que ligou mais uma luz de alerta para o Nordeste.

Nos momentos de dificuldades é que notamos a capacidade de um líder se reinventar.

Diante da conjuntura adversa, os governadores nordestinos criaram o Consórcio Nordeste.

Fatal!

Uma virada espetacular dos governadores nordestinos para contornar a perseguição do Bozo e sua laia.
Podemos dizer que esta importante união dos estados nordestinos foi o início da segunda fase que irá revolucionar o modelo de gestão da nossa região.

O companheiro Rui, com a sua conhecida habilidade política, lidera o bloco dos governadores que estão dispostos a, de fato, a escrever uma nova política para o Brasil.

Em entrevista concedida à revista Carta Capital, Rui deu um exemplo perfeito da efetividade e ganhos que a parceria promove:

“Poderemos até fazer licitações com fornecedores internacionais. Acreditamos que o consórcio vai permitir aos Estados superar este momento de dificuldades do país. Faremos mais com menos, além de compartilhar ações efetivas”.

O Consórcio Nordeste atende a uma importante exigência da sociedade: a transparência dos processos licitatórios e afins.

Rui esclareceu este ponto que comprova o compromisso dos gestores na lisura com a coisa pública.

“Todos os processos de licitação serão eletrônicos, que permitirão a participação de fornecedores de qualquer parte do Brasil ou do exterior. A fiscalização ficará a cargo dos Tribunais de Contas. Serão nove órgãos de controle envolvidos na análise dos contratos, o que aumenta a transparência. Iniciamos conversas com a Advocacia-Geral da União e com a Controladoria-Geral da União. Eles estão entusiasmados, querem participar, contribuir. Quanto mais gente envolvida, melhor será”.

Neste intercâmbio entre os Estados do Nordeste, ficou provada a nossa força e de como juntos podemos transformar a política local e nacional através de ações inovadoras de grande impacto para a economia e o bem coletivo.

Parabenizo a todos os governadores do Nordeste e desejo vida longa a este Consórcio que é revolucionário e dá ao nosso povo o respeito e a dignidade que ele merece.

Desejo todo sucesso do mundo ao companheiro Rui Costa que, sem dúvidas, é o líder ideal para fazer do Nordeste uma referência para o Brasil.

Josias Gomes é deputado federal licenciado e secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia.

GOVERNADORES DE ESTADOS NORDESTINOS DISCUTEM SEGURANÇA PÚBLICA

Rui Costa, da Bahia || Foto Pimenta

Governadores do Nordeste se reúnem em Teresina (PI), nesta terça (6), para discutir operação nacional de segurança pública. O plano envolve, segundo o governador Rui Costa, da Bahia, forças policiais, equipamentos e infraestrutura para o combate à violência nos estados.

Durante o encontro, serão articuladas, ainda, estratégias para a criação de um fundo nacional destinado às ações de segurança pública nos estados.

A reunião ocorrerá a partir das 9h30min, no Espaço Coco Bambu, na Rua Professor Joca Vieira, 1.269, no Jóquei, na capital piauiense.

DORIA, EMBRATUR E O TURISMO DA SECA

João Dória propôs exploração turística da seca || Reprodução SBT

João Dória propôs exploração turística da seca || Reprodução SBT

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), receberá o título de cidadão soteropolitano, hoje à noite, na Câmara Municipal de Salvador. Deverá enfrentar protestos de movimentos sociais, principalmente depois que equipes da prefeitura foram flagradas lançando jatos d´água em moradores de rua em julho, apesar das temperaturas mais baixas do ano.

Há pouco, o diretório estadual do PCdoB baiano enviou notas às redações de jornais e sites relembrando uma proposta de Doria, apresentada por ele, quando presidiu a Embratur, na década de 80. Dória estava em Fortaleza (CE) e sugeriu o “turismo da seca”.

Recorte de jornal com a proposta de Dória para a "Secatur".

Recorte de jornal com a proposta de Dória para a “Secatur”.


A ideia de Doria era transformar “a seca e os flagelados famintos” nordestinos em uma atração volta a turistas do eixo Rio/São Paulo. Para reforçar a lembrança, recortes de jornais da época.

Hoje (7), o governador Rui Costa, em visita a novas estações do metrô de Salvador, fez críticas à concessão do título “sem serviço prestado”. Disse que em vez de título, a Câmara de Salvador deveria fazer desagravo, por causa das “agressões que ele [João Doria] faz contra o povo nordestino”. O título foi proposto por um vereador peemedebista e aprovado pela Câmara.

JUAZEIRO LIDERA GERAÇÃO DE NOVOS EMPREGOS NO NORDESTE

Juazeiro lidera geração de empregos no semestre no Nordeste || Imagem Google

Juazeiro lidera geração de empregos no semestre no Nordeste || Imagem Google

Três cidades baianas estão entre as 50 do país que mais geraram novos empregos no primeiro semestre deste ano: Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães e Eunápolis.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a campeã baiana neste quesito é Juazeiro, com 3.051 novos empregos. É, também, o melhor resultado entre todos os municípios nordestinos.

Neste ranking baiano, Luís Eduardo Magalhães ocupa a segunda colocação, com 1.706 empregos. A maioria – 946 – foi gerada pelo setor de serviços.

Terceiro da lista, Eunápolis, no extremo-sul baiano, criou 1.270 novas vagas.

Eunápolis foi a terceira em geração de empregos || EncontreEunapolis

Eunápolis foi a terceira em geração de empregos || EncontreEunapolis

A FOLHA DOS SEMIFINALISTAS DO NORDESTÃO

Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

O Vitória tem a maior folha salarial dos times semifinalistas da Copa do Nordeste 2017. O Rubro-Negro baiano desembolsa R$ 4,5 milhões mensais. O Sport Recife aparece em segundo, com R$ 4 milhões, segundo o NordestãoFC.

O Bahia gasta R$ 3,2 milhões. Outro time pernambucano na fase semifinal, o Santa Cruz tem despesa que chega a ser quase 10% do desembolsado pelo Vitória para pagar o plantel: R$ 480 mil ao mês.

PETROBRAS AUMENTA PREÇO DO GÁS DE COZINHA

Botijão ficará até R$ 2,15 mais caro no Nordeste (Foto Reprodução).

Botijão ficará até R$ 2,15 mais caro no Nordeste (Foto Reprodução).

A Petrobras fez alterações em sua política de preços que terão maior impacto no preço do gás de cozinha para quem reside no Nordeste. O aumento médio para as distribuidoras ficará em torno de 4%.

O botijão de 13 quilos ficará até R$ 2,15 mais caro no Nordeste a partir de hoje. A petrolífera brasileira cobrará mais caro pelo uso dos seus tanques de armazenagem de gás, o que será repassado para o consumidor.

“O novo aumento foi feito de forma irresponsável [pela Petrobras], pois não há uma nota sequer com as devidas explicações”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, Alexandre Borajili.

TITULAR DA SEFAZ CONSIDERA ACORDO ENTRE UNIÃO E ESTADOS “INSUFICIENTE”

Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, que participou da reunião na capital federal.

Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, que participou da reunião na capital federal.

O acordo de renegociação das dívidas selado entre União e Estados, ontem (20), “ainda é insuficiente”, na avaliação do secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório. De acordo com o que ficou estabelecido pela União, a Bahia e as demais unidades da federação voltarão a pagar os débitos com o Governo Federal a partir de janeiro de 2017. Presente na reunião com o presidente interino, Michel Temer, o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, comentou o pacto firmado.

Para Vitório, os grandes estados acabaram sendo os mais beneficiados no acordo, em detrimento daqueles que têm dívidas menores, como é o caso da Bahia. “Os estados mais ricos estão passando por um momento mais difícil que o nosso, mas na prática eles foram mais beneficiados. Entendemos a proposta da União, mas nós [representantes do Nordeste na reunião] aproveitamos a oportunidade para registrar que ainda é insuficiente”, acrescentou o secretário.

Vitório diz ser necessário revisar o programa de ajuste fiscal, para “garantir que os estados nordestinos que fizeram o dever de casa voltem a contratar novas operações de crédito, já que ainda temos capacidade de endividamento”.

Manoel Vitório, que participou da reunião com o vice-governador João Leão, ressaltou ainda que a Bahia é um dos poucos estados brasileiros que não parcelou ou atrasou o pagamento dos servidores e tem tomado todas as medidas necessárias para garantir o equilíbrio das finanças. “Essa renegociação da dívida é importante, mas precisamos voltar a investir e criamos as condições que nos garantem contratar empréstimos com essa finalidade”, finalizou o titular da Sefaz.

POLÍCIA PRENDE LÍDER DE QUADRILHA NORDESTINA DE ASSALTO A BANCO

Vangervaldo se passava por evangélico e vendedor de carros.

Vangervaldo se passava por evangélico e vendedor de carros.

Líder de uma quadrilha de ladrões de bancos e carros-fortes que atua nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, Vangervaldo dos Santos Correia, o “Ponto 50”, de 49 anos, foi preso, nesta quarta-feira (28), na cidade de Bom Jesus da Lapa, durante operação da Polícia Civil, que cumpriu mandados de prisão expedidos pelas Justiças da Bahia e de Goiás.

As equipes do Grupo Avançado de Repressão a Crimes Contra Instituições Financeiras (Garcif) e das Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins) de Guanambi (22ª) e Bom Jesus da Lapa (24ª) contaram com apoio da Superintendência de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública da Bahia.

A quadrilha, especializada na modalidade de roubo conhecida como “Novo Cangaço”, já atacou instituições financeiras nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Piauí.

“IRMÃO IVAN”
Vangervaldo, que é natural de Salvador, estava morando em Bom Jesus da Lapa há dois anos, onde passou a usar documentos falsos em nome de Ivan Santos de Araújo. Para não despertar suspeitas, trabalhava com compra e venda de veículos usados, possuía um lava a jato e frequentava cultos num templo evangélico, onde era conhecido como “Irmão Ivan”.

A Polícia Civil chegou até Vangervaldo durante as investigações do roubo à agência do Banco do Brasil, em Tanque Novo, praticado por dez integrantes do bando, armados com fuzis, em julho de 2013. Durante a fuga, os ladrões efetuaram vários disparos contra uma viatura da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Sudoeste).

Vangervaldo recebeu o apelidado de “Ponto 50” por operar metralhadoras calibre ponto 50 com destreza. A arma, com grande poder de fogo, pode transfixar a blindagem de carros-fortes. Ele já esteve preso e responde a vários processos em diferentes estados por roubos a bancos e posse de arma. O assaltante foi encaminhado ao Presídio de Vitória da Conquista.

HISTÓRIA DE APOLÔNIO BRITO VIROU LIVRO

Apolônio, centenário, é tema de livro editado pela Uesc.

Apolônio, centenário, é tema de livro editado pela Uesc.

Jonildo Glória

O pastor e professor Apolônio Brito completa 100 anos de idade amanhã, 7 de janeiro. Com bastante saúde e lucidez, ainda planta árvores e faz planos para o futuro. Apolônio nasceu num remanescente de quilombo. Foi escravo por um ano em troca do enxoval de casamento da sua irmã. “Acho realmente que Deus me tem dado uma vida longa… Entendo isso como uma oportunidade para eu continuar meu trabalho e fazer mais coisas. Enquanto me preparo para a velhice, continuo a trabalhar e todos os dias agradeço a Deus pelo fato de ter em mim os bens mais valiosos da vida: saúde, paz e alegria”, comemora.

Apolônio foi garimpeiro. Enfrentou onça. Caminhou cerca de 5.000 km pelo Maranhão, Pará, Goiás e oeste da Bahia (de aventura em aventura), até que chegou ao Instituto Industrial de Corrente (Piauí), sua primeira escola. De analfabeto, torna-se o melhor aluno do Instituto. Estuda no Rio de Janeiro, torna-se pastor protestante e grande educador, fundador de várias igrejas e escolas. Chegou a Itabuna em 1958 e aqui recebeu o título de cidadão itabunense. É um homem impressionantemente otimista, espirituoso, exemplo de fé e determinação.

A idade de Apolônio, em si, já é um caso à parte, que atesta coisas típicas do Brasil: Nasci no dia 07 de janeiro de 1919 num lugar chamado Pé da Ladeira, próximo a Loreto, que também era perto de São Raimundo das Mangabeiras, no Maranhão. Essa data foi estimada pelo tabelião da cidade de Corrente (Piauí), quando lá cheguei, em 1944, e precisei de uma certidão de nascimento. Eu realmente não tinha documento nenhum e nem sabia a minha idade. Do lugar de onde venho, as pessoas não se preocupavam muito com isso. Ninguém tinha documento”.

O centenário Apolônio recorda o espanto do diretor da escola: “Quando o senhor nasceu não registraram o seu nome? … é um papel com seu nome, feito no cartório. … Como é que pode? Tem que ter certidão…. O senhor se lembra de algum acontecimento importante quando era pequeno? … Quando foi essa seca no Maranhão? E na enchente, o senhor tinha quantos anos? … O senhor já ouviu falar da Revolução de 1930? Getúlio Vargas? … olhe, vamos considerar que o senhor nasceu em 1919, e pronto. E o dia… foi 07 de janeiro”. “Depois, na verdade, comparando minha idade com a dos meus irmãos, descobri que o ano estava errado. Eu nasci mesmo foi em 1915”, lembra.

“O impressionante é que, aos 100 anos, ele ainda planta árvores, faz planos para o futuro e diz que se prepara para a velhice. Isso é um exemplo interessante de juventude, jovialidade, coisa que falta em muita gente com menos idade. É aí que a gente vê que para ser velho não precisa ser idoso e para ter juventude não é preciso ser jovem. Apolônio é um exemplo para as novas gerações”, frisa o professor  Samuel Mattos, autor do livro Apolônio, o multiplicador, publicado pela Editus, Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Para o Professor Lourival Pereira Piligra Júnior (UESC), “Apolônio é um sobrevivente, uma existência que vinga no terreno inóspito e agreste do Nordeste como uma flor que desabrocha em meio a uma grande moita de espinhos… a gênese de uma vida transfigurada em mito”.

MAIOR PROPORÇÃO DE EMPRESAS DE ALTO CRESCIMENTO ESTÁ NO NORTE E NORDESTE

A concentração de empresas de alto crescimento é maior nas regiões Norte e Nordeste. Do total de empresas do Nordeste, 11,4% são de alto crescimento, responsáveis por 21,7% do pessoal ocupado, proporção que cai para 10% das empresas e 15,1% do pessoal na Região Sul. Os estados com as maiores proporções de empresas de alto crescimento são Maranhão (13,4%), Roraima (12,5%) e Ceará (12,4%), enquanto a menor proporção está em Minas Gerais, com 9,3%.

Os dados estão no estudo Estatística de Empreendedorismo 2012, divulgado hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Empresa de alto crescimento é aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no quadro de pessoal por um período de três anos. O instituto analisou dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) e pesquisas estruturais do IBGE nas áreas de indústria, comércio, serviços e construção.

O IBGE destaca que entraram na análise os dados do triênio 2010, 2011 e 2012, portanto posteriores à crise econômica global de 2008 e 2009 e que, no período avaliado, o empreendedorismo como promotor do crescimento econômico ganhou destaque, pois “é um instrumento importante no aumento da produtividade, competitividade e geração de postos de trabalho”. Informações da Agência Brasil.

OS FATORES QUE RECONDUZIRAM DILMA À PRESIDÊNCIA

Rosivaldo PinheiroRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

A reeleição da presidenta Dilma se deve tanto ao reconhecimento das ações positivas das políticas públicas de inclusão social, de certificação das regiões Norte e Nordeste por sua inserção de forma mais dinâmica ao processo de desenvolvimento brasileiro e outra série de ações.

 

 

As eleições deste ano trouxeram à luz discussões sobre diversos temas que carecem de uma melhor análise, dentre eles o pensamento de que a grande mídia detinha o controle absoluto da verdade. Esse domínio foi posto em xeque pelas redes sociais, que intervinham quase instantaneamente à medida que as notícias eram divulgadas pelos grandes veículos de comunicação, expondo novas versões do retratado, especialmente quando a “informação” tinha a clara intenção de interferir no processo eleitoral. Esses veículos são o que chamo de “mídia organizada em prol eleitoral”.

Nesse contexto, a reeleição da presidenta Dilma se deve tanto ao reconhecimento das ações positivas das políticas públicas de inclusão social, de certificação das regiões Norte e Nordeste por sua inserção de forma mais dinâmica ao processo de desenvolvimento brasileiro e outra série de ações, quanto aos olhos e ouvidos atentos da sociedade, que desconstruiu, em momentos cruciais da campanha, a “mídia organizada em prol eleitoral”, pela plataforma mais democrática da atualidade, a internet.

Com relação ao reconhecimento das regiões Norte e Nordeste, essa lógica, até o fim da década de 1990, acontecia de forma superficial: esporádica e descontinuada, com vistas quase sempre a gerar mercados de consumo para as regiões Sul e Sudeste, já que estas contaram, ao longo dos séculos, com o apoio direto do Estado brasileiro para atingirem um melhor grau de avanço econômico. Desta forma, obtinham vantagens em relação às demais regiões do Brasil.

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DO MESMO JEITO

marco wense1Marco Wense

Mais engraçado ainda é que Aécio Neves foi derrotado no Rio Grande do Norte, terra natal de Agripino. A diferença a favor da candidata do PT foi de 39,92 pontos percentuais.

Que coisa, hein! Nem mesmo a lição das urnas consegue mudar o discurso preconceituoso de algumas lideranças oposicionistas.
Veja, por exemplo, o que disse o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM, sobre o resultado da eleição: “O Brasil moderno, que produz, deu vitória a Aécio Neves”.

Pois é. Chega a ser até hilariante. Quer dizer que o Nordeste, os Estados de Minas e do Rio de Janeiro e outros que deram vitória a Dilma Rousseff são improdutivos? Só faltava esse besteirol para fechar a tampa do caixão.

Mais engraçado ainda é que Aécio Neves foi derrotado no Rio Grande do Norte, terra natal de Agripino. A diferença a favor da candidata do PT foi de 39,92 pontos percentuais.

E aí, caro leitor, não tem como deixar de fazer duas pertinentes perguntas: o Estado do nobre senador é atrasado, faz parte do Brasil velho? O povo de lá é desinformado, ignorante?

Com calma, senador!

BARBA, CABELO E BIGODE

A expressão popular “barba, cabelo e bigode” significa dizer que o serviço foi completo. Os partidos baianos de oposição ao DEM e ao PSDB fizeram a barba com Rui Costa, o bigode com Otto Alencar e o cabelo com a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Teve também os eleitores que perderam em tudo, votando em Marina Silva, Paulo Souto, Geddel Vieira Lima, Capitão Fábio e Azevedo. No segundo turno no tucano Aécio Neves.

Pé frio uma ova, como diria Luciana Genro. É pé congelado.

O INÍCIO DA DERROTA

O candidato tucano Aécio Neves, do PSDB, partido do deputado estadual e prefeiturável Augusto Castro, começou a perder a eleição quando chamou a presidente da República, Dilma Rousseff, de leviana.

Antes de chamar a candidata do PT de leviana, Aécio já tinha chamado Marina Silva de “metamorfose ambulante” e apontado o dedo para o rosto de Luciana Genro.

O outro desastre foi dizer que o insensível Armínio Fraga seria seu ministro da Fazenda. A pá de cal veio com a declaração do economista de que “o salário mínimo era muito alto no Brasil”.

Juntou uma coisa aqui, outra acolá, terminou dando o que deu: o tucanato novamente derrotado pelo PT.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.








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