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:: ‘oftalmologia’

OFTALMOLOGISTA DO HOSPITAL BEIRA RIO PARTICIPA DE CONGRESSO DA USP

Médica Carol França participa de congresso de oftalmologia da USP

A médica Carol França, do Hospital Beira Rio, em Itabuna, participou do 22° Congresso de Oftalmologia e do 21º Congresso de Auxiliares em Oftalmologia da Universidade de São Paulo (USP). Os dois eventos foram encerrados no último sábado (30), no Centro de Convenções Rebouças, na capital paulista, reunindo profissionais em oftalmologia de todo o país.

Os congressos técnicos ofereceram programa para atualização e educação continuada, com simpósios e palestras abordando as diversas subespecialidades da Oftalmologia. Também foram ofertados mais de 30 cursos com abordagem sobre os aspectos mais importantes da especialidade. Os congressos tiveram a participação de palestrantes internacionais e nacionais associados ao corpo docente de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da USP.

A médica Carol França é especialista em Catarata. Para a direção do Hospital Beira Rio, a participação da médica reforça o compromisso do hospital na formação continuada de seus profissionais e modernização permanente de seus equipamentos para assegurar qualidade e segurança no atendimento oftalmológico.

OFTALMOLOGISTA EXPLICA COMO IDENTIFICAR E O QUE SÃO AS “MOSCAS VOLANTES”

Tâmara Lopes fala sobre as moscas volantes || Foto Divulgação

Sabe quando você enxerga pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem se deslocar em um ou nos dois olhos? Isso se chama, na oftalmologia, “moscas volantes”. São percebidas com mais frequência quando estamos lendo ou olhando fixamente para uma parede vazia.

Segundo a médica Tâmara Lopes, especialista em retina e vítreo do DayHorc, empresa do Grupo Opty em Itabuna, o problema ocorre com o processo natural de envelhecimento, no qual o vítreo – fluído gelatinoso que preenche o globo ocular – se contrai, podendo se separar da retina em alguns pontos, sem que cause, necessariamente, danos à visão.

Ela explica que as moscas volantes são proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensado que se formam quando se soltam da retina. “A impressão é de que elas parecem estar na frente do olho, mas, na verdade, estão flutuando no vítreo, dentro do olho”, diz.

Embora nem sempre as moscas volantes interfiram na visão, quando elas passam pela linha de visão, as partículas bloqueiam a luz e lançam sombras na retina, a parte posterior do olho onde se forma a imagem. O problema ocorre com mais frequência depois dos 45 anos nos seguintes grupos de pessoas: as que possuem miopia, as que se submeteram à cirurgia de catarata ou ao tratamento YAG Laser e as que sofreram inflamação dentro do olho.

A especialista do DayHorc comenta que se deve ficar atento em relação às moscas volantes, porque elas também podem estar relacionadas a rasgos na retina. Neste caso, a correção é feita com laser argônico ou por crioterapia. “A ideia é evitar que elas provoquem o descolamento da retina, o que pode ocasionar cegueira”, conta. Caso não surjam tais sintomas, não será necessário tratamento e, com o tempo, elas tendem a diminuir. Procure um médico especialista no assunto, se você se identificar com esses sintomas.

“OLHO PREGUIÇOSO”: AMBLIOPIA PODE AFETAR VISÃO DA CRIANÇA, MAS TEM TRATAMENTO

Bernardo Almeida: ambliopia tem tratamento

A ambliopia é uma redução da visão que ocorre porque o cérebro ignora a imagem recebida de um dos olhos. É um caso muito comum, que geralmente acomete crianças a partir dos quatro anos de idade. Também conhecido como olho preguiçoso, a redução causa um desvio ou desalinhamento de um olho e pode provocar alguns problemas de visão, como rápida perda de acuidade visual, perda de visão binocular, provocando incapacidade de medir a profundidade, e risco aumentado de perda de visão no olho mais forte.

Bernardo Almeida, médico especialista em oftalmologia geral e catarata do Hospital DayHorc, do Grupo Opty em Itabuna, diz que a perda da visão causada pela ambliopia pode ser permanente, “caso o distúrbio não seja diagnosticado e tratado antes dos oito anos de idade”.

Uma causa comum desse tipo de problema é um erro refrativo (miopia/hipermetropia ou astigmatismo) que seja maior em um dos olhos. “Ocorre uma informação descombinada, sendo que a precedência de um dos olhos faz com que o cérebro ignore a informação do outro”, conta.

De um modo geral, tudo o que cause algum tipo de desequilíbrio visual pode também provocar ambliopia, como as cataratas na infância, lentes turvas, diferenças de forma ou de tamanho e outras anomalias anatômicas ou estruturais. O médico Bernardo Almeida alerta que, quanto mais cedo se descobre e trata um olho preguiçoso, as chances de sucesso são melhores.

Para tratar o problema, o primeiro passo é corrigir o olho preguiçoso, ou seja, corrigir problemas de visão. “O tratamento é feito através de óculos com lentes específicas para corrigir o foco do olho mais fraco. O mais provável é que seja necessário tapar o olho saudável por algum tempo, de modo a fortalecer o olho afetado”, explica o especialista do Hospital DayHorc, de Itabuna.

Ainda segundo ele, depois é preciso treinar a ligação olho-cérebro. Na maioria dos casos, os oftalmologistas bloqueiam o olho mais forte para treinar o cérebro para começar a reconhecer a imagem do olho amblíope ou preguiçoso.

A correção da ambliopia, observa Bernardo Almeida, não corrige problemas de estrabismo, o que mantém os olhos desalinhados. Neste caso, é indicada a cirurgia dos músculos do olho.

MÉDICA ALERTA PARA PROBLEMAS DA VISÃO MAIS COMUNS NA ADOLESCÊNCIA

Síndrome da Visão do Computador é preocupação de especialistas || Reprodução IMO

Os cuidados com a saúde ocular devem ser redobrados em tempos de uso constante de aparelhos tecnológicos, principalmente por parte de adolescentes. Passar muito tempo em frente à tela de computador, televisão, celular e tablet pode ocasionar problemas na visão sem que a pessoa perceba.

A médica Luciana Pinto, especialista em baixa visão, oftalmopediatria e lentes de contato do DayHORC, empresa do Grupo Opty em Itabuna (BA), comenta que um dos problemas oculares mais comuns nessa fase da vida é a miopia, que consiste na dificuldade em ver coisas ao longe. “É um problema que pode ser diagnosticado com exames de rotina. Um em cada quatro jovens em idade escolar precisa de algum tipo de correção visual”, diz.

A Síndrome da Visão de Computador (CVS em inglês), que ocorre quando olhamos para os ecrãs digitais durante grandes períodos, é outro problema destacado pela oftalmologista. “A atenção que é dada às telas é tão grande que os adolescentes não piscam os olhos como deveriam. Aí acabam tendo a sensação de ressecamento, de que precisam apertar e fechar os olhos. Isso pode causar ardor e vermelhidão”, explica a oftalmologista.

RAIOS ULTRA-VIOLETA

Como os adolescentes, de um modo geral, têm um estilo de vida muito ativo e, por vezes, acabam ficando muito tempo ao ar livre e expostos à luz solar, a especialista explica que os olhos deles ainda não estão totalmente desenvolvidos. Por isso, ficam menos protegidos contra os efeitos nocivos dos raios UV e da luz azul-violeta. Nesse caso, ela indica o uso de óculos escuros com proteção UV. “A exposição à radiação solar também pode provocar olhos vermelhos e irritados”, destaca.

Por ser um período da vida no qual eles se deparam também com as mudanças físicas e de comportamento, a preocupação com a estética é notável e muitos deles não gostam da ideia de usar óculos, ainda mais os que praticam esportes. “É importante que os problemas de visão sejam corrigidos. Os adolescentes não devem abrir mão dos óculos, se forem necessários”, frisa.

Segundo a oftalmologista, os adolescentes também podem usar lentes de contato. “Existem atualmente no mercado lentes de uso diário que não precisam de limpeza. Basta usar e jogar fora no mesmo dia”, completa. Em caso de desconfortos na visão, o mais indicado é procurar por um oftalmologista, a fim de evitar problemas mais graves no futuro.

RETINOPATIA DIABÉTICA PODE CAUSAR CEGUEIRA, ALERTA OFTALMOLOGISTA

Tâmara: retinopatia pode levar à perda de visão

Uma das principais complicações relacionadas ao diabetes mellitus, a retinopatia diabética é a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos. Caracteriza-se por uma alteração vascular dos pequenos e grandes vasos da retina. “Após 20 anos de doença, mais de 90% dos diabéticos tipo 1 e 60% daqueles com o tipo 2 apresentarão algum grau de retinopatia”, afirma a médica Tâmara Lopes, especialista em Retina e Vítreo do DayHORC em Itabuna (BA).

De acordo com a médica, a retinopatia diabética só ocorre em pacientes diabéticos e os dois fatores mais importantes relacionados ao desenvolvimento e à gravidade da doença são o tempo que o paciente tem com o diabetes e o controle glicêmico.

Muitos pacientes podem apresentar formas avançadas com grande potencial de cegueira, mas ainda assintomáticos. “O principal sintoma é a baixa de visão, que pode estar presente desde as fases inicias da retinopatia até em casos nos quais há doença proliferativa”, explica a oftalmologista.

A retinopatia diabética é classificada basicamente em dois tipos: não-proliferativa e proliferativa (forma mais avançada da doença). A não-proliferativa se divide em leve, moderada e grave. O retardo no tratamento pode levar à perda irreversível da visão. “Estima-se que em olhos com retinopatia diabética proliferativa não tratada a taxa de evolução para cegueira seja de 50% em 5 anos”, diz.

O acompanhamento oftalmológico regular é de extrema importância, por se tratar de uma doença que, mesmo nas formas mais graves, não apresenta sintomas na maioria dos pacientes e também devido à necessidade de início de tratamento precoce, antes que as alterações sejam irreversíveis.

Os tratamentos da retinopatia diabética variam de acordo com sua classificação e a presença ou não do edema macular. “Esse tratamento pode ser feito com fotocoagulação a laser, terapia medicamentosa intravítrea e cirurgia”, esclarece a médica. A retinopatia não tem cura, mas pode ser controlada. O monitoramento rigoroso da glicemia, da pressão arterial e dos níveis de lipídio são algumas formas de prevenção da doença.

O ideal é que se realize o acompanhamento de modo que os pacientes não alcancem as formas proliferativas graves da doença. Para isso, o intervalo entre as consultas não deve ser superior a um ano, podendo esse período ser reduzido conforme a gravidade do caso.

VISÃO EMBAÇADA PODE SER SINTOMA DE DOENÇA GRAVE, ALERTA MÉDICO

Médicos fazem um alerta para quem apresenta visão embaçada. Embora pareça comum, a situação exige cuidados, pois pode ser sintoma grave de deslocamento de retina, olho seco, diabetes, catarata, glaucoma, inflamação do olho ou até mesmo crise hipertensiva.

A dica é procurar ajuda de profissional médico. “Quando falamos em saúde ocular, qualquer mínimo detalhe não pode passar em branco. O ideal é, ao menor sinal de anormalidade, investigar, porque se for algo mais sério, pode ser identificada em um estágio inicial e as chances de um tratamento mais efetivo é muito maior”, afirma o médico Antônio Nogueira Formiga, do Centro de Olhos Especializados (Cenoe).

De acordo com o médico, nem sempre a visão embaçada tem como agente causador um quadro oftalmológico. Ela pode ser causada por hipoglicemia, a enxaqueca e doenças hormonais, dentre outras. “Por isso, é importante procurar um oftalmologista e, se os problemas estiverem descartados, recorrer a outro especialista”.

VISTA EMBAÇADA PODE SER PROBLEMA GRAVE DE VISÃO, ALERTA MÉDICO

Vista embaçada pode sinalizar problema grave na visão

Vista embaçada pode sinalizar problema grave na visão

Nogueira alerta para cuidados com a visão

Nogueira alerta para cuidados com a visão

A vista embaçada pode ser sinal de “problemas muito graves na visão”, alerta o médico oftalmologista Antônio Nogueira. O paciente pode até considerar normal, por causa do cansaço do dia a dia, mas o embaçamento também pode ter relação com doenças como catarata, uveite, deslocamento da retina ou até “olho seco”, segundo o especialista.

De acordo com Nogueira, o problema pode ter relação também com quadro de diabetes ou de hipertensão, que também deixa a vista “cansada”.

Para identificar o que realmente ocorre, o médico orienta consultas regulares. “O olho seco que causa embaçamento transitório costuma ser solucionado com a própria piscada, que lubrifica os olhos. Porém, em algumas situações o olho seco pode permanecer por mais tempo e incomodar muito, sendo necessário uso de colírio lubrificante”, diz.

Para o médico, que também é diretor técnico do Cenoe Hospital de Olhos, “qualquer mínimo detalhe não pode passar em branco” quanto à saúde ocular. Segundo ele, “o ideal, ao menor sinal de anormalidade, é procurar um oftalmologista, e em caso de diagnóstico precoce, a chance de um tratamento mais efetivo é muito maior”.

GLAUCOMADAY PRESTOU MAIS DE 5 MIL ATENDIMENTOS EM ITABUNA

Mutirão do glaucoma prestou mais de 5 mil atendimentos.

Mutirão do glaucoma prestou mais de 5 mil atendimentos.

A maior edição já realizada do GlaucomaDay em Itabuna prestou mais de 5 mil atendimentos e foi marcado pela ampliação dos serviços, sem perder a agilidade no atendimento aos pacientes e eficiência. “Pela primeira vez em 57 anos, acordei cedo em um sábado para cuidar da minha saúde ocular. Tudo isso realizado com muita eficiência, organização e agilidade”, disse Jacyara Rocha Salles, que participou da ação de detecção precoce e tratamento do glaucoma, no DayHorc.

O mutirão atendeu pacientes de Itabuna e mais 20 municípios pactuados. O glaucoma é uma doença – muitas vezes assintomática, que causa um aumento rápido na pressão intraocular e afeta principalmente pacientes com idade acima dos 40 anos e portadores de doenças como diabetes, hipertensão e hipertireoidismo.

O glaucoma tambem é hereditário e pode ser diagnosticada em jovens, como foi o caso do Jovem Rodrigo Ferreira, de 29 anos. “Meu avô e meu pai tem glaucoma, quando vi o anúncio do mutirão na televisão eu resolvi participar, pois apesar de ser jovem tenho diagnostico na família. Durante a consulta minha pressão ocular estava alta, o médico avaliou e me encaminhou para marcação de consultas. Já sai do mutirão com uma consulta agendada para o próximo dia 6 de junho”, explicou Rodrigo, que saiu bastante satisfeito com o atendimento.

Além dos exames de tonometria e fundoscopia, na 5ª edição do GlaucomaDay os pacientes passaram por avaliação nutricional, realizada por profissionais e estudantes do curso de Nutrição da FTC, aferição de pressão arterial e glicemia realizados por técnicos das Drogarias Velanes, e manutenção de óculos, realizada pela Ótica Diniz.

Os participantes ainda tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela Fundação Regina Cunha de Oftalmologia e Prevenção a Cegueira – FURC. “A ação oferece à população uma assistência médica especializada nessa área. Assim, estamos favorecendo o acesso e incentivando o cuidado com a saúde”, disse o diretor médico do DayHORC, Ruy Cunha.

MARGARETH MENEZES APOIA GLAUCOMADAY

O Hospital de Olhos Ruy Cunha (DayHORC) realiza, no próximo sábado (20), um dia de ações preventivas contra uma das doenças que mais causam cegueira no mundo. Durante o GlaucomaDay, em Itabuna, pessoas a partir de 40 anos terão atendimento gratuito para detecção da doença. A cantora Margareth Menezes apoia a ação e convida para o evento, que começa às 8h, na Avenida Ruffo Galvão, centro, próximo à Catedral de São José.

MUTIRÃO IDENTIFICA 768 CASOS SUSPEITOS DE GLAUCOMA

Médica Francielle Viana atende paciente no mutirão contra glaucoma.

Médica Francielle Viana atende paciente no mutirão contra glaucoma.

O esforço conjunto de médicos e colaboradores na 4ª Edição do GlaucomaDay, realizado em Itabuna pelo Hospital de Olhos Ruy Cunha (DayHorc), no ultimo sábado (4), foi considerado “altamente positivo” e diagnosticou a suspeita da doença em 768 pacientes.

Um dos beneficiados, o aposentado Jedeon Rodrigues dos Santos, cujo exame de tonometria indicou pressão ocular bastante elevada, elogiou os serviços oferecidos. “Cheguei às 8h30min e às 9 horas já tinha sido atendido e saí com a consulta de acompanhamento agendada. Nunca imaginei que a pressão do meu olho estivesse alterada, nunca senti dor ou qualquer alteração na visão, mas graças ao atendimento no GlaucomaDay irei investigar a fundo a predisposição ao Glaucoma”, contou, bastante satisfeito.

Durante a ação, foram prestados 4.500 atendimentos à população, entre procedimentos de tonometria, fundoscopia, aferição de pressão arterial e glicemia, além de orientações médicas e distribuição de material informativo.

Pacientes durante cadastro do mutirão no último sábado.

Pacientes durante cadastro do mutirão no último sábado.


Aos pacientes que tiveram diagnóstico de glaucoma foi garantido o tratamento pelo SUS por meio de acompanhamento contínuo e até mesmo com recebimento de colírios. Segundo o oftalmologista Rogério Vidal, “O glaucoma não tem cura, mas pode ser controlado por meio de procedimentos médicos e medicação”, explicou.

Para a gerente da unidade do DayHorc de Itabuna, Rosemeire Correia, a satisfação transmitida aos pacientes demonstra o empenho e envolvimento da equipe. “O DayHORC tem um trabalho de orientação e prevenção a doenças oculares e a nossa preocupação é oferecer um atendimento humanizado e de excelência, seja em dias comuns ou até mesmo durante o alto fluxo de atendimento como esse. Nossa prioridade no mutirão é o diagnóstico precoce, pois assim podemos combater o Glaucoma trazendo melhor qualidade de vida para a população”, esclareceu.

Rosemeire agradeceu o empenho de toda a comunidade, colaboradores, corpo clínico, parceiros e patrocinadores: FURC, Óticas Carol, Jornal Agora, Diário Bahia, site Pimenta na Muqueca, Rádio Difusora, Drogaria Velanes, Prefeitura Municipal de Itabuna, Gráfica Cartonsul, Diságua, Gráfica Mesquita, Nestlé, Óticas Diniz, Morena FM, Tv Cabrália, Tv Santa Cruz, Rádio Jornal, Rádio Nacional, Rádio Tudo FM de Itajuípe, além de sites e blogs locais e regionais.

GLAUCOMA ATINGE 1 MILHÃO DE BRASILEIROS POR ANO E PODE CAUSAR CEGUEIRA

Diagnóstico precoce do glaucoma é vital para evitar cegueira (Reprodução).

Diagnóstico precoce do glaucoma é vital para evitar cegueira (Reprodução).

Doença que forçou o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, a pedir licença de 15 dias para tratamento, o glaucoma atinge mais de 60 milhões de brasileiros, segundo estimativa de autoridades da área de saúde, embora os dados não sejam tão confiáveis. Por ano, cerca de um milhão de pessoas são diagnosticadas, tardiamente, com a doença, que é apontada como principal causadora de cegueira irreversível no mundo.

A doença é caracterizada por dificuldades na leitura e provocar incômodos até mesmo ao assistir televisão, sendo mais comum depois dos 40 anos. De acordo com médicos, na sua fase inicial a doença raramente apresenta sintomas. Afeta principalmente os grupos de risco dos idosos, negros, diabéticos, portadores de pressão arterial alta ou muito baixa, portadores de apneia do sono, os que fazem uso prolongado de medicação a base corticoide.

De acordo com o médico oftalmologista Rogério Vidal, do Day Horc, o glaucoma é uma doença ocular hereditária, degenerativa e progressiva. “Nos casos agudos, os sinais e sintomas são evidentes e se apresentam em dor ocular intensa, baixa da visão, observação de halos coloridos em torno da luz, náusea e vômito”, afirma o médico.

Segundo ele, em 80% dos casos, o diagnóstico é tardio e só é confirmada quando  já ocasionou danos irreversíveis ao paciente. Um dos mais relevantes fatores de risco relacionado ao glaucoma é a pressão interna do olho alta”.

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Vidal aponta outros fatores que contribuem para a evolução do glaucoma. “Algumas pessoas com pressão do olho alta não apresentarão glaucoma e, por outro lado, indivíduos com pressões consideradas normais podem apresentar lesão no nervo óptico característica da doença. Portanto, a avaliação cuidadosa do seu oftalmologista considerando o fundo de olho, campo visual e outros fatores de risco, é importante para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença”.

O diagnóstico do glaucoma é feito por meio de exame, que determina a forma e o estágio da doença. “O controle da pressão intraocular é fundamental para estacionar a lesão do glaucoma”. De acordo com Rogério Vidal, “já foi observado que ela pode continuar progredindo em alguns indivíduos”. Quando não há tratamento, a doença pode levar a perda total da visão. O médico diz que é importante o diagnóstico precoce do glaucoma.

MUTIRÃO

A preocupação com o crescente número de casos da doença despertou para a realização de mutirões por todo o país. Em Itabuna, o Hospital Day Horc fará mais uma edição de mutirão anual para diagnóstico gratuito e tratamento do glaucoma. A previsão é atender até 3.500 pessoas durante o mutirão.

MÉDICO ITABUNENSE É O MAIS JOVEM A RECEBER PRÊMIO INTERNACIONAL DA UNIFESP

Rafael Andrade é o idealizador do Mutirão do Diabético.

Rafael Andrade é o idealizador do Mutirão do Diabético.

O médico oftalmologista itabunense Rafael Andrade recebe, nesta quinta-feira (25), a Medalha de Ouro Moacyr Álvaro, concedida pelo Centro de Estudos em Oftalmologia Professor Moacyr Álvaro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A comenda mais importante da  América Latina na área oftalmológica e será entregue no Centro de Convenções do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, com a presença de dirigentes das principais instituições de oftalmologia do país.

Aos 42 anos, o médico Rafael Andrade, diretor do Centro Avançado em Retina e Vítreo do Hospital de Olhos Beira Rio e idealizador e coordenador do Mutirão do Diabético de Itabuna, é o segundo baiano e o mais jovem médico a receber a Medalha de Ouro, instituída há 60 anos pela Unifesp.

O Mutirão do Diabético de Itabuna é considerado um dos principais eventos de prevenção e tratamento do Diabetes e foi apresentado no Congresso Mundial no Canadá como exemplo a ser seguido por outros países. “Esse prêmio é motivo de orgulho, que faço questão de compartilhar com toda a nossa equipe e com os centenas de voluntários do Mutirão”, afirma Rafael Andrade.

 

MÉDICO FALA SOBRE DESAFIOS DIANTE DO AUMENTO DA EXPECTATIVA DE VIDA

DSCF1286O médico Rubens Belfort Júnior, presidente da Academia Brasileira de Oftalmologia, proferiu há pouco a palestra de abertura do 6º Congresso Baiano dessa especialidade médica, realizado no Canabrava Resort, em Ilhéus.

Ao falar sobre os avanços tecnológicos e os novos rumos da oftalmologia, Belfort ressaltou que a sociedade deve estar preparada para o aumento da expectativa de vida da população e o consequente desejo de viver com qualidade.

“Envelhecer não significa adoecer e esse é um dos desafios da medicina: trabalhar por uma vida saudável”, afirmou o médico.

O congresso, promovido pela Sociedade de Oftalmologia da Bahia, prossegue até sábado, dia 12.

CONGRESSO DE OFTALMOLOGIA

Cerca de 300 profissionais da área participam, nos dias 10, 11 e 12, em Ilhéus, do 6º Congresso Baiano de Oftalmologia. o evento, de iniciativa da Sociedade de Oftalmologia da Bahia, será realizado no Canabrava Resort Hotel, com especialistas apresentando temas e casos clínicos do dia a dia de um consultório oftalmológico.

A abertura está programada para as 19 horas do dia 10, com saudação do médico Rafael Andrade, presidente do Congresso, e de André Príncipe, que preside a Sociedade de Oftalmologia da Bahia.



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