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:: ‘Operação Esfinge’

ACUSADO DE MANDAR MATAR A ESPOSA ESTÁ LIVRE

Edvan: liberdade.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis Júnior, concedeu habeas corpus ao empresário Edvan Ribeiro Santana.

O empresário é acusado de ser o mandante do assassinato da empresária Kátia Lima dos Santos, morta em Camacan com dois tiros em dezembro de 2010, mas foi preso em maio deste ano na Operação Esfinge, por outro suposto crime.

O habeas corpus foi impetrado pela advogada Lissa Moreira Marques e outros advogados de São Paulo. Na quarta-feira o Tribunal de Justiça da Bahia tinha negado um Habeas Corpus impetrado pelo advogado Cosme Araújo.

Edvan foi o último dos 17 presos na Operação Esfinge a ganhar liberdade. A operação levou para cadeia 11 policiais militares e civis que atuavam em Camacan, dente eles um major e um delegado. Eles foram soltos depois de observadas inconsistências na investigação do Ministério Público estadual. Os últimos policiais foram liberados há 10 dias.

Edvan ainda não gozará da liberdade, pois está internado há vários dias no Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, após ter contraído uma infecção no presídio. A prisão de Edvan não se deu pelas suspeitas de mando da morte da esposa,  Com informações do Políticos do Sul da Bahia.

 

ESFINGE: MAIS UM POLICIAL É PRESO EM CAMACAN

Quase 20 dias depois da Operação Esfinge, a Justiça mandou mais um policial civil para trás das grades. Luiz Alves é o décimo preposto da civil preso na operação deflagrada para combater a corrupção policial em Camacan, no sul da Bahia. O juiz Fábio Mello Veiga decretou a prisão preventiva do agente.

A Operação Esfinge foi deflagrada no dia 31 de maio e levou para a prisão os comandos das polícias civil e militar. O delegado Jackson Silva e o major Silvério de Almeida Neto foram apontados como os chefes do esquema de proteção ao roubo de cargas, extorsão, homicídios e peculato.

Silvério foi exonerado do comando da Companhia Independente da PM em Camacan dois dias depois da prisão. Além do delegado e do major, outros 11 policiais estão presos em Salvador desde o início de junho. Com a prisão de Luiz Alves, a polícia civil ficou com apenas um agente no município.

CONFIRA MAIS NOTÍCIAS RELACIONADAS À OPERAÇÃO

JUIZ DECRETA PREVENTIVA DE PRESOS NA OPERAÇÃO ESFINGE

O caldo entornou de vez para os envolvidos na Operação Esfinge, deflagrada pelo Ministério Público estadual e polícias civil e militar. O juiz substituto da Vara Crime em Camacan, Fábio Mello Veiga, decretou a prisão preventiva dos envolvidos no esquema de corrupção em Camacan, no sulbaiano.

Dos 21 apontados pelos crimes de extorsão, extermínio, roubo de cargas e cobertura ao jogo do bicho, 18 estão presos. Na última terça, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão no sul da Bahia e no sudoeste baiano e prendeu 17 dos envolvidos, dentre eles, Jackson Silva, delegado da polícia civil, e Major Silvério, comandante da Polícia Militar em Camacan.

Ainda na sexta-feira, o policial civil Luciano Cardoso resolveu se entregar ao apresentar-se na Corregedoria da Polícia Civil, em Salvador. Inicialmente, os envolvidos ficariam presos por 15 ou no máximo 30 dias. Com a análise do material coletado nos mandados de busca e apreensão, o juiz Fábio Mello Veiga optou pela preventiva de todos.

CAMACAN FICA COM APENAS DOIS POLICIAIS CIVIS APÓS “OPERAÇÃO ESFINGE”

O município de Camacan ficou apenas com dois policiais civis para os trabalhos de investigação após seis agentes, duas escrivãs e o delegado Jackson Silva serem presos na Operação Esfinge, nesta manhã de terça (31). O município sulbaiano tem 31.472 habitantes, segundo o último censo do IBGE. A operação desmantela quadrilha que age no sul e sudoeste da Bahia.

A Secretaria de Segurança Pública destacou dois delegados para atuar em sistema de revezamento diário em substituição ao delegado titular da cidade. O revezamento vai durar até quando a situação for regularizada. Nesta terça, o delegado que atua em Camacan é Pedro Chaouí, titular de Buerarema, apurou o repórter Agnaldo Santos. Os presos da cadeia pública do município foram transferidos para os presídios de Ilhéus e Itabuna.

Na Operação Esfinge também foram detidos quatro policiais militares de Camacan, dentre eles o comandante Major Silvério. O município sulbaiano tem 30 mil habitantes e efetivo de 35 PMs. Todos os presos na Operação Esfinge são acusados de acobertar esquemas de revenda de carga roubada, controle do tráfico de drogas, extermínio e associação com o jogo do bicho.

Como já informado, três empresários também foram presos na operação, dentre eles Edvan Ribeiro, esposo de Kátia Cristina Lima, assassinada em 27 de dezembro do ano passado. A polícia encontrou um CD no carro da vítima com gravações que seriam de conversas entre Edvan Ribeiro e uma suposta mulher.

O material não havia sido periciado três meses depois do crime. O delegado Jackson Silva disse ao PIMENTA, há três meses, que o CD ainda precisaria passar por uma perícia mais rigorosa, pois alguns trechos estavam inaudíveis.

Confira ainda

19 SÃO PRESOS NA OPERAÇÃO ESFINGE

EMPRESÁRIOS E POLICIAIS SÃO PRESOS EM CAMACAN

19 PRESOS NA OPERAÇÃO ESFINGE

Até agora, pelo menos 19 policiais militares e civis e empresários foram presos em Camacan e Ilhéus, no sul da Bahia, na Operação Esfinge. Os detidos foram levados para a sede da 7ª Coorpin, em Ilhéus, e deverão ser encaminhados para a sede da Polícia Civil em Salvador. As acusações vão de crimes de extorsão a homicídio, formação de quadrilha e tráfico de drogas.

A delegacia de polícia civil de Camacan acabou interditada nesta manhã, após o delegado Jackson Silva, seis agentes e escrivãs serem detidos na Operação Esfinge. Ainda na cidade localizada às margens da BR-101, foram presos o Major Silvério, que comanda a Companhia Independente da PM, um sargento e dois soldados da Polícia Militar.

A operação foi deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público estadual e conta com o auxílio da Força Nacional de Segurança Pública. Um dos empresários presos na operação, Edvan Ribeiro, é acusado de matar a esposa, Kátia Cristina Lima.

Atualizado às 14h

OPERAÇÃO PRENDE POLICIAIS NO SUL DA BAHIA

A Operação que prendeu policiais militares e civis em Camacan, no sul da Bahia, também está sendo executada nos municípios de Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista e Salvador. São 25 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão contra empresários e policiais nestes municípios.

De acordo com as assessorias da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e do Ministério Público estadual (MP), a Operação Esfinge visa combater crimes de extorsão, homicídios, formação de quadrilha e tráfico de drogas.

A ação é desenvolvida pela polícia civil com a participação das corregedorias das polícias Civil e Militar. Dois dos policiais mais conhecidos e presos no início desta manhã são o Major Silvério, da Companhia Independente da PM em Camacan, e o delegado de polícia civil Jackson Silva, também no município sulbaiano. Jackson investigava o assassinato da empresária Kátia Cristina Lima (confira abaixo).






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