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:: ‘orçamento doméstico’

CONTA DE LUZ TERÁ BANDEIRA VERDE EM JUNHO

contaenergiaA bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

DOIS MESES NO VERMELHO

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era de que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro. (Agência Brasil)

CONTA DE LUZ TERÁ BANDEIRA VERDE EM JANEIRO

coelbacontaA Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, ontem, que a bandeira tarifária para o mês de janeiro será a verde, sem cobrança extra dos consumidores. A decisão é baseada em relatório do Operador Nacional do Sistema (ONS), que aponta que a condição hidrológica está mais favorável.

De janeiro de 2015, quando o sistema de bandeiras tarifárias foi implementado – até fevereiro deste ano, a bandeira se manteve vermelha, primeiramente com cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kWh.

Em março, passou para amarela, com custo extra de R$ 1,50 a cada 100 kWh; de abril a outubro ficou verde, sem cobrança extra. No mês passado, a bandeira passou para a cor amarela novamente e em dezembro está verde.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a energia de hidrelétricas.

A cor da bandeira em vigor no mês da cobrança é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia.

FEIJÃO DEIXA CESTA BÁSICA MAIS CARA NA REGIÃO

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Do A Região Online

A disparada do preço do feijão ajudou no aumento da cesta básica nos municípios do sul da Bahia em relação a maio. Em Ilhéus, a cesta passou de R$ 339,00 para R$ 355,00 no mês passado.

Além de aumento de 66% no preço do feijão, o levantamento mensal do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) apontou reajuste de 11,93% no valor da farinha de mandioca.

Já o tomate foi o produto que apresentou a maior redução de preço em junho em relação ao maio, com queda de 14%. O levantamento indica ainda que no primeiro semestre a cesta básica em Ilhéus registrou alta de 15%.

Em Itabuna, a cesta básica passou de R$ 323,00 em maio para R$ 329,00 em junho. Em apenas 30 dias, o quilo de feijão carioca aumentou 46,65%. O preço do produto está variando entre R$ 10 e R$ 14, a depender da marca e do estabelecimento.

PESQUISA DA UESC APONTA QUEDA NO CUSTO DA CESTA BÁSICA EM ITABUNA E ILHÉUS

Banana puxou queda no custo da cesta.

Banana puxou queda no custo da cesta.

O custo da cesta básica registrou queda em janeiro nos dois maiores municípios do sul da Bahia, segundo a pesquisa mensal de preços feita pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). A queda maior ocorreu em Ilhéus.

Segundo a pesquisa feita pelo curso de Economia da Uesc, o custo em Ilhéus caiu 1,94%, variando de R$ 242,26, em dezembro, para R$ 237,56 no mês seguinte. Contribuíram para a queda a banana, que ficou 19,41% mais barata, segundo a pesquisa, além do feijão (-7,88) e o tomate (3,01%). Caminharam em sentido contrário, registrando alta, o pão (5,28%) e o óleo (5%).

A queda em Itabuna ficou em 0,77%, passando de R$248,28 em dezembro, para R$246,36 em janeiro. Produtos que puxaram para baixo o valor da cesta básica foram a carne, queda de 11,78%, a banana (11,07%), o açúcar (0,58%) e o leite (0,44%). A queda poderia ser maior, mas o feijão registrou alta média de 25% e teve como aliado o tomate (alta de 19,42%). Da Redação.








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