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:: ‘paralisação’

RODOVIÁRIOS DEVEM PARAR AMANHÃ

Se o itabunense que precisa de ônibus sentiu alívio hoje, é bom se preparar para a manhã desta terça (24). O Sindicato dos Rodoviários de Itabuna (Sindirod) deu mais um tempinho para que as empresas apresentem nova contraproposta. A última foi de 6,3% de reajuste e fim da gratuidade para motoristas e cobradores. A categoria rejeitou a proposta e, na última quinta, anunciou paralisação para o início desta semana.

A “surpresa” para os usuários pode vir nesta terça, logo cedinho, caso a proposta não seja “melhorada”. A manifestação vai atingir as linhas urbanas e intermunicipais.

ÔNIBUS PARADOS

O Sindicato dos Rodoviários realiza assembleias nos pátios das empresas de ônibus em todo o Estado e, por essa razão, o transporte intermunicipal está paralisado nesta manhã de terça-feira na Bahia. Segundo o jornal A Tarde, a ação vai atrasar em pelo menos quatro horas a saída dos veículos nas rodoviárias de Salvador, Feira de Santana, Itabuna, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Valença e Itaparica.

RODOVIÁRIOS PARAM POR 2 HORAS EM ITABUNA

Pé de Rato critica "demissões absurdas"

Motoristas e cobradores de ônibus iniciaram uma paralisação de duas horas no transporte em Itabuna.  Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Joselito Paulo, o “Pé de Rato”, o protesto tem a ver com o posicionamento da classe patronal na mesa de negociação da campanha salarial e com a demissão de trabalhadores pelas empresas Rota e Águia Branca.

Pé de Rato diz que as duas companhias demitiram 100 trabalhadores nos últimos dois meses, alegando prejuízos causados pelo transporte clandestino. “Essas demissões são um absurdo em uma região com tanto desemprego como a nossa”, condena o sindicalista.

Com relação à campanha salarial, a categoria rodoviária apresentou uma reivindicação de 15% de reajuste no início das negociações. As empresas rebatem com a oferta de um aumento de 3% nos salários e mesmo percentual para o ticket-refeição.

A paralisação desta manhã está programada para encerrar às 9 horas.

PROFESSORES DA UESC DEFLAGRAM GREVE

Professores deflagram greve na próxima sexta.

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram em assembleia, encerrada há pouco, pela deflagração de greve por tempo indeterminado. Apenas dois docentes se posicionaram contra a paralisação. A plenária contou com a participação do reitor Joaquim Bastos. Os professores cruzam os braços a partir da sexta-feira (8), à tarde.

Os educadores protestam contra decisões recentes, do governador Jaques Wagner, que tiram a autonomia financeira das universidades estaduais baianas. De acordo com o secretário-geral da Associação dos Docentes da Uesc (Adusc), Marcos Neves, os decretos de contingenciamento reeditam medidas do período da crise econômica de 2008. Também no início deste ano, o governador anunciou corte de mais de R$ 1 bilhão no Orçamento 2011.

Ao PIMENTA, Neves lembrou que as constituições Federal e Estadual garantem a autonomia financeira das instituições de ensino superior, mas os decretos governamentais afetam, por exemplo, a contratação de professores substitutos.

“A universidade tem recursos, mas não pode contratar por causa desse contingenciamento”, afirma. O veto à contratação de substitutos provocaria o cancelamento de várias disciplinas, segundo o secretário-geral da entidade.

Marcos Neves diz que os decretos também tiram a autonomia das universidades no que se refere à progressão dos docentes. Outro ponto é o reajuste salarial, pois o governo apresentou cláusulas que praticamente levariam a um congelamento de salário por três anos, caso a proposta fosse aceita pelos docentes.

As medidas, ressalta o secretário-geral, levam a Uesc e demais universidades estaduais a perder docentes para outras instituições – inclusive de nível técnico – que valorizam o professor economicamente. Até o final da tarde, os alunos da Uesc decidem se também deflagram greve. Neste caso, a paralisação começaria a valer já nesta tarde.

PARALISAÇÃO DO SAMU

Condutores do Samu 192 de Itabuna paralisaram as atividades na manhã desta quinta-feira, 31, em protesto contra o atraso no pagamento de horas extras e por melhorias nas condições de trabalho. Os funcionários fizeram manifestação na base do serviço, na Avenida Nações Unidas, centro da cidade.

Segundo informações, apenas uma ambulância está rodando.

PACIENTES COM PLANO DE SAÚDE TERÃO UM DIA DE SUS

Médicos de todo o país mantêm a disposição de paralisar os atendimentos aos titulares de planos de saúde no próximo dia 7 de abril. A suspensão é uma forma de protesto contra o que eles consideram tratamento desrespeitoso contra a própria categoria e os usuários.

Entre outras atitudes consideradas indevidas, os profissionais acusam as operadoras de plano de saúde de interferir diretamente no trabalho dos médicos, criando obstáculos para a realização de exames e internações, fazendo pressão pela redução de procedimentos e  para a antecipação de altas. A categoria também se queixa do pequeno reajuste dos honorários nos últimos dez anos, enquanto as mensalidades dos planos aumentaram além da inflação do período.

Durante o dia de paralisação, apenas os casos de urgência serão atendidos. Os pacientes previamente agendados terão que remarcar os procedimentos.

FUNCIONÁRIOS DA LIMPEZA VOLTAM AO TRABALHO

Funcionários da Porto Corp, responsável pela coleta do lixo em Ilhéus, decidiram voltar ao trabalho na noite desta sexta-feira, 11, depois que os representantes da empresa concordaram em depositar os salários em atraso. Durante todo o dia, a cidade ficou repleta de lixo em virtude da paralisação que havia sido deflagrada.

A Porto Corp também prometeu regularizar o pagamento de horas extras e do adicional de insalubridade, mas só a partir do próximo mês.

GREVE NA SANTA CASA DE ILHÉUS

Greve afetará servios de hospital (Foto Tropa de Elite).

Em uma assembléia ocorrida no início da noite desta quinta-feira (10), em Ilhéus, os trabalhadores da Santa Casa de Misericórdia decidiram entrar em greve a partir da próxima terça-feira (15), caso até lá a provedoria não quite integralmente os salários referentes a janeiro.

A assembléia que decidiu pela paralisação, por tempo indeterminado, foi bastante concorrida e, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região, Raimundo Santana, a partir da data determinada pela categoria, tanto o Hospital São José quanto a Maternidade Santa Helena passarão a contar com apenas 30 por cento dos efetivos para serviços de urgência e administrativo. Até a Unidade de terapia Intensiva manterá esse percentual de funcionamento.

Nem mesmo a informação de que, nesta sexta-feira (11) será depositada a segunda parcela referente aos salários do mês de dezembro do ano passado, conseguiu conter os ânimos dos trabalhadores. Eles alegam falta de condições de trabalho e muitos afirmam que os débitos pessoais estão se acumulando desde que houve a interrupção dos pagamentos. A Santa Casa conta com cerca de 300 trabalhadores, segundo Raimundo Santana, e a situação da instituição é vista com preocupação pelo sindicato.

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FUNCIONÁRIOS DO HOSPITAL DE BASE PARAM

Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) cruzaram os braços nesta terça-feira (21) em protesto contra o não-pagamento do salário de novembro e do 13º salário que, por lei, deveria ser depositado até ontem.

A paralisação promete durar toda esta terça-feira. A unidade mantém, pelo menos, 30% do funcionalismo em atividade e atende aos casos de urgência. Os servidores farão assembleia às 17h da quinta-feira, 23, para decidir se haverá greve. É tempo para a direção do Hblem e o prefeito Capitão Azevedo (DEM) fazerem o dever de casa…

SERVIDORES PARALISAM ATIVIDADES EM ILHÉUS E ITABUNA

As Prefeituras de Ilhéus e Itabuna enfrentaram nesta quarta-feira, 15, paralisações de seus servidores. Em Ilhéus, o motivo da paralisação é o atraso de salários, enquanto na cidade vizinha a principal queixa dos funcionários tem a ver com o encolhimento dos contracheques em função da retirada de gratificações.

A prefeitura ilheense enfrenta dificuldades com o bloqueio de repasses para o pagamento de precatórios. Por acordo com o Tribunal Regional do Trabalho, as retenções de verba deveriam se limitar a 7% dos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), mas essas transfererências já vêm sendo consumidas com a quitação de uma dívida com o INSS.

Como o FPM não tem sido suficiente para cobrir os débitos, no último mês a justiça determinou que o Banco do Brasil bloqueasse outras contas da Prefeitura. O governo chegou a alegar erro do Banco do Brasil, mas o presidente do Sindicato dos Servidores, Luiz Cláudio Machado, contesta o argumento. “A verdade é que o descontrole administrativo levou a Prefeitura ao estado em que se encontra hoje”, critica o representante do funcionalismo.

Cerca de 40 servidores ilheenses ocuparam a entrada do Palácio Paranaguá na manhã de hoje. Segundo o governo, ainda não é possível dimensionar o impacto da paralisação, já que a maioria dos setores funciona na parte da tarde. Serviços essenciais, como os da saúde, não foram afetados.

Em Itabuna, a adesão à paralisação é pequena. Às 17 horas, a presidente do Sindicato dos Servidores, Karla Lúcia Oliveira, senta para negociar com o prefeito José Nilton Azevedo e o secretário da Fazenda, Carlos Burgos. Se não houver o entendimento, a possibilidade de uma greve será discutida em assembleia de servidores.

OPERÁRIOS DA PENALTY PARALISAM ATIVIDADES

Trabalhadores da indústria de material esportivo Penalty, em Itabuna, cruzaram os braços desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira, 14, Eles exigem a substituição das cestas básicas pelo ticket-alimentação, além do reajuste no valor do benefício.

Segundo Jéser Cardoso, do Sintratec, a Penalty oferece atualmente entre R$ 20,00 e R$ 70,00 como “cesta básica”. Os trabalhadores querem unificar o valor em R$ 120,00.

O Sintratec reclama ainda de que os valores referentes à cesta básica são condicionados a metas de produtividade “inatingíveis” e a empresa exclui os trabalhadores que faltem ao serviço mediante atestado médico. Há possibilidade de que os operários da unidade da Penalty em Itajuípe também se unam à paralisação.

AGENTES DE TRÂNSITO PARALISAM ATIVIDADES

Agentes exigem pagamentos de horas-extras e produtividade (foto Fábio Roberto /Pimenta)

Os agentes de trânsito de Itabuna decidiram fazer uma paralisação de advertência nesta terça-feira, 7 de setembro. A medida é uma resposta ao não-pagamento das horas extras do mês de julho, além da quitação parcial da produtividade referente ao mesmo período.

“Fizemos várias horas extras em julho, por conta das obras da Cinquentenário e da ponte (Ponte 8 de Dezembro, na Rua Felícia de Novaes), e agora o governo não quer cumprir com a sua obrigação de nos pagar o que deve”, afirmou à nossa reportagem o agente Jorge Telles.

Os agentes de trânsito estão entre as vítimas do corte de despesas determinado pelo prefeito Capitão Azevedo. Para reduzir gastos, o gestor optou por retirar da remuneração dos funcionários verbas referentes a horas extras, adicionais de produtividade e insalubridade e eliminou as chamadas FGs (Funções Gratificadas).

“O governo, para conter despesas, decidiu atacar os servidores, que estão sendo tratados com desrespeito”, declarou a presidente do sindicato da categoria, Karla Lúcia Oliveira. Segundo ela, haverá assembleia na próxima semana e existe possibilidade de ser deflagrada uma greve com a participação de funcionários de diversos setores da administração municipal.

SERVIDORES DA JUSTIÇA BAIANA CRUZAM OS BRAÇOS

A ameaça de desconto salarial pelos dias parados em maio e início de junho, durante a greve da categoria, levou os serventuários da Justiça baiana a cruzar os braços nesta sexta, 30. Uma assembleia do Sinpojud em Salvador, nesta manhã, discute a resolução 04/2010, do Tribunal de Justiça da Bahia.

O tribunal determinou o desconto dos dias não-trabalhados durante a greve de mais de um mês. A garantia é de pelo menos 30% dos serviços de cartório e fóruns estarão disponíveis no Estado. Conforme comunicado do Tribunal de Justiça, funcionarão apenas os serviços de liminar de plano de saúde, guia de sepultamento, casamentos pré-agendados e habeas corpus.

POLÍCIA CIVIL CRUZA OS BRAÇOS

Num protesto contra a mudança nos plantões, os policiais civis da Bahia deflagraram nesta segunda-feira, 19, uma paralisação que tem a previsão de durar 72 horas. O Governo do Estado publicou no dia 23 de junho, no Diário Oficial, portaria que altera o sistema de plantões, que era de 24 horas de trabalho por 72 de folga, para uma nova escala, de 12 horas de trabalho por 24 horas de folga. O Sindipoc (sindicato que representa a categoria) alega que a medida implica em redução do tempo de descanso.

Amanhã (dia 20), haverá assembleia para definir sobre a continuidade da paralisação. Cumprindo a lei, 30% do efetivo policial se encontra em atividade.








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