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:: ‘Partido Novo’

NÃO É FÁCIL SER “NOVO”

Marco Wense

 

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

 

O partido Novo de Itabuna não conseguiu empolgar uma considerável fatia do eleitorado ávido por um caminho diferente na política.

A legenda, sob a tutela nacional de João Amoêdo, ex-postulante à presidência da República, esperava muito mais da coordenação do partido em Itabuna. A meta de 150 filiados, condição para a formação do diretório municipal, não foi atingida.

Amoêdo deve ter ficado insatisfeito com a coordenação do partido em Itabuna, que tem na linha de frente Harrison Nobre, ex-filiado do PDT. A exigência não foi cumprida. “Conseguimos pouco mais de 120 filiados ativos, mas vamos continuar firmes tentando fazer o partido crescer no município”, disse Harrison, coordenador geral do núcleo de Itabuna.

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

O partido não terá candidato a prefeito e nem a vereador, o que não deixa de ser um preocupante baque para a sigla. O apoio a um determinado prefeiturável não está descartado, desde que não seja nenhuma velha e empoeirada raposa que quer retornar ao centro administrativo Firmino Alves.

Muita gente séria, qualificada e honrada com respaldo para disputar a sucessão de 2020. Só tenho a lamentar o desfecho do Novo em Itabuna.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PARTIDO NOVO APLICARÁ PROVA E ENTREVISTA PARA DEFINIR CANDIDATOS EM ITABUNA

Amoêdo empossa dirigentes do Novo de Itabuna || Foto Andreyver Lima

Andreyver Lima

Durante encontro estadual neste sábado (8) em Itabuna, o Novo reuniu cerca de 350 pessoas, com a presença do presidente estadual, Gabriel Venturolli, e do presidente nacional, João Amoêdo. O partido comemorou a fundação do núcleo municipal, tendo atingido a meta de 150 filiados ‘ativos’ e se prepara para lançar candidatos a vereador e prefeito nas eleições do próximo ano.

A novidade é que, para concorrer ao Centro Administrativo Firmino Alves ou a Câmara de Vereadores, os filiados serão submetidos a um processo seletivo, com inscrições abertas em agosto e concluído em outubro. O termo ‘ativo’ significa que, além de filiado, o membro deve estar em dia com sua mensalidade de R$ 29,90, já que o Novo não usa recursos do Fundo Partidário.

O processo passa pela realização de provas e entrevistas, de modo a encontrar candidatos que se encaixem no perfil da sigla e que defenda, especialmente, o liberalismo econômico. Em sua ideologia, o Novo defende mais cidadão e menos Estado. “Temos por princípio não receber dinheiro público. O partido Novo não aceita receber verba do fundo partidário. Então, ele precisa desses 150 filiados ativos para o seu custeio e Itabuna atingiu essa meta”, disse Edmar Margotto, dirigente municipal.

Embora o empresário Ronaldo Abude e o médico Rafael Andrade apareçam como prefeituráveis, Margotto afirma que quem vai decidir o candidato é a convenção municipal, ainda sem data definida. “Para um candidato ser aprovado para uma eleição, não basta ser popular. Antes de mais nada, é preciso ser técnico, ético e capaz. É preciso ter capacidade, porque não adianta só ganhar eleição. Queremos um governante qualificado que entenda a complexidade do cargo que assumiu”.








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