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:: ‘Penalty’

PENALTY JUSTIFICA DEMISSÕES EM ITABUNA, MAS GARANTE FÁBRICAS NO SUL DA BAHIA

Penalty justifica demissões, mas garante continuidade de fábricas no sul da Bahia

A Cambuci, detentora da marca Penalty, informou que as demissões na fábrica de Itabuna, no sul da Bahia, no último final de semana, ocorreram em virtude de “adequação momentânea” e se comprometeu a fazer novas contratações. Como informou o PIMENTA em primeira mão, ontem (19), as mais de 100 demissões foram justificadas pelo cenário econômico e baixo faturamento da empresa (“alto estoque e baixas vendas”).

A Cambuci tem incentivos fiscais até 2020 nas unidades de Itabuna e de Itajuípe e a prorrogação por mais 10 anos está sendo negociada. No diálogo com o sindicato da categoria, no entanto a empresa informou que os incentivos já tinham sido prorrogados, o que não foi confirmado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE-BA).

A Penalty se comprometeu com o governo baiano a manter os 450 empregos em Itabuna e os 250 em Itajuípe, onde, segundo sinalizou à SDE-BA, não haverá demissões. A empresa fabrica materiais esportivos nas duas fábricas instaladas no sul da Bahia

Em nota, a SDE informou que “a permanência da Penalty na Bahia é estratégica para os municípios de Itabuna e Itajuípe e para a geração de emprego e renda em benefício de todo o povo baiano”. A Cambuci informou ter investido cerca de R$ 5,6 milhões no sul da Bahia nos últimos cinco anos.

PENALTY DEMITE MAIS DE 100 FUNCIONÁRIOS EM ITABUNA

Penalty demite mais de 100 funcionários na unidade de Itabuna

A Penalty demitiu mais de 100 funcionários da fábrica de Itabuna, no sul da Bahia, neste final de semana. A empresa alegou estoque alto e baixas vendas no período. Nas unidades em Itabuna e em Itajuípe, a Penalty fabrica bolas e materiais esportivos e, agora, emprega cerca de 600 funcionários.

As demissões ocorrem após rumores de fechamento das fábricas nos dois municípios do sul da Bahia. A direção da empresa, em contato com o sindicato dos trabalhadores, o Sintratec, negou que vá deixar a região. Na última semana, a Penalty obteve, do governo do Estado,  mais 10 anos dez anos de isenções fiscais para operar no sul da Bahia.

Jéser diz que empresa negou intenção de deixar o sul da Bahia

Jéser Cardoso, do Sindicato dos Trabalhadores em Indústrias Têxteis e de Calçados do Sul e do Extremo-Sul da Bahia (Sintratec), disse ao PIMENTA que manteve contato com a direção da empresa. “Eles nos disseram que já receberam isenção do governo do Estado e a pendência com o município [de Itabuna] já foi resolvida. Negaram que vá deixar o município”, disse.

Ao site, Jéser afirmou não confirmou se houve demissão em Itajuípe. A Penalty, marca que pertence à Cambuci, também concedeu férias coletivas a funcionários de um dos turnos da fábrica em Itabuna devido ao alto estoque, informou Jéser.

PENALTY ESPERA GOVERNO PARA DEFINIR FUTURO DE FÁBRICAS NO SUL DA BAHIA

Penalty diz aguardar decisão do governo para definir estratégias para unidades do sul da Bahia

Os próximos meses devem definir o futuro da Penalty na Bahia e de mais de 600 funcionários. A Cambuci, dona da marca, negocia com o governo baiano a prorrogação dos incentivos fiscais obtidos para se instalar em Itabuna e em Itajuípe. As duas fábricas estão em operação no sul da Bahia há quase 20 anos.

Desde o início do ano e com a negociação dos incentivos municipais em Itabuna, circulam rumores de uma saída da Penalty do sul da Bahia. O projeto até contaria com plano de desinvestimento, com transferência de maquinário e parte do pessoal para a unidade da empresa na Região Metropolitana de João Pessoa, na Paraíba.

Ao PIMENTA, a direção da Cambuci/Penalty informou que “aguarda a decisão do Governo da Bahia sobre a prorrogação de incentivos fiscais para finalizar o planejamento das estratégias” para as suas unidades fabris nos próximos anos. Porém, sinaliza que pode mudar os rumos no Estado. “A empresa segue atenta a novas oportunidades e movimentações do mercado”.

AMPLIAÇÃO

O Governo da Bahia também foi procurado pelo site. Por meio da assessoria, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, disse que o governo “não foi formalmente comunicado” sobre eventual intenção da empresa em fechar as unidades. A Secretaria não comentou sobre a prorrogação dos incentivos, embora reforce que está atenta e aberta ao diálogo.

Ainda segundo o secretário, a Cambucy/Penalty possui, assinados e no governo, dois projetos de ampliação das unidades em Itabuna e Itajuípe. “A SDE [Secretaria de Desenvolvimento Econômico] está atenta e aberta ao diálogo com os investidores para evitar qualquer ameaça de perda dos postos de trabalho”, informou ao PIMENTA.

MPT ACIONA A PENALTY E PEDE INDENIZAÇÃO DE R$ 100 MILHÕES POR DANOS MORAIS

Parte da fachada da Penalty, acionada pelo MPT.

Parte da fachada da Penalty, acionada pelo MPT.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia está processando a empresa de artigos esportivos Penalty (Cambuci S/A), fábrica com filiais nos municípios de Itabuna e Itajuípe, no sul da Bahia, por descumprimento de normas de saúde e segurança do trabalho. Segundo a ação civil pública, que corre na 3ª Vara do Trabalho de Itabuna, a empresa vem cometendo diversas irregularidades no meio ambiente de trabalho ao longo de nove anos de inspeções e fiscalizações realizadas em suas unidades. A ação é resultado do trabalho de investigação realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em parceria com o MPT. O pedido de indenização por danos morais coletivos é de R$100 milhões.

Durante audiência realizada na última sexta-feira, 10, foi proposta uma conciliação, mas a empresa manteve seu posicionamento e não houve acordo. Agora, o procurador espera que o Poder Judiciário acate seus pedidos na ação e obrigue a Penalty a cumprir seus deveres legais, além de impor o ressarcimento à sociedade pelos danos causados.

“Estamos confiantes de que a Justiça será feita nesse caso e afirmamos que o valor da indenização se justifica tanto pela magnitude do grupo econômico responsável, quanto pela reiteração contumaz das infrações cometidas além da natureza pedagógica da penalidade imposta”, conclui Ilan Fonseca.

As irregularidades detectadas nos inquéritos instaurados pelo MPT e que estão relatadas na ação são diversas. Além de expor diariamente seus funcionários a riscos criados pelo sistema de produção adotado, a fabricante de artigos da Penalty apresenta graves problemas com maquinário, instalações elétricas, condições de higiene, entre outros fatores que deixaram de ser corrigidos pela empresa. Atualmente a fábrica possui quatro procedimentos instaurados no MPT, mas já chegou a ter 29, nos quais se verificou a necessidade de medidas extremas como a interdição e paralisação de um grande número de máquinas e equipamentos.

De acordo com o procurador do trabalho Ilan Fonseca, autor da ação, “a empresa está há quase 20 anos em resistência obstinada ao descumprimento de suas obrigações legais, pois mesmo tendo assinado termos de ajustamento de conduta junto ao MPT não foi capaz de modificar sua postura perante seus funcionários e a sociedade em geral”.

Entre outubro de 2000 e agosto de 2014 foram realizadas 33 fiscalizações do trabalho nos estabelecimentos da região, que resultaram em comprovação de 181 infrações à legislação trabalhista e às normas de saúde e segurança do trabalho na unidade de Itabuna, além de outras 113 na unidade de Itajuípe.

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PENALTY NEGA DESATIVAÇÃO DE FÁBRICAS EM ITABUNA E ITAJUÍPE

James: Penalty fica (Foto Aristeu Chagas).

James: Penalty fica (Foto Aristeu Chagas).

A direção da fabricante de materiais esportivos Penalty negou que vá desativar as duas unidades no sul da Bahia, segundo afirmou hoje, em Itabuna, o secretário de Indústria, Comércio e Mineração, James Correia. O secretário disse que o governo baiano entrou em contato com a empresa.

O fechamento das fábricas em Itabuna e Itajuípe foi noticiado há uma semana pela revista de economia Exame. De acordo com James, a diretoria da Penalty considerou a nota um exercício de especulação por parte da publicação da Editora Abril, também dona da Veja.

James participou, há pouco, da solenidade de assinatura de termo de compromisso em que a Tel Telemática Solutions anunciou a geração de 2,5 mil empregos em Itabuna, onde implantará uma unidade de call center.

VULCABRAS/AZALEIA PATROCINARÁ O ITABUNA

O Itabuna Esporte Clube apresenta amanhã (12) o patrocinador e novo uniforme para a disputa do Campeonato Baiano de Futebol 2012. A direção do clube e da Vulcabras/Azaleia Nordeste farão a apresentação do material às 12 horas, na churrascaria Los Pampas.

Esta será a primeira ação da Azaleia Nordeste no esporte sulbaiano, região que conta com uma das maiores indústrias de material esportivo do Brasil, a Penalty.

PREFEITURAS PAGAM TRANSPORTE DE FUNCIONÁRIOS DE INDÚSTRIAS NO SUL DA BAHIA

Suspeita-se que dinheiro saia da Educação

Uruçuquenses deixam fábrica da Trifil em Itabuna. Prefeitura custeia transporte (Foto Pimenta).

Prefeituras sulbaianas são acusadas de usar dinheiro público para pagar o transporte de funcionários para indústrias fora do município, principalmente em unidades da Trifil,em Itabuna, e da Penalty. A fonte de recursos seria o Fundeb 40.

Diariamente, ônibus locados pelas prefeituras ocupam as margens da BR-415 em frente à Trifil, em Itabuna. O transporte é feito nos diversos turnos da fabricante de meias e roupas íntimas, situada na Nova Itabuna.

A tática seria utilizada, pelo menos, pelas prefeituras de Itajuípe, Ibicaraí e Uruçuca. O PIMENTA identificou, ontem, um ônibus locado pela prefeitura de Uruçuca na Trifil. “O ônibus é usado pros funcionários aí da fábrica e o povo da Uesc e faculdades de Itabuna”, disse uma pessoa ouvida no local e que buscava saber o porquê das fotos.

A secretária de Educação, Célia Farias, negou uso de dinheiro da educação. “Não tem recursos do Fundeb”, disse, embora reconheça que, apesar do município pagar o transporte de funcionários de empresas privadas, alunos da rede municipal são levados para sala de aula em paus-de-arara. “[É assim] em todo o território brasileiro”.

A assessoria do governo confirmou o uso de dinheiro público para levar trabalhadores de Uruçuca para a Trifil, diariamente. A indústria é uma das gigantes brasileiras do setor têxtil. A distância entre Uruçuca e Itabuna é de aproximadamente 40 quilômetros. Funcionários da Penalty de Itajuípe que moram em Uruçuca também são beneficiados.

Ônibus leva funcionários da sede da Trifil em Itabuna (Fotomontagem Pimenta).

De acordo com a assessoria, os funcionários das duas indústrias são transportados com recursos de um programa de apoio ao emprego e renda. Teria sido o jeito encontrado pelo município “para desafogar” a procura por emprego na prefeitura local, conforme a assessoria. Ou seja, a demanda é repassada para as cidades de Itabuna e Itajuípe.

O transporte dos universitários para Itabuna e Uesc também seria pago com “recursos próprios” e não da conta do Fundeb (destinada apenas à educação básica), conforme a assessoria, que atribuiu as denúncias do esquema de transporte de funcionários da iniciativa privada, universitários e paus-de-arara à “politicagem”.

A assessoria também argumentou que o prefeito Moacyr Leite assumiu a gestão após “oito anos de desmandos” do ex-gestor Dilson Argôlo, o Dika, e não teria como substituir os paus-de-arara por lotações e ônibus imediatamente, mas três ônibus teriam sido adquiridos desde o início do governo.

Procurado, o prefeito Moacyr Leite não atendeu as quatro ligações feitas pelo blog nesta manhã.  A prefeitura usa transporte para buscar estudantes fora da sua área territorial, a exemplo de Aurelino Leal e Ilhéus.

PARALISAÇÃO CONTINUA NA PENALTY

Além dos trabalhadores da Penalty em Itabuna, os que atuam na fábrica de Itajuípe também paralisaram suas atividades. Eles tentam convencer a empresa a alterar o benefício de cestas básicas para ticket-alimentação e unificar o valor do mesmo em R$ 120,00.

A Penalty oferce aos funcionários um complemento referente à cesta básica, variando de R$ 20,00 a R$ 70,00. De acordo com o Sintratec – sindicato que representa os operários da empresa – , a definição do adicional se relaciona ao cumprimento de metas “inatingíveis”.  O presidente da entidade, Jéser Cardoso, afirma que a empresa também exclui do direito à cesta básica os funcionários em licença médica.

Está prevista para logo mais, às 17 horas, uma reunião entre o Sintratec e a administração das fábricas de Itabuna e Itajuípe para resolver a situação. Ainda de acordo com o sindicato, a mudança de cesta básica para ticket-alimentação está prevista na última convenção coletiva assinada entre as representações patronal e dos trabalhadores.

OPERÁRIOS DA PENALTY PARALISAM ATIVIDADES

Trabalhadores da indústria de material esportivo Penalty, em Itabuna, cruzaram os braços desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira, 14, Eles exigem a substituição das cestas básicas pelo ticket-alimentação, além do reajuste no valor do benefício.

Segundo Jéser Cardoso, do Sintratec, a Penalty oferece atualmente entre R$ 20,00 e R$ 70,00 como “cesta básica”. Os trabalhadores querem unificar o valor em R$ 120,00.

O Sintratec reclama ainda de que os valores referentes à cesta básica são condicionados a metas de produtividade “inatingíveis” e a empresa exclui os trabalhadores que faltem ao serviço mediante atestado médico. Há possibilidade de que os operários da unidade da Penalty em Itajuípe também se unam à paralisação.

AMEAÇA DE GREVE NA TRIFIL E NA PENALTY

Vinculados ao mesmo sindicato – o Sintratec -, os trabalhadores das indústrias Trifil e Penalty, em Itabuna, ameaçam entrar em greve. Nas duas empresas, a justificativa para a insatisfação é a mesma: a resistência dos patrões em conceder um reajuste salarial que os operários considerem “digno”.

A Penalty, onde a pauta de reivindicações é extensa – incluindo até mesmo  fim do assédio moral e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais -, segurou o pé na hora de definir a reposição salarial. A oferta é de um piso de R$ 532,40 de março a junho e de R$ 535,00 de julho a dezembro.

A empresa também ofereceu reajustes diferenciados: de 8% para quem ganha acima de R$ 600,00 e 4,11% para os demais funcionários. O valor estabelecido a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) é de somente R$ 60,00.

Na Trifil, as condições não são muito diferentes e a direção do Sintratec afirma que o caminho poderá mesmo ser a greve. Nesta quinta-feira (04), cerca de 100 trabalhadores da Penalty fizeram duas horas de protesto no interior da fábrica.

PROTESTO

Os trabalhadores das indústrias têxtil e de calçados de Itabuna fizeram uma paralisação de advertência, hoje, entre as 5h30min e 7h30min. A categoria está em campanha salarial e não aceita que as empresas Penalty e Trifil concedam reajuste de apenas R$ 2,00 acima do salário mínimo.

Ônibus utilizados no transporte de funcionários da Trifil ficaram retidos na ponte César Borges, no bairro São Caetano, por duas horas. A Trifil e a Penalty empregam cerca de 2.500 trabalhadores em Itabuna. Os protestos são liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Têxteis e de Calçados de Itabuna e Região (Sintratec).

PENALTY VOLTA A CRESCER; ITABUNA MANTÉM ESPERANÇA

O diretor da Cambuci – Penalty, Eduardo Stefano, comemora o bom momento da empresa no Brasil, com a recuperação das vendas após a turbulência da crise econômica mundial.

Stefano lembra que as unidades da Cambuci no Nordeste (Itabuna incluída) estão a todo vapor. Ano que vem será de mais investimentos, inclusive em marketing. A motivação a mais tem explicação: 2010 é ano de Copa do Mundo de futebol.

Daí que o Itabuna Esporte Clube pode manter as esperanças de um bom patrocínio da empresa que tira da cidade bons lucros. Para o Campeonato Baiano do ano que vem, a equipe azulina já conta com o apoio financeiro das Óticas Rocha, Energético Bivolt e Aguardente Pitu. As conversas estão adiantadas com o Grupo Teiú e foram retomadas com a Penalty.






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