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:: ‘pirâmide financeira’

BRASILEIRO LIGADO À TELEXFREE É PRESO NOS ESTADOS UNIDOS COM US$ 20 MI SOB O COLCHÃO

(Foto Marcelo Casal/Agência Brasil)

(Foto Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Do Bahia.Ba

Procuradores americanos anunciaram a prisão de um cidadão brasileiro, no estado de Massachussets, por lavagem de dinheiro, em conexão com o esquema multibilionário de fraude global “TelexFree”. Nesta quinta-feira (5), cerca de US$ 20 milhões de Cléber Rene Rocha, de 28 anos, foram descobertos sob um colchão em um apartamento – o rapaz estava a serviço de um sobrinho do fundador da companhia, o também brasileiro Carlos Wanzeler.

A prisão foi fruto de uma investigação sobre a empresa, que realizava um esquema de pirâmide de dinheiro, sob o disfarce se tratar de uma companhia de internet e telecomunicações. A TelexFree pediu falência em abril de 2014, com dívida de US$ 5 bilhões a seus participantes, de acordo com procuradores. No total, cerca de 965 mil vítimas nos EUA, Brasil e outros países perderam US$ 1,76 bilhão com o fracasso.

Sediada na cidade de Marlborough, a empresa foi fundada pelo americano James Merrill e por Wanzeler . O estadunidense foi preso em maio de 2014 e se declarou culpado de conspiração e fraude eletrônica em outubro. Já o segundo, fugiu para o Brasil em 2014 e não pode ser extraditado.

JUSTIÇA NEGA LIBERAÇÃO DE R$ 200 MILHÕES DA BBOM

bbomMaria Carolina Abe | Portal Uol

A Justiça Federal em Goiás negou um pedido de liberação de pouco mais de R$ 200 milhões para a BBom (Embrasystem- Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação Ltda). A decisão é de 24 de março. A empresa, que fornece rastreadores de veículos, é acusada de formação de pirâmide financeira.

Desde julho de 2013, a Justiça determinou o bloqueio de bens da companhia, incluindo mais de cem veículos, além de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo.

Procurada pelo UOL, a BBom informou que não vai se pronunciar sobre a decisão. O pedido do desbloqueio dos bens teria sido aceito pelo Tribunal Regional de Brasília e, portanto, agora se trata de uma “disputa entre tribunais”, afirmou o assessor de imprensa da empresa, Marcelo Dias.

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SUSPEITA DE PIRÂMIDE FINANCEIRA, TELEXFREE PATROCINARÁ BOTAFOGO

Botafogo terá a Telexfree como um dos principais patrocinadores (Foto Vitor Silva/Correio).

Botafogo terá a Telexfree como um dos principais patrocinadores (Foto Vitor Silva/Correio).

A TelexFree, que vende pacotes de telefonia via internet, anunciou na noite de quarta-feira (9), por meio de um vídeo, o acerto para patrocinar o Botafogo na temporada de 2014.

Suspeita de formação de pirâmides financeiras, que são ilegais, a empresa americana recrutou milhões de pessoas pela internet para divulgar um serviço de voz e teve sua atuação suspensa pela Justiça do Acre em junho do ano passado.

Ela e mais 120 empresas são investigadas pelo MPCON (Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor). As pirâmides configuram crime contra a economia popular, de acordo com o advogado Gauthama de Paula, do escritório Siqueira Castro. Com informações do Correio.

JOSÉ DO EGITO E A TELEXFREE

Esta é mais uma das sacadas do designer Lucas França que está fazendo sucesso nas redes sociais.
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DONOS DA TELEXFREE TENTARAM DESVIAR R$ 88 MILHÕES DE EMPRESA APÓS BLOQUEIO, DIZ PROMOTORA

Promotora Alessandra MarquesMais uma bomba envolvendo a Telexfree. Numa entrevista ao Portal IG, Alessandra Marques, promotora do Ministério Público do Acre, disse que os responsáveis pelo negócio tentaram desviar R$ 88 milhões das contas da empresa suspeita de pirâmide financeira logo após a ordem de bloqueio judicial.

– Quando a juíza determinou o bloqueio dos recursos, 24 horas depois eles [responsáveis pela empresa ] conseguiram entrar numa conta e desviar R$ 40 milhões para uma outra conta que não era da Telexfree. Outros R$ 48 milhões foram para outra conta”, disse a promotora pública.

Tanto o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) quanto o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ratificaram decisão em primeira instância e mantiveram bloqueio de pagamentos e suspensão de novas adesões ao negócio.

Na última sexta-feira (28), o Ministério Público ingressou com ação civil pública contra a Telexfree, que nega qualquer irregularidade no negócio e refuta a suspeita de tratar-se de pirâmide financeira. A ação é assinada pelos promotores Nicole Arnoldi, Marco Aurélio Ribeiro e Danilo Lovisaro. A empresa espera o julgamento de outro recurso contra o bloqueio. O julgamento, na 2ª Câmara Cível do TJ-AC, está previsto para a segunda (8).

Na ação civil pública, a promotora Alessandra também pede uma multa de R$ 7 milhões à Ympactus Comercial LTDA, razão social da Telexfree, por “prejuízo causado ao sentimento de confiança” da população nas empresas. Segundo o Blog do Marcelo, o dinheiro deverá ser revertido para o Fundo Estadual de Diretos Difusos.

OS BAIANOS CRIAM O “TELEX FRIA”

“Os Baianos” fizeram uma sátira mirando famosa empresa de marketing multinível. No mínimo, gera muitas risadas. No máximo, pode atrair a ira de quem defende esta estratégia de marketing confundida por muitos como investimento financeiro.

MINISTÉRIO DA FAZENDA ENCONTRA INDÍCIOS DE “PIRÂMIDE FINANCEIRA” NA TELEXFREE

telexfreeA Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae/MF) emitiu comunicado nesta semana em que aponta indícios de “esquema de piramidade financeira” no sistema TelexFree, que promete ganhos altos e rápidos a quem adere ao sistema.

A Seae informa no comunicado de esclarecimento que não tem poderes para autorizar nem fiscalizar o sistema TelexFree, e decidiu encaminhar as suas conclusões para investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal.

Clique e veja como funciona o negócio

Num dos pontos do comunicado, a Seae aponta irregularidades no negócio e observa que a TelexFree não possui autorização para “praticar atividades de comércio”. A secretaria de acompanhamento frisa apenas que não se pode configurá-lo como captação antecipada de poupança popular.

Confira a íntegra da nota clicando em “leia mais”, logo abaixo.

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NASSIF DIZ QUE TELEXFREE É “GOLPE DO SÉCULO”

nassif-blogO jornalista e blogueiro Luis Nassif informou em seu site que o sistema TelexFree “será desbaratado e seus mentores detidos” nos próximos dias (confira aqui). Nassif classifica o negócio como o “golpe do século” no Brasil e diz que esse “esquema de pirâmide” movimentou R$ 300 milhões no ano passado, valor que pode chegar a R$ 1 bilhão em 2013, caso Polícia Federal e Ministério Público Federal não iniciem logo as investigações.

Segundo ele, “durante semanas o Ministério Público ficou discutindo se o tema era da alçada federal ou estadual. A Polícia imersa em indagações se era crime contra a economia popular, portanto afeita à Polícia Civil, ou crime mais abrangente, de responsabilidade da Polícia Federal”.

Já em vídeos postados na internet, pessoas apontadas como chefes do negócio no país dizem que uma investigação vai provar a ‘idoneidade’ do negócio. Quem coloca dinheiro no negócio, geralmente o menor valor fica na faixa dos R$ 650,00, tem a promessa de receber – em um ano – duas vezes o aplicado, recuperando o investimento em quatro meses. Para ter o rendimento, deve-se postar anúncios e vender um sistema de telefonia pela internet (Voip). Economistas afirmam que o negócio não se sustenta, daí o nome pirâmide.

MARAGOGIPE CAIU NO GOLPE DA “PIRÂMIDE FINANCEIRA”

A pirâmide financeira é um velho golpe que precisa de muitos participantes para fazer a festa de poucos malandros. Esse velho truque foi aplicado para enganar boa parte da população de Maragogipe, na Bahia. Mais de 13 mil pessoas foram enganadas.

Os moradores estão inconformados. É difícil encontrar alguém na cidade que não esteja se queixando do golpe. “Eu quero saber para onde foi nosso dinheiro”, diz uma vítima. “Eu já tinha dado R$ 2 mil, e no dia 18 eu já tinha dado mais R$ 500,00. Eu raspei a minha conta”, diz outra vítima.

Para atrair clientes, a pirâmide, que recebeu o nome de caixa cooperativa, tinha até propaganda nas ruas. “Tenha certeza que continuaremos trabalhando para manter a nossa caixa crescendo a cada dia”, dizia o texto.

A promessa era multiplicar o dinheiro aplicado em menos de um mês. “Eu coloquei R$ 200,00, recebi R$ 800,00. Depois recebi R$ 5 mil. A sorte bateu na minha porta”, afirma Rosenil Jesus Santos.

E sem perceber, os sortudos foram espalhando a notícia do dinheiro fácil. Até quem mora nos bairros mais pobres botou em jogo o pouco que tinha.



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