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:: ‘PMDB’

“MINHA CRÍTICA FOI À DIREÇÃO DO PARTIDO”

O advogado e pré-candidato a prefeito de Itabuna, Ruy Corrêa, nega que tenha sido específico em suas críticas à direção do PMDB, que demora em definir critérios e data para escolha do nome do partido na sucessão em 2012.

“[O presidente] Renato [Costa] não decide sozinho. Minha crítica foi à direção do partido, que é composta por outros cinco nomes”, assinalou. “Quem define é o colegiado”, disse ele, retificando o publicado no site do Agora e aqui reproduzido.

Ruy disse que, embora possua divergências pontuais com Renato, é amigo pessoal do presidente do partido. Ruy e Leninha Duarte já se posicionaram contra a lentidão na escolha. A direção estadual do partido sugeriu que esse prazo para definição de nome seja dezembro, mas o diretório municipal não anunciou, por exemplo, critérios, segundo Corrêa. Outros dois nomes que disputam indicação são os do advogado Edmilton Carneiro e de Maruse Xavier.

PEEMEDEBISTAS DÃO PRENSA EM RENATO COSTA

Do Agoranarede

Bastou Leninha Duarte se manifestar publicamente contra a morosidade do PMDB em escolher o seu candidato a prefeito de Itabuna, nas eleições de 2012, para outro pré-candidato –o advogado Ruy Corrêa– romper com o silêncio dos últimos dias e atirar munição pesada em direção ao presidente do partido, Renato Costa.

“Ele erra gravemente em não definir os critérios básicos para a escolha do candidato e não estabelecer uma data para anunciar o nome que vai concorrer à sucessão do prefeito Azevedo”, atesta Ruy Corrêa.

Ruy, Leninha, Maruse Xavier e Edmilton Carneiro disputam internamente no PMDB a vaga para candidato a prefeito, em 2012.

Eles tiveram seus nomes anunciados em bloco num ato político realizado há mais de um mês na sede recreativa do Itabuna Esporte Clube, mas até hoje não se sabe qual será o escolhido.

A NOIVA DAS NOIVAS

Marco Wense

Diria que o PMDB tem 60% para ficar com Azevedo (reeleição), 30% com Davidson Magalhães e 10% com a petista Juçara Feitosa.

O PMDB de Itabuna, municipalmente presidido pelo médico Renato Costa, em decorrência do tempo que dispõe no horário eleitoral, é a legenda mais desejada da sucessão do prefeito Azevedo.

Como ninguém acredita que o peemedebismo vai ter candidatura própria, as apostas em torno do comportamento do partido na eleição de 2012 já começaram.

Em termos percentuais, envolvendo aí o DEM, PCdoB e o PT, diria que o PMDB tem 60% para ficar com Azevedo (reeleição), 30% com Davidson Magalhães e 10% com a petista Juçara Feitosa.

ROBERTO, O PREFEITURÁVEL

Roberto Barbosa, mas conhecido como Roberto Minas Aço, inaugura hoje, com a presença do ministro das Cidades, Mário Negromonte, a sede do diretório do PP de Itabuna.

Roberto Barbosa é um empresário bem sucedido. Politicamente, ainda caminha com dificuldades. Mas tem a sorte de ter como conselheiro Jabes Ribeiro, ex-prefeito de Ilhéus e secretario estadual do Partido Progressista.

Fernando Gomes, que já foi quatro vezes prefeito de Itabuna, já deu claros sinais de que vai apoiar a pré-candidatura de Roberto na sucessão de 2012.

Fernando Gomes anda tiririca da vida com a criatura.

DEPOIS DAS ÁGUAS DE MARÇO

Marco Wense

O símbolo desse movediço e traiçoeiro jogo político é uma onça. E ela, independente de ser pintada ou não, só vai começar a beber água depois do carnaval.

Algumas situações, hoje consideradas como improváveis, ainda vão acontecer no desenrolar da sucessão municipal de Itabuna, na disputa pelo cobiçado Centro Administrativo Firmino Alves.

Novidade mesmo só a partir de março de 2012, faltando pouco tempo para as convenções partidárias, que serão realizadas até o último dia do mês de junho.

É evidente que “coisinhas” irão acontecer: disse-me-disse, oba-oba, picuinhas, mentiras e invencionices. Sem falar nos remunerados boateiros de plantão.

Esses boateiros – os mais perigosos são os que misturam política com a vida pessoal dos pré-candidatos – existem em todos os partidos. O lugar preferido pelos diabinhos é o ponto de ônibus.

O símbolo desse movediço e traiçoeiro jogo político é uma onça. E ela, independente de ser pintada ou não, só vai começar a beber água depois do carnaval.

Até lá, só os mesmos assuntos, as mesmas discussões e as mesmas dúvidas: O PCdoB vai ter candidato próprio? O PMDB vai apoiar a reeleição do prefeito Azevedo?

Aos ansiosos comentaristas políticos, sempre ávidos por novos fatos, não resta outro caminho que não seja o da paciência.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

TESTE DE FOGO

Marco Wense

A intenção é abrir uma vaga na Assembleia Legislativa para o suplente Wenceslau Júnior e, como consequência, o apoio da legenda à pré-candidatura da petista Juçara Feitosa.

O que se comenta lá pelas bandas do Palácio de Ondina, morada oficial do governador Jaques Wagner, é que uma mudança no secretariado pode acontecer antes da entrada do ano novo.

Essa pequena reforma administrativa teria a finalidade de abrir espaços para o recém-criado PSD, sob o comando do vice-governador Otto Alencar, e evitar algumas cisões entre os partidos aliados.

No tocante a sucessão do prefeito Azevedo, a intenção é abrir uma vaga na Assembleia Legislativa para o suplente Wenceslau Júnior e, como consequência, o apoio da legenda à pré-candidatura da petista Juçara Feitosa.

A Coluna Wense confessa que não tem informações seguras sobre essa manobra que visa o retorno do PCdoB aos braços do PT de Geraldo Simões.

Os comunistas têm um compromisso com a frente partidária formada pelo PDT, PRB, PSC e o PV. Não acredito que o PCdoB vai novamente se tornar uma legenda subsidiária do PT.

PMDB

Não estão levando o PMDB a sério. Todos os pré-candidatos a prefeito de Itabuna comungam com a mesma opinião: o PMDB não terá candidato na sucessão de 2012.

O PMDB de Itabuna só é procurado para indicar o candidato a vice-prefeito e, mesmo assim, porque tem um invejável tempo no horário eleitoral.

O PMDB é um grande partido e tem o honrado Renato Costa na presidência do diretório municipal. Não pode ficar na condição de coadjuvante e, o que é pior, sendo motivo de chacota.

“São pré-candidatos de brincadeirinha”, costumam dizer os outros partidos em relação a Ruy Correa, Maruse Xavier e Leninha Duarte.

É ASSIM MESMO

A Veja e o triste título para Itabuna (Clique para ampliar).

Quando uma revista de circulação nacional denunciou um possível envolvimento de Geraldo Simões com o caso da vassoura de bruxa, os adversários soltaram foguetes, morteiros e girândolas.

Agora, com a Veja trazendo à tona os sérios problemas da saúde de Itabuna, com o município sendo o campeão do Brasil em mortalidade infantil, os petistas têm todo o direito de soltar foguetes, morteiros e girândolas.

Política, infelizmente, é assim mesmo. Todos eles são adeptos do “quanto pior, melhor”. As principais vítimas da carnificina politiqueira são os Josés e as Marias da vida.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

MARUSE DIZ QUE É PRÉ-CANDIDATA PELO PMDB

Um grupo do PMDB itabunense parece nao ter digerido bem a entrada da empresária Marilene Duarte, a Leninha. Tanto que lançará o nome de Maruse Xavier, presidente da AABB local, como pré-candidata à prefeitura de Itabuna. Maruse apresentará as linhas da sua campanha durante evento na própria AABB, no domingo, às 11 horas. Ao blog, Maruse disse que é filiada ao partido desde os temos de MDB. “Tínhamos que ter um nome histórico nessa disputa”, afirma.

O nome do PMDB seria definido em dezembro, segundo Maruse, ex-esposa do também peemedebista João Xavier, que desistiu do embate para poupar energias e apoiar a candidatura a vereador do filho, Ricardo Xavier. Se está embolado em relação ao centro administrativo Firmino Alves, o partido mostra outra disposição quando o assunto é Câmara de Vereadores. A legenda reforçou o time com nomes de prestígio, a exemplo do advogado Edmilton Carneiro.

BRUMADO: EX-VICE GOVERNADOR FILIA-SE AO PT

Marizete e Edmundo: a caminho do PT.

O ex-vice governador da Bahia, Edmundo Pereira, e a esposa, a ex-deputada Marizete Pereira, são as novas aquisições do PT para a disputa das eleições municipais em Brumado, no sudoeste baiano. Anunciadas pela executiva estadual do partido, as filiações foram comemoradas pelo diretório municipal petista e saudadas como “reforços do partido para a disputa” do próximo ano.

Edmundo e a esposa deixaram o PMDB em meados de agosto, alegando motivos pessoais. Documento assinado pela executiva municipal petista também diz que as filiações “reforçam cada vez mais o sentimento de que é possível construir em Brumado uma alternativa de poder democrática, popular e representativa”.

LENINHA NO PMDB, VANE NO PRB

Com as bênçãos do Bispo Márcio Marinho, Vane entra no PRB para disputar a prefeitura. Para ele, o PT agora é só um quadro na parede

Informa o jornal Diário Bahia que dois pré-candidatos ao mandato de prefeito de Itabuna já definiram os partidos nos quais irão se filiar. A empresária do ramo de auto-escola Marilene Alcântara, a “Leninha”, que saíra do PPS no primeiro semestre, anunciou filiação no PMDB, já com data marcada: 24 de setembro.

Quem também muda de partido é o vereador Claudevane Leite. Ele confirmou sua saída do PT e avisou que em breve fará parte dos quadros do PRB.

Vane tentou o quanto pode firmar-se como pré-candidato petista a prefeito de Itabuna, mas sucumbiu diante da força do deputado federal Geraldo Simões, que tem  o controle da sigla no município e determinará os rumos do PT na sucessão.

ACÁCIA, LENINHA E JUÇARA

Marco Wense

E as simpáticas Leninha Duarte e Acácia Pinho? Vão ter que mostrar serviço.

Por ordem alfabética, e não por posição nas pesquisas de intenção de voto, já que Juçara é a primeira colocada e Leninha se encontra na frente de Acácia, são as três mulheres pré-candidatas na sucessão de 2012.

A expectativa em torno de uma mulher comandando a prefeitura de Itabuna pela primeira vez, destronando os marmanjos, domina uma considerável parte do eleitorado.

A petista Juçara Feitosa, a pedetista Acácia Pinho e a quase peemedebista Leninha Duarte, obviamente do PT, PDT e PMDB, sabem que a condição de prefeiturável é instável.

A manutenção da pré-candidatura de Juçara depende de três importantes fatores: 1) sua posição nas pesquisas em relação ao Capitão Azevedo (DEM-reeleição). 2) coligação com os partidos da base aliada do governo Wagner. 3) o entusiasmo da militância.

As consultas populares apontam a ex-primeira dama na frente do Capitão Azevedo. Mas quando o candidato do PT é Geraldo Simões, a distância entre ele e o prefeito aumenta.

As agremiações partidárias aliadas ao governador Jaques Wagner, com exceção do PSB, ainda mantém o discurso de que Geraldo Simões quer impor o nome de Juçara.

O PCdoB, por exemplo, aceita conversar com o PT se o candidato for Geraldo Simões.  Francamente, como diria o saudoso Leonel Brizola, não entendo essa atitude dos comunistas com a ex-primeira dama.

E, por fim, a falta de entusiasmo da militância do PT com a pré-candidatura da ex-secretaria de Desenvolvimento Social. É incrível. Mas é verdade: de 10 petistas, todos os 10 acham que Juçara perde a eleição.

E as simpáticas Leninha Duarte e Acácia Pinho? Vão ter que mostrar serviço. Se não alcançar dez pontos percentuais, até junho de 2012, não serão candidatas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PMDB EXPULSA TRÊS DEPUTADOS E IRMÃOS VIEIRA LIMA SÃO CHAMADOS DE “CORONÉIS”

O PMDB baiano expulsou três deputados estaduais nesta segunda-feira (5). A expulsão ocorreu sob a alegação de que os parlamentares não teriam seguido orientação partidária ao votar pela aprovação de mudanças no Planserv, na semana passada. A decisão atingiu os deputados Ivana Bastos, Temóteo Brito e Alan Sanches. Coincidência ou não, os três já estavam de malas prontas em direção ao novo guarda-chuva governista, o PSD.

Pelo menos Alan Sanches posicionou-se publicamente após a expulsão. Em nota nesta noite, ele classificou a expulsão como arbitrária e afirma não ter sido ouvido pela direção estadual ou a liderança do partido na Assembleia Legislativa. Num petardo destinado à dupla Geddel e Lúcio Vieira Lima, mandou:

– Será que o real motivo que gerou a nossa expulsão de forma tão arbitrária e ditatorial foi, de fato, a votação de um projeto que sequer foi discutido internamente pela nossa bancada ou a possibilidade da criação de uma nova agremiação partidária? Que respondam os coronéis de plantão.

AS CARTAS DE GERALDO

Marco Wense

Todos os problemas serão resolvidos com a retirada da pré-candidatura de Juçara Feitosa.

Uma eleição polarizada entre o PT e o DEM, com o prefeito Azevedo buscando seu segundo mandato, começa a tomar contornos cada vez mais nítidos.

O PT versus DEM, disputando a cobiçada prefeitura de Itabuna, só seria abalado com uma candidatura cercada por uma forte coligação e um verdadeiro sentimento de mudança.

O nome do ex-prefeito Ubaldo Dantas é o que mais se encaixa nesse movimento que busca uma alternativa fora do petismo e do demismo. A chamada “terceira via”.

Sem o PMDB do ex-ministro Geddel, com o tempo que dispõe no horário eleitoral, fica inviável qualquer tentativa de mudar o rumo da sucessão municipal.

A empolgação do PCdoB com o lançamento de candidato próprio vai diminuindo dia após dia. O jornalista Eduardo Anunciação diria que é coisa de “priscas eras”.

As principais cartas do emaranhado jogo sucessório, consideradas como curingas, estão nas mãos do deputado Geraldo Simões e do prefeito José Nilton Azevedo.

A carta curinga do azevismo é a estrutura da máquina municipal direcionada para quebrar o tabu da reeleição, já que nenhum chefe do Executivo conseguiu o segundo mandato consecutivo.

É bom lembrar que na sucessão de 2004, o então prefeito e candidato Geraldo Simões, mesmo entusiasmado com a vinda do SAMU e do asfalto da Petrobras, terminou derrotado por Fernando Gomes.

Geraldo Simões, além do discurso da parceria com os governos federal e estadual, ambos sob a batuta do PT, com Dilma Rousseff e Jaques Wagner, tem a primeira posição nas pesquisas eleitorais.

Esse favoritismo apontado pelas consultas de intenção de voto, seja com o próprio Geraldo ou Juçara Feitosa, é fator desestimulante para outras pretensas candidaturas.

Um bom exemplo é o do vereador Vane do Renascer: se não alcançar dez pontos no prazo estabelecido pelo comando estadual do PRB não será candidato a prefeito.

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DILMA NA MÃO DO PT E DO PMDB

Da Folha:

A presidente Dilma Rousseff “fica na mão” de decisões tomadas por PT e PMDB no Congresso, afirmou o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), nesta quarta-feira (24). “Ela está absolutamente condicionada a decisões que PT e PMDB tomem”, disse.

Para o governador, Dilma resolverá o problema se estabelecer “contrapontos” e colocar o PMDB “no seu devido lugar”. Gomes sugere que a petista fortaleça o PSB, o PDT e o PC do B. Ele chama essas siglas de “terceira força”.

O político falou sobre o governo Dilma no programa “Poder e Política – Entrevista”, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.

Na entrevista, Cid Gomes ainda defendeu o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), que usou helicóptero da Polícia Militar do Maranhão em viagem particular. Ele também revelou pretensão de lançar o irmão mais velho, Ciro Gomes (PSB-CE), como candidato ao Senado em 2014.

Clique aqui para ler toda a entrevista.

JOAQUIM BASTOS: “DIZEM QUE TEM MUITA COISA PARA CONSERTAR [NA PREFEITURA DE ILHÉUS]”

Reitor em final de mandato na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o professor Joaquim Bastos está com um pé na política partidária e os olhos voltados para 2012.

Ele promete definir, até o dia 31, a qual partido irá filiar-se caso concorde em disputar a prefeitura de Ilhéus. Convites parecem não faltar. PDT, PMDB e PCdoB cortejam o reitor.

O reitor não esconde o espanto com os valores gastos numa campanha para prefeito em cidades do porte de Ilhéus. “Fico pasmo”, disse ao PIMENTA.

Joaquim está com 62 anos e em processo de aposentadoria como professor e a idade, segundo ele, também pesará na decisão. Confira a entrevista concedida ao blog.

PIMENTA – O senhor recebeu convites de pelo menos três partidos. Já se decidiu pela candidatura e por qual legenda sairá? 
JOAQUIM BASTOS – Eu tenho conversado sobre política há mais de seis anos e alguns partidos me convidaram para a eleição. Com o final do mandato de reitor e o processo de aposentadoria, agora eu posso pensar nisso.

Qual a legenda escolhida?
Tenho conversado com alguns partidos. O tipo de política que faço é política acadêmica, então, tenho discutido bastante. Até o final do mês eu defino a filiação. Ainda não tenho definição clara sobre qual partido. Tenho conversado para me familiarizar [com a política partidária].

O que o senhor analisa para definir pré-candidatura?
Estou vendo as possibilidades concretas, para realmente me envolver com a vida política da cidade e entender também como funciona um partido.

Com quem o senhor tem conversado?
As conversas se dão em Salvador, Brasília e Ilhéus, para ver se realmente tomo essa decisão na minha vida. Aos 62 anos, tenho que pensar se realmente quero quatro anos na prefeitura.

A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. 

Existe ainda um temor do que pode vir pela frente, caso vença?
Dizem que vai ter muita coisa para consertar, para fazer. Aí tenho que analisar. A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. Precisamos ver por que isso acontece. Enfim, tem muita coisa que a gente desconhece [da estrutura partidária e da prefeitura].

Mas não dá para adiantar para onde o senhor vai, politicamente falando?
Conversei com quatro partidos. Me chamaram pra conversar. Tô indo numa boa. Tenho mais três, quatro pessoas comigo, pessoas que têm noção mais aprofundada de política partidária e que vão me ajudar [na decisão].

As propostas de filiação partem mesmo de PDT, PCdoB e PMDB? Qual seria o quarto partido?
(risos) Semana passada, conversamos com um grupo de 12 pessoas, e ficamos em 14. Conversa muito interessante, mas por vezes fico pasmo quando falam em valores de uma campanha a prefeito.

Quanto?
A gente tá acostumado a fazer campanha para reitor com 30 mil reais.  O prefeito de Ilhéus mostrou o contracheque dia desses e daria R$ 600 mil, R$ 650 mil de salário em quatro anos. Eu não admitiria gastar metade disso em campanha. A única coisa que tenho para colocar na mesa é o meu currículo. Dinheiro, moeda, eu não tenho um centavo para colocar em política. Gastar aquilo que se ganha em 25 dias de pauleira…

Depois das conversas iniciais, já há sinalização clara sobre para onde ir?
Há partido que eu considero grande, mas temos outros de estrutura menor, porém, com capacidade de aglutinação. Tenho 37 anos de universidade, uma certa rodagem em relação a acomodar pessoas. Gosto de compartilhar trabalho, responsabilidade, mas também decisão. Ninguém consegue administrar Uesc sozinho. Prefeitura, então, nem sonhando. Mas teria que ter condição.

Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.

E qual seria, além da capacidade de formar uma boa coligação?
Por exemplo, que não seja indicado apenas um nome para determinado cargo, mas vários. Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.

O senhor conhece a realidade da prefeitura?
A gente sabe, conhece o orçamento, que é público. Dá para identificar alguns componentes de despesa, receita. Quanto a prefeitura arrecada com a taxa de iluminação? Quanto custa o serviço? Saber se a prefeitura está em dia, se permite retirar as três certidões [para firmar convênios, captar recursos]? Até dia 31, eu vou tomar minha decisão.

REITOR DA UESC PODE SER A NOVIDADE NA SUCESSÃO EM ILHÉUS

O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos, tem convites de PMDB, PDT e PCdoB para disputar a prefeitura de Ilhéus em 2012.

Com exclusividade, o PIMENTA conversou com o reitor da Uesc há pouco. Joaquim afirma ter recebido convites de quatro partidos e antecipou que conversas se dão não apenas em solo ilheense, mas em Salvador e Brasília.

O reitor confirmou o interesse em ser candidato, mas antecipou que a decisão será tomada no dia 31 de agosto, quando então anunciaria a qual partido vai se filiar. “Terei mais um mês para definir, mas será neste dia”. O prazo de filiações para quem vai disputar eleição em 2012 termina em 30 de setembro, mas os partidos têm até 6 de outubro para entregar a relação de novos membros.

Professor da Uesc e próximo da aposentadoria, Joaquim avalia se disputar a prefeitura é algo que realmente queira aos 62 anos e tendo, caso eleito, mais quatro de vida pública. O PIMENTA publicará a íntegra da entrevista.

O reitor seria a novidade em um processo eleitoral em que velhas caras já se apresentaram, dentre elas o ex-prefeito Jabes Ribeiro.

OPOSIÇÃO DISCUTE 2012

Representantes de oito partidos estão reunidos na sala de comissões da Câmara de Vereadores de Itabuna. Na pauta, as eleições de 2012.

O encontro tem a participação de nomes como Renato Costa (PMDB), Wenceslau Júnior e Luís Sena (PCdoB), Leninha (sem partido), Edson Dantas (PSB), Moacir Smith (PTB) e Ruy Porquinho (PRP).

Os partidos discutem cenários e propostas para a sucessão 2012.

POLITICAGEM DESCARADA

Manuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Gatos escaldados das urnas e donos de fortunas daqui, eles sabem que Azevedo tem grandes chances de reeleição.

Como se o passado não existisse, hoje a pauta dos blogs, jornais, rádios e esquinas da vida é a aliança dos ex-prefeitos de Itabuna, Fernando Gomes e Geraldo Simões. Não me interessa quem procurou quem, quem está tentando fazer essa aliança, ou coisa parecida. Eu só gostaria de acreditar na existência de uma finalidade digna para esse fato, mas não consigo.

Geraldo não quer arriscar, e prefere empurrar Juçara. Sabendo o quanto é difícil, vai fazer todas as alianças que puder. Já Fernando, que concedeu entrevistas a diversos veículos tempos atrás afirmando que estava encerrando sua carreira, agora ensaia voltar, tramando uma aliança com o seu maior inimigo político. Sinceramente, é preciso respirar fundo para ler esse tipo de notícia, ou escutar esse tipo de conversa.

Gatos escaldados das urnas e donos de fortunas daqui, eles sabem que Azevedo tem grandes chances de reeleição. O homem que conquistou a periferia com seus pulinhos na época da campanha, de casa em casa, fechou os olhos para o Centro da cidade e está reconstruindo bairros mais humildes. Não é o modelo de gestão mais adequado, mas é o que reelege. Nós sabemos disso, e eles também.

O que mais me incomoda é que, com essa aliança contra o capitão, os demais possíveis nomes vão ficando ao vento, se perdendo no tempo. A turma do PCdoB já não está mais tão coesa, Vane do Renascer sumiu da mídia, Leninha Alcântara não sabe para que lado vai, Roberto Minas Aço não emplaca etc. Perdoem-me se esqueci alguém já cotado para as eleições de 2012, mas a realidade é essa: os nomes vão surgindo e sendo engolidos por essa politicagem descarada…

Manuela Berbert é jornalista e articulista da Contudo.

EU QUERO É PAZ…

O projeto de “terceira via” maquinado pelo ex-prefeito Fernando Gomes para o secretário de Educação de Itabuna, Gustavo Lisboa, deu chabu. Ao contrário da impressão passada a assessores próximos momentos depois do almoço com Zé de Cuma, o secretário não quer nem saber de disputar a prefeitura… de Itabuna. No máximo, almejaria a prefeitura de sua terra natal e de familiares, Itajuípe.

E se o chefe político de ontem mantiver a pressão, ele larga tudo e pica a mula para fazer doutorado na “Zoropa”.

Ainda ao ex-prefeito – a quem atende sempre com respeito, deixou claro que pensar em disputar 2012 seria agir com deslealdade a quem hoje está na cadeira principal do centro administrativo Firmino Alves. Fernando entendeu. A versão é confirmada com quem esteve à mesa, no Palace Bistrô.

Na verdade, na verdade, Gustavo sabe que disputar a prefeitura exigiria participar de complexa operação da qual não estaria interessado em participar. E, segundo, conhece bem a realidade financeira dos cofres municipais e o que pode estourar ainda entre 2011 e as eleições vindouras.

TRE JULGA A FAVOR DE “EUNICE”; PMDB-BA RECORRE

O PMDB baiano, comandado pelos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima, entrou com ação contra o prefeito de Salvador, João “Eunice” Henrique, hoje no PP. Alegava infidelidade de João. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) deu ganho de causa ao prefeito.

O tribunal entendeu que JH teve motivos suficientes para sair do partido devido à sequência de ataques pessoais do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que vai recorrer da decisão. A distância entre eles ficou ainda maior quando João decidiu não apoiar a candidatura do peemedebista ao governo baiano.

Ontem, Geddel dizia ao PIMENTA, via Twitter, que existiam várias “Eunices” (traidores) na vida recente do PMDB estadual (relembre aqui).

E advinhe quem integra a lista…

GEDDEL CHAMA TRAIDORES DO PMDB DE “EUNICES”

O ex-ministro da Integração Nacional e hoje vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, comentava no Twitter sobre a morte de Norma, a personagem de Glória Pires em Insensato Coração, da Globo, e o desfecho das puladas de cerca de Eunice (Débora Evelyn).

– Eunice, minha filha, viu o que dá pular a cerca?

O PIMENTA resolveu provocar e quis saber quais seriam as Eunices do PMDB baiano, aquelas que trocaram o partido pelo PSD, de Otto Alencar. A resposta dá uma dimensão do tamanho da lista:

– Só tenho 140 caracteres [para responder].

Em tempo: Eunice, a personagem de Débora Evelyn, mantinha uma relação extra-conjugal com um capanga e motoboy. Acabou desmascarada e.. presa. Já no lado do PMDB, as candidatas a Eunices são muitas, começando por praticamente todos os deputados estaduais que bateram asas para o PSD.

Eunice dá escapadinha com o alfa 2, "Ismael". Quem seria a Eunice peemedebista?

DURVAL, ALELUIA E A CPI

Marco Wense

Ninguém, aí incluindo o próprio Aleluia, ousava desafiar as ordens do chefe ACM.

O senador João Durval, eleito pelo PDT do saudoso Leonel Brizola, não pode ser crucificado pelo fato de ter retirado sua assinatura do requerimento de criação da CPI dos Transportes.

Se a presidente Dilma Rousseff estivesse tratando com desdém os sucessivos escândalos que tomam conta da República, o recuo de Durval seria imperdoável.

A maior autoridade do país está sendo implacável com os abutres do dinheiro público. Não é à toa que a aprovação ao governo tem 50% de ótimo e bom.

A impunidade, sem dúvida o maior câncer da administração pública, não pode ser alimentada pelo pretexto da governabilidade, pelo medo de perder a maioria parlamentar nas duas Casas do Congresso Nacional.

Ao fazer o jogo da oposição, o ex-governador da Bahia foi politicamente ingênuo. Qualquer oposicionismo, seja do PT, PSDB ou outra legenda, é adepto do quanto pior, melhor.

O estranho da história, até certo ponto hilariante, é José Carlos Aleluia, presidente estadual do Democratas (DEM), ficar indignado com o “servilismo” do senador Durval.

Aleluia esquece dos tempos do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, quando o carlismo dominava a política da Bahia na base do mandonismo e do chicote.

Aleluia sabe que o “servilismo” e a subserviência foram marcas registradas do carlismo. Ninguém, aí incluindo o próprio Aleluia, ousava desafiar as ordens do chefe ACM.

O destempero emocional de ACM com os subordinados, como bem disse o jornalista Samuel Celestino, “ia do desrespeito total e público ao tratamento às vezes carinhoso que não supria os ataques pessoais, invadindo o campo familiar do auxiliar ou até do aliado”.

No então governo FHC, os governistas do PFL, hoje democratas, se recusaram a assinar o pedido de instalação de uma CPI para apurar as denúncias de corrupção nas privatizações.

Depois, no mesmo governo tucano, estourou outro escândalo envolvendo a PEC da Reeleição, que terminou permitindo o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso. Nada de CPI.

Na época, os jornais, inclusive os grandes de São Paulo, falavam em R$ 200 mil para cada voto de deputado e senador a favor da Proposta de Emenda Constitucional, a famosa PEC da Reeleição.

O discurso da moralidade da coisa pública, quando protagonizado por políticos que no passado eram contra a qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito, não tem consistência e, muito menos, credibilidade.

PS – Ironicamente, o deputado Rubens Bueno, do PPS do Paraná, foi o que melhor definiu as sucessivas denúncias de corrupção no governo Dilma: “Parece saco de caranguejo. Você puxa um e vem outro grudado”.

O VICE DE AZEVEDO

O nome do candidato a vice na chapa encabeçada pelo prefeito Azevedo, que legitimamente busca sua reeleição, já faz parte das conversas entre os democratas (DEM).

O PMDB é o plano A não só do azevismo como do geraldismo. As duas correntes estão de olho no tempo da legenda no horário eleitoral destinado aos partidos políticos.

O PT tem outra preocupação: afastar qualquer possibilidade de coligação do PMDB com o PCdoB. A opinião de que os comunistas só terão candidatura própria com o apoio do PMDB é unânime entre os petistas.

O plano B do DEM é o PSDB do deputado estadual Augusto Castro. O jornalista José Adervan, presidente do diretório municipal, é o nome mais cotado do tucanato.

Falhando os planos A e B, vem o C com Marilene Duarte, a Leninha da Auto-Escola Regional, até agora a mais ilustre filiada do MSP (Movimento dos Sem Partidos).






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