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:: ‘PMDB’

PLANTAÇÃO DE “CABIDE” NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Da Folha de S. Paulo:

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), num cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB.

O loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais do que quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente -de 6 para 26 postos.

Muitos cargos somente foram preenchidos, porém, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Rossi para o comando da Agricultura -o ministério ao qual a Conab responde.
Neste ano, já no governo de Dilma Rousseff, foram definidas 21 nomeações.

Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB.

Receberam cargos, entre outros, um filho de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado; a ex-mulher do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara; um neto do deputado federal Mauro Benevides (CE); e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-governador e ex-presidente do PMDB de São Paulo, que morreu no ano passado.

Se for assinante, clique AQUI para ler mais.

GEDDEL, GERALDO E DAVIDSON

Marco Wense

O PMDB não vai apoiar em Azevedo e, muito menos, Geraldo.

O assunto mais enigmático da sucessão do prefeito Azevedo é, sem dúvida, o que envolve o PCdoB, PMDB e o PT, com Davidson Magalhães, Geddel Vieira Lima e Geraldo Simões.

Cito Davidson, deixando de lado Luís Sena e Wenceslau Júnior, também prefeituráveis pela legenda comunista, porque é o nome da preferência não só de Geddel como de Lúcio Vieira, presidente estadual do PMDB.

Não sei a opinião do médico Renato Costa sobre os três pré-candidatos do PCdoB. A impressão que fica é que Renato, que preside o diretório local, evita falar sobre a “disputa”.

A possibilidade do PMDB apoiar o vereador Wenceslau é muito pequena. Em relação a Sena, é quase nula.  Os senistas, obviamente os mais lúcidos, sabem que não existe sequer resquício de esperança.

Davidson é considerado o mais preparado. O que pode deslanchar durante a campanha. Sobre Sena, pesa o fato de ter sido o vice da petista Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

Difícil mesmo é o peemedebismo se coligar com o PT, com o ex-ministro Geddel de mãos dadas com Geraldo Simões, tendo as companhias dos ex-prefeitos Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Na bela festa de aniversário de 30 anos do jornal Agora, Geddel disse ao jornalista Paulo Lima que o PMDB não vai apoiar “nem Azevedo e, muito menos, Geraldo Simões”.

Em termos percentuais, diria que uma coligação PCdoB-PMDB, com Davidson Magalhães encabeçando a chapa, tem 50% para acontecer. Uma candidatura própria com Ubaldo Dantas, 30%. Com o vereador Wenceslau ou Sena, 15%.

Como o processo é político, e os próprios políticos costumam dizer que na política tudo é possível, os 5% restantes ficam por conta de um palanque com Geddel, Geraldo Simões, Renato Costa, Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Os apupos, em decorrência da estranha e inusitada aliança, serão inevitáveis. Desta vez, Geddel pode ficar tranquilo: as vaias serão democraticamente distribuídas.

A VEZ DOS MÚSICOS

Kocó é pré-candidato.

A candidatura a vereador do conhecidíssimo Kokó do Lordão, pelo Partido dos Trabalhadores, pode incentivar a entrada de outros músicos na política.

O mesmo aconteceu com os militares. Temos hoje, democraticamente eleitos, uma enxurrada deles na vida pública: Capitão Azevedo (prefeito de Itabuna) e o coronel Santana (deputado estadual) são dois exemplos do sul da Bahia.

Sem falar no ex-deputado Capitão Fábio Santana e no major Serpa, convidado a se filiar no PSB para ser o candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Geraldo Simões (PT).

A previsão de votos para Kokó é de mais de dois mil. Como o PT caminha para eleger dois vereadores, o ceplaqueano Emanoel Acilino pode sobrar. A outra vaga seria de Vane do Renascer (reeleição).

Marco Wense é articulista da Contudo.

A SUCESSÃO MUNICIPAL

Marco Wense

Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.

As reações de Wenceslau Júnior, presidente do PCdoB de Itabuna, reafirmando candidatura própria na sucessão de 2012, têm provocado uma incontrolável euforia nos democratas (DEM).

Qualquer comentário de que o PCdoB não terá candidato, novamente apoiando o PT, é logo bombardeado pelos três prefeituráveis da legenda: Davidson Magalhães, Sena e Wenceslau.

Um racha na oposição, principalmente entre comunistas e petistas, é “a azeitona que faltava na empada do prefeito Azevedo”, costuma dizer um azevista de carteirinha.

Tem até correligionários com a opinião de que a reeleição de Azevedo depende mais da cisão oposicionista do que da realização de obras na periferia.

Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.

Com o PCdoB longe do PT, a indicação do candidato a vice na chapa encabeçada por Geraldo Simões seria disputada por socialistas e pepistas.  O empresário Roberto Barbosa, que preside o PP local, é um fortíssimo vice-prefeiturável.

O PT de Geraldo Simões não quer nem ouvir falar do médico Edson Dantas e do vereador Ricardo Bacelar como opções do PSB para uma composição na chapa majoritária.

Não é à toa que Ruy Machado, presidente da Câmara de Vereadores, trabalha para levar o colega Gerson Nascimento para o Partido Socialista Brasileiro.

Ruy Machado sabe que a coligação do PSB com o PT é favas contadas. A senadora Lídice da Mata, mandatária-mor do PSB, já decidiu que o partido deve apoiar o ex-prefeito Geraldo Simões.

De olho no segundo mandato, Ruy Machado, mesmo em outro partido, faria de tudo para emplacar o colega Gerson como vice de Geraldo. A contrapartida do edil seria o apoio a sua reeleição.

Para fazer frente ao ambicioso plano do presidente do Legislativo, alguns membros do diretório vão convidar o major Serpa para se filiar ao PSB, se tornando assim um vice-prefeiturável.

Pelo andar da carruagem, parece que o caminho da reconciliação entre petistas e comunistas é cada vez mais difícil. A tábua de salvação do PCdoB é o PMDB.

O PCdoB não pode lançar candidatura própria sem o imprescindível apoio do PMDB, sem o tempo que a legenda dispõe no horário eleitoral destinado aos partidos políticos.

Davidson Magalhães, por exemplo, não pode fazer uma campanha com alguns segundos na telinha. Uma campanha, digamos, enesiana, na base do “meu nome é Davidson”.

Marco Wense é articulista político.

SANDUÍCHE DE CURURU COM PMDB

O deputado federal Lúcio Vieira Lima, presidente do PMDB na Bahia, chegou a Itabuna nesta terça-feira, 26, e fica até amanhã (28), dia do aniversário da cidade. Ontem, durante evento no Tarik Fontes Plaza Hotel, o peemedebista conversou intensamente com os comunistas Davidson Magalhães, presidente da Bahiagás, e Wenceslau Júnior, vereador de Itabuna.

O PCdoB sonha com o apoio do PMDB nas próximas eleições municipais e não poupa argumentos nem sorrisos (como se vê na foto acima). Valorizando o passe, que será negociado no momento certo, Lúcio sorri mais discretamente.

PEEMEDEBISTA FILIA-SE AO PT EM ITORORÓ

Delmara filia-se ao PT no dia 7.

A vice-prefeita de Itororó, Delmara Brito, definiu a data de sua filiação ao PT. Será no dia 7 de agosto, na abertura de um seminário de formação da juventude petista. Delmara deixou o PMDB no início do ano, após avaliar como inviável a permanência dela na sigla do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Além de Delmara, também se filia ao PT o vereador João Calixto Neto, o Netão, atualmente secretário de Urbanismo e Infraestrutura. Netão deixa o DEM. A legenda petista passa a ter três vereadores em Itororó. O prefeito Adroaldo Almeida comemora o fato de o PT tornar-se o “maior partido do município” com as novas filiações.

FG NÃO É FILIADO AO PMDB

Fernando: oficialmente sem partido.

Nome dos mais badalados da política local depois de apontado como morto politicamente, o ex-prefeito Fernando Gomes é tido e havido como um dos quadros do PMDB itabunense. Mas Fernando está sem partido desde maio do ano passado, quando saiu do DEM.

Até este final de semana, não havia nenhum registro oficial de filiação de “Zé de Cuma” ao PMDB. Não há registro no diretório local peemedebista e no cartório eleitoral em Itabuna, embora seja tratado até como presidente do honra do diretório local.

A informação é confirmada por um membro da Executiva Municipal. “Filiação? Nem de gaveta”, brinca a fonte peemedebista. E mais: o ex-prefeito, apesar de convidado, nunca participou de uma reunião sequer do diretório local.

Dilma afasta “herança maldita” e se aproxima da oposição

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.

O ex-presidente Lula dizia uma coisa certa: “Dilma após eleita irá demonstrar que é uma grande administradora.” Em pouco mais de seis meses na presidência, a presidente Dilma Rousseff tem demonstrado não querer transigir com a corrupção no seu governo.

Diferentemente de Lula, que tentava negar de pronto as denúncias (nunca definitivamente apuradas) no seu governo, denominando-as “tentativas de golpe da oposição”, Dilma vai, aos poucos, mostrando o seu perfil, modo de governar o país, livrando-se sem cerimônia da “herança maldita” deixada por Lula, na forma de “penduricalhos políticos” instalados nos ministérios e nas estatais.

Ao contrário do que dizem os seus “companheiros”, de que a Presidenta Dilma Rousseff é uma “boa gerente” e uma má política, ela vem demonstrando, mineiramente, o seu desacordo com o modus operandi de fazer política em nome da governabilidade, até então estabelecido no poder.

Ao se aproximar do PSDB, ao promover gestos claros de cortesia para com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda hoje um dos principais ícones da atual oposição, Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.

Assim, emite sinais claros de que poderá estabelecer uma relação ética de governo com os partidos de oposição liderados pelo PSDB, reequilibrando suas forças sem a necessidade de ter que aceitar imposições e negociações que vão além dos seus princípios éticos de governar.

Os comentários ganharam força nesse sentido quando, no dia de ontem, o atual presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, foi recebido no Palácio do Planalto pela ministra Ideli Salvatti, coordenadora política de Dilma Rousseff.

Membros insatisfeitos da base aliada do governo dão sinais evidentes de frustração, ao alimentarem o ego do ex-presidente Lula, pregando a sua “re-reeleição” em 2014, em substituição a Dilma.

Gerson Menezes é publicitário e marqueteiro político.

GEDDEL VOLTA AOS TREINOS…

Via Twitter, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, avisa que voltará aos treinos de “tiro ao Wagner”:

– Tô aqui gravando comerciais do PMDB. Vamos levar à TV crítica qualificada sobre deficiência dessa gestão [que] atrasa [o desenvolvimento] da Bahia – diz, no microblog.

Os comerciais do peemedebê vão ao ar nos próximos dias.

EMPRESAS E ELEIÇÕES MUNICIPAIS

A formação do comitê em favor da Emasa como empresa pública foi o primeiro ato do processo eleitoral que se avizinha. No plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna, havia nada menos que seis siglas, uma verdadeira frente partidária.

Luís Sena, que sempre combateu a privatização, encontrou a bandeira ideal para reavivar uma pré-candidatura que andava cambaleante e, pelo que se diz, minada pelo próprio PCdoB.

Entre os cururus, há três postulantes ao Centro Administrativo Firmino Alves. Wenceslau Júnior, um deles, também aproveitou para surfar nas águas da Emasa. Na reunião de ontem, o esperto vereador colou no ex-deputado Renato Costa (PMDB), com quem travou diálogos sussurrados ao pé do ouvido, que alguns (como Jairo Araújo, presidente do Sindicato dos Comerciários) esforçavam-se na tentativa de captar.

AS DIFICULDADES DE KALID

Marco Wense

O caminho para a formação de uma boa coligação é complicado. As legendas da base aliada do governo Wagner estão descartadas.

O arquiteto Ronald Kalid, ex-secretário municipal de Viação e Obras do então governo Ubaldo Dantas, é um bom nome para a sucessão do prefeito José Nilton Azevedo (DEM).

Não há nenhuma voz que ponha em dúvida a capacidade, honestidade e, principalmente, a sua coerência diante do emaranhado jogo político, onde o interesse pessoal prevalece sobre o público.

Ronald Kalid, em que pese o apoio incansável e entusiasmado de José Adervan, presidente do PSDB de Itabuna, tem inúmeros obstáculos, alguns até intransponíveis.

O primeiro entrave é a cúpula estadual do tucanato, ainda indecisa sobre o lançamento de candidatura própria na disputa pelo cobiçado Centro Administrativo Firmino Alves.

O caminho para a formação de uma boa coligação é complicado. As legendas da base aliada do governo Wagner estão descartadas. As que fazem posição – DEM, PPS, PR e o PMDB – não vão se juntar ao PSDB.

O DEM de Maria Alice, se não houver nenhuma surpresa, deve apoiar a reeleição do prefeito Azevedo. O PPS é uma gigantesca interrogação. O PR do vereador Roberto de Souza quer distância do PSDB de Adervan. O PMDB de Renato Costa quer Ubaldo Dantas como candidato.

É evidente que os diretórios municipais não têm autonomia para uma decisão definitiva. Os partidos vivem sob a batuta autoritária do comando estadual. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Para complicar, ainda tem o deputado tucano Augusto Castro contrário a qualquer iniciativa de candidatura própria pelo PSDB, já que é aliado do prefeito Azevedo.

Como não bastassem todas essas dificuldades, o prefeiturável Ronald Kalik tem pela frente a opinião dos amigos que acham sua candidatura uma loucura de Adervan.

PS – A “loucura” de Adervan lembra a dos ceplaqueanos quando lançaram Geraldo Simões na disputa pela prefeitura de Itabuna. Deu no que deu: o petista virou chefe do Executivo por dois mandatos.

UBALDO DANTAS

O comando estadual do PMDB, tendo a frente o deputado Lúcio Vieira Lima, presidente estadual da legenda, vai conversar com o ex-prefeito Ubaldo Dantas sobre a sucessão municipal.

Lúcio, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, gostou da lembrança do nome de Ubaldo para a disputa da prefeitura de Itabuna na eleição de 2012.

O nome de Ubaldo causou um rebuliço no processo sucessório. Para muitos, a candidatura de Ubaldo elimina qualquer chance de vitória do PT, seja com Juçara Feitosa ou Geraldo Simões.

Marco Wense é articulista da Contudo.

A CANDIDATURA DE UBALDO

Marco Wense

Difícil mesmo é convencer Ubaldo a entrar na areia movediça do processo sucessório.

Até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que o ex-prefeito de Itabuna, Ubaldo Porto Dantas, é o melhor nome do PMDB para disputar a sucessão de 2012.

Ubaldo, mesmo sendo um ex-alcaide, encarna a figura do novo diante de um Fernando Gomes e Geraldo Simões, também ex-prefeitos de quatro e dois mandatos, respectivamente.

Difícil mesmo é convencer Ubaldo a entrar na areia movediça do processo sucessório. Uma missão espinhosa para o bom médico Renato Costa, presidente do PMDB e idealizador do “Volta, Ubaldo”.

SENA, WENCESLAU E DAVIDSON

Confesso, e já deixei nas entrelinhas essa minha preferência, que torço para que o ex-vereador Luis Sena seja o nome do PCdoB na sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

Mas não posso deixar de dizer, principalmente em respeito ao caro leitor, que a legenda comunista, tendo no comando Wenceslau Júnior, faz de tudo para enfraquecer a legítima pretensão de Sena.

Como o PCdoB sempre passa a impressão de que existe uma união inabalável entre os companheiros, fica tudo, digamos, colorido e decorado com bolinhas vermelhas.

MAIS UM

O suplente de vereador Carlinhos Cardoso, filho do saudoso professor Everaldo Cardoso, é mais um que vai disputar à presidência do diretório do PT de Itabuna.

O advogado Iruman Contreiras também vai para o embate com o deputado federal Geraldo Simões, cada vez mais distante dos “companheiros” e mais próximo de si mesmo.

Marco Wense é articulista da revista Contudo.

LÚCIO INDICADO A VICE-LÍDER DO GOVERNO

Lúcio vira vice-líder no Congresso.

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) foi escolhido vice-líder do governo no Congresso Nacional. O parlamentar, que também é presidente estadual do PMDB, credita a escolha à “conduta de defesa da presidente Dilma Rousseff” no parlamento.

Lúcio disse estar “lisonjeado com a indicação” e antecipou que manterá sua postura de combate ao governo do petista Jaques Wagner na Bahia.”Fico muito feliz de ter meu trabalho reconhecido”, disse, por meio da assessoria. “Vou fazer todo o possível para superar esse desafio”.

PREFEITURÁVEIS, COLIGAÇÕES E PARTIDOS

Marco Wense

Qualquer análise, mesmo dentro de uma razoável lógica, é prematura.

Alguns leitores acharam, e com certa razão, que a última Coluna Wense ficou incompleta porque não fez nenhuma relação entre os pré-candidatos e o apoio dos partidos.

De início é bom dizer que ainda é cedo para comentar sobre as prováveis coligações em torno dos pretendentes ao cobiçado Centro Administrativo de Itabuna. Qualquer análise, mesmo dentro de uma razoável lógica, é prematura.

É evidente que teremos os “cabeças de chapa”. Ou seja, as legendas que vão encabeçar a majoritária: Juçara Feitosa pelo PT, o DEM com o prefeito Azevedo (reeleição) e o PCdoB com Davidson, Sena ou Wenceslau.

Vane do Renascer e Leninha Duarte, ainda partidariamente indefinidos, podem também assumir a condição de protagonistas do emaranhado jogo sucessório, respectivamente pelo PRB e PDT. Sem falar no PMDB de Fernando Gomes.

O deputado federal Geraldo Simões, obviamente o principal articulador da pré-candidatura de Juçara Feitosa, corre atrás do PP de Roberto Minas Aço. O PSB é considerado como certo. Como favas contadas.

O prefeito José Nilton Azevedo, que pretende quebrar o tabu da reeleição, já que nenhum chefe do Executivo conseguiu se reeleger, acredita em uma coligação DEM, PSDB, PR, PTB e PV.

Os meninos do PCdoB, de olho no horário eleitoral, trabalham para atrair o PMDB do médico Renato Costa, que pode ser o candidato a vice-prefeito na chapa comunista.

A única coisa certa é que o PT vai disputar a prefeitura de Itabuna na eleição de 2012, seja com a ex-primeira-dama Juçara Feitosa ou Geraldo Simões.

RONALD KALID

O jornalista José Adervan, presidente do diretório municipal do PSDB, defende candidatura própria na sucessão de 2012, contrariando o deputado tucano Augusto Castro, hoje aliado do prefeito Azevedo.

Adervan, também proprietário do jornal Agora, é um entusiasmado defensor da candidatura do arquiteto Ronald Kalid, ex-secretário de Viação e Obras do então governo Ubaldo Dantas.

O problema todo é que Kalid, sem dúvida um bom nome, não demonstra nenhum apetite pelo poder. Fica politicamente desnutrido. Política se faz querendo. Ronald Kalid não quer.

Marco Wense é articulista político e colunista da Contudo.

UBALDO DE VOLTA À DISPUTA

D´O Trombone

O ex-prefeito de Itabuna, Ubaldo Dantas, esperto que só, fez a leitura certinha do momento político itabunense e já se colocou à disposição de seu partido, o PMDB, para encarar mais uma campanha.

Analisa Ubaldo que a próxima eleição vai ser decidida em critérios bem claros: uma boa chapa deverá aliar um nome com capacidade de planejamento e de busca de recursos com outro leve e com experiência administrativa.

Para esse jogo, Ubaldo se vê em situação privilegiada, justamente devido à sua experiência e boa aceitação. Resta agora definir o companheiro – ou companheira? – de chapa.

“Saúde não me falta”, garante o ex-prefeito.

Por enquanto, só duas dezenas (15/65) para jogar na “Quina de São João”

Zelão

Caso venha mesmo a se confirmar a candidatura do PCdoB para o pleito de 2012 em Itabuna, a coligação entre PCdoB e PMDB será possível de se realizar. Acontecendo, terá o candidato do PCdoB como cabeça da chapa majoritária e o PMDB ficará com a indicação da vice, que poderá ser um nome novo no partido, possivelmente indicado pelo ex-prefeito Fernando Gomes, presidente de honra do diretório municipal. Um dos possíveis nomes cogitados por Fernando é o do professor Gustavo Lisboa (ainda não filiado ao PMDB).

Dificilmente o PT reeditará a coligação com o PCdoB (salvo se for Geraldo Simões o candidato), a não ser por interferência e negociações assumidas diretamente pelo governador Jaques Wagner. Existem ainda negociações entre o PCdoB, PSDB, PPS e PSB, para a formação de uma ampla frente partidária contrária as pretensões do PT, e quem sabe até do DEM, caso o atual prefeito concorra por essa legenda em busca da reeleição, ou venha a ser substituído pelo deputado Coronel Santana do PMN (filial do DEM).

SECRETÁRIO DIZ QUE INSTALAÇÃO DE REFLETORES ESTÁ LICITADA

O secretário de Esportes de Itabuna, José Alcântara Pelegrine, disse ao PIMENTA que a reinstalação dos refletores no estádio Luiz Viana Filho ocorrerá dentro de pouco tempo. “O serviço já foi licitado e deve ser iniciado a qualquer momento”, afirmou.

Segundo Alcântara, as lâmpadas estão guardadas em uma área do próprio estádio, mas será refeita toda a estrutura para a montagem dos refletores. “Antes de iniciar o campeonato baiano (da segunda divisão), nós comunicamos à Federação Baiana e à presidência do Itabuna Esporte Clube que os horários dos jogos no Luiz Viana teriam que ser adequados a essa condição”, explicou o secretário.Alcântara informou que o placar eletrônico do estádio já foi adquirido e também será instalado em breve.

O blog apurou que está havendo uma disputa pela Secretaria de Esportes, embora o secretário minimize a questão política. Nos bastidores, corre a versão de que o PMDB estaria de olho no cargo de Alcântara. O presidente do Itabuna, Ricardo Xavier, que é do partido, já se encontra na folha da Secretaria, na qual exerce a função exatamente de administrador do estádio.

Clique aqui para ver o protesto da torcida do Azulino contra a falta de refletores.

NA BUSCA DOS PARTIDOS

Marco Wense

Os senhores pré-candidatos – e aí não tem nenhuma exceção, ninguém é santo – acreditam no “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou seja, na hierarquia autoritária dos partidos.

Os prefeituráveis, obviamente com os olhos direcionados para o Centro Administrativo de Itabuna, começam a procurar os partidos para a formação das coligações e, como consequência, o fortalecimento das suas pré-candidaturas.

As conversas com o comando municipal das legendas, especificamente com o presidente do diretório ou da comissão provisória, já estão acontecendo. É a primeira estocada. A fase, digamos, provinciana do processo eleitoral.

A segunda iniciativa, no caso de fracasso nas negociações com as lideranças tupiniquins, é com a cúpula estadual das agremiações partidárias, quase sempre indiferente diante das posições assumidas na planície.

Depois, como terceira e última tentativa, os prefeituráveis vão atrás dos parlamentares – deputados e senadores – que têm influência na executiva nacional dos partidos, forçando, de cima para baixo, um apoio negado pelos comandos municipal e estadual.

O deputado federal Geraldo Simões (PT), por exemplo, em busca do apoio do PMDB de Itabuna na sucessão do prefeito Azevedo, conversa, lá no Congresso Nacional, com o colega Lúcio Vieira Lima, presidente estadual do peemedebismo baiano.

Os senhores pré-candidatos – e aí não tem nenhuma exceção, ninguém é santo – acreditam no “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou seja, na hierarquia autoritária dos partidos.

Na busca de apoio, os prefeituráveis não medem esforços para alcançar os seus objetivos.

GEDDEL E O PC DO B

O ex-ministro da Integração Nacional do governo Luís Inácio Lula da Silva, Geddel Vieira Lima, parece que só reconhece a pré-candidatura de Davidson Magalhães.

Em toda entrevista sobre a sucessão de Itabuna, o ex-candidato a governador diz que o PMDB pode apoiar Davidson, excluindo Sena e o vereador Wenceslau Júnior, também prefeituráveis pela legenda comunista.

LENINHA E O PDT

A prefeiturável Marilene Duarte, a simpática Leninha da Auto-Escola Regional, ainda sem legenda, pode ir para o Partido Democrático Trabalhista – o PDT do saudoso Leonel de Moura Brizola.

Marco Wense é articulista da revista Contudo.

ACM NETO LIDERA PESQUISA EM SALVADOR

O deputado federal ACM Neto (DEM) lidera a corrida sucessória em Salvador, conforme levantamento divulgado nesta sexta (27) pela Potencial Pesquisa. As intenções de voto no democrata variam entre 18,66% e 20,4%, a depender dos nomes apresentados.

Neto atinge seu melhor percentual, na estimulada, quando a simulação não apresenta o nome de Pinheiro (PT). Quando a simulação inclui o petista, as intenções em ACM Neto recuam para 18,66%.

Pinheiro, aliás, é o petista com melhor desempenho na pesquisa feita entre os dias 21 e 24 de maio. As intenções de voto nele variam entre 12,94% e 13,18%. A Potencial, no entanto, não divulgou o universo de eleitores soteropolitanos pesquisados.

Quando o cenário não apresenta o nome de Pinheiro, a candidatura melhor posicionada entre os partidos aliados do governador Jaques Wagner é a de Pelegrino, também do PT. Logo depois, vem Lídice da Mata (PSB).

ACM Neto apresenta maiores índices de intenções de voto, mas é também o mais conhecido dentre os candidatos (81%) ante 65,2% de Pinheiro, por exemplo. O nome mais rejeitado pelo eleitorado soteropolitano é o do peemedebista Geddel Vieira Lima (38,3%), seguido de ACM Neto (33,3%). Entre os principais nomes, Lídice da Mata (PSB) é a de menor rejeição: 29,6%.

Confira alguns dos cenários:

CENÁRIO 1
ACM Neto (DEM) – 18,66%
Nelson Pelegrino (PT) – 10,20%
Lídice da Mata (PSB) – 8,71%
Antônio Imbassahy (PSDB) – 7,21%
Mauricío Trindade (PR) – 5,22%
Geddel Vieira Lima (PMDB) – 3,23%
Deraldo Damasceno (PSL) – 1,74%
Marcos Medrado (PDT) – 1,49%
Edvaldo Brito (PTB) – 1,24%
Alice Portugal (PCdoB) – 0,75%
Hilton Coelho (PSOL) – 0,75%
Fátima Mendonça (PV) – 0,50%
Maria Luiza (PSC) – 0,25%
Nulo / Branco – 17,66%
Não Sabe / NQR – 22,39%

CENÁRIO 3

ACM Neto (DEM) – 18,66%
Walter Pinheiro (PT) – 13,18%
Lídice da Mata (PSB) – 7,96%
Antônio Imbassahy (PSDB) – 6,22%
Mauricío Trindade (PR) – 3,73%
Geddel Vieira Lima (PMDB) – 3,73%
Edvaldo Brito (PTB) – 1,49%
Deraldo Damasceno (PSL) – 1,49%
Marcos Medrado (PDT) – 1,49%
Alice Portugal (PCdoB) – 1,00%
Hilton Coelho (PSOL) – 0,75%
Fátima Mendonça (PV) – 0,50%
João Leão (PP) – 0,25%
Maria Luiza (PSC) – 0,25%
Nulo / Branco – 17,16%
Não Sabe / NQR – 22,14%


CENÁRIO 6

ACM Neto (DEM) – 20,40%
Nelson Pelegrino (PT) – 9,95%
Lídice da Mata (PSB) – 9,45%
Antônio Imbassahy (PSDB) – 7,46%
Maurício Trindade (PR) – 4,23%
Deraldo Damasceno (PSL) – 1,99%
Edvaldo Brito (PTB) – 1,49%
Alice Portugal (PCdoB) – 1,00%
Marcos Medrado (PDT) – 1,00%
Hilton Coelho (PSOL) – 0,75%
Fátima Mendonça (PV) – 0,50%
Maria Luiza (PSC) – 0,50%
Marcelo Guimarães Filho (PMDB) – 0,50%
Nulo / Branco – 17,91%
Não Sabe / NQR – 22,89%

Confira a pesquisa completa

ENTERRO DE MÁRCIO VELOSO SERÁ NO PONTAL

O corpo do advogado Márcio Veloso, filho do ex-deputado federal Raymundo Veloso, ainda está sendo velado na Loja Maçônica Regeneração Sul-Bahiana, de onde segue para sepultamento às 10 horas desta quinta-feira, 26. O enterro será no cemitério São João Batista, no bairro do Pontal, zona sul de Ilhéus.

Márcio Veloso, que completaria 38 anos em novembro, foi encontrado morto na manhã de ontem, em seu apartamento na Avenida Soares Lopes.

POLÍCIA INVESTIGA MORTE DE MÁRCIO VELOSO

O ex-deputado Veloso e o filho Márcio (Foto Divulgação).

O delegado regional em Ilhéus, Irineu Campos, esteve nesta manhã no apartamento do advogado Márcio Veloso, dirigente partidário e filho do ex-deputado federal Raymundo Veloso. A polícia apura as circunstâncias da morte do coordenador regional do PMDB.

O corpo de Márcio Veloso permaneceu no apartamento, na avenida Soares Lopes, por toda a manhã. Uma empregada foi quem primeiro viu o corpo do dirigente partidário nas primeiras horas da manhã desta quarta (25).

Somente o trabalho dos peritos legais apontará a verdadeira causa da morte de Márcio Veloso. A primeira versão para o caso foi de overdose de medicamento para depressão (suicídio), mas a polícia não descarta ter sido morte natural.

O advogado, chefe de gabinete de Raymundo Veloso e figura controversa na política ilheense, enfrentava uma forte depressão após a derrota eleitoral em 2010, quando tentou vaga à Assembleia Legislativa baiana. Ficaram as dívidas, sumiram os amigos e, mais recentemente, Márcio acabou se separando.






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