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:: ‘PMDB’

GEDDEL COM AÉCIO

Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

DILMA E OS “ALIADOS”

marcowenseMarco Wense

 

O PMDB, que não consegue ficar distante das tetas do erário público, vai fazer uma enquete com seus deputados, senadores e presidentes de diretórios regionais sobre a reeleição.

 

Quando a presidente Dilma Rousseff desfrutava de uma invejável popularidade, com um índice de aprovação ao governo bem próximo de 70%, os aliados eram dilmistas desde criancinha.

Qualquer ataque da oposição, tendo na linha de frente os tucanos, era logo rebatido por parlamentares da base aliada. Tinha até briga para ser o primeiro da fila.

Ficavam mais dilmistas na medida em que Dilma crescia nas pesquisas de intenção de votos. Sem falar na bajulação e no nojento e repugnante puxa-saquismo.

Hoje, com Dilma despencando nas consultas populares, perdendo 30 pontos, as legendas “aliadas” tramam contra o projeto do segundo mandato consecutivo.

O PMDB, que não consegue ficar distante das tetas do erário público, vai fazer uma enquete com seus deputados, senadores e presidentes de diretórios regionais sobre a reeleição.

O PCdoB, aliado histórico do petismo, principalmente nas eleições para o Palácio do Planalto, através do seu presidente nacional, Renato Rabelo, já diz que “não existe apoio automático ao PT”.

O PSD, aqui na Bahia sob o comando do vice-governador e ex-carlista Otto Alencar, caminha no mesmo sentido. Ou seja, de que o partido tem autonomia para apoiar quem quiser.

O PSB, com a pré-candidatura do presidenciável Eduardo Campos, dispensa comentários. A candidatura própria já é um claro sinal de rompimento.

O PDT continua rachado. Meio a meio. O presidente da legenda brizolista, Carlos Lupi, empurra o partido para Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes e governador de Pernambuco.

O PT, quando o assunto é a reeleição de Dilma, trabalha, sorrateiramente, a favor do plano B, com Luiz Inácio Lula da Silva disputando o terceiro mandato. O retorno do “Lula lá”.

Concluindo, diria que a candidatura de Dilma só é desejada pelos partidos de oposição, com destaque para o PSDB, DEM e o PPS. O oposicionismo, pelo menos neste ponto, não é traiçoeiro nem hipócrita.

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PRETENSÕES POLÍTICAS

marcowenseMarco Wense

Já temos um bom número de pré-candidatos a deputado estadual. Todos querendo marcar posição e de olho na sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

Aposta bem quem diz que o pretenso candidato é um, digamos, aspirante de prefeiturável. Sonha diariamente com a cobiçada prefeitura de Itabuna.

É evidente que entre os “prefeituráveis” tem os que entram na disputa só para negociar a pré-candidatura. São conhecidos como prostitutas do processo eleitoral.

Não é o caso, por exemplo, citando apenas quatro nomes, da professora Acácia Pinho e dos médicos Renato Costa, Antonio Vieira e Edson Dantas, respectivamente pelo PDT, PMDB, DEM e PSB.

Cabe ao eleitor, além de votar em candidatos da região, principalmente com domicílio eleitoral em Itabuna, separar o joio do trigo, sob pena de enterrar de vez a tão lamentada falta de representatividade política.

A eleição de 2014 passa a ser uma espécie de teste para a sucessão municipal de 2016. Quem tiver uma votação bem abaixo do esperado fica automaticamente descartado.

O governo Vane será também um importante indicador. Um prefeito forte, disputando o segundo mandato, inibe os pretendentes. Os mais vistosos são os ex-alcaides Fernando Gomes e Geraldo Simões.

PS – Para alguns leitores, a discussão sobre a sucessão de Claudevane Leite é prematura e intempestiva. Para outros, não. O processo sucessório já começou.

VANE E O PODER

(Foto Pimenta)

(Foto Pimenta)

Confesso que torço – e muito – para que o prefeito Claudevane Leite faça um bom governo. E o motivo é um só: Itabuna não suporta mais uma administração desastrosa e irresponsável. Seria o caos.

O problema é que fica parecendo que o chefe do Executivo não está gostando do que faz. Fazer gostando, seja na vida pública ou privada, é imprescindível.

A prova maior da falta de apetite político do prefeito é a dúvida em relação a sua presença nos eventos. Se Vane vai comparecer ou vai mandar o vice Wenceslau representá-lo.

Força, Vane. Acreditamos em você. Que Deus te ilumine.

POLÍTICOS CRITICAM TIME DO BAHIA; DEPUTADA MANDA JORGINHO TREINAR NO “INFERNO”

DIANTE DO VITÓRIA, BAHIA SOFREU GOLEADA: 5 A 1

JORGINHO NÃO É MAIS TÉCNICO DO TRICOLOR

Geddel desliga telefone para não ouvir gozações (Foto ABr).

Geddel desliga telefone para não ouvir gozações.

A derrota do Bahia por 5 a 1 para o rival histórico, o Vitória, provocou crítica de políticos baianos, como Geddel Vieira Lima e Lídice da Mata, à diretoria do Tricolor de Aço.

Agindo como torcedor ainda sentido pela goleada histórica, o ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) soltou um palavrão no Twitter para descrever a qualidade técnica do elenco: “Esse time do Bahia é ruim para c……”.

Lídice pede a cabeça do presidente do Bahia.

Lídice pede a cabeça do presidente do Bahia.

Ex-prefeita de Salvador e senadora baiana, Lídice de Mata (PSB) direcionou suas críticas ao presidente do Bahia, o deputado federal Marcelo Guimarães Filho (PMDB).

– Abaixo Marcelinho! Não adianta tirar Jorginho q [que] ñ [não] tem culpa se ñ [não] tem jogador.

Logo após o apito final, Geddel informou que iria desligar os telefones para não sofrer gozações de políticos e amigos torcedores do Vitória.

A deputada estadual Luiza Maria (PT), diante do resultado, soltou um “só (ric) rindo pra não chorar”. Antes, foi mais incisiva, jogando a culpa no treinador do Bahia:

– É seu Jorginho, vá treinar no inferrrrnoooo!!!!

O técnico pediu demissão logo após o jogo. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva.

Torcedor ilustre do Bahia, o governador Jaques Wagner foi ao estádio para assistir ao jogo histórico. E, de um dos camarotes, viu o seu time levar sapecada também histórica (veja matéria abaixo).

O ex-deputado federal Emiliano José (PT), hoje na suplência, defende realização de eleições abertas para escolha de dirigentes dos clubes de futebol, numa crítica indireta ao método que manteve Marcelo Guimarães Filho na presidência do Bahia.

TEMPORADA DESASTROSA

O Tricolor de Aço tem um dos piores inícios de temporada dos últimos 20 anos. Em fevereiro, o time foi eliminado ainda na fase classificatória da Copa do Nordeste e ficou mais de 40 dias sem jogar. No Baianão, o time lidera o Grupo 2, mas tem apenas 5 pontos em quatro jogos. No grupo do Vitória, o último colocado, o Vitória da Conquista, tem a mesma soma de pontos do tricolor.

O resultado de hoje levou torcedores a fazer troça do Bahia. Troça e trocadilho:

– A Páscoa já passou? Não tem problema, o Jahia acabou de garantir o seu chocolate… – brincou Victor Marcel Costa, que torce para o Vitória. Mas houve torcedor do Bahia que brincou com a situação do time.

O comunicólogo Luiz Carlos Júnior relacionou o nome do estádio (Arena Itaipava) à “sede” dos jogadores para explicar o fraco desempenho do time.

ALDENES VERSUS DAVIDSON

marco wense1Marco Wense

Um Aldenes Meira independente, com personalidade, conduzindo a digna instituição com respeito, enfraquece a corrente do PCdoB contrária a sua legítima pretensão de se candidatar ao Parlamento estadual.

Já começou o burburinho em torno da votação das contas de 2011 e 2012 do ex-prefeito José Azevedo, ainda filiado ao Partido do Democratas, o DEM de Maria Alice.

O “ainda” é porque Azevedo quer trocar o DEM pelo PMDB do médico Renato Costa, que vai terminar vivendo o dilema do “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.”

O bicho pega porque Renato não pode ser ingrato com o ex-prefeito, seu aliado na sucessão de 2012. A dobradinha DEM-PMDB colocou Renato como candidato a vice na chapa da reeleição.

O bicho come porque o discurso da ética, que sempre norteou a carreira de Renato, com a filiação de um político que vai ser alvo de inúmeros e variados processos, fica comprometido. Desacreditado.

Alguns membros do diretório do PMDB querem que a filiação de José Azevedo fique condicionada à aprovação das suas contas pela Câmara de Vereadores.

O “condicio sine qua non” não agrada o comando estadual da legenda, já que o ex-prefeito pode ser um importante aliado de Geddel Vieira Lima na sucessão do governador Jaques Wagner (PT).

A grande expectativa fica por conta de Aldenes Meira, presidente do Legislativo municipal e pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB, partido sob a batuta do vice-prefeito Wenceslau Júnior.

Aldenes sabe que sua ascensão política depende do seu desempenho na Casa. E nada melhor do que a rejeição das contas do ex-alcaide para colocá-lo na mídia. Na vitrine eleitoral.

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ACM NETO E A ESPERANÇA DA OPOSIÇÃO

ACM Neto descartou o Palácio de Ondina em 2014, mas as pesquisas...

ACM Neto descartou Ondina em 2014, mas as pesquisas…

Deputados de oposição ao Governo Wagner partiram em romaria ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), na última terça, 12. Ouviram o prefeito, mas a visita tinha, na verdade, o intuito de saber das intenções dele quanto à sucessão de Jaques Wagner.

Neto – estrategicamente, talvez – disse que seus planos para 2014 passam longe do Palácio de Ondina. O foco dele é outro palácio, o Thomé de Sousa, onde pretende ficar até 2016. E, quem sabe, disputar a reeleição.

A oposição considera o prefeito de Salvador o nome mais viável para fazer frente à candidatura governista e a pontinha de esperança dos oposicionistas vem das pesquisas. Em geral, elas mostram que há espaço para a oposição.

O deputado tucano Augusto Castro, por exemplo, cita levantamento em Itabuna que confere quase 40% das intenções de voto, na estimulada, para o neto de Antônio Carlos Magalhães, dado que não difere muito do quadro em todo o Estado. “Essa é a nossa esperança [trunfo]”, diz Castro.

Outros nomes no tabuleiro oposicionista são os de José Ronaldo (DEM), prefeito de Feira de Santana e agora no terceiro mandato, e João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João. Outras alternativas: o tucano Antônio Imbassahy e o peemedebista Geddel Vieira Lima.

À ESPERA DA “REBARBA”

ricardo xavier siteQuem acompanha de perto a briga de Solon Pinheiro pelo mandato do vereador Carlos Coelho, ambos do DEM, é o peemedebista Ricardo Xavier.

Entendendo a possibilidadade de anulação dos votos de Coelho pode determinar recálculo do quociente eleitoral , o diretório do PMDB interpôs embargos de declaração na justiça . Quer saber qual a extensão da sentença do juiz André Vieira Dantas, da 28ª Zona Eleitoral, que cassou o mandato do democrata por compra de votos.

A interpretação da legenda é a de que, caso os votos sejam anulados, o DEM ficará abaixo do quociente e até Solon Pinheiro dança. Nesse caso, quem pode ser dar bem é Xavier.

DILMA CRITICA “MERCADORES DE PESSIMISMO”

dilma51Da Agência Brasil

Um dia após o anúncio do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012, que ficou em 0,9%, abaixo das expectativas do governo, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje – ontem –  (2), durante a Convenção Nacional do PMDB, que o Brasil voltará a crescer este ano. Ela criticou os “mercadores do pessimismo”, que apostam no fracasso do país.

Ao lado das principais lideranças peemedebistas, como o vice-presidente da República, Michel Temer, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), Dilma frisou que vão errar aqueles que apostam no fracasso econômico do Brasil.

“Mais um vez, os mercadores do pessimismo vão perder. Vão perder como perderam quando previram o racionamento de energia em janeiro e fevereiro e, mais uma vez agora, quando apostam todas as fichas no fracasso do país. Eles vão se equivocar. Tenho certeza de que todos vocês sabem que torcer contra é o único recurso daqueles que não sabem agir a favor do Brasil”, discursou a presidenta para militantes do PMDB.

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COLUNISTA D´O GLOBO DIZ QUE GEDDEL TENTA DESESTABILIZAR RELAÇÃO ENTRE DILMA E PMDB

Geddel: "humilhado" com cargo 'de m...." na Caixa.

Geddel: jogando com o inimigo.

O jornalista Jorge Bastos Moreno, d´O Globo, diz em seu blog que os irmãos Vieira Lima jogam para promover a discórdia na relação Dilma Rousseff-PMDB.

A nota começa falando da negativa do governo em relação a um possível, porém improvável, rompimento entre petistas e peemedebistas. E explica por que a presidente da República, hoje, não pôde falar de nova dobradinha com o PMDB em sua estratégia de reeleição. A presidente participou de convenção peemedebista.

Na parte final da nota, Bastos Moreno atribui a Geddel Vieira Lima, hoje na Caixa Econômica, e ao deputado Lúcio Vieira Lima a estratégia de parte do PMDB em desestabilizar a relação com o governo, já com vistas a 2014.

Eis parte do texto:

“O Planalto identificou nos irmãos Geddel/Lúcio Vieira Lima toda a tentativa de desestabilizar a relação do governo com o PMDB.

Geddel mesmo reconhece que seu cargo no governo não passa de uma sinecura.

Dilma só ainda não o demitiu porque é malvada: quer humilhá-lo nesse cargo insignificante.

Dilma alega que não perde tempo com Geddel.

Geddel, por sua vez, fala mal da Dilma pra todo mundo e diz que não tem medo de perder “esse cargo de….”, ah, vc sabe, leitor, como diria Ancelmo.”

Confira aqui a íntegra da nota.

CARGO DEFINIDO NO VOTO

Os administradores de distritos da pequena Arataca, no sul da Bahia, foram definidos por meio do voto. Os cargos são de livre nomeação, de confiança.Só que o gestor de lá, Fernando Mansur, conhecido como Ferlu, quis fazer diferente. Com muita gente de olho em um salário de R$ 1,1 mil, ele passou a decisão para os moradores de Anuri, Prata e Vila Jequié.

A escolha no voto foi à moda antiga, na cédula. Nada de urna eletrônica. Por enquanto, ninguém reclamou de compra de voto ou favorecimento. Ferlu diz que a forma de escolha dá legitimidade aos novos administradores. José Zózimo de Oliveira, o Zé de Sota, foi eleito em Anuri, Elias Reis de Matos levou em Pratas e em Vila Jequié o Cláudio da Silva, o Dingola, foi o ungido.

DENÚNCIA DE LÍDER COMUNITÁRIO DESENCADEOU “OPERAÇÃO INUNDARE”, DA PF, EM ILHÉUS

Policiais federais cumprem mandado de busca e apreensão na prefeitura de Ilhéus (Foto Gidelzo Silva/GovIL).

Policiais federais cumprem mandado na prefeitura de Ilhéus (Foto Gidelzo Silva/GovIL).

A denúncia do líder comunitário de uma das localidades que deveriam ser atendidas por verbas do Ministério da Integração Nacional, em 2010, foi o estopim para que a Polícia Federal deflagrasse a Operação Inundare, hoje, em Ilhéus. O líder comunitário fez a denúncia ao descobrir que a sua comunidade constava como contemplada no pacote do Ministério da Integração, mas as obras não foram realizadas.

As obras deveriam ser executadas em 2010, quando o Ministério da Integração Nacional era comandado pelo baiano João Santana, ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. A operação resultou no cumprimento de sete mandados de busca e apreensão, um deles cumprido na residência do ex-secretário da Fazenda, Jorge Bahia, que também foi chefe de gabinete do ex-prefeito Newton Lima.

A verba de R$ 10 milhões para obras de contenção de encostas e ações contra desastres naturais foi repassada quando o ministério ainda estava sob o controle do PMDB baiano.

Nos bastidores da política ilheense, há o temor de que as investigações respinguem em nomes do PMDB da Bahia e em lideranças que antes pertenciam ao PSC e hoje estão abrigadas em outras siglas.

De acordo com a Polícia Federal, pelo menos R$ 400 mil foram, comprovadamente, desviados por meio de uma empreiteira subcontratada. Os valores foram sacados em espécie e repassados a ex-funcionários da Prefeitura. Existe a possibilidade de que parte do dinheiro tenha irrigado campanhas de políticos ligados ao esquema.

DINHEIRO E ARMAS

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do ex-secretário Jorge Bahia, agentes da Polícia Federal apreenderam cerca de R$ 21 mil em dinheiro, além de arma. Bahia foi conduzido coercitivamente (à força) para a sede da PF em Ilhéus para ser ouvido, sendo liberado após depoimento.

WAGNER DEFENDE ALIADO NA DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA EM 2018

Wagner defende aliado na disputa presidencial em 2018.

Wagner defende aliado em 2018.

O governador Jaques Wagner surpreendeu petistas em sua passagem pela capital pernambucana, na noite da segunda-feira, 25, quando defendeu que o PT abra espaço na disputa pela presidência da República a um dos partidos aliados em 2018. O gesto, logo em Recife, foi visto como uma forma de agradar o governador Eduardo Campos, que é do PSB e faz jogo (não tão claro) com vistas à disputa de 2014.

– Eu posso falar que em 2018 a gente vai inteirar 16 anos de governo, de um projeto político que tem aliados sem os quais a gente não teria andado e que tem o PT na condução; mas que não tem, obrigatoriamente, que ter o PT na condução.

Wagner, segundo reportagem do Valor, também disse que a melhor forma é “caminhar agregando” para que não dar chances aos adversários. Afirmou isso ao discorrer sobre alianças e participação do PSD no governo da presidenta Dilma Rousseff.

Enquanto isso, não se sabe qual o jogo de Wagner para 2014 na sua área, a Bahia. O partido dele, o PT, tem, pelo menos, quatro nomes na disputa pela cadeira principal do Palácio de Ondina, dos quais se destacam o senador Walter Pinheiro e os secretários estaduais José Sérgio Gabrielli e Rui Costa.

Do lado da oposição, nomes ventilados são os do peemedebista Geddel Vieira Lima e do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que – por enquanto – descarta entrar na disputa do próximo ano.

GEDDEL QUER APOIO DE NETO EM 2014

Geddel critica governo da Bahia (foto André Reis/Política Livre)

Geddel critica governo da Bahia (foto André Reis/Política Livre)

O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima, do PMDB, reafirma seu desejo de ser candidato a governador da Bahia em 2014. Em nota do site Política Livre, o peemedebista diz que, se o seu nome for o que mais aglutine a oposição, espera contar com o apoio do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Segundo Geddel, também não haveria dificuldade em apoiar Neto, caso o democrata se revele mais viável.

Sobre a possibilidade de reconstruir a aliança com o PT, nos moldes do plano federal, nada feito. O peemedebista diz não ser uma questão pessoal, mas uma decorrência do fato de que o atual governo é “frágil no ponto de vista da execução de políticas públicas que possam beneficiar a Bahia”.

O PSB E 2014

O presidente do PSB, Eduardo Campos, orientou ontem os líderes no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), e na Câmara, Beto Albuquerque (RS), a não entrarem no jogo de interesses do PT e do PMDB. Acha que 2013 é ano de o PSB marcar posição. De temperamento calmo, comentou que o ex-presidente Lula está muito afobado para encontrar solução eleitoral para 2014. Da coluna de Ilimar Franco, n´O Globo.

PEEMEDEBISTA É O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA

Denunciado, Eduardo Alves é o novo presidente da Câmara dos Deputados.

Denunciado, Eduardo Alves é o novo presidente da Câmara dos Deputados.

Assim como o novo presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, o presidente eleito da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, é do PMDB. E, também, é alvo de denúncias de corrupção. Eduardo Alves foi eleito no início da tarde desta segunda, 4, para mandato de dois anos à frente da Câmara Federal (2013/2015). Alves locou veículos na Global Transportes e Executiva com dinheiro público. As empresas estão em nomes de laranjas.

Levou a disputa em primeiro turno ao obter 267 votos ante 165 de Júlio Delgado (PSB-MG). A disputa ainda teve candidatura de Rose de Freitas (PMDB-ES) e Chico Alencar (PSOL-RJ) que obtiveram, respectivamente, 47 e 11 votos. Informações da Agência Brasil.

“AQUELES OLHOS AZUIS”

Da coluna Tempo  Presente (A Tarde):

Anfitrião do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) – que esteve ontem na Bahia à caça de votos para a eleição à presidência da Câmara -, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB) levou o companheiro de partido para uma visita ao governador Jaques Wagner.

PMDB e PT, todos sabem, são oposição na Bahia, porém estão juntos no governo federal.

Na chegada à Governadoria, Lúcio ouviu piadinhas dos colegas por estar na “casa do inimigo”.

Saiu-se com esta:

– Ninguém resiste ao encanto desses olhos azuis – apontou para o governador.

Risos generalizados.

NUVEM DE POEIRA

sócrates santanaSócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

É como narra o escritor José Saramago no antológico O evangelho segundo Jesus Cristo sobre o maniqueísmo cristão: “Este bem que eu sou não existiria sem esse mal que tu és”.

A metáfora – nuvem de poeira – do governador Jaques Wagner levanta do subterrâneo da política, crônicas de uma guerra particular entre tucanos e petistas. A verborragia de dos dois ex-presidentes, FHC e Lula, reaparece de maneira extenuante com o paulatino crescimento de novas forças e alianças de poder no Brasil. A ascensão do PSD de Gilberto Kassab, bem como o despontar do PSB de Eduardo Campos e o prelúdio de uma rebelião peemedebista orquestrada de dentro do Palácio da Alvorada, reposiciona os mísseis de petistas e tucanos contra si.

A dicotomia entre PSDB e PT vem sendo corroída ao longo dos anos. O próprio jogo sucessório, a repetição dos discursos e a assustadora convergência de interesses entre personagens antes inconciliáveis, a exemplo de ACM e FHC, Paulo Maluf e Lula, diminuiu a distinção ética entre os dois partidos pelo próprio curso da história de quem governa e de quem faz oposição. Ora, é obvio que as diferenças continuam vivas, mas, o esforço argumentativo para estabelecer o antagonismo entre ambos vem sendo o grande desafio das agências de publicidade.

Apesar do freqüente enfoque negativo da opinião publicada, ainda resta aos petistas à vantagem de quem dirige o país. De quem pode cartear, impor regras e criar artifícios para enfraquecer o principal oponente, mas, nunca eliminá-lo. É como narra o escritor José Saramago no antológico O evangelho segundo Jesus Cristo sobre o maniqueísmo cristão: “Este bem que eu sou não existiria sem esse mal que tu és”.

O outro lado da moeda, obviamente, é tucano. Com a permissividade petista, Aécio Neves é inflado a lançar candidatura à presidência. É evidente que os efeitos colaterais são inevitáveis. O arsenal do PSDB vem acompanhado de uma avalanche de ataques e, inclusive, demarcações de projetos e interesses, a exemplo do embate sobre a redução das taxas de energia elétrica no país.

Enclausurados no ninho paulista por uma década, o PSDB insurge de um empoeirado cômodo carioca. O mistério dos bastidores é assistido pela alta cúpula do PT, sem perder de vista a articulação movediça de aliados, cada vez menos confiáveis, cada vez mais arredios. A guerra fria entre PT e PSDB, portanto, interessa a ambos os lados.

PMDB VERSUS PSB

Marco Wense

Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A bola da vez, quando o assunto envereda para a disputa do Palácio do Planalto, é o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Todo esse oba-oba, envolvendo o neto do saudoso Miguel Arraes, decorre do sucesso eleitoral do PSB, que foi a sigla que mais cresceu (40% a mais de prefeitos) desde 2008.

Não é o bom desempenho da legenda que vai ditar as regras para a eleição presidencial de 2014. A candidatura de Campos está condicionada a uma queda acentuada na popularidade da presidenta Dilma Rousseff.

A verdadeira disputa é o PMDB versus PSB. Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A ELEIÇÃO DE HADDAD

É evidente que o ex-presidente Lula tem os seus méritos e foi o grande responsável pela vitória de um “poste” na sucessão paulistana.

O então candidato Fernando Haddad saiu do zero em todo sentido: pesquisas de intenção de voto, apoios de partidos e de lideranças políticas. Só contava com o entusiasmo de Lula.

É bom lembrar que o toma-lá-dá-cá funcionou a todo vapor. Marta Suplicy, por exemplo, só virou Haddad desde criancinha depois que passou a ser ministra da Cultura.

É o toma-lá-dá-cá, digamos, “interna corporis”.

A BRIGA PELO PT

A briga é de “cachorro grande”. A disputa é pelo comando do diretório do PT de Itabuna. De um lado, o deputado Geraldo Simões. Do outro, o também parlamentar Josias Gomes.

Josianistas são da opinião de que o momento é agora, já que o ex-prefeito, depois de três derrotas consecutivas na sucessão municipal, se encontra politicamente debilitado.

Uma coisa é certa: Geraldo Simões, em caso de uma nova derrota política, vai ficar no mato sem cachorro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

E AGORA, JOSÉ SERRA?

Sócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

A ascensão do PSB nas cidades mais pobres do país simboliza também a redescoberta de uma quarta força partidária no Brasil, antes ocupada pelo metafisico DEM/PFL, reanimado com a vitória em Salvador e Aracaju.

Não existe mais uma pedra no meio do caminho do senador Aécio Neves. Ao menos, no PSDB. Afinal de contas, a derrota de José Serra não significou apenas a vitória do PT em São Paulo. Representou o término de um ciclo paulista no ninho tucano, onde a mensagem de despedida dos serristas à presidência passou de um até logo para um adeus melancólico das urnas do seu principal reduto eleitoral. “A festa acabou”, diria o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, que comemoraria hoje – se vivo fosse – 110 anos.

Em Minas Gerais, o PSDB venceu em 143 municípios, enquanto o PT elegeu 114 e o PMDB 119 prefeituras. Mas, restou ao PSB do governador pernambucano Eduardo Campos a cereja do bolo: Belo Horizonte. Com o apoio de Aécio Neves, o prefeito reeleito Márcio Lacerda (PSB) derrotou o ex-ministro Patrus Ananias (PT), apoiado pela presidenta Dilma Rousseff. Mas, a única cidade acima de 200 mil eleitores governada pelo PT a partir de 2013 em território mineiro será Uberlândia.

A disputa na capital mineira serviu como uma prévia da eleição presidencial de 2014. De um lado, a aliança entre o PSDB e o PSB. Do outro, a manutenção de um casamento temerário entre PT e PMDB. Fora da disputa, após perder a eleição municipal para Fernando Haddad (PT), o ex-presidenciável José Serra, com a chave na mão, “quer abrir a porta”, mas, “não existe porta”, porque, Aécio Neves levou para Minas Gerais.

O deslocamento político do ninho tucano para Minas Gerais é acelerado na mesma medida que ocorre também um reposicionamento da hegemonia petista do nordeste de volta para o eixo sul do país. Dos eleitores a serem governados por prefeitos petistas a partir de janeiro, a maioria absoluta (51%) estará no Estado de São Paulo. Além da capital, o partido ganhou em municípios de peso na Região Metropolitana, como Guarulhos, Osasco e São Bernardo do Campo.

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O BALANÇO DOS PARTIDOS APÓS AS ELEIÇÕES NA BAHIA

Em números absolutos, o Partido dos Trabalhadores sai vitorioso das eleições municipais de 2012 na Bahia. A sigla elegeu o maior número de prefeitos no estado, com vitória em 93 municípios. Presidido no estado pelo vice-governador Otto Alencar, o recém-criado PSD é o segundo colocado, com 73 prefeitos eleitos, seguido pelo PP, legenda do atual prefeito da capital baiana, João Henrique, com 52 gestores.

O DEM ocupa a 10ª posição no ranking de prefeituras conquistadas nas urnas este ano: foram nove – mesmo número alcançado pelo PSDB. Mas o Democratas derrotou o PT nos dois maiores colégios eleitorais do estado: Salvador, com ACM Neto e Feira de Santana, com José Ronaldo. Aliado do DEM na capital, o PMDB é o quarto colocado com 44 prefeituras, seguido de perto pelo PDT do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo, que elegeu 43 gestores.

O PSB da senadora Lídice da Mata fez 28 prefeitos na Bahia e o PCdoB da vereadora e ex-candidata a vice-prefeita de Salvador Olívia Santana saiu vitorioso em 13 municípios. Informações do Bahia Notícias.






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