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:: ‘PMDB’

GEDDEL (QUASE) FORA DO PÁREO

TRAIÇÃO OU INGRATIDÃO: Geddel ofereceu estrutura e pode 'morrer' na AL-BA.

TRAIÇÃO OU INGRATIDÃO: Geddel ofereceu estrutura e pode ‘morrer’ na AL-BA.

O Trombone, do jornalista Domingos Matos, traz uma saída (nem tão honrosa) para o ex-ministro Geddel Vieira Lima no imbróglio com ACM Neto e Paulo Souto. O peemedebista sonhava com a candidatura a governador, mas pode “morrer” na Assembleia Legislativa. Confira o post d´O Trombone.

E Geddel, hein? O ex-ministro que se mostrou com tanto fôlego, esfregou na cara dos aliados uma e$trutura até maior que necessária para a missão e se considerava o candidato mais provável (pra não dizer “natural”) ao governo do estado pela oposição, vê a cada dia a imagem da Assembleia Legislativa se avolumando em sua retina.

Geddel candidato a deputado estadual seria a festa dos correligionários, que consideram que ele arrastaria pelo menos três colegas de chapa consigo, devido à votação que poderia ser excepcional.

Sandice? Quem disse?

Paulo Souto é o candidato perfeito para ACM Neto e o DEM. Entra para marcar posição, para abrir caminho para o prefeito de Salvador em 2018. Caso ocorra um acidente e se eleja, aí entraria em jogo a reedição das práticas carlistas: o “remanejamento de peças”. Neto candidato.

Leia a íntegra

PAULO SOUTO PRATICAMENTE DEFINIDO

Paulo_SoutoEnquanto a situação discute o vice (ver nota abaixo), a oposição define seu candidato ao governo. E o nome é o do ex-governador Paulo Souto (DEM), fato praticamente irreversível. Na sexta-feira (31), o prefeito de Salvador, ACM Neto, venceu os últimos senões do correligionário e, após a conversa, o próprio Souto passou a falar como candidato, sem as reticências de antes.

O anúncio oficial somente não ocorrerá logo, porque falta aparar as arestas com o PMDB e estabelecer o papel de Geddel Vieira Lima no processo sucessório. O peemedebista já avisou que não gostaria de ser candidato ao Senado, o que é uma preocupação.

A ordem no grupo é evitar qualquer risco de rachadura no casco do navio oposicionista.

TUCANO DIZ QUE OPOSIÇÃO ESTÁ UNIDA

De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição

De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição

No campo oposicionista, seguem as discussões para definir um nome que representará o bloco na disputa pelo Governo da Bahia. Dos quatro nomes colocados – Paulo Souto (DEM), Geddel Vieira Lima (PMDB), José Carlos Aleluia (DEM) e João Gualberto (PSDB), os dois primeiros despontam como favoritos e é possível que a definição saia até fevereiro.

Para o deputado estadual tucano Augusto Castro, a unidade estará assegurada seja quem for o nome que encabece a disputa. Ele afirma que o caminho é repetir a receita que deu certo para a oposição na capital do estado em 2012. “A união contra o PT garantiu a eleição de ACM Neto para prefeitura de Salvador. Dessa vez a unidade do grupo oposicionista garantirá a vitória para o governo do Estado”, diz o parlamentar.

A expectativa é de que no mês que vem sejam também definidos os outros dois nomes da chapa majoritária (os candidatos a vice e ao Senado). Segundo Castro, o PSDB “acatará a decisão que for tomada pelos partidos de oposição, que estão caminhando juntos”. Naturalmente, ele acrescenta que o PSDB continua no páreo, com Gualberto pleiteando a cabeça de chapa.

A PREOCUPAÇÃO DE WAGNER

marco wense1Marco Wense

O chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

Se dependesse exclusivamente da vontade do governador Jaques Wagner, em decisão unilateral, uma mulher já teria sido convidada para compor a chapa majoritária.

Wagner tem demonstrado certa preocupação com a possibilidade de uma composição governista 100% macho, sem o perfume da mulher e sua aguçada sensibilidade.

Uma majoritária só com marmanjos seria mais um obstáculo para o ainda desconhecido Rui Costa, que não escaparia da insinuação oposicionista de que é contra a mulher na política. Que é preconceituoso.

A participação feminina no formato da chapa elimina o disse-me-disse e os boatos de discriminação por parte de maldosos adversários adeptos da filosofia maquiavélica.

É bom lembrar que teremos duas fêmeas, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, exercendo forte influência na sucessão presidencial: Dilma Rousseff (reeleição) e Marina Silva (vice de Eduardo Campos).

Na sua última entrevista de 2013, no jornal A Tarde, o chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

O governismo tem Rui Costa como candidato ao Palácio de Ondina, Otto Alencar postulando o senado da República e uma disputa entre Marcelo Nilo (PDT) e Mário Negromonte (PP) pela vaga de vice-governador.

No oposicionismo verdadeiro, formado pelo DEM, PMDB e o PSDB, sob o comando do prefeito ACM Neto, a importância da presença feminina é consenso entre as principais lideranças.

Nos bastidores, já se articula uma mulher para ser a companheira de chapa do ex-governador Paulo Souto, ficando a senatória para o peemedebista Geddel Vieira Lima.

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O CANDIDATO DA OPOSIÇÃO

paulosoutoAo que tudo indica, o ex-governador Paulo Souto (DEM) será confirmado em breve como o candidato da oposição ao governo da Bahia. A chapa seria complementada com o empresário João Gualberto (PSDB) no posto de vice e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), como candidato ao Senado.

A escolha de Souto leva em conta sua posição até o momento favorável nas pesquisas de intenção de voto, o que lhe confere maiores chances de unificar os oposicionistas. Há possibilidade de que a chapa seja confirmada até o dia 31 deste mês.

ESPERTEZA E SABEDORIA

ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com

 

É possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

 

O peemedebista Geddel Vieira Lima aprecia gestos retumbantes, do tipo que causa impacto. Como político, a postura faz todo sentido, pois lhe garante visibilidade, notadamente quando ele põe os adversários em saia justa.

Geddel agiu assim ao pedir encarecidamente, pelo Twitter, que a presidente (ou presidenta, caso prefiram) Dilma Rousseff o demitisse do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. Um meio pouco ortodoxo, mas afinado com o repertório do requerente.

Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel integra um partido que é aliado do PT no campo nacional e adversário do mesmo no Estado. A posição híbrida produz certa crise de identidade e é provável que o peemedebista recorra a frases de efeito e atos pirotécnicos para marcar suas idiossincrasias. Precisa, no entanto, ter cuidado com os efeitos colaterais indesejados.

Geddel é um político de raciocínio rápido e língua ferina, mas não consegue exibir a consistência e a gravidade de um estadista. As pilhérias e provocações que faz nas redes sociais causam bochicho, às vezes incomodam alguns, mas não colaboram com a construção de uma imagem política de boa estatura. Ainda assim, é possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

Geddel não esconde o desejo de ser candidato e faz pressão para que a escolha seja antecipada; é afoito e agoniado. Extremo oposto, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, é circunspecto até demais, contido nos gestos e palavras, carrancudo, mas transmite a seriedade que muitos consideram mais adequada à chamada liturgia do cargo. Além de tudo, Paulo Souto faz o jogo de quem está reflexivo, meditando sobre a grave missão que poderá receber.

Um peca pela esperteza. O outro tenta faturar com a sabedoria.

Ricardo Ribeiro é advogado.

PELO TWITTER, GEDDEL COBRA EXONERAÇÃO DA CAIXA

Pelo Twitter, Geddel cobra exoneração por parte de Dilma (Reprodução Pimenta).

Pelo Twitter, Geddel cobra exoneração por parte de Dilma (Reprodução Pimenta).

O ex-deputado federal e pré-candidato ao governo baiano Geddel Vieira Lima usou a sua conta no microblog Twitter para cobrar a sua exoneração do cargo de vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Geddel assumiu o cargo em março de 2011, mas há quase um ano entrou em rota de colisão com a presidente Dilma Rousseff e faz oposição ao governo petista na Bahia.

No Twitter, Geddel publicou: “Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação minha exoneração”. Segundo ele, o pedido de exoneração do cargo na Caixa foi apresentado em setembro.

O peemedebista não explicita, no microblog, se está recebendo salário sem trabalhar. Geddel é um dos nomes da oposição na disputa ao Palácio de Ondina em 2014. Outros pré-candidatos são o ex-governador Paulo Souto (DEM), João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João, e a senadora Lídice da Mata (PSB). O nome mais forte é o de Souto. O governo escolheu Rui Costa, secretário da Casa Civil, para a sucessão de Jaques Wagner.

ÁGUAS DE MARÇO

marco wense1Marco Wense

Geddel e o PMDB vão continuar com a pulga atrás da orelha, até mesmo em relação ao alcaide ACM Neto, que jura por todos os santos que não será candidato.

Musicalmente, as águas de março lembram a música-poesia do saudoso Tom Jobim. Politicamente, o processo sucessório e a disputa pelo Palácio de Ondina.

É que a oposição, hoje sob a batuta de ACM Neto, prefeito soteropolitano, já decidiu que a composição da chapa majoritária só na segunda quinzena de março.

De fora dessa ansiedade, cada vez mais dilacerante, só o PSDB. O tucanato sabe que a chance de João Gualberto na sucessão do governador Wagner é zero.

A situação mais privilegiada é a do democrata Paulo Souto, que só depende dele para ser o nome do oposicionismo. Basta um querer querendo e ponto final.

Geddel e o PMDB vão continuar com a pulga atrás da orelha, até mesmo em relação ao alcaide ACM Neto, que jura por todos os santos que não será candidato.

Uma coisa é certa: o fim da canseira só com as águas de março fechando o verão.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SOMENTE DOIS: GEDDEL E PAULO SOUTO

marco wense1Marco Wense

 

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

 

A dúvida em relação ao candidato da oposição à sucessão do governador Jaques Wagner fica restrita a Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM).

Se mensurada em porcentagem, diria que o tucano João Gualberto fica sem pontuação. O democrata José Carlos Aleluia não chega aos 5%. Os dois são meros coadjuvantes do processo sucessório.

Uma possível desistência de Paulo Souto, sob a alegação de problemas pessoais e de saúde, torna Geddel o único nome com viabilidade eleitoral para enfrentar o petista Rui Costa.

A cúpula do DEM, tendo na linha de frente o senador Agripino Maia (RN), presidente nacional da legenda, pressiona o ex-governador para que saia candidato.

Como o DEM é aliado incondicional do PSDB, do lado do presidenciável Aécio Neves, fica a preocupação com Geddel, que pode apoiar Eduardo Campos (PSB) se não for o candidato da oposição ao Palácio de Ondina.

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SÓ FALTOU GEDDEL

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Políticos tucanos e democratas da Bahia tiveram um encontro descontraído nesta sexta-feira (15), feriado da Proclamação da República. Juntos, o deputado federal Jutahy Magalhães Jr., o estadual Augusto Castro e o ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto – todos do PSDB – participaram de um jantar em Praia do Forte com o prefeito de Salvador, ACM Neto, o ex-governador da Bahia, Paulo Souto, e o secretário de Urbanismo e Transporte da prefeitura soteropolitana, José Carlos Aleluia.

Com esposas presentes, a conversa poderia ter tomado um rumo mais prosaico, mas acabou descambando mesmo para a política. A sucessão foi o assunto da noite, já que havia à mesa três pré-candidatos ao governo.

Pelo PSDB, Gualberto sonha em ser cabeça de chapa. No DEM, os nomes que se apresentam são os de Aleluia e Paulo Souto. Do mesmo grupo, ainda tem o peemedebista Geddel Vieira Lima, que já expôs sua “chapa dos sonhos” (com ele na cabeça).

DEM, PSDB e PMDB articulam para chegar ao consenso. O anúncio do candidato é previsto para ocorrer quinze dias após a definição da chapa que será liderada pelo PT.

GUALBERTO ALTERA A “ORDEM DOS FATORES”

João Gualberto é pré-candidato ao governo do estado pelo PSDB (foto Gabriel Seixas)

João Gualberto é pré-candidato ao governo do estado pelo PSDB (foto Gabriel Seixas)

Os adversários do governo Jaques Wagner trabalham em busca do consenso, com a expectativa de divulgar sua chapa majoritária quinze dias após o anúncio das candidaturas oficiais. Há alguns dias, o peemedebista Geddel Vieira Lima definiu sua chapa dos sonhos, na qual ele próprio seria o cabeça, ficando a vice para o empresário João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João, e o ex-governador Paulo Souto (DEM) como postulante ao Senado.

Hoje em Itabuna, onde teve contato com a imprensa em companhia do deputado federal Jutahy Jr., ambos  a convite do deputado estadual Augusto Castro, Gualberto disse que concorda com os nomes lembrados por Geddel, mas sugeriu outra combinação. Naturalmente, com ele como candidato a governador.

“Geddel falou da chapa dos sonhos dele. Nos meus sonhos, ela é um pouco diferente”, disse o empresário que construiu fama de bom gestor. Logo em seguida, ele procurou afastar a polêmica: “estamos muito unidos e ainda é cedo para decidir.

TELHADO DE VIDRO

marco wense1Marco Wense

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

As legendas de oposição ao governo Wagner, com destaque para o DEM, PSDB e o PMDB, apostavam em um desentendimento envolvendo o PT e os partidos aliados.

Não haveria consenso em torno do candidato ao cobiçado Palácio de Ondina. O governador Jaques Wagner perderia o controle sobre o movediço e traiçoeiro processo político.

Céu de brigadeiro, sem nuvens escuras e cinzentas, só entre democratas, tucanos e peemedebistas. O imbróglio só aconteceria no governismo, com labaredas cada vez mais intensas.

Os opositores chegaram ao ponto de imaginar um cenário catastrófico, com o PT totalmente isolado e sem nenhuma perspectiva de se manter no poder.

Parece que a mandinga virou contra o feiticeiro. O PMDB de Geddel Vieira Lima, em tom de ultimato ameaçador, quer que a oposição defina logo o candidato.

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

É bom avisar, pelo menos para os mais incautos, que o ex-ministro da Integração Nacional tem pavio curto. Pode chutar o pau da barraca a qualquer momento.

O pega-pega agora é na oposição, principalmente entre o PMDB e o DEM, com Geddel versus Paulo Souto, já que a possibilidade do tucanato emplacar João Gualberto, ex-prefeito de Mata de São João, é zero.

Só resta ao oposicionismo a imprescindível união com candidatura única, na base do “um por todos, todos por um”, sob pena de mais uma derrota protagonizada pelo PT.

Quem tem telhado de vidro, não joga pedras no do vizinho.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL SE APRESENTA PARA ENCABEÇAR CHAPA OPOSICIONISTA

geddelO vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB), mantém o discurso de união dos partidos de oposição na Bahia, mas se coloca como postulante à cabeça da chapa majoritária em 2014. Em entrevista à Rádio Metrópole, o peemedebista opinou que definição deve ocorrer de dez a quinze dias após o anúncio do candidato da base governista.

A arrumação de Geddel se completaria com o empresário e ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), como vice, e o ex-governador Paulo Souto (DEM), como candidato a uma cadeira no Senado.

“Essa é a chapa dos sonhos”, acredita.

LÚCIO, O REBELDE

Lúcio vira vice-líder no Congresso.

Em várias votações nas comissões da Câmara, relativas ao projeto de lei 7495/2006, que fixa o piso salarial dos agentes comunitários de saúde, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) aproveitou para marcar posição. Votou contrário ao que determinava o governo, que sugeria a obstrução da matéria.

Lúcio, o mais novo amigo dos agentes de saúde, contrariou, inclusive, o PMDB nacional, votando sempre pela urgência do projeto de lei. O gesto indicou – ou buscou indicar – uma tendência ao rompimento entre o partido dos Vieira Lima e o governo, o que teria a orientação da direção nacional do PMDB (ou não).

Por enquanto, o recado não teve repercussões. Até porque, ainda falta a entrada em jogo de um certo Luiz Inácio, um coringa que pode mudar completamente o jogo na Bahia.

Enquanto isso, Lúcio vai curtindo seus dias de rebeldia.

GEDDEL DIZ QUE JÁ ENTREGOU CARGO

geddelSegundo matéria publicada na edição do jornal A Tarde desta terça-feira, 1º, o peemedebista Geddel Vieira Lima já teria colocado à disposição o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. A informação foi transmitida pelo próprio Geddel.

Pré-candidato ao governo baiano, o cacique do PMDB estadual diz que ainda não há definição sobre como o partido se posicionará na Bahia  com relação à eleição nacional. Mas as opções ficam entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), descartando o apoio a reeleição de Dilma Rousseff.

“É evidente que no momento em que se aproxima a hora de repactuar nossa relação com a sociedade através das urnas, e eu não tenho ainda a dimensão exata do papel do PMDB da Bahia, fiz o que tinha que fazer”, declarou Geddel.

GEDDEL COM AÉCIO

Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

DILMA E OS “ALIADOS”

marcowenseMarco Wense

 

O PMDB, que não consegue ficar distante das tetas do erário público, vai fazer uma enquete com seus deputados, senadores e presidentes de diretórios regionais sobre a reeleição.

 

Quando a presidente Dilma Rousseff desfrutava de uma invejável popularidade, com um índice de aprovação ao governo bem próximo de 70%, os aliados eram dilmistas desde criancinha.

Qualquer ataque da oposição, tendo na linha de frente os tucanos, era logo rebatido por parlamentares da base aliada. Tinha até briga para ser o primeiro da fila.

Ficavam mais dilmistas na medida em que Dilma crescia nas pesquisas de intenção de votos. Sem falar na bajulação e no nojento e repugnante puxa-saquismo.

Hoje, com Dilma despencando nas consultas populares, perdendo 30 pontos, as legendas “aliadas” tramam contra o projeto do segundo mandato consecutivo.

O PMDB, que não consegue ficar distante das tetas do erário público, vai fazer uma enquete com seus deputados, senadores e presidentes de diretórios regionais sobre a reeleição.

O PCdoB, aliado histórico do petismo, principalmente nas eleições para o Palácio do Planalto, através do seu presidente nacional, Renato Rabelo, já diz que “não existe apoio automático ao PT”.

O PSD, aqui na Bahia sob o comando do vice-governador e ex-carlista Otto Alencar, caminha no mesmo sentido. Ou seja, de que o partido tem autonomia para apoiar quem quiser.

O PSB, com a pré-candidatura do presidenciável Eduardo Campos, dispensa comentários. A candidatura própria já é um claro sinal de rompimento.

O PDT continua rachado. Meio a meio. O presidente da legenda brizolista, Carlos Lupi, empurra o partido para Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes e governador de Pernambuco.

O PT, quando o assunto é a reeleição de Dilma, trabalha, sorrateiramente, a favor do plano B, com Luiz Inácio Lula da Silva disputando o terceiro mandato. O retorno do “Lula lá”.

Concluindo, diria que a candidatura de Dilma só é desejada pelos partidos de oposição, com destaque para o PSDB, DEM e o PPS. O oposicionismo, pelo menos neste ponto, não é traiçoeiro nem hipócrita.

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