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:: ‘PMDB’

PMDB, O PARTIDO DOS DISSIDENTES

Sócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

Se por um lado, as candidaturas de Gabriel Chalita e Mário Kertész sinalizam representar a política jogada pelo lado de fora, por outro, não possuem musculatura político-partidária, a exemplo de PT, PSDB e DEM.

De grão em grão, a galinha enche o papo. Ao longo dos anos, vem sendo essa a maneira do PMDB disputar as eleições. Sem nenhum presidente eleito pelo voto popular, o maior partido do Brasil virou a legenda das beiradas. E leiam beiradas de duas formas: dos municípios e das bolas divididas. É o caso de Salvador e São Paulo.

Em Salvador, as sobras do confronto entre ACM Neto (DEM) e Nelson Pelegrino (PT) podem recair no papo do radialista Mário Kertész (PMDB). Na rinha paulista, Fernando Haddad e José Serra rivalizam com as farpas do PT e do PSDB. Com o catador nas mãos, o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) junta os frangalhos dos paulistanos. Ou seja: o PMDB é o partido dos dissidentes.

É bom ficar claro: o PMDB não é um partido de oposição. Sem recorrer ao enfretamento nacional, o partido do vice-presidente Michel Temer avalia a política localmente. Dança conforme a música dos costumes, sem qualquer obrigação com as decisões do Palácio do Planalto. Não faz a política do antagonismo, mas, a política da aproximação e da convergência de interesses. É o que são e o que serão as candidaturas de Mário Kertész e Gabriel Chalita.

Ambos, por sinal, possuem em comum o caráter da dissidência. O primeiro, Mário Kertész, saiu do ninho carlista. O segundo, apesar da idade, Gabriel Chalita, troca de partido como se trocasse de camisa: PSDB, PSB e, agora, PMDB. Os dois apostam em campanhas mais provincianas, beirando o bairrismo. Sem confrontar os modelos partidários, Mário e Chalita vão desfilar como se não fossem profissionais da política.

Aparentemente, o candidato paulista tem mais elementos para realizar tal proeza. Pulou de uma legenda para outra, como quem não demonstra qualquer compromisso com os princípios partidários em si. É jovem, 43 anos, portanto, não carrega consigo o fardo de ter sido tachado de tucano, malufista, petista, nem tão pouco quercista.

O candidato soteropolitano do PMDB não é diferente. Por duas vezes, Mário Kertész administrou a cidade de Salvador. A primeira, como biônico; a segunda, como prefeito eleito pelo povo. Mas, de lá para cá, já se vão 23 anos fora de disputas eleitorais. Desses, 19 anos dedicados ao rádio. Ou seja: no imaginário da população, especialmente, entre os jovens e adultos até 40 anos, a ligação de Mário Kertész no passado com possíveis negociações envolvendo dinheiro público viraram pó.

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PMDB E PP EM ILHÉUS

O PP tenta, por cima e por baixo, obter o apoio do PMDB para a pré-candidatura do ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro. As negociações avançaram desde o final de semana, mas a palavra final será do pré-candidato peemedebista ilheense Cacá Colchões, que ainda tenta manter o seu nome na disputa.

O desmanche da Plenária Unificada deu um nó na sucessão e prejudicou Cacá, mas significou bela ajuda aos planos do secretário-geral do PP baiano, que tenta o quarto mandato como prefeito.

LENINHA DÁ TCHAU AO PMDB

A empresária Leninha Alcântara resolveu dar troco ao PMDB após ser fritada em fogo alto pela Executiva Municipal. Hoje, apresentou o pedido de desfiliação partidária. Mas não se deu ao trabalho de ir até o escritório do PMDB. Quem entregou a carta de desfiliação foi o secretário-geral do PPS e amigo da empresária, Gilmar França, conta o Blog do Ricky.

A forma como ocorreu a desfiliação foi confirmada pelo diretório do PMDB itabunense.

GEDDEL ALFINETA WAGNER E DESCARTA ALIANÇA PMDB-PT NAS 35 MAIORES CIDADES

O ex-ministro Geddel Vieira Lima descartou aliança do PMDB com o PT nos 35 maiores colégios eleitorais da Bahia. Por ele, o diretório estadual peemedebista vetaria toda e qualquer aliança com os petistas no estado. “Fui voto vencido nesse tema”, revelou em entrevista concedida ao PIMENTA.

Geddel explica as razões de o PMDB optar por não aliar-se ao DEM de ACM Neto na capital baiana, mas fechar apoio eleitoral ao prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, de quem o ex-deputado Renato Costa deverá ser o vice. Deixa claro que o jogo em Salvador tem a ver com 2014.

Vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, deputado federal por cinco legislaturas e vice-presidente do PMDB baiano, Geddel também aproveitou para desferir ataques contra o seu alvo político preferido na Bahia, o governador Jaques Wagner. Disse que  o petista sofre crise de autoridade. E provoca: “Wagner zonzo”.

Confira a entrevista.

PIMENTA – O PMDB brigou com o DEM na capital baiana e lançou Mário Kertész a prefeito. Como explicar a postura em Itabuna, onde o partido vai ter a vice na chapa de um democrata?

GEDDEL VIEIRA LIMA – O PMDB não brigou com o DEM na capital baiana. A eleição em Salvador é em dois turnos. É impossível pensar que um partido que disputou a eleição de governador em 2010 e que tem projeto para 2014, abra mão de tentar conquistar a capital com suas próprias bandeiras, projetos e programas. No segundo turno, se para ele não formos – e acredito muito no nosso candidato, conversaremos com outras forças de oposição.

E Itabuna?

Em Itabuna, a eleição tem um turno só. O PMDB local entendeu que o prefeito [Capitão] Azevedo fez um bom trabalho e seria o melhor posicionado para derrotar o PT. Ele incorporará nossas ideias e vamos à campanha. Nenhuma contradição, nenhuma briga. Cada município tem sua realidade.

O que pesou na aliança com o DEM em Itabuna, já que tanto o PT como a Frente Partidária também namoravam o PMDB?

Não tem acordo com o PT em cidades grandes, formadoras de opinião. Além disso, temos uma opinião muito clara sobre o estilo dos líderes do PT de Itabuna fazerem política. Nossa opinião é de absoluta rejeição. Não acreditamos que o PT possa trazer avanços políticos-administrativos para Itabuna.

Em eleição de dois turnos, você só não participa do primeiro se faltar absoluta condição política.

O principal entrave em Salvador seria o fato de o PMDB buscar alianças talvez projetando 2014?

Foi o desejo de, na capital do nosso estado, o PMDB buscar, de forma legítima, apresentar seu próprio projeto político-administrativo para a cidade. Em eleição de dois turnos, você só não participa do primeiro se faltar absoluta condição política.

O petista Jonas Paulo vê PT e PMDB fazendo alianças em, pelo menos, 35 municípios. Essa é a mesma visão do senhor?

Não sei em quantos, mas é verdade que em alguns pequenos municípios, a executiva estadual, depois de examinar as realidades locais, admitirá algumas coligações com o PT. Fui voto vencido nesse tema.

Como o senhor avalia o quadro político-eleitoral em 2012? Wagner e Dilma terão a mesma força eleitoral mostrada pelos dois governos em 2008?

O Wagner está muito desgastado. É greve para todo lado, uma imensa crise de autoridade. E as promessas não cumpridas? Cadê a barragem em Itabuna? E a duplicação da Ilhéus-Itabuna? Nada acontece no governo, só lero-lero. Esse é um governo manso. A Dilma, de olho em 2014, vai se meter pouco em 2012.

O partido do senhor trabalha com cenário adverso em 2012 quando comparado a 2008. Quantos prefeitos o partido espera eleger agora?

Certamente não repetiremos o desempenho de 2008. A realidade é outra. Não sei quantos prefeitos elegeremos. Ganharemos umas, perderemos outras… Mas vamos participar do maior número possível de disputas, renovando nossas lideranças, difundindo nossas ideias.

O governador, tentando desmistificar o conceito de que não tem autoridade, age autoritariamente. Wagner  zonzo.

A divisão nas oposições em Salvador não terá reflexo em 2014?

Unidade não é um fim em si mesmo. Precisamos construir um projeto comum da confiança de todos. 2012 é um ano, uma realidade. 2014 será outro momento, outra realidade.

Na opinião do senhor, por que o Estado vem enfrentando dificuldade na negociação com os professores?

Porque o governador, tentando desmistificar o conceito de que não tem autoridade, age autoritariamente. Wagner zonzo.

O PMDB assumiu o comando regional da Ceplac. Recentemente, o secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, defendeu a transformação do órgão em Embrapa Cacau. Seria esta a saída?

A solução é investir na modernização da Ceplac, na motivação das pessoas, na tecnologia. O doutor Juvenal [Maynart] vem realizando um trabalho que nos orgulha. O ministro [da Agricultura, Mendes Ribeiro], o tem elogiado muito.

JOÃO SEM BRAÇO…

O deputado federal Lúcio Vieira Lima, comemorava há pouco, no Twitter, resultado de pesquisa de intenções de voto em Itabuna. E diz lá que recebeu o levantamento “hoje”. 

Na verdade, o comando peemedebista teve o relatório em mãos já na semana passada, dois dias antes de decidir a aliança com o Capitão Azevedo (DEM).

Foi exatamente a pesquisa que animou – demais – o PMDB e o fez ir para os braços do prefeito, colocando Renato na vice (pelo menos, temporariamente).

Em tempo: Existem várias razões para Lúcio comemorar o resultado. Uma delas está relacionada a uma pré-candidatura chamada por ele de “farofeira”.

PREFEITO TENTA ACALMAR PSDB; AUGUSTO DIZ QUE AZEVEDO FOI “INÁBIL”

Da coluna Tempo Presente, d’ A Tarde

O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), estava ontem na Assembleia conversando com o deputado Augusto Castro (PSDB).

Buscava auxílio para abortar a fuga dos tucanos, aliados de sempre, depois que ele fechou a chapa botando na vice Renato Costa, do PMDB, sem avisar ninguém. Insatisfeito, o PSDB ameaça fechar com o PCdoB.

Augusto prometeu ajudar, mas ressalvou:

– O PMDB foi ligeiro e o prefeito inábil.

PMDB QUASE LÁ

O PMDB de Renato Costa e dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima está praticamente fechado para ocupar a vice do prefeito Capitão Azevedo (DEM). E se ainda não fechou, conforme uma fonte da estadual peemedebista, é porque ainda não ficou definido com quem e se o PMDB vai coligar na proporcional.

O PSDB do deputado estadual Augusto Castro também quer a vice de Azevedo, mas a grita tem a ver, também, com a eleição proporcional. O partido quer sair sozinho, pois os líderes acreditam que assim têm chances de eleger mais de um vereador. Mas o DEM quer se coligar com os tucanos para formar uma bela bancada.

ITABUNA: PMDB PODE FECHAR COM VANE

Vane é a "noiva" cobiçada do momento.

O PMDB começa a analisar seriamente a possibilidade de “dar um tempo” no namoro com o prefeito Capitão Azevedo (DEM). Apesar de ter feito juras de amor ao militar em encontro na Câmara de Vereadores de Itabuna no final de abril, o comando peemedebista avalia melhor o cenário. Quer pular a cerca.

A aliança cobiçada no momento é com o vereador e prefeiturável Vane do Renascer (PRB). A possibilidade veio após análise de pesquisas e do cenário em Itabuna. Conta ainda a favor da possível aliança a boa relação com outros partidos que compõem a frente da qual Vane faz parte, a exemplo do PCdoB.

BRASIL TEM 15 MILHÕES DE ELEITORES FILIADOS A PARTIDOS POLÍTICOS

O Brasil possui 15.087.014 eleitores filiados a partidos políticos com as 239.604 nova adesões entre outubro do ano passado e abril deste ano, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Estado com maior número de eleitores filiados a partidos políticos é São Paulo, com 2.925.631 adesões. Minas Gerais vem logo em seguida, com 1.609.420, tendo logo após Rio Grande do Sul (1.296.935) e o Rio de Janeiro (1.080.606).

Os estados que reúnem os menores contingentes de eleitores filiados são Amapá (74.758), Acre (59.037) e Roraima (42.030). O universo de eleitores no exterior que estão filiados a partidos chega a 1.241. O Tribunal obteve as informações nos dados encaminhados pelas legendas até 16 de abril.

PMDB E PT SÃO OS MAIORES EM FILIAÇÃO

Ainda de acordo com o TSE, o PMDB é o partido que possui maior número de filiados no Brasil (2.355.472). O PT é o segundo, com 1.549.180, e o PP é o terceiro (1.416.116 filiações).

Reconhecidos no ano passado, o PSD informou ter 173.855 filiados e o Partido Pátria Livre (PPL), 13.921. Os partido são obrigados a enviar a relação atualizada de filiados, sempre em abril e outubro de cada ano, conforme a Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995).

AMBIENTE FAVORÁVEL PARA AZEVEDO

A decisão das direções local e estadual do PMDB de jogar o partido no colo do prefeito Capitão Azevedo (DEM) tem a ver com as recentes pesquisas. Inicialmente, Juvenal Maynart jogava para que o partido apoiasse Juçara Feitosa (PT), mas os números pintados nas sondagens do partido e de aliados não indicavam aquela quase certeza de vitória para a suplente de senadora.

Juvenal havia até amolecido os corações dos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima, mas veio a conjuntura estadual e as benditas pesquisas. Daí, trataram de “matar” a pré-candidatura peemedebista da empresária Leninha Alcântara, em script conhecido pelo próprio ex-deputado Renato Costa e o também ex-deputado Capitão Fábio.

“Fuzilada” a empresária, abriu-se o caminho para a estratégia peemedebista. Lançar Renato Costa pré-candidato, algo apenas como jogo de cena, pois o médico, que já foi vice do ex-prefeito Fernando Gomes e aliado do também ex-prefeito Geraldo Simões, passou à condição de nome cotado para a vice de Azevedo.

O prefeito tem zilhões de motivos para comemorar. Não foi à toa que Lúcio Vieira Lima, ontem, tratou de “vender o peixe” do PMDB. Disse a Azevedo que o partido é bom para ser apoiado e para apoiar e dispõe de valiosos três minutos de televisão. E campanha eleitoral na TV, quando bem feita, tem força para mudar o jogo em Itabuna.

Azevedo, que não é besta, ri de orelha a orelha, principalmente agora no momento em que a Frente Partidária sofre o baque da denúncia contra o vereador Wenceslau Júnior e tira a legenda dos Vieira Lima da aba da petista Juçara Feitosa e da Frente integrada por PDT, PCdoB, PRB, PSC e PV.

Mais que isso, o candidato à reeleição já conta com apoios importantes, como o do PR, e deverá dispor do PSDB no seu arco de alianças. A tudo isso, acrescentemos o fato do prefeito ter a seu favor a máquina administrativa – e o governo estadual estar ausente de Itabuna (e região). O cenário é favorável, mas cabe lembrar 2000, quando tudo apontava para a reeleição de Fernando Gomes. A oposição venceu.

GEDDEL LANÇA RENATO, “VENDE” PMDB A AZEVEDO E CUTUCA ACM NETO

Renato, Lúcio, Geddel, Azevedo e Pedro Tavares na coletiva à imprensa (Foto Pimenta).

O ex-deputado Gedel Vieira Lima acredita que em dez dias o PMDB oficialize o ex-deputado estadual Renato Costa como candidato a prefeito de Itabuna ou sua aliança com o DEM. “Nos próximos dez dias tudo terá que estar resolvido para que haja lançamento oficial com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer”, afirmou na entrevista na Câmara de Vereadores de Itabuna.

O ex-ministro não deixou de desferir petardo contra o deputado federal ACM Neto, do mesmo partido do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Para Geddel, o lançamento da candidatura do DEM à prefeitura de Salvador foi um equívoco. “Vamos continuar dialogando para criar condições de alianças. Nada é impossível. Esse é o desafio da política”. O PMDB, disse, deve fortalecer suas lideranças e de partidos aliados no projeto para 2014.

APOIO E TEMPO DE TELEVISÃO

Um dos líderes do PMDB no estado, ao lado do irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Gedel disse que seu desejo é que o partido tivesse candidato, mas não descarta o diálogo com o DEM na composição da chapa. “Temos candidato honesto, político bem avaliado e de qualidades que é Renato Costa. Convido-os ao diálogo. O PMDB é importante para vencer e ajudar a vencer. Além disso, tem valiosos três minutos de tempo de TV”, disse.

Rui Machado, Azevedo e Geddel na chegada à Câmara de Itabuna (Foto Pimenta).

O deputado federal Lúcio Vieira Lima disse que os eleitores de Itabuna são felizes pela opção a prefeito que têm entre Renato Costa e Capitão Azevedo. “Vocês têm duas boas opções, mas é preciso evitar que a prefeitura caia nas mãos do PT, partido marcado pelo descaso com o funcionalismo público. É natural que o PMDB e o DEM sentem-se à mesa para conversar. Vocês devem ter juízo”, disse, se referindo ao ex-deputado e ao prefeito.

DESISTÊNCIA DE LENINHA

Os dirigentes da Executiva estadual do PMDB vieram a Itabuna para referendar a pré-candidatura de Renato Costa a prefeito, depois da renúncia da empresária Leninha Alcântara, que não compareceu ao evento. “Se houve renúncia, não foi por pressão da Executiva, mas por vontade própria”, respondeu Geddel quando questionado sobre a desistência, acrescentando que a direção estadual respeita as características da política nos municípios, não estando descartada nem mesmo eventuais alianças em nível municipal com candidaturas do PT.

PMDB NAMORA AZEVEDO, APESAR DE RENATO

Não se espante o leitor-eleitor se o PMDB itabunense, que apresentou a empresária Leninha Alcântara como pré-candidata, surgir no cenário sucessório de 2012 como aliado do projeto de reeleição do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Sinais começaram a ser emitidos com a desistência de Leninha na semana passada. O nome do ex-deputado Renato Costa surge agora como substituto peemedebista.

Para muitos, o presidente da comissão provisória do PMDB vai para o sacrifício. Mas há quem aposte em jogo de cena e preparação para que o partido feche mesmo com o DEM, embora peemedebistas tenham travado relação de tapas e beijos com os democratas em nível estadual.

Ouvido pelo PIMENTA, Juvenal Maynart, da direção estadual peemedebista, diz que a aposta é outra. O partido quer aproveitar o momento de CPI do Caso Cachoeira para levantar a bandeira da moralidade. Ele reconhece que, dentro do PMDB, há quem defenda o apoio a Azevedo, mas o partido apostará em Renato Costa.

A favor do ex-deputado, cita Juvenal, estão o tempo de TV do PMDB – o segundo maior dentre todas as legendas – e a necessidade de candidatura própria para reforçar o projeto eleitoral de 2014. “Acreditamos que a candidatura de Renato se viabilizará em até 30 dias. O mote de campanha será a moralidade [na coisa pública]”, afirma.

Hoje, o deputado Renato Costa era esperado para entrevista na Rádio Jornal, às 9h. De última hora, avisou ao jornalista Jota Silva que compareceria amanhã, justamente o dia em que a cúpula estadual peemedebista estará no município. Vêm a Itabuna o comandante da legenda na Bahia, Lúcio Vieira Lima, e o presidente estadual de honra, Geddel Vieira Lima.

RENATO EXPLICA PRÉ-CANDIDATURA

Renato Costa explicará o cavalo-de-pau dentro do PMDB.

O ex-deputado Renato Costa vai explicar, amanhã, às 9h, na Rádio Jornal, a reviravolta dentro do PMDB de Itabuna. Durante entrevista ao radialista Jota Silva, Costa vai falar de como nasceu sua pré-candidatura e o processo de fritura contra a empresária Leninha Alcântara, que acabou desistindo, oficialmente, da disputa pela prefeitura de Itabuna.

Será a terceira vez que Renato disputará a prefeitura local. Antes, o ex-deputado já havia concorrido nos pleitos de 1996 e 2004, sendo vice do comunista Luís Sena em 1992. Desde 2006 que o peemedebista não vence uma eleição, seja a prefeito ou deputado. A última disputa ocorreu em 2010, também pelo PMDB.

ACÁCIA PINHO DIZ QUE “FRENTE” PODE SER AMPLIADA COM PPS E PP

Acácia: ampliação da Frente (Foto Pimenta).

A prefeiturável Acácia Pinho afirmou que a Frente Partidária integrada pelo PDT, PCdoB, PRB, PSC e PV poderá ser ampliada com as adesões de PPS e PP. A pedetista visitou a redação do PIMENTA acompanhada pelo secretário estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Paulo Câmara.

Acácia diz que a frente também namora o PMDB, que enfrentou turbulência e trocou a empresária Leninha Alcântara pelo ex-deputado Renato Costa como prefeiturável da legenda. Os entendimentos podem avançar com a chegada a Itabuna do presidente estadual peemedebista, deputado Lúcio Vieira Lima, e do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

A Frente Partidária apresenta três nomes entre os prefeituráveis, além da pedetista Acácia Pinho, os vereadores Vane do Renascer (PRB) e Wenceslau Júnior (PCdoB). O candidato da Frente será definido após três pesquisas entre abril e junho, prazo-limite para realização das convenções partidárias.

DEFESA DE WENCESLAU

A pedetista saiu em defesa do comunista Wenceslau Júnior em relação à denúncia de envolvimento com o esquema do crédito consignado na Câmara de Vereadores. Segundo ela, o vereador esclarecerá as denúncias de envolvimento no Loiolagate tão logo tenha acesso aos autos do processo e reúna provas para a própria defesa.

“Não acredito que Wenceslau esteja envolvido [no Loiolagate]”, disse a prefeiturável. Acácia solicitou, publicamente, que o vereador esclarecesse logo a denúncia me diz que o pedido não causou constrangimento. “Ele entendeu perfeitamente. Essa frente [partidária] precisa ser protegida. Defendemos o voto em Ficha Limpa e o voto sustentável e limpo”, completou.

Na sexta-feira, 20, o vereador autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico ao juiz Gustavo Pequeno, para quem o promotor público Inocêncio Carvalho apresentou a denúncia.

Também estão envolvidos, segundo a promotoria, os vereadores Clóvis Loiola (PSDC), Roberto de Souza (PR), Ricardo Bacelar (PSC), Solon Pinheiro (DEM) e Raimundo Pólvora (DEM).

PMDB DE ILHÉUS INSTITUI NOVA COMISSÃO

Toma posse nesta sexta-feira, 27, em ato na Câmara de Vereadores, a nova comissão provisória do PMDB de Ilhéus. A cerimônia está marcada para as 18 horas e são anunciadas as presenças dos irmãos Vieira Lima, dos deputados federais Antônio Imbassahy (PSDB) e ACM Neto (DEM), dos estaduais Augusto Castro (PSDB) e Pedro Tavares (PMDB), e do ex-governador Paulo Souto.

O presidente da comissão provisória será o comerciante Cacá “Colchões”, que é também pré-candidato a prefeito de Ilhéus.

NOME DE RENATO COSTA ENTRA NO JOGO

Renato Costa deverá substituir Leninha como pré-candidato do PMDB a prefeito de Itabuna

Fonte ligada ao PMDB em Itabuna confirmou a este blog que a pré-candidatura da empresária Leninha Duarte “fez água” e o partido divulgará em breve o nome do médico Renato Costa, ex-deputado estadual, como o postulante peemedebista na sucessão municipal.

Há também uma tentativa de aproximação entre PMDB e PRB, que em Itabuna tem como pré-candidato o vereador Vane do Renascer, ex-petista que vem aparecendo bem nas sondagens eleitorais.

O PMDB poderá fazer com Vane um acordo parecido com o existente na frente de partidos formada por PDT, PCdoB, PRB, PV e PSC, que nos últimos dias enfrentou turbulências. A ideia é oferecer a cabeça da chapa majoritária ao nome que estiver melhor situado na disputa.

GEDDEL EM ITABUNA

O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima, um dos caciques do PMDB da Bahia, estará no dia 27 em Itabuna para encontro com correligionários. Entre eles a empresária Leninha Duarte, pré-candidata à Prefeitura local.

Um dos compromissos de Geddel será uma visita às obras do canal do Lavapés, na Avenida Amélia Amado. Foi o peemedebista quem liberou os recursos de R$ 12,8 milhões para o projeto, quando era ministro da Integração Nacional.

A visita será acompanhada pelo deputado estadual Augusto Castro (PSDB), que aposta na possibilidade de aliança entre PMDB e o DEM do Capitão Azevedo, que disputa a reeleição. Isto, logicamente, se a candidatura de Leninha não vingar…



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