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:: ‘PP’

JABES: “O PT JÁ ME APOIOU E EU JÁ APOIEI O PT”

O PIMENTA inicia a publicação de uma série de entrevistas com os principais atores do cenário político regional, nomes que certamente terão influência ou estarão diretamente na disputa pelo comando de Ilhéus e Itabuna, as maiores cidades do sul da Bahia. A primeira conversa foi com o secretário-geral do PP da Bahia, Jabes Ribeiro, que trabalha para conseguir mais um mandato à frente do governo ilheense.

Advogado e professor, Jabes já governou Ilhéus em três gestões. Foi também deputado federal e chegou a ocupar a vice-liderança do governo Itamar Franco (1992-1994) na Câmara. No período em que Waldir Pires governou a Bahia, Jabes foi seu secretário estadual do Trabalho.

Nesta entrevista, o político ilheense ataca com dureza a atual administração do município e, entre outros adjetivos, diz que o governo Newton Lima é “inepto” e “ineficiente”. Sobre a polêmica gerada com o PT, quando disse que não aceita fazer aliança com quem detém cargos na Prefeitura de Ilhéus (caso petista), Jabes afirma que não deu ultimato nem nominou qualquer partido.

O pepista diz que seu grupo está aberto a conversar com todas as legendas que integram a base aliada do governo Wagner, mas repete: “quem está com Newton, que fique até o final”.

 

PIMENTA – O PP ficou com uma bela fatia na distribuição dos cargos do Estado em Ilhéus. Isso gerou ciúme entre as demais legendas da base aliada?

JABES RIBEIRO – É do jogo democrático que aqueles que venceram as eleições normalmente ajudem a governar. É assim em qualquer democracia do mundo. Creio que o governador foi muito hábil no momento em que, ao invés de sair fazendo uma distribuição por pessoas, por deputados, ele resolveu convocar os partidos políticos para participar desse entendimento. Foi um debate longo e intenso, mas acredito que o resultado, mesmo não agradando a todos, foi o melhor que se poderia conseguir.

PIMENTA – A seu ver, não existe nenhum desequilíbrio?

JR – Essa distribuição representa o resultado das eleições de 2010. Os partidos que tiveram uma melhor performance acabaram tendo um posicionamento melhor. Falam: “ah, mas tirou o cargo de Fulano”. Não existe isso, o cargo não é de ninguém, senão do governador, do Estado. Eu representei o PP em toda a Bahia e fizemos um trabalho em que ocupamos os cargos com base na votação que tivemos. Por exemplo, no território sul o meu partido teve uma performance e em torno dela teve uma ordem de participação nos cargos. Em Ilhéus, nós ficamos com Detran, um cargo da Bahiapesca, uma coordenação da Direc, a Sudic e alguns outros cargos menores. Enfim, esse foi o espaço que nos coube dentro dessa distribuição e todos os partidos da base aliada participaram desse processo.

PIMENTA – Esse espaço que o PP está ocupando fortalece o partido para 2012. Como você faz essa análise e como está construindo um diálogo com os aliados para viabilizar o caminho para as próximas eleições?

JR – O PP tem um relacionamento ótimo e sem nenhuma contestação com todos os demais partidos da base aliada. Nosso relacionamento com o PT, o PCdoB o PSB, com o PDT, é absolutamente democrático, civilizado, solidário, contributivo. Não tem problema nenhum, tanto que, em vários locais da Bahia, após a distribuição dos espaços políticos, nós fizemos negociações com os partidos. Fizemos negociações com o PDT, o PCdoB, o PSB. Nós não tivemos nenhum problema nesse sentido. O relacionamento é absolutamente positivo com todos os partidos da base aliada.

PIMENTA – Em Ilhéus esse relacionamento não é tão positivo…

JR – É evidente que nos municípios existem problemas, mas eu acho que o diálogo, a conversa, o esforço no sentido da gente encontrar o caminho, isso tudo é absolutamente possível. É claro que você vai encontrar problemas aqui e acolá, mas nós partimos de um princípio: há um projeto nacional, esse projeto é comandado pela presidente Dilma Rousseff, e há um projeto estadual comandado pelo governador Wagner. O nosso partido está absolutamente comprometido com esses projetos.  Nos municípios, é natural que cada partido lute para ocupar o poder e se fortalecer, mas nós partimos do princípio de que onde haja condições de disputar as eleições, nós vamos disputar. Onde existe segundo turno, disputaremos comprometidos a no segundo turno estarmos juntos, dentro da base aliada.

 

Quando você tem um comandante que não gosta do que faz, não tem aptidão, não tem autoridade, gera esse caos que está aí, em que você tem vários prefeitinhos.

 

PIMENTA – O senhor acredita que os conflitos locais podem trazer dificuldades para o seu projeto de eleição?

JR – As disputas locais são absolutamente naturais. Veja em Itabuna, por exemplo,  a disputa do PCdoB com o PT. Em Salvador, praticamente todos os partidos têm candidato a prefeito. Em Ilhéus, da mesma forma, temos um debate natural e democrático. O governador sabe disso, não tem nada que esteja acontecendo em Ilhéus que não seja do conhecimento do governador. Nesse sentido, não creio que haja nenhum problema, muito pelo contrário. O PP quer se fortalecer em Ilhéus para ajudar o governador Wagner e a presidente Dilma Rousseff.

PIMENTA – Causou certo incômodo, sobretudo a pessoas ligadas ao PT, a espécie de ultimato feito pelo senhor, avisando que não faria aliança com pessoas que estão no governo municipal. Como fica isso?

JR – Eu nego veementemente ter dado ultimato a quem quer que seja, esse não é um papel meu. Eu tenho um projeto como líder do meu partido: nós trabalhamos em Ilhéus com um projeto de chegar à prefeitura. Há pessoas no PT de Ilhéus com quem eu tenho um ótimo relacionamento, assim como no PSB. Muitos até já estiveram comigo ao longo da história. Às vezes eu pergunto:  quem não esteve? O que eu disse e quero reiterar foi que eu e o meu partido estamos absolutamente abertos a conversar com todos, mas decidimos não fazer aliança com nenhum partido que esteja dentro do atual governo municipal. Não estou me negando a conversar, muito pelo contrário.

 

PIMENTA – Mas há lideranças locais que parecem não querer conversa.

JR – Quem conhece política sabe que isso é bobagem. O que não dá é as pessoas tentarem a vida inteira um artificialismo, um jogo de enganação que não funciona. A nossa posição clara é a seguinte: nós não iremos fazer nenhuma aliança com o atual governo de Ilhéus. Não cabe, pois temos uma atitude institucionalmente de oposição a esse governo. Não há nada de pessoal contra o Newton (Lima), e eu tenho dito isso. Muito pelo contrário, ele é uma pessoa cordial, não temos problema nenhum.  Agora, politicamente falando, o governo é um desastre, um caos, é uma desorganização completa, é a negação do que seja um governo. Mas isso quem está dizendo não sou eu, é quase 90% dos ilheenses.

PIMENTA – E como fica, então, a chance de prosperar algum diálogo com o PT, que está no governo municipal?

JR – Eu não quero nem nominar, nunca nominei. Eles ficam meio nervosos comigo, mas eu quero até que tenham tranquilidade. Quem quiser considerar que o projeto para 2012 passa por esse governo que está aí, fique com ele. Estou disposto a conversar com o PT, o PSB, PCdoB, PDT e já tenho conversado com muitos. Estão enganados aqueles que pensam que eu estou voltado apenas para o meu partido.  Não é essa a minha experiência e vale lembrar que no passado eu já tive alianças com o PT. O PT já me apoiou em Ilhéus, o PSB já me apoiou, e eu já apoiei o PT. Nas últimas eleições eu apoiei o PT a pedido do governador.

Já conversei com o deputado Josias (Gomes, do PT), com quem tenho um bom relacionamento e considero um político capaz, competente, que não age com o fígado, como muitos.

PIMENTA – Chegou a existir de fato algum ensaio de acordo para que o PP apoiasse o PT em Itabuna em troca de uma reciprocidade em Ilhéus?

JR – O que acontece é o seguinte: há em Salvador uma comissão com representantes de cada partido da base aliada. Tem o representante do Partido Progressista; tem lá o Jonas Paulo, do PT; Alexandre Brust, do PDT; Daniel Almeida, do PCdoB; Lídice da Mata, do PSB;  Toninho, do PSL; Bispo Márcio Marinho, do PRB, e por aí vai… Nós estabelecemos nesse grupo que vamos buscar o máximo de esforço para que haja uma unidade da base aliada nas 30 maiores cidades da Bahia, o que inclui Itabuna, Ilhéus e tantas outras. É uma conversa que se faz priorizando a defesa do projeto nacional e do projeto estadual . Se haverá possibilidade de termos êxito em todos os lugares, não sabemos. É evidente que em situações desse tipo, existem composições. Por exemplo, o PT pode precisar do nosso apoio em Vitória da Conquista, em Feira de Santana, em Salvador e nós poderemos precisar do apoio do PT em Ilhéus. Não significa que cada partido não irá consultar suas bases locais, agora há uma resolução do PT, assim como no PP, de que as questões locais terão que passar por uma análise da executiva estadual de cada partido. Eu, por exemplo, já conversei com o deputado Josias (Gomes, do PT), com quem tenho um bom relacionamento e considero um político capaz, competente, que não age com o fígado, como muitos. Converso com Geraldo (Simões), conversei há poucos dias com Everaldo Anunciação (secretário de Organização do PT na Bahia). Estão enganados aqueles que pensam que eu não estou conversando. É que tem alguns que estão tão envolvidos com o governo municipal, que não têm tempo para conversar.

PIMENTA – Nessas suas conversas com lideranças do PT, já se estabeleceu algum critério para definição de alianças, como desempenho em pesquisa, por exemplo?

JR – Não, mas eu topo. Pelo critério de pesquisa eu topo discutir aliança em Ilhéus com qualquer partido da base aliada, exceto, repito, com aqueles que fazem parte da atual administração municipal. Porque senão a gente descaracteriza nosso discurso. Ao escolher o nome que disputará as eleições com base em pesquisa, estaremos demonstrando consideração pelo que pensa a opinião pública, mas é claro que não é só o critério da pesquisa. Existem outros que podem ser utilizados e eu não tenho problema nenhum.

PIMENTA – Ilhéus tem problemas financeiros graves, com um volume imenso de precatórios e inadimplência que gera até a impossibilidade de firmar convênios para projetos e obras. Como equacionar isso?

JR – Eu deixei o município, no final de 2004, com os precatórios todos negociados. Eu fiz essa negociação quando era presidente da Amurc, e não foi só para Ilhéus. Itabuna negociou, Jequié negociou, toda a região negociou. Ilhéus teve uma administração, com o ex-prefeito Antônio Olímpio, que gerou milhões de precatórios. Isso está registrado, não tem o que se discutir, mas, enfim, existem os precatórios e nós negociamos em condições de honrar. Veio Valderico (Reis, ex-prefeito) e chutou tudo pra cima. As negociações com o INSS, eu deixei todas organizadas. Por que eu assinei convênios com os governos federal e estadual até o último dia do meu governo? Assinei porque estava tudo absolutamente em dia, as contas estavam organizadas. Deixei a folha de pagamento com menos de 50%, abaixo do limite legal. A Prefeitura estava organizada, as contas estavam organizadas. Eu vou apresentar no momento certo os dados que demonstram que Ilhéus estava crescendo. Foi feita uma reportagem naquele período, publicada na revista Veja ou na Época, que listava Ilhéus entre as dez melhores cidades do Brasil para se viver. Está escrito. Não dá para as pessoas ficarem na enganação, na mentira,na malandragem. Não existe isso.

PIMENTA – Quer dizer que todos os problemas da cidade são culpa do atual governo?

JR – O que está aí é produto de dois governos desastrados, que desorganizaram as contas públicas, o setor de pessoal, os programas sociais, a saúde, a educação. Esse é um desgoverno porque desorganizou todas as políticas de Ilhéus e acho que nós, ou qualquer outro que chegue à prefeitura, teremos um grande trabalho para enfrentar isso. Programas como o “Escola Campeã”, do Instituto Ayrton Senna, cadê? Ilhéus era a única cidade da Bahia que tinha esse programa. Cadê os programas voltados para a geração de emprego, como o Pead, por exemplo? Acabou tudo. Na área cultural, o que se fez? Fecharam biblioteca, fecharam o Circo Folias da Gabriela, que era um espaço importante para a cultura, as manifestações artísticas do povo de Ilhéus. O que eles fizeram mais de importante para a cultura? Fecharam o Memorial da Cultura Negra. Fizeram o que a mais? Transformaram o Bataclan num restaurante, só isso. Não tenho nada contra, acho até que está legal, mas era esse o projeto? Ou era o projeto de uma casa de cultura, que contou com dinheiro público, do município e da Petrobras? O restaurante está até bonito, mas você não vê uma placa que indique o que é aquilo. Será que a Petrobras iria me ajudar a fazer aquele trabalho se eu dissesse que seria um restaurante, por melhor que seja? Esse governo é inepto, ineficiente. Quando você tem um comandante que não gosta do que faz, não tem aptidão, não tem vocação, não tem talento, não tem liderança, não tem autoridade, gera esse caos que está aí, em que você tem vários prefeitinhos. Todo mundo manda e a cidade não avança.

A SUCESSÃO MUNICIPAL

Marco Wense

Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.

As reações de Wenceslau Júnior, presidente do PCdoB de Itabuna, reafirmando candidatura própria na sucessão de 2012, têm provocado uma incontrolável euforia nos democratas (DEM).

Qualquer comentário de que o PCdoB não terá candidato, novamente apoiando o PT, é logo bombardeado pelos três prefeituráveis da legenda: Davidson Magalhães, Sena e Wenceslau.

Um racha na oposição, principalmente entre comunistas e petistas, é “a azeitona que faltava na empada do prefeito Azevedo”, costuma dizer um azevista de carteirinha.

Tem até correligionários com a opinião de que a reeleição de Azevedo depende mais da cisão oposicionista do que da realização de obras na periferia.

Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.

Com o PCdoB longe do PT, a indicação do candidato a vice na chapa encabeçada por Geraldo Simões seria disputada por socialistas e pepistas.  O empresário Roberto Barbosa, que preside o PP local, é um fortíssimo vice-prefeiturável.

O PT de Geraldo Simões não quer nem ouvir falar do médico Edson Dantas e do vereador Ricardo Bacelar como opções do PSB para uma composição na chapa majoritária.

Não é à toa que Ruy Machado, presidente da Câmara de Vereadores, trabalha para levar o colega Gerson Nascimento para o Partido Socialista Brasileiro.

Ruy Machado sabe que a coligação do PSB com o PT é favas contadas. A senadora Lídice da Mata, mandatária-mor do PSB, já decidiu que o partido deve apoiar o ex-prefeito Geraldo Simões.

De olho no segundo mandato, Ruy Machado, mesmo em outro partido, faria de tudo para emplacar o colega Gerson como vice de Geraldo. A contrapartida do edil seria o apoio a sua reeleição.

Para fazer frente ao ambicioso plano do presidente do Legislativo, alguns membros do diretório vão convidar o major Serpa para se filiar ao PSB, se tornando assim um vice-prefeiturável.

Pelo andar da carruagem, parece que o caminho da reconciliação entre petistas e comunistas é cada vez mais difícil. A tábua de salvação do PCdoB é o PMDB.

O PCdoB não pode lançar candidatura própria sem o imprescindível apoio do PMDB, sem o tempo que a legenda dispõe no horário eleitoral destinado aos partidos políticos.

Davidson Magalhães, por exemplo, não pode fazer uma campanha com alguns segundos na telinha. Uma campanha, digamos, enesiana, na base do “meu nome é Davidson”.

Marco Wense é articulista político.

JABES CHAMA GOVERNO NEWTON DE INEPTO

O PIMENTA entrevistou na manhã desta sexta-feira, 29, o secretário-geral do PP, Jabes Ribeiro, que tem descarregado suas baterias no governo Newton Lima. Na conversa com o blog, Jabes disse que o PP está aberto para conversar com todos os partidos da base aliada de Jaques Wagner, mas reafirmou que não há possibilidade de acordo com quem ocupa cargos na administração ilheense.

“É um governo inepto, incompetente”, disse o secretário-geral do PP. Ele informou que tem preenchido sua agenda com compromissos semanais em Salvador e Brasília, mas “sobe os morros” de Ilhéus quase todos os finais de semana.

A entrevista completa você lê aqui no PIMENTA neste final de semana.

O CANDIDATO É GERALDO

Marco Wense

O PCdoB não terá mais candidato próprio na sucessão do prefeito Azevedo.

Salvo algum acidente de percurso, o candidato do PT à sucessão municipal de 2012 é o deputado federal Geraldo Simões, ex-prefeito de Itabuna por dois mandatos.

Depois de uma avaliação eminentemente política, ficou a conclusão de que a pré-candidatura de Juçara Feitosa criaria problemas com os partidos da base aliada do governo Wagner.

Com Geraldo Simões, o governador Jaques Wagner vai entrar na campanha de maneira incisiva, principalmente em relação ao apoio das legendas aliadas.

A opção Geraldo Simões, além de por fim na discussão sobre a imposição do nome da ex-primeira dama, freia a intenção do PCdoB de lançar candidatura própria.

Com Geraldo candidato, os “meninos” do PCdoB vão conseguir tudo que desejam: Ciretran, vaga no Parlamento estadual para Wenceslau Júnior e a permanência de Davidson Magalhães na Bahiagás.

Com Geraldo candidato, o vereador Claudevane Leite, o Vane do Renascer, deixa o pesadelo de ser o candidato do PT na sucessão do prefeito Azevedo e vai atrás da sua reeleição.

A candidatura de Geraldo Simões muda todo o cenário eleitoral. Recente pesquisa de intenção de voto aponta Geraldo na frente, em uma posição confortável em relação ao segundo colocado.

Os favoritos na eleição municipal de 2012, sem dúvida o prefeito Azevedo (DEM-reeleição) e o deputado Geraldo Simões (PT), sabem da importância de uma boa coligação no processo sucessório.

O petista corre atrás dos partidos que compõem a base de sustentação política do governo Wagner, principalmente o PCdoB, PSB, PDT e o PP. O demista busca o importante apoio do PSDB, PPS, PR, PV e do PTN.

Pela frente, o PMDB com seu invejável tempo no horário eleitoral. O partido vai ficar com quem? O PMDB de Itabuna é uma democrática mistura de fernandistas, geraldistas, azevistas, ubaldistas e renatistas.

E por falar no PMDB, a legenda ainda conta com a irreverência, conhecimento, sabedoria e a polemicidade dos inquietos Juvenal Maynart e Ruy Correa.

Marco Wense é articulista da Contudo.

JABES: “NÃO QUERO CONVERSA COM QUEM ESTÁ NESTE GOVERNO”

Jabes não quer apoio dos aliados de Newton. Será?

Num recado direto ao Partido dos Trabalhadores, o ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, pré-candidato ao Palácio Paranaguá pelo PP, voltou a afirmar que não aceitará fazer aliança com partidos que integram o governo Newton Lima.

Jabes fez a afirmação nesta manhã, durante entrevista ao programa “O Tabuleiro”, comandado por Erivaldo Vila Nova na rádio Conquista FM. “Não me peçam para fazer aliança com esse governo que está aí. Quem estiver nesse governo, que fique até o final”, declarou o ex-prefeito.

Observadores do cenário político ilheense acreditam que a rejeição jabista aos aliados de Newton é estratégica, “manhosa” e tem apenas um alvo: o PT. “Jabes não seria maluco de recusar um eventual apoio petista; o que ele quer é constranger a ala do partido que defende candidatura própria”, analisa um membro do PT ilheense.

ROBERTO, SUCESSÃO E O PP

Marco Wense

O PP de Itabuna caminha para os braços de Geraldo Simões.

O empresário Roberto Barbosa, mais conhecido como Roberto Minas Aço, sabe que não será candidato a prefeito de Itabuna pelo Partido Progressista (PP).

O comando estadual da legenda, tendo a frente o ministro das Cidades, Mário Negromonte, já sinalizou que o PP não disputará o cobiçado Centro Administrativo Firmino Alves.

Na sua última visita a Itabuna, o ministro deu evidentes sinais de que a prioridade do partido no sul da Bahia é Jabes Ribeiro, candidatísssimo a prefeito da irmã e vizinha cidade de Ilhéus.

O retorno do jabismo ao Palácio do Paranaguá é fundamental para as futuras pretensões políticas do ministro Negromonte. Jabes Ribeiro ocupa a primeira posição nas pesquisas de intenção de voto.

O PP, acertadamente, quer evitar um atrito desnecessário com o PT de Itabuna, já que o “prefeiturável” Roberto Minas Aço não tem nenhuma chance de sair vitorioso na sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

De olho no Palácio de Ondina, Negromonte não quer ser comparado com Geddel Vieira Lima, que depois de virar ministro da Integração Nacional do então presidente Lula, com o aval do governador Jaques Wagner, rompeu com o petista.

É bom ressaltar que a ida de Negromonte para a titularidade do ministério das Cidades foi uma indicação do PP nacional. Não teve participação direta do governador Wagner.

O PP de Itabuna caminha para apoiar o candidato do PT, que pode ser Geraldo Simões ou a ex-primeira dama Juçara Feitosa. O empresário Roberto Minas Aço seria o candidato a vice-prefeito na chapa do Partido dos Trabalhadores.

Nos bastidores, já há um movimento, ainda tímido, de uma negociação envolvendo o PT de Ilhéus, que apoiaria Jabes como contrapartida ao apoio do PP em Itabuna.

Uma coisa é certa: o ministro Mário Negromonte é o candidato do PP na sucessão estadual de 2014.

FÉLIX E O PDT

Não existe nenhum interesse do deputado federal Félix Mendonça Júnior pelo PDT de Itabuna. É o que se deduz diante da falta de motivação do parlamentar com a legenda Brizolista.

Pobre PDT de Itabuna. O partido não faz reunião, não tem sede, telefone, cadeira, mesa, copo descartável, papel higiênico, não tem nada. Não se faz mais PDT como antigamente.

É triste. Muito triste. Viva o PDT de Brizola, Darcy Ribeiro, Dagoberto Brandão, Hélio Pitanga, Nozô. Viva o PDT histórico e todos os seus bravos, coerentes e apaixonados militantes.

Marco Wense é articulista da Contudo.

PASSE VALORIZADO

A cúpula estadual do DEM ameaçou ir pra cima do prefeito Capitão Azevedo, que havia externado desejo de mudar para o PP ou PSDB.

Depois de troca de cotoveladas, a paz (aparente?) voltou a reinar entre ACM Neto e o prefeito. A pacificação é atribuída ao vereador Solon Pinheiro. O tucano mantém boas relações com as partes e agiu como bombeiro na história.

O menudo ficou com o passe valorizado após as juras de amor de Azevedo ao DEM. O prefeito disse que fica no partido…

JABES É CERTEZA. MINAS AÇO, NÃO

Da esq. p/dir., Roberto Minas Aço, Jabes, ministro Mário Negromonte, deputado estadual Mário Negromonte Jr. secretário de Desenvolvimento e Integração Regional da Bahia Wilson Brito e o ex-prefeito e vereador de Ipiaú, José Mendonça

Pelo que se observou no encontro político do PP, ocorrido ontem (14), em Itabuna, a pré-candidatura do secretário-geral do partido, Jabes Ribeiro, a prefeito de Ilhéus, é fato praticamente consumado. O deputado estadual Mário Negromonte Jr., saudou Ribeiro como “o futuro prefeito progressista de Ilhéus”. Um entusiasmo só.

Mas na hora de referir-se ao anfitrião do encontro, o empresário Roberto “Minas Aço”, que pleiteia uma segunda candidatura a prefeito de Itabuna, só reticências. Nem o filho deputado nem o pai ministro, a principal estrela da reunião, indicaram Minas Aço como opção preferencial da legenda na sucessão itabunense.

Questionado pelo PIMENTA sobre a possível indicação do empresário como candidato do PP em 2012, o ministro Mário Negromonte disse que ainda não conversou com Minas Aço sobre o assunto e acrescentou que “no momento certo, faremos essa avaliação”.

Negromonte também relativizou uma questão delicada para o PP local. É que a comissão provisória do partido é hoje oficialmente presidida pelo advogado José Humberto Martins e “extraoficialmente” por Roberto Minas Aço.

Um militante do PP revelou ao blog que chegou a hora de definir a futura comissão e, como deputado do partido mais votado em Itabuna, Luiz Argôlo tem a prerrogativa de indicar os dirigentes locais. O deputado não é simpático à candidatura do empresário.

O ministro,  no entanto, afirmou que a regra (do deputado mais votado) não é absoluta. “O principal critério é o bom senso”, minimizou.

AZEVEDO LEVOU “BOLO” DO MINISTRO

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, esperou em vão pelo ministro das Cidades Mário Negromonte. Estava combinada uma visita ministerial ao alcaide antes de outro compromisso de Negromonte, um almoço na casa do empresário Roberto Minas Aço.

Depois de tomar um belo “chá de cadeira”, Azevedo recebeu a ligação do ministro, explicando que não poderia comparecer à reunião pessoal e exclusiva na Prefeitura. E pediu que o prefeito fizesse a gentileza de dirigir-se à casa do empresário para um encontro coletivo mesmo.

Obediente, o prefeito rumou para a casa de Minas Aço, no bairro Zildolândia, onde se juntou a outros prefeitos, como os de Jussari e Ibicuí, entre outros políticos, no beija-mão organizado para Negromonte.

 

JABES PODE “RIFAR” MINAS AÇO PARA TER APOIO DO PT EM ILHÉUS

Nos bastidores da política sul-baiana, comenta-se que a pré-candidatura do empresário Roberto Minas Aço não será confirmada pelas convenções partidárias do ano que vem. Segundo informações, o ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, secretário-geral do PP, tentará oferecer o apoio do partido em Itabuna ao candidato a ser indicado pelo PT na sucessão municipal de 2012. Em troca, o Partido dos Trabalhadores apoiaria a candidatura jabista em Ilhéus.

O plano é confirmado por um político ligado à executiva estadual do PP, que, no entanto, prefere apostar em outros rumos para a legenda em Itabuna. “Em breve, terá que ser programada a renovação da comissão provisória do partido no município e quem tem a primazia de indicar seus integrantes é o deputado mais eleito da legenda nessa base”, afirma o pepista, deixando claro que se refere ao deputado federal Luiz Argôlo.

O parlamentar tende a não apoiar o possível acordo entre Jabes e o PT na região, dando preferência a uma parceria com o prefeito Azevedo. Nesse caso, a estratégia exigiria a saída do gestor de seu atual partido, o DEM.

NEGROMONTE TERÁ ENCONTRO COM AZEVEDO

Antes de ir à casa do empresário Roberto Minas Aço, onde participa hoje de um almoço político com militantes do PP, o ministro das Cidades Mário Negromonte, que é o presidente estadual da legenda, terá um encontro com o prefeito José Nilton Azevedo (DEM), na sede do governo local. Segundo fontes do próprio PP, a conversa foi solicitada pelo ministro em telefonema nesta sexta-feira, 13.

O deputado federal Luiz Argôlo viria a Itabuna hoje, mas, segundo as mesmas fontes, apenas acompanharia o ministro no encontro com Azevedo e não participaria do almoço com os correligionários. Argôlo cancelou a visita em função da morte de seu tio, Maximino Argôlo.

SENADORA DO PSOL TIRA “CARTILHA ANTIGAY” DAS MÃOS DE BOLSONARO

Terminou em confusão na manhã desta quinta-feira, 12, a reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado que discutiu o projeto que prevê punições para discriminação de homossexuais.

O impasse na comissão em torno da matéria fez com que a relatora, Marta Suplicy (PT-SP), retirasse a proposta da pauta para ampliar o debate com setores contrários ao texto.

Presente à reunião, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), crítico das causas homossexuais, tentou exibir um panfleto “antigay” atrás da senadora Marta Suplicy (PT-SP), quando a parlamentar concedia uma entrevista.

A atitude de Bolsonaro irritou a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que deu um tapa nas mãos do deputado do PP, na tentativa de arrancar o panfleto exibido por ele. Do G1

CÚPULA DO PP EM ITABUNA

O ministro das Cidades, Mário Negromonte, desembarca neste fim de semana em Itabuna, trazendo consigo toda a cúpula do Partido Progressista da Bahia. No sábado, dia 14, Negromonte almoça na casa do empresário Roberto Minas Aço, que preside o diretório local do PP e pretende ser candidato a prefeito em 2012. “No almoço, serão servidos pratos quentes para a política local”, adianta o empresário, buscando criar um clima de expectativa em torno da agenda.

Entre os que marcarão presença no almoço, estão os deputados federais Roberto Britto e Luiz Argôlo e o estadual Mário Negromonte Jr., além do secretário-geral do PP na Bahia, Jabes Ribeiro.

Em Ilhéus, também no sábado, o partido promoverá uma reunião no plenário da Câmara de Vereadores às 19 horas. Neste evento, todas as loas estarão reservadas a Ribeiro.

GERALDO, JABES E A SUCESSÃO

Marco Wense

Jabes é do PP, partido aliado do governador Jaques Wagner e da presidente Dilma Rousseff. O PT de Ilhéus, pelo critério de Geraldo, não deve ter candidato.

O ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, secretário-geral do Partido Progressista (PP), tem um aliado especial: o também ex-alcaide Geraldo Simões.

Geraldo acha que o melhor critério para definir o candidato que deve encabeçar a chapa majoritária na sucessão de José Nilton Azevedo é o da pesquisa de intenção de voto.

Geraldo defende uma ampla frente de oposição em torno da petista Juçara Feitosa. A ex-primeira dama assume a dianteira em todas as consultas populares.

“Temos que analisar quem está melhor nas pesquisas”, diz o deputado federal toda vez que é questionado sobre a possibilidade do PCdoB lançar candidatura própria.

Geraldo quer os partidos da base aliada dos governos estadual (Jaques Wagner) e federal (Dilma Rousseff) apoiando Juçara Feitosa na eleição de 2012.

Para ser coerente, o parlamentar, que já governou Itabuna por duas vezes, tem que defender uma ampla coligação em torno do prefeiturável Jabes Ribeiro.

As pesquisas, lá em Ilhéus, nossa vizinha e irmã cidade, colocam Jabes Ribeiro na primeira posição na disputa pelo comando do Palácio do Paranaguá.

Jabes é do PP, partido aliado do governador Jaques Wagner e da presidente Dilma Rousseff. O PT de Ilhéus, pelo critério de Geraldo, não deve ter candidato.

SUTILMENTE

O presidente do PMDB de Itabuna, o bom médico Renato Costa, cita João Xavier, Ubaldo Dantas, Rui Correa e o ex-prefeito Fernando Gomes como prefeituráveis do partido.

Mas, sutilmente, nas entrelinhas, descarta Fernando Gomes: “O PMDB defende um modelo novo de gestão, fórmulas já passadas parece que não atendem aos reclames da população”.

Para não criar atrito com o fernandismo, os renatistas juram que as “fórmulas passadas” são direcionadas para o também ex-prefeito Geraldo Simões (PT).

Marco Wense é articulista da Contudo.

PROJETO 2012 DESLANCHA DE VEZ

Azevedo larga o pãozinho para "comer" filé.

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) dará “pulinhos de alegria” com a decisão do governo federal de retirar a necessidade de contrapartida em obras do PAC 2 nas áreas de infraestrutura e saneamento básico.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União e assinada pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte, faz deslanchar obras importantes, a exemplo da ampliação do sistema de captação de água, avaliada em mais de R$ 70 milhões.

Parte do dindin será liberada pelo governo baiano e a maior, pela União. Para ampliar a captação, será construída barragem no rio Colônia, em Itapé. As decisões estão publicadas em oito páginas do DOU.

“DOUTOR FUBÁ” MIRA SUPERINTENDÊNCIA DA CEPLAC

Nos corredores da sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna, é forte o zum-zum-zum de que o atual superintendente Antônio Zózimo será substituído. E o suposto futuro gestor é mencionado não pelo nome, mas por um curioso apelido: “Doutor Fubá”, que após breve consulta este blog descobriu ser o ex-secretário de Indústria e Comércio de Ilhéus (governo Jabes Ribeiro), Antônio Zugaib.

Zugaib contaria com as bênçãos do PP para conquistar a superintendência, cuja alternância de comando pode ser inserida no bojo de uma série de mudanças que estão ocorrendo em órgãos federais.

Porém, caso a nomeação saia de fato, é bom até mesmo os amigos evitarem o apelido. Doutor Fubá não gosta de ser chamado assim desde que concluiu um mestrado e passou a exigir tratamento mais respeitoso e solene até mesmo dos companheiros de “baba”.

SE ARREPENDIMENTO MATASSE…

Ângela e o filho Mário Alexandre entre jabistas: ouviram o que não queriam

A desinteligência no exercício da política ainda vai dar muita dor de cabeça ao grupo da deputada ilheense Ângela Sousa, do PSC.

Na última semana, conforme registrou o blog Cia da Notícia, a parlamentar mobilizou-se para barrar a presença do ex-prefeito Jabes Ribeiro no palanque da inauguração de uma fábrica de chocolates finos no distrito de Rio do Engenho. Estava presente o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, do mesmo partido de Ribeiro, o PP.

Conforme era vontade da deputada evangélica, o ex-prefeito ficou fora do palanque e junto aos populares que estavam no evento. De baixo, porém, saboreou com raro prazer as referências elogiosas de Eduardo Salles, que praticamente pintou o correligionário como a salvação para Ilhéus.

Ângela, ao lado do secretário, teve que “engolir” as loas. E estas só foram tão entusiasmadas por causa da tolice da deputada de achar que o palanque era pequeno demais para ela e o arquirrival.

DILMA JOGA NEGROMONTE NA GELADEIRA

A revista Istoé deste final de semana traz uma matéria sobre a condição de quatro ministros do Governo Dilma que estão, como se diz por aqui, sem moral. Eles não foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff, embora já estejamos no quarto mês da gestão dilmista. A lista é integrada por um ministro originado politicamente na Bahia, o deputado federal Mário Negromonte (PP).

Negromonte teria cometido barbeiragens administrativas desde quando assumiu o Ministério das Cidades e tem suado bastante para ver se emplaca os nomes dos amigos Carlos Batinga (PSC-PB) e Inaldo Leitão (PP-PB) em cargos de visibilidade justamente no ministério sob o seu comando.

A reportagem da Istoé diz ter ouvido fontes palacianas que deixaram exposta a falta de prestígio do ministro pepista. “Não bastasse não ter sido recebido ainda por Dilma – apenas a encontrou no avião presidencial durante duas viagens –, Negromonte até agora não conseguiu autorização para nomear dois velhos aliados: o deputado estadual Carlos Batinga (PSC-PB) e o ex-deputado Inaldo Leitão (PP-PB)”.

ARGÔLO CRITICA AÇÃO DO MPF

A ação do Ministério Público Federal, que pede a suspensão das obras do trecho Barreiras – Ilhéus da Ferrovia de Integração Oeste – Leste (Fiol) foi criticada pelo deputado federal Luiz Argôlo (PP). O parlamentar é um dos propositores e membro da Comissão de Acompanhamento do projeto do Complexo Intermodal Porto Sul.

Para Argôlo, a incerteza em torno das obras do terminal portuário da Bamin e do porto público em Ilhéus, apontada pelo MPF, praticamente não mais existe. Ele sustenta que, com a mudança da área do porto para Aritaguá, é “altamente improvável” que o Ibama deixe de conceder a licença ao projeto.

“A mudança se deu em função de questões ambientais, pois há estudos que apontam o menor impacto na região de Aritaguá”, considera o deputado. Ele afirmou que “os órgãos envolvidos e a justiça devem buscar o consenso, pensando no retorno econômico-social do investimento”.

EM ILHÉUS, PP FICARÁ COM SUDIC, DETRAN E BAHIA PESCA

Chega a hora da divisão do bolo

Uma reunião encerrada há poucos instantes no hotel Sol Bahia, em Salvador, definiu a partilha de cargos em órgãos estaduais entre partidos da base de apoio ao governo Wagner. No que interessa a Ilhéus, sabe-se que foi batido o martelo para que o PP assuma o comando dos escritórios locais da Sudic, Bahia Pesca e Detran.

Uma fonte do Partido Progressista nega disputa pelos cargos com o PT. “Eles simplesmente não pediram esses cargos”, desconversa. O Partido dos Trabalhadores ficará em Ilhéus com o comando de outros órgãos, como Dires e Direc.

O PIMENTA apurou que o PP ainda não decidiu quem sentará nas cadeiras, que serão desocupadas pelo Partido dos Trabalhadores, caso da Sudic e da Bahia Pesca, e pelo PSC (leia-se deputada Ângela Sousa), no caso do Detran.






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