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:: ‘PSDB’

DEPUTADO QUER GAP EM JUNHO

Pelo projeto encaminhado pelo Governo da Bahia à Assembleia Legislativa, a Gratificação da Atividade Policial (GAP) IV será paga aos PMs a partir de novembro. Mas a oposição se movimenta para forçar o governador Jaques Wagner a antecipar o benefício, que foi um dos principais motes do movimento grevista que abalou a Bahia nos primeiros dias de fevereiro.

Uma emenda do deputado Augusto Castro (PSDB) propõe que a GAP IV seja paga já a partir do mês de junho, o que o governo recusa sob o argumento de que o impacto no orçamento será elevado, com reflexo no limite prudencial de gastos com a folha de pagamento.

O oposicionista diz que se o governo quiser, tem como pagar.

TIRIRICA QUER DISPUTAR ELEIÇÃO COM SERRA

O palhaço Tiririca, que é também deputado federal e foi o puxador de votos do PR no estado de São Paulo na eleição de 2010, pensa em disputar a prefeitura paulistana este ano. O Partido da República, que não sabia se apoiava Fernando Haddad (PT) ou José Serra (PSDB), optou por apresentar o folclórico pré-candidato. De acordo com a legenda, a decisão de seu a partir de sugestões recebidas de eleitores.

O PR é aliado do PT no plano federal, mas tem fortes ligações com o tucanato paulista. Sair com Tiririca seria uma maneira de evitar problemas nas duas relações… Ou aumentar o poder de barganha e garantir bons cargos no futuro.

Quem sabe Tiririca venha a desistir da candidatura para se tornar, talvez, o secretário da Educação da Prefeitura de São Paulo…

A DIFÍCIL UNIÃO DAS OPOSIÇÕES NA BAHIA

Do blog de Paixão Barbosa

O fato de Geddel Vieira Lima ter admitido que poderá ser candidato à prefeitura de Salvador pelo PMDB, apenas coloca uma dificuldade a mais na já tão complicada possibilidade de união entre os três principais partidos políticos de oposição na Bahia visando as eleições deste ano e também de 2014. A unidade entre PMDB, PSDB e DEM é muito difícil de se concretizar num projeto amplo, embora vá acontecer de forma pontual em alguns municípios, porque as origens e os interesses das suas lideranças conflitam de modo muito forte.

Partidos que enfrentaram dificuldades, em termos de Bahia,nas últimas eleições, os três precisam lutar para se reinventar a partir de 2012, sob pena de sofrerem um minguamento ainda maior de suas forças. E, para isto, é fundamental a participação nas eleições municipais deste ano com o maior número possível de candidatos próprios, especialmente em Salvador, um pleito que serve como caixa de ressonãncia para todo o Estado. Isto vale principalmente para PMDB e DEM, uma vez que o PSDB baiano não tem conseguido crescer mesmo desde que aqui foi fundado e limita-se a um trabalho de manutenção da sua base parlamentar.

Leia texto completo.

DE MÃOS DADAS

Marco Wense

O ex-prefeito Fernando Gomes, o comprador João Botti e o deputado federal Geraldo Simões. Sem dúvida, os principais protagonistas da transação comercial envolvendo a Rádio Difusora.

Nilton Cruz, presidente da ACI de Ilhéus, e Tiago Feitosa, filho do parlamentar, ficam como coadjuvantes. Raimundo Vieira foi o articulador, o articulador-mor da inusitada aproximação dos ex-prefeitos, que agora são aliados na sucessão de 2012.

PS – A coordenação política da nova Rádio Difusora vai ficar sob a batuta dos jornalistas Eduardo Anunciação e Daniel Thame, profissionais de inteira confiança do deputado Geraldo Simões.

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BOATOS

Com a proximidade do dia da eleição, os boatos, que são inerentes ao processo eleitoral, vão crescer em projeção geométrica.

O último é que Tom Ribeiro, do programa Alerta Total, na telinha da TV Cabrália, teria sido convidado para ser o vice na chapa encabeçada pela petista Juçara Feitosa.

Tom é filiado ao PRB, o mesmo partido do prefeiturável Claudevane Leite, o vereador Vane do Renascer. Na política, existe o boato e o “boato”.  Com e sem aspas.

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AZEVEDO, CASTRO E SANTANA

Na medida em que o deputado Geraldo Simões se aproxima de Fernando Gomes, o prefeito José Nilton Azevedo fica cada vez mais refém dos deputados estaduais Augusto Castro (PSDB) e do coronel Santana (PTN).

Uma coligação com o PMDB do médico Renato Costa passa a ser imprescindível para o projeto de reeleição do demista. O PSDB continua firme com a pré-candidatura de Ronald Kalid.

Santana e Castro vão pedir o céu ao chefe do Executivo. O céu tem que ser de brigadeiro. Nada de nuvens cinzentas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

OPOSIÇÕES DESENCONTRADAS

Em artigo que assina neste domingo, 22, no jornal A Tarde, o jornalista Samuel Celestino faz uma análise do momento difícil em que se encontram as oposições, não apenas na Bahia, mas também no cenário nacional. Aliás, o que acontece em âmbito estadual é reflexo da política mais ampla e isso não escapa ao articulista.

Celestino complementa a análise abordando a situação de Salvador, em que PMDB, DEM e PSDB ensaiam, mas não conseguem efetivamente criar um projeto comum para a sucessão municipal.

Corretamente, Celestino observa que as eleições deste ano praticamente antecipam a disputa de 2014 na troca de comando do governo da Bahia. E o cenário atual favorece a continuidade.

Clique aqui para ler o artigo, publicado também no Bahia Notícias.

É MELHOR DESISTIR

Marco Wense

Na areia movediça da política, não há espaços para os ingênuos e os desprovidos de espírito público.

Os pré-candidatos a prefeito de Itabuna não podem ficar chateados com os comentários sobre suas pretensões políticas, que são legítimas e merecedoras de respeito.

Quem pretende entrar na vida pública, assumindo o poder pelo voto popular, sem dúvida o maior instrumento da democracia, não pode ficar tiririca com o pessoal da comunicação.

O projeto político interessa a todos. A vida privada, se fulano ou fulana gosta disso ou daquilo, aí incluindo a preferência sexual, é problema de cada um.

Comentários sobre o particular dos prefeituráveis, com picuinhas, insinuações maldosas e coisas outras, são ridículos. Não merecem nem a lata do lixo.

Até as freiras do Convento das Carmelitas, por exemplo, sabem que candidatura até o fim do processo eleitoral só com alguma possibilidade de vitória.

Quem não pontuar bem nas pesquisas, tendo como limite a primeira quinzena do mês de setembro, terá, compulsoriamente, que entrar no jogo da cúpula estadual das agremiações partidárias.

Os interesses lá de cima, que envolvem os chamados “mangangões”, os que se acham donos vitalícios dos partidos, são como grandes elefantes na frente de pequenas formigas.

Essa conversa de autonomia de diretório municipal para decidir sobre candidatura é conversa pra boi dormir. Se os diretórios não têm autonomia, imagine as coitadinhas das comissões provisórias.

Um acordo na sucessão soteropolitana, envolvendo os partidos de oposição ao governo Wagner, principalmente o PMDB, DEM e o PSDB, é mortal para as articulações interioranas.

Seria de uma ingenuidade gigantesca, de uma infantilidade inominável, alguém pensar que o ex-ministro Geddel não iria fazer um acordo com ACM Neto porque o PMDB de Itabuna pretende ter candidatura própria.

Ou, então, ACM Neto apoiando o candidato do PMDB em Salvador sem exigir como contrapartida o apoio do peemedebismo de Itabuna ao segundo mandato do prefeito Azevedo (reeleição).

Na areia movediça da política, não há espaços para os ingênuos e os desprovidos de espírito público. O melhor conselho é desistir, sob pena de ficar no meio do caminho.

PDT SEM CARGO

Acácia e Félix (Foto Política Livre).

Em decorrência de um acordo entre os deputados Félix Mendonça e Geraldo Simões, respectivamente patronos das pré-candidaturas de Acácia Pinho e Juçara Feitosa, o PDT ficou sem cargos no governo Wagner.

A dobradinha Félix e Geraldo, de olho também na sucessão do prefeito José Azevedo (DEM), deixou os pedetistas de Itabuna a ver navios. Muita gente insatisfeita nas hostes do brizolismo tupiniquim.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

RENATO COSTA: “ALIANÇA COM O DEM E O PSDB NÃO SERÁ OBRIGATÓRIA EM ITABUNA”

O presidente local do PMDB, ex-deputado Renato Costa, está fora do páreo em 2012, mas diz que trabalha pela candidatura própria do partido. Até aqui, a legenda possui quatro pré-candidatos: Maruse Xavier, Ruy Côrrea, Edmilton Carneiro e Leninha Duarte.

O partido define até o final deste mês qual deles será o pré-candidato. O escolhido terá até maio para viabilizar-se, segundo Renato, que não descarta aliança com o PT itabunense, embora haja acordo antipetista firmado entre os diretórios estaduais do PMDB, PSDB e DEM. “Nosso plano “A” é viabilizar nossa candidatura própria”, diz o presidente, que completa: ‘Estaremos abertos a aliança com quem quer que seja”.

Confira bate-papo do PIMENTA com o presidente do PMDB itabunense.

Como o partido se posicionará em 2012?
O PMDB trabalha pela candidatura própria. Definiremos até o fim deste mês quem será o pré-candidato. Enquanto isso, vamos manter conversa com os outros partidos, com a Terceira Via, para ver se a gente apoia ou será apoiado. E, por outro lado, caso não consiga viabilizar candidato ou não compor com a Terceira Via, estaremos abertos a aliança com quem quer que seja.

O PMDB seguirá a orientação da estadual para fechar com o DEM e o PSDB?
O PMDB, por tradição, não costuma agir assim, empurrando goela abaixo. Evidentemente que se for por esse caminho, de fazer alianças, passaremos pelo crivo da Estadual. Não há obrigatoriedade [de compor com o DEM e o PSDB]. Caso a candidatura própria não se viabilize, estaremos livres para fazer aliança com quem acharmos melhor.

Na eleição a governador em 2010, havia expectativa de Geddel ter o apoio de Azevedo, o que não aconteceu. Esse fato atrapalharia o diálogo com o DEM em Itabuna?
Isso foi o que eu disse ao prefeito, de que não haveria nenhuma obrigação de apoiá-lo, pois ele não criou essa obrigação. Ele não se definiu na eleição a governador. Além do mais, Geddel trouxe para Itabuna a maior obra, a mais visível [a cobertura do Canal da Amélia Amado]. Agora essa história de verticalizar as decisões, isso é complicado, não existe. Se fosse para alinhar [de cima], nós já temos o PMDB aliado ao PT no plano nacional. Cada município tem sua realidade, suas diferenças. É muito difícil [verticalizar], não há isso de não pode apoiar esse, não pode aquele. Nós não temos nenhum veto. Nosso plano “A” é viabilizar nossa candidatura própria.

Qual será o nome do partido?
Nós temos Ruy Correa, Maruse [Xavier], Leninha [Duarte] e [Edmilton] Carneiro. Dentro de 15 dias, teremos só um nome.

Essa aliança de Salvador [com o DEM e o PSDB] não será obrigatória aqui. Pode até acontecer, mas não é obrigatória.

E a aliança com o PT, está descartada?
Não há proibição nem obrigação de apoiar. A primeira opção é com os partidos menores, com Vane, PCdoB, Acácia Pinho. Caso não seja possível, a gente vê. Mas isso é lá para maio ou junho. Nós vamos trabalhar pela candidatura própria. Essa aliança de Salvador [com o DEM e o PSDB] não será obrigatória aqui. Pode até acontecer, mas não é obrigatória.

O PMDB tem orientado os diretórios a não se aliar ao PT no interior?
Não, eles apenas dizem que aliar-se ou não com o PT é uma decisão nossa, do diretório. Se a candidatura própria não ganhar musculatura, nós buscaremos aliança. Mas agora vamos decidir o nome do PMDB de forma consensual, apoiar quem tem mais visibilidade.

Juvenal Maynart, do diretório estadual, falou que, dos nomes postos, Leninha seria o melhor do PMDB por ter os três Dês: dimensão, densidade, democracia.
E vocês até falaram do outro D, de dinheiro, né? (risos). Mas os outros nomes também têm simpatia.

PMDB SELA ACORDO ANTI-PT EM ILHÉUS, ITABUNA E 8 CIDADES

Geddel arma aliança com o neto do desafeto ACM para tentar derrubar o PT (Foto ABr).

A direção estadual do PMDB baiano incluiu Ilhéus e Itabuna na relação das dez cidades baianas nas quais o partido não fará coligação com o PT em 2012.

O veto faz parte de acordo construído com legendas do campo oposicionista, a exemplo de PSDB, PPS e DEM. A lista foi publicada pelo jornalista Josias de Souza em seu blog.

O veto aumenta as chances do prefeito Capitão Azevedo (DEM) ter o apoio da legenda na tentativa de reeleição em Itabuna, embora Geddel Vieira Lima e o irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, tenham se afastado do mandatário grapiúna.

AGORA É SÓ TUCANO

A situação eleitoral do diretor-administrativo da Emasa, Octaviano Burgos, era delicada no final de outubro, quando o TSE mantinha registro de filiação do mesmo em três partidos ao mesmo tempo. Burgos era do PR, do DEM e do PSDB, mas corria o risco de ser de todo mundo e de ninguém ao mesmo tempo. E ele é apontado como um dos virtuais campeões de voto para a Câmara de Vereadores de Itabuna no próximo ano.

O pré-candidato, é claro, se mexeu e conseguiu reverter a situação. Feitas as baixas nas filiações no PR e no DEM, Burgos manteve somente a ficha no PSDB, partido pelo qual pretende conseguir eleger-se para seu primeiro mandato eletivo.

Venceu a primeira batalha, a jurídica. A próxima será pelo voto.

QUE VENHA 2012!

Cláudio Rodrigues | claudio@formandus.com.br

 

Vamos ouvir as propostas e promessas dos candidatos, suportar o infernal barulho dos carros de som nas ruas do centro e, no primeiro domingo de outubro, escolher aquele que possa tirar Itabuna desse estado de abandono.

 

Estamos às vésperas de mais um novo ano, onde todos fazem um balanço do período que se finda e planejam as realizações do que está pra chegar. O próximo ano é atípico, teremos eleições municipais e logo veremos uma meia dúzia de candidatos a prefeito prometendo o céu e a solução de todos os problemas de nossa cidade, além de uma legião de postulantes a vereador nos dando nome, número e falando de honestidade e ética.

Dos nomes até agora postos no xadrez da política local, temos o atual prefeito Nilton Azevedo, candidato à reeleição, a ex-comerciante, ex-primeira dama e ex-secretária de Desenvolvimento Social Juçara Feitosa, os simpáticos cururus Davidson Magalhães e Wenceslau Junior. Há também os empresários Roberto Barbosa e Ronald Kalid e a professora Acácia Pinho.

Nas últimas três décadas, Itabuna foi administrada por apenas dois grupos, hora o do ex-prefeito Fernando Gomes, hora o do ex-prefeito e deputado federal Geraldo Simões. O atual prefeito Capitão Nilton Azevedo, uma criação de Fernando Gomes, tem uma administração muito mal-avaliada, sua gestão é marcada pela mediocridade, incompetência e denúncias de corrupção. Não há uma rua, travessa, avenida ou caminho da cidade onde o lixo e os buracos não façam parte da paisagem.

O deputado Simões dono do PT, quer a todo custo empurrar goela abaixo a sua esposa como prefeita da cidade. A petista teve como grande mérito administrativo abrir e fechar em pouco tempo uma loja de roupas íntimas num shopping da cidade.

Esses dois grupos têm receitas semelhantes, administram na base do improviso, nunca planejaram a cidade e fizeram sempre seu feijãozinho com arroz. Penso que Itabuna deve arriscar e experimentar um dos novos nomes que estão sendo colocados nessa eleição.

Vejo com bons olhos os postulantes do PC do B, tanto Davidson quanto Wenceslau, desde que ao chegar ao poder não utilizem as práticas do seu partido, que às vezes cometem “malfeitos”, como diz a presidente Dilma. O empresário Roberto Barbosa, que já disputou a prefeitura na última eleição e ficou na terceira colocação, pode levar sua experiência de empresário bem sucedido para a gestão pública.

O empresário e também arquiteto Ronald Kalid comandou a Secretaria de Viação e Obras do ex-prefeito Ubaldo Dantas e, segundo se comenta, foi grande tocador de obras. Conta a seu favor a questão de ser um urbanista, que pode dar nova roupagem à boa e jovem, mas maltratada Itabuna.

Já a professora Acácia Pinho é uma grande interrogação. Na eleição passada foi vice na chapa do candidato fujão Capitão Fábio. Junto com o cabeça de chapa aderiu à candidatura do PT e no dia seguinte pulou do barco, que já tinha água até a metade. Ela tem os conhecimentos acadêmicos e poderia montar uma boa equipe técnica, mas como foi muito vacilante no último pleito, fica a dúvida.

Que venha 2012! Vamos ouvir as propostas e promessas dos candidatos, suportar o infernal barulho dos carros de som nas ruas do centro e, no primeiro domingo de outubro, escolher aquele que possa tirar Itabuna desse estado de abandono.

Vamos ouvir as propostas e promessas dos candidatos, suportar o infernal barulho dos carros de som nas ruas do centro e, no primeiro domingo de outubro, escolher aquele que possa tirar Itabuna desse estado de abandono.

Cláudio Rodrigues é empresário do ramo de formaturas e eventos.

A DITADURA DOS PARTIDOS

Marco Wense

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa.

Todo esse imbróglio envolvendo o PSDB de Itabuna, com o presidente José Adervan defendendo o lançamento de candidatura própria, lembra o que aconteceu com o PDT na sucessão de 2008.

A comissão provisória do partido brizolista, por se recusar a apoiar o então prefeito Fernando Gomes, que era do DEM e pré-candidato a um quinto mandato, foi dissolvida.

Fernando Gomes desistiu da reeleição. O capitão Azevedo, o vice-prefeito, saiu candidato e ganhou a eleição com uma diferença de 12 mil votos sobre a petista Juçara Feitosa.

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa. São os figurões, os “mangangões” da política.

O PDT passou a ser presidido por Dinailton Oliveira, sobrinho de Fernando Gomes. Depois foi parar no colo do Sargento Raimundo, que passou a representar o governo do DEM na Câmara de Vereadores.

Não há nem resquícios de democracia nas agremiações partidárias brasileiras. Tudo é uma farsa. Um engodo. Os diretórios municipais e as comissões provisórias não têm autonomia para decidir nada.

Dirigentes tupiniquins são considerados como marionetes. Verdadeiros bonecos de engonço. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo. É a ditadura dos partidos.

Para os barnabés do interior somente o que sobrou dos conchavos entre as cúpulas estaduais. Só interessa a política soteropolitana, lá da “capitá”. O resto é resto.

WAGNER QUER GERALDO

Todo mundo sabe, até as freiras do Convento das Carmelitas, que no PT de Itabuna só tem dois nomes que podem disputar a sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

Dois nomes com densidade eleitoral: o deputado federal Geraldo Simões, que já governou a cidade por duas vezes, e Juçara Feitosa, ex-secretária de Desenvolvimento Social.

O governador Jaques Wagner tem informações de que Geraldo é o candidato que pode derrotar o legítimo projeto de reeleição do atual chefe do Executivo.

A melhor opção do Partido dos Trabalhadores é aquela que mais preocupa o adversário. A opinião de que a ex-primeira dama perde para Azevedo é unânime entre os democratas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

BANDEIRA BRANCA NO NINHO TUCANO

Adervan e Augusto Castro fumam o cachimbo da paz

Não se sabe se tucano fuma, mas o fato é que nesta sexta-feira, 09, os emplumados do PSDB de Itabuna deram vigorosas pitadas no cachimbo da paz. Foi em um evento na Região Metropolitana de Salvador, onde se encontravam integrantes do PSDB e do DEM, como Antônio Imbassahy, Aécio Neves e ACM Neto.

Durante o evento, o deputado estadual Augusto Castro conversou com o presidente do diretório do PSDB de Itabuna, José Adervan, procurando colocar panos quentes na divergência em torno do processo sucessório itabunense.

Castro, como se sabe, defende o apoio tucano à reeleição do prefeito Capitão Azevedo. Adervan bate pé firme na defesa da candidatura própria, apresentando como nome para a disputa o do arquiteto Ronald Kalid.

A solução, com as bênçãos de Imbassahy, será a de evitar antecipação da disputa, deixando-a para momento apropriado, ou seja, próximo ao período das convenções. Até lá, se a candidatura própria não se mostrar viável, opta-se pelo apoio ao DEM.

“O capital político do partido não pode sofrer desgaste”, professou Imbassahy em conversa com o PIMENTA por telefone. Esta é a senha para que Adervan e Castro substituam a artilharia pela harmonia.

ENTRE BICADAS E BOQUINHAS

Ricardo Ribeiro | ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br

 

Ocorre que os acordos já estão feitos e exigem rendição imediata, inequívoca e total. Apenas isso impede que o PSDB mantenha o sonho de Adervan pelo menos até as convenções partidárias.

 

A disputa tucana que se trava entre o deputado Augusto Castro e o diretório do PSDB em Itabuna poderia ser resolvida de maneira muito simples. Sem querer ensinar missa a vigário, ou cardeal, reza o básico em política que, diante do impasse criado em torno da opção pela candidatura própria ou o apoio à reeleição do prefeito do DEM, o mais correto seria manter a pré-candidatura de Ronald Kalid e tentar fortalecê-la, mas já estabelecendo um prazo para verificar, no devido tempo, se o bico do tucano estará suficientemente crescido a ponto de lhe permitir entrar na guerra de 2012.

Por mais senões que se oponham ao nome do arquiteto, fulminá-lo preliminarmente, quando seu nome foi democraticamente indicado pelo diretório municipal, não parece correto. A candidatura própria é importante para a afirmação do partido, mas é claro que, chegando março ou abril do ano vindouro, apenas quem tiver condições razoáveis poderá seguir em frente.

Se hoje Kalid é um nome de pouca expressão, ninguém pode garantir o que será daqui a alguns meses, ainda que o fortalecimento do tucano dependa da ação do Imponderável de Almeida, parente do Sobrenatural de Almeida criado pelo teatrólogo e jornalista Nelson Rodrigues.

De qualquer forma, como já expressado, o PSDB não pode de antemão se excluir da disputa e entregar o ouro ao DEM, o que somente se dá neste momento em virtude de interesses eminentemente “cabidísticos” (de cabide de emprego). Não exatamente do partido, mas do deputado Augusto Castro, hoje proprietário da Secretaria Municipal da Saúde, onde delegou a função de secretário ao historiador Geraldo Magela.

Não fosse a presença do deputado na Secretaria, o PSDB estaria livre para afirmar sua candidatura, ainda que provisória e sujeita a uma futura capitulação em favor o DEM. Ocorre que os acordos já estão feitos e exigem rendição imediata, inequívoca e total. Apenas isso impede que o PSDB mantenha o sonho de Adervan pelo menos até as convenções partidárias.

Somente pelos acertos já firmados e afivelados entre o deputado e o prefeito é que o diretório municipal tucano foi solenemente desconsiderado e os correligionários se engalfinham num momento em que poderiam debater caminhos e estratégias de maneira mais tranquila.

Essa é a verdade.

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA.

PSDB x PSDB

Allah Góes | allah.goes@hotmail.com

 

Deve-se marcar uma data, antes do período das convenções, para que se possa observar se há ou não viabilidade numa candidatura própria.

 

Apesar de não mais fazer parte do PSDB de Itabuna, mas por gostar de política, incluo-me entre aqueles que, sem entender o porquê, assistem ao festival de ataques, de parte a parte, em que hoje se transformou a disposição do arquiteto Ronald Kalid de lançar sua pré-candidatura a prefeito por aquela legenda.

De um lado, vemos o tucano Augusto Castro, de forma pragmática, afirmar que o PSDB não pode insistir numa candidatura que, palavras dele, “não possui musculatura para ganhar uma eleição”, motivo pelo qual deveria o PSDB de Itabuna, que já possui duas Secretarias (Saúde e Indústria e Comércio), acompanhar o projeto de reeleição do atual prefeito.

Como forma de reforçar seu posicionamento, Castro lembra que o PSDB em nível nacional tem um acordo com o DEM, onde somente não haveria alianças quando houvesse chances reais para quaisquer dos lados (como ocorre em Salvador), o que não é, segundo o deputado, o caso de Itabuna.

Do outro lado, temos o tucano José Adervan, que, juntamente com a maioria do diretório municipal, numa posição mais “romântica”, entende que, se há no partido filiado disposto a lançar seu nome, deve a legenda, mesmo fazendo parte do atual governo, apresentar a candidatura.

E faz questão de lembrar que no ano de 1992 a chapa Geraldo Simões/João Xavier, quando lançada, sequer aparecia nas pesquisas e acabou ganhando as eleições daquele ano, isto em razão do eleitorado estar cansado dos políticos de então, algo que, segundo o jornalista, novamente se vê e que favoreceria o aparecimento de uma nova proposta, mais técnica, leia-se Ronald Kalid.

Deveriam os tucanos, ao invés de se digladiarem na imprensa, num show que nenhum benefício traz, utilizarem do bom senso e, mesmo não aplicando o critério da pontuação em pesquisas como preponderante, estabelecer outro meio que possa indicar se há ou não viabilidade na manutenção de uma candidatura própria.

Voltando ao exemplo da chapa Geraldo Simões/João Xavier, esta, mesmo não figurando de início em pesquisas, galvanizou o apoio de importantes lideranças e segmentos da sociedade, o que permitiu a assimilação de sua mensagem e fez com que a vitória acontecesse, podendo também este critério, apoio de lideranças, dentre outros, serem os utilizados para definir o lançamento ou não da candidatura própria.

Deve-se marcar uma data, antes do período das convenções, para que se possa observar se há ou não viabilidade numa candidatura própria e, até lá, se permitir que haja tanto a divulgação das ideias da pré-candidatura do tucano Ronald Kalid, como que se possibilite que seu grupo possa lutar para conseguir novos apoios, atos que ficam prejudicados pelo clima de confronto que hoje se vê, e que embaçam o propósito principal de uma campanha eleitoral, que é a apresentação e a discussão de propostas para a cidade.

Boas razões existem para a defesa de ambas as teses, devendo prevalecer o bom senso, não a guerra fratricida a que hoje publicamente se assiste, pois neste tipo de situação, qualquer lado que vença, também será um perdedor, já que haverá prejuízos mútuos, o que uma boa conversa pode muito bem evitar.

Allah Góes é advogado municipalista e foi membro do Diretório Municipal do PSDB de Itabuna.

JOÃO ALMEIDA DIZ QUE PSDB “NÃO TEM NOME COMPETITIVO EM ITABUNA”

O vice-presidente nacional do PSDB, João Almeida, disse que os tucanos vão se esforçar pela unidade das oposições na Bahia. O ex-deputado esteve em Itabuna nesta quinta (1º) e afirmou que a tendência do partido é pelo apoio à reeleição do prefeito Capitão Azevedo (DEM). “O PSDB não tem candidato competitivo em Itabuna”, explicou em entrevista ao PIMENTA.

Almeida disse que no campo das oposições aos governos federal e estadual o melhor nome no município é o de Azevedo. “Uma das diretrizes do PSDB nacional é fortalecer candidaturas de aliados que estejam bem, onde não temos candidatura competitiva”, repete.

O diretório nacional recebeu até pedido de intervenção no diretório itabunense para que os tucanos apoiem a candidatura democrata. O diretório municipal, no entanto, defende candidatura própria e apresenta como nome o empresário Ronald Kalid, ex-secretário de Obras de Itabuna na década de 80.

Confira trechos da entrevista.

PIMENTA – Olhando para 2012, qual a tendência do partido em Itabuna?
JOÃO ALMEIDA –
É natural que apoiemos candidato melhor posicionado e [a tendência] é pelo apoio à reeleição do prefeito Azevedo. Do que conheço do PSDB, não temos candidato competitivo em Itabuna. Temos bons quadros, como o próprio José Adervan, [presidente do partido], mas não sem força eleitoral. Ele já foi candidato, mas não se mostrou competitivo.

A direção local do partido defende o nome de Ronald Kalid. O sr. acredita que ele não tem potencial eleitoral?
Eu não entro nesse mérito, pois posso cometer alguma injustiça. Mas o PSDB não demonstrou força política na outra eleição (2008). Não se constrói uma candidatura de véspera, a não ser em um contexto de emergência de um quadro que esteja vinculada a uma ação social e ainda não era político e resolve ser candidato. Esses fenômenos acontecem às vezes, mas desde que tenha apoio político grande. É raro.

Indo para o plano nacional, o PSDB trabalha de que forma para 2014? Qual seria o nome?
O nome para 2014, inquestionavelmente, é o de Aécio Neves. Não há outro.

Nem Geraldo Alckmin nem José Serra?
Ambos têm grandes méritos, mas vejo Alckmin, por exemplo, disputando a reeleição ao governo de São Paulo. Aécio é o nome.

O senhor acredita que a oposição terá sucesso em 2014 na Bahia?
Agora não é só uma questão de boa vontade ou bom senso, mas de necessidade. Ou nós nos apresentamos unidos, com proposta, ideias claras para a população baiana ou não haverá disputa. A oposição erra muito, mas chega uma hora em que o bom senso baixa. Necessitamos de bom senso, pois é inadmissível que tenhamos um governo tão medíocre como esse. Viu o que aconteceu ontem em Porto Seguro? O cerco aos bandidos se fecha em outros lugares [São Paulo] e eles correm para a Bahia.

OS RATOS DO PSDB

Artigo de Fernando Rodrigues, na Folha de S. Paulo:

É difícil construir um discurso na oposição quando o país vive em estabilidade econômica e a presidente da República tem a fama de incorruptível. Nesta semana, foi a vez de a “New Yorker” perfilar Dilma Rousseff, elogiada no texto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Coincidência atroz para os tucanos. Ontem, o PSDB veiculou um comercial de 30 segundos atacando o governo do PT e de Dilma Rousseff.

O filme começa com uma imagem da famosa propaganda dos ratos comendo a bandeira do Brasil, usada pelo PT em 2002 -a primeira incursão de Duda Mendonça pró-Lula.

No comercial de ontem do PSDB, surge então um locutor interpretando o seguinte texto: “Há nove anos, nessa propaganda, o PT anunciava que, se o Brasil não acabasse com a corrupção, a corrupção iria acabar com o Brasil. Há nove anos, o PT está no poder… e o que era apenas uma propaganda do PT [aparece um rato comendo um pedaço da bandeira, arrotando e dando risada]… virou a realidade deste governo”.

Propaganda boa é a que vende o produto. O PSDB está fazendo uma aposta. Os tucanos devem imaginar que exista um caldo de cultura no Brasil hoje semelhante ao visto no início da década passada: fadiga de material do governo e muitos eleitores aflitos com a corrupção.

Essa conjuntura era verdadeira em 2002, mas havia, à época, o desalento da estagnação econômica.

É possível, de fato, muitos eleitores se incomodarem com ministros demitidos em série por causa da corrupção endêmica em Brasília. Mas esses mesmos eleitores estão à espera de propostas para melhorar
sua vida.
A oposição não conseguiu ainda explicar por que faria melhor se voltasse ao Planalto. Os ratos do PSDB de ontem podem ser uma boa sacada. A imagem choca. Só que pode não servir para vender a mercadoria dos tucanos.

ADERVAN VAI À (SÉRGIO) GUERRA

Presidente do PSDB em Itabuna diz que Augusto Castro busca interesses pessoais

Indignado com o posicionamento do deputado estadual Augustro Castro, que rejeita a pré-candidatura do arquiteto Ronald Kalid, pelo PSDB, a prefeito de Itabuna, o presidente do diretório municipal tucano, José Adervan, dediciu recorrer a forças superiores.

No próximo dia 7, Adervan se encontra em Brasília com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, a quem cobrará providências. “Vou falar com Sérgio Guerra sobre tudo o que vem acontecendo. Vou explicar porque o deputado Augustro Castro não aceita a pré-candidatura de Ronald Kalid a prefeito”, afirma o presidente do PSDB em manchete de primeira página no jornal Agora.

Segundo Adervan, a intenção do deputado é “usar o PSDB para barganhar vantagens pessoais no governo municipal”.

Em outros espaços de seu jornal, o presidente afirma que manteve contatos com o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB) e diz que este duvidara de que o correligionário Jutahy Magalhães tenha dado as declarações publicadas no PIMENTA (leia aqui). Em verdade, Magalhães as deu, em conversa por telefone com o blog. Caso venha a desdizer-se (o que não fez, é bom salientar), passará a ser tratado aqui como mentiroso.

Adervan também dedicou ao assunto sua “Coluna Livre”, publicada na página 2 do Agora. No texto, o jornalista afirma que Augusto Castro exibe autoritarismo em “manchetes e declarações dadas aos blogs”, onde maneja as notícias e manchetes“.

Nota da Redação: Com relação ao PIMENTA, fique claro que o deputado não maneja nem “apita” coisa alguma. Ele é simplesmente uma fonte e, no caso específico da peleja tucana, parte de uma controvérsia política que desperta interesse da comunidade, até porque terá – pequena ou grande, não se sabe – alguma influência na sucessão em 2012. O mais são ilações, por vezes maldosas, de quem não se contém ao contraditório, resvalando o argumento para a ofensa.

Nessa briga de tucanos, o blog – que não tem absolutamente nenhum interesse que não seja o de informar – está aberto tanto ao Augusto Castro como ao José Adervan, sem preferências, porque não nos cabe tê-las.

SEGUNDO JUTAHY, RUMOS DO PSDB EM ITABUNA SERÃO DETERMINADOS POR AUGUSTO CASTRO

Jutahy diz que a estratégia é fortalecer o candidato mais forte no campo da oposição ao PT

Homem forte do PSDB baiano, o deputado federal Jutahy  Magalhães Júnior entrou em contato com o PIMENTA e praticamente desautorizou o presidente do diretório do partido em Itabuna, José Adervan.

Segundo Jutahy, a estratégia tucana para a sucessão municipal exigirá a opção por candidatos competitivos no campo da oposição ao PT. “Nossa estratégia será fortalecer a candidatura mais viável, não adianta ir para a disputa apenas para marcar posição”, salientou o deputado, reforçando que o escolhido deverá ter “competitividade e força para ganhar”.

O recado é direto para o presidente do diretório municipal, José Adervan, que defende a candidatura do arquiteto Ronald Kalid. Reconhecido pela excelente reputação, o arquiteto é, no entanto, um nome considerado inexpressivo do ponto de vista eleitoral.

Ainda de acordo com Jutahy Júnior, o deputado Augustro Castro deverá conduzir o processo sucessório em Itabuna. Jutahy justificou que o fato de ter sido o tucano mais votado em Itabuna para a Assembleia Legislativa confere esse direito ao parlamentar. Castro trabalha pelo apoio do PSDB à reeleição do prefeito Capitão Azevedo (DEM).

Questionado sobre a diverência entre Augusto Castro e o diretório municipal, Jutahy Júnior afirmou: “existe uma norma (do diretório) estadual e eu não acredito que o diretório municipal vá de encontro”.

QUEDA DE BRAÇO

Uma dúvida persiste com relação ao processo sucessório itabunense: o PSDB estará posicionado conforme orientação do presidente do diretório municipal, José Adervan, ou do deputado estadual Augusto Castro?

Adervan insiste na candidatura do arquiteto Ronald Kalid, de perfil mais técnico que político. Castro ignora este caminho, não dá trela para o presidente e afirma que os tucanos estarão alinhados com a reeleição do prefeito José Nilton Azevedo (DEM).

Durante encontro com líderes partidários na União dos Servidores Municipais, na última sexta-feira, 11, Castro mirou Azevedo e disse: “vamos formar uma grande aliança em 2012”.

E aí?

PRÉ-CANDIDATO É FILIADO A TRÊS PARTIDOS

Octaviano é filiado a três partidos.

O diretor-administrativo da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Octaviano Burgos, é apontado como um dos mais fortes pré-candidatos à Câmara de Vereadores de Itabuna, mas dificilmente terá condições de, como se diz, “entrar em campo”.

De acordo com certidão emitida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Octaviano encontra-se sub judice. O TSE informa que Octaviano está filiado a três partidos: PR, DEM e PSDB.

Confira a certidão

Conforme o tribunal, Octaviano filiou-se ao PR em 14 de dezembro de 1995 e permaneceu na legenda até 14 de junhho deste ano, quando entrou no DEM. Só que no último dia 6, prazo final de filiações para quem deseja concorrer a cargo eletivo em 2012, Octaviano pulou para o ninho tucano, porém, sem dar baixa nas anteriores.

O pula-pula de Octaviano poderá dar em nada. A legislação exige que o candidato esteja filiado a apenas um partido. O caso do diretor da Emasa é ainda mais grave. Ele possui tripla filiação.

QUEM TEM MEDO DE RONALD KALID?

Walmir Rosário | wallaw2008@hotmail.com

 

Apesar de ser considerado um profissional competente, um urbanista experimentado, um secretário de Viação e Obras que teve competência para mudar “a cara” de Itabuna, Ronald Kalid não é analisado por essas qualidades.

 

Cara feia, não dá risada no meio da rua, não cumprimenta as pessoas. Esses são três das características consideradas negativas para um candidato a qualquer dos cargos políticos existentes. Em Itabuna, um dos pretendentes ao cargo de prefeito pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Ronald Kalid, é distinguido por possuir justamente esses três atributos, ou mais.

Daí, se torna voz corrente em alguns grupos políticos e até de profissionais da imprensa, a impossibilidade de Ronald Kalid se eleger prefeito de Itabuna. Os motivos citados são os mesmos de sempre: não dá tapinha nas costas, beijinhos nos eleitores e tampouco promete rios de leite e ribanceira de cuscuz assim que consiga se eleger.

É assim que a banda toca. O mais absurdo é que as avaliações partam justamente de pessoas que têm o dever de conscientizar a população e não construir mitos para depois derrubá-los, num ato explícito de iconoclastia. Ascendeu a um cargo de destaque, vamos cortar seus pés, conforme a prática costumeira de tempos bem remotos. Criamos os mitos, mas não idolatramos.

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