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:: ‘PSDB’

AUGUSTO, GERALDO E GABRIELLI

Gabrielli também foi citado por Augusto.

Gabrielli também é citado por Augusto entre “geraldistas”.

O deputado Augusto Castro (PSDB) apareceu aqui, ontem à noite, apontando reparos à postagem em que ele falava da impossibilidade de acordo com o PCdoB e da sua estranheza quanto à forma como o PT estadual vem tratando Geraldo Simões.

Augusto, na entrevista ao Resenha da Cidade (Rádio Difusora), não citou apenas Josias Gomes, Jonas Paulo e Everaldo Anunciação entre os nomes de expressão que obtiveram espaço em mandatos – no legislativo ou no executivo – exercidos por Geraldo Simões.

Além dos três, o deputado tucano também citou o ex-presidente da Petrobras e ex-secretário estadual de Planejamento José Sérgio Gabrielli. De memória elogiável, Augusto até lembrou que Gabrielli assessorou Geraldo em um dos mandatos do petista enquanto deputado.

Assim, este blog faz o reparo realmente necessário à nota e dá por encerrada a questão.

AUGUSTO DIZ QUE MANTÉM RELAÇÃO CORDIAL COM PETISTAS

Em contato com o PIMENTA , o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) fez reparos à nota intitulada “Castro descarta aliança com o PCdoB e cola imagem de Vane nos comunistas”. Particularmente no trecho que se refere ao comentado abandono de Geraldo Simões pelos caciques estaduais do PT.

O deputado negou ter dito que Geraldo “deu guarida a nomes como Everaldo Anunciação, Josias Gomes e Jonas Paulo”. Ele confirma, no entanto, ter comentado sobre a situação do ex-prefeito e ex-deputado do PT, demonstrando estranhar o desprezo do partido com relação ao político.

“Nossa preocupação é unificar as oposições, quem resolve os problemas do PT é o PT”, afirmou o tucano.

Augusto fez questão de declarar que mantém uma “relação cordial” com o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Josias Gomes, e com o presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação. “Respeitando as diferenças partidárias, temos uma convivência respeitosa”, declarou.

CASTRO DESCARTA ALIANÇA COM O PCdoB E COLA IMAGEM DE VANE NOS COMUNISTAS

augusto castroPosicionando-se como candidato a prefeito de Itabuna, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) descartou qualquer possibilidade de aliança com o PCdoB em 2016. Numa entrevista ao Programa Resenha da Cidade (Rádio Difusora), o tucano fez questão de associar a imagem do Governo Vane com os comunistas.

– O PCdoB tem lado – disse Augusto, enfatizando que os comunistas comandam algumas das principais secretarias do governo, dentre elas Saúde e Educação.

Castro, relembrando entrevista do deputado federal Davidson Magalhães, disse que pode conversar sobre ações e projetos para Itabuna, mas nada a ver com a composição eleitoral em 2016. Concluiu que o PCdoB também é governo estadual, enquanto ele integra a bancada oposicionista.

A estratégia tucana é clara: colar a imagem de desgaste do Governo Vane no PCdoB, que pode ir para o pleito com Wenceslau Júnior, hoje vice-prefeito, ou com o deputado federal Davidson Magalhães.

INGRATIDÃO DO PT COM GERALDO?

Castro também comentou sobre a situação política do ex-deputado federal Geraldo Simões. O petista tem sido vetado em cargos estaduais e até mesmo federais pelo comando estadual do PT. Para Augusto, o fato é estranho, pois, lembra ele, Geraldo deu guarida a nomes como Everaldo Anunciação, Josias Gomes e Jonas Paulo, quando foi prefeito de Itabuna. “Há algo de estranho aí”, disse.

AUGUSTO DEFENDE REGIÃO METROPOLITANA E OUVE ELOGIOS DE PETISTAS

augusto castro“Rolou sentimento” entre petistas e o tucano Augusto Castro na sessão plenária desta quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa da Bahia.

Na tribuna, Castro defendeu a proposta de criação da Região Metropolitana do Sul da Bahia, ideia que paira na AL desde os tempos em que o falecido Daniel Gomes exerceu mandato na casa, há quase 40 anos. Nesta semana, o tucano apresentou indicação ao Governo do Estado, acompanhada da minuta de um projeto de lei sobre o tema.

Durante seu discurso, o deputado do PSDB foi aparteado pelos petistas Paulo Rangel e José Raimundo, que o elogiaram pela iniciativa. Rangel afirmou que a Região Metropolitana pode estimular o desenvolvimento da região.

Conforme a minuta apresentada pelo parlamentar tucano, fariam parte da RM as cidades de Almadina, Barro Preto, Buerarema, Coaraci, Floresta Azul, Ibicaraí, Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Itajuípe, Itapé, São José da Vitória e Uruçuca.

DEPUTADO CRITICA AUSÊNCIA DE SECRETÁRIO

augusto tribunaAntes de assumir o comando da Secretaria da Saúde da Bahia, o médico Fábio Vilas Boas manifestou um compromisso: o de dar prioridade a Itabuna em sua agenda de visitas oficiais.

Janeiro passou, o calendário aproxima-se dos meados de fevereiro e nada do secretário dar as caras na cidade, que – como ele mesmo reconheceu em dezembro – enfrenta situação gravíssima na área da saúde.

A ausência de Vilas Boas em Itabuna foi criticada hoje (9) pelo deputado estadual Augusto Castro (PSDB), em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa. No discurso, o parlamentar lembrou que o Estado possui um débito de quase R$ 23 milhões com a saúde do município.

Além de se queixar da falha do titular da Sesab com relação à visita prometida, o tucano cobrou a manutenção do Núcleo Regional de Saúde (antiga 7ª Dires) em Itabuna. O Estado definiu Ilhéus como sede da unidade, mas enfrenta resistências.

AUGUSTO É LÍDER DE BLOCO OPOSICIONISTA

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) foi escolhido líder do bloco formado pelo seu partido, o PRB e o PSC. As três legendas somam sete parlaaugusto castro liderancamentares, que farão oposição ao governo Rui Costa (PT) – leia aqui.

Na condição de líder oposicionista, Castro diz que focará na “cobrança de resultados prometidos pelo PT e da realização de obras como a barragem do Rio Colônia, o Hospital Regional do Sul da Bahia e a conclusão do Centro de Convenções de Itabuna”.

A definição do PRB como oposicionista deverá ter influências na política local, já que o prefeito Claudevane Leite (Vane) – membro do partido – é Rui Costa desde criancinha. Ficam fortalecidas, portanto, as chances de Vane ir para o PT.

MAGELA, O PESADELO DE AUGUSTO

Augusto e Geraldo Magela

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) é dos nomes lembrados para a disputa política em 2016. E aparece em boa condição. Internamente, a avaliação é de que Augusto marcou um gol ao se apresentar como o salvador do fechamento do Hospital São Lucas – a negociação da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna e a Secretaria Estadual de Saúde, porém havia sido concluída no dia anterior, conforme fontes da Sesab.

A estratégia “Chapolin” (“Não contavam com minha astúcia”) visa mascarar a responsabilidade direta de Augusto pela indicação de um dos piores secretários municipais de Saúde de Itabuna, o professor de História Geraldo Magela (foto acima), a quem são atribuídas façanhas como desvio de mais de R$ 2 milhões que deveriam ser aplicados na reforma de postos, por exemplo.

Dezenas de postos foram fechados no Governo Azevedo por falta de condições de funcionamento, embora a verba estivesse em conta – enviada pelo Ministério da Saúde -, mas usada para outros fins.

O passado de Magela em Itabuna pode condenar Augusto, eleitoralmente, em 2016, mas o deputado pode agradecer ao PCdoB, que não procurou responsabilizá-lo – nem o seu pupilo – devido a um combinado eleitoral em 2014. Os comunistas evitaram desgastar Augusto, neste sentido, e não consideravam o parlamentar como adversário. Preferiram “matar” outros oponentes, como Capitão Azevedo (DEM).

 

NO MESMO BARCO

marco wense1Marco Wense

A grande dúvida da sucessão é se o prefeito Claudevane Leite vai ou não disputar o segundo mandato (reeleição). Esse enigma, cada vez mais empanado, deixa os meninos do PCdoB apreensivos.

O PCdoB, especialista em reivindicar o candidato a vice-prefeito na chapa majoritária, sabe que o espaço de oposição ao governo Vane já é ocupado pelo PT e PSDB.

A única experiência com candidatura própria foi na sucessão de 1996 com Davidson Magalhães, que terminou sendo acusado pelos adversários de ser o “laranja” do também postulante Fernando Gomes.

Sobre essa maldade que fizeram com Davidson, o então ACM dizia, se referindo ao comunista, que “em Itabuna tem um rapaz que vai nos ajudar”. Não deu outra: FG conquista a cobiçada prefeitura de Itabuna.

Vieram outras sucessões: Luis Sena como vice de Renato Costa (PDT), a saudosa Conceição Benigno com Geraldo Simões (PT), novamente Sena com Juçara Feitosa (PT) e, agora, Wenceslau Júnior com Claudevane Leite (PRB).

O ano de 2015, mais especificamente o segundo semestre, será marcado por um duelo entre petistas e tucanos. Ou seja, uma disputa em torno de quem vai encarnar o oposicionismo tupiniquim na sucessão de 2016.

Davidson Magalhães.

Davidson Magalhães.

Quem melhor personificar, simbolizar o, digamos, antivanismo, terá mais possibilidade de suceder o atual alcaide. É bom lembrar que o chefe do Executivo tem um bom tempo para melhorar das pesquisas de opinião.

Já disse aqui que Geraldo Simões e Augusto Castro – os dois nomes mais fortes para 2016 – são 100% prefeituráveis, favas contadas nos seus partidos.

E o DEM? Só terá candidato se a opção da legenda mostrar viabilidade e força eleitoral para enfrentar o governismo e o petismo. Do contrário, é parceiro compulsório do PSDB indicando o vice de Castro.

Nos bastidores do tucanato, longe dos holofotes e do povão de Deus, o comentário é de que o preferido do pré-candidato Augusto Castro é o vereador demista Ronaldão, o Ronaldão da UBI.

A grande dúvida da sucessão é se o prefeito Claudevane Leite vai ou não disputar o segundo mandato (reeleição). Esse enigma, cada vez mais empanado, deixa os meninos do PCdoB apreensivos.

Uma coisa é certa: não há como o PCdoB se desvincular do governo Vane e, muito menos, virar oposição. O caminho é torcer por uma reviravolta no campo político e administrativo.

Religiosamente, orar muito para que o barco de Vane, que é o mesmo dos comunistas e dos evangélicos, encontre pela frente um mar calmo, um mar de almirante.

CUIDADO, VANE!

Coluna Wense, 28 de outubro de 2012: “O prefeito Claudevane Leite, do PRB, legenda sob a batuta da Igreja Universal do Reino de Deus, precisa tomar cuidado com alguns conselheiros de plantão. Conselheiro bom é aquele que não é bajulador, que diz a verdade, independente de agradar ou não o chefe”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GOVERNO AUMENTA ICMS SOBRE COMBUSTÍVEIS

Deputado leu ofício no qual a Santa Casa confirma interrupção dos atendimentos pelo SUS no São Lucas

O Governo da Bahia conseguiu a aprovação do projeto que aumenta em 3% o ICMS incidente sobre os combustíveis. A elevação da alíquota foi justificada como necessária para assegurar a manutenção das estradas.

Com maioria na Assembleia , o governo teve facilidade para aprovar o aumento, mas a oposição esperneou. Além de ter votado contra, os deputados oposicionistas questionaram a justificativa utilizada para fundamentar o incremento no ICMS.

Para Augusto Castro, do PSDB, a conservação das rodovias – pelo menos das que foram entregues à exploração da iniciativa privada – deveria ser custeada pelos pedágios. “Para onde está indo esse dinheiro?”, indagou o tucano.

O deputado do PSDB diz que o aumento do imposto é um “presente de grego” do governo baiano em pleno Natal.

VANE E A SUCESSÃO DE 2016

marco wense1Marco Wense

Nem chegou 2015 e lá vem Marco Wense com 2016, é o que vou escutar durante toda semana no Café Pomar, tradicional ponto de encontro para o bate-papo político e o famoso cafezinho.

Se for um médico pediatra, que gosta de usar o palavreado da profissão no dia a dia, vai questionar a prematuridade da análise, que ela nasceu antes do tempo.

Alguns leitores vão buscar o ditado popular de que não se deve colocar a carroça na frente dos bois, que o artigo é intempestivo, consequência dos devaneios políticos do modesto colunista.

A discussão sobre a sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB) já é assunto obrigatório. E a maior dúvida é se o chefe do Executivo vai disputar o segundo mandato (reeleição).

Ora, ora, se está na boca do povo e a voz do povo é a voz de Deus – Vox Populi, Vox Dei –, então nada de precipitado e extemporâneo: o processo sucessório já começou.

A primeira legenda a colocar lenha na fogueira da sucessão é o PSDB do prefeiturável Augusto Castro. Pessoas bem próximas do tucano espalham que Vane não será candidato porque tem um acordo com o PCdoB.

São favas contadas a candidatura de Geraldo Simões pelo Partido dos Trabalhadores. O único petista com condições eleitorais para disputar o Centro Administrativo Firmino Alves.

O DEM de Maria Alice, ex-dama de ferro do ainda vivo fernandismo, tem a opção do médico Antonio Vieira, que não esconde a vontade, o esforço e a determinação de ser o candidato da legenda.

Bandeira é citado como nome do PDT.

Bandeira é provável como nome do PDT.

O presidente estadual do PDT, deputado Félix Júnior, não abre mão de candidatura própria. Dois nomes são citados nos bastidores da legenda brizolista: o do médico Antonio Mangabeira e do juiz Marcos Bandeira.

Tem Leninha Alcântara, a Leninha da Autoescola Regional. O problema é que a simpática postulante não sabe o que quer. É sempre hesitante, sem lado, politicamente sem rumo. É a Leninha versus Leninha.

O PMDB de Renato Costa, o PPS de Mariana Alcântara, o PTB do vereador Ruy Miscócio Machado e o PV do também edil Glebão não terão sequer pré-candidatos. São coadjuvantes.

O grande mistério é se Claudevane Leite vai disputar o segundo mandato. A decepção do alcaide com os políticos e a desilusão com a política são cada vez mais perceptíveis. Saltam aos olhos.

O chamado “núcleo duro” do vanismo, representado por Oton Matos, Marcos Cerqueira e Silas Alves, respectivamente controlador-geral, secretário de Finanças e chefe de gabinete, vem fracassando nas diversas tentativas de diminuir o PCdoB.

Geraldo Simões e Augusto Castro torcem para que o pega-pega entre comunistas e anticomunistas fique mais acirrado. Petistas e tucanos falam até em conflito com viés religioso.

Adianto aos assíduos clientes do Café Pomar, sempre ávidos e ansiosos por informações, que nem o próprio Vane sabe se será ou não candidato à reeleição. Pelo andar da carruagem, não.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

AUGUSTO, O PREFEITURÁVEL

marco wense1Marco Wense

Se não for para fazer um discurso diferente, até mesmo rebelde, dando um chega pra lá nas velhas e ultrapassadas lideranças, é melhor o reeleito deputado Augusto Castro (PSDB) ficar no Parlamento, onde faz um bom trabalho.

O indispensável conselho é que mantenha distância dos ex-prefeitos de Itabuna, sob pena de sua pré-candidatura não empolgar o eleitorado ávido por mudanças.

Se ficar de tititi com Fernando Gomes, com convescote de bastidores, vai terminar na vala comum da mesmice, farinha do mesmo saco, como diz a sabedoria popular.

PREVISÃO FUTURISTA

Que coisa, hein! Como se não bastassem os denunciados de hoje, tem também os do futuro. Parece brincadeira. Mas é a pura verdade.

Deu na coluna Painel da Folha: “O Palácio dos Bandeirantes estuda criar uma espécie de seguro para que os técnicos do governo que sejam citados em casos de suspeita de corrupção possam custear advogados”.

OPOSIÇÃO RAIVOSA

Os 53 milhões de eleitores que votaram em Dilma Rousseff são cúmplices da corrupção na Petrobras.

Do jornalista global Alexandre Garcia.

CLÁUDIO HUMBERTO

A prova inconteste de que o quesito imparcialidade não é fundamental no jornalismo político é o prêmio Engenho de Comunicação recebido por Cláudio Humberto.

Humberto é antipetista radical, assim como Paulo Henrique Amorim é antitucano ferrenho. É melhor ser parcial convicto do que imparcial camuflado.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

BICO QUEBRADIÇO

marco wense1Marco Wense

A diferença do lamaçal petista para o tucano é na impunidade.  Os larápios petistas foram julgados e condenados. Os gatunos tucanos sequer foram a julgamento. Continuam livres e soltos.

“Como brasileiro, sinto vergonha”, diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o escândalo da Petrobras. Que coisa, hein! O FHC indignado com a corrupção. Vai terminar virando uma figura folclórica.

O cartel das empreiteiras assalta os cofres da Petrobras há pelo menos 15 anos, desde que a empresa era comandada por Henri Philippe Reichstul, nomeado pelo então presidente FHC para o cobiçado cargo.

Esse Henri causou prejuízos bilionários trocando ativos da estatal com a espanhola Repsol. Ficou conhecido por tentar privatizar a Petrobras. Chegou até a propor a mudança do nome Petrobras para Petrobrax.

Durante o reinado de FHC, Paulo Roberto Costa, réu no processo que investiga o desvio de bilhões de reais na estatal, foi gerente de Produção e Exploração (1995), diretor da Gaspetro (1997) e diretor geral.

Na era FHC, os réus viravam vítimas com o bolso cheio, os delegados eram afastados e os juízes removidos. Alguém se lembra de um mangangão preso no governo FHC ou de alguma devolução de dinheiro?

E os mensalões? O Ministério Público Federal considerou o mensalão do PSDB como o embrião do mensalão do PT. Tem algum mangangão tucano preso? Nem manganguinho.

A diferença do lamaçal petista para o tucano é na impunidade.  Os larápios petistas foram julgados e condenados. Os gatunos tucanos sequer foram a julgamento. Continuam livres e soltos.

O combate à corrupção no governo Dilma Rousseff alcançou as esferas dos corruptores. A Lava Jato vai terminar fortalecendo a presidente, que quer tudo apurado, doa a quem doer.

Alguns jornalistas, defensores do “terceiro turno”, escrevem que a prisão de gente graúda se deve a instituições que funcionam com independência, citando o Ministério Público, Polícia Federal, Congresso Nacional e o STF.

Ora, ora, por que essas instituições não tiveram o mesmo procedimento no governo FHC? Não eram independentes? Agiam de acordo com os interesses do Executivo, do mandatário-mor de plantão?

A reeleita presidente Dilma Vana Rousseff tem razão quando diz que a Operação Lava Jato vai “mudar para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado e as empresas privadas”.

O lado cômico do escândalo da Petrobras é FHC se dizendo envergonhado com a corrupção. Das duas, uma: ou tomou alguma pancada na cabeça ou sofre de “memorinite”.

Ao admirar exageradamente a sua própria imagem, sua paixão por si mesmo, o príncipe da privataria tucana esquece que tem telhado de vidro e bico quebradiço.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PARA DEPUTADO, FALTA VONTADE POLÍTICA PARA “DESENROLAR” BARRAGEM DO COLÔNIA

Canteiro de obras está abandonado desde agosto de 2013

Canteiro de obras está abandonado desde agosto de 2013

A novela em torno da obra da barragem do Rio Colônia segue sem previsão de desfecho. Em setembro, o governo do estado relançou edital do projeto, cuja execução fora interrompida em agosto de 2013, seis meses após o início dos trabalhos.

Como já noticiado pelo Pimenta, a licitação para contratar uma nova empresa acabou frustrada, já que não houve interessadas na sessão marcada para a abertura das propostas.

A situação, mais uma vez, vira mote para alfinetadas dos opositores. O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) puxa as críticas, ao afirmar que “falta vontade política” para fazer a obra andar.

A barragem é apontada como solução para dar regularidade ao sistema de abastecimento de Itabuna e Itapé, além de aumentar a vazão do Rio Cachoeira, do qual o Colônia é afluente.

Em setembro, ainda durante a campanha, o então candidato a governador Rui Costa falava com entusiasmo sobre o projeto. “Conhecida a empresa vencedora (da licitação), vamos garantir que as obras prossigam e o cronograma seja cumprido”, declarou Rui à época.

O “ACORDÃO” NA CPI DA PETROBRAS

Comentários desairosos pintaram aqui no blog ao reproduzirmos nota do conceituado jornalista Josias de Souza, da Folha e do portal UOL, dando conta de um acordão entre governo e oposição na CPI da Petrobras.

Talvez ainda incrédulos, alguns leitores questionaram a notícia e passaram a atacar o blog por reproduzir “notícia distorcida”. Outros, ensandecidos, passaram a falar da primavera e do verão

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) até que tergiversou (!), mas confirmou o acordão que excluía da convocação à CPI da Petrobras nomes de políticos. Por este acordo, foram convocados apenas agentes com cargos na petrolífera, suprimindo políticos que tiveram seus nomes citados nas delações premiadas da Operação Lava-Jato.

É interessante ler toda a matéria publicada pela Folha (aqui).

DILMA, O PT E A OPOSIÇÃO

marco wense1Marco Wense

Cabe ao PT a tarefa de bombeiro, e não de incendiário. Apagar o fogo com água e não com gasolina como querem alguns aloprados. Qualquer provocação é de uma burrice inominável.

Quando um petista se queixa das dificuldades que cercam a presidente Dilma Rousseff, eu tento acalmá-lo dizendo que é assim mesmo, que faz parte do jogo político.

Dependendo do “paciente”, recomendo até um chá de paquetá, feito com capim santo, limão, água de flor e açúcar. Nada de sal ou qualquer outro ingrediente.

Enfrento a crescente lamúria com um forte e consistente argumento: seria pior, muito pior, se Dilma fosse derrotada. Aí, nem tico, nem taco, como diz o ditado popular.

A oposição, deixando de fora os imbecis que uivam por uma interferência militar ou pelo “fora Dilma”, faz o seu papel. Tem legitimidade e todo o direito de se opor, reclamar e espernear.

Quem não deve criar problemas para o governo Dilma é o PT, sob pena de virar o principal aliado do oposicionismo. Tem que ajudar na construção do diálogo com os diversos segmentos da sociedade e, principalmente, com o Congresso Nacional.

A discussão sobre a candidatura de Lula em 2018 é intempestiva, só faz oxigenar o radicalismo de uma oposição ainda atônita e inconformada com a derrota.

Cabe ao PT a tarefa de bombeiro, e não de incendiário. Apagar o fogo com água e não com gasolina como querem alguns aloprados. Qualquer provocação é de uma burrice inominável.

Tudo que o tucanato deseja é que o Partido dos Trabalhadores e suas lideranças caiam na sua armadilha, na arapuca do “quanto pior, melhor”.

É bom lembrar que Lula desceu do palanque assim que soube da vitória de Dilma. O Lula agora é outro. É o Lulinha paz e amor.

Do outro lado, um Aécio Neves apelando até para o demônio, dizendo que “o diabo se envergonharia da campanha do PT”. Xô, satanás! Sangue de Cristo tem poder.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

COMO NOS PAMPAS

augusto castroNota publicada hoje (8) na coluna de Levi Vasconcelos (A Tarde) compara as eleições municipais itabunenses às estaduais do Rio Grande do Sul. Por uma questão básica: em ambas, os candidatos à reeleição não têm vida fácil.

Itabuna jamais reelegeu um prefeito e o Rio Grande nunca reconduziu um governador ao poder.

A partir dessa comparação, o colunista menciona o deputado estadual reeleito Augusto Castro (PSDB) como o nome carimbado da oposição para disputar a Prefeitura, hoje sob o comando de Vane do Renascer (PRB).

Castro, que teve 12.270 votos na cidade (segundo mais votado, atrás do ex-prefeito Capitão Azevedo, do DEM), está, como se diz, “na muda”, e não diz nem que sim nem que não.

É tucano do tipo que gosta de estudar bem o terreno para ver se há condição de pouso.

PT E PSDB FAZEM ACORDO EM CPI DO PETROBRAS

petrobrasJosias de Souza | Blog do Josias

Sob refletores, Aécio Neves fez um pronunciamento de mostruário no plenário do Senado. Peito estufado, soou enfático: “Chamo a atenção desta Casa e dos brasileiros para o que vou dizer.” As frases saltavam-lhe dos lábios embebidas de sangue. “Qualquer diálogo tem que estar condicionado especialmente ao aprofundamento das investigações e exemplares punições daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção da história desse país, já conhecido como petrolão.”

Com loquacidade ensaiada, Aécio aproveitou os mais de 51 milhões de votos que recebeu dos brasileiros para elevar a estatura da oposição. Longe dos holofotes, no entanto, o PSDB dialogou com o PT para rebaixar o teto na CPI da Petrobras. A portas fechadas, tucanos, petistas e Cia. definiram o que não desejam investigar. No melhor estilo uma mão suja a outra, tiraram de cena políticos e operadores que estão pendurados de ponta-cabeça no noticiário sobre o escândalo da Petrobras.

Pelo lado do PT, foi à gaveta o requerimento de convocação do tesoureiro João Vaccari Neto, acusado de fazer o traslado da propina da Petrobras até as arcas do petismo. Enfurnaram-se também as convocatórias da senadora Gleisi Hoffmann e do seu marido, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações). Ela foi delatado como beneficiária de uma youssefiana de R$ 1 milhão para a campanha de 2010. Ele foi apontado como uma espécie de agenciador.

No jogo de proteção mútua, o tucanato tirou de cena um potencial depoente chamado Leonardo Meirelles. Trata-se do empresário que, investido da autoridade de laranja do doleiro Alberto Youssef, declarou à Justiça Federal ter repassado propinas extraídas de negócios da Petrobras para o deputado pernambucano Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB federal, já morto.

Os acertos que transformaram o discurso de Aécio em palavras cenográficas foram feitos numa reunião a portas fechadas, antes do início da sessão da CPI. O repórter Gabriel Mascarenhas conta que o deputado petista Marco Maia, relator da comissão, achou tudo normalíssimo: “Gente, foi um acordo político, feito por todos os presentes, que se resolveu, em função da falta de densidade das denúncias, não produzir nenhum tipo de oitiva neste momento.”

O deputado tucano Carlos Sampaio dançou conforme a música, um chorinho bem brasileiro: “Decidimos excluir os agentes políticos e os citados nas delações premiadas. Abrimos mão de ouvir Gleisi e Vaccari. Todo mundo concordou.” Repita-se, por eloquente, a última frase: “Todo mundo concordou”. Espanto! De novo: “Todo mundo concordou”. Pasmo! Mais uma vez: “Todo mundo concordou”. Estupefação.”

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QUE OS SENHORES DESÇAM DO PALANQUE

marco wense1Marco Wense

A vontade popular não pode ser ameaçada pelos que uivam por ditadura.

Antes de comentar o artigo de hoje, devo dizer que fui criticado por leitores contrários à minha declaração de voto na reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Faço também um devido, oportuno e necessário esclarecimento: não sou da imprensa. Apenas um modesto e esforçado colaborador do Diário Bahia e do Blog PIMENTA.

Respeito quem acha que jornalista que escreve sobre política não deve dizer que vai votar em fulano ou sicrano, sob pena de perda de credibilidade.

Tenho outra opinião: prefiro o jornalista que tem lado, que defende sua posição com firmeza, sem tapeação e, principalmente, sem o deplorável e nojento puxa-saquismo.

Voltando ao comentário, confesso que cheguei a rascunhar sobre o que diria em uma eventual vitória de Aécio Neves (PSDB), já que o tucano, com mais de 70% das urnas apuradas, estava com cinco pontos percentuais na frente de Dilma.

Resolvi escrever um parágrafo – que seria o primeiro do artigo – que servisse tanto para Aécio como para Dilma, era só tirar do texto o nome do perdedor. Segue abaixo, literalmente.

“A eleição acabou. A vitória maior é da democracia, em que pese um processo eleitoral mais agressivo do que propositivo. Agora é descer do palanque e torcer para que (Aécio ou Dilma) faça um bom governo”.

Ledo engano. O palanque continua armado. Não querem aceitar o incontestável resultado das urnas. Apostam na instabilidade política e na desarrumação institucional. São adeptos do quanto pior, melhor.

O que se espera de todos é responsabilidade, respeito aos Poderes da República, ao Estado democrático de direito, ao povo brasileiro e a nossa Constituição.

Que os senhores desçam do palanque. Não há mais espaço para os golpistas de plantão. A vontade popular não pode ser ameaçada pelos que uivam por ditadura.

Dilma Rousseff foi democraticamente reeleita. Ponto final.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FUSÃO DO DEM COM PSDB É DETONADA POR ALELUIA, QUE ATACA ACM NETO

Aleluia diz que fusão é abertura para infiéis (Foto Bocão e Max Haack).

Aleluia diz que fusão é abertura para infiéis (Foto Bocão e Max Haack).

O presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia, aproveitou a conquista do mandato de deputado federal para mandar recado para ACM Neto, de quem era subordinado há poucos meses, antes de deixar a Secretaria Municipal de Urbanismo e Transporte. Não se sabe o que motivou o sempre beligerante, mas assim ele se pronunciou quanto à ideia de fusão do DEM com o PSDB ou outra legenda do campo de oposição ao governo federal:

Fusão significa abertura de porta à infidelidade para quem quer ir pro governo. Não existe esta história de que os partidos mantém a totalidade de suas bancadas numa fusão. Para evitar essa evasão, no Congresso, há a ferramenta do ‘bloco parlamentar’ que permite a  construção de alianças, preservando os partidos – disse Aleluia por meio da assessoria da presidência estadual do DEM.

Há poucos dias, ACM Neto disse que o DEM tende a sumir, tornar-se inexpressivo, por causa do seu tamanho diminuto e, por isso, sugeria a fusão com o PSDB, por exemplo. O partido tinha a expectativa de ganhar o poder na Bahia com Paulo Souto, mas acabou sofrendo a terceira derrota seguida para o PT de Jaques Wagner e Rui Costa, este eleito governador baiano em primeiro turno.

Nos últimos dias surgiram boatos de que ACM Neto estaria com o pé no PMDB, justamente para tornar-se mais próximo do governo e fazer deslanchar alguns dos seus projetos de governo.








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