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:: ‘PT’

VANE, RENÚNCIA E O PT

marco wense1Marco Wense

O entrave é Geraldo Simões, que, além de ser o prefeiturável natural do PT, é um postulante que ocupa a primeira posição nas pesquisas de intenções de voto. Sua tábua de salvação e sobrevivência política.

Alguns setores da imprensa, mais especificamente de oposição ao governo Vane e adeptos do sensacionalismo, disseram que a modesta Coluna Wense estava pregando a renúncia do prefeito de Itabuna.

Uma insinuação maldosa, já que torço para que Claudevane Leite faça um bom governo, seja candidatíssimo ao segundo mandato e quebre o tabu da reeleição.

Sei que de, dez eleitores, somente um acredita que o chefe do Executivo vai ser candidato. E quem contribuiu para a quase unanimidade foi o vice Wenceslau Júnior, que, intempestivamente, lançou sua candidatura.

Disse aqui que Wenceslau não tornaria pública sua pretensão se tivesse alguma dúvida sobre a posição do alcaide, o que pressupõe uma possível confidência do prefeito com o vice.

Ora, ora, ora, seria motivo de rompimento político se Wenceslau Júnior lança sua candidatura com o prefeito ainda indeciso sobre o seu futuro político.

O retorno ao PT, com uma boa conversa com o governador Rui Costa, é visto por muitos como o caminho para um comportamento político mais ousado. Um Vane menos enigmático e mais decisivo.

Toda articulação para o “Volta, Vane” é feita por Everaldo Anunciação, presidente estadual do petismo, e Josias Gomes, secretário de Relações Institucionais.

O entrave é Geraldo Simões, que, além de ser o prefeiturável natural do PT, é um postulante que ocupa a primeira posição nas pesquisas de intenções de voto. Sua tábua de salvação e sobrevivência política.

A possibilidade de “Minha Pedinha” deixar o PT em decorrência do retorno de Vane é remotíssima, mas não é totalmente descartada. Pelo ponto de vista percentual, não chega a 5%.

AMÉLIA TAVARES AMADO

Eduardo Anunciação em foto do Diário Bahia.

Eduardo Anunciação em foto do Diário Bahia.

“Amélia Amado era mulher empreendedora, fêmea positivista, católica. Fundou o Colégio Ação Fraternal de Itabuna (AFI), estimulou o Teatro Estudantil Itabunense (TEI), financiou eventos artístico-culturais.

O desenrolar da história vai constatando que Amélia Amado fora mais inquieta, mais humana do que o líder político Gileno Amado, seu marido. Doutor Gileno Amado era aristocrático, gostava de ser paparicado. Os chamados gilenistas usavam gravatas, chapéus, ternos clássicos. Os gilenistas eram compenetrados, presunçosos. Os tempos eram dos coronéis, os tempos eram outros.

O ambiente, o lugar do doutor Gileno Amado sempre foi a UDN, partido do governador Juracy Magalhães, Adauto Lúcio Cardoso, José Cândido Filho, Carlos Lacerda. Poucos itabunenses amaram doutor Gileno e muitos o respeitavam, temiam.

Como na canção, de Mário Lago, Amélia era uma mulher de verdade. Amélia Tavares Amado foi o trampolim, alavanca, sucesso de Gileno Amado” (Do saudoso e polêmico jornalista Eduardo Anunciação).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FORÇA, VANE!

marco wense1Marco Wense

A decisão de não disputar à reeleição é o primeiro sinal de que as coisas não caminham bem, que a desilusão é mais intensa a cada dia, e que cada dia é uma agonia.

Confesso que torço pelo prefeito Claudevane Leite. Nunca fui adepto do “quanto pior, melhor”, como fazia Geraldo Simões com Fernando Gomes e vice-versa.

O que me preocupa é um chefe de Executivo sem esperança. Um gestor da coisa pública desanimado, desgostoso com o que faz, que passa a impressão que quer logo o fim do mandato.

A decisão de não disputar à reeleição é o primeiro sinal de que as coisas não caminham bem, que a desilusão é mais intensa a cada dia, e que cada dia é uma agonia.

FERNANDO GOMES
O jornalista Paulo Lima afirma, de maneira até peremptória, que Fernando Gomes é candidato a prefeito de Itabuna na sucessão de 2016. Paulo Índio, como é mais conhecido, almoçou com FG no restaurante do Palace Hotel.

“Fernando vai disputar o quinto mandato, não tenho nenhuma dúvida”, diz o sempre educado e elegante comentarista político da TV. Itabuna. Em relação à biografia do ex-gestor, Paulinho assegurou que está em fase final.

Marco Wense
é articulista do Diário Bahia.

PT AINDA CORTEJA VANE, O INDECISO

Vane segue na base do "não sei se vou ou se fico"

Vane segue na base do “não sei se vou ou se fico”

O futuro político do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), continua a ser um grande mistério. A pessoas próximas, o gestor municipal já afirmou por diversas vezes que não deseja tentar a reeleição, chegando a animar possíveis substitutos, como é o caso do vice Wenceslau Júnior.

No entanto, caso haja uma reviravolta nos humores do prefeito, ainda é bem possível que ele retorne para seu antigo partido, o PT. Esse projeto tem a assinatura de petistas de alto coturno, principalmente do deputado federal Josias Gomes, atual secretário de Relações Institucionais da Bahia.

A justificativa é de que o ingresso de Vane no PT ajudaria a unificar os partidos de centro-esquerda em Itabuna para 2016, além de promover uma mudança na correlação de forças que compõe o governo municipal.

O efeito colateral seria tirar o deputado federal Geraldo Simões da corrida sucessória. Aliás, uma eventual candidatura do parlamentar é vista como fator de divisão, que facilitaria as pretensões do tucano Augusto Castro de conquistar o poder municipal.

ALDENES SE REÚNE COM SECRETÁRIOS DO GOVERNO BAIANO

Josias Gomes, Aldenes Meira e o militante do PT itabunense, Manoel Porfírio: conversa sobre a política no município

Josias Gomes, Aldenes Meira e o militante do PT itabunense, Manoel Porfírio: conversa sobre a política no município

O presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB), cumpre intensa agenda na capital baiana.

Nesta quarta-feira (14), o périplo incluiu reunião com o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues. Aldenes participou da audiência não na condição de vereador, mas na de liderança nacional do Movimento de Luta pela Terra (MLT).

Na manhã de hoje, o comunista acompanhou o cortejo que subiu a colina sagrada para a cerimônia da Lavagem do Bonfim. À tarde, ele se reuniu com o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, com quem afirma ter tido boa conversa sobre os rumos da política em Itabuna.

MARTA, FÉLIX E O PT

marco wense1Marco Wense

O Partido Democrático Trabalhista não pode servir a dois senhores. Ou é oposição com ACM Neto ou é governo com Rui Costa. A militância repudia constrangedora e inaceitável dubiedade.

A senadora Marta Teresa Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Félix Júnior (PDT-BA) parecem concordar com a opinião de que o PT caminha para um inevitável e profundo desgaste.

Marta, aquela do “relaxa e goza”, de olho no eleitorado cada vez mais antipetista, quer ser novamente prefeita de São Paulo. Félix também sonha com o Palácio Thomé de Souza.

Marta, depois das críticas ao petismo, ao ministro Chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e a gestão da presidente Dilma Rousseff, vem tendo um tratamento VIP da Folha e do Estadão. Só elogios.

Mas todo esse “encanto” é passageiro. Depois que Marta deixar o PT e for candidata ao Executivo, essa mesma imprensa vai dizer que ela é uma ex-petista, que não merece crédito, que é um perigo.

Já Félix quer ser prefeito de Salvador sendo vice de ACM Neto na eleição de 2016. O dirigente estadual do PDT acredita na reeleição do democrata e, como consequência, na sua candidatura ao governo da Bahia em 2018.

O comportamento de ACM Neto, como autêntico oposicionista, é natural. O de Félix, não. O tiro pode sair pela culatra, se o cheiro de oportunismo exalar.

O Partido Democrático Trabalhista não pode servir a dois senhores. Ou é oposição com ACM Neto ou é governo com Rui Costa. A militância repudia constrangedora e inaceitável dubiedade.

PS – O PDT de Itabuna escafedeu-se. Já tem um bom tempo que não se ouve falar da legenda. É um pequenino partido, omisso, insípido, incolor e inodoro. O comando estadual é complacente com o marasmo do nanico brizolismo tupiniquim. O saudoso jornalista Eduardo Anunciação, com sua inquietude e fina ironia, diria que o PDT é uma bufa.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

QUITÉRIA É REELEITA PRESIDENTE DA UPB

Quitéria foi reeleita com mais de 70% dos votos (Foto Reprodução).

Quitéria foi reeleita com mais de 70% dos votos (Foto Reprodução).

A prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), foi reeleita presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) nesta quarta. Ela obteve 257 votos, enquanto Ricardo Machado, prefeito de Santo Amaro, ficou com 69 votos. Foram registradas 66 abstenções e 3 votos em branco.

Tanto Quitéria quanto Machado pertencem à base do governo estadual. Quitéria está de saída do PSB e revelou ter convites de filiação do PT e do PP. A posse para o novo mandato está prevista para 22 de janeiro. Atualizado.

CONTINUA RESPIRANDO

marco wense1Marco Wense

A tábua de salvação de Geraldo Simões são as pesquisas de intenção de votos para a sucessão municipal de 2016. Em todas elas, GS aparece na frente, empatado tecnicamente com Fernando Gomes.

Discordo do falatório de que o petista Geraldo Simões esteja perto do seu fim político, como apregoa o antigeraldismo, hoje protagonizado por Davidson Magalhães, figura-mor do PCdoB.

Que Geraldo Simões vive o seu pior momento político é inconteste e inegável. Sua derrota para o Parlamento federal, impedindo o terceiro mandato consecutivo, é fato complicador.

A imprudente, descabida e atabalhoada candidatura do filho Tiago Feitosa a deputado estadual fica como a causa principal da não recondução de Geraldo Simões ao Legislativo.

Geraldistas mais lúcidos tentaram dissuadir Tiago Feitosa da ideia de se lançar candidato. Mas logo desistiram: o filho era mais renitente do que o pai.

O inferno astral de GS não se resume só a seu fracasso eleitoral na eleição de 2014. O enfraquecimento político decorre de um somatório de acontecimentos.

O início de tudo, do desmoronamento político, foi o lançamento da candidatura de Juçara Feitosa na segunda tentativa de torná-la prefeita de Itabuna, contrariando o então governador Jaques Wagner.

O morador mais ilustre do Palácio de Ondina temia, com toda razão, em decorrência da cisão oposicionista, uma vitória do candidato do DEM, Capitão Azevedo (reeleição).

A sorte de GS é que Vane do Renascer, hoje Claudevane Leite, saiu vitorioso. Se o democrata ganha, seria um Deus nos acuda para o teimoso ex-alcaide de Itabuna, cujo sonho era ser o primeiro-damo.

Geraldo continua respirando, avalia Wense.

Geraldo continua respirando, avalia Wense.

Sem seguir uma ordem cronológica, de memória e sem consultas, alguns posicionamentos de GS: 1) Defendeu a candidatura de Waldir Pires ao Senado. Deu no que deu: Otto Alencar eleito senador. 2) Não queria Everaldo Anunciação no comando do PT. Deu no que deu: Anunciação é o presidente estadual da legenda. 3) Torceu intensamente pela derrota de Josias Gomes. Deu no que deu: Josias, além de se reeleger, é o secretário de Relações Institucionais do governo Rui Costa. 4) Trabalhou contra Aldenes Meira. Deu no que deu: o comunista é reconduzido à presidência da Câmara de Vereadores. 5) Queria Wáater Pinheiro como candidato do PT a governador. Deu no que deu: Rui Costa eleito no primeiro turno. 6) Ainda tem Davidson Magalhães assumindo o mandato de deputado federal.

A tábua de salvação de Geraldo Simões são as pesquisas de intenção de votos para a sucessão municipal de 2016. Em todas elas, GS aparece na frente, empatado tecnicamente com Fernando Gomes.

Essa viabilidade eleitoral deixa Geraldo Simões vivo. Esse momentâneo favoritismo é seu balão de oxigênio. A sabedoria popular diria que GS não é nenhum “cachorro morto”.

Geraldo Simões continua respirando, mesmo com dificuldades.

Marco Wense é articulista político do Diário Bahia.

NO MESMO BARCO

marco wense1Marco Wense

A grande dúvida da sucessão é se o prefeito Claudevane Leite vai ou não disputar o segundo mandato (reeleição). Esse enigma, cada vez mais empanado, deixa os meninos do PCdoB apreensivos.

O PCdoB, especialista em reivindicar o candidato a vice-prefeito na chapa majoritária, sabe que o espaço de oposição ao governo Vane já é ocupado pelo PT e PSDB.

A única experiência com candidatura própria foi na sucessão de 1996 com Davidson Magalhães, que terminou sendo acusado pelos adversários de ser o “laranja” do também postulante Fernando Gomes.

Sobre essa maldade que fizeram com Davidson, o então ACM dizia, se referindo ao comunista, que “em Itabuna tem um rapaz que vai nos ajudar”. Não deu outra: FG conquista a cobiçada prefeitura de Itabuna.

Vieram outras sucessões: Luis Sena como vice de Renato Costa (PDT), a saudosa Conceição Benigno com Geraldo Simões (PT), novamente Sena com Juçara Feitosa (PT) e, agora, Wenceslau Júnior com Claudevane Leite (PRB).

O ano de 2015, mais especificamente o segundo semestre, será marcado por um duelo entre petistas e tucanos. Ou seja, uma disputa em torno de quem vai encarnar o oposicionismo tupiniquim na sucessão de 2016.

Davidson Magalhães.

Davidson Magalhães.

Quem melhor personificar, simbolizar o, digamos, antivanismo, terá mais possibilidade de suceder o atual alcaide. É bom lembrar que o chefe do Executivo tem um bom tempo para melhorar das pesquisas de opinião.

Já disse aqui que Geraldo Simões e Augusto Castro – os dois nomes mais fortes para 2016 – são 100% prefeituráveis, favas contadas nos seus partidos.

E o DEM? Só terá candidato se a opção da legenda mostrar viabilidade e força eleitoral para enfrentar o governismo e o petismo. Do contrário, é parceiro compulsório do PSDB indicando o vice de Castro.

Nos bastidores do tucanato, longe dos holofotes e do povão de Deus, o comentário é de que o preferido do pré-candidato Augusto Castro é o vereador demista Ronaldão, o Ronaldão da UBI.

A grande dúvida da sucessão é se o prefeito Claudevane Leite vai ou não disputar o segundo mandato (reeleição). Esse enigma, cada vez mais empanado, deixa os meninos do PCdoB apreensivos.

Uma coisa é certa: não há como o PCdoB se desvincular do governo Vane e, muito menos, virar oposição. O caminho é torcer por uma reviravolta no campo político e administrativo.

Religiosamente, orar muito para que o barco de Vane, que é o mesmo dos comunistas e dos evangélicos, encontre pela frente um mar calmo, um mar de almirante.

CUIDADO, VANE!

Coluna Wense, 28 de outubro de 2012: “O prefeito Claudevane Leite, do PRB, legenda sob a batuta da Igreja Universal do Reino de Deus, precisa tomar cuidado com alguns conselheiros de plantão. Conselheiro bom é aquele que não é bajulador, que diz a verdade, independente de agradar ou não o chefe”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

RUI COSTA SERÁ DIPLOMADO NA SEGUNDA

Rui Costa será diplomado em cerimônia no centro de convenções.

Rui Costa será diplomado em cerimônia no centro de convenções.

O governador eleito da Bahia, Rui Costa (PT), será diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) nesta segunda-feira (15), às 15horas, em solenidade no auditório Iemanjá, do Centro de Convenções de Salvador.

Também, na cerimônia, serão diplomados o senador eleito, Otto Alencar (PSD), e o vice de Rui, João Leão (PP), além dos 63 deputados estaduais e 39 federais eleitos e suplentes.

Mesmo os políticos que não tiveram suas contas de campanha serão diplomados na segunda, a exemplo do deputado federal eleito Ronaldo Carletto e do deputado estadual eleito Robinho, ambos do PP.

A organização do evento estima que cerca de duas mil pessoas participem do ato no centro de convenções, dentre políticos, autoridades do judiciário e familiares dos eleitos em outubro último na Bahia.

SECRETARIADO SÓ NA TERÇA

Rui Costa deverá adiar – mais uma vez – o anúncio do seu secretariado. Depois de terça, ontem e hoje, a hipótese mais provável é que isso aconteça somente na terça-feira (16), segundo graúdos do PT.

Assim, o anúncio ocorreria após a diplomação dos eleitos em outubro último na Bahia, incluindo o futuro governador. O ato de diplomação está previsto para a segunda (15).

VANE E A SUCESSÃO DE 2016

marco wense1Marco Wense

Nem chegou 2015 e lá vem Marco Wense com 2016, é o que vou escutar durante toda semana no Café Pomar, tradicional ponto de encontro para o bate-papo político e o famoso cafezinho.

Se for um médico pediatra, que gosta de usar o palavreado da profissão no dia a dia, vai questionar a prematuridade da análise, que ela nasceu antes do tempo.

Alguns leitores vão buscar o ditado popular de que não se deve colocar a carroça na frente dos bois, que o artigo é intempestivo, consequência dos devaneios políticos do modesto colunista.

A discussão sobre a sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB) já é assunto obrigatório. E a maior dúvida é se o chefe do Executivo vai disputar o segundo mandato (reeleição).

Ora, ora, se está na boca do povo e a voz do povo é a voz de Deus – Vox Populi, Vox Dei –, então nada de precipitado e extemporâneo: o processo sucessório já começou.

A primeira legenda a colocar lenha na fogueira da sucessão é o PSDB do prefeiturável Augusto Castro. Pessoas bem próximas do tucano espalham que Vane não será candidato porque tem um acordo com o PCdoB.

São favas contadas a candidatura de Geraldo Simões pelo Partido dos Trabalhadores. O único petista com condições eleitorais para disputar o Centro Administrativo Firmino Alves.

O DEM de Maria Alice, ex-dama de ferro do ainda vivo fernandismo, tem a opção do médico Antonio Vieira, que não esconde a vontade, o esforço e a determinação de ser o candidato da legenda.

Bandeira é citado como nome do PDT.

Bandeira é provável como nome do PDT.

O presidente estadual do PDT, deputado Félix Júnior, não abre mão de candidatura própria. Dois nomes são citados nos bastidores da legenda brizolista: o do médico Antonio Mangabeira e do juiz Marcos Bandeira.

Tem Leninha Alcântara, a Leninha da Autoescola Regional. O problema é que a simpática postulante não sabe o que quer. É sempre hesitante, sem lado, politicamente sem rumo. É a Leninha versus Leninha.

O PMDB de Renato Costa, o PPS de Mariana Alcântara, o PTB do vereador Ruy Miscócio Machado e o PV do também edil Glebão não terão sequer pré-candidatos. São coadjuvantes.

O grande mistério é se Claudevane Leite vai disputar o segundo mandato. A decepção do alcaide com os políticos e a desilusão com a política são cada vez mais perceptíveis. Saltam aos olhos.

O chamado “núcleo duro” do vanismo, representado por Oton Matos, Marcos Cerqueira e Silas Alves, respectivamente controlador-geral, secretário de Finanças e chefe de gabinete, vem fracassando nas diversas tentativas de diminuir o PCdoB.

Geraldo Simões e Augusto Castro torcem para que o pega-pega entre comunistas e anticomunistas fique mais acirrado. Petistas e tucanos falam até em conflito com viés religioso.

Adianto aos assíduos clientes do Café Pomar, sempre ávidos e ansiosos por informações, que nem o próprio Vane sabe se será ou não candidato à reeleição. Pelo andar da carruagem, não.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PSB NO GOVERNO DE RUI

A coluna Satélite, do Correio, confirma na edição de hoje o que este blog antecipou em outubro: o PSB fará parte do governo de Rui Costa. Uma reunião da cúpula do partido, incluindo Lídice da Mata e os deputados eleitos Bebeto Galvão e Fabíola Mansur, se reuniram com Rui na quinta passada, dia de Santa Bárbara.

“O quinteto socialista deixou o encontro certo de que a legenda ganhará assento no segundo e terceiro escalões do futuro governo, mas mantiveram em aberto negociações para emplacar uma das 24 secretarias de Rui”.

A dúvida é se o partido terá o mesmo espaço conquistado no período Wagner, quando ocupou a pasta do Turismo.

PT PROMETE EXPULSAR ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO NA PETROBRAS

Rui Falcão, presidente do PT nacional.

Rui Falcão, presidente do PT nacional.

O Diretório Nacional do PT aprovou hoje (29) resolução objetivando o combate à corrupção. No documento, o partido mostra-se favorável ao prosseguimento da investigação de denúncias de corrupção na Petrobras, dentro dos marcos legais e sem partidarismo. Em entrevista, o presidente do PT, Rui Falcão, reafirmou o compromisso do partido na luta contra corrupção. “Temos o compromisso histórico de combater implacavelmente a corrupção”, salientou.

Rui Falcão ressaltou que petistas comprovadamente envolvidos em ilícitos da Petrobras serão expulsos da legenda. “Concluídas as investigações, queremos que os corruptos sejam punidos. Se houver alguém do PT implicado com provas, ele será expulso”, adiantou.

Na resolução aprovada hoje pelo diretório, os petistas afirmam que o partido tem o desafio de reafirmar liderança no combate à corrupção sistêmica no Brasil. “Foi durante os governos Lula e Dilma que se estabeleceram, como políticas de Estado, as principais políticas de combate à corrupção”, diz trecho da resolução.

Em outra parte, a resolução aprovada pelos petistas revela a “disposição firme e inabalável” do partido de apoiar o combate à corrupção. “Qualquer filiado que tiver, de forma comprovada, participado de corrupção deve ser imediatamente expulso, como já afirmou publicamente o presidente do partido. Ao mesmo tempo, aprofundaremos a luta pela reforma política, em particular pela proibição do financiamento de candidaturas eleitorais por empresas”.

Na entrevista, Rui Falcão acrescentou que a abertura do diálogo por parte da presidenta Dilma Rousseff foi concretizada no discurso de ontem (28), no encerramento do primeiro dia de reuniões do Diretório Nacional do PT, em Fortaleza. “A disposição da presidenta foi materializada de forma muito direta e correspondeu às expectativas que a direção do partido tinha sobre o comportamento dela em relação à sociedade e aos partidos”, assinalou o presidente do PT. Informações da Agência Brasil.

JOSIAS NO GOVERNO BAIANO

O artigo do deputado federal Josias Gomes, publicado aqui no blog, foi visto como sinal de que ele deverá ocupar a Pasta da Agricultura no governo de Rui Costa. O texto do parlamentar petista defende a escolha de Dilma Rousseff para a mesma área no governo federal. A presidente quer a senadora peemedebista Kátia Abreu no Ministério da Agricultura.

O artigo pode permitir esta leitura, mas Josias pode ocupar uma outra pasta na gestão do companheiro Rui, a de Indústria, Comércio e Mineração. A Seagri é comandada hoje pelo PP, partido do vice-governador eleito, João Leão. O PP quer manter o controle da Agricultura, mas com “porteira fechada” e o retorno de Eduardo Salles ao cargo. O ex-secretário foi eleito deputado estadual.

O governador eleito promete divulgar o secretariado ainda na primeira quinzena de dezembro, mas só após o dia 10. Na segunda (1º), Rui anuncia como ficará a estrutura administrativa do Estado. Secretarias serão extintas, assim como órgãos e empresas.

KÁTIA ABREU SOMA

josias gomesJosias Gomes

Quero dar o testemunho de quem conviveu com a atual senadora Kátia Abreu, ao tempo em que ela exercia a função de deputada federal, e, juntos, participávamos da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

Tem muito de rebate exagerado no que a mídia divulga sobre as reações de petistas à indicação da senadora Kátia Abreu para futura ministra da Agricultura do segundo governo da presidenta Dilma Rousseff.

Apesar do exagero, é conveniente reconhecer a existência, sim, de divergências decorrentes de posições firmes, de um lado e do outro, na defesa de pontos de vista econômicos, e, até, políticos, durante a história mais recente da política nacional.

Nada, porém, que a própria história, ora em diante, não consiga fazer superar a partir de uma visão de complementaridade entre a agricultura que se pratica em larga escala e a agricultura familiar. Ambas, da maior importância para a agricultura brasileira.

Fundamental que se reconheça o papel desempenhado pelos governos Lula e Dilma no fortalecimento da agricultura brasileira como um todo. Uma agricultura que se impõe de forma irresistível no cenário econômico mundial.

Assim, considero absolutamente acertada a decisão da presidenta Dilma Rousseff em convocar a senadora Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, decisão tomada pela presidente com os olhos voltados para um presente e um futuro de unidade total da agricultura brasileira.

Em segundo lugar, porque a provável futura ministra da Agricultura é filiada a um partido da maior importância na aliança estabelecida pelo PT no governo, que é o PMDB. O mesmo PMDB do vice-presidente reeleito, Michel Temer.

Volto a destacar, pelo bem da verdade: nunca a agricultura brasileira como um todo foi tão beneficiada no Brasil quanto aconteceu desde 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu e nomeou para ministro da Agricultura o empresário Roberto Rodrigues.

Desde aquela data que o Ministério da Agricultura bem representa os negócios da agropecuária em escala de alta produção, enquanto o Ministério do Desenvolvimento Agrário passou a representar – bem, e sem contestação – a agricultura familiar.

Nessa medida, Kátia Abreu deve assumir a Agricultura para dar continuidade a uma política que elevou a agricultura nacional a padrões internacionais de produtividade, com o reconhecimento do mundo inteiro.

O PT está firme no propósito de ajudar a presidenta Dilma na continuidade do seu excelente governo, apesar de reconhecer a existência de questionamentos localizados, e legítimos, mas possíveis de serem superados.

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MARINA E O GOVERNO DILMA

marco wense1Marco Wense

Marina seria o contraponto da oposição raivosa, que não respeita as regras do jogo democrático, que arquiteta um “terceiro turno”, que defende o retorno dos militares.

Quem tem crédito para criticar uma eventual “direitização” do governo Dilma é a ala do Partido dos Trabalhadores oxigenada pela ideologia como base da luta política.

Não é fácil para esse segmento do PT, defensor da agricultura familiar e da reforma agrária, aceitar uma Kátia Abreu como ministra da Agricultura e um Joaquim Levy como titular da Fazenda.

O governo assume o risco de perder o apoio de uma importante parcela do petismo, sem dúvida a mais fiel e aguerrida, como a do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST.

Kátia Abreu é uma inconteste liderança dos agropecuaristas e pessoa de inteira confiança dos grandes latifundiários. Presidiu a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, que representa 27 federações estaduais, 2.142 sindicatos rurais e mais de um milhão de produtores sindicalizados.

Em relação a Joaquim Levy, a ala esquerdista do PT diz que é “símbolo do neoliberalismo”, que é isso e aquilo, que é pupilo de Armínio Fraga, e usa até o argumento de que o economista teria votado em Aécio Neves.

A troça do senador Aécio de que “Levy na Fazenda é como se um grande quadro da CIA fosse comandar a KGB” foi considerada infeliz, descabida e inoportuna até pelos tucanos.

A chacota do mineirinho, cada vez mais adepto do “quanto pior, melhor”, do circo pegando fogo, não foi digerida nem pelo próprio Levy, de quem Aécio se diz amigo de priscas eras. Mui amigo.

A presidente Dilma Rousseff tem o apoio incondicional do PT transigente, que faz concessões, defensor da composição de forças como requisito indispensável para governar. A tal da governabilidade.

Quando questionada sobre Joaquim Levy e Kátia Abreu, a ambientalista Marina Silva prefere a saída da diplomacia e, diplomaticamente, sai pela tangente.

A postura de Marina seria outra se sua posição fosse de neutralidade no segundo turno presidencial. Teria mais autoridade, mais legitimidade para contestar medidas conservadoras e a “direitização” do governo.

O apoio de Marina ao candidato Aécio Neves (PSDB) tirou dela a condição de líder de uma oposição respeitada, diferente da que esquece que a presidente Dilma foi democraticamente e constitucionalmente reeleita.

Marina seria o contraponto da oposição raivosa, que não respeita as regras do jogo democrático, que arquiteta um “terceiro turno”, que defende o retorno dos militares. Uma oposição inspirada no golpismo lacerdista: Se ganhar, não toma posse. Se tomar posse, não governa.

Marina Silva deixou de ser a protagonista do oposicionismo para ser a coadjuvante. Deixou de ser presidenciável para ser a vice de Aécio na sucessão de 2018.

ruy-machadoVANE E O LEGISLATIVO

Não existe o “tanto faz” na política. Tudo indica que o preferido do prefeito Claudevane Leite para a presidência da Câmara de Vereadores é Ruy Machado (PTB).

Nos corredores do Centro Administrativo, o comentário é de que a eleição de Ruy é o primeiro passo para enfraquecer o PCdoB. O atual presidente, o comunista Aldenes Meira, é candidato a um segundo mandato.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PT FARÁ PESQUISA PARA MAPEAR ANTIPETISMO

PT rachadoAssustado com os altos índices de rejeição a candidatos do partido nas eleições deste ano, especialmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o PT encomendou uma ampla pesquisa nacional para identificar as causas e possíveis soluções para o antipetismo.

Ainda nesta semana, a Marissol, empresa responsável por parte das pesquisas que nortearam a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, vai apresentar uma proposta inicial de questionário. A ideia é consultar eleitores em todos os Estados do País e fazer uma bateria de pesquisas qualitativas.

O resultado vai servir de base para os debates da última etapa do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador (BA). A direção petista e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretendem usar o Congresso, instância máxima de decisões do partido, para fazer uma série de reformas, com objetivo de resgatar valores históricos da legenda e reconectar o PT com setores dos quais se afastou nestes 12 anos de poder, como os movimentos sociais e a intelectualidade de esquerda.

A cúpula do PT já tem um diagnóstico primário das causas do antipetismo. Segundo dirigentes, a onda começou nos protestos de junho de 2013, quando militantes petistas foram agredidos em manifestações em São Paulo, tomou corpo durante o processo eleitoral deste ano e continuou depois das eleições, com as manifestações contra a presidente Dilma.

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COARACI INAUGURA NOVA UBS EM DEZEMBRO

Prefeita entrega unidade no aniversário de Coaraci

Prefeita entrega unidade no aniversário de Coaraci

A Prefeitura de Coaraci programou para o dia 12 de dezembro – data do aniversário da cidade – a inauguração da nova unidade básica de saúde do bairro Maria Gabriela. A comunidade é uma das mais populosas e carentes de Coaraci.

O novo posto recebeu investimentos de R$ 407.891,00, fruto de convênio do município com governo federal. A unidade de saúde tem projeto arquitetônico que segue os padrões do Ministério da Saúde.

“Era um compromisso nosso oferecer uma unidade capaz de prestar um atendimento de qualidade às famílias do bairro”, afirma a prefeita Josefina Castro (PT). Atualmente, os moradores do Maria Gabriela são atendidos em um posto improvisado, o é motivo de queixas da própria comunidade e do Conselho Municipal de Saúde.

Unidade de saúde em fase de conclusão - foto Ascom Coaraci

Obras estão em fase de conclusão (foto Ascom Coaraci)

BICO QUEBRADIÇO

marco wense1Marco Wense

A diferença do lamaçal petista para o tucano é na impunidade.  Os larápios petistas foram julgados e condenados. Os gatunos tucanos sequer foram a julgamento. Continuam livres e soltos.

“Como brasileiro, sinto vergonha”, diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o escândalo da Petrobras. Que coisa, hein! O FHC indignado com a corrupção. Vai terminar virando uma figura folclórica.

O cartel das empreiteiras assalta os cofres da Petrobras há pelo menos 15 anos, desde que a empresa era comandada por Henri Philippe Reichstul, nomeado pelo então presidente FHC para o cobiçado cargo.

Esse Henri causou prejuízos bilionários trocando ativos da estatal com a espanhola Repsol. Ficou conhecido por tentar privatizar a Petrobras. Chegou até a propor a mudança do nome Petrobras para Petrobrax.

Durante o reinado de FHC, Paulo Roberto Costa, réu no processo que investiga o desvio de bilhões de reais na estatal, foi gerente de Produção e Exploração (1995), diretor da Gaspetro (1997) e diretor geral.

Na era FHC, os réus viravam vítimas com o bolso cheio, os delegados eram afastados e os juízes removidos. Alguém se lembra de um mangangão preso no governo FHC ou de alguma devolução de dinheiro?

E os mensalões? O Ministério Público Federal considerou o mensalão do PSDB como o embrião do mensalão do PT. Tem algum mangangão tucano preso? Nem manganguinho.

A diferença do lamaçal petista para o tucano é na impunidade.  Os larápios petistas foram julgados e condenados. Os gatunos tucanos sequer foram a julgamento. Continuam livres e soltos.

O combate à corrupção no governo Dilma Rousseff alcançou as esferas dos corruptores. A Lava Jato vai terminar fortalecendo a presidente, que quer tudo apurado, doa a quem doer.

Alguns jornalistas, defensores do “terceiro turno”, escrevem que a prisão de gente graúda se deve a instituições que funcionam com independência, citando o Ministério Público, Polícia Federal, Congresso Nacional e o STF.

Ora, ora, por que essas instituições não tiveram o mesmo procedimento no governo FHC? Não eram independentes? Agiam de acordo com os interesses do Executivo, do mandatário-mor de plantão?

A reeleita presidente Dilma Vana Rousseff tem razão quando diz que a Operação Lava Jato vai “mudar para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado e as empresas privadas”.

O lado cômico do escândalo da Petrobras é FHC se dizendo envergonhado com a corrupção. Das duas, uma: ou tomou alguma pancada na cabeça ou sofre de “memorinite”.

Ao admirar exageradamente a sua própria imagem, sua paixão por si mesmo, o príncipe da privataria tucana esquece que tem telhado de vidro e bico quebradiço.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ROSEMBERG SERÁ O CANDIDATO DO PT À PRESIDÊNCIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Rosemberg é o nome do PT.

Rosemberg é o nome do PT.

A Comissão Política do Diretório Estadual do PT se reuniu e ratificou a decisão tomada, por unanimidade, pela bancada estadual que lançou a candidatura do deputado estadual Rosemberg Pinto à presidência da Assembleia Legislativa da Bahia.

Segundo o presidente do diretório baiano do PT, Everaldo Anunciação, a decisão de lançar candidatura foi tomada baseada na tradição dos poderes legislativos, de acompanhar a decisão das urnas, cabendo a presidência da Casa ao partido que elege o maior número de parlamentares.  “Mas o partido sempre abriu mão dessa prerrogativa”.

Ele adiantou “que é consenso o diálogo com as bancadas aliadas” e, neste sentido, sugere uma reunião com presidentes dos partidos para discutir a eleição, “até porque outros candidatos da base já lançaram seus nomes”.

Everaldo lembra que através do diálogo foi construída uma aliança vitoriosa nestas últimas eleições. “Vamos continuar trilhando este mesmo caminho com relação à eleição na Assembleia”.

TRÊS NOMES COM A COTAÇÃO EM ALTA

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Nas discussões em torno do futuro secretariado do governador eleito Rui Costa (PT), três nomes sul-baianos surgem com força. Dois deles são prefeitos petistas que tiveram papel decisivo na campanha do sucessor de Jaques Wagner: Josefina Castro, de Coaraci, e Lenildo Santana, de Ibicaraí.

Quando a campanha majoritária patinava no Sul da Bahia, a dupla de prefeitos tomou a rédea da mobilização e promoveu uma carreata com o então candidato por seis cidades, começando em Almadina e terminando com um grande comício em Ibicaraí. O evento teve repercussão tão positiva, que o vice-governador Otto Alencar, eleito para o Senado, sempre diz ter sido aquele o momento em que passou a acreditar com mais força na possibilidade de vitória de Rui.

Josefina e Lenildo, ambos em segundo mandato, também demonstraram força ao dar, nos respectivos municípios, as maiores votações aos seus candidatos a deputado federal e estadual (Geraldo Simões e Rosemberg Pinto).

Um terceiro nome sul-baiano que aparece com força para a composição do governo é o de José Vivaldo de Mendonça Filho, atual diretor executivo da CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional). Reconhecido como executivo competente, Vivaldo se encaixa no perfil técnico que Rui afirma desejar para sua administração.








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