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:: ‘qualidade de vida’

QUANDO O ESTRESSE REQUER ATENÇÃO

Daniela Borges psicólogaDaniela Borges

Todos nós precisamos de um pouco de estresse para funcionar. O problema é quando ele se torna excessivo ou prolongado, resultando em baixa imunidade e dificuldade do organismo em lutar contra doenças, tornando o indivíduo vulnerável.

 

O estresse surge da necessidade do corpo de se adaptar a situações de tensão, desencadeando componentes psicológicos, físicos e hormonais. É a tentativa do corpo de restabelecer o equilíbrio diante do evento estressor.

Ele pode ser positivo quando nos ajuda a atingir metas e objetivos, quando nos impulsiona à ação e nos tira da zona de conforto. Torna-se negativo em situações em que o indivíduo permanece “ligado” por muito tempo, sem desfrutar dos momentos de lazer, incapaz de relaxar mesmo após ter vencido seus desafios, trazendo dano à qualidade de vida, podendo resultar no adoecimento.

O que determina o bom enfrentamento do estresse é a nossa capacidade de resiliência, de lidar com os eventos estressores e retornar ao estado inicial de relaxamento.  O quanto algo é estressante depende da maneira pela qual o indivíduo interpreta as situações e as estratégias que dispõe para lidar com o evento estressor.

Alguns acontecimentos considerados positivos também podem ser geradores de estresse, a exemplo do nascimento de um filho, o casamento, o ingresso na universidade, uma promoção no trabalho, pois todos estes fatos exigem adaptação e uma reorganização de vida.

Confira alguns sintomas que são indicativos de estresse:

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PESQUISA LIGA CONSUMO DE PIMENTA A LONGEVIDADE

Pimenta é associada a maior longevidade (Foto Reprodução).

Pimenta é associada a maior longevidade (Foto Reprodução).

Da BBC Brasil

Uma pesquisa realizada na China sugere que o consumo frequente de comida apimentada – especialmente a temperada com pimenta malagueta fresca – pode aumentar a longevidade. Pesquisadores examinaram a dieta de quase 500 mil pessoas na China durante sete anos e observaram que os que consumiam comida picante uma ou duas vezes por semana tinham uma redução de 10% no risco de morte na comparação com os que consumiam este tipo de refeição menos de uma vez por semana.

O risco foi reduzido ainda mais, em 14%, entre aqueles que consumiam comida picante entre três e sete dias por semana. Os cientistas notaram que o principal componente ativo da pimenta, a capsaicina, já tinha sido apontado como antioxidante e anti-inflamatório.

Os pesquisadores, da Academia Chinesa de Ciências Médicas, afirmaram que os dados são resultados apenas de observação e que ainda são necessários mais estudos. A pesquisa foi publicada na revista especializada BMJ.

O estudo envolveu pessoas entre as idades de 35 e 79 anos de dez regiões geográficas diferentes da China. Estas pessoas foram acompanhadas entre 2004 e 2008 relatando seu estado de saúde, consumo de bebidas alcoólicas, consumo de comida picante, principal fonte de consumo de pimenta (fresca ou seca, em molho ou em óleo) e também o consumo de carnes e verduras.

Cerca de sete anos depois, os pesquisadores voltaram a acompanhar estas pessoas e registraram 20.224 mortes. Os participantes com um histórico de doenças graves foram excluídos e fatores como idade, estado civil, educação, atividade física, histórico familiar e dieta em geral também foram levados em conta.

Os participantes do estudo foram questionados sobre o tipo de comida picante que consumiam e qual era a frequência. Pimenta malagueta, que está entre os ingredientes mais tradicionais da China, foi o tempero que mais apareceu entre as respostas.

Mais análises mostraram que os que consumiram a pimenta apresentavam uma tendência a menor risco de morte causada por câncer, diabetes, doenças respiratórias e doenças cardíacas isquêmicas.

Uma análise mais profunda revelou que a pimenta fresca tinha um efeito até mais forte na proteção contra estas doenças.

Segundo o autor do estudo, Lu Qi, professor associado da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard, ainda são necessárias mais pesquisas para comprovar o efeito protetor da pimenta.

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ESTUDO REVELA QUE BEBER CERVEJA TODOS OS DIAS FAZ BEM PARA A SAÚDE

cerveja reprodução ibahiaDo Ibahia

Um estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca de cerveja por dia combate diabetes, previne contra hipertensão e evita o ganho de peso. A bebida contém ácido fólico, cálcio, ferro e vitaminas – nutrientes que protegem o sistema cardiovascular, além de ter uma baixa graduação alcoólica.

Uma das responsáveis pela pesquisa, a médica Rosa Lamuela afirma: “Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca – o mesmo que um café com leite integral”, o estudo foi realizado em parceria entre o Hospital Clínico de Barcelona, Instituto Carlos III de Madri e a Universidade de Barcelona.

Os especialistas também afirmam que a cerveja não provoca aumento de gordura abdominal. Na verdade, a culpa seria dos aperitivos gordurosos que grande parte das pessoas consomem junto com à bebida como frituras e salgadinhos. O estudo ainda indica que mulheres podem beber dois copos pequenos por dia, enquanto os homens até três copos. No entanto, o hábito deve estar associado a exercícios físicos regulares e uma dieta saudável.

ESTAMOS COM MEDO DE VIVER

Manu Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Vejo crianças estressadas, criadas entre paredes de concreto ou em brinquedotecas monitoradas por vídeos. Observo adolescentes fadados a diversões e relacionamentos virtuais.

Sou de uma geração que passeava por Itabuna. De uma geração que saía de casa a pé e visitava amigos. De uma geração que sentava na sorveteria Bobby’s aos domingos para bater papo e voltava andando, naquela ‘prosa’ toda de adolescentes.

Faço parte de uma geração que caminhava na Beira-Rio até o anoitecer, que fazia os trabalhos do colégio na casa dos colegas, de uma geração que participava de gincanas escolares de madrugada, que ‘fechava a rua’ e produzia um arraiá com o nome do bairro.

Hoje, encontro-me com amigos como Cristiano Anunciação, mestrando em jornalismo em Florianópolis, e digo: “Que sorte a nossa, hein?!”. É o que sinto diante do caos que a minha cidade se tornou. É o que sinto quando fico insegura na porta da minha própria casa. É o que sinto quando observo os adolescentes de hoje, trancafiados dentro de apartamentos, dentro de carros, dentro de academias climatizadas, dentro de amizades cultivadas nas telas dos computadores.

Estamos cada vez mais amedrontados dentro de nossas próprias residências, condenados à solidão. Vejo crianças estressadas, criadas entre paredes de concreto ou em brinquedotecas monitoradas por vídeos. Observo adolescentes fadados a diversões e relacionamentos virtuais. Todos com medo de viver. Essa é a verdade!

Além disso, estamos nos acostumando com a violência, com o descaso, com o medo. Estamos nos adequando a uma vida limitada, sem a liberdade que merecemos. Estamos até agradecendo a Deus quando somos assaltados e ‘nada de pior’ nos acontece. Ou achando um absurdo alguém reagir a um assalto, tomado pela emoção. “Fulano reagiu, por isso aconteceu aquilo!”. Triste realidade.

Me dói na alma escrever isso aqui, mas estamos com medo de viver livremente. E viver, na minha humilde opinião, é o maior e mais belo direito que temos!

Manu Berbert é jornalista e colunista da Contudo.








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