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:: ‘Rede Sustentabilidade’

ITABUNA: REDE SUSTENTABILIDADE DEVERÁ TER CANDIDATURA PRÓPRIA A PREFEITO EM 2020

Ellen Prince fala em candidatura própria da Rede em 2020 em Itabuna

O partido Rede Sustentabilidade está se organizando para a sucessão municipal de 2020. A sigla estava ainda em fase de estruturação no município em 2016, quando não teve candidatura própria a prefeito e apoiou Augusto Castro. Agora, a expectativa é outra, segundo a porta-voz da Rede Sustentabilidade em Itabuna, Ellen Prince.

De acordo com ela, já estão ocorrendo reuniões com alguns nomes para definir composição para o pleito do próximo ano. A prioridade, afirma, é construir nomes dentro dos valores do partido que estejam aptos a participar do processo eleitoral, não só na disputa para o Executivo, mas também para o Legislativo.

Ellen sinaliza outra postura para o pleito de 2020. “Não ficaremos nos bastidores em 2020. A Rede Sustentabilidade está se fortalecendo cada dia mais com a adesão de novos filiados e pré-candidatos”, disse a porta-voz. “Temos nossas dificuldades, mas acreditamos ser possível fazer a diferença e temos trabalhado muito para isso. Não abriremos mão de participarmos efetivamente das eleições municipais em 2020”, diz.

MARÃO É PRESSIONADO PARA TOMAR CARGOS DA REDE SUSTENTABILIDADE

Bento e Alisson pressionariam Marão contra a Rede Sustentabilidade

O prefeito Mário Alexandre (Marão) está sendo pressionado para tomar os cargos ocupados pela Rede Sustentabilidade, partido do vice-prefeito José Nazal. Os secretários Alisson Mendonça (Relações Institucionais) e Bento Lima (Administração) são apontados como os líderes da ação contra o partido aliado.

Os principais cargos ocupados pela Rede são o de secretário de Planejamento e Sustentabilidade e o de superintendente de Meio Ambiente, ocupados, respectivamente, por Nazal e Emílio Gusmão.

A pressão já era grande no ano passado e ganhou corpo de ontem para hoje (3), quando a Rede Sustentabilidade emitiu nota pública com críticas ao reajuste de mais de 12% da passagem de ônibus em Ilhéus. A tarifa saltou de R$ 3,10 para R$ 3,40. Na nota, a Rede Sustentabilidade reafirma apoio a Marão, mas informa não ter sido consultado sobre o aumento.

REDE REAFIRMA APOIO A MARÃO, MAS CRITICA REAJUSTE DA PASSAGEM DE ÔNIBUS

Marão é criticado pelo tamanho do reajuste concedido às empresas || Foto Clodoaldo Ribeiro

Numa nota pública assinada pela Comissão Provisória municipal, a Rede Sustentabilidade criticou o percentual de reajuste de mais de 12% concedido às empresas de ônibus pelo prefeito Mário Alexandre. A tarifa saltou de R$ 3,10 para R$ 3,50 no último sábado (30). O partido, que tem entre os seus filiados o vice-prefeito José Nazal, também aponta que não participou da decisão tomada pelo prefeito.

“Reconhecemos que a tarifa deveria ser majorada levando-se em conta a inflação dos últimos 12 meses, ou, o índice geral de preços. Dessa forma, discordamos do índice aplicado”, cita a nota assinada pelos porta-vozes municipais Juliana Santos Rocha e Eustacio Lopes de Oliveira Filho.

A nota, porém reafirma o apoio ao governo de Marão (“acreditamos no atual governo e reconhecimentos seus méritos”) e diz confiar na gestão, além de ressaltar “total apoio ao vice-prefeito, José Nazal, principal liderança da Rede Sustentabilidade em Ilhéus”.  Confira a íntegra da nota aqui.

NAZAL ESTÁ ENTRE OS NOMES DA REDE PARA DISPUTAR GOVERNO DA BAHIA EM 2018

Nazal está entre nomes da Rede para pleito de 2018 || Foto Maurício Maron

O Elo Estadual da Rede Sustentabilidade escolheu três pré-candidatos ao governo do Estado da Bahia nas eleições de 2018. Tratam-se do vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, da vereadora de Irecê Meirinha, e de uma das porta-vozes do elo estadual Iaraci Dias, liderança de Camaçari, informa o Blog do Gusmão.

O partido definiu a lista de forma coletiva, no último sábado (25), durante reunião no Hotel Fiesta, em Salvador. O ato contou com a presença de lideranças de mais de 30 municípios, além da ex-senadora Heloísa Helena.

Membro do Elo Estadual, o superintendente do Meio Ambiente de Ilhéus, Emílio Gusmão, também participou do encontro. “Os três pré-candidatos não entraram numa disputa interna. Os seus nomes foram indicados pelas lideranças que participaram da reunião. O vice-prefeito José Nazal não lançou pré-candidatura, essa foi uma escolha do partido. Ele aceitou porque acredita no novo projeto político que estamos construindo e propondo à Bahia e ao Brasil”, explicou Gusmão.

PR E REDE ANUNCIAM COLIGAÇÃO EM ITABUNA

Dirigentes do PR e do Rede

Dirigentes do PR e do Rede definem coligação.

O PR e o Rede Sustentabilidade fecharam coligação tanto para as eleições majoritárias como proporcionais, de acordo com seus dirigentes. A união para as eleições municipais ficou decidia em reunião ontem à noite. A coligação tem – até agora – o ex-secretário Roberto José como pré-candidato a prefeito. O “até agora” se deve à possibilidade de união do PR com o prefeiturável Capitão Azevedo (PTB).

De acordo com Roberto e o presidente do Rede em Itabuna, Irland Santana Correia, a junção tem as bênçãos dos dirigentes estaduais José Carlos Araújo (PR) e Júlio Rocha (Rede). Irland diz que a união tem a ver com “uma visão sistêmica de gestão pública e de desenvolvimento sustentável e fará a diferença”.

A “noiva” Roberto José elogia o Rede Sustentabilidade, enfatizando o perfil da legenda, que possui “pessoas sérias e comprometidas com o desenvolvimento de Itabuna”. O prefeiturável vê, no Rede, propostas similares às suas para Itabuna.

CONTRA IMPEACHMENT, DILMA TEM APOIO DE PDT, PSOL E REDE DE MARINA

Partidos anunciam posição contra impeachment de Dilma.

Partidos anunciam posição contra impeachment de Dilma.

A presidente Dilma Rousseff obteve, oficialmente, o apoio de três partidos contra a proposta de impeachment feita por opositores. Após o Rede, de Marina Silva, posicionar-se contra o impedimento da presidente, o PSOL e o PDT também disseram ser favoráveis à manutenção de Dilma no poder.

As razões dos partidos neste caso se assemelham, dentre elas o vício de origem no pedido aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Líder do PSOL na Câmara, o deputado Chico Alencar já avisou que a legenda votará contra o impeachment.

– O PSOL não apoia o contexto e o conteúdo desse processo de impeachment. Votaremos contra na comissão e no plenário – disse, observando que o processo foi também usado pelo presidente da Câmara para livrar-se de julgamento que pode desapeá-lo do poder.

– Para nós, no mérito, pedalada em si é insuficiente para produzir impedimento de governante, até porque ela está dentro de uma concepção de orçamento, de ajuste fiscal, de meta superavitária, que para nós não é dogma absoluto.

O presidente nacional do PDT, Carlos Luppi, assumiu discurso governista ao anunciar a posição da legenda brizolista. “O PDT diz não ao golpismo e reitera que vai lutar contra ele, com todas suas forças”. A nota do PDT também faz menção aos pepinos de Eduardo Cunha, acusado de chantagear o Palácio do Planalto.

– Não faz sentido que um deputado que está sendo processado pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados e está na mira dos ministérios públicos do Brasil e da Suíça – inclusive por manter contas bancárias ilegais no exterior – queira com uma simples canetada tirar a legitimidade de um mandato popular conquistado nas urnas através de milhões de votos dos brasileiros – cita a nota do PDT.

TSE APROVA CRIAÇÃO DO REDE SUSTENTABILIDADE, DE MARINA SILVA

Partido de Marina é aprovado pelo TSE.

Partido de Marina é aprovado pelo TSE.

Da Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em sessão realizada na noite de hoje (22), o registro do partido Rede Sustentabilidade, idealizado ex-senadora Marina Silva. Todos os ministros acompanharam o voto do relator, ministro João Otávio Noronha.

O partido teve o registro negado pelo TSE, em outubro de 2013, por não ter reunido o número mínimo de assinaturas exigido pela Justiça, de 484.169. Em maio deste ano, a direção do Rede entregou mais 56 mil assinaturas, chegando a 498 mil signatários.

O ministro Gilmar Mendes chegou a arrancar aplausos dos presentes durante a leitura de seu voto. Ele se referiu a Marina como “uma candidata que teve, por duas vezes, mais de 20 milhões de votos em eleições presidenciais”, mas o registro de seu partido foi negado, enquanto “legendas de aluguel logram receber esse registro, para constrangimento desse tribunal”.

Mendes criticou a decisão de 2013 do TSE e, sem citar nomes, falou na dificuldade de Marina se candidatar a presidente da República nas eleições de 2014, o que acabou ocorrendo após a morte de Eduardo Campos, de quem era candidata a vice-presidente.

“O partido sofrera um notório abuso e era preciso que nós reconhecêssemos e deferíssemos o registro naquelas circunstâncias. Tanto fizeram para evitar que essa mulher fosse candidata e ela acabou sendo candidata, em circunstâncias trágicas. Marina perdeu as eleições, mas ganhou a nossa admiração. Portanto, perdeu ganhando”, disse o ministro.

A votação serviu para motivar uma discussão sobre o sistema de criação de partidos no país e negociação de tempo de TV entre partidos durante campanhas eleitorais. O presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, lembrou que, com a criação da Rede, o Brasil conta com 34 partidos. Ele disse ainda que se o sistema não for rediscutido “cada deputado vai querer ser um partido político”.

“Uma vez não tendo sido alterado o nosso sistema eleitoral, o que vai ocorrer é que cada deputado vai querer ser um partido político. Com a distribuição do tempo de TV dessa forma, cada deputado vai querer ser um partido político e de 34 passaremos a 500”, disse Toffoli, referindo-se à “necessidade de reflexão” sobre o tema.

REDE SUSTENTABILIDADE FAZ REUNIÃO PÚBLICA EM ILHÉUS

A coordenação executiva do partido Rede Sustentabilidade em Ilhéus convocou reunião pública para esta quinta (10), às 18h30min, no auditório do Ilhéus Praia Hotel, para começar a organizar a legenda.

De olho em 2016, o partido, que tem como fundadora e garota propaganda a ex-presidenciável Marina Silva, pretende incorporar novos militantes simpáticos à ideia no município.

Em Ilhéus, figuras como o ex-vice-prefeito José Henrique Abobreira e o agrônomo e historiador José Resende Mendonça contribuíram com a coleta de assinatura para formalização da legenda.

No último mês de agosto, o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, se manifestou favorável à concessão de registro para a Rede Sustentabilidade.

Em parecer protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Aragão afirmou que a nova legenda não precisa cumprir uma nova exigência aprovada neste ano pelo Congresso para obter a autorização da Justiça Eleitoral.

MARINA E O PT DE ANTIGAMENTE

marco wense1Marco Wense

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

O jornalista Marcelo Coelho, em artigo na Folha de São Paulo, fevereiro de 2002, com o título “Tudo aquilo que o PT não é mais”, analisou o começo da derrocada ideológica do Partido dos Trabalhadores.

Na época, o PT flertava com o PL em troca de alguns minutos no horário eleitoral. O colunista dizia que “as negociações com os liberais são um caso de senilidade”. E, perplexo, perguntava: “Será que os petistas ficaram gagás?

Finaliza dizendo que “o PT buscava ser diferente, ser uma “novidade” na política brasileira: tratava-se de um partido com programa definido, com instâncias democráticas de decisão, com vocação de massas e níveis de moralidade acima da média. Podia-se concordar ou não com o PT, mas essas qualidades eram reconhecidas por todos.”

Marina, de olho no Palácio do Planalto, em uma decisão imperial, tomada em menos de 24 horas, se filia ao PSB. O PSB não é o PL, mas a condução do processo político continua o mesmo, na base do toma-lá-dá-cá sem nenhum tipo de constrangimento.

Aliados históricos estão deixando Marina e o projeto de criação da Rede Sustentabilidade, entre eles o ex-deputado federal Luciano Zica, um dos coordenadores da campanha presidencial da ambientalista em 2010.

Zica, como é mais conhecido, decepcionado, nitidamente irritado, em tom de desabafo, bracejando, disse: “Fiz papel de bobo tentando convencer possíveis aliados sobre a nova política. O PSB não tem métodos menos velhos que os outros.”

Em um eventual segundo turno, o DEM e o PSDB apoiariam Eduardo Campos contra Dilma Rousseff. No mesmo palanque, lado a lado, Marina, democratas, tucanos, toda bancada ruralista e o fundador do antigo PFL, o senhor Jorge Bornhaunsen, hoje eduardista de carteirinha.

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

 

MARINA É, SIM, CANDIDATA À PRESIDÊNCIA

paixaobarbosaPaixão Barbosa

Detentora de uma significativa marca – mais de 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010 – e ostentando índices também significativos nas últimas pesquisas de opinião na corrida para 2014, a ex-senadora Marina Silva surpreendeu a quase todo o mundo político ao optar pelo ingresso no PSB, depois de ver naufragar nos meandros legais do TSE a sua Rede Sustentabilidade, que ainda pretende ser um partido político sem os desgastes e as marcas negativas que as legendas atuais carregam consigo. A surpresa, contudo, foi mais pela opção de entrar num partido que já tem um pré-candidato definido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do que pelo fato de não aceitar os conselhos recebidos de se manter à margem da disputa de 2014, preservando, assim, a imagem de pureza com que ela fez questão de dourar a ideia da sua Rede.

Afinal, por maior que seja o desejo de apresentar-se para a disputa com uma proposta de partido bastante diferenciada dos demais, não seria possível imaginar que Marina Silva atendesse à banda dos seus seguidores que preferiam vê-la fora da campanha a decidir reingressar no sistema eleitoral num partido tradicional e, portanto, capaz de carregar no seu DNA as mazelas que tanto têm desgastado as legendas tradicionais. Até porque Marina, embora faça questão de manter um discurso diferenciado, lembrando sempre que sua luta não tem os mesmos estímulos dos políticos considerados tradicionais e sim são gerados pela vontade de transformar profundamente as bases sociais do Brasil, correria um risco muito grande de perder visibilidade ao ficar sem palanque por mais quatro anos, especialmente num País no qual os eleitores têm memória de peixe, ou seja, quase nenhuma.

Assim, para analistas políticas e também para as chamadas “cobras criadas” da cena política nacional, a ex-senadora seria obrigada a participar, de algum modo, das eleições do próximo ano e, com a frustração provocada pela decisão do TSE, o único caminho seria mesmo ingressar numa legenda já formada. Tanto que foram várias as legendas que se ofereceram para abrigá-la e aos “marineiros”, como são chamados seus seguidos mais fiéis. Todas de olho no patrimônio eleitoral que Marina conquistou em 2010 e que as pesquisas de opinião recentes revelam que ela está mantendo.

Inesperada mesmo foi a decisão de ingresso no PSB. Nem tanto pela imagem da sigla, uma vez que a legenda socialista tem sido vista no Brasil como uma espécie de segundo time de muita gente, ou seja, mesmo os que não votam em seus candidatos manifestam simpatia pelo partido criado em 1947 e que teve no baiano João Mangabeira um dos seus fundadores e principais ideólogos. Extinto em 27 de outubro de 1965, pelo Ato Institucional nº 2, promulgado pelo governo ditatorial, o partido foi recriado oficialmente em 1988, mas nunca ocupou um espaço tão significativo na cena política nacional que lhe pudesse atrair desafetos. O que, ao lado de não ter tido nenhum figurão dos seus quadros envolvidos nos recentes escândalos de corrupção, contribuiu para ter a imagem simpática já citada.

Ao entrar no PSB, Marina aumentou as preocupações do PT e de Dilma Rousseff, além de deixar Aécio Neves e o seu PSDB também de cenho franzido, como sempre acontece quando um fato novo acontece no cenário político e, além de se constituir uma surpresa, carrega potencial de provocar alterações num quadro até então estável e no qual vinham se baseando as análises para 2014. Mas, além da surpresa e do incômodo gerados, o gesto da ex-senadora deixou no ar uma grande interrogação a respeito do que realmente Marina deseja para seu futuro imediato, ou seja, em relação às eleições de 2014.

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TSE DECIDE HOJE SOBRE REGISTRO DO PARTIDO DE MARINA SILVA

Marina vive a expectativa de aprovação do Rede Sustentabilidade.

Marina vive a expectativa de aprovação do Rede Sustentabilidade.

André Richter | Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide hoje (3) se concede registro ao partido Rede Sustentabilidade, fundado pela ex-senadora Marina Silva. Os sete ministros do tribunal vão decidir se mesmo com parecer contrário do Ministério Público Eleitoral (MPE), o partido está autorizado a disputar as eleições do ano que vem. A sessão começará às 19h.

Na terça-feira (1º), o MPE enviou parecer ao TSE contra a concessão de registro ao partido. Segundo o vice-procurador eleitoral Eugênio Aragão, o partido não obteve o número mínimo de 492 mil assinaturas necessárias para a obtenção do registro. De acordo com Aragão, a legenda conseguiu validar 442.500 assinaturas.

Para obter registro, o partido precisa validar 0,5% dos votos registrados na última eleição para a Câmara dos Deputados. Segundo Marina Silva, o partido coletou 868 mil assinaturas e tem 550 mil validadas, número superior ao mínimo solicitado pela Lei Eleitoral. De acordo com a ex-senadora, os números são divergentes porque durante o processo de validação de assinaturas de apoiadores nos tribunais regionais eleitorais, os cartórios atrasaram os procedimentos e anularam 95 mil delas sem justificativa.

O primeiro voto do julgamento será da ministra Laurita Vaz, relatora do pedido de registro do partido. Em seguida votarão João Otávio de Noronha, Henrique Neves, Luciana Lóssio, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e a presidenta do TSE, Cármen Lúcia. Dias Toffoli não participará da sessão porque está em viagem oficial à República Dominicana. Ele será substituído por Gilmar Mendes. A votação deverá ser finalizada hoje, por ser a última sessão da corte antes de 5 de outubro, prazo final para registro de partido.

REDE SUSTENTABILIDADE QUER COLETAR 20 MIL ASSINATURAS EM ITABUNA

Ato no centro de Itabuna coletou mais de mil assinaturas (Foto Pimenta).

Ato no centro de Itabuna coletou mais de mil assinaturas (Foto Pimenta).

Os organizadores itabunenses do Rede Sustentabilidade preveem a coleta de, pelo menos, 20 mil assinaturas em favor da criação do partido da ex-ministra e ex-candidata a presidente Marina Silva. Ontem, cerca de 60 pessoas participaram de ato na Avenida do Cinquentenário.

O empresário Delson Mesquita disse que, até agora, foram coletadas cerca de 10 mil assinaturas. A estratégia para chegar a 20 mil inclui ações nos bairros e regiões de grande fluxo de pessoas, além de faculdades de ensino.

O grupo conseguiu obter mais de 1,2 mil assinaturas na atividade de ontem no centro de Itabuna. Até a próxima sexta, 10, haverá posto fixo para a coleta de apoios à criação do Rede, sempre em horário comercial.

Delson comemora o apoio obtido em Itabuna e destaca a força da ex-ministra do Meio Ambiente. “Mesmo sem ainda ter partido, Marina Silva é a segunda colocada nas pesquisas para a presidência da República. As pessoas lembram do comportamento ético e da maneira diferente dela fazer política”.

Para ser criado, o partido necessita de, no mínimo, 550 mil assinaturas validadas pelos cartórios eleitorais. Em Itabuna, a criação do partido conta com coordenação com o empresário Delson Mesquita, Elivaldo Cabral, Guilherme Santos, Tiago Reis e Solange da Saúde.






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