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:: ‘Renato’

AZEVEDO E RENATO

Marco Wense

A maioria dos secretários do Centro Administrativo Firmino Alves gostou do comentário sobre a possibilidade do prefeito José Nilton Azevedo apoiar o médico Renato Costa para a Assembleia Legislativa do Estado.

Até mesmo os que defendem o apoio ao coronel Gilberto Santana (PTN), também pré-candidato a deputado estadual, foram peremptórios na afirmação de que Renato é merecedor de uma vaga no Parlamento.

Salta aos olhos – e não precisa ter olhos graúdos como os da coruja – que o apoio do prefeito Azevedo a Renato é o caminho mais fácil para evitar uma dobradinha 100% contrária ao voto regional.

A dupla RR, com Roberto Britto (PP) e Renato Costa (PMDB), respectivamente para as Câmaras federal e estadual, caminha a passos largos para receber o apoio público do chefe do Executivo.

É bom lembrar que o ex-deputado Renato Costa, que é um homem de respeito e um político honrado, foi um dos melhores parlamentares que já passou pela Casa Legislativa.

FHC E A SUCESSÃO

O problema Aécio Neves, governador do Estado de Minas Gerais, quando comparado com o imbróglio FHC, é bem pequeno para o tucanato, principalmente para José Serra, pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Aécio insiste com sua pré-candidatura à presidência da República. O comandante-mor do DEM, o deputado federal Rodrigo Maia (RJ), prefere o tucano mineiro. Os democratas, na sua maioria, têm simpatia pelo neto de Tancredo Neves.

Correligionários mais próximos de José Serra acham que a posição de Aécio nas pesquisas de intenção de votos não ajuda a sua pretensão de ser o candidato do PSDB para enfrentar Dilma Rousseff (PT).

O grande entrave é, sem dúvida, Fernando Henrique Cardoso, abreviadamente conhecido como FHC. Segundo a última pesquisa da CNT/Sensus, 49,3% dos eleitores não votariam no candidato apoiado pelo ex-presidente da República.

Comparando com as pesquisas anteriores, o presidenciável José Serra já perdeu 15 pontos percentuais em um ano. Para o presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Clésio Andrade, “Serra caiu em função do apoio do Fernando Henrique”.

Pois é. Enquanto o sociólogo e intelectual Fernando Henrique Cardoso é dispensável, O ex-operário Luiz Inácio Lula da Silva é um imprescindível cabo eleitoral. Coisas da política e do regime democrático.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

RENATO, GEDDEL, BRITTO E AZEVEDO

Marco Wense

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Britto (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.

Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.

O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.

O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.

Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.

O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).

O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.

Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.

É público que o apoio do prefeito a Roberto Britto é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.

Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.

Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.

O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.

E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.

Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.

O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Britto e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigado.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O

prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Brito (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.
Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.
O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.
O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.
Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.
O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).
O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.
Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.
É público que o apoio do prefeito a Roberto Brito é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.
Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.
Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.
O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.
E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.
O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.
Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.
O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Brito e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigad

DISPUTAS INTERNAS

Renato Costa, espremido entre Geddel e Veloso

Renato Costa, espremido entre Geddel e Veloso

Já é bem nítida a “guerra fria” existente entre peemedebistas de Ilhéus, comandados por Veloso pai e Veloso filho, e os de Itabuna, que têm à frente os três “ex”: o ex-prefeito Ubaldo Dantas, o ex-deputado Renato Costa e o ex-vereador Ricardo Xavier.

Ao que parece, trata-se de algo mais que uma briga pela coordenação da campanha de Geddel Vieira Lima na região. Nos bastidores,  Márcio Veloso, que é pré-candidato a deputado estadual, opera para minar o médico Renato Costa, que planeja retornar à Assembleia no ano que vem.

Comenta-se que, muito discretamente, Márcio comemorou os tropeços do encontro do PMDB em Itabuna e pretende um “vou mostrar como é que se faz”, em Ilhéus, no mês de outubro. A estratégia dos Veloso é também  fortalecer a professora Acácia Pinho no PMDB de Itabuna.






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