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:: ‘Ricardo Alban’

PRESIDENTE DA FIEB REÚNE-SE COM EMPRESÁRIOS E RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO ILHEENSE

Ricardo Alban, presidente da Fieb || Foto Pimenta

Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Alban participará de reunião com empresários sul-baianos, nesta quinta (26), às 17h, na Associação Comercial de Ilhéus, na Praça J.J. Seabra, centro da cidade.

Logo após, Alban receberá o título de cidadão ilheense, concedido pela Câmara de Vereadores. O presidente da Fieb ficará na região até amanhã (27), quando terá encontro com líderes regionais, na Unidade Integrada do Sistema Fieb, na Rodovia Ilhéus-Itabuna.

 

ELEIÇÃO CONFIRMA ALBAN NA FIEB ATÉ 2022

Ricardo Alban é mantido na presidência da Fieb por mais 4 anos

Ricardo Alban é mantido na presidência da Fieb por mais 4 anos

O empresário Ricardo Alban será reconduzido à presidência da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) depois de vencer eleição, nesta segunda (2), em chapa única. Alban será mantido no comando da Fieb até 2022, após obter 40 dos 42 votos possíveis no pleito.

O industrial enumerou quais serão as prioridades estratégias do Sistema Fieb pelos próximos quatro anos. Alban apontou o estímulo à inovação e o apoio à interiorização industrial e às pequenas e médias indústrias. O empresário chegou à presidência da Fieb no final de 2014, com a morte de Carlos Gilberto Farias, do qual era vice.

Com Alban na presidência, a nova diretoria será composta pelos vice-presidentes Alexi Pelágio, Angelo Calmon de Sá Jr., Carlos Henrique Passos, Eduardo Catharino Gordilho, João Baptista Ferreira, Josair Bastos, Juan Lorenzo e Sergio Pedreira de Oliveira. Há, ainda, os diretores titulares e suplentes, membros do Conselho Fiscal e delegados junto ao Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria.

NA SEDE DA FIEB, DAVIDSON, BELUZZO E ALBAN DEBATEM CRISE E SAÍDAS PARA ECONOMIA

Davidson promove debate em Salvador

Davidson promove debate em Salvador

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-BA) promove, nesta sexta-feira (7), em Salvador, um debate sobre a crise econômica e as perspectivas de desenvolvimento para o país. O evento será na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), no Stiep, a partir das 9h, e vai reunir professores, gestores e setores da indústria e dos movimentos sociais.

Entre os palestrantes, estarão Luiz Gonzaga Belluzzo, economista e professor da Unicamp; Jaques Wagner, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE) do governo do Estado; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban; o presidente nacional da Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo; e a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias.

Além deles, também participarão o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, e o presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon), Gustavo Casseb Pessoti. A entrada para o evento é gratuita e aberta ao público, segundo o parlamentar.

ALBAN, DA FIEB: “CRIAMOS AS CONDIÇÕES DE INTERIORIZAÇÃO DA INDÚSTRIA”

Ricardo Alban, presidente da Fieb (Foto Pimenta).

Alban, presidente da Fieb (Foto Pimenta).

Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban inaugurou na última sexta (2), na Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), a unidade integrada de ensino e capacitação profissional. O complexo reúne serviços IEL, Sesi e Senai, representando investimento superior a R$ 19 milhões.

Após a inauguração da unidade ilheense, Alban concedeu entrevista ao PIMENTA. Abordou o processo de interiorização da indústria na Bahia, investimentos em qualificação profissional e a necessidade das reformas previdenciária e trabalhista.

Para ele, não deve haver solução de continuidade na votação das reformas, apesar da crise política instalada em Brasília. Também aborda o embate ético que juntou grupos de empresários e políticos. Alban defende atitude proativa. Assim como o dirigente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Robson Braga de Andrade, Alban separa a minoria dos empresários corruptos daquilo que representa o empreendedor brasileiro. Confira:

PIMENTA – O sr. defende que, apesar da crise política, não haja solução de continuidade na votação das reformas trabalhista e previdenciária. Por que o sr. considera as reformas imprescindíveis?

ALBAN – As reformas são necessárias para criar as condições macroeconômicas e o país volte a crescer. Não podemos conviver com legislação trabalhista de 50, 60 anos atrás. O mundo mudou, as relações de trabalho mudaram. O trabalhador hoje não é o mesmo de 60 anos atrás. Temos que modernizar. Eu não enxergo perdas de direitos [com as reformas], mas de buscar o negociado sobre o legislado. Óbvio que temos que ter certos controles.

PIMENTA – E a reforma previdenciária?

ALBAN – O governo anterior já mostrava essa necessidade [da reforma previdenciária]. O mundo inteiro já fez. A França já fez duas vezes, os Estados Unidos… Nós estamos em um mundo cada vez mais longevo. O mundo está ficando velho. Precisamos adequar a realidade de longevidade com a capacidade financeira de manter os programas de previdência.

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DEBATE ÉTICO – Existem empresários e empresários, políticos e políticos. Isso tudo faz parte de uma sociedade. O que não podemos é fazer com que uma realidade minoritária prevaleça sobre uma realidade total. Precisamos dar muito mais valor aos bons exemplos e atitudes positivas.

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PIMENTA – O presidente da CNI abordou o debate ético ao citar relacionamento entre o empresariado e os políticos. O que os empresários podem fazer para mudar estas práticas?

ALBAN – Nós já colaboramos. Logicamente, existem empresários e empresários, políticos e políticos. Isso tudo faz parte de uma sociedade. O que não podemos é fazer com que uma realidade minoritária prevaleça sobre uma realidade total. Precisamos dar muito mais valor aos bons exemplos e atitudes positivas do que ficar sempre valorizando os maus exemplos. Óbvio que precisamos corrigir, tomar as providências necessárias. Precisamos pensar proativamente. Precisamos consertar o presente, mas sem perder de vista o depois, o amanhã.

PIMENTA – As unidades integradas da Fieb são parte dessa filosofia?

ALBAN – Isso é um dever nosso. É uma prova inequívoca que o Sistema S dá resultado. Esses recursos [para construir unidades de ensino e capacitação] são das empresas, não são recursos tirados do trabalhador. Nós também somos responsáveis por criar as condições quer seja de educação, quer seja de profissionalização, quer seja de inovação e de sustentabilidade na área da indústria.

PIMENTA – Qual o impacto da Unidade Integrada ilheense para a indústria sul-baiana?

ALBAN – Com certeza, nosso objetivo é que as unidades integradas representem um processo de industrialização em todo o estado da Bahia. Estamos fazendo esse equipamento aqui, em Ilhéus, também em Vitória da Conquista, Luís Eduardo Magalhães, em Barreiras, Feira de Santana e, até o próximo ano, em Juazeiro. Criamos as condições de interiorização da indústria e, com isso, nós teremos uma Bahia mais igual, mais equitativa no processo industrial.








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