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:: ‘Ricardo Pessoa’

LAVA JATO: PF CUMPRE MANDADO CONTRA FILHO DE MINISTRO DO TCU

Tiago é alvo de nova fase da Lava Jato

Tiago é alvo de nova fase da Lava Jato

A Polícia Federal cumpre mandados judiciais de busca e apreensão em Brasília, Salvador e Cotia (SP) em uma nova fase da Operação Lava Jato, a 45ª, chamada de Abate 2. Conforme a TV Globo, um dos alvos é o advogado baiano Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz, do Tibunal de Contas da União (TCU).

Os mandados contra Tiago ocorrem baseados em delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia. O empresário diz ter desembolsado total de R$ 1,050 milhão em propina para que o filho do ministro ajudasse a empresa na análise do TCU sobre o processo de licitação de Angra 3.

Tiago também foi citado como intermediário, junto com outro advogado, em processo de contratação da Sargent Marine pela Petrobras. Outra citação foi pela suspeita de que o advogado também cobrava propina da Odebrecht para ajudar a empreiteira em processos no TCU. A defesa de Tiago Cedraz ainda não havia se pronunciado quanto aos mandados desta quarta.

JANOT DIVERGE DE MORO EM AÇÃO CONTRA DILMA

Janot diverge de Moro (Foto Marcelo Camargo/AB).

Rodrigo Janot (Marcelo Camargo/AB).

Do Blog do Kennedy

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz federal Sergio Moro pensam diferente a respeito de uma ação que o PSDB move no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a cassação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

No documento ao TSE, Moro diz que já deu uma sentença em primeira instância considerando que houve desvio de recursos da Petrobras para o PT por meio de doações eleitorais. Ou seja, houve uma tentativa de legalizar a propina.

É uma decisão que afeta o PT, mas o juiz federal recomenda que o TSE ouça delatores como Alberto Yousseff, Paulo Roberto Costa e Ricardo Pessoa para averiguar se o mesmo esquema contaminou a campanha presidencial. Moro insinua que a campanha de Dilma e Temer possa ter recebido recursos ilegais. O governo já negou que a campanha da presidente e do vice tenha sido irrigada com recursos sujos.

Na avaliação do procurador-geral da República, a ação do PSDB contra Dilma e Temer não deveria seguir adiante. Janot considera que só acusações gravíssimas justificariam uma cassação dos mandatos da presidente e do vice. Para Janot, não há provas nesse sentido. Ele recomendou ao tribunal que rejeite a ação tucana.

O TSE deverá dar a palavra final sobre a ação ainda neste semestre.

alba



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