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:: ‘Roberto de Souza’

ROBERTO CONFIRMA INTENÇÃO DE IR PARA BRASÍLIA

O vereador Roberto de Souza (PR) confirmou há pouco, na sessão plenária da Câmara de Vereadores de Itabuna, que poderá candidatar-se a deputado federal. Segundo ele, há um entendimento na executiva estadual do Partido Republicano de que é preciso fortalecer o nome de um representante da legenda no sul da Bahia. “O PR acredita que esse nome pode ser o meu”, declarou Roberto de Souza.

O vereador disse que não foi “mordido pela mosca da vaidade” e aproveitou para criticar  o deputado federal Geraldo Simões (PT). Na opinião de Roberto, o petista não realiza um bom mandato.

Nos bastidores, o comentário é de que a possível candidatura de Roberto seria uma estratégia para minar a base do petista na região.

CÉSAR BORGES DÁ TROCO EM GERALDO

O senador César Borges ensaiou aproximação com o deputado federal Geraldo Simões, após o fatídico “água e óleo não se misturam”  de 2000, quando o xerife do PR baiano era governador.

A aproximação ‘fez água’ com o fracasso das negociações que levariam Borges para a chapa de Jaques Wagner. E o senador nem esperou o prato esfriar. Reuniu-se com o vereador Roberto de Souza e o convidou para que seja candidato a deputado federal, como informa o blog Políticos do Sul da Bahia.

E sabe qual a estratégia? Fazer com que Roberto tire votos da candidatura de Geraldo. O senador do PR está convicto de que a vaia recebida por ele na visita de Lula a Itabuna foi orquestrada pelo grupo geraldistas.

Política, definitivamente, não é para amadores…

ROBERTO POLEMIZA COM AZEVEDO

Na falta de quem mande, vereador também se candidata a síndico do Centro Administrativo

O vereador Roberto de Souza (PR) pode até negar (o que, aliás, é de praxe nesses casos), mas ele dá todos os sinais de que deseja candidatar-se a prefeito de Itabuna em 2012.

Na Câmara Municipal, Roberto é oposição ao prefeito Azevedo. Opõe-se não somente na política, mas também no estilo.

O vereador é primeiro-secretário do legislativo, mas todos sabem que é ele quem dá as ordens na casa. Loiola, inexperiente, apenas finge que preside e ainda aceitou, no ano passado, uma manobra que antecipou a votação da futura mesa diretora. A partir de 2011, Roberto mandará de fato e de direito.

Azevedo é o contrário. Prefeito, é quem menos manda no seu próprio governo, onde os secretários Gilson Nascimento e Carlos Burgos jogam no ataque e ainda prendem a bola. Para completar, Azevedo tem que ouvir pitacos frequentes de Roberto de Souza, emitidos do plenário e do programa de rádio Resenha da Cidade.

O prefeito chiou, dizendo – sem mencionar o nome – que tem vereador com vontade de mandar no governo. Todo mundo entendeu para quem foi o recado e Roberto não se incomodou em vestir a carapuça, mas negou o interesse pela cadeira de Azevedo.

“Não quero ser prefeito, o meu interesse é ajudar a cidade”, disse hoje o bem-intencionado vereador Roberto de Souza. Há quem aposte que basta o senador César Borges (PR) confirmar o ingresso nas fileiras petistas para o vereador, correligionário de César, mudar o rumo dessa prosa.

CALMA, ROBERTO

O vereador Roberto de Souza protagonizou momentos de tensão no programa Bola na Mesa, da rádio Difusora. A competente Silmara Souza [apesar do sobrenome, os dois não são parentes] falava dos problemas do Itabuna Esporte Clube no Baianão e Roberto, que também é radialista, comentava do outro lado. Citavam o presidente Ricardo Xavier, empresários… Silmara, então, emendou: “É, mas o técnico é Ferreira”.

O vereador e radialista não seguiu o raciocínio e entrou de sola, carrinho, cotovelo:

– Nem Wanderlei Luxemburgo dá jeito, Silmara. E não adianta me dar indireta…

Com a educação que lhe é peculiar, a radialista explicou que a crítica era dirigida ao time, não ao colega de microfone. Mas Roberto custou a se acalmar. Foi preciso a intervenção do comentarista esportivo Luiz Alberto.

GERALDO, ROBERTO E 2012

Marco Wense

Quando o assunto é a composição da chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner, o deputado Geraldo Simões e o vereador Roberto de Souza se tornam ferrenhos adversários.

O ex-prefeito de Itabuna, que é vice-líder do PT na Câmara Federal, é radicalmente contra a presença do senador César Borges, presidente estadual do Partido da República (PR), na chapa governista.

O vereador, já no seu quarto mandato consecutivo, como é filiado ao PR, cujo diretório municipal é presidido por seu irmão, Saulo Pontes, quer o ex-governador ocupando uma vaga para o Senado.

A reeleição do “ex-carlista” César Borges, criatura do falecido ACM, tendo ao lado o governador Jaques Wagner, fortalece a pré-candidatura de Roberto de Souza a prefeito de Itabuna na sucessão de 2012.

Correligionários do vereador-prefeiturável andam dizendo que Geraldo Simões está assombrado com a possibilidade de dois palanques de oposição ao prefeito Capitão Azevedo (DEM), natural candidato a um segundo mandato.

Os geraldistas, por sua vez, tiriricas da vida com os robertistas, espalham que Roberto de Souza quer ser o candidato a vice-prefeito da petista Juçara Feitosa, que vai novamente disputar o Centro Administrativo.

O primeiro round entre Geraldo Simões e Roberto de Souza, com uma ligeira vantagem para o republicano, aconteceu no último sábado, no programa Resenha da Cidade(rádio Jornal), comandado pelo vereador.

Outros democráticos embates virão. Ainda bem que entre dois políticos civilizados.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

DE OLHO NA CADEIRA DE AZEVEDO

O vereador Roberto de Souza (PR) aposta todas as suas fichas na presença do senador César Borges na chapa à reeleição do governador Jaques Wagner.

Souza quer se cacifar para as eleições de 2012, quando deve disputar a prefeitura de Itabuna. A presença de Borges na chapa de Wagner, raciocina Roberto, ajudaria no seu projeto.

Depois de quatro mandatos consecutivos como vereador, ele mira a sucessão do prefeito Capitão Azevedo (DEM).

BALAS TROCADAS

Já foram das melhores as relações entre o deputado federal Geraldo Simões (PT) e o vereador Roberto de Souza (PR). O que sobrou nos estúdios da rádio Jornal, ontem, durante a apresentação do programa Resenha da Cidade, foram ‘cápsulas’ do tiroteio verbal de ambos.

A certa altura, Roberto dizia a Geraldo que ele não tardaria ser chamado de “Geraldo Magalhães” (numa referência ao ex-senador ACM), tal a sua resistência ao nome do senador César Borges na chapa que tentará a reeleição do petista Jaques Wagner. E reforçou que os ventos hoje são outros.

O deputado não perdeu a viagem e lembrou que, se fosse da vontade de Roberto, Rose Castro não seria hoje vereadora pelo PR. O radialista e dirigente do partido ‘vetou’ o nome de Rose na convenção partidária. A algoz teve que ir à Justiça para sair candidata (e venceu nas urnas).

Enquanto Geraldo e Roberto promoviam o tiroteio verbal, abria a porta do estúdio o famoso Marcone Sarmento. Houve quem ficasse gelado com a visita.

ABUSOS DA ZONA AZUL

Neste sábado, às 10h, o programa Resenha da Cidade, da rádio Jornal, vai debater os abusos cometidos pela empresa que explora o sistema de estacionamento rotativo Zona Azul. O tema será abordado pelo apresentador, Roberto de Souza, com a presença de um advogado no estúdio da emissora. O programa terá ainda a presença do deputado federal Geraldo Simões, que vai falar sobre eleições 2010 e a “queda” do seu veto ao senador César Borges (PR)

LOIOLA NA MIRA

Está impossível o vereador Ruy Machado (PRP) na entrevista que concede ao programa Bom Dia, Bahia, na rádio Nacional. Ao apresentador Fábio Roberto, Machado critica a falta de pulso do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), “que não tem força pra governar”.

E atira também no presidente da Câmara de Vereadores, Clóvis Loiola (PPS). Para Machado, “se não fosse o outro presidente”, Loiola já estaria “fazendo companhia a Arruda”, tal a quantidade de besteiras feitas no legislativo.

O “outro presidente” citado é o primeiro-secretário e “paizão” Roberto de Souza (PR).

CAPITÃO SEM PULSO

Doutor Roberto de Souza: "depressão administrativa"

Depois de diagnosticar um estado de “depressão administrativa” no governo itabunense, o vereador Roberto de Souza credita a “doença” à falta de comando do prefeito Capitão Azevedo, “que foi eleito com mais de 52 mil votos e não tem pulso para governar”, deixando o comando nas mãos do advogado Carlos Burgos.

Roberto fez a crítica ao dar como fatura liquidada a exoneração do secretário de Educação, Gustavo Lisboa. E, opina, não se pode atribuir a Burgos a “apatia” do governo. Quem foi eleito para governar – e decidir – foi o prefeito, observa.

Para apimentar ainda mais a coisa, o vereador e dublê de radialista diz ter informações de que, além de Lisboa, outros dois secretários estariam de malas arrumadas pra cascar fora, insatisfeitos com a  (falta de) condução do governo e o poder crescente de Carlos Burgos, o titular da Fazenda municipal.

LIGAÇÃO EXPLOSIVA

O ouvido do prefeito Capitão Azevedo (DEM) doeu ontem. Ao visitar o vereador Raimundo Pólvora (PPS) para sugerir assinatura no que seria uma “ata de sessão” ocorrida, o prefeito recebeu um não e acabou por falar com o primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza (PR), por telefone.

Roberto ligava para o colega a fim de tratar de assunto explosivo às vésperas do Natal, o projeto de reforma do Código Tributário Municipal. Pólvora, então, passou o telefone para Azevedo.

O edil “calibrou” nos tímpanos do prefeito:

– O senhor foi eleito para prefeito ou vereador? Respeite a Câmara.

Do outro lado, Azevedo, meio tonto, disse ao primeiro-secretário que preferia falar com ele em outro momento, pois Roberto estava “nervoso”.

Antes que encerrasse a ligação, o prefeito ainda ouviu um alerta: se acontecer, de fato, a sessão programada para as 11h de hoje, é melhor se preparar.

Nem mesmo a bancada governista entende porque a sanha de Azevedo em ver aprovado o projeto de reforma tributária cheio de distorções e que, avalia, lesa o contribuinte.

A LA MARTINHO DA VILA

A sessão da Câmara de Vereadores, ontem, a última do ano, discutia vários assuntos e foi levado à votação um tema palpitante: a convocação do secretário de Saúde, Antônio Vieira.

O clima estava quente, governo e oposição não se entendiam, mas houve um momento em que ninguém conseguiu segurar o riso.

Foi quando, com a voz levemente nasalada, o primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza, traçou o perfil do governo:

– Teve a denúncia dos alvarás, tiveram a do roubo de cloro e outras tantas…E o que o governo fez? Ninguém toma providência. Quando se apura alguma coisa, dá em nada.

As testas franzidas se desfizeram na cutucada final do vereador do PR:

– Esse é o governo Martinho da Vila: “é devagar, é devagar, é devagar, devagarinho”…

OS BICUDOS

Da série não convidem para a mesma mesa…

Os vereadores Ricardo Bacelar (PSB) e Roberto de Souza (PR) trabalharam firme – e juntos – para que o chamado Bloco Independente conquistasse a Mesa Diretora da Câmara, entre o final do ano passado e início deste ano. O trabalho deu certo.

Passados nove meses da posse, porém, a relação de ambos é similar a de dois bicudos. Não se “beijam”. Bacelar tem usado seu programa de rádio para dizer que não admite tutela. E tudo aflorou durante as discussões sobre o reajuste da tarifa de água em Itabuna.

 Bacelar não compareceu ao plenário para a votação do decreto legislativo, de autoria de Roberto, nesta semana. A votação definitiva ocorre na próxima quarta. Na primeira, Roberto viu ser rejeitado o seu decreto, que previa ressarcir os consumidores pelos 25 e não cinco dias de cobrança ilegal do reajuste imposto pela Emasa e o prefeito Capitão Azevedo.

E O NEPOTISMO?

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Agora há pouco, no programa Resenha da Cidade, o vereador Roberto de Souza comentou sobre o parecer do Ministério Público, favorável à permanência da advogada Juliana Burgos no cargo de procuradora-geral do município de Itabuna. De acordo com o MP, o artigo 85 da Lei Orgânica do Município – que submete a nomeação do procurador à aprovação da Câmara – é inconstitucional.

O caso ainda será resolvido pelo Tribuna de Justiça e o vereador afirmou que a Câmara vai acatar a decisão sobre a eventual inconstitucionalidade do artigo 85. Mas ele diz que, fora esse aspecto da da LOM, ainda existe outro ponto a ser observado: é a questão do nepotismo.

Para Roberto de Souza, é eticamente reprovável que três pessoas da família Burgos ocupem cargos de destaque no governo municipal. No caso, ele se refere a Juliana (procuradora), o irmão Otaviano (diretor do Departamento de Tributos) e o pai Carlos (secretário da Fazenda).








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