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:: ‘Robinson Almeida’

DEPUTADO TROCARÁ BRASÍLIA POR SALVADOR

Robinson disputará eleição a deputado estadual em 2018

Robinson disputará eleição a deputado estadual em 2018

O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) já decidiu sua vida quanto ao pleito de 2018. O petista quer trocar Brasília por Salvador. No próximo ano, disputará uma vaga na Assembleia Legislativa.

Segundo ele, a decisão foi tomada após consultas, inclusive por meio das redes sociais, e permite vivenciar mais de perto as questões do estado e da própria base.

ROBINSON: “ACM NETO SALVA TEMER EM TROCA DO BLOQUEIO DE VERBAS PARA A BAHIA”

Robinson diz que ACM Neto deu votos a Temer contra a Bahia.

Robinson diz que ACM Neto deu votos a Temer contra a Bahia.

O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) acusou o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), de articular apoio ao arquivamento da denúncia contra Michel Temer na Câmara dos Deputados em troca do bloqueio de verbas para o Estado da Bahia. “O prefeito de Salvador, de maneira deplorável, negociou o apoio a Temer em troca do bloqueio de verbas para a Bahia. Com isso, o presidente Temer foi salvo da investigação de corrupção passiva devido aos votos do DEM e de deputados liderados por ACM Neto”, afirmou.

O parlamentar explicou que há muito tempo repousa na mesa de Temer o pedido de empréstimo do governo da Bahia de R$ 600 milhões para a recuperação de estradas, saúde e educação. “Neto, seguindo a tradição do seu grupo político, usa a perseguição aos adversários como forma de fazer política. Ao vetar o empréstimo, na verdade persegue a todo povo baiano”, disparou Almeida.

O ESCÂNDALO DA REQUALIFICAÇÃO DA BARRA

robinsonalmeida1Robinson Almeida

 

O valor global da requalificação da Barra atingiu R$ 62 milhões para cerca de 6 Km de extensão de orla. São inacreditáveis mais de R$ 10 milhões por Km.

 

A operação Lava-Jato trouxe revelações impactantes sobre a gestão ACM Neto. Depois da delação da Odebrecht, o escândalo da obra de requalificação da orla da Barra está sendo investigado pela Justiça Federal. O Ministério Público da Bahia, acatando representação de minha autoria e do deputado Afonso Florence também investiga o caso de uma eventual contrapartida do prefeito à empreiteira como retribuição pela generosa doação para sua campanha.

Em depoimento, gravado em vídeo e homologado pelo STF, o diretor da empreiteira, André Vital, afirma ter doado R$ 2,2 milhões ao prefeito na campanha de 2012. Foram R$ 400 mil em doação oficial e R$ 1,8 milhões em Caixa 2, recebido por Lucas Cardoso, ex-cunhado de ACM Neto. Vital afirma também que houve irregularidades na obra que sofreu aditamentos de mais de R$ 4 milhões.

Não são infundadas as suspeitas de favorecimento da Odebrecht nesse episódio. Iniciada em 2013, logo após a posse do prefeito, a obra foi licitada no sistema de Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo simplificado e adotado excepcionalmente para as intervenções públicas para a copa de 2014. A prefeitura assumiu diretamente o contrato e a execução da obra.

O valor global da requalificação da Barra atingiu R$ 62 milhões para cerca de 6 Km de extensão de orla. São inacreditáveis mais de R$ 10 milhões por Km. Não ocorreram grandes intervenções de macrodrenagem ou edificação de viadutos nesta obra. Basicamente, é a troca de piso e alguns equipamentos de praça e jardinagem. Para se ter uma ideia comparativa, a implantação e pavimentação de uma rodovia asfaltada de 6 Km, em asfalto, com acostamento, é orçada hoje em menos de R$ 20 milhões.

A fim de esclarecer essa grave denúncia da empreiteira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou a remessa dos autos das investigações para Justiça Federal na Bahia e para o Tribunal Regional Federal da primeira região. Nas peças expedidas por Fachin é revelada a existência de dois depoimentos do diretor da Odebrecht. O primeiro, onde fala da doação de R$ 2,2 milhões pra Neto, é público e foi alvo de várias reportagens. No segundo, não publicizado, há informações sobre irregularidades na licitação da obra, que é a base da suspeita do compadrio entre Neto e a Odebrecht.

O escândalo da obra de requalificação da orla da Barra está sob investigação judicial. Comprovada lesão ao contribuinte de Salvador, devem ser adotadas as providências para reaver o dinheiro público e punir os culpados. O prefeito deve esclarecimentos à justiça e ao povo baiano: se recebeu Caixa 2 da Odebrecht e se o fez mediante contrapartida à empreiteira.

Robinson Almeida é deputado federal pelo PT da Bahia

ROBINSON ALMEIDA ASSUME VAGA NA CÂMARA FEDERAL

Robinson assume vaga na Câmara Federal.

Robinson assume vaga na Câmara Federal.

Ex-secretário de Comunicação Social da Bahia na gestão de Jaques Wagner, Robinson Almeida (PT) torna-se deputado federal com a reforma administrativa no Governo Rui Costa. Assumirá a vaga de Fernando Torres, nomeado hoje (21) secretário estadual de Desenvolvimento Urbano.

Robinson ficou na terceira suplência de uma super coligação que reuniu partidos do arco de alianças do governador Rui Costa em 2014. Como Josias Gomes é secretário de Relações Institucionais, Torres vai para o governo e Moema Gramacho tornou-se prefeita de Lauro de Freitas, Robinson assumirá mandato de deputado. A outra suplência é ocupada pelo deputado e ex-vereador de Itabuna, Davidson Magalhães (PCdoB).

O ex-secretário de Comunicação comemorou por meio de uma rede social. “Bom dia. Compartilho com os amigos e amigas a notícia que vou assumir o mandato de Deputado Federal. Agradeço a todos os 64.265 baianos e baianas que me confiaram essa representação. Com coragem e humildade, vou lutar pela Bahia e pelo povo brasileiro nesses tempos difíceis de golpe na democracia e ataques aos direitos sociais”.

ROBINSON ALMEIDA CRITICA PINHEIRO PELA “FORMA E MOMENTO” PARA SAIR DO PT

Robinson critica saída de Pinheiro do PT.

Robinson critica saída de Pinheiro do PT.

O ex-secretário de Comunicação da Bahia Robinson Almeida construiu sua trajetória no PT ao lado do senador Walter Pinheiro. Ontem (29), Robinson reprovou o desembarque do senador do PT. Diz que a atitude de Pinheiro teria lhe causado “vergonha alheia”.

Robinson diz que a saída não causa surpresa, mas ficou chocado com a forma e o momento escolhido pelo ex-líder:

– A ausência completa de esclarecimentos aos seus eleitores e apoiadores, reproduz a prática conservadora que o mandatário não deve explicações a quem o elegeu. Seus eleitores gostariam de saber as motivações. De ordem programática? O senador defende outro programa diferente do liderado por Lula e Wagner, que o levou á Brasília em 2010? Quais são suas ideias para o Brasil e a Bahia diante dessa crise? Ou seriam as críticas à conduta ética do PT?

Pinheiro deixou o partido ontem, após negociações com siglas como o PSD e o PDT. Numa entrevista ao Pimenta, o deputado federal licenciado e secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, abordou a saída de um dos principais quadros petistas. Numa conversa com o próprio Josias, Pinheiro teria relatado o desgaste e a necessidade de tomar outro rumo.

O ex-secretário completa: “Em meio a um ilegal processo de impeachment, que quer retirar do cargo a presidenta eleita por 54 milhões de votos, o senador Pinheiro abandona o barco. Sinto-me com vergonha alheia. Como se um irmão de luta cometesse uma falta grave diante dos nossos ideais de militância de toda vida. Não é ser filiado ou não ao PT. É a maneira, sem debate. É o momento inoportuno do ato para o PT e a para a esquerda. Após desse encerramento unilateral da relação política do senador Pinheiro com o PT e seus companheiros, só nos resta desejar-lhe boa sorte. Como diz o dito: antes um fim trágico, a uma tragédia sem fim”, finalizou.

ROBINSON ALMEIDA EM BRASÍLIA

Robinson Almeida (à direita) será o chefe de gabinete do ministério de Rosseto.

Robinson Almeida (à direita) será o chefe de gabinete do ministério de Rosseto.

O ex-secretário estadual de Comunicação Social, Robinson Almeida, arrumou as malas e partiu para Brasília. Robinson não assumirá mandato de deputado federal (ele é o terceiro suplente da coligação governista), mas a chefia de gabinete da Secretaria Geral da Presidência da República. Trabalhará ao lado do ministro Miguel Rosseto.

– A partir de agora, vou trabalhar no Palácio do Planalto e me dedicar de corpo e alma a essa nova missão de ajudar a presidente Dilma [Rousseff] a fazer mais um governo vitorioso – disse ele por meio de uma rede social.

Da equipe de Robinson na Secom, permanecem na secretaria nomes como Isaac Jorge, que atuava como assessor de comunicação do governador, e Edmundo Filho, coordenador da área de rádio. A Secom foi assumida pelo jornalista André Curvelo.

QUADRO TÉCNICO NO SEBRAE

Robinson, Emiliano, Martins e Barreto (Fotomontagem P. Livre).

Robinson, Emiliano, Martins e Barreto (Fotomontagem P. Livre).

Do Política Livre

Pelo menos quatro nomes importantes do PT declinaram de convites para assumir a direção do Sebrae no cargo antes ocupado pelo petista Edival Passos. O posto teria sido oferecido ao ex-secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, ao ex-coordenador de campanha de Rui Costa ao governo, Carlos Martins, ao atual secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, e ao ex-deputado Emiliano José. Tanto Emiliano quanto Robinson são suplentes de deputado federal pelo PT. Com as negativas, o Sebrae na Bahia deve ser dirigido por um técnico indicado pelo secretário James Correia (Indústria e Comércio) em combinação com o governador Jaques Wagner (PT).

EDMUNDO FILHO SERÁ CANDIDATO A DEPUTADO

Edmundo Filho com o governador Jaques Wagner.

Edmundo Filho com o governador Jaques Wagner.

Edmundo Filho deixa o núcleo de rádio da Secretaria Estadual de Comunicação Social (Secom) ao final deste mês. Filiado ao PT, o jornalista está de olho em uma das 63 vagas da Assembleia Legislativa baiana. Será candidato a deputado estadual.

Seguirá os passos do ex-secretário de Comunicação Social, Robinson Almeida, que concorrerá a uma das 39 vagas baianas na Câmara dos Deputados.

DEMOCRATIZANDO A BAHIA E A COMUNICAÇÃO

Robinson AlmeidaRobinson Almeida

O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.

Estes sete anos e três meses de gestão do governador Jaques Wagner, período em que fui responsável pela comunicação social, foram de aprendizado e realizações. À frente, vejo novos desafios. Porém, é o olhar para trás que me mostra qual caminho seguir.                             

A tarefa do governador era e continua sendo imensa: de um lado, mudar a cultura política, democratizar a Bahia; do outro, atender ao clamor das urnas e desenvolver o estado com inclusão social.  E, assim como ele tinha que implantar uma nova forma de governar, minha missão, parte integrante da dele, foi desenvolver uma nova forma de comunicar. Nos dois casos, os paradigmas existentes não serviam aos nossos propósitos.

Tudo tinha que ser criado, inventado. A nova hegemonia precisava se estabelecer com a afirmação dos valores e signos da nova gestão, com suas prioridades econômicas e sociais, com sua vinculação orgânica ao projeto nacional. A decisão estratégica que conceituou o projeto continua atual até hoje: Bahia, Terra de Todos Nós.

A produção das notícias de governo deve atender sempre ao imperativo legal e ético de prestação de contas à sociedade. A relação com os meios de comunicação, indispensáveis para as informações chegarem a todos, foi estabelecida na absoluta defesa da liberdade de imprensa. Nesse ambiente, a busca do contraditório, do equilíbrio na cobertura das pautas do governo, se tornou um desafio permanente.

Tendo sempre como matéria prima a verdade, foram produzidas ações publicitárias de grande repercussão. O “agora tem, tem, tem” embalou as realizações do governo. A campanha de depoimentos espontâneos de gente do povo consolidou a marca social de um governo que faz mais para quem mais precisa. Quem não se lembra de Dona Enedina, alfabetizada aos 100 anos? Nesse caso, a publicidade baiana foi premiada nacionalmente.

Para democratizar a Bahia, teríamos que inovar e produzir uma comunicação democrática. Sob esse novo olhar, a comunicação não podia ser tratada apenas nas dimensões de notícia, publicidade e propaganda. O povo, assim como tem direito aos serviços de educação e saúde, também tem direito à informação. Era preciso, para mudar de verdade, produzir políticas públicas voltadas para o setor.

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HOMENAGENS MARCAM 300ª EDIÇÃO DO “CONVERSA COM O GOVERNADOR”

Programa semanal completa 300 edições (Foto Manu Dias).

Programa semanal completa 300 edições (Foto Manu Dias).

Homenagens do governo a três dos principais radialistas baianos marcaram, hoje, a 300ª edição do programa semanal Conversa com o Governador. Pelo reconhecimento ao trabalho no rádio, Martinho Lélis, Álvaro Martins e Isaura Maria receberam uma placa.

O programa, desenvolvido pela Secretaria Estadual de Comunicação (Secom) e apresentado por Edmundo Filho, vai ao ar às terças-feiras na Rádio Educadora. O conteúdo pode ser ouvido também no site da secretaria e traz informações do governo e utilidade pública.

Na avaliação do secretário de Comunicação Social, Robinson Almeida, “o Conversa com o Governador faz parte da política de comunicação deste governo, que preza pela transparência e democracia e coloca o governador semanalmente próximo da sociedade”.

SUBSTITUTA DE ROBINSON

Coluna Satélite | Correio

Apesar do silêncio do Palácio de Ondina, aposta-se alto na nomeação da jornalista Marlup Caldas, chefe de gabinete da Secretaria de Comunicação do governo Jaques Wagner (PT), para o lugar de Robinson Almeida, que vai disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Já o jornalista André Curvello, que estava cotado para a pasta, tem conversas adiantadas para assumir a área de imprensa do candidato petista, Rui Costa.

CORRENTE DE PINHEIRO E FLORENCE APOIARÁ EVERALDO À PRESIDÊNCIA DO PT BAIANO

Everaldo (microfone) pode ser candidato único à presidência do PT estadual.

Everaldo (microfone) pode ser candidato único à presidência do PT estadual.

Deputados, senador e secretários estaduais da corrente Democracia Socialista (DS) fecharam acordo em torno do nome do ilheense Everaldo Anunciação para a presidência do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão foi tomada em plenária realizada em Salvador. Cotado para disputar a presidência do partido, Afonso Florence está no grupo que apoiará o secretário de organização estadual do PT na sucessão de Jonas Paulo.

A Democracia Socialista é tendência que tem como alguns dos principais expoentes o senador Walter Pinheiro, o secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, o deputado federal Amauri Teixeira e os deputados estaduais Yulo Oiticica, Bira Coroa e Neusa Cadore. Todos eles participaram da plenária no Colégio 2 de Julho, na capital baiana.

– Reunir em torno do nome de Everaldo a unidade é importante para, inclusive, tocar essas tarefas, para além das questões eleitorais, de continuar mantendo um partido que se relacione e dialogue com a base, com a sociedade e com os movimentos sociais – disse o senador Walter Pinheiro.

PARA SECRETÁRIO, MANIFESTAÇÕES CONFIRMAM “AMADURECIMENTO DA DEMOCRACIA”

Robinson: democracia.

Robinson: democracia.

As manifestações populares ocorridas nos últimos dias no país demonstram o “amadurecimento da democracia no Brasil”, avalia o secretário estadual de Comunicação Social, Robinson Almeida.

Nesta quinta (20), Salvador recebe o seu primeiro jogo da Copa das Confederações (Nigéria x Uruguai). Segundo Robinson, a orientação do governo é que o direito de manifestação conviva com o direito das famílias de acessos ao estádios.

Ele disse esperar que a manifestação ocorrida ontem em Salvador, quando dez mil foram às ruas, seja o “modelo” nos protestos na capital baiana. “Esperamos que este seja o padrão de outras manifestações que estão agendadas”.

EDMUNDO FILHO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

edmundo filhoO jornalista Edmundo Filho, ex-TV Itapoan/Rede Record e hoje comandante do núcleo de rádio da Secretaria de Comunicação Social da Bahia, confirmou que pretende disputar vaga à Assembleia Legislativa baiana em 2014.

Edmundo pode até fazer dobradinha com o chefe, Robinson Almeida, que já se articula para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados e conta com a simpatia do governador Jaques Wagner.

Edmundo está filiado há mais de dez anos ao PT e tem histórico de defesa dos radialistas. Robinson é de longa militântica no partido e sempre esteve na assessoria do senador Walter Pinheiro até assumir a Comunicação Estadual.

ROBINSON DEPUTADO

Robinson_almeida_maxhaack (4)Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

O secretário de Comunicação do Estado, Robinson Almeida (PT), está pensando em concorrer às próximas eleições como deputado federal.

Diz que a ideia surgiu de um “clamor” de amigos.

Vai definir se encara a empreitada no segundo semestre deste ano.

ROBINSON ALMEIDA VÊ EMOÇÃO E DESEQUILÍBRIO NA GREVE DOS PROFESSORES

Robinson: ganhos para o educador.

O secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, anunciou que a Secretaria da Educação vai detalhar, ainda na manhã desta quarta-feira, 20, o plano de atividades dos 250 professores convocados para aplicar aulas aos alunos do 3º ano do ensino médio na capital.

A mesma medida será adotada nas principais cidades do interior, inclusive com “aulões” pela TV Educativa, com o professor Jorge Portugal e vídeos on demand no site da SEC. A preocupação do governo estadual é que os alunos voltem às aulas para se preparar para o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) e para concursos vestibulares.

Almeida pediu que os pais conversassem com os professores estaduais em greve há 70 dias para que retornem às atividades pelo prejuízo causado ao direito ao aprendizado dos alunos.

Na entrevista ao programa Panorama 6-4-0, da Rádio Difusora de Itabuna, o secretário respondeu ao radialista Orlando Cardoso que os líderes da greve adotaram tom emocional e até desequilibrado por rejeitar a proposta de reajuste de 7% em novembro e 7% em abril de 2013.

Segundo ele, os ganhos reais ficam entre 22% e 26%, enquanto seus colegas sergipanos suspenderam a greve de 59 dias com apenas 6,5% de reajuste nos contracheques.

CONSELHO DE COMUNICAÇÃO BAIANO É 1º DO PAÍS

Secretário Robinson Almeida, presidente do Conselho, e o governador Jaques Wagner (Foto Manu Dias).

A Tarde

O governador Jaques Wagner deu posse na terça, 10, aos 27 membro do Conselho de Comunicação da Bahia (CCS), em solenidade no auditório do Ministério Público Estadual. Primeiro colegiado do tipo instalado no Brasil, ele será deliberativo e terá como  principal objetivo a elaboração de políticas públicas para a área, com a construção de um Plano Estadual de Comunicação.

A proposta de criação do órgão data de 2008, quando foi realizada a Conferência Estadual de Comunicação em que entidades da sociedade civil reivindicaram a criação do colegiado. A formalização, contudo, só aconteceu em maio de 2011, com a aprovação da Lei nº 12.212,  que mudou a estrutura organizacional do governo.

Presidente do conselho, o secretário estadual de Comunicação Robinson Almeida enfatizou que a criação do órgão  cumpre o Artigo 277 da Constituição do Estado da Bahia, que afirma que cabe ao conselho formular a política de comunicação social do Estado. “É preciso enxergar o setor como um segmento que demanda políticas públicas, assim como acontece com a educação e a cultura”, destacou.

Na espinha dorsal do texto de regulamentação, destacam-se as funções de estimular a implantação de veículos  comunitários, de fomentar a produção de conteúdos que representem as diversidades artísticas, culturais, regionais e sociais, além do fomento à  inclusão digital.

Leia na íntegra

PARA SECRETÁRIO, ALELUIA É “COVEIRO DO DEM”

TIROTEIO: Aleluia ataca e Robinson (à dir) responde com provocação.

O ex-deputado José Carlos Aleluia adotou estilo ácido para fazer críticas ao governo baiano. Ontem, achou de bater no secretário de Comunicação, Robinson Almeida, dizendo que este aparecia mais que outros porque a estrela do governo Jaques Wagner era o marketing. Ou seja, pouca coisa teria para mostrar.

Robinson disse que era o contrário: a comunicação estava entre as estrelas do governo petista porque a gestão tem o que mostrar. E citou algumas obras e ações que estão pra sair ou saíram do papel. Por fim, não perdeu a oportunidade de atiçar ainda mais a bílis – ou o fígado – do ex-deputado, numa entrevista ao site do jornalista Samuel Celestino:

– O destino de Aleluia é ser o coveiro do DEM. Ele será o responsável por apagar a luz.

ROBINSON ALMEIDA É O HOMEM DE COMUNICAÇÃO DO ANO

Robinson Almeida: premiado.

O secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, recebeu nesta quinta-feira (1º) o prêmio de Homem de Comunicação do Ano, concedido pela Associação Baiana do Mercado Publicitário (ABMP), informa o Bahia Notícias. A entidade congrega jornais, emissoras de televisão e rádio, produtoras de vídeo e gráficas baianas.

Realizado pela primeira vez em 2005, o Prêmio ABMP tem o objetivo de homenagear profissionais que se destacam anualmente em suas respectivas áreas de atuação, agrupadas em 14 categorias de premiação. A escolha dos vencedores é realizada de maneira direta, por meio da internet.

CONSELHO PARA QUEM PEDE

Robinson Almeida | gabinete@agecom.ba.gov.br

O Conselho terá a competência de formular políticas públicas para comunicação social: fortalecimento do mercado, como o aumento da produção regional; ampliação da inclusão digital (…).

Diz um adágio do povo: “água e conselho se dá a quem pede”. Sobre o acesso a água é demais conhecido o pedido e há um exitoso programa do governo, o Água para Todos, em execução. Sobre conselho, uso o trocadilho para falar da regulamentação do Conselho Estadual de Comunicação Social, em tramitação na Assembléia Legislativa.

Os deputados estaduais aprovaram na Constituição baiana, em 1989, o artigo 277, §2º, que diz: “O Conselho de Comunicação Social, que formulará a política de comunicação social do Estado, terá sua competência e composição estabelecidas em lei”. Portanto, o pedido do Conselho é antigo.

De lá pra cá muita coisa mudou. Presenciamos a uma revolução tecnológica que alterou definitivamente a maneira de comunicação entre as pessoas em todo mundo. O computador, o celular, a câmera e a TV, ou estamos falando da mesma coisa, ditam a era digital. A internet revolucionou a forma de produção e consumo da informação.

Por outro lado, vivemos o mais longo período de continuidade democrática na República brasileira. As políticas públicas na democracia são produzidas com participação social. A regulamentação desse Conselho vem respaldada na compreensão de que a informação e a comunicação pertencem à categoria dos direitos sociais e se inserem na atividade econômica do estado.

Órgão auxiliar do governo, o Conselho terá a competência de formular políticas públicas para comunicação social: fortalecimento do mercado, como o aumento da produção regional; ampliação da inclusão digital; apoio a comunicação comunitária e a comercial no interior da Bahia; diretrizes para o investimento publicitário, entre outras ações.

Nascido nas esteiras da lutas sociais e democráticas, o governo Wagner tem o compromisso com a irrestrita liberdade de expressão. Liberdade para todos. Pra quem produz e pra quem consome notícias. Da nossa parte, está atendido ao pedido de Conselho, solicitado há 22 anos. Como diz outro ditado popular, “antes tarde do que nunca”.

Robinson Almeida é assessor geral de Comunicação Social do governo da Bahia.

ROBINSON FICA

O governador Jaques Wagner intensifica nesta semana as negociações em torno do novo secretariado para o seu segundo mandato, mas tem uma certeza na cabeça: o assessor-geral de Comunicação, Robinson Almeida, fica no cargo.

Numa conversa com prefeitos sul-baianos, Wagner confirmou a manutenção do assessor no cargo que tem status de secretaria. “Não abro mão [dele]“, afirmou.

O governador avalia que a comunicação foi uma das áreas mais eficientes da administração, daí a disposição em mantê-lo no posto.

ENTREVISTA COM ROBINSON ALMEIDA, ASSESSOR-GERAL DE COMUNICAÇÃO DA BAHIA

“Nós entendemos comunicação como política pública”

Em um bate-papo com o PIMENTA, o assessor-geral de Comunicação Social do Governo da Bahia, Robinson Almeida, fala sobre as expectativas para o segundo mandato do governador Jaques Wagner e afirma que existe hoje mais unidade nas alianças políticas firmadas em torno do poder no Estado. Para o assessor, a relação tende a ser menos fisiológica e mais programática, calcada na liderança do governador.

Almeida aborda também questões sensíveis, como a situação da saúde, segurança e sistema carcerário, comenta sobre o desejo do Estado de assumir a gestão do Hospital de Base de Itabuna e dos serviços municipais de água e saneamento (diz que só depende do prefeito) e, naturalmente, defende o atual modelo de comunicação do governo, que se constitui em política pública..

Vários outros assuntos foram tratados nessa conversa, a exemplo das obras tão esperadas pela região sul da Bahia, como a Ferrovia Oeste-Leste, Porto Sul e duplicação da rodovia Ilhéus -Itabuna. Segundo o assessor, todos esses projetos serão concluídos neste mandato do governador Jaques Wagner.

PIMENTA – Nós temos hoje na Bahia um cenário político bem diferente de 2006. Naquele ano, Wagner ganhou como uma surpresa e ainda existia uma oposição com certa solidez. Hoje, temos o PT fortalecido e a oposição em processo de desmonte. Como você vê esse quadro?
Robinson Almeida – Nem o mais otimista dos petistas poderia imagina um cenário como esse. Nesses últimos anos, nós assistimos ao fim de uma oligarquia, de um modelo político que dominou o nosso Estado por décadas, e o surgimento e a consolidação de uma nova hegemonia, que a gente tem chamado de revolução democrática e tem a liderança do governador Jaques Wagner e do PT. A eleição agora de 2010 foi a afirmação desse projeto. Praticamente dois em cada três eleitores votaram na chapa Wagner e Otto [Alencar]. A maioria na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, os dois senadores, a vitória esmagadora de Dilma no primeiro e no segundo turno no Estado. Tudo isso resulta da consolidação dessa nova hegemonia, dessa nova forma de governar.

PIMENTA – Em relação às composições com os aliados, o que ficou de lição?
RA – Você tinha um cenário em 2006 no qual o fator de união e composição era o misto de um programa inspirado no programa do presidente Lula e também a unidade política de oposição ao sistema anterior. Isso foi o que consolidou a aliança de 2006. Em 2010, o que consolidou a aliança foi a identidade programática e o apoio à liderança do governador Jaques Wagner. Houve um processo efetivo do PMDB de estar na eleição de 2006 e depois tentou uma carreira solo que se demonstrou inviável na atual conjuntura baiana. Então eu acho que a aliança atual é muito mais sólida, muito mais calcada no programa e na liderança do governador, e com a perspectiva de ter mais unidade nesse futuro mandato que começa agora em 1º de janeiro.

PIMENTA – Essa unidade não será ameaçada pela disputa em torno da sucessão do próprio Wagner?
RA – Esse é um elemento que vai sempre contribuir para uma espécie de tensão no governo. É natural que todos os aliados busquem apresentar alternativas de condução desse bastão que será passado pelo governador Jaques Wagner. É natural que o PT se apresente para ser o condutor, assim como o PDT, o PP, o PCdoB, o PSB… Agora, acho que deverá prevalecer a unidade programática e o respeito à liderança do governador Jaques Wagner como principal condutor do processo político.

PIMENTA – Na transição federal, fala-se que Wagner optou por indicar menos ocupantes de cargos e priorizar a reivindicação de obras para a Bahia, mas os críticos afirmam que o governador está sem prestígio…
RA – A tradição política brasileira e baiana diz que governador forte é aquele que indica seus próprios ministros.Foi assim com Antônio Carlos, o Jutahy (Magalhães Jr.) chegou a ser ministro, o próprio Geddel (Vieira Lima), mas na prática essas indicações não se traduziram em investimentos para o Estado. Você às vezes tem a posição em uma área, mas não tem a capilaridade no conjunto do governo, que possa, no seu somatório, ser maior do que a presença em uma área. O governador fez uma opção estratégica, que foi a combinação dessas duas dimensões: ter presença em algumas áreas, mas não perder em hipótese alguma a capilaridade a partir da interlocução com a presidente eleita.

Claro que não tem sentido a ferrovia sem o porto, de modo que acreditamos que essas duas obras andarão em compasso para que a atividade econômica se instale em sua plenitude.

PIMENTA – Então é uma estratégia…
RA –
Sim e acho que essa estratégia está dando certo, porque o cenário que se apresenta é o governador e a Bahia com uma presença no Ministério das Cidades, com o deputado Mário Negromonte (PP). É um ministério que tem ações na área da infraestrutura urbana e mexe muito com a população que mora nas grandes cidades baianas; uma presença na condução da principal empresa estatal do Brasil e uma das maiores do mundo, a Petrobras, com o José Sérgio Gabrielli; no Ministério do Desenvolvimento Agrário, com a indicação de Lúcia Falcón, uma baiana que trabalhou com o governador no início da sua carreira e certamente terá uma interlocução com todo o Nordeste e a Bahia em particular; também na Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, com Luiza Bairros, atual secretária da mesma pasta no governo baiano.

PIMENTA – Isso significa que agora é só aguardar a realização dos projetos…
RA –
O cenário está se montando no sentido que o governador, a Bahia e as forças políticas do Estado ocupem espaços importantes no Governo Federal, mas sem deixar de de manter uma relação com a presidente Dilma, a fim de que os projetos estruturantes, que importam investimentos para o Estado, como foi agora a Ferrovia Oeste-Leste, como vai ser com o Porto Sul, e as intervenções na área de saneamento, de habitação, continuem em intensidade e possam melhorar as condições para o desenvolvimento econômico e social da Bahia.

PIMENTA – Com relação ao Porto Sul, ainda há pendências com relação ao licenciamento ambiental.
RA – O presidente da República, em sua última viagem à Bahia, estimou para o primeiro trimestre do ano que vem a possibilidade de resolução das questões ambientais. Então, esse é o prazo com o qual nós estamos trabalhando, até porque nós vamos começar a construção da ferrovia no trecho Ilhéus – Caetité e a principal operadora desse trecho, que é a Bahia Mineração, precisa da licença para a construção da parte privada do porto e assim poder exportar o minério que será extraído em Caetité. Claro que não tem sentido a ferrovia sem o porto, de modo que acreditamos que essas duas obras andarão em compasso para que a atividade econômica se instale em sua plenitude. Além das questões estruturantes, que não são pequenas, é bom salientar que esse complexo é a maior obra de infraestrutura da história da Bahia e vai alterar o nosso modelo de desenvolvimento. Nós vamos interiorizar o desenvolvimento, ativar cadeias produtivas no agronegócio, na mineração, com a possibilidade de criar uma zona industrial aqui na região, porque temos o Gasene. Então, nós vamos alterar aquele modelo centralizado na Região Metropolitana de Salvador e trazer desenvolvimento para o interior do Estado.

PIMENTA – O governo é criticado por não investir em Itabuna. Isso vai mudar no segundo mandato?
RA – Nós teremos uma atuação com mais densidade em Itabuna, na questão social e das carências locais. Além disso, acredito que teremos a duplicação da BR-415 e isso contemplará tanto Itabuna como Ilhéus. É uma obra estruturante regional importante, que vai se agregar a esse complexo (Porto Sul) e melhorar a trafegabilidade na região. Vamos ter também a barragem construída na região de Itapé para resolver a situação do abastecimento de água, que é crítica. E tem ações que dependem muito do comportamento do poder público municipal. Por exemplo, os problemas na área de saúde. O Governo do Estado topa assumir o Hospital de Base e resolver uma questão que se torna cada vez mais complicada e prejudicial à população. Além disso, há o interesse em estadualizar os serviços de água e saneamento, passando a ter uma eficiência na oferta desse serviço fundamental. A viabilidade de parceria com o poder público municipal é que irá também possibilitar uma presença maior do Governo do Estado.

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