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:: ‘Sambaituba’

LÂMINAS DE RAIO X VIRAM BOLSAS EM SAMBAITUBA

Cléia Araújo espera ganhar dinheiro com a bolsa ecológica

Um curso de fabricação de bolsas artesanais mexeu com a comunidade ilheense de Sambaituba. Nele, cerca de 30 pessoas – a maioria mulheres – aprenderam a produzir os acessórios usando uma matéria-prima inusitada: lâminas de raio x. “As bolsas são bonitas, laváveis e têm grande durabilidade”, conta a professora Norma Sena, instrutora do curso, enfatizando que algumas peças já foram vendidas para compradores dos Estados Unidos e Itália.

O curso em Sambaituba foi uma iniciativa da Bahia Mineração (Bamin), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), com o objetivo de estimular a geração de renda na comunidade da zona norte de Ilhéus. Outra proposta é difundir o respeito ao meio ambiente, com a prática da reciclagem.

Alunos, como a dona de casa Cléia Araújo, esperam ganhar dinheiro com a “bolsa ecológica”. Ela afirmou querer “transformar esse conhecimento em uma nova fonte de renda”.

SEM DIREITO À CORRESPONDÊNCIA

Vejam que situação complicada a dos moradores das localidades de Sambaituba, Vila Olímpio e Aritaguá, situadas na zona rural, no norte de Ilhéus. 

Por causa do acesso difícil, aquelas comunidades não são atendidas pelos Correios e as correspondências a elas destinadas ficavam na agência do bairro Malhado, até que seus donos fossem retirá-las. Ocorre que, há umas quatro semanas, a agência sofreu um assalto e, desde então, não mais reabriu as portas. Resultado: os moradores daquelas comunidades ficaram sem o serviço.

Moradores inconformados com a situação procuraram a central dos Correios em Ilhéus, onde foram orientados a ligar para o Serviço de Atendimento ao Cliente da ECT. Eles relatam que este serviço é bastante precário e serve apenas para testar a paciência do suplicante, numa espera absurda pela solução que nunca vem.

É desrespeito via Sedex.

BAMIN PROMOVE SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Trabalho de arte-educação, com o grupo Teka Teatro, fez parte da programação nas comunidades (foto Taironny Maia)

A empresa Bahia Mineração realiza diversas atividades em Ilhéus e Caetité, com o objetivo de marcar a Semana do Meio Ambiente.

Em Ilhéus, a programação incluiu uma mobilização no último fim de semana, nas comunidades de Aritaguá, Lagoa Encantada e Sambaituba, e prossegue até o próximo dia 10, com ações em um estande montado na Praça J.J. Seabra.

Apresentação teatral, troca de mudas por material reciclável, palestra e exposição dos grupos produtivos do Projeto Transformar fazem parte da programação, que tem apoio do Sesi e da Faculdade de Ilhéus.

O SOFRIMENTO DOS MORADORES DE SAMBAITUBA

Equilibrismo na lama na estrada de Sambaituba (a foto é de Evilásio Valverde, líder comunitário)

Vítimas de um descaso crônico e incorrigível da Prefeitura de Ilhéus, os moradores de Sambaituba sofrem com a falta de infraestrutura na comunidade. Na semana passada, este blog divulgou que o povoado ficou três dias sem energia elétrica, em função das fortes chuvas que caíram em Ilhéus.

Os apagões em Sambaituba são corriqueiros, assim como os problemas com o transporte coletivo. Quando chove forte, as crianças ficam sem estudar porque as condições das estradas tornam impossível o acesso dos ônibus. Estes vão até determinado ponto, onde os passageiros desembarcam para seguir o resto da viagem (uns três quilômetros) a pé.

A foto acima mostra o drama. O casal que aparece na imagem acabara de saltar de um ônibus e continua o trajeto para casa procurando se equilibrar e evitar um escorregão no meio da lama. Onde está o governo, que não vê isso?

SAMBAITUBA SEM ENERGIA NEM TRANSPORTE

Os cerca de 5 mil moradores do povoado de Sambaituba, na zona  rural de Ilhéus, estão há três dias sem energia elétrica. Problemas no serviço da Coelba são comuns na comunidade em períodos chuvosos, mas – segundo relatos da população local – normalmente o fornecimento de energia é restabelecido após algumas horas. Três dias na base do fifó, há muito tempo não se vê.

Outro problema relacionado às chuvas é a falta de transporte. Devido às péssimas condições da estrada, os ônibus só chegam a um ponto a mais de três quilômetros do povoado. Daí em diante, os passageiros têm que descer e seguir o resto do trajeto a pé.

Aliás, por causa da péssima situação da via de acesso, crianças e adolescentes que vivem em Sambaituba estão sem poder frequentar a escola. O mesmo drama é enfrentado em comunidades próximas, como a de Vila Olímpio.

alba



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