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:: ‘Saneamento’

EMBASA REABRE INSCRIÇÕES DE CONCURSO COM 600 VAGAS E ATÉ R$ 6,7 MIL DE SALÁRIO

embasa1A Embasa reabriu, nesta segunda (22), o prazo de inscrições no concurso público com 600 vagas. A reabertura ocorre após retificação de edital. O interessado terá até as 23h59min do dia 12 de junho para se inscrever no certame, que oferece de R$ 1.122,84 a R$ 6.793,31 de salário e 600 vagas.

As inscrições feitas anteriormente continuam válidas. A prova está marcada para dia 9 de julho e será aplicada pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). As inscrições podem ser feitas no endereço www.ibfc.org.br.

A taxa está fixada em R$ 60,00 para cargos de nível médio, R$ 80,00 para os de nível técnico e R$ 120,00 para aqueles que exigem nível superior.

O concurso oferece vagas para os níveis fundamental, médio e superior.

Conforme o edital, serão oferecidas 492 vagas para nível médio (agente administrativo, agente operacional, assistente de laboratório (Itabuna) e operador de processos de água e esgoto.

Para o nível médio técnico, as 55 vagas são distribuídas entre técnico operacional (edificações) e técnico em eletromecânica.

As vagas que exigem nível superior são as de analista de saneamento, sendo 7 para analista de tecnologia da informação (Desenvolvimento), 3 para contador ou analista de gestão (Ciências Contábeis), 31 para engenheiro civil/produção civil, 9 para engenharia sanitária/sanitária ambiental e 3 para engenheiro eletricista.

RUI COSTA: “EMBASA NÃO SERÁ PRIVATIZADA”

Rui Costa nega intenção de privatizar a Embasa (Foto Manu Dias).

Rui Costa nega intenção de privatizar a Embasa (Foto Manu Dias).

Horas depois da reação de aliados, dentre eles o deputado estadual Joseildo Ramos (PT) e a direção do Sindae, o governador Rui Costa negou intenção de privatizar a Embasa. “Nunca foi, não é e nunca será minha intenção”, assegurou.

Segundo o gestor, o projeto de lei de criação da Empresa Baiana de Ativos S.A. (BahiaInvest) busca atrair investimentos privados, seguindo modelo de capitalização que garanta retorno por meio de investimentos públicos para setores privados que desejem investir nesta empresa.

– A BahiaInvest vai, por exemplo, capitalizar investimentos do VLT. Então, empresários que não sejam os que vão operar o VLT poderiam comprar uma cota desse investimento – disse.

Ainda de acordo com Rui, a nova empresa de economia mista busca “alocar recursos para o abastecimento de água nos grandes centros urbanos, como Salvador e Feira de Santana”.

O QUE FIZEMOS COM O CACHOEIRA…

Situação do Rio Cachoeira numa área onde a Emasa consegue captar água a cada 12 horas, em Nova Ferradas.

Situação do Rio Cachoeira em trecho a 300 metros da estação de captação de Nova Ferradas.

Tristeza é o sentimento de quem vê a situação do Rio Cachoeira, em Itabuna, nas imediações da unidade de captação de Nova Ferradas. Onde antes se captava, em média, 250 litros por segundo, hoje é possível retirar não mais que 60 litros por segundo, por 12 horas, e com igual intervalo.

O trecho está praticamente seco, com pequenos poços de onde a Emasa ainda retira água (por meio de transposição) para abastecer bairros da zona oeste do município. Não se sabe até quando vai dar…

Com a seca de mais de nove meses, a região perdeu 80% de sua reserva de água. Além de Itabuna, outros municípios, como Itajuípe, Camacan e Ilhéus também enfrentam racionamento. No curto prazo, não há muito o que fazer, além de esperar a chuva.

Infelizmente, em vários trechos o velho Cachoeira vai ficando cada vez menos parecido com um rio. Para quem o conheceu em outros tempos, é realmente de chorar.

EMPRESAS APRESENTAM PROPOSTAS PARA MUDAR GESTÃO DA EMASA

emasa 2A Prefeitura de Itabuna estuda propostas de quatro empresas para reformular a gestão da Emasa. Segundo o prefeito Claudevane Leite (PRB), não se trata de um caminho à privatização dos serviços de fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto, mas a busca de uma estratégia capaz de melhorar a operação.

Foram apresentadas ao governo propostas do Grupo Águas do Brasil, construtora Casa Própria, Odebrecht e da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Elas responderam a um Procedimento de Manifestação de Interesse e tiveram 30 dias para esquadrinhar a Emasa e expor seus projetos.

Técnicos do governo devem concluir a análise dos relatórios até o dia 8 de abril. Em seguida, haverá audiências públicas com a participação da comunidade e de funcionários da Emasa.

Segundo a Prefeitura, a empresa municipal está endividada e não tem capacidade de fazer investimentos para melhorar a qualidade dos serviços prestados.

ITABUNA TERÁ SEMINÁRIO SOBRE DESAFIOS NA ÁREA DE SANEAMENTO

Cidade despeja mais de 80% de seu esgoto no Rio Cachoeira

Cidade despeja mais de 80% de seu esgoto no Rio Cachoeira

O Observatório de Saneamento da Bahia realiza no próximo dia 29, no auditório da FTC, o Seminário “Desafios e o futuro do saneamento básico em Itabuna”.  O evento acontece no momento em que a cidade enfrenta a pior crise de abastecimento de água de sua história, além da já conhecida falência de seu sistema de esgotamento sanitário.

O assunto será abordado pelo sociólogo Edson Aparecido da Silva, coordenador da Frente Nacional pelo Saneamento, e pelo professor Luiz Roberto Morais, que possui extenso currículo na área de engenharia sanitária e ambiental

O seminário começa às 18 horas e será aberto ao público. Apoiam a iniciativa o Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado (Sindae), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU).

O Observatório de Saneamento foi criado pelo grupo de pesquisa em Saneamento e Saúde Ambiental do Mestrado em Meio Ambiente, Águas e Saneamento da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O objetivo é promover articulação e ação conjunta para defender a garantia do direito ao saneamento básico de qualidade para todos.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE FOCA EM SANEAMENTO E SAÚDE

Campanha foca saneamento e saúde.

Campanha foca saneamento e saúde.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) lançam hoje (10) a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016. O tema deste ano é Casa Comum, Nossa Responsabilidade e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, com foco no saneamento básico, no desenvolvimento, na saúde integral e na qualidade de vida.

Dados divulgados pelo Conic mostram que, mesmo figurando entre as maiores economias do mundo, o Brasil tem mais de 100 milhões de pessoas sem saneamento básico. “O Estado brasileiro tem deficiência na prestação de serviços relacionados ao tratamento da água e do esgoto e à coleta de lixo”, informou a CNBB.

A abertura oficial da campanha ocorre hoje (10), Quarta-feira de Cinzas, às 10h30, na sede da CNBB, em Brasília, e será transmitida ao vivo por emissoras católicas de rádio e televisão. A cerimônia será presidida pelo bispo da Igreja Anglicana do Brasil e presidente do Conic, dom Flávio Irala. Participam ainda diversas autoridades religiosas e civis, como o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.

CAMPANHA ECUMÊNICA

A primeira campanha da fraternidade ecumênica foi realizada em 2000, com o tema Dignidade Humana e Paz e lema “Novo milênio sem exclusões”. A segunda, em 2005, teve como tema Solidariedade e Paz e lema “Felizes os que promovem a paz”. A campanha de 2010 tratou de Economia e Vida, a partir do lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. Agência Brasil.

PRESSÃO DE FUNCIONÁRIOS DA EMASA FORÇA GOVERNO A ADIAR CONFERÊNCIA DE SANEAMENTO

Prefeito ouve explanação de Érick e cobra de transparência (Foto Gabriel Oliveira-Gov. Itabuna).

Prefeito ouve explanação de Érick e cobra de transparência (Foto Gabriel Oliveira-Gov. Itabuna).

Duas semanas de atos de funcionários da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) forçaram o prefeito Claudevane Leite a adiar para 8 de janeiro a Conferência do Plano de Saneamento, que estava marcada para amanhã (4). A reunião que definiu nova data ocorreu ontem, no Centro Administrativo Firmino Alves.

O plano define as diretrizes para a área de saneamento no município. A pressão dos funcionários da Emasa e do sindicato da categoria, o Sindae, aumentaram após vazamento de trechos do plano indicar para a privatização, por meio de Parceria Público-Privada (PPP), da Emasa. A proposta começou a ser montada por uma empresa acusada de plagiar documento semelhante elaborado em Rio Grande. A empresa foi contratada por R$ 500 mil.

O Plano tem validade de 20 anos e poderá ser revisado a cada quatro anos. O esboço foi elaborado a partir de audiências com a sociedade civil e será aprovado em conferência marcada para janeiro de 2016.

FALTA TRANSPARÊNCIA

O dirigente sul-baiano do Sindae, Érick Maia, criticou, até aqui, a falta de transparência nas discussões do Plano de Saneamento e no debate sobre o futuro da Emasa. Até 15 dias atrás, a única saída apontada pela consultoria acusada de plágio era a privatização da empresa como forma de atrair investimentos de R$ 350 milhões para água e esgoto em 20 anos.

“O prefeito falava que era boato a privatização, mas o plano citava esta saída para a empresa. Desde o início, o governo não tem sido transparente. Ficou de apresentar o plano agora, quando praticamente pronto”, aponta Érick.

A partir do momento que o plano vazou, funcionários da Emasa começaram série de protestos públicos. Segundo Érick, existia a proposta – do governo – de devolução do sistema de captação e distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto para estadual Embasa. Outra proposta é a associação da Emasa e Embasa, com a estadual assumindo a maioria dos principais cargos, dentre eles a presidência, tornando-a uma empresa híbrida.

Segundo o dirigente sindical, os funcionários da Emasa e o Sindae são contra a privatização. “Qualquer decisão nossa, somente será tomada em assembleia”. De acordo com ele, se necessários, serão convidados a participar dos debates autoridades nacionais e internacionais.

O VIÉS EMPRESARIAL DO SANEAMENTO EM ITABUNA

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Leito do Rio Cachoeira, que recebe boa parte do esgoto produzido em Itabuna (Foto Pimenta).

Um movimento empresarial apresentado neste mês, na ACI, encomendou pesquisa à Dataqualy, de Salvador, para aferir se o itabunense aceita a privatização – por meio de PPP – da Emasa.

A pergunta assim foi feita, de acordo com relatório do Instituto:

– O(a) sr.(a) é a favor que seja feita uma parceria entre a Prefeitura, o Governo do Estado e uma Empresa que faça investimentos para resolver o problema de água e esgoto, sem aumentar a conta de água?

À pergunta, 86,3% dos itabunenses disseram sim, enquanto 11,8% se posicionaram contra. Por outro lado, 1,9% não responderam à questão.

O movimento empresarial, infelizmente, não ofereceu outras opções ao cidadão itabunense. Por exemplo, 1) se ele aceita que a gestão da água seja compartilhada entre município (Emasa) e estado (Embasa), 2) se prefere que o serviço seja devolvido para a Embasa ou 3) se prefere que mantenha com a Emasa à frente.

Ao fazer apenas um tipo de pergunta – ou, pelo menos, revelar só um, o movimento deixa transparecer qual a sua preferência. Ou assim pode ser interpretado. Ressalte-se que a pesquisa tem mais de 30 perguntas, mas apenas cinco foram tornadas públicas.

A pesquisa ganha importância em outros itens, quando questiona sobre a regularidade no abastecimento (apenas 19,7% dos itabunenses têm água caindo na torneira todos os dias) e afere percentual de tratamento do esgoto produzido diariamente. Confira os resultados.

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FUNCIONÁRIOS DA EMBASA ENTRAM EM GREVE

Os funcionários da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) entrarão em greve por tempo indeterminado, a partir de amanhã (13). De acordo com representantes dos funcionários, a empresa ofereceu 8,34% de reajuste, mas parcelado.

O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente (Sindae) informou que a proposta já havia sido rejeitada no último dia 6. Os trabalhadores querem reposição sem parcelamento e ganho real de salário.

A Embasa deve apresentar proposta nesta segunda, numa tentativa de encerrar a greve ainda no primeiro dia. Enquanto durar a greve, de acordo com o sindicato da categoria, serão suspensos serviços externos e também administrativos, como ligação de água e esgoto, religação, corte de água e obras.

 

NOVA LICITAÇÃO PARA BARRAGEM DO COLÔNIA

O governo baiano anunciou nesta terça (5) uma nova licitação para as obras da Barragem do Rio Colônia, em Itapé, no sul da Bahia. De acordo com o cronograma, o processo licitatório será publicado dia 10 e a abertura das propostas está prevista para 15 de junho. Uma outra licitação foi realizada neste ano, mas não houve interessados.

A barragem é considerada fundamental para a regularização dos rios Colônia e Cachoeira e do abastecimento de água em Itapé e Itabuna, onde a vazão pode aumentar para 1,4 mil litros por segundo com a obra.

Os custos estimados para finalizar a construção da barragem são estimados em mais de R$ 32,7 milhões. O abastecimento de água em Itabuna é responsabilidade da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), que não tem recursos para obras de grande porte.

UM LAGO DE ESGOTO NO CENTRO DE ITABUNA

esgoto

A Emasa precisa tomar uma providência urgente com relação a um problema na rede de esgoto que há semanas transformou parte da Praça Laura Conceição (trecho do cruzamento entre as ruas Duque de Caxias e Alício de Queiroz) em um imundo lago de dejetos.

Nem precisa dizer que a empresa responsável pelo saneamento básico da cidade já foi informada da situação, faltando apenas comparecer para resolvê-la. Enquanto isso, o cenário é esse da foto.

Providencialmente, alguém tirou uma placa que estava em outro ponto da praça e fixou-a no meio da imundície. A mensagem associa cidade limpa a povo civilizado, mas é importante lembrar dos órgãos ou empresas que às vezes deixam de cumprir suas obrigações.

BRASIL: DESIGUALDADE NO SANEAMENTO IMPRESSIONA RELATORA ESPECIAL DA ONU

Ana Cristina Campos | Agência Brasil

Após dez dias de visita ao Brasil, a relatora especial das Nações Unidas sobre Água e Saneamento, Catarina de Albuquerque, apresentou hoje suas conclusões preliminares e as recomendações iniciais ao governo brasileiro sobre as condições sanitárias do país. A relatora disse que ficou chocada com as desigualdades regionais no acesso ao saneamento básico, sendo a Região Norte a mais afetada.

“Vi muitos contrastes. Há regiões com nível de primeiro mundo, como os estados de São Paulo e do Rio, com cidades com taxa de tratamento de esgoto superior a 93%, e vi outras regiões, como Belém, em que essa taxa é 7,7%, e Macapá, 5,5%. São diferenças assustadoras. Também vi diferenças entre ricos e pobres. O que uma pessoa rica paga pela água e pelo esgoto não é significativo, mas, para uma pessoa pobre, essa conta é muito alta”, disse a relatora.

Catarina se reuniu com representantes do governo e de organizações internacionais, da sociedade civil e com membros de comunidades em Brasília, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Fortaleza e Belém. Em suas visitas, a relatora deu atenção especial aos moradores de favelas, de assentamentos informais e de áreas rurais, incluindo aquelas afetadas pela seca.

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ITABUNA CORRE PARA CONCLUIR PLANO DE SANEAMENTO

A Prefeitura de Itabuna deixou para os “45 minutos do segundo tempo” a disposição de correr para elaborar o Plano Municipal de Saneamento Básico e não tem mais como cumprir a exigência do Decreto 7.217/2010. Segundo este dispositivo, a partir de janeiro de 2014, municípios que não tiverem seu plano aprovado não poderão ter acesso a verbas da União ou financiamentos de instituições vinculadas à administração pública federal, destinados ao saneamento básico.

De acordo com o governo municipal, o plano será concluído no primeiro semestre do próximo ano. Nesse atraso, Itabuna não está sozinha: 70% dos municípios brasileiros foram negligentes com a elaboração de sua política de saneamento e ficarão prejudicados com o impedimento de obter recursos para o setor.

SERVIÇO DE CURTA DURAÇÃO

Estava assim há dois meses e voltou a ficar do mesmo jeito

Há menos de dois meses, moradores da Rua Felipe Argolo, no bairro Castália, Itabuna, reclamavam de problemas na rede de esgoto. A bronca, divulgada pelo PIMENTA no dia 24 de setembro, encontrou “boa vontade” da Emasa para resolver a situação. No dia 25 daquele mês, uma equipe da empresa de saneamento realizou o reparo, mas a solução durou pouco tempo.

Já faz alguns dias que o esgoto voltou a transbordar e correr pela rua Felipe Argolo. Exatamente no mesmo ponto em que jorrava há menos de dois meses, em frente ao número 659.

Os moradores, com razão, voltam a se irritar com a Emasa. E agora sugerem que à boa vontade se some uma dose de competência para resolver definitivamente o problema.

EMASA DIVULGA RESULTADO DE PROCESSO SELETIVO

O presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Ricardo Campos, divulgou há pouco o resultado preliminar do processo seletivo para contratação de 55 profissionais para sete áreas.

Os candidatos classificados dentro do número de vagas (em negrito, abaixo) devem comparecer à Estação de Tratamento de Água (ETA) da Emasa, no quilômetro 506 da BR 101, Bairro São Lourenço, em Itabuna, nesta quinta-feira (14), às 8h, quando será realizada prova eliminatória.

Os contratos para os aprovados terá duração de um ano, renovável por igual período. Os salários variam de R$ 723,00 (artífice) a R$ 5.460,87 (engenheiro civil). Confira a relação dos classificados clicando no link “leia mais”, abaixo.

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APENAS 30% DOS MUNICÍPIOS DEVEM CONCLUIR PLANOS DE SANEAMENTO

Da Agência Brasil

Leito do Rio Cachoeira no trecho urbano de Itabuna.

Itabuna, que ainda não concluiu plano de saneamento, despeja quase todo seu esgoto sem tratamento no Rio Cachoeira

Apenas 30% das 5.570 prefeituras brasileiras devem concluir em 2013 o Plano Municipal de Saneamento Básico, previsto pela Lei 11.445/2007, que tornou obrigatória a elaboração dos planos, segundo estimativa do Ministério das Cidades e da Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar). Pelo cenário atual, 70% dos municípios ficarão impedidos de receber recursos federais para aplicar no setor, já que o Decreto 7.217/2010 determinou que, a partir de janeiro de 2014, o acesso a verbas da União ou a financiamentos de instituições financeiras da administração pública federal destinados ao saneamento básico estará condicionado à existência do plano.

Segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 609 municípios já haviam elaborado seus planos de saneamento. “Trabalhamos com a perspectiva de até o final do ano ter 30% dos municípios com seus planos concluídos. Esperávamos que o número fosse bem maior. Os prefeitos têm que correr para elaborar os planos porque o cenário com o qual o ministério trabalha é que esses prazos sejam mantidos”, disse o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Osvaldo Garcia.

Para ele, é inconcebível um município “não ter um planejamento sobre uma área tão importante como o saneamento básico”. “O prefeito tem que destinar a verba da prefeitura para o que ele acha prioritário. Ele precisa saber se acha o plano de saneamento prioritário ou não. Mas ele vai ter que responder não recebendo verbas [para o setor] a partir do ano que vem”.

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RECLAMAÇÃO ATENDIDA

Após reclamação registrada ontem aqui no PIMENTA, a Emasa enviou equipe para fazer o reparo na rede de esgoto da Rua Felipe Argolo, no Castália, na manhã desta quarta-feira, 25. Tratava-se de uma obstrução, removida em cerca de meia hora.

Os moradores, penhoradamente, agradecem.

EMASA COMPARECE NA JOÃO TIMÓTEO

Serviço foi realizado na tarde desta segunda (foto Pimenta)

Serviço foi realizado na tarde desta segunda (foto Pimenta)

A Emasa atendeu aos reclamos dos moradores da Rua João Timóteo, no bairro Castália, e finalmente resolveu o problema na rede de esgoto daquele logradouro. O serviço foi realizado na tarde desta segunda-feira, 1º, acabando com um riacho de dejetos que fazia parte da paisagem do local há dois meses.

A situação da João Timóteo foi denunciada pelo PIMENTA na quinta-feira, 28.

ONDE ESTÁ A EMASA?

Há dois meses, esse é o cenário na Rua João Timóteo (foto Pimenta)

Há dois meses, esse é o cenário na Rua João Timóteo (foto Pimenta)

Moradores de um trecho da Rua João Timóteo, no bairro Castália, convivem há cerca de dois meses com um riacho de esgoto em suas portas. Incomodados com a sujeira e o mau cheiro, já acionaram a Emasa, mas nehuma providência foi tomada. Um morador chegou a falar com o próprio presidente da empresa, Ricardo Campos, no dia 18 de março, e o mesmo afirmou que enviaria uma equipe imediatamente.Passaram-se dez dias, e nada…

Campos tem reclamado do cenário de terra arrasada que encontrou na Emasa, o que estaria dificultando seu trabalho. Justificativa plausível, mas que não pode virar pretexto para a falta de ação, já que o presidente está na função exatamente para enfrentar as dificuldades.

Ou ele esperava que fosse fácil?

UM JARDIM NO ESGOTO

Esgoto estourou e corre pelo que resta de asfalta nas ruas Alagoas e Maranhão.

Esgoto estourou e corre pelo que resta de asfalto nas ruas Alagoas e Maranhão…

Os moradores das ruas Alagoas e Maranhão, no Jardim Vitória, já não sabem a quem recorrer para que a técnicos da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) deem o ar da graça e, claro, uma solução para a fedentina causada pela rede de esgoto, que estourou há mais de um mês.

Moradores já acionaram Emasa e Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), mas nada de solução até agora. Já há quem pense em recorrer, pessoalmente, ao prefeito. Ou ao bispo. Os mais radicais pensam em não pagar o IPTU 2013 se a solução não chegar a tempo…

Esgoto fétido transforma horas de sossego em pesadelo no Jardim Vitória.

… E transforma horas de sossego em pesadelo no Jardim Vitória.

alba



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