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:: ‘Santa Casa de Ilhéus’

POLÍCIA OUVE MÉDICOS SOBRE SUMIÇO DE BEBÊ EM MATERNIDADE DE ILHÉUS

Mãe denunciou maternidade por suposto sumiço de bebê | Reprodução TV Santa Cruz

Mãe denunciou maternidade por suposto sumiço de bebê | Reprodução TV Santa Cruz


A delegada Andrea Oliveira, ouviu na sexta-feira, 14, dois médicos sobre o suposto desaparecimento de um dos bebês da dona de casa Cleidiane Silva dos Santos, após o parto ocorrido no dia 24 de junho, na Maternidade Santa Helena, que é administrada pela Santa Casa de Ilhéus.

Um dos profissionais que prestaram depoimento no inquérito policial foi o médico Edson Moreno, responsável pela última ultrassonografia que confirmou a existência de gêmeos. O exame foi feito no dia 3 de junho, na 37ª semana de gravidez, 21 dias antes do parto realizado na Maternidade Santa Helena.

De acordo com reportagem da TV Santa Cruz, durante o depoimento à delegada André Oliveira, o médico admitiu que pode ter errado na ultrassonografia da paciente. Outro profissional que prestou depoimento foi o diretor da Maternidade Santa Helena, Carlos Lira. Ele afirmou que o médico que fez o parto da paciente Cleidiane Silva ficou surpreso com a existência de apenas um bebê.

Carlos Lira disse ainda que a paciente foi avisada que só existia uma criança. Uma técnica de enfermagem, que fez o atendimento antes do parto, informou (também em depoimento à polícia nesta semana) que só ouviu o batimento do coração de uma criança.

A polícia ainda vai ouvir mais seis pessoas para tentar esclarecer o caso. Entre os que vão prestar depoimento na próxima semana está o médico Fábio Pinheiro, que fez a cesariana na dona de casa.

GESTANTES SÃO TRATADAS COMO ANIMAIS

Um caso impressionante de crueldade e frieza diante do sofrimento humano é o que pode ser visto em um relato dramático feito por uma gestante atendida na Maternidade Santa Helena, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus.

A professora Karla Verônica dos Santos Costa deu entrada naquela unidade no dia 27 de novembro, para dar à luz seu filho. Apesar de estar com oito meses de gestação e apelar por diversas vezes que fosse feita uma cesariana, o médico plantonista insistiu em realizar o parto normal.

Karla Verônica agonizou durante toda a madrugada de 27 para 28 de novembro, período em que viveu toda sorte de absurdos que se pode e até que não se pode imaginar que ocorra em um hospital. A situação descrita é de tal forma aberrante que o Blog do Gusmão chegou a comparar a maternidade aos hospitais dos campos de concentração nazista.

A professora conta ter sido tratada e visto outras mulheres serem tratadas de maneira infame. Deitadas em lençóis sujos que não eram substituídos, algumas sentadas em cadeiras por falta de leitos, outras dividindo a mesma cama, “de valete”, ou vomitando em baldes de lixo com restos de curativo, sangue e material hospilar descartado.

Ao final de uma madrugada de horrores e sofrimentos que certamente lhe deixarão um trauma pelo resto da vida, Karla Verônica deu à luz um filho morto. Ela conta que fizera todo o pré-natal sem nenhum problema e o próprio exame realizado pelo médico Carlos Lira, na véspera, constatou uma criança com batimentos cardíacos normais e pronta para vir ao mundo. 

Estava pronta, mas sucumbiu à desumanidade!

Clique no link abaixo para ler o relato detalhado e contundente da professora:

http://www.slideshare.net/r2cpress/relatrio-karla1

ATRASOS LEVAM HOSPITAL A FECHAR UTI EM ILHÉUS

Médicos do Hospital São José, em Ilhéus, que trabalham na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) deram alta, nesta segunda-feira (24) pela manhã, ao último paciente que se encontrava internado na unidade, que só voltará a funcionar após a Prefeitura determinar a quitação do repasse mensal de 15 mil reais a que tem direito a instituição. Um contrato entre a Prefeitura e a Santa Casa de Misericórdia garante este repasse mensal como forma de complementar as despesas com o funcionamento da UTI. Mas o recurso está atrasado há dois meses.

O provedor da Santa Casa, médico Eusínio Lavigne, confirmou, por telefone, que realmente não há mais paciente internado na unidade e disse que, nesta terça-feira (25), a direção da Santa Casa, médicos, o secretário municipal de Saúde, Jorge Arouca e o prefeito Newton Lima, se reúnem para discutir o grave problema. “A UTI dá prejuízo, sem o repasse desse subsídio a situação realmente fica insustentável”, revela o provedor.

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