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:: ‘Secretaria de Assistência Social’

BANDIDOS FAZEM ARRASTÃO E DEIXAM SERVIDORES DE BUERAREMA PRESOS

Arrastão em secretaria ocorreu na madrugada deste domingo || Foto Divulgação

Bandidos assaltaram cerca de 20 funcionários da Secretaria de Assistência Social de Buerarema, no sul da Bahia, por volta das 5h30min deste domingo (13) do Dia das Mães. A secretaria funciona ao lado da Delegacia da Polícia Civil no município. O bando estava armado com revólveres, segundo relatos, e fugiu em duas motos.

De acordo com informações, os servidores se preparavam para uma ação do Dia das Mães, quando bandidos invadiram a secretaria e renderam todos os funcionários, levando objetos pessoais, carteira, dinheiro e celulares. Ainda não há notícia de prisão dos autores de arrastão na secretaria.

Os servidores municipais estavam montando cestas de café da manhã para fazer entrega ainda neste Dia das Mães. Antes de fugir, o bando deixou todos os servidores trancados na secretaria.

RESTAURANTES POPULARES FECHADOS EM ITABUNA

Fachada do Restaurante Popular do centro de Itabuna (Foto Gabriel Oliveira).

Fachada do Restaurante Popular do centro de Itabuna (Foto Gabriel Oliveira).

Os dois Restaurantes Populares de Itabuna serão fechados, temporariamente, segundo a Secretaria de Assistência Social. Em nota, informa que a suspensão será necessária para “adequações” das estruturas físicas.

Itabuna possui dois restaurantes populares (Centro e Fátima). O do centro já estava fechado desde o dia 18, após ser alvo de vândalos. Ainda de acordo com nota, serão efetuadas adaptações exigidas pela Vigilância Sanitária do Município.

Os restaurantes são mantidos pelo município. “Serão realizados reparos fundamentais tanto na unidade do Restaurante Popular do centro da cidade, quanto na unidade localizada do Fátima”, disse o secretário de Assistência Social, Pastor Francisco. O município não informou quando os restaurantes serão reabertos.

A “MARRETA DEMOCRÁTICA” DE MARINA SILVA

Marina: marreta democrática.

Release distribuído pela prefeitura e reproduzido por diversos veículos traz a secretária de Assistência Social, Marina Silva, afirmando que a Sala Zélia Lessa estava sem “utilização como espaço cultural” há seis anos, no que tem razão. O espaço foi cedido para abrigar o Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente, que desocupou o imóvel neste ano.

A secretária, no entanto, esqueceu de contar – no mesmo boletim –  quantas vezes negou audiência aos artistas Eva Lima e Jaffet Ornellas, mesmo após prometer discutir o assunto. Os dois artistas tinham projetos culturais para a sala. Ela nem quis saber. Acionou a marreta. Talvez, seja mais uma a desprezar a cultura.

Ainda no boletim, a secretária faz questão de ressaltar que “está aberta ao diálogo” e considera este um governo é “essencialmente democrático”.

Imagine se não fosse, secretária!

FORMIGLI REBOUÇAS CRITICA FALTA DE SENSIBILIDADE DE AZEVEDO COM OS MAIS POBRES

O professor José Formigli Rebouças deixou ontem o comando da Secretaria de Assistência Social após dois anos e 18 dias no cargo. Saiu alegando boicote do prefeito Capitão Azevedo (DEM). “Os projetos que a gente propunha ele não deixava [executar]”. A pasta será comandada por Marina Santos, ex-auxiliar de Formigli.

Ontem à noite, o ex-secretário concedeu entrevista ao PIMENTA e revelou que a prefeitura devolveu recursos ao governo federal por não ter implantado projetos sugeridos pela sua equipe. Sobre a sua passagem pelo governo, avalia: “foi uma experiência boa, mas frustrante porque não tive apoio”.  Acompanhe os principais trechos da entrevista.

O que provocou a exoneração do senhor?
O prefeito está procurando os políticos e oferecendo as secretarias. No nosso caso, foi o [deputado estadual eleito, Coronel] Santana, que exigiu colocar lá uma pessoa dele, a Marina. Ele já entregou a Saúde ao [Augusto] Castro e a nossa secretaria ao Santana.

Como o prefeito lhe comunicou sobre a mudança?
Alegou que está em dificuldades financeiras e disse estar precisando da ajuda dos deputados. Esses deputados prometeram recursos. No entanto, dizem que têm que estar lá com pessoas deles. No nosso caso, foi o Santana que colocou a Marina.

O senhor ficou surpreso com esta decisão?
A exoneração não me pegou de surpresa, pois já esperava por isso. Eu não trabalhei na campanha dele e fui lá porque Azevedo tinha compromisso com uma pessoa que sugeriu o meu nome. Fui lá tentar fazer alguma coisa, mas não tive apoio de maneira nenhuma.

Tudo que a gente propunha, o prefeito não deixava [executar].

O prefeito não o apoiou?
Absolutamente. Tudo que a gente propunha, o prefeito não deixava [executar].

E qual a justificativa do governo?
Dou exemplos: apresentei projetos, parcerias para acabar com a mendicância e tirar o pessoal das ruas, mas nada disso foi aceito. O prefeito alegava sempre que não tinha recurso. No ano que passou, nós tivemos a oferta de mais um CRAS, para duplicar esse trabalho do Pró-Jovem e tudo isso foi rejeitado pelo prefeito sob a alegação de que não poderia contratar mais pessoas e não tinha recursos, mas nós devolvemos recursos ao governo federal.

Desde quando assumiu, o senhor nunca teve apoio do prefeito?
No começo, houve alguma manifestação. Muito pouca, mas normalmente não tive. O projeto que ele apoiou foi só o Bolsa-Renda, que era uma proposta que ele mesmo inventou [na campanha eleitoral]. Fora disso, não aconteceu.

Eu me sinto muito frustrado justamente porque ele não aceitava os projetos que apresentávamos, mesmo tendo recursos federais.

De toda a sua passagem, o que mais o deixou triste?
Eu me sinto muito frustrado justamente porque ele não aceitava os projetos que apresentávamos, mesmo, às vezes, tendo recursos federais. Sempre alegava a mesma coisa: falta de dinheiro, isso e aquilo.

A Casa dos Conselhos foi um desses projetos?
Nós batalhamos muito pela Casa dos Conselhos. Ele nos deu uma área, no antigo campo de aviação [aeroporto]. Quando estávamos terminando o projeto, ele embargou e alegou que vai usar aquilo ali para o Samu 192.

O Samu vai mudar do centro para lá?
Diz ele que vai mudar sim. Não se sabe quando. Chegou aí o novo secretário de Saúde e o prefeito está dando tudo que ele pede. Passaram por cima da gente.

Trabalhei com a Marina por muito tempo, mas sabendo que ela estava sempre querendo a secretaria.

O senhor se sentiu traído pelo prefeito?
Eu não digo que fui traído. Não fui apoiado. Conforme eu disse ontem lá na despedida, na minha secretaria havia a figura da Marina, que foi uma pessoa muito importante para a eleição dele e que tem uma penetração muito grande nos bairros. Ela tinha a certeza que a secretaria seria dela. Mas houve aí uma arrumação. Então, trabalhei com a Marina por muito tempo, mas sabendo que ela estava sempre querendo a secretaria. Agora que ela fez um esforço muito grande pela eleição do Santana. Ela, com o apoio dele, assumiu a secretaria.

O senhor foi convidado para outro posto no governo?
Não.

E se fosse convidado?
Olha, dependeria muito da circunstância, porque você sabe que gato escaldado tem medo de água fria. Então, a gente precisaria pensar duas vezes. Não seria muito agradável trabalhar ali naquele ambiente.

Falta sensibilidade das pessoas lá para com essas necessidades, carências da população, principalmente a parcela mais pobre.

O senhor se arrepende de ter trabalhado no governo?
Não digo que me arrependo porque o trabalho em si é algo dignificante, principalmente com as pessoas mais carentes. Tive lá uma equipe muito boa e pessoas dedicadas e com as quais me dava muito bem, inclusive com a Marina. Foi uma boa experiência, mas frustrante porque não tive o apoio. Falta sensibilidade das pessoas lá para com essas necessidades, carências da população, principalmente a parcela mais pobre, gente de rua, as abandonadas. Às vezes, não é tanto o dinheiro. A alegação do dinheiro não convence.

Por que o senhor só preferiu falar agora sobre esses problemas?

Não estou falando só agora, mas há muito tempo. Digo que trabalhar na Assistência Social em Itabuna é como dar murro em ponta de faca. Então, existe essa alegação da falta de recursos. Realmente a prefeitura chegou a uma verdadeira falência. O prefeito sempre falava em modificações, melhoras. A gente vai esperando, esperando, mas de um tempinho para cá não tínhamos esperança e estava esperando a qualquer momento essa mudança. Eu não tinha ilusão de que iria continuar.








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