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:: ‘Segunda Divisão’

CAMPEÃO DA SEGUNDA DIVISÃO DO BAIANO SERÁ CONHECIDO DIA 26

Primeira partida será no estádio de Pituaçu

Atlético e PFC Cajazeiras iniciam, no próximo sábado (19), a partir das 16 horas, no estádio de Pituaçu, em Salvador, a decisão do Campeonato Baiano da Segunda Divisão. Por ser dono de melhor campanha, o time de Alagoinhas tem a vantagem de jogar por dois resultados iguais e ainda fazer a segunda partida em casa, no dia 26 deste mês, a partir das 16 horas.

Atlético e PFC Cajazeiras se enfrentaram duas vezes na fase de classificação da série B do Baiano deste ano. Logo na primeira rodada, em Salvador, o PFC perdeu por 3 a 2 para o time de Alagoinhas. Já o segundo confronto foi equilibrado, com empate de 0 a 0, na última rodada da fase classificatória. Cada time somou 18 pontos, mas o Atlético ficou com melhor saldo de gols, com 10 contra 6 do adversário.

CONTRA O CONQUISTA, COLO COLO BUSCA A TERCEIRA VITÓRIA NA SEGUNDONA DO BAIANO

Atlético é o novo líder da série B do Campeonato Baiano|| Foto Hilton Oliveira

O Colo Colo buscará a terceira vitória consecutiva na Segunda Divisão do Campeonato Baiano para entrar na briga pelas primeiras colocações na competição. O time de Ilhéus chegará aos 10 pontos e a quarta posição na tabela se vencer o Conquista neste domingo (22). O jogo está previsto para às 16 horas, no sudoeste do estado.

Se conseguir uma vitória, o Colo Colo passará o Teixeira de Freitas, que ontem empatou em 2×2 com o PFC-Cajazeiras no estádio de Pituaçu, em Salvador, e soma oito pontos. O líder da Série B do Baianão é o Atlético, que goleou o Galícia por 6×0, no sábado (21).

Com o resultado, o Carcará foi aos 14 pontos e se isolou na primeira colocação. O time de Alagoinhas chegou ao saldo positivo de nove gols e 66,7% de aproveitamento. O PFC Cajazeiras é o vice líder da competição, com 13 pontos, seguido do Conquista, que tem 11 pontos.

COLO COLO PERDE PARA O CAJAZEIRAS E VIRA LANTERNA NA SÉRIE B

Colo Colo jogará em casa no dia da mentira || Foto José Nazal

O Colo Colo é o último colocado na séria B do Campeonato Baiano deste ano. Jogando em Salvador, na manhã deste sábado (24), a equipe de Ilhéus mais uma vez jogou mal, perdeu para o FPC Cajazeiras por 1×0 e caiu para a lanterna da competição, com apenas um ponto em três jogos.  Já o Cajazeiras saiu da lanterna para quarta colocação.

O Campeonato Baiano da segunda divisão segue neste sábado. Às 19 horas, o Conquista receberá o Galícia no estádio Lomanto Júnior, no sudoeste.  Neste domingo (25), o Teixeira de Freitas jogará contra o Atlético. O representante do extremo-sul do estado é líder da competição, com 4 pontos e, no saldo de gols, fica à frente de seu adversário de amanhã.  O Conquista está em terceiro lugar, também com quatro pontos.

Já o Colo Colo voltará a campo no dia 1º de abril, no estádio Mário Pessoa, às 15 horas, contra o Conquista.  No mesmo dia, o Teixeira de Freitas enfrentará o Cajazeiras.  A quarta rodada do Campeonato Baiano da Segunda Divisão começa no sábado (31), com o confronto entre Atlético e Galícia, às 18 horas.

COLO COLO ESTREARÁ EM 4 DE MARÇO NA SEGUNDONA DO CAMPEONATO BAIANO

Time do Colo Colo que disputou o Campeonato Baiano de 2015|| Foto José Nazal

O Colo Colo vai estrear diante de sua torcida na segunda divisão do Campeonato Baiano de 2018, contra o Galícia, às 15 horas do dia 4 de março.  A competição começa um dia antes, com o confronto entre Pituaçu x Atlético de Alagoinhas, no estádio Roberto Santos, em Salvador, às 10 horas da manhã. A primeira rodada será completada com a partida entre Teixeira de Freitas x Vitória da Conquista, no estádio Antônio Rodrigues, no dia 4.

A segunda rodada da segundona do Campeonato Baiano está prevista para 10 de março, com todos os três jogos realizados no mesmo dia. O Colo Colo vai até Salvador enfrentar o Pituaçu;  Teixeira de Freitas recebe o Atlético, no estádio Antônio Rodrigues Santana; e o Vitória da Conquista pega o Galícia, no Lomanto Júnior.

FÓRMULA DE DISPUTA

Na sexta-feira (22), a Federação Bahiana de Futebol reuniu os presidentes e representantes dos seis times para a reunião do Conselho Técnico da competição. Na sede da entidade foi definida, por unanimidade, a fórmula de disputa do estadual.Na primeira fase, as seis equipes ficarão em um único grupo, onde se enfrentarão entre si no sistema de ida e volta. As duas primeiras colocadas do grupo avançarão para a segunda fase, a final da competição.

Na decisão, as duas finalistas também se enfrentarão no sistema de jogos de ida e volta. A equipe vencedora se sagrará campeã e garantirá a única vaga na Série A do Baianão 2019. A segunda divisão do Baiano 2018 terá o total de 32 jogos, sendo 30 na fase de classificação e dois na fase final. Cada clube realizará o mínimo de 10 e o máximo de 12 partidas.

Os jogos acontecerão nos finais de semanas (sábados ou domingos). Quatro deles em março, cinco em abril e três em maio. O campeão será conhecido em 20 de maio, um domingo. Os clubes terão até 28 de fevereiro para inscreverem os atletas que disputarão a competição.

Pelo segundo ano consecutivo, a parceria com a TVE Bahia será destaque na competição. A emissora pública baiana transmitirá jogos em TV aberta e pelo facebook para toda a Bahia, além de diversos locais do país e do mundo.

COLO-COLO AINDA SONHA COM A “ELITE”

O Colo-Colo venceu o Flamengo de Guanambi, hoje, e ainda tem chances matemáticas de avançar na disputa por uma das vagas no Baianão 2014. A vitória por 1 a 0 deixou o time com 7 pontos.

O Tigre precisa vencer os dois próximos desafios na Segundona. Enfrentará o Astro no dia 16 e o Jequié, no dia 29. Além de duas vitórias, terá que torcer para que o Itabuna derrote o Fla.

Colo-Colo, Itabuna e Astro ainda têm dois jogos pela frente. Líder do Grupo 2, o Azulino garante a classificação em primeiro lugar com mais uma vitória. Abaixo, confira classificação geral do grupo de Itabuna e Colo-Colo.

Classificação G 2

COLO-COLO TOMA VIRADA E CAI PARA A SEGUNDONA

Charge de Marcos Maurício antevia o final da história...

O Colo Colo perdeu por 2 a 1 para o Juazeiro, na casa do adversário, e deu adeus à elite do Baianão 2010. O time precisava vencer para continuar com chances matemáticas de permanência na primeira divisão, mas acabou tomando um virote.

O gol do Tigre Ilheense foi marcado por Celson, aos 13 minutos do primeiro tempo. O placar se manteve favorável ao time do presidente José Maria Santana até o início do segundo tempo. Aos 2 minutos, Ailton empatou a partida e repetiu a dose já aos 48 minutos, definindo o placar em 2 a 1 para o Juá.

O Colo Colo se despede da primeira divisão em casa. Em jogo para cumprir tabela, a equipe enfrentará o Ipitanga, que bateu o Fluminense. O Tigre fará companhia ao Itabuna na Segundona. O Azulino, aliás, estreia no Acesso no próximo sábado (9), quando inicia campanha para retornar à Série A do Estadual.

DANIELZINHO COMANDARÁ O ITABUNA NO ACESSO

Danielzinho assume time Azulino.

Oriundo de uma família de desportistas campeões, o treinador Daniel Oliveira (Danielzinho) assumiu a missão de comandar o Itabuna Esporte Clube na disputa da Segundona do Estadual 2011 e trazer a equipe de volta à elite do futebol estadual.

O treinador conversou com o PIMENTA nesta tarde e disse que o elenco mesclará destaques do Itabuna no Baianinho de 2010 – do qual sagrou-se vice-campeão -, jogadores experientes e bons nomes do Intermunicipal do ano passado.

A equipe se apresentará no dia 10 de março, no estádio Luiz Viana Filho. “Não quero divulgar nomes agora, mas teremos jogadores que já atuaram em grandes times do futebol brasileiro”, antecipou.

O Azulino estreia na competição contra o Jequié, no dia 3 de abril. A partida será disputada no estádio Waldomiro Borges, no sudoeste baiano.

Danielzinho está confiante na capacidade do grupo de trazer o Itabuna de volta à primeira divisão do Baiano. Diz isso com a experiência de quem já trabalhou com equipes de base e à frente do próprio Itabuna no Baianão de 2009, por exemplo.

Para isso, diz Danielzinho, o clube trabalha com metas. “Primeiro, temos que estar entre os quatro primeiros na fase de classificação. Depois, avançar à final e garantir o título de campeão”.

Nos últimos dois dias, o treinador viajou com Ricardo Xavier, presidente do clube, para negociar a vinda de atletas. “Já temos um bom número de jogadores”, diz. O Azulino parte para a disputa com a cara e a coragem, pois ainda não conta com patrocinador nem apoios.

“CHEGA DESSA SEQUÊNCIA DOS XAVIER NO ITABUNA”, DIZ EX-TREINADOR

Beto Oliveira talvez seja dos nomes mais injustiçados na história do Itabuna Esporte Clube. Foi ele quem comandou a equipe em 2002, na campanha vitoriosa no Acesso, e que levou o time à semifinal do Baianão em 2003. Ele diz que a família Xavier contribuiu muito para o clube, mas está na hora de renovação.

Ainda lembra que seu nome circulou entre os cogitados para treinar a equipe em 2010. Houve veto de dois dirigentes do clube. Beto acredita que há perseguição contra a sua família. Mas nada o deixa mais triste por esses dias do que a notícia do rebaixamento do clube.

Ao final da tarde de ontem, o Pimenta conversou com Beto Oliveira, por telefone. Direto de Porto Seguro, ele falou o que anda fazendo na Terra do Descobrimento e relembrou a sua história como técnico de futebol, carreira recente que tem na galeria títulos de campeão do Intermunicipal em 2001 e 2004 e as boas campanhas no Itabuna.

Como está o planejamento de Porto para o Intermunicipal?

A seleção está quase toda montada. Estamos agora fazendo uma triagem de jogadores abaixo de 23 anos. Nosso planejamento é para sermos campeões. Em 2009, ficamos em terceiro lugar e por pouco não disputamos o título. Nesse ano, iríamos disputar o Acesso, mas os custos para uma nova equipe no profissional ficariam em 200 mil reais só para registrar na FBF (Federação Baiana de Futebol) e na Confederação Brasileira de Futebol.

Só para registrar?

Fizemos os cálculos e daria mais ou menos isso, excluindo os gastos mensais. Tem outras taxas que não me lembro aqui agora. Hoje, é mais viável comprar um time e disputar a Segundona. Mas Porto se prepara para jogar o Acesso no ano que vem.

Pequenos e médios municípios investem cada vez mais para disputar o Intermunicipal.

Em Porto Seguro, por exemplo, o investimento é de cerca de 30 mil reais, por mês. O time está quase formado, tem comissão técnica. A estrutura é de time profissional. A gente so não arrecada. Três jogadores saíram daqui pra jogar na Seleção de São Francisco do Conde, recebendo salário de 2 mi reais. Poucos times profissionais têm condições de pagar isso. Muitos jogadores estão desistindo do profissional para disputar o amador por conta de condições melhores.

Você foi o treinador que trouxe o Itabuna para a 1ª Divisão em 2002. Como viu o rebaixamento da equipe agora em 2010?

Com muita tristeza. Antes de subir em 2002, a equipe passou dez anos fora das competições. Estava na segunda divisão. Além de ser profissional, somos torcedores do Itabuna. Infelizmente, o time caiu. Agora é começar novo trabalho para que possa subir novamente, seja com essa ou com outra diretoria.

Qual a sua relação com os atuais dirigentes do Azulino?

Olha, é normal. Tem diretor que faz campanha negativa contra mim. Um, dois diretores acham que tem que se trazer técnico de fora. Quando disputamos a 1ª Divisão em 2003, o clube chegou à semifinal. Fomos eliminados pelo Vitória.

E o árbitro, no primeiro jogo, ainda deixou de dar um pênalti claríssimo para o Itabuna…

Exatamente isso. E o Vitória, ali, ganhou por 1×0, no Itabunão. Chegamos à semifinal e tivemos o direito a disputar a Série C do Brasileiro. Sabe, até hoje não entendo porque o time cedeu a sua vaga no Brasileiro à Catuense. É uma coisa que ninguém entende. Ricardo Xavier cedeu a vaga e não quis disputar a Série C.

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“Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate.”

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Voltando a 2010, o que você acredita que tenha contribuído para a “degola”?

Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate. O técnico Ferreira assumiu a equipe faltando três rodadas para o fim da fase classificatória. A equipe se classificaria com 13 pontos, mas perdeu todos os três jogos. No Torneio da Morte, jogou seis partidas e só venceu duas, dentro de casa. Antes, o Itabuna era a quarta, terceira força no Estado, só perdendo para Bahia e Vitória. O Itabuna é um time que toda região acompanha.

A campanha foi risível.

Mais que isso. Na primeira fase, a equipe obteve só sete dos 36 pontos disputados. No quadrangular do rebaixamento, só seis pontos de 18. É muito pouco para uma equipe da tradição do Itabuna.

Dos males, o menor: a equipe júnior, treinada pelo seu irmão Danielzinho está dando show de bola no Campeonato. É a prata da casa fazendo milagre?

Daniel foi treinador do júnior do Itabuna em 2003 e 2004 e fez das melhores campanhas dentre os times baianos. Em 2005, já não era mais treinador, ficou afastado do time júnior por três anos. Agora, está novamente no comando e tem chance de disputar o título. É prata da casa e tem conhecimento muito grande. A equipe atual possui três jogadores no profissional e mais três ou quatro podem subir de categoria pelas suas qualidades.

A história da sua família é ligada ao Itabuna. Você, Danielzinho e o seu pai, Danielzão. Você e a sua família se consideram perseguidos?

A gente acha que tem perseguição. Esse ano, novamente me contactaram e pediram uma proposta. Fiz e colocaram em votação. Foram dois votos a favor e dois contra, o pai do presidente [João Xavier] e o Luís Santana. Essa perseguição vem há muito tempo. Encaramos isso com muita naturalidade, mas ficamos chateados porque temos competência para trabalhar.

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Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol

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Você acredita que a família Xavier deixa o comando do clube, perde a hegemonia?

A família Xavier contribuiu muito. Ricardo deu sua contribuição. Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol, ama o IEC e o amador. Está na hora de mudar um pouco. Chega dessa sequência dos Xavier.

Como analisa a pré-candidatura de José Inácio Damasceno à presidência do Itabuna?

Atuamos com Zé no Grapiúna, que foi vice-campeão da Segundona em 2001, e não conseguiu subir. Temos muitos nomes, pessoas boas e de competência. A gente vê aí também o Álvaro Castro, que vem tentando ser presidente.

O sucesso da equipe Júnior, que está na semifinal do Baiano, também é atribuído a um toque de Beto Oliveira. Quais foram as suas contribuições para a equipe?

Demos sugestões, como Duílio, o atacante Wagner, que jogou na equipe profissional contra o Colo Colo e fez dois gols e fez também contra o Ipitanga, no Torneio da Morte. Tive o prazer de ver o Itabuna júnior aplicar 3×0 no Bahia, que é um time que investe muito na sua base. O Itabuna tem vários jogadores em condições de atuar no profissional. É uma safra nova e muito boa. Há muito tempo isso não acontecia. Infelizmente, o time profissional está indo para a 2ª Divisão, mas é um trabalho que se pode dar continuidade.






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