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:: ‘Sérgio Gomes’

FG E SEUS CANDIDATOS

Marco Wense

 

É evidente que Wagner não criaria nenhum obstáculo para essa iniciativa de aproximá-lo do chefe do Executivo. Pragmático como é, não vai contrariar a máxima de que todo apoio é bem-vindo.

 

Só falta um nome para o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, sem partido depois que deixou o DEM, fechar sua chapa nas eleições de 2018.

Para o governo da Bahia, o alcaide vai votar na reeleição de Rui Costa (PT). Deputado federal e estadual, respectivamente Jonga Bacelar e Sérgio Gomes. Para o senado da República, em Ângelo Coronel.

O candidato de FG à presidência da República é Jair Bolsonaro, do PSL, que é também do vice-prefeito Fernando Vita e da maioria do secretariado do Centro Administrativo Firmino Alves.

O sólido antipetismo da campanha bolsonariana e a defesa do porte de armas são os pontos que são mais elogiados no staff fernandista.

Aliás, o próprio Fernando Gomes não cansa de dizer que seu único compromisso é com o governador Rui Costa, que quer distância do PT.

Seria uma inominável ingratidão se o prefeito tivesse outro comportamento com o governador, que o apoiou na última sucessão municipal, tanto no campo político como no jurídico.

Como são duas vagas para senador, fica faltando um voto do alcaide. A única certeza é que FG já descartou Jaques Wagner. As apostas giram em torno do Irmão Lázaro e Jutahy Júnior.

O único pedido que Fernando faz, de maneira mais incisiva, principalmente entre os que ocupam cargos de confiança, é em relação ao filho Sérgio Gomes, postulante a uma vaga na Assembleia Legislativa.

A cobrança de FG está sendo ignorada por alguns secretários simpatizantes da candidatura de Rafael Moreira, hoje neopetista e muito próximo de Josias Gomes, ex-secretário estadual de Relações Institucionais.

Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, a informação é de uma articulação para aproximar o prefeito do ex-governador Jaques Wagner.

É evidente que Wagner não criaria nenhum obstáculo para essa iniciativa de aproximá-lo do chefe do Executivo. Pragmático como é, não vai contrariar a máxima de que todo apoio é bem-vindo.

Não se sabe a opinião de FG sobre a tentativa de fazer as pazes com o responsável direto pela eleição de Rui Costa ao Palácio de Ondina.

Somente o governador Rui Costa pode ter sucesso nessa difícil missão, dizem os correligionários mais próximos do prefeito.

Marco Wense é articulista e editor d´O Busílis.

SANTANA ASSUMIRÁ A SESTTRAN NA QUARTA

Santana deverá assumir a Sestrran na quarta

O ex-deputado Coronel Santana assumirá a Secretaria de Segurança, Transporte e Trânsito de Itabuna (Sesttran) na próxima quarta-feira (13). Ele substituirá Cláudio Dourado na Pasta. Santana é o terceiro nome a ocupar a Pasta na atual gestão do prefeito Fernando Gomes.

Antes de Dourado, Sérgio Gomes foi nomeado para comandar a Sesttran, mas foi exonerado logo em seguida devido à repercussão nacional negativa para Fernando por ter nomeado a esposa, um sobrinho e um dos filhos para o secretariado.

Sérgio Gomes será candidato a deputado estadual e deverá ter entre os seus colaboradores Cláudio Dourado, ex-prefeito de Ibicuí, no médio sudoeste do Estado.

EX-VEREADOR MAGAL APOIARÁ SÉRGIO GOMES

Fábio Magal fecha com Sérgio Gomes

O ex-vereador Fábio Magal (PSC) anunciou apoio ao pré-candidato a deputado estadual pelo PR, Sérgio Gomes, nesta segunda-feira (23). Para Magal, Sérgio Gomes “chega com muita força”.

Filho do prefeito Fernando Gomes e ex-candidato a prefeito de Pau Brasil, Sérgio Gomes agradeceu o apoio.

“Além de ser um político de serviços prestados à cidade de Ilhéus, Magal representa segmentos muito expressivos do eleitorado. É um apoio que aumenta meu ânimo, me lisonjeia e estimula”.

DISPUTANDO O APOIO DO FERNANDISMO

marco wense1Marco Wense

 

O ponto em comum de Sérgio e Moreira, pelo menos aqui em Itabuna, é que vão fazer suas campanhas sem pedir votos para a reeleição do governador Rui Costa (PT).

 

A disputa entre Sérgio Gomes e Rafael Moreira, ambos pré-candidatos a deputado estadual, tende a ficar mais intensa com a proximidade da eleição.

Moreira, toda vez que é questionado sobre sua legítima pretensão, sempre deixa nas entrelinhas que o prefeito Fernando Gomes vai apoiá-lo em detrimento de Sérgio Gomes.

Essa insinuação – ou impressão, se o leitor preferir – faz Sérgio ficar irritado a cada entrevista de Rafael, que precisa entender que seu concorrente é filho do alcaide.

É natural que Rafael procure mais espaços no governo e a simpatia do pessoal do primeiro e segundo escalões. Mas soa como provocação o desafio em relação ao apoio de Fernando Gomes.

Fica parecendo que Moreira sabe de alguma coisa, que Sérgio não vai ser candidato em virtude de um acerto que tem com o chefe do Executivo.

Moreira pretende se filar a um partido da base aliada do petismo, mas descartou qualquer possibilidade de ir para o PT e o PCdoB. Seu candidato a deputado federal é Josias Gomes, secretário estadual de Relações Institucionais.

O ponto em comum de Sérgio e Moreira, pelo menos aqui em Itabuna, é que vão fazer suas campanhas sem pedir votos para a reeleição do governador Rui Costa (PT).

Muitos eleitores de Rafael e Sérgio vão votar em ACM Neto (DEM) na sucessão ao Palácio de Ondina. Tem gente graúda na prefeitura condicionando o apoio a uma neutralidade diante do segundo mandato do governador.

Tem também os antipetistas radicais, que andam dizendo que não vão votar em Rafael Moreira em decorrência dessa sua dobradinha com Josias Gomes.

O que se espera é que Rafael Moreira e Sérgio Gomes percorram o caminho da paz e da civilidade. O sol nasceu para todos.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

A PRÉ-CANDIDATURA DE RAFAEL MOREIRA

Rafael surge também como nome do governo, a exemplo de Sérgio.

Rafael surge como nome do governo, que já tem Sérgio Gomes.

Logo no início de janeiro, o governo de Fernando Gomes pariu a primeira pré-candidatura a deputado estadual, a de Sérgio Gomes, filho do dono da principal cadeira do Centro Administrativo Firmino Alves. Sérgio assumiu a Pasta de Transporte e Trânsito já pensando em uma vaga na Assembleia Legislativa. Caiu devido à repercussão nacional – e negativa – dos casos de nepotismo na gestão. Agora, ele comanda a Maternidade da Mãe Pobre, onde fez festa para mães neste final de semana. Sim, claro, de olho em 2018.

Também neste final de semana, surgiu outra candidatura à Assembleia Legislativa no seio do governo, a do empresário Rafael Moreira. Filho de um dos amigos de Fernando, o falecido Renan Moreira, Rafael goza de bom trânsito no governo municipal e circula com facilidade também no governo estadual, depois de aproximar-se de figuras petistas como Josias Gomes, secretário de Relações Institucionais.

Nos bastidores, atribui-se a pré-candidatura de Rafael, internamente, à secretária de Governo, Maria Alice Pereira. O jovem empresário contaria com o entusiasmo de outro Gomes. Não exatamente o Fernando – nem o Sérgio, mas o Josias.

Maria Alice não é – pelo menos publicamente, registre-se – contra a candidatura de Sérgio Gomes, mas tem natural preferência por Rafael. Por uma questão de gratidão, segundo dizem. Foi o empresário quem levou Fernando a Lula Viana, assessor do governo estadual, e a Josias Gomes – e, daí, a Rui Costa, em junho do ano passado, quando ACM Neto traiu o então pré-candidato a prefeito pelo DEM para apoiar o tucano Augusto Castro na peleja municipal de 2016.

Internamente, também é feita a leitura de que Sérgio e Rafael buscariam eleitores em grupos distintos em Itabuna (o filho do prefeito avançaria nas camadas populares e Rafael na classe média e entre mais jovens). Como não a cidade não costuma descarregar voto suficiente para eleger deputado, os dois batalhariam em regiões diferentes, também. Sérgio mais ao centro sul e Rafael correndo pelo extremo-sul, onde atua empresarialmente.

A palavra final seria do chefe. Por enquanto, é perceptível a simpatia de grande parte do governo de Fernando ao nome de Rafael, por ele ter sido dos maiores entusiastas da campanha de Gomes em 2016.

A METRALHADORA DE SÉRGIO GOMES

Sérgio fez duras críticas a ex-secretário de Saúde e à gestão da Santa Casa (Reprodução).

Sérgio fez duras críticas a ex-secretário de Saúde e à gestão da Santa Casa (Reprodução).

O empresário Sérgio Gomes assumiu a gestão da Fundação Fernando Gomes, mantenedora da Maternidade da Mãe Pobre, no último sábado (18). Ao lado do ex-gestor Almir Gonçalves, Sérgio atirou em várias direções. Acertou até numa das irmãs, que dirigia a maternidade.

Sérgio reclamou da gestão de Eric Ettinger como secretário da Saúde de Itabuna. Segundo ele, o ex-secretário pressionou a Fundação Fernando Gomes para que entregasse a maternidade à Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, da qual foi provedor. Era isso ou fechava, segundo o novo gestor.

A maternidade, disse ele, recebia, em média, R$ 800,00 por parto e esse valor caiu até R$ 170,00. “Como é que recebia R$ 170,00 e gastava R$ 300,00?”, questionou.

Antes, disse que a Santa Casa tornou-se um negócio familiar. “É de pai para filho, de filho para pai”, disse, numa referência ao fato de que, hoje, a instituição é comandada pelo médico Eric Ettinger Jr.

O novo gestor reclamou, ainda, da irmã que dirigia a maternidade, pois ela manteve o valor pago aos médicos e nível de atendimento mesmo com o corte de verbas para a Mãe Pobre. “Praticamente, estava se trabalhando para pagar médico”. A Almir, Sérgio disse que o médico estava lhe entregando uma “alça de caixão”.

Almir deixa a gestão da maternidade, mas não ficará no “preju”. Além do valor da multa rescisória, cobrou o valor gasto para modernizar e equipar a maternidade. Segundo ele disse na reunião, foram R$ 1,2 milhão em gastos com reforma e compra de equipamentos.

Parte dos funcionários, cerca de 20, queria saber quando irá receber os sete meses de salários atrasados. O valor deverá ser pago pela maternidade. Sérgio Gomes prometeu até dois ou três salários pagos antes da folia momesca. Almir se justificou, dizendo ter encontrado dificuldades e faltou apoio de quem deveria ajudar.

FERNANDO RETOMA A MATERNIDADE DA MÃE POBRE

Almir e Fernando, quando fecharam parceria em 2015.

Almir e Fernando, quando fecharam parceria em 2015.

O prefeito Fernando Gomes decidiu retomar o controle da Maternidade da Mãe Pobre. A partir da próxima segunda-feira (20), Sérgio Gomes, filho do prefeito e pré-candidato a deputado estadual, vai dirigir a unidade materno-infantil.

A maternidade estava sendo administrada pela Fundação Gonçalves Sampaio desde o final de 2015, após negociações entre o médico Almir Gonçalves e Fernando.

O porém para que Fernando reassuma o controle do negócio é a multa rescisória em caso de quebra de contrato, estipulada em R$ 4 milhões. Mas esse ponto é negociado pelo agora prefeito com o médico.

7 MESES DE SALÁRIO EM ATRASO

Cerca de 20 funcionários da Fundação Gonçalves Sampaio, que trabalham na Maternidade da Mãe Pobre, aguardam ansiosos pelo desfecho. Reclamam que estão há sete meses sem receber salário e vale transporte. “Alguns até pediram demissão porque não aguentavam mais passar por tanta necessidade”, disse uma das vítimas.

PARENTES DE FERNANDO OCUPAM UM TERÇO DO SECRETARIADO

Fernando Gomes durante anúncio do secretariado, há uma semana (Foto Pimenta).

Fernando Gomes durante anúncio do secretariado, há uma semana (Foto Pimenta).

Decreto oficializa Sérgio Gomes na Setran.

Decreto oficializa Sérgio Gomes na Settran.

O prefeito Fernando Gomes oficializou a nomeação do filho Sérgio Monteiro Oliveira (Sérgio Gomes) para a secretaria de Transporte e Trânsito – que será transformada em Secretaria de Trânsito após a reforma administrativa. A reforma começa a ser analisada pela Câmara de Vereadores na próxima segunda (9).

O decreto da nomeação foi publicado na última edição eletrônica do Diário Oficial do Município (confira aqui). Das nove secretarias, um terço será ocupado por parentes do prefeito.

A Assistência Social passou a ser comandada por Sandra Neilma, esposa de Fernando, e a Administração tem no comando o sobrinho Dinailson Oliveira.

Agora, Sérgio torna-se o titular da Pasta do Trânsito. Sérgio conversou longamente com os servidores da Pasta, na última quarta. O filho do prefeito tem pretensão de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa em 2018.

Fernando e a secretária de Governo, Maria Alice Pereira, vêm argumentando que não há ilegalidade na nomeação de parentes para o primeiro escalão. Governistas citam decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) neste sentido.

Se o ato é legal, o questionamento passa a ser de outra ordem. Moral.

A LARANJADA E A ESTRATÉGIA DE FG EM 1996

Do Cia da Notícia

“Campanha política tem coisas que até Deus duvida”, costumam dizer os políticos e marqueteiros. E na campanha política municipal de Itabuna no ano de 1996 alguns fatos confirmam o ditado popular.

Os principais candidatos eram Fernando Gomes (PTB), Renato Costa (PSB, PT) e Davidson Magalhães (PCdoB, PSDB). Este ano, a campanha foi considerada atípica devido a um racha na esquerda, que teria como causa a intransigência de Geraldo Simões, então prefeito, de negociar com os demais partidos, isolando-os.

Mesmo sendo o final do governo Geraldo Simões melancólico, com salários e fornecedores atrasados, telefones e energia elétrica cortados, dentre outros males, o PT sempre foi considerado um partido “bom de campanha” e restava ao núcleo de marketing de Fernando Gomes monitorar com precisão o desenvolvimento das campanhas e tirar proveito das diferenças. E assim foi feito.

A ideia central era tirar proveito das diferenças e semelhanças entre Geraldo Simões, Renato Costa e Davidson Magalhães que viriam à tona. Neste sentido, o coordenador de marketing da campanha de Fernando Gomes, o grande Sérgio Gomes, montou todo uma estratégia, contando com a preciosa colaboração de Iram Marques, o Cacifão, político de astúcia sem igual.

Conforme mostravam as pesquisas, era preciso “dar corda ou encurtá-la”. Para isso foi montada uma equipe de sondagem da opinião pública e transformar os resultados obtidos em fatos, senão boatos, quando necessário. Essa equipe era formada por líderes comunitários e atores “fernandistas” por excelência e iam às ruas discutir política, debater a campanha, disseminar atos e fatos, nem sempre todos verídicos.

E o povo de Itabuna foi tomando gosto pela campanha de Davidson, que mostrava um comunista aliado a um empresário – Marreco, do PSDB – para reconstruir a cidade. Chegou a assustar encostando em Renato Costa, o que também assustou o núcleo de inteligência da campanha de Fernando Gomes e era chegada a hora de puxar a corda, já que a campanha de Renato Costa estava fragilizada.

Foi aí então que entrou em ação a astúcia de Iram Marques, o famoso Cacifão, ao idealizar uma das ações mais importantes da “guerra”: Desqualificar todo o conceito adquirido por Davidson Magalhães com apenas uma palavra: “LARANJA”.

Chamar Davidson de “laranja” era o mesmo que dizer, com todas as letras, que sua candidatura era apenas uma invenção do PT para enganar o eleitor, e que os dois eram “farinha do mesmo saco”.

Bastou essa “deixa” para que os militantes do PT comprassem a ideia e também passassem a dirigir todas as “baterias” contra o comunista. Enquanto o PT acusava Davidson de “laranja”, o PCdoB se defendia mostrando a irresponsabilidade do governo petista de Geraldo Simões.

Enquanto isso, a candidatura Fernando Gomes nadava em mar de almirante e voava em céu de brigadeiro, sem se envolver com as escaramuças entre Geraldo, Renato e Davidson. Não deu outra, Fernando ganhou a eleição.

Confira essas e outras no Cia da Notícia

RENATO: POLÍTICA NÃO SE FAZ OLHANDO NO RETROVISOR

O médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual pelo PMDB, concedeu entrevista há pouco ao programa “Bom Dia, Bahia” na Rádio Nacional. E, naturalmente, é questionado sobre o possível apoio que receberia do ex-prefeito e ex-desafeto Fernando Gomes (DEM).

Segundo Renato, não existem conversas engatilhadas sobre o tema, mas o apoio – se vier – será bem acolhido. “Eu e Fernando tivemos divergências em 1989, portanto há mais de 20 anos, e não posso fazer política olhando no retrovisor”, disse o médico.

Renato já conta com o apoio do filho do ex-prefeito, Sérgio Gomes, que é filiado ao PMDB. Neste sábado, 17, o deputado federal Geddel Vieira Lima estará na região e uma de suas missões seria convencer Fernando Gomes a apoiar a candidatura de Renato Costa.

A despeito daquelas divergências de 20 anos, Renato é hoje só elogios a Fernando. “Quem pode dizer que Fernando não é uma grande liderança? Se ele me apoiar, é claro que aceitarei”, enfatizou. O médico disse ainda que até Jaques Wagner aceitaria o apoio de Fernando Gomes.










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