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:: ‘serviços públicos’

“TEMOS CRECHE, MAS NÃO FUNCIONA”

A frase acima é de um dos manifestantes que, ontem, interditaram a Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) em protesto contra o abandono do Residencial Morada do Porto, no Banco da Vitória.

Novos atos não são descartados pelos moradores, caso a Prefeitura de Ilhéus “não chegue junto”.

São 900 famílias que reivindicam serviços públicos. Até transporte coletivo é reduzido para a localidade. Confira as imagens de Rogério Oliveira.

BAHIA TEM 9 MUNICÍPIOS NO “CIDADES DIGITAIS”

Nove municípios baianos foram selecionados entre os 80 em todo o País no piloto do Programa Cidades Digitais. De acordo com o governo, o objetivo é “melhorar a gestão e os serviços dos municípios, além de oferecem, pelo menos, um ponto de acesso público à banda larga”.

Guanambi, Itaberaba, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Nilo Peçanha, Piraí do Norte, Uruçuca e Vitória da Conquista são os selecionados na Bahia. Por meio do programa, o Ministério das Comunicações quer facilitar práticas de transparência na gestão pública.

– Ao mesmo tempo, ajudará na prestação de serviços públicos como marcação de consultas nas unidades públicas de saúde, acompanhamento escolar das crianças que estudam nas escolas públicas e pagamento do IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbanao] via internet – disse a secretária de Inclusão Digital do ministério, Lygia Pupatto, à Agência Brasil.

Para chegar às 80 cidades escolhidas, a partir de uma lista de 192 municípios, os critérios foram: municípios de até 50 mil habitantes, localizados preferencialmente nas regiões Norte e Nordeste e distantes até 50 quilômetros das redes centrais de internet (backbones), disposição das prefeituras em oferecer equipes para treinamento nas operações da rede, e cidades com menor índice de desenvolvimento.

“Esses critérios visam a diminuir as diferenças de inclusão digital no país”, disse a secretária. “Neste primeiro momento a cidade terá instalado um anel de fibra ótica ligando pelo menos quatro pontos destinados aos serviços públicos oferecidos pelo município e o ponto de acesso ao público”, acrescentou.

DESCAPACITAÇÃO

Editorial d´A Região

Só a prefeitura de Itabuna faz de conta que não enxerga a crise que se abate sobre a cidade e sua população.

O comércio local está quebrando, a saúde perdendo clientes para outras cidades, as condições para novos investimentos não existem.

Uma multidão, que antes vinha tratar de sua saúde em Itabuna, não vem mais.

Várias cidades da região ganharam equipamentos e serviços de saúde que antes não tinham, graças ao trabalho do governo do estado.

Cidades que não tinham maternidade, hoje tem; que não tinham internamento, hoje tem. Salvador e Feira melhoraram a delas, atraindo pacientes.

Some a isso a péssima imagem que a saúde de Itabuna tem hoje no estado.

O Hospital de Base, que já foi referência, hoje é um enorme cabide de empregos, tem uma diretoria formada por indicados políticos sem competência, a infraestrutura toda sucateada, faltam medicamentos, insumos, médicos e materiais básicos, falta vergonha na cara.

Com isso, não só os pacientes, mas as famílias que vinham junto pela duração do tratamento, deixam de comprar no comércio local.

Que ainda perde vendas pela falta de estacionamento, que se tornou crítica, pela sujeira nas ruas, o som abusivo no centro. São incômodos que acabam mudando os hábitos de consumo das pessoas.

Quem tem comércio no bairro, como no São Caetano e Califórnia, não vai mais ao centro. Quem vinha comprar em Itabuna hoje prefere ir a Conquista e Santo Antônio de Jesus. Os ilheenses se limitam ao shopping, ilha de conforto no meio do resto.

Não é a toa que as lojas e empresas de serviços estão apertadas, atrasando muito seus pagamentos e sem investir. Seus atrasos afetam outras empresas, num efeito dominó que se reflete no emprego, de desempenho ridículo nos últimos anos; na falta de inovação e ampliação.

Ao invés de cumprir sua obrigação, a prefeitura aposta no pão e circo (muito mais circo do que pão).

Sua equipe visa apenas manter seus rendimentos, nem sempre honestos, e a reeleição em 2012, para mais quatro anos enchendo bolsos indevidos e esvaziando a cidade.

Itabuna pode até crescer em população, mas a qualidade das pessoas que estão mudando para outras cidades é alarmante. São empresários, engenheiros, arquitetos, administradores que fazem diferença.

Se nada mudar, Itabuna vai acabar sendo uma cidade de descapacitados, perdendo o que resta de competentes para outras cidades.

O grave é que entidades como ACI, CDL, Rotary, Lions, Maçonaria, se omitem e fazem de conta que está tudo ótimo, seja por amizade com quem está no poder, por covardia, por interesse pessoal ou porque não precisa usar nada público e tem dinheiro suficiente para não depender da economia local.

São míopes, porque uma hora a situação vai afetar seus negócios, sua renda, qualidade de vida de sua família.

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ERA UMA RUA…

A Travessa Isaura Pinho Lima era uma rua... (Foto Neandra Pina)

Ali não passa carro e moto e as pessoas caminham com medo e muita dificuldade. Era uma rua, a 3ª Travessa Isaura Pinho Lima, no Jaçanã, em Itabuna. Há muito tempo, o mato tomou conta e o esgoto corre a céu aberto. Festa para cobras e ratos, que “passeiam” por lá e colocam em risco a saúde dos moradores.

As principais vítimas do desleixo municipal são as crianças. Muitas adoecem pela falta de serviços públicos na Isaura Pinho. A prefeitura parece que não conhece o lugar. Carros e motos ficam no início da travessa e quando se precisa de atendimento médico móvel ou da polícia, é um sufoco.

Moradores disseram que o prefeito José Nilton Azevedo (DEM) esteve por lá há três meses. Atencioso, ouviu as queixas da comunidade e prometeu que tudo estaria resolvido em uma semana. Iria, pelo menos, mandar limpar a rua.

Até hooooooje, nada!

ELAS NÃO SE ENTENDEM

Vários bairros de Itabuna estão enfrentando problema de falta d’água e mais uma vez por causa de “desentendimento” entre a Coelba e a Emasa.

Na quinta-feira, 09, a Empresa Municipal de Água e Saneamento desligou os equipamentos da captação no Rio do Braço para uma manutenção. A unidade ficou desativada até sexta-feira, dia 10, e no sábado, quando as bombas seriam religadas, a Coelba “colaborou” com a falta de energia elétrica.

O apagão na área onde fica a unidade de captação durou das 15 horas de sábado até praticamente o mesmo horário de domingo. Por isso muitos itabunenses começaram a semana tomando banho de caneca.

DINHEIRO É QUE NÃO FALTA

Do Política Etc:

Imagine a situação: uma casa está com grande vazamento de água e o proprietário, com o objetivo de resolver o problema, manda aumentar o abastecimento, sem fechar o rombo por onde o recurso é desperdiçado.

É mais ou menos o que o governo procura fazer, quando tenta criar um novo tributo num país como o Brasil, onde os rombos da corrupção continuam provocando megavazamentos de dinheiro público. Antes de estabelecer novo imposto, ou contribuição – como agora se pretende com a ressurreição da CPMF em nova roupagem – o correto e honesto seria combater a roubalheira.

O Brasil tem notoriamente uma das maiores cargas tributárias do mundo, combinada com serviços públicos vergonhosos. Por fora, a voracidade do estado. Por dentro, a fome dos larápios que infestam o poder público (federal, estadual e municipal).  Embaixo, um povo assaltado.

Dizem que a Contribuição Social para a Saúde (CSS), sucessora da CPMF, é absolutamente necessária para pagar as contas do SUS. Quem conviveu com a CPMF deve se lembrar que o dinheiro desta contribuição, criada para reforçar o caixa da saúde, serviu bem pouco ao seu objetivo. E certamente, como parte da arrecadação do Estado, serviu muito a objetivos inconfessáveis.

Cabe uma pergunta: faltam recursos para a saúde no Brasil ou o setor é mais uma vítima da corrupção e ineficiência do poder público?

Um “baianim” amigo deste blogueiro passava temporada numa cidade do interior de Santa Catarina, quando teve um problema de saúde e acabou num pronto-socorro. Atendimento da melhor qualidade, diagnóstico de labiritinte, exames agendados para o laboratório mais próximo do endereço onde o paciente estava hospedado… Alguns dias depois, aparece uma pessoa à procura do baiano na recepção do hotel: era uma assistente social do município, querendo saber se ele havia feito todos os exames, se estava tomando os medicamentos, como estava de saúde etc.

Pense em algo do tipo numa cidade como Itabuna, onde a incúria administrativa se junta a vícios dos mais nocivos e sabota qualquer possibilidade de um serviço de saúde de qualidade. Os recursos que chegam são os mesmos, mas a cultura de não levar a coisa pública a sério é o grande problema.

Mas todos os problemas se acabaram: para salvação geral, vem aí mais um tributo.

A IMPERIOSA NECESSIDADE DE UMA REVISÃO TERRITORIAL

Adylson Machado | adylsonmachado@hotmail.com

A propósito da postagem (Favorecimento à Rota? ), cabe registrar a imperiosa necessidade de uma revisão territorial envolvendo municípios baianos que a exijam. É o caso de Itabuna/Ilhéus, Salvador/Lauro de Freitas, Itororó/Itapetinga/Itambé, os que me vêm de imediato.

Evidente que os interesses políticos que nortearam as emancipações, em seu tempo, não corresponderam à realidade quanto ao estabelecimento dos limites entre os municípios. No caso específico de Itabuna, parecem traduzir a realidade centenária, quando a fixação dos limites não atentou para a expansão grapiúna que fatalmente ocorreria.

A iniciativa do órgão estadual se encontra sustentada na legislação, que veda o transporte intermunicipal por quem não tenha autorização legal para fazê-lo. O que significa dizer que ao ultrapassarmos o primeiro quilômetro da Rodovia Jorge Amado, assim que deixamos a cidade em busca do litoral ilheense, já nos encontramos efetivamente no município de Ilhéus e não no de Itabuna, em que pese a realidade imediata, em todas as suas dimensões (comerciais, históricas, sociais, prestação de serviços públicos como água e coleta de lixo etc.) nos remeterem ao município de Itabuna.

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LAVAGEM MENSAL

Comerciantes e moradores dos arredores do Beco do Fuxico estavam cansados de pedir à prefeitura de Itabuna a manutenção da iluminação pública e a limpeza das bocas-de-lobo. Reclamavam da escuridão e que, quando chovia, era um alagamento só.

Os serviços finalmente foram executados pela prefeitura, mas engana-se quem pensa que tenha sido em atenção aos pedidos. Ocorreu porque, ao final da tarde de hoje e se a chuva deixar, aquele trecho do centro da cidade dará espaço à muvuca da “Lavagem do Beco do Fuxico”, festa puxada por blocos tradicionais de Itabuna.

Há quem defenda uma “Lavagem” por mês pra que tudo fique, como diria Dona Milu, nos trinques.






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