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:: ‘Sílvio Santos’

PAULO HENRIQUE AMORIM, SÍLVIO SANTOS, ROBERTO MARINHO E ADOLPHO BLOCH

marivalguedesMarival Guedes | marivalguedes@gmail.com

 

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

 

O jornalista Paulo Henrique Amorim deu um show de conhecimento, ironia e criatividade no lançamento do seu novo livro, O Quarto Poder – Uma Outra História

Com maestria, relatou acontecimentos. Alguns estão no livro, escolhi dois, independente do grau de importância em relação aos outros.

Quando Brizola se elegeu governador, construiu o sambódromo e decidiu escolher a emissora que faria a cobertura do carnaval por meio de licitação. Boni, diretor da Globo, num vacilo, não participou e a Manchete ganhou a exclusividade.

Roberto Marinho ficou retado com Brizola e com Boni e com o dono da Manchete, Adolpho Bloch. Tentando reduzir os danos, telefonou para Bloch, com o objetivo de propor um pool para a transmissão. Mas não era atendido. Bloch mandava dizer que não estava.

Anos depois, a Manchete “quebrou”. Adolpho Bloch foi à Globo pedir ajuda. Esperou duas horas e, quando atendido, foi logo adiantando:

– Roberto, a Manchete faliu e só você pode me salvar.

– Adolpho, há dez anos estou esperando você retornar aqueles telefonemas. Passar bem.

E Bloch foi conduzido para a saída pela secretária de Roberto Marinho.

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

– Paulo Henrique, estou aqui na sala do Silvio. Estou dizendo a ele que você topa vir pra cá. Você toparia?

– Claro Hebe, estou desempregado. A vida é dura.

-Viu Silvio, ele topa! Fala com ele, Silvio.

Silvio pega telefone:

– Olá, Paulo Henrique, eu gosto muito do seu trabalho. Muito mesmo. Mas eu gosto do seu trabalho na televisão dos outros.

Caso semelhante aconteceu no jornal A Tarde na década de 80. Os jornalistas Benedito Simões, Marcos Luedy e Luiz Guilherme Tavares faziam free-lance. Em função da qualidade, o chefe de redação sugeriu a contratação do trio.

O diretor Jorge Calmon, “direitista até a medula”, foi curto e sincero com eles:

– Aqui vocês jamais serão contratados.

Marival Guedes é jornalista e escreve crônicas aos domingos no Pimenta.

SÍLVIO SANTOS ILHEENSE É CASE DO SEBRAE

"Sílvio" formalizou negócio e tem agenda lotada (Foto Maurício Maron).

“Sílvio” formalizou negócio e tem agenda lotada (Foto Maurício Maron).

Agência Sebrae

Um paletó alinhado, o microfone sobre a gravata, uma peruca, um palco e muita inspiração na hora de imitar um dos maiores ícones da comunicação brasileira. O que começou como diversão de infância tornou-se um bom negócio para Emerson Marques, agora com 39 anos, cover do apresentador de televisão Sílvio Santos.

– A imitação sempre foi uma vocação natural que eu tive, até que, um dia, conheci profissionais lucrando com a brincadeira e resolvi criar o meu personagem cover também. Fui treinando em casa, no carro e, com o tempo, comecei a usar em eventos.

O Silvio Santos de Ilhéus destaca que, com o passar do tempo, a procura por seu trabalho foi aumentando, especialmente por grandes empresas, e ele começou a sentir a necessidade de regularizar sua atividade.

Em maio deste ano, procurou o Balcão do Empreendedor em Ilhéus, no sul do estado, para se tornar Microempreendedor Individual (MEI). Foi por lá que Emerson começou a organizar todo o aspecto burocrático para a prestação de sua atividade, afinal, existe uma enorme diferença entre a condição financeira do “Homem do Baú” de verdade e o seu imitador.

“A orientação do Balcão do Empreendedor foi importante para que eu assegurasse alguns direitos trabalhistas como INSS, seguro de saúde, aposentadoria por invalidez, além de facilidades de obtenção de créditos”, pontua.

Agora formalizado como MEI, ele paga uma taxa de R$ 39 (R$ 33,90 de INSS e R$ 5 de ISS) mensais para assegurar todos os benefícios. Desde que profissionalizou o seu talento, Emerson Marques tem se apresentado em festas, feiras e convenções, para diversos públicos pelo interior da Bahia e nos Estados do Paraná, São Paulo, Sergipe, Mato Grosso e Santa Catarina.

A sua mais recente apresentação foi para os conterrâneos, no Centro de Convenções de Ilhéus. Ele foi uma das atrações na apresentação da Campanha de Natal deste ano, e saiu do palco bastante aplaudido pelas “colegas de trabalho” que estavam na plateia.

MILITARES QUEREM CENSURAR NOVELA

A censura no Brasil foi fulminada com o regime militar, mas alguns fardados parecem não se lembrar disso. Segundo o site Adnews, um grupo de milicos não está gostando da novela “Amor e Revolução”, a mais nova tentativa do canal SBT, de Sílvio Santos, na área da teledramaturgia. A novela, segundo o autor Tiago Santiago, mostra “o lado terrível da ditadura e o lado lindo e romântico dos anos 60”.

O primeiro “lado” atingiu em cheio os brios da caserna, que está reagindo. Militares já promovem um abaixo-assinado, exigindo que a atração seja derrubada.

Mais curiosa é a tese levantada nos quartéis. Segundo a versão dos que defendem o fim de “Amor e Revolução”, a novela seria fruto de um acordo entre o empresário Sílvio Santos e o Governo Federal. O objetivo seria sanear o Banco Panamericano.

Se bobear, a história dos militares acaba dando outra novela…

MORRE LOMBARDI, DO SBT, AOS 69 ANOS

O locutor Lombardi, do SBT, morreu na manhã desta quarta-feira em sua casa, em Santo André, na Grande São Paulo. Luiz Lombardi Neto tinha 69 anos e era o locutor oficial de Silvio Santos há pelo menos 40 anos.

Em nota, a emissora informou que ele foi encontrado morto pela mulher, Eni Lombardi, por volta das 8h. Ao tentar acordá-lo, encontrou-o sem vida. Ele teria sofrido um infarto enquanto dormia em sua casa em Santo André, na região do ABC paulista.

Lombardi começou a trabalhar com Silvio Santos em 1965, e acompanhou o apresentador desde então. “Logo no primeiro contato, Silvio Santos chegou para mim e falou: ‘Lombardi, vou fazer de você o locutor mais famoso do Brasil’. Na época, ele estava na TV Paulista, que era a Globo em São Paulo”, lembrou Lombardi, em depoimento publicado em seu site e reproduzido abaixo.

Com informações do Globo.






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