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:: ‘Sindicato dos Comérciários de Itabuna’

SINDICATO DENUNCIA A PADIM

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna denunciou a Casa Padim por suposto assédio moral contra integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). A empresa é processadora de alimentos.

- Já temos duas homologações de cipeiros da Padim na mesa de homologação do sindicato. Esta é uma forma truculenta de intimidar os representantes dos trabalhadores e enfraquecer a organização da categoria – diz o presidente do sindicato, Gilson Araújo.

Ontem, dirigentes do sindicato fizeram protesto em frente à sede da empresa, em Ferradas.

 

JUSTIÇA CONDENA CESTA DO POVO A PAGAR INDENIZAÇÃO A FUNCIONÁRIOS EM ITABUNA

Trabalhadores recebem indenização do período César Borges e Paulo Souto (Foto Divulgação).

Trabalhadores recebem indenização do período César Borges e Paulo Souto (Foto Divulgação).

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna pagou, ontem à noite (16/6), indenizações a 13 funcionários da Ebal (Empresa Baiana de Alimentos/Cesta do Povo). As indenizações são referentes a acordos salariais definidos em convenções coletivas dos trabalhadores em supermercados e que foram desrespeitadas pela Ebal no período dos governos de César Borges e Paulo Souto.

Segundo o presidente do sindicato, Gilson Araújo, a Cesta do Povo se recusava a pagar os direitos e percentuais de reajuste definidos em convenções coletivas para trabalhadores em supermercados do município sul-baiano.

A recusa a pagar os índices definidos em acordo em Itabuna ocorreu de 1997 ao início de 2007. “O sindicato acionou a Cesta do Povo e a Justiça deu ganhou de casa aos trabalhadores”, diz Gilson. Quando Jaques Wagner assumiu o governo, a Ebal passou a respeitar os acordos, segundo afirmou ao PIMENTA.

O entendimento dos dirigentes da Ebal e dos governos anteriores era o de que o reajuste aos funcionários deveria ser de acordo com o estabelecido em Salvador, onde estava a sede da empresa. “Não era esse o entendimento nosso nem da justiça”, comemora Gilson Araújo.

De acordo com o sindicalista, a entidade ingressou com a ação coletiva há cinco anos. “Em nenhum momento desistimos de lutar por mais este direito dos trabalhadores”.

FORRÓ COMEMORA OS 67 ANOS DO SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS

A edição de 2013 do Forró dos Comerciários deste ano vai comemorar os 67 anos de fundação do Sindicato dos Comerciários de Itabuna. A festa será realizada neste sábado (8). O arrasta-pé será animado pelas bandas Zabumbahia, Madame Buchada e Minha Banda.

O evento começa às 13h, no Recanto dos Comerciários, no Bairro Conceição. O forró é dos mais tradicionais de Itabuna e entra na “maioridade” em 2013 ao completar 18 anos. A primeira edição ocorreu em 1995. Os convites para a festa estão disponíveis na sede do Sindicato, na Avenida do Cinquentenário.

COMERCIÁRIOS: 80% DAS LOJAS EM ITABUNA NÃO ABREM DIA 31

Os dirigentes do Sindicato dos Comerciários de Itabuna afirmam ter em mãos acordos bilaterais com 80% do patronato local para que as lojas abram em horário especial no sábado, 29 (das 9h às 18h) e, assim, compensem a folga da segunda-feira, dia 31.

Segundo o presidente do sindicato, Gilson Costa, a folga não constava na convenção coletiva de trabalho, assinada no último dia 7, levando-os a defender o mecanismo bilateral. A grande adesão dos lojistas ao acordo, no entendimento dos comerciários, se deve à perspectiva de vendas baixas no último dia do ano, quando os bancos não funcionarão.

“A abertura [na segunda-feira] só representará desgaste e prejuízo financeiro”, afirma Gilson. Os empregados fazem esforço para que a adesão ao acordo bilateral aumente ainda mais e, para isso, disponibiliza cópia do acordo na sede do sindicato, na Avenida do Cinquentenário, centro.

SINDICOM

Enquanto os comerciários fazem campanha para que o comércio não abra na próxima segunda, o sindicato patronal (Sindicom) divulgou nota conclamando para que o comércio abra as portas no dia 31, das 8h às 18h. As lojas do Shopping Jequitibá funcionarão das 9h às 17h.

PUGILISMO NA CINQUENTENÁRIO

Comerciários protestam em frente à loja (Foto Divulgação).

Dirigentes do Sindicato dos Comerciários de Itabuna acusam o gerente e o caixa da Parceria Calçados, na avenida do Cinquentenário, de agredi-los a socos e pontapés nesta manhã de quinta (8). A confusão teria começado quando os comerciários entregavam uma cartilha com a íntegra da Lei Maria da Penha às funcionárias da Parceria.

O gerente da loja, segundo os comerciários, não gostou e recolheu as cartilhas das mãos das funcionárias do estabelecimento. Os sindicalistas protestaram contra a atitude. O caixa, de prenome Felipe – filho do dono da loja, discutiu com os sindicalistas e desferiu socos e pontapés nos sindicalistas, segundo as vítimas. Os agredidos prestaram queixa no Complexo Policial. Há quatro meses, o dono da loja, de prenome Gerson, foi denunciado por ameaça de morte aos sindicalistas.

José Aloísio Pereira de Souza, gerente da loja, disse que não se envolveu nas agressões físicas. “O pessoal passou na porta da loja, entregando as cartilhas, falando da Lei. Tinha três vendedoras. Eles chegaram e entregaram a cartilha. Eu pedi que elas me entregassem e lessem [a cartilha] na hora do almoço ou do lanche”, diz o gerente. “Quando eles me viram pedir, disseram que eu estava tomando as cartilhas das meninas”.

O gerente afirma que as comerciárias não poderiam ler a cartilha na frente da loja, “pois estavam ali trabalhando, puxando cliente”. As agressões começaram quando, na versão de José Aloísio, o caixa Felipe foi para a frente do estabelecimento contestar o que os sindicalistas diziam ao microfone. “Estavam falando de mim. O menino do caixa foi lá fora, discutiu [com os comerciários]. O rapaz tá todo arranhado aqui”.

COMÉRCIO DE ITABUNA FUNCIONARÁ ATÉ AS 18H

O Sindicato do Comércio de Itabuna (Sindicom) distribuiu nota em que orienta os lojistas a trabalharem normalmente nesta segunda-feira (6), baixando as portas apenas às 18h, “a fim de fazer com que os trabalhadores cheguem às suas residências ainda com o dia claro pois estamos em horário de verão”. A nota é assinada pelo presidente da entidade, José Adauto Vieira, e o vice, Eduardo Carqueija Júnior.

Apesar de orientar o comércio a funcionar até as 18h, os dirigentes alertam para que todos “estejam atentos para qualquer movimentação anormal e que neste caso fechem seus estabelecimentos”.

Adauto e Carqueija Júnior observam, em nota, que há anos Itabuna vem convivendo com “crescente violência” e que “toda a agitação ocorrida na última quinta feira (2), demonstrou-se fruto de boataria irresponsável e inconsequente. Nenhum arrastão, nenhuma ocorrência grave envolvendo o comércio ou comerciários foi registrada”.

O Sindicom avalia como acertada a decisão de funcionamento “normal”, pois, afirmam os dirigentes, “não se registou nenhuma ocorrência envolvendo empresas ou trabalhadores”. Os dirigentes ainda alfinetam a diretoria do Sindicato dos Comerciários de Itabuna:

- A solicitação feita pelo sindicato dos comerciários de fechar o comércio mostrou-se infundada e leva-nos a uma reflexão: por que uma entidade apoia uma greve que coloca em risco os seus representados? É justo que os empresários, geradores de empregos e pagadores de tributos, tenham que arcar com os prejuízos? Como arcar com nossos compromissos financeiros, pagamento de salários inclusive, sem que as nossas empresas realizem suas operações?

Clique no “leia mais”, abaixo, e confira a íntegra da nota.

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GREVE DA PM: SINDICATO COBRA FECHAMENTO DO COMÉRCIO MAIS CEDO

A direção do Sindicato dos Comerciários de Itabuna está cobrando do sindicato patronal que as lojas fechem mais cedo devido à greve dos policiais militares. “Estamos preocupados com a exposição dos trabalhadores sem que haja nenhuma segurança nas ruas. Funcionar até as 18 horas é perigoso”, afirma o presidente do sindicato, Gilson Araújo.

O sindicalista diz que o sindicato patronal (Sindicom) deverá ser responsabilizado por qualquer ocorrência com comerciários. Segundo ele,  existe um clamor dos comerciários para que as lojas fechem mais cedo.

- O psicológico dos trabalhadores está no chão. E quem vai garantir que haverá transporte quando eles saírem do trabalho? – questiona o dirigente sindical.

O sindicalista criticou o fato de não ter recebido resposta por parte do sindicato patronal à proposta de fechar mais cedo. “Não houve retorno”.

SINDICOM DEFENDE FUNCIONAMENTO ATÉ AS 18H

José Adauto Vieira, do Sindicato do Comércio de Itabuna (Sindicom),  confirmou que houve contato dos representantes dos empregados, mas não considera necessário fechar as portas antes das 18h. “Nós estamos atentos e orientamos os lojistas a baixar as portas em qualquer ocorrência”.

Adauto disse que até agora não houve qualquer ocorrência no comércio e que já entrou em contato com a associação das empresas de ônibus. A direção da AETU garantiu que os ônibus circularão em horário normal.

Para ele, outro fator de tranquilidade é o fato de a Bahia estar no horário de verão, quando 18h ainda é dia. “Não se pode simplesmente fechar as portas e esperar acabar a greve. Nós estamos atentos [a toda movimentação]“, disse ele, acrescentando que o comércio enfrenta forte queda nas vendas desde ontem e fechar mais cedo “seria complicado”.

MORRE O SINDICALISTA AGENOR MEDEIROS

Agenor, de óculos, sendo cumprimentado pelo ex-prefeito Fernando Gomes.

Morreu nesta quinta-feira (24) o ex-presidente do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Agenor Medeiros, 96 anos. O corpo do sindicalista está sendo velado no SAF, ao lado do cemitério Campo Santo.

Medeiros foi dos primeiros presidentes do Sindicato dos Comerciários e esteve à frente da entidade num dos períodos mais duros para o movimento sindical, quando vigorava o Regime Militar.

O Sindicato dos Comerciários emitiu nota em que reconhece a contribuição de Agenor para o sindicalismo regional. “Sem dúvida, [Agenor] contribuiu de forma decisiva para que o sindicato se tornasse uma das principais entidades de classe do sul da Bahia. Neste momento de dor, nos colocamos ao lado dos familiares e amigos, transmitindo nosso sentimento de solidariedade”.

O enterro está marcado para as 16h30min, no cemitério Campo Santo, em Itabuna.


SINDICATO DENUNCIA REDE MEIRA

Os funcionários da rede de Supermercados Meira estariam sendo obrigados a assinar um acordo em que podem ser lesados em parte dos seus direitos trabahistas, segundo denuncia o presidente do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Jairo Araújo.

O Meira informou aos seus funcionários a mudança de razão social e só ficaria na nova empresa quem assinasse o acordo trabalhista. “Este processo não requer acordo. O natural e legal é que se demita e a nova razão social, caso queira, faça a contratação”.

Araújo ainda observa que os funcionários da empresa estão sendo obrigados a assinar o acordo. “O que a empresa está colocando para os funcionários é de que ou aceita o acordo ou não será contratado pela nova empresa”.

De acordo com Jairo, a situação tem deixado os empregados do Meira “inseguros, apreensivos”. A rede possui uma loja em Itabuna e cinco em Ilhéus.