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:: ‘Sintesi’

ACORDO ENCERRA GREVE EM MATERNIDADE

Trabalhadores retornam ao trabalho condicionando a pagamento até quarta (Foto Divulgação).

Trabalhadores retornam ao trabalho condicionando a pagamento até quarta (Foto Divulgação).

Um acordo entre direção e funcionários da Maternidade da Mãe Pobre, de Itabuna, encerrou greve iniciada na última segunda (18). Os diretores se comprometeram a quitar o salário de abril até a próxima quarta-feira (27).

A direção da maternidade informou que negocia com o município para receber adiantamento de contrato firmado com a Secretaria Estadual de Saúde.

Os funcionários voltam ao trabalho às 19 horas de hoje, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana. Os diretores da unidade hospitalar asseguraram não desconto de dias parados e estabilidade por, pelo menos, 90 dias.

POR 13º SALÁRIO, FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DECRETAM GREVE

Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.

Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, caso o décimo terceiro salário não seja depositado até o próximo dia 20. A decisão foi tomada em assembleia realizada ontem à noite (11), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).

A greve foi deflagrada, por unanimidade, pelos funcionários que compareceram à assembleia. A paralisação está prevista para começar no dia 22, segundo o presidente do Sintesi, Raimundo Santana.

CRISE FINANCEIRA E HOSPITAL FECHADO

Há uma semana, a direção da Santa Casa já havia informado que terá dificuldades para pagar o 13º salário diante da crise financeira. Na última sexta, foi comunicado o fechamento de um dos hospitais administrados pela Santa Casa, o São Lucas.

O provedor Almir Alexandrino acusa o município por uma dívida de R$ 11,5 milhões, acumulada desde novembro do ano passado. Naquele período, Itabuna retomou o Comando Único do SUS (Gestão Plena), passando a administrar, além da atenção básica, os serviços de alta e média complexidade.

ASSEMBLEIA DE FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA

santa casa itabunaOs funcionários da Santa Casa de Misericórdia participam de assembleia hoje (11), às 19h30min, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).

A pauta será as medidas que poderão ser executadas, caso a instituição não depositar, no dia 20, o décimo terceiro salário. O Sintesi fica na Duque de Caxias, 488, centro.

Na última sexta (5), o provedor da Santa Casa, Almir Alexandrino, adiantou que a instituição teria dificuldades para quitar o décimo terceiro dos funcionários.

PRESIDENTE DO SINTESI DIZ QUE VANE PRECISA DE CORAGEM PARA DEVOLVER GESTÃO PLENA

Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), disse que o prefeito Claudevane Leite precisa ter “coragem e atitude” para devolver a gestão da média e alta complexidade da saúde ao governo baiano. Quanto mais o prefeito adiar a tomada de decisão, reforça Santana, maior será o déficit financeiro.

A crise no SUS levou ao fechamento do Hospital São Judas e, dia 31, será suspenso atendimento a pacientes da rede pública no São Lucas, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

– O município não dará conta dessa dívida que, hoje, supera os R$ 18 milhões somente com a Santa Casa. Desde o início do ano já alertávamos para o quadro que se formava – observou Raimundo em entrevista ao PIMENTA.

Dos R$ 18 milhões da dívida com a Santa Casa, R$ 11,8 milhões são do período em que o município retomou a gestão plena, como observa o provedor da Santa Casa, Almir Alexandrino, em ofício ao prefeito Claudevane Leite e ao secretário da Saúde de Itabuna, Éric Ettinger, ex-provedor da instituição.

Um dos erros apontados pelo sindicalista e profissional em saúde é que o município negociou com o estado um teto financeiro de R$ 7.335.000,00. Enfrentando o Conselho Municipal de Saúde (CMS), o governo municipal ignorou observações dos membros da instância de controle social e negociou os termos do Comando Único com perda mensal superior a R$ 2 milhões. “A corda pode arrebentar do lado mais fraco, o da população e dos trabalhadores”, repete.

ESFACELAMENTO DA SAÚDE

Já em fevereiro, o presidente do Sintesi, em artigo no PIMENTA, observou a necessidade de um debate franco sobre os problemas oriundos do retorno da Plena.À época, disse Raimundo que o objetivo era evitar “o agravamento da situação, sob pena de assistirmos o esfacelamento da rede privada e filantrópica da prestação de serviços de saúde”.

A discussão não foi aprofundada nem os gestores municipais da Saúde deram a atenção necessária ao alerta. Somente neste segundo semestre, o município viu fechar as portas do único hospital psiquiátrico da região, o São Judas. Como noticiado mais cedo, o São Lucas suspenderá o atendimento a pacientes do SUS em 31 de dezembro.

O dirigente do Sintesi teme pelos efeitos da crise atual. Por enquanto, observa, a provedoria da Santa Casa não fala em demissões de funcionários com a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. De acordo com ele, o hospital mantém em torno de cem funcionários. O São Lucas manterá atendimento a pacientes de planos de saúde privados.

ETTINGER: MUNICÍPIO TENTA EVITAR QUE
HOSPITAL SUSPENDA ATENDIMENTO PELO SUS

ERICOfício com o quadro caótico da rede de média e alta complexidade em Itabuna foi enviado ao governador Jaques Wagner e ao secretário estadual de Saúde, Washington Couto, segundo o Éric Ettinger, titular da Pasta da Saúde no município.

Com o gesto, o município tenta evitar a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. O município quer que o governo baiano faça repasse mensal de R$ 802.872,00, além de R$ 15.275.527,96 retroativo a novembro do ano passado, quando Itabuna retomou o comando da média e alta complexidade após cinco anos.

“A liberação dos R$ 802 mil permitirá ao Município assegurar que o Hospital São Lucas mantenha os seus 77 leitos, o atendimento ao SUS funcionando”.

Ettinger crê que o “pagamento dos valores devidos ajudará, significativamente, na melhoria do atendimento de saúde aos itabunenses, o que é compromisso dos governos estadual municipal e um direito inquestionável da população”.

CRISE NA SAÚDE DE ITABUNA

Clínica suspende atendimento pelo SUS (Foto Adriana Oliveira/Pimenta).

Clínica suspende atendimento pelo SUS (Foto Adriana Oliveira/Pimenta).

A crise na saúde de Itabuna ganhou novos contornos nesta semana. A direção do Hospital São Judas anunciou o fechamento da unidade em 21 de setembro, caso perdure a situação da falta de novos recursos. O hospital suspendeu novas internações, está praticamente sem medicamento e alimentação e ainda não pagou o décimo terceiro salário do ano passado.

Pacientes não estão conseguindo atendimento em clínicas particulares conveniadas ao SUS, dentre elas a Cotef e a Anorf, ambas especializadas em ortopedia. Alegam redução das cotas por parte da Secretaria de Saúde de Itabuna. Por enquanto, não há posicionamento do titular da Pasta, o bioquímico Eric Ettinger.

A situação começa a preocupar dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). O quadro de crise instalado nos últimos meses põe em risco o emprego na rede de prestadores de serviços ao SUS, o que envolve hospitais, clínicas e laboratórios.

FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DE ITABUNA AMEAÇAM FAZER GREVE

Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).

Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).

Após dois meses de negociações salariais sem nenhum avanço, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna ameaçam entrar em greve na próxima semana.

Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), diz que os trabalhadores pedem 8% de reajuste. A Santa Casa comanda tem, aproximadamente, 1,8 mil funcionários. O reajuste deveria ter ocorrido em maio.

Até o mês passado, a provedoria da Santa Casa alegava não ter renovado contrato de pactuação com a Secretaria Municipal de Saúde, o que impossibilitava discutir reajuste salarial.  O contrato representa até R$ 5 milhões de receita para a instituição.

A alegação é a mesma, diz Raimundo Santana, mesmo com a mudança de provedor. Eric Ettinger saiu para assumir a Pasta da Saúde e o médico Almir Alexandrino foi colocado em seu lugar. Ao invés de avançar, as negociações voltaram à estaca zero, conforme o dirigente sindical.

Uma assembleia está marcada para terça (15), às 19h20min, no auditório do Sintesi, na Duque de Caxias. Antes, os funcionários voltam a conversar com a provedoria na próxima segunda.

DÍVIDA DO MUNICÍPIO AFETA SANTA CASA. FUNCIONÁRIOS AMEAÇAM COM PARALISAÇÃO

Trabalhadores da Santa Casa votam por protesto se salário não sair.

Trabalhadores da Santa Casa votam por protesto se salário não sair.

A dívida da prefeitura de Itabuna com a Santa Casa de Misericórdia começa a afetar, no bolso, os trabalhadores da entidade filantrópica. Sem receber em dia, os funcionários decidiram realizar manifestação na próxima quarta (9), se o salário de março não for pago até lá.

A manifestação está programada para as 13h30min da quarta. A decisão dos funcionários foi tomada em assembleia realizada no Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), ontem à noite.

O entendimento dos funcionários da Santa Casa é que a dívida não pode recair sobre eles, pois o empregador não é o gestor público. A direção do Sintesi diz atuar para que instituição e prefeitura cheguem a um acordo. Há ameaça de paralisação.

“HERALDO FOI MILITANTE DAS CAUSAS SOCIAIS”

Heraldo Almeida1

Heraldo ao lado da imagem do Papa e mensagem de Francisco à Renovação Carismática.

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi) emitiu nota na qual lembra a história de lutas de Heraldo Cassimiro de Almeida, morto nesta quarta-feira (2), vítima de complicações cardiorrespiratórias. “Deixa um legado de lutas sociais”, cita a nota assinada pela direção do sindicato do qual Heraldo foi um dos dirigentes.

– Ele está entre os principais responsáveis pelas conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras da área de saúde em Itabuna. Os dirigentes do Sintesi lamentam a morte de Heraldo.

O técnico em enfermagem também foi diretor da Associação dos Funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna e participava ativamente dos movimentos da Igreja Católica em Itabuna, além de ser militante do PT.

O corpo de Heraldo está sendo velado no Santa Fé, ao lado do Cemitério Campo Santo, onde será enterrado nesta quinta (3), às 9 horas.

FUNCIONÁRIOS DO RÉGIS PACHECO ENTRAM NO 2º DIA DE GREVE

Greve entrou no segundo dia e expectativa é de que chegue ao fim na quinta (Foto Divulgação).

Greve entrou no segundo dia e expectativa é de que chegue ao fim na quinta (Foto Divulgação).

Cerca de setenta funcionários do Hospital Municipal Régis Pacheco, em Canavieiras, entraram nesta terça (3) no segundo dia de greve. Eles cobram revisão dos salários. A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) diz que os salários foram nivelados por baixo e todos ganham salário mínimo, desde recepcionista a profissional de enfermagem.

A greve ocorre após quatro meses de negociações com o prefeito Almir Melo, segundo Raimundo Santana, presidente do Sintesi. O sindicalista afirma que os funcionários ainda não tiveram resposta concreta do governo municipal. A expectativa é de que a paralisação chegue ao fim na próxima quinta (5), quando os dois lados sentam-se à mesa.

O prefeito culpa as gestões anteriores pela defasagem salarial dos funcionários do Régis Pacheco. Almir Melo diz que o achatamento ocorreu nos últimos dez anos. O gestor ainda acusa os funcionários de terem deflagrado greve sem comunicação prévia, o que, para ele, torna o movimento “abusivo” e “ilegal”.

Santana, do Sintesi, afirma que o município e o Ministério Público Estadual foram comunicados, previamente, da paralisação com antecedência de 15 dias.

GREVE NA MATERNIDADE ESTER GOMES

Os funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre) entrarão em greve na próxima quinta (20). A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta terça.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), João Evangelista, os funcionários da maternidade ainda não receberam maio, o que motivou a paralisação.

Também por atraso de salários, os 100 funcionários da Fundação Hospitalar de Camacan, no sul da Bahia, cruzaram os braços. A direção do hospital alega que está sem receber há dois meses da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).

Desde a última sexta (14), os funcionários do Hospital Psiquiátrico São Judas encontram-se em greve. Alegam atraso de salário de maio. Quanto ao São Judas, a Sesab já informou que os pagamentos estão ocorrendo dentro do período definido em contrato.

GREVE NO HOSPITAL SÃO JUDAS

Os funcionários do Hospital Psiquiátrico São Judas, em Itabuna, aprovaram início de greve por tempo indeterminado, a partir da próxima sexta (14). Eles reclamam pagamento do salário de maio.

A decisão foi tomada nesta manhã de quarta (12) em assembleia realizada no hospital, que possui cerca de 100 funcionários. A paralisação somente será suspensa se houver pagamento.

De acordo com João Evangelista, do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), os funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre) também podem cruzar os braços pelo mesmo motivo.

FUNCIONÁRIOS DA MATERNIDADE DA MÃE POBRE ENTRAM EM GREVE

Funcionários da Maternidade deflagram greve por tempo indeterminado.

Funcionários da Maternidade deflagram greve por tempo indeterminado.

Os funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre), em Itabuna, deflagraram greve no início desta manhã de quinta-feira, 2. A direção da maternidade atribuiu o atraso à Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).

Os funcionários da Ester Gomes estão sem receber os salários de fevereiro e março, prestes a completar três meses de atraso. A maternidade tem cerca de 70 funcionários, de acordo com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

“Os trabalhadores de saúde não podem ficar reféns dessa situação. Os administradores de hospitais precisam encontrar alternativas para colocar os salários em dias”, afirma João Evangelista, do Sintesi.

ALERTA NO SÃO JUDAS

Também com salário em atraso, os funcionários do hospital psiquiátrico São Judas entraram em greve. Os 100 trabalhadores estão sem receber o salário de março.

A paralisação foi suspensa momentos após, quando a direção do hospital informou que a Sesab efetuará, amanhã, 3, o repasse relativo ao  mês de março, quando os trabalhadores serão pagos.

PREFEITO AUTORIZA PAGAMENTO A REDE CONVENIADA DO SUS APÓS GREVE EM HOSPITAL

Jabes autorizou pagar um dos três meses em atraso.

Jabes autorizou pagar um dos três meses em atraso.

O acirramento da crise na rede de prestadores de serviço do SUS em Ilhéus levou o prefeito Jabes Ribeiro a autorizar o pagamento mesmo aos credores que não conseguiram comprovar regularidade fiscal. De acordo com a assessoria do prefeito, até o momento o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) não respondeu a consulta formulada sobre a possibilidade de pagar a prestadores que não conseguiram comprovar regularidade fiscal.

Um acordo com a participação do Ministério Público estadual já autorizava o município a pagar as faturas de dezembro, janeiro e fevereiro aos prestadores de serviço. Mas, hoje, o prefeito optou por autorizar o pagamento apenas de dezembro. Jabes viajou a Brasília, hoje. Ele deve retornar na quinta, 21, quando desembarca em Salvador e disse que vai ao TCM para agilizar resposta à consulta feita no início do mês.

A crise na saúde se acirrou neste mês e, como informou mais cedo este blog, pelo menos um dos hospitais suspendeu atendimento. Os 100 funcionários do Hospital Coci estão sem receber salário e deflagraram greve. Apenas o Hospital Geral Luiz Viana Filho, que é público, está atendendo pacientes do SUS no município (confira mais aqui).

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana, afirmou que o município dispõe de recursos para quitar os três meses em atraso. Para ele, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado no MP já permitia à prefeitura quitar as pendências sem sofrer sanções já que os prestadores de serviço não têm como regularizar dívidas se o município compromete as receitas de hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios.

CRISE NA SAÚDE DE ILHÉUS PERSISTE

Sem salários, Trabalhadores do Hospital Coci deflagram greve (Divulgação)

Sem salários, Trabalhadores do Hospital Coci deflagram greve (Divulgação)

Persiste a crise no atendimento a usuários do SUS em Ilhéus. Sem receber há três meses, os prestadores de serviço não sabem mais a quem recorrer para manter serviços e pagar funcionários. Apenas o Hospital Geral Luiz Viana Filho, que é público, está atendendo pacientes pelo SUS, segundo levantamento do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

Ontem, trabalhadores do Hospital Coci entraram em greve por tempo indeterminado por falta de pagamento de salário. “Até agora não pagaram nada dos valores acordados em um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] firmado no Ministério Público estadual”, afirma o presidente do Sintesi, Raimundo Santana. “Os hospitais estão desabastecidos e os funcionários indo para três meses de salário em atraso”, completa.

O município alega dificuldades em pagar aos fornecedores por falta de certidão negativa de débito e a necessidade de autorização do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) para quitar a dívida com estes credores sem multa.

PARALISAÇÃO NA SAÚDE EM BUERAREMA

dinheiroOs servidores da Saúde em Buerarema vão parar por 24 horas nesta segunda-feira, 11, em protesto para receber os salários atrasados de novembro e dezembro. Segundo João Evangelista, coordenador de organização do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), a parada foi decidida há uma semana.

Além da cobrança dos atrasados, os servidores reclamam que a nova gestão suspendeu as gratificações salariais. Segundo Evangelista, o prefeito José Agnaldo Barreto, Guima, ainda “não apresentou proposição para o reajuste dos pisos salariais de profissionais da saúde”.

A paralisação de 24 horas poderá se transformar em greve se o governo não abrir negociação com os servidores, de acordo com o dirigente sindical.

Líder do Governo na Câmara, o vereador Elio Almeida disse que o prefeito está impossibilitado de pagar os atrasados de novembro e dezembro por que o ex-prefeito Mardes Monteiro ainda não apresentou as informações contábeis, incluindo os restos a pagar.

90% DOS FUNCIONÁRIOS DO HOSPITAL SÃO JOSÉ ADEREM À GREVE, DIZ SINDICATO

Comando de greve calcula que a adesão ao movimento é de 90% dos funcionários.

Os funcionários do Hospital São José, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, deflagaram greve nesta terça-feira, 14. O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana, afirma que a adesão ao movimento é de 90%. Os trabalhadores cruzaram os braços após reivindicar pagamento de salários atrasados.

Durante a greve, 30% dos trabalhadores ficarão na ativa para atendimento aos pacientes internados e casos de urgência e emergência, conforme estipula a legislação. A direção da Santa Casa de Misericórdia ainda não se pronunciou. A greve também afeta o atendimento na única maternidade pública de Ilhéus.

O dirigente do Sintesi afirma que a greve foi o único recurso para levar a provedoria da Santa Casa a negociar o pagamento de salários atrasados. Raimundo Santana afirma que a instituição vem descumprindo acordos feitos até na Justiça do Trabalho. O PIMENTA não conseguiu manter contato com a direção do Hospital São José.