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:: ‘Sintesi’

ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA ADEREM À GREVE GERAL

Santa Casa de Itabuna emprega cerca de 1,8 mil funcionários (Foto Pimenta).

Santa Casa de Itabuna emprega cerca de 1,8 mil funcionários (Foto Pimenta).

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram, durante assembleia, aderir à greve geral, programada para a próxima sexta (28). A Santa Casa mantém os hospitais Calixto Midlej Filho, São Lucas e Manoel Novaes. São cerca de 1,8 mil funcionários na instituição filantrópica itabunense.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, a paralisação, no entanto, será de duas horas, das 7h às 9h, para não afetar os serviços prestados nos três hospitais. Ainda segundo Raimundo, a provedoria da Santa Casa foi comunicada, oficialmente, da decisão.

GREVE NO ABRIGO SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Assembleia definiu por greve no Abrigo São Francisco.

Assembleia definiu por greve no Abrigo São Francisco.

Funcionários do Abrigo São Francisco de Assis decidiram, ontem (10) à noite, durante assembleia, entrar em greve por tempo indeterminado, a partir da próxima segunda (17). Queixam-se de redução de até 30% nos salários.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), o abrigo tem 33 funcionários e cuida de uma média de 80 idosos. Entre os funcionários, estão técnicos em enfermagem, higienização, copa, cozinha, manutenção e porteiros.

Presidido por Maria de Lourdes Andrade, o abrigo nunca enfrentou greve. A retirada de direitos econômicos do trabalhador, segundo a direção do Sintesi, começou após a chegada de uma assessoria para a presidência do abrigo. Após a retirada do repasse sindical, “atendendo as orientações da sua assessoria reduziu os salários dos funcionários, cortando os adicionais econômicos previstos na convenção coletiva de trabalho”.

Solisvaldo Francisco, funcionário do Abrigo e coordenador da secretaria de formação do Sintesi, disse esperar que a presidente do Abrigo reveja sua posição antes do dia 17. Caso contrário, afirmou, a greve será mantida. “Nenhum trabalhador tolerar redução de salário”, completou.

GREVE PROVOCA SUSPENSÃO DE CIRURGIAS EM HOSPITAIS DA SANTA CASA DE ITABUNA

Ettinger Júnior: pagamento depende do município.

Ettinger Júnior: pagamento depende do município.

A greve dos funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna provocou a suspensão de cirurgias eletivas e cardíacas, de acordo com nota emitida pela provedoria da instituição. A paralisação foi iniciada nesta terça (14), afetando, também, os atendimentos de emergência, já que cerca de 30% dos 1,8 mil funcionários estão trabalhando.

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) diz que a reação dos funcionários é contra o constante atraso de salário. Hoje, reivindicam o pagamento relativo a janeiro.

O provedor Eric Ettinger Júnior sinaliza com pagamento “para os próximos dias”. A quitação de salário, reforça, ocorrerá “imediatamente após o Fundo Municipal de Saúde realizar o repasse do recurso à Santa Casa”.

Ettinger Júnior, ainda em nota, ressalta a “postura compreensiva dos funcionários”, mantendo a “ordem nas três Unidades Hospitalares [Manoel Novaes, Calixto Midlej Filho e São Lucas]”. Confira, abaixo, nota de esclarecimento da Santa Casa.

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FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DE ITABUNA AMEAÇAM ENTRAR EM GREVE

Santa Casa mantém três hospitais, dentre eles o Calixto Midlej Filho (Foto Pimenta).

Santa Casa mantém três hospitais, dentre eles o Calixto Midlej Filho (Foto Pimenta).

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna anunciaram greve, caso o décimo terceiro salário não seja pago até a próxima sexta (23). Na última sexta (16), houve assembleia para deliberar sobre a greve.

A Santa Casa é mantenedora pelos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas e possui cerca de 1,8 mil funcionários. De acordo com o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, os funcionários decidiram “não aceitar mais atrasos e deflagaram a greve”.

A folha de pagamento da Santa Casa ultrapassa os R$ 3 milhões. Houve atraso no repasse de recursos do SUS por parte do Fundo Nacional de Saúde para o fundo municipal. Por isso, segundo a instituição informou ao sindicato, o empréstimo obtido para quitar o 13º salário foi usado no pagamento de novembro.

“A direção [da Santa Casa] sabe que os funcionários programam o décimo [terceiro] para o pagamento de contas e as festas de final de ano. Portanto, deveriam pensar [no pagamento do] décimo já no início de cada ano”, afirma Raimundo Santana.

O pagamento do benefício natalino deverá ocorrer, conforme compromisso da Santa Casa, assim que houver o repasse por parte do SUS.

SINDICALISTA COBRA VACINA CONTRA GRIPE PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE

Santana cobra vacina para profissionais da saúde.

Santana cobra vacina para profissionais da saúde.

Os trabalhadores da área de saúde em Itabuna estão cobrando, do município, prioridade para vacinação contra a gripe H1N1. Raimundo Santana, presidente do Sintesi, disse a este blog que enviará ofício ao secretário de Saúde, Paulo Bicalho, para reforçar o apelo. O município recebeu duas cargas de vacina contra a gripe, mas o estoque zerou rapidamente.

“Os profissionais acabam se expondo ao risco de contrair o vírus, porque não estão imunizados e, conforme o Ministério da Saúde, os trabalhadores estão no grupo dos que são prioridade para serem vacinados”, ressalta Raimundo Santana.

Segundo o sindicalista, a preocupação é ainda maior entre funcionários de hospitais. “Hoje, tivemos a informação de que uma pessoa morreu com suspeita de H1N1 no Hospital de Base”, completa.

GREVE NA SANTA CASA

Santa Casa de Itabuna pode ter greve de funcionários.

Santa Casa de Itabuna pode ter greve de funcionários.

O cenário complicado da saúde de Itabuna, agravo pelo surto epidêmico de doenças causadas pelo Aedes aegypti, pode ganhar contornos ainda mais preocupantes. Ontem (11), funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve.

A paralisação é prometida para a terça (16) como resposta aos atrasos salariais, segundo a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). A Santa Casa possui cerca de 1,8 mil funcionários e mantém os hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas, este último uma das referências para pacientes vítimas do Aedes aegypti.

A promessa dos trabalhadores é manter número (reduzido) de trabalhadores para assistência a pacientes internados e atendimentos de emergência.

FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA ENTRAM EM GREVE NA SEGUNDA; MUNICÍPIO É DENUNCIADO

Santana: denúncia contra o município.

Santana denuncia município.

Durante assembleia realizada ontem (21) à noite, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve na próxima segunda (25). A paralisação afetará o atendimento nos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas.

A instituição ainda não pagou o salário de dezembro dos mais de 1,7 mil funcionários. O atraso está relacionado ao não pagamento de dezembro por parte da Secretaria de Saúde de Itabuna.

MUNICÍPIO DENUNCIADO

Ontem, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) denunciou o município por ter recebido, do Ministério da Saúde, R$ 8 milhões – sendo R$ 2 milhões antecipados ainda em dezembro, mas ter atrasado o pagamento aos fornecedores da alta e média complexidade.

– Os prestadores de serviços esperavam que o pagamento das faturas também fosse antecipado. Entretanto, isso não ocorreu. Dia 15 de janeiro chegou mais R$ 6 milhões, completando o repasse dos serviços da média e alta complexidade, e apenas alguns valores pré-fixados foram pagos para as instituições – afirma Raimundo Santana, presidente do Sintesi.

Santana desconfia que parte do dinheiro tenha sido usado “indevidamente” pelo município. “Há prestadores sem receber, essa situação cria transtornos porque os trabalhadores não recebem salários e fornecedores não são pagos”.

No último final de semana, o secretário de Saúde de Itabuna, Paulo Bicalho, disse que a Pasta aguardava a sanção do orçamento de 2016 – o que ocorreu no último dia 20 – para iniciar o processo de pagamento aos fornecedores. O quadro demonstrativo de despesas do orçamento deste ano teria sido enviado com atraso da Câmara para a prefeitura.

SESAB PREJUDICA DEMITIDOS DE HOSPITAL DE PORTO SEGURO

Continua o impasse envolvendo funcionários do Hospital Luís Eduardo Magalhães, de Porto Seguro, e que foram demitidos pela Monte Tabor. A empresa ainda não pagou a rescisão dos trabalhadores e alega que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) não repassou os R$ 10 milhões previstos em contrato. De acordo com a Monte Tabor, não há como quitar as rescisões sem o repasse devido pelo governo baiano.

A Sesab não enviou representantes para a audiência de mediação, promovida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Eunápolis. De acordo com João Evangelista dos Santos, da secretaria de Imprensa do Sintesi (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região), as rescisões estão sendo homologadas para permitir aos demitidos o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e encaminhamento para seguro desemprego.

“Quanto às parcelas rescisórias, serão reclamadas judicialmente pelo sindicato”, informa João. O contrato com a Monte Tabor envolvia 500 funcionários no Luís Eduardo Magalhães. Com a ausência da Sesab, todos estão sendo prejudicados.

MONTE TABOR NÃO PAGA RESCISÕES DE DEMITIDOS DE HOSPITAL EM PORTO SEGURO

Após protestos por atrasos de salário, funcionários enfrentam mais problemas com a Monte Tabor (Foto Sintesi).

Após protestos por atrasos de salário, funcionários enfrentam mais problemas com a Monte Tabor (Foto Sintesi).

A empresa Monte Tabor ainda não homologou as rescisões de 500 funcionários demitidos do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, gerando clima de apreensão. A empresa teve contrato rescindido com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) e deveria homologar as rescisões dos funcionários em 4 de setembro, o que não ocorreu até o momento.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana, afirma que a entidade “acompanha com muita preocupação” a situação dos trabalhadores demitidos. A Monte Tabor mantinha contrato com a Sesab para administrar o hospital de Porto Seguro. O contrato foi encerrado em 31 de agosto.

A empresa informou ao sindicato, segundo Raimundo, que ainda não há data para efetivar as homologações e pagar as verbas rescisórias. Conforme a empresa, o pagamento “dependeria de repasses de recursos pelo Estado da Bahia, o que não foi feito” e não há previsão de quando deverá ocorrer. Os recursos, de acordo com alegação da empresa, estariam previstos em contrato.

MEDIAÇÃO DO MPT

O Sintesi buscou mediação do Ministério Público do Trabalho para que a Monte Tabor e o Estado resolvam a situação. Ainda segundo Raimundo, não é descartada uma ação coletiva para assegurar o pagamento das rescisões dos trabalhadores.

Os atingidos pela rescisão de contrato entre Sesab e Monte Tabor farão assembleia, na segunda (21), para definir cronograma de mobilizações e até decidir sobre ação judicial coletiva.

ACORDO ENCERRA GREVE EM MATERNIDADE

Trabalhadores retornam ao trabalho condicionando a pagamento até quarta (Foto Divulgação).

Trabalhadores retornam ao trabalho condicionando a pagamento até quarta (Foto Divulgação).

Um acordo entre direção e funcionários da Maternidade da Mãe Pobre, de Itabuna, encerrou greve iniciada na última segunda (18). Os diretores se comprometeram a quitar o salário de abril até a próxima quarta-feira (27).

A direção da maternidade informou que negocia com o município para receber adiantamento de contrato firmado com a Secretaria Estadual de Saúde.

Os funcionários voltam ao trabalho às 19 horas de hoje, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana. Os diretores da unidade hospitalar asseguraram não desconto de dias parados e estabilidade por, pelo menos, 90 dias.

POR 13º SALÁRIO, FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DECRETAM GREVE

Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.

Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, caso o décimo terceiro salário não seja depositado até o próximo dia 20. A decisão foi tomada em assembleia realizada ontem à noite (11), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).

A greve foi deflagrada, por unanimidade, pelos funcionários que compareceram à assembleia. A paralisação está prevista para começar no dia 22, segundo o presidente do Sintesi, Raimundo Santana.

CRISE FINANCEIRA E HOSPITAL FECHADO

Há uma semana, a direção da Santa Casa já havia informado que terá dificuldades para pagar o 13º salário diante da crise financeira. Na última sexta, foi comunicado o fechamento de um dos hospitais administrados pela Santa Casa, o São Lucas.

O provedor Almir Alexandrino acusa o município por uma dívida de R$ 11,5 milhões, acumulada desde novembro do ano passado. Naquele período, Itabuna retomou o Comando Único do SUS (Gestão Plena), passando a administrar, além da atenção básica, os serviços de alta e média complexidade.

ASSEMBLEIA DE FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA

santa casa itabunaOs funcionários da Santa Casa de Misericórdia participam de assembleia hoje (11), às 19h30min, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).

A pauta será as medidas que poderão ser executadas, caso a instituição não depositar, no dia 20, o décimo terceiro salário. O Sintesi fica na Duque de Caxias, 488, centro.

Na última sexta (5), o provedor da Santa Casa, Almir Alexandrino, adiantou que a instituição teria dificuldades para quitar o décimo terceiro dos funcionários.

PRESIDENTE DO SINTESI DIZ QUE VANE PRECISA DE CORAGEM PARA DEVOLVER GESTÃO PLENA

Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), disse que o prefeito Claudevane Leite precisa ter “coragem e atitude” para devolver a gestão da média e alta complexidade da saúde ao governo baiano. Quanto mais o prefeito adiar a tomada de decisão, reforça Santana, maior será o déficit financeiro.

A crise no SUS levou ao fechamento do Hospital São Judas e, dia 31, será suspenso atendimento a pacientes da rede pública no São Lucas, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

– O município não dará conta dessa dívida que, hoje, supera os R$ 18 milhões somente com a Santa Casa. Desde o início do ano já alertávamos para o quadro que se formava – observou Raimundo em entrevista ao PIMENTA.

Dos R$ 18 milhões da dívida com a Santa Casa, R$ 11,8 milhões são do período em que o município retomou a gestão plena, como observa o provedor da Santa Casa, Almir Alexandrino, em ofício ao prefeito Claudevane Leite e ao secretário da Saúde de Itabuna, Éric Ettinger, ex-provedor da instituição.

Um dos erros apontados pelo sindicalista e profissional em saúde é que o município negociou com o estado um teto financeiro de R$ 7.335.000,00. Enfrentando o Conselho Municipal de Saúde (CMS), o governo municipal ignorou observações dos membros da instância de controle social e negociou os termos do Comando Único com perda mensal superior a R$ 2 milhões. “A corda pode arrebentar do lado mais fraco, o da população e dos trabalhadores”, repete.

ESFACELAMENTO DA SAÚDE

Já em fevereiro, o presidente do Sintesi, em artigo no PIMENTA, observou a necessidade de um debate franco sobre os problemas oriundos do retorno da Plena.À época, disse Raimundo que o objetivo era evitar “o agravamento da situação, sob pena de assistirmos o esfacelamento da rede privada e filantrópica da prestação de serviços de saúde”.

A discussão não foi aprofundada nem os gestores municipais da Saúde deram a atenção necessária ao alerta. Somente neste segundo semestre, o município viu fechar as portas do único hospital psiquiátrico da região, o São Judas. Como noticiado mais cedo, o São Lucas suspenderá o atendimento a pacientes do SUS em 31 de dezembro.

O dirigente do Sintesi teme pelos efeitos da crise atual. Por enquanto, observa, a provedoria da Santa Casa não fala em demissões de funcionários com a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. De acordo com ele, o hospital mantém em torno de cem funcionários. O São Lucas manterá atendimento a pacientes de planos de saúde privados.

ETTINGER: MUNICÍPIO TENTA EVITAR QUE
HOSPITAL SUSPENDA ATENDIMENTO PELO SUS

ERICOfício com o quadro caótico da rede de média e alta complexidade em Itabuna foi enviado ao governador Jaques Wagner e ao secretário estadual de Saúde, Washington Couto, segundo o Éric Ettinger, titular da Pasta da Saúde no município.

Com o gesto, o município tenta evitar a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. O município quer que o governo baiano faça repasse mensal de R$ 802.872,00, além de R$ 15.275.527,96 retroativo a novembro do ano passado, quando Itabuna retomou o comando da média e alta complexidade após cinco anos.

“A liberação dos R$ 802 mil permitirá ao Município assegurar que o Hospital São Lucas mantenha os seus 77 leitos, o atendimento ao SUS funcionando”.

Ettinger crê que o “pagamento dos valores devidos ajudará, significativamente, na melhoria do atendimento de saúde aos itabunenses, o que é compromisso dos governos estadual municipal e um direito inquestionável da população”.

CRISE NA SAÚDE DE ITABUNA

Clínica suspende atendimento pelo SUS (Foto Adriana Oliveira/Pimenta).

Clínica suspende atendimento pelo SUS (Foto Adriana Oliveira/Pimenta).

A crise na saúde de Itabuna ganhou novos contornos nesta semana. A direção do Hospital São Judas anunciou o fechamento da unidade em 21 de setembro, caso perdure a situação da falta de novos recursos. O hospital suspendeu novas internações, está praticamente sem medicamento e alimentação e ainda não pagou o décimo terceiro salário do ano passado.

Pacientes não estão conseguindo atendimento em clínicas particulares conveniadas ao SUS, dentre elas a Cotef e a Anorf, ambas especializadas em ortopedia. Alegam redução das cotas por parte da Secretaria de Saúde de Itabuna. Por enquanto, não há posicionamento do titular da Pasta, o bioquímico Eric Ettinger.

A situação começa a preocupar dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). O quadro de crise instalado nos últimos meses põe em risco o emprego na rede de prestadores de serviços ao SUS, o que envolve hospitais, clínicas e laboratórios.

FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DE ITABUNA AMEAÇAM FAZER GREVE

Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).

Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).

Após dois meses de negociações salariais sem nenhum avanço, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna ameaçam entrar em greve na próxima semana.

Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), diz que os trabalhadores pedem 8% de reajuste. A Santa Casa comanda tem, aproximadamente, 1,8 mil funcionários. O reajuste deveria ter ocorrido em maio.

Até o mês passado, a provedoria da Santa Casa alegava não ter renovado contrato de pactuação com a Secretaria Municipal de Saúde, o que impossibilitava discutir reajuste salarial.  O contrato representa até R$ 5 milhões de receita para a instituição.

A alegação é a mesma, diz Raimundo Santana, mesmo com a mudança de provedor. Eric Ettinger saiu para assumir a Pasta da Saúde e o médico Almir Alexandrino foi colocado em seu lugar. Ao invés de avançar, as negociações voltaram à estaca zero, conforme o dirigente sindical.

Uma assembleia está marcada para terça (15), às 19h20min, no auditório do Sintesi, na Duque de Caxias. Antes, os funcionários voltam a conversar com a provedoria na próxima segunda.



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