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:: ‘Sintsef’

WAGNER, SINTSEF E A NOVA CEPLAC

Wagner em audiência com ceplaqueanos na última quinta.

Wagner em audiência com ceplaqueanos na última quinta.

O governador Jaques Wagner recebeu representantes do Sindicato dos Servidores Federal (Sintsef) na última quinta (17). Na agenda, a modernização da Ceplac. A audiência foi solicitada pelo delegado regional do sindicato, José Carlos Veridiano, quando da última visita de Wagner a Itabuna.

– Estamos recebendo uma nova massa crítica. Entendemos que a região passará por uma profunda transformação e a Ceplac, como está hoje, não vai responder a essas demandas – ressaltou Veridiano (Badega) ao explicar o motivo da audiência.

Wagner se comprometeu para, em conjunto com ceplaqueanos e lideranças regionais, lutar pela reestruturação da Ceplac.
“Ele foi sensível à nossa demanda, por entender, inclusive, que faz parte de uma agenda que é do próprio governo estadual, assim como do federal”, resume Badega.

Para o grupo, a modernização do órgão federal não passa apenas pela realização de concurso. Primeiro, a institucionalização, depois o concurso. É uma ideia já exposta aqui no PIMENTA pelo dirigente do Sintsef em entrevista (reveja aqui).

Participaram da audiência o presidente do Sintsef Bahia, Edvaldo Pitanga, o chefe de Gabinete da Serin, Martiniano Costa, o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, e os deputados federais Josias Gomes e Geraldo Simões, além dos ceplaqueanos Jackson Moreira, Sílvio Roberto e  Afrânio Andrade.

VERIDIANO: “ESTÁ FALTANDO RUMO À CEPLAC E O DIRETOR-GERAL NÃO TEM PERCEBIDO ISSO”

(Foto Pimenta).

O servidor José Carlos Veridiano (“Badega”) é o novo coordenador-regional do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Sintsef). Eleito no final do ano passado, Veridiano concedeu entrevista em que fala das prioridades do Sintsef nas regiões do Sul, Extremo-Sul e Baixo-Sul.

Veridiano criticou a direção-geral da Ceplac, Helinton Rocha. Para o dirigente sindical, Helinton não tem percebido que falta rumo ao órgão federal. O coordenador do Sintsef diz que o novo regimento interno da Ceplac foi feito ao bel prazer do diretor-geral e dos seus assessores diretos. Acompanhe os principais pontos da entrevista concedida ontem à tarde na redação do PIMENTA.

PIMENTA BLOG – Quais são as prioridades da nova diretoria?

JOSÉ CARLOS VERIDIANO – Como ceplaqueano, tenho como uma das prioridades a reestruturação da Ceplac, mas o sindicato não se resumirá à Ceplac. Nós temos um grande problema a ser resolvido quanto aos funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), antiga Sucam. Não há direção na Funasa e os convênios com as prefeituras, em sua maioria, não funcionam. A turma que vai para o interior está ficando em depósitos, junto com produtos inflamáveis, inseticidas, larvicidas. É uma situação deprimente.

PIMENTA – A Ceplac está enfrentando uma greve de terceirizados. O que está ocorrendo?

VERIDIANO –  Nossos companheiros da área de serviços gerais, terceirizados, de uns seis meses para cá, têm sofrido com atrasos de salário constantemente. Eu tenho impressão que falta competência, compromisso da parte da direção-geral para resolver essa questão. Tivemos uma reunião com o diretor da Ceplac e fomos incisivos, duros. Queremos que o doutor Helinton Rocha e o seu assessor, Antônio Siqueira, resolvam este problema, sob pena de nós paralisarmos 100% o trabalho dos terceirizados, e não apenas serviços gerais.

PIMENTA – Da reunião, saiu algum resultado concreto para a demanda dos funcionários?

VERIDIANO – A direção geral chamou todos os sindicatos e associações do órgão para falar de concurso público. Não discordo da necessidade de contratação, mas acredito que a reestruturação da Ceplac, via projeto de lei, é tão urgente quanto o concurso.

Veridiano Entrevista Pimenta______________

A Ceplac não se modernizou. Parece que temos três Ceplacs, precisamos torná-la ágil para servir melhor à sociedade.

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PIMENTA – Por que?

VERIDIANO – A Ceplac está sustentada em um decreto-lei há 57 anos e fica a mercê dos governantes de plantão, correndo o risco de deixar de existir em uma canetada. Mostramos ao diretor geral que a mesma prioridade para a contratação de pessoal vale para o projeto de lei, a reestruturação. A Ceplac não se modernizou. Parece que temos três Ceplacs, precisamos torná-la ágil para servir melhor à sociedade.

PIMENTA – Para ter esta agilidade, o que é necessário?

VERIDIANO – O órgão precisa ser reestruturado. Está faltando rumo e o diretor-geral não tem percebido isso, pois ele fala como se tudo estivesse muito bem. Ele e muitos dos assessores diretos dele em Brasília não são da Ceplac, não conhecem a Ceplac, a exemplo desse Antônio Siqueira, que é hoje quem decide para onde o dinheiro vai. Isso tem atrapalhado muito.

PIMENTA – A Ceplac já passou por muitas crises. Esta de agora é a maior, mais grave?

VERIDIANO – Em relação à continuidade, não.  Falo quanto ao funcionamento da instituição, que está muito ruim e o diretor tem contribuído muito para isso. Por exemplo, o regimento interno aprovado agora não foi aquele construído pelos servidores. É capenga, ruim, feito de acordo com a vontade das pessoas que estão dirigindo departamento, não conhecem a história da Ceplac. A direção maior da Ceplac precisa ter conhecimento técnico, mas com articulação política. As coisas hoje se decidem politicamente. Sinto que o diretor-geral é, meramente, um técnico, burocrata.

______________Veridiano Entrevista2 Pimenta

A direção maior da Ceplac precisa ter conhecimento técnico, mas com articulação política. As coisas hoje se decidem politicamente. Sinto que o diretor-geral é, meramente, um técnico, burocrata.

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PIMENTA – Por que ele é, como o senhor diz, o regimento é “capenga, ruim”?

VERIDIANO – Ele centraliza tudo em Brasília, tira o poder das superintendências. Trabalhamos por um regimento interno ótimo para todos, enxuto, que teve a participação do doutor Antônio Zugaib. E esse regimento não foi o discutido por nós. Alguém pegou lá e fez ao bel prazer. Foi uma coisa ruim. O regimento deverá ser reparado.

PIMENTA – E o concurso público?

VERIDIANO – Não vamos abrir mão da reestruturação da Ceplac através de projeto de lei. Claro, junto com a contratação de pessoal. O órgão tem 26, 27 anos que não contrata ninguém, realiza concurso.

Confira a íntegra da entrevista clicando no “leia mais”, abaixo.

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CRIAÇÃO DE SINDICATO VIRA CASO DE POLÍCIA

Polícia usa microfone para tentar acalmar os ânimos entre sindicalistas.

A tentativa de membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de criar um sindicato regional exclusivo para servidores municipais da área da Saúde acabou em guerra, hoje, em Itabuna. Homens e viaturas da Polícia Militar foram acionadas para acalmar os ânimos entre os membros do SindservSaúde e representantes da CTB e Força Sindical.

Os defensores da criação do sindicato regional de servidores municipais da área da saúde marcaram assembleia para as 13h na sede do Sindicato dos Servidores Federais (Sintsef), na rua Floriano Peixoto.

A CTB e a Força Sindical se uniram para “melar” a assembleia. Sindicalistas das duas centrais acamparam antes da assembleia na porta do Sintsef. Parte deles invadiu a sede da entidade. A polícia militar foi acionada e conseguiu evitar o pior.

Servidora municipal, Maria das Graças Souza defende a criação do SindservSaúde e afirma que foi ameaçada durante a guerra entre membros das três centrais sindicais.

Membros da CTB e da Força Sindical dizem que a criação do SindservSaúde tem apenas objetivos políticos. Já os defensores do sindicato afirmam que os sindicatos de servidores municipais, como o Sindserv Itabuna, atendem a várias categorias dentro da área pública e não conseguem se ajustar às demandas específicas dos profissionais em saúde.

A votação estava marcada para as 13h. Os sindicalistas “invasores” acabaram realizando votação sem a presença dos idealizadores da nova entidade. E, coincidência!, o Sindserv Saúde foi rejeitado pela maioria da assembleia.

Atualizado às 23h50min






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