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dezembro 2017
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editorias


:: ‘sofrimento’

GESTANTES SÃO TRATADAS COMO ANIMAIS

Um caso impressionante de crueldade e frieza diante do sofrimento humano é o que pode ser visto em um relato dramático feito por uma gestante atendida na Maternidade Santa Helena, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus.

A professora Karla Verônica dos Santos Costa deu entrada naquela unidade no dia 27 de novembro, para dar à luz seu filho. Apesar de estar com oito meses de gestação e apelar por diversas vezes que fosse feita uma cesariana, o médico plantonista insistiu em realizar o parto normal.

Karla Verônica agonizou durante toda a madrugada de 27 para 28 de novembro, período em que viveu toda sorte de absurdos que se pode e até que não se pode imaginar que ocorra em um hospital. A situação descrita é de tal forma aberrante que o Blog do Gusmão chegou a comparar a maternidade aos hospitais dos campos de concentração nazista.

A professora conta ter sido tratada e visto outras mulheres serem tratadas de maneira infame. Deitadas em lençóis sujos que não eram substituídos, algumas sentadas em cadeiras por falta de leitos, outras dividindo a mesma cama, “de valete”, ou vomitando em baldes de lixo com restos de curativo, sangue e material hospilar descartado.

Ao final de uma madrugada de horrores e sofrimentos que certamente lhe deixarão um trauma pelo resto da vida, Karla Verônica deu à luz um filho morto. Ela conta que fizera todo o pré-natal sem nenhum problema e o próprio exame realizado pelo médico Carlos Lira, na véspera, constatou uma criança com batimentos cardíacos normais e pronta para vir ao mundo. 

Estava pronta, mas sucumbiu à desumanidade!

Clique no link abaixo para ler o relato detalhado e contundente da professora:

http://www.slideshare.net/r2cpress/relatrio-karla1

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