WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
festival chocolate






alba










junho 2019
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

editorias






:: ‘Solon Pinheiro’

DEM, FERNANDO E ALICE

marco wense1Marco Wense

 

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Matematicamente falando, diria que Fernando Gomes e Maria Alice vão sair do DEM como 2+2 são quatro. Politicamente, não sei por que continuam na legenda.

Ambos já declararam que o Partido do Democratas é coisa do passado. A secretária de Governo até que mostrou certo sentimento. O prefeito chutou o pau da barraca, como diz a sabedoria popular.

Estranho é a cúpula do demismo, sob a batuta de ACM Neto, ficar inerte diante de uma situação irreversível. O deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do partido, segue no mesmo diapasão.

Essa passividade, essa desaconselhável acomodação, lembra a expressão latina “Dormientibus Non Sucurrit Jus”. Ou seja, assim como no direito, o processo político não costuma socorrer os que dormem.

A falta de reação dos democratas passa a impressão de que estão desolados com a atitude de Fernando, que a legenda ainda mantém acessa a possibilidade de um entendimento.

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Como a decisão do demismo é de fazer oposição implacável ao governo FG, hoje aliado do Partido dos Trabalhadores, a indicação do doutor Cosme Reis não é do agrado do enraizado fernandismo.

Maria Alice sempre foi uma dirigente partidária atuante, daquelas que não medem esforços para alcançar os objetivos. Continua sendo a fiel escudeira de Fernando Gomes e a “dama de ferro” do pupilo político.

Depois da derrota de Marcelo Nilo na eleição para presidir o Parlamento estadual, o PSL ficou desnutrido e já é carta fora do baralho para ser o próximo abrigo partidário do alcaide.

Com efeito, Nilo pode até perder o controle do PSL para o deputado estadual Nelson Leal. O ex-todo poderoso presidente da Assembleia Legislativa vive seu pior momento na vida pública. Vale lembrar que Nilo foi derrotado por Félix Júnior na disputa pelo comando do PDT.

O PSD do senador Otto Alencar, cada vez mais forte e, agora, tendo seus passos monitorados pelo PT, pode ser o mais novo refúgio de Fernando Gomes de Oliveira e seus seguidores.

A expectativa fica por conta de quando as lideranças do DEM vão acordar.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

COELHO, SOLON E OS EMBARGOS

Solon ainda tem esperança.

Solon ainda tem esperança.

Pode demorar dias – ou até meses – para o vereador Carlos Coelho (DEM) reassumir o mandato. Isso, porque ainda há prazo para que o suplente Solon Pinheiro, também do DEM, apresente recurso. Por 4 a 2, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) deu provimento a recurso que garante o retorno de Coelho ao mandato.

Há um porém. Segundo entendimento do TRE, Coelho somente poderia assumir após o julgamento do recurso (embargos de declaração) que a defesa de Solon pretende apresentar. Solon obteve certidão do TRE neste sentido. E, para evitar surpresas, apresentará à presidência da Câmara de Vereadores de Itabuna.

CARLOS COELHO VENCE SOLON NO TRE E RETOMA MANDATO

Solon Pinheiro (esq.) volta para a suplência e Coelho retoma mandato (Fotomontagem Pimenta).

Solon Pinheiro (esq.) volta para a suplência e Coelho retoma mandato (Fotomontagem Pimenta).

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu favorável ao retorno do vereador itabunense Carlos Coelho (DEM), sete meses após a cassação do mandato do médico (relembre aqui). Coelho “caiu” em primeira instância sob a acusação de compra de votos. A decisão que restabelece o mandato saiu ao final da manhã de hoje. 

Coelho venceu, por 4 a 2, a pendenga contra o colega de partido, Solon Pinheiro. A sessão foi acompanhada pelo vereador-suplente derrotado, Solon Pinheiro, acompanhado da esposa e também advogada, Aline Pinheiro.

Solon deixou a sessão bastante abatido. O vereador Carlos Coelho não participou da sessão.

SOLON RECORRE À JUSTIÇA PARA RECEBER SALÁRIO

O vereador Solon Pinheiro já havia acusado o presidente da Câmara, Aldenes Meira, de perseguição ao seu mandato. O fato pode ser traduzido, hoje, com a determinação do juiz Ulisses Salgado, da Vara da Fazenda Pública, para que o presidente pague o salário de agosto do vereador do DEM.

A decisão em resposta ao mandado de segurança determina que Aldenes pague o salário do colega em até 24 horas, informa o Políticos do Sul da Bahia. Caso a determinação não seja cumprida, o presidente da Câmara poderá sofrer multa diária de R$ 5 mil. De acordo com a publicação, os vereadores receberam o “capilé” na terça. Solon, no entanto, foi excluído e ficou “chupando dedo”.

“DESCULPA, COLEGA”

A vereadora Carmem do Posto Médico (PR) subiu à tribuna do plenário, ontem, para pedir desculpas a Solon Pinheiro (DEM) por tê-lo chamado de “ladrão”. Justificou-se dizendo que é vereadora de primeiro mandato. Faltou-lhe experiência.

Solon, que havia ameaçado entrar com medidas por quebra de decoro contra Carmem, disse que ainda não sabe o que fazer diante da retratação da colega.

Há uma turma defendendo que Solon perdoe Carmem.

CARMEM X SOLON

Solon fez críticas. Carmem "ponderou".

Solon fez críticas. Carmem “ponderou”.

O vereador Solon Pinheiro (DEM) tem enfrentado alguns arranca-rabos no seu retorno à Câmara. A última foi um embate dele com a vereadora Carmem do Posto (PR), repetindo cena de um mês (relembre).

Sentindo-se em um papel novo para ele, o de oposição, Solon fazia críticas às filas na Central de Regulação, na Secretaria de Saúde. E disparou na tribuna, afirmando que aquilo era uma vergonha (no que está certíssimo!). Falou, falou sem ser interrompido.

A vereadora o sucedeu na Tribuna. Diante do secretário de Saúde, Renan Araújo, Carmem dava seu voto de confiança e dizia acreditar na capacidade do governo melhorar os serviços públicos, quando Solon pediu aparte. A colega negou. E se justificou, “braba”:

– O senhor não estava nesta Casa, quando o povo enfrentava esse mesmo problema [em 2009 e 2012]? O senhor estava aqui e se omitiu, calou-se para agradar o seu chefe [o ex-prefeito Capitão Azevedo]. Hoje quer posar de defensor do povo. Puro teatro. Fique no seu canto, me deixe falar…

COELHO SOFRE DERROTA NO TRE

Solon assumiu mandato; Coelho tenta reverter decisão.

Solon assumiu mandato; Coelho tenta reverter decisão.

O vereador cassado Carlos Coelho sofreu nova derrota na Justiça Eleitoral. Cassado por compra de votos e abuso de poder econômico, Coelho recorreu da decisão do juiz André Dantas Vieira, da 28ª Zona Eleitoral, mas acabou derrotado por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA).

A defesa do vereador e médico entrou com um recurso, chamado agravo regimental, para tentar reverter decisão em primeira instância que resultou na cassação de Coelho e posse do suplente, Solon Pinheiro, ambos do DEM. A esperança do vereador cassado é o julgamento do mérito da decisão, mas a previsão é de que esta análise por parte do Pleno do TRE somente ocorra em quatro ou cinco meses. Até lá, o suplente continuará no cargo.

O mandato de Coelho foi cassado pelo juiz da 28ª Zona Eleitoral em 26 de fevereiro. Ele foi acusado de comprar votos com a realização de cirurgia de laqueadura de trompas por votos (relembre). Quem o denunciou foi justamente o suplente, Solon Pinheiro.

VEREADORES TROCAM ACUSAÇÕES NA CÂMARA

Carlito atacou Solon, que também foi fuzilado pela colega Carmem (Montagem Pimenta).

Carlito atacou Solon, que também foi fuzilado pela colega Carmem (Montagem Pimenta).

– CARLITO DIZ QUE SOLON É COVARDE
– COLEGA REBATE E DIZ QUE CARLITO FALSIFICOU DOCUMENTOS
Carlos Coelho, o cassado, foi pivô da troca de gentilezas no plenário.

Carlos Coelho, o cassado, foi pivô da troca de gentilezas no plenário.

O plenário da Câmara de Itabuna foi transformado em palco para troca de acusações entre os vereadores Solon Pinheiro (DEM) e Carlito do Sarinha (PTN). O bate-boca começou quando Nadson Monteiro (PPS) utilizou-se do pequeno expediente para dar boas-vindas a Solon, que retorna à Câmara após a Justiça Eleitoral cassar o mandato do médico Carlos Coelho (DEM).

Carlito usou do seu tempo para acusar Solon de ter conspirado para tirar o mandato de Coelho:

– O vereador Solon armou [contra Carlos Coelho]. Não dou nem boa nem (sic) mau-vinda a ele. Carlos Coelho é homem de bem, conceituado. Você é covarde. Política se faz com honestidade.

A sequência de golpes foi complementada pela vereadora Carmem do Posto (PR). Apesar de afirmar que não criticaria o colega de legislatura, Carmem fuzilou:

– Seu passado, aqui, é negro. Que moral você tem? – questionou.

Carmem fazia alusão ao envolvimento do vereador Solon Pinheiro com envolvimento em fraude com crédito consignado e com a Farra das Diárias, que resultou no afastamento preventivo de todos  os vereadores da legislatura passada, logo após as eleições municipais, em outubro.

Após a sessão de ataques, Solon tentou sair das cordas. Respondeu que Carlito e Carmem precisavam estudar mais por que ele conseguiu a vaga de vereador ao provar que Carlos Coelho havia comprado votos e foi cassado por isso, além de abuso de poder econômico. E, no final, sobrou para Carlito.

– Carlito, o senhor ficou inelegível por oito anos justamente por falsificar documentos – disse Solon, lembrando do processo em que o colega não conseguiu comprovar escolaridade e recorreu a declaração falsa de conclusão do Ensino Fundamental.

Resta saber qual será o posicionamento da Comissão de Ética da Câmara. Pelo Regimento Interno, a troca de acusações pode resultar em punições que vão ate a perda de mandato por quebra de decoro parlamentar.

SOLON X CARLOS COELHO

Solon pode assumir mandato nesta semana.

Solon pode assumir mandato nesta semana.

O suplente de vereador da coligação do DEM, Solon Pinheiro, pode assumir a vaga do médico Carlos Coelho, também do DEM, já nesta semana. Como o PIMENTA informou em primeira mão, Coelho teve o diploma e o mandato cassados sob acusação de abuso de poder econômico e compra de votos.

Solon poderá ocupar a vaga assim que o Cartório Eleitoral comunicar a decisão à presidência da Câmara de Vereadores.

Por enquanto, o presidente Aldenes Meira (PCdoB) não se posicionou oficialmente, mas prestou solidariedade a Coelho, assim que soube da decisão do juízo eleitoral.

Carlos Coelho recorrerá da decisão do juiz André Vieira Dantas, da 28ª Zona Eleitoral, mas fora do mandato. Ele é acusado de comprar votos fazendo laqueadura de trompas (ligação) de mulheres, principalmente na Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre), em Itabuna.

Após a decisão da última quarta-feira, 27, Solon poderá se apresentar à Câmara com a decisão para que assuma o mandato. Ele foi vereador na última legislatura e sofreu desgastes políticos, até com afastamento do mandato, por envolvimento com o Esquema dos Consignados, quando a Justiça também afastou os 13 vereadores à época, inclusive os hoje prefeito e vice-prefeito de Itabuna, Vane do Renascer (PRB) e Wenceslau Júnior (PCdoB), respectivamente.

JUSTIÇA ELEITORAL CASSA MANDATO DE VEREADOR ACUSADO DE COMPRA DE VOTOS

Solon consegue retornar à Câmara, após decisão judicial.

Solon (à esq.) consegue retornar à Câmara, após decisão judicial.

O juiz da 28ª Zona Eleitoral de Itabuna, André Dantas Vieira, decidiu pela perda do mandato do vereador Carlos Coelho (DEM) em processo de abuso de poder econômico e compra de votos. A decisão foi publicada nesta quarta, 27, e beneficia, diretamente, o suplente de vereador Solon Pinheiro (DEM).

Ainda na sua decisão, o magistrado determina a cassação do diploma de vereador de Carlos Coelho. O vereador do DEM era acusado de fazer cirurgias de laqueadura de trompas por votos.

André Dantas ainda cita parte do processo movido por Solon Pinheiro em que, mesmo candidato, Carlos Coelho não reduziu carga horária na Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre). A decisão foi comemorada também pelo advogado de Solon, Bruno Adry. Coelho ainda pode recorrer da decisão.

JUSTIÇA DESBLOQUEIA BENS DE EX-VEREADORES DE ITABUNA

Bacelar diz que, aos poucos, está provando a sua inocência.

Bacelar diz que, aos poucos, está provando a sua inocência.

O juiz Eros Cavalcanti, da 2ª Vara da Fazenda Pública em Itabuna, desbloqueou os bens dos ex-vereadores Solon Pinheiro (PSDB) e Ricardo Bacelar (PSC) e do ex-diretor de Recursos Humanos da Câmara de Vereadores, Kleber Ferreira. O bloqueio havia sido determinado em ação de improbidade administrativa no caso das fraudes nos empréstimos consignados no legislativo municipal. De acordo com a Polícia Federal, a fraude teria atingido o montante de R$ 2 milhões.

A decisão do juiz Eros Cavalcanti foi publicada no Diário do Poder Judiciário. Ricardo Bacelar rebate que tenha participado da fraude dos consignados. “Aos poucos, vou provando a minha inocência”, afirma ele, que deixou de concorrer à reeleição em 2012 ao dar prioridade à sua defesa em, pelo menos, duas ações relativas ao período em que compôs a Mesa Diretora da Câmara. “O momento não era oportuno. Minha prioridade é provar que sou inocente”, disse ele.

JULGAMENTO NO TJ-BA GERA TENSÃO ENTRE VEREADORES DE ITABUNA

Vereadores sob tensão pelo julgamento do TJ-BA.

A sessão de julgamentos do pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), na quarta-feira, 11, está sendo aguardada sob tensão em Itabuna. Dois processos, com agravos regimentais do Ministério Público do Estado, contêm nitroglicerina pura.

O primeiro diz respeito a agravo do procurador-geral adjunto de Justiça, José Gomes Brito, contra a decisão do presidente do TJ-BA, Mário Alberto Hirs, que devolveu seis vereadores à Câmara em maio passado.

A decisão afeta os vereadores Solon Pinheiro e Raimundo Pólvora (DEM), Clóvis Loiola (PSDC), Roberto de Souza (PR), que concorrem à reeleição, Wenceslau Júnior (PCdoB), candidato a vice-prefeito, e Ricardo Bacelar (PSC), que desistiu de concorrer. Os acusados tinham sido afastados por suposta participação na “Máfia dos Consignados” (relembre o caso aqui).

O segundo processo se refere a agravo do Ministério Público pela manutenção de liminar concedida à Promotoria pela 2ª Vara Cível. A decisão obriga a Prefeitura de Itabuna a se abster de admitir qualquer candidato aprovado nos processos simplificados 04 e 10/2010 e 06/2011 e suspenda os contratos de trabalho vigentes.

O MP alega que os editais não tinham autorização legal e não havia necessidade para contratações temporárias. No entendimento da promotoria, a prefeitura deveria abrir concursos públicos em vez de processos simplificados para admissão de pessoal.

TRÊS DOS SEIS VEREADORES AFASTADOS RETORNAM APÓS DECISÃO DO TJ-BA

Bacelar, Wenceslau e Solon estão de volta.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou no início desta noite o retorno dos vereadores Ricardo Bacelar (PSC) e Solon Pinheiro (DEM), afastados do mandato desde a última quinta, 26.

O retorno em caráter liminar foi determinado pelo desembargador José Olegário Monção Caldas, que analisou os pedidos dos dois vereadores. Ontem, já havia retomado o mandato o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB).

Monção Caldas analisou agravo de instrumento interposto pela defesa dos dois vereadores e usou os argumentos do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Mário Alberto Hirs, para determinar o retorno de Solon e Bacelar. O desembargador justificou que a medida visou evitar “decisões contraditórias”.

Ontem, Hirs considerou medida “violenta” o afastamento de Wenceslau Júnior sem que tenha havido tentativa, por parte do vereador, de atrapalhar as investigações do Ministério Público estadual. Roberto de Souza (PR), Clóvis Loiola (PSDC) e Raimundo Pólvora (DEM) continuam afastados.

ITABUNA: SUPLENTES SÓ ASSUMEM APÓS DEFINIÇÃO DA JUSTIÇA ELEITORAL

Piçarra, Júnior Brandão, Neide de Carlito, Glebão, Nadson Monteiro e Rosivaldo assumem.

A presidência da Câmara de Itabuna fará consulta à Justiça Eleitoral na próxima quarta-feira, 2, para saber quais dos suplentes devem tomar posse em lugar dos seis vereadores afastados na última quinta, 26, pela juíza Rosineide Almeida. Os suplentes que assumem em lugar dos afastados por envolvimento no Caso dos Créditos Consignados na Câmara (confira abaixo).

Embora vista como manobra do presidente da Casa, Rui Machado (PRP), a consulta expõe questionamento relacionado a dois dos suplentes, Antônio Félix Nascimento, o Piçarra, que trocou o PSDB pelo DEM, e Neide de Carlito, que deixou o PMN e abrigou-se no PTN. Ambos poderiam, conforme entendimento, estar impedidos de assumir. A legislação, no entanto, deixa claro que o mandato é do suplente diplomado. A presidência do legislativo quer conferir a ordem cronológica da diplomação em 2008.

AFASTADOS E SUPLENTES

Na quinta-feira, 26, atendendo ao pedido do Ministério Público estadual, a juíza substituta da 1ª Vara da Fazenda Pública, Rosineide Almeida de Andrade, determinou o afastamento temporário pelo prazo de 90 dias dos vereadores Clóvis Loiola (PSDC), Raimundo Pólvora (DEM), Ricardo Bacelar (PSC), Roberto de Souza (PR), Solon Pinheiro (DEM) e Wenceslau Júnior (PCdoB) do exercício do mandato.

Segundo a decisão da magistrada, a medida visa salvaguardar a instrução processual. Eles são investigados por envolvimento no esquema de fraude na obtenção de empréstimos consignados na Câmara.

Com o afastamento dos vereadores titulares, tomam posse os suplentes Maria Neide Oliveira, a Neide de Carlito (hoje no PTN), Júnior Brandão (hoje no PT), Antônio Félix Nascimento, o Piçarra (DEM), e Rosivaldo Pinheiro (PCdoB). A decisão mantém Glaby Andrade, o Glebão (PV), e Nadson Monteiro (PPS), suplentes que assumiram em janeiro passado, com o afastamento dos vereadores Clóvis Loiola e Ricardo Bacelar em outro processo.

VEREADORES REBATEM ACUSAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Wenceslau, de óculos, rebate MP e Solon e Pólvora (à direita) combinam resposta (Foto Pimenta).

Vereadores acusados de suposto envolvimento em um esquema para a obtenção fraudulenta de empréstimos consignados aproveitaram o plenário lotado de professores e o intervalo entre as sessões de votação extraordinária na Câmara de Itabuna, na manhã desta segunda-feira, 23, para rebater denúncias contra cada um deles (relembre denúncia). Também fizeram acusações ao Ministério Público.

O primeiro a falar foi Wenceslau Junior (PCdoB) que se considerou surpreso com a ação do promotor de Justiça Inocêncio Carvalho protocolada na Justiça às 17h30min do dia 19, mas tornada pública às 9 horas do dia seguinte em programa da Radio Difusora Sul da Bahia. “Não fui chamado pelo MP a prestar esclarecimentos em momento algum. Surpreende a entrevista no rádio e a pressa na divulgação antes de o Juízo da Vara da Fazenda Pública se pronunciar”, reclamou.

Wenceslau acrescentou ter protocolado petição ao magistrado contendo autorização para quebra de seus sigilos bancário, telefônico e fiscal. Também reafirmou, em tom indignado, que o PCdoB manterá independência, não recuará e, independente do processo, “não se coligará para fortalecer projeto político pessoal e familiar de quem quer que seja”. “Não vamos aceitar imposição de candidaturas de esposa de ninguém”, disse. “Ninguém chuta cachorro morto”, concluiu.

Os vereadores Roberto de Souza (PR), Solon Pinheiro (DEM) e Raimundo Pólvora (DEM) também se defenderam das acusações e disseram que vão provar inocência. Roberto disse estranhar que as acusações surjam depois de ter protolocado sete denúncias contra o vereador Ruy Machado três das quais por aumentar para 84 o número de cargos comissionados no Legislativo, descontar cheques emitidos pela Câmara em casas lotéricas e superfaturar obras da sede da instituição.

Solon e Raimundo Pólvora consideraram “imprudência” e “irresponsabilidade” a denúncia do representante do Ministério Público da Bahia.

PASSE VALORIZADO

A cúpula estadual do DEM ameaçou ir pra cima do prefeito Capitão Azevedo, que havia externado desejo de mudar para o PP ou PSDB.

Depois de troca de cotoveladas, a paz (aparente?) voltou a reinar entre ACM Neto e o prefeito. A pacificação é atribuída ao vereador Solon Pinheiro. O tucano mantém boas relações com as partes e agiu como bombeiro na história.

O menudo ficou com o passe valorizado após as juras de amor de Azevedo ao DEM. O prefeito disse que fica no partido…

“DÊ VOTOS” NA PROCISSÃO

A eleição municipal é logo ali e o que não faltou na procissão de São José, o santo padroeiro de Itabuna, foi político à caça dos bens mais importante para eles, o voto e o eleitor. Importantes em épocas pré e eleitorais, claro.

A novidade deste ano foi a separação de alas entre os oposicionistas ao governo do prefeito Capitão Azevedo. Enquanto o democrata caminhou ladeado pelos deputados Augusto Castro (PSDB) e Luiz Argôlo (PP) e secretários, os muy amigos petistas e comunistas saíram em alas separadas – e a uma boa distância.

 

Azevedo, ladeado por dois ex-secretários, e perseguido por deputados e vereadores (Foto Pimenta).

Ala geraldista não contou com reforço do PCdoB neste ano (Foto Pimenta).

NOVO DIRETOR DA MARIMBETA

A solução do prefeito de Itabuna para o preenchimento da vaga de presidente da Fundação Marimbeta não será mais buscada na Câmara de Vereadores. Até recentemente, dois membros do legislativo municipal (Solon Pinheiro e Milton Gramacho) estiveram cotados para o cargo. Não estão mais.

Segundo informações obtidas pelo PIMENTA, Azevedo conversou neste fim de semana com o diretor do Caic (Centro de Atenção Integral à Criança), Carlos Alves Marques, e fez o convite. A futura nomeação, pelo jeito, está bem encaminhada.

Marques teria sido indicado pela presidenta municipal do DEM, Maria Alice Pereira.

CORRENTE DEFENDE MARA RUTE NA FICC

Mara Rute é lembrada para o cargo.

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) iniciou um “remanejamento” administrativo e o meio artístico se ouriçou com a possibilidade de mudanças na direção da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). Pelo menos três nomes são ventilados para substituir o escritor Cyro de Mattos: Beto Dourado, Solon Pinheiro – também indicado para a Marimbeta – e Mara Rute Lima.

Um email começou a circular na manhã deste sábado, 29. O texto aponta as qualidades da professora Mara Rute e, ao mesmo tempo, faz a defesa do nome da educadora para o cargo de presidenta da fundação.

Numa passagem, o autor do email lembra quando Mara Rute deixou a FICC por exigir transparência nas ações da entidade. Também ressalta que a professora é um exemplo de empregada doméstica que se tornou educadora.

Ela surge como alternativa. Além dos três nomes citados, outro defendido pelo meio artístico e com grande trânsito e projetos é o da atriz e diretora Eva Lima, que faz parte da fundação. O atual presidente pode cair porque é visto como de difícil acesso e por ter registrado poucos avanços na captação de recursos externos para a cultura local.

Clique em “leia mais” e confira o conteúdo do email-corrente.

:: LEIA MAIS »








WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia