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:: ‘sul da Bahia’

UBAITABA FAZ FESTA PARA ISAQUIAS QUEIROZ; ATLETA DESEMBARCA EM ILHÉUS AMANHÃ

Isaquias desfilará em carro do Corpo de Bombeiros, em Ubaitaba, nesta sexta.

Isaquias desfilará em carro do Corpo de Bombeiros, em Ubaitaba, nesta sexta (Foto A. Brasil).

Isaquias Queiroz, o maior medalhista brasileiro numa única Olimpíada, será homenageado nesta sexta-feira (26), às 17 horas,  em Ubaitaba, no Sul da Bahia. O canoísta deverá desembarcar no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, às 15h40min, quando deverá ser recebido por milhares de pessoas, dentre elas, o governador Rui Costa, que anunciou, na terça (23), um centro de treinamento para a canoagem em Ubaitaba.

Ele chega à sua cidade natal uma semana após se consagrar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, conquistando uma medalha de bronze na canoagem 200 metros e duas medalhas de prata nas categorias 1.000m da canoagem velocidade individual e canoa dupla 1.000m, esta ao lado do também baiano Erlon Silva, de Ubatã.

Isaquias Queiroz deverá desfilar pelas ruas da cidade num carro do Corpo de Bombeiros, exibindo as três medalhas olímpicas, informa o Blog do Thame. O atleta seguirá até as margens do Rio de Contas, onde iniciou sua trajetória esportiva,  até se consagrar como um dos grandes nomes do esporte brasileiro.

A homenagem está sendo organizada pela Associação Cacaueira de Canoagem.

JUVENAL: “A MODERNIDADE CHEGOU E ENGOLIU A VELHA CEPLAC”

Juvenal: Ceplac precisa ir além dos portões.

Juvenal Maynart.

Juvenal Maynart, ex-superintendente regional da Ceplac, tem uma visão polêmica do órgão federal que, por décadas, foi uma das principais referência para a antes pujante região sul da Bahia. Para ele, o que antes era sinônimo de região cacaueira hoje precisa se reinventar. “A modernidade chegou e engoliu a velha Ceplac”.

O ex-superintendente empolga-se ao falar de outros temas que se relacionam ao – e com o – órgão federal, a exemplo de sistema cabruca e Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Para ele, a instalação do Centro de Formação em Tecnologias Agroflorestais representa um novo paradigma, assim como a própria universidade.

Confira um papo rápido com ele, que, na segunda passada, disse rejeitar um retorno ao comando regional da Ceplac. 

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A UFSB acaba de lançar um equipamento que sequer estava previsto para Itabuna, em seu planejamento inicial. O que muda na relação institucional e como o produtor e a sociedade vão ser beneficiados?

Juvenal Maynart – Entendo que a instalação do Centro de Formação em Tecnologias Agroflorestais, numa proposta de levar domínio dessas tecnologias – com a transversalidade da sustentabilidade ao produtor, será uma revolução na ciência e na extensão rural. É a ocupação do novo paradigma. A implantação de uma visão da extensão que levará engenheiros florestais e agrônomos a núcleos regionais, em que a ciência prática será a validadora do final de cursos de cada discente (aluno), um projeto com aplicação prática será o passaporte para a conclusão do curso. É uma visão totalmente nova de extensão.

Explique o que o senhor chama de novo paradigma na ciência e na extensão. Para onde ele nos levaria, em sua visão?

Juvenal – É uma visão de extensão multiplicada com tecnologia, inovação, sustentabilidade e, acima de tudo, a matriz de cacau cabruca em usos de Áreas de Proteção Permanente (APP), a implantação de reservas legais com árvores nativas, dentro de um projeto maior, a Conservação Produtiva, que é o que foi validado na Rio+20. Aonde nos levaria? À recuperação das bacias dos rios Cachoeira e do Almada. Falei de tecnologia, uso do sistema cabruca em APP, implantação de reservas com nativas. Isso resultaria na recuperação das nascentes e das nossas bacias.

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A Ceplac ainda fala em contratar novos extensionistas para ir de porteira em porteira, chegando pela manhã e saindo à tarde, esperando o almoço do fazendeiro e pleiteando meia diária do governo.

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A UFSB vai “engolir” a Ceplac?

Juvenal – Estamos falando de uma instituição que tem, nesse campo de que tratamos, um pró-reitor que emplacou um artigo na capa da Nature. A Ceplac se tornou uma instituição analógica. Falei que a nova extensão é revolucionária, exatamente, porque prevê uma multiplicação a partir de um uso intenso da tecnologia. A Ceplac ainda fala em contratar novos extensionistas para ir de porteira em porteira, chegando pela manhã e saindo à tarde, esperando o almoço do fazendeiro e pleiteando meia diária do governo. Não há espaço para esse extensionista no modelo proposto pela UFSB.

Vai engolir?

Juvenal – A modernidade chegou e engoliu a velha Ceplac, mesmo que esta ainda não tenha sido digerida. Já a UFSB, chega antenada com a modernidade no fazer científico. O que a sociedade clama é que a Ceplac seja capaz de se ajustar ao novo paradigma, que seja mais moderna, que se insira dentro da GigaSul, a rede de banda larga que vai atender a UFSB, mas também às outras instituições. Claro, não é apenas estar dentro dessa rede, mas o que vai se fazer estando ali.

O que quer a Ceplac?

Juvenal – Na verdade, a luta do velho é pela manutenção do status quo. Quando falo do velho, falo de seu corpo diretivo. A luta do velho é apenas por um mecanismo que dá a ele plenos poderes, que é a singularidade ceplaqueana. Querem ser autônomos, distantes do Ministério da Agricultura. Será que essa singularidade é boa para a sociedade? Claro que não. Essa luta pelo velho modelo só atende a esse desejo de se manter fechado dentro daqueles portões.

Há saída?

Juvenal – Claro. Se o velho estiver disposto a se adaptar ao novo modelo, é claro que a sociedade abraça. Agora, não dá para continuar eternamente enganando. A sociedade está atenta, os produtores melhoraram seu discurso e a imprensa está acompanhando tudo.

O senhor já foi superintendente para a Bahia e foi coautor desse processo de aproximação entre Ceplac e UFSB. Voltaria a dirigir o órgão nesse momento?

Juvenal – Como agente político, em exercício pleno dessa proposta, como quadro de meu partido, [o PMDB], estou disposto a ajudar no debate. Agora, pensar numa volta à Superintendência, jamais. Me sinto realizado com o trabalho feito. Figurinha repetida não completa álbum.

CRISE HÍDRICA: MUNICÍPIOS E ENTIDADES CONHECEM PROJETO DE PRATIGI

Representantes de entidades governamentais e ONGs conheceram projeto (Foto Viviane Cabral).

Representantes de governos e ONGs conheceram projeto (Foto Viviane Cabral).

Representantes de entidades sul-baianas visitaram, nesta semana, a Organização de Conservação da Terra (OCT), em Ibirapitanga, para conhecer de perto o Projeto Produtor de Água Pratigi (PAP). O projeto da Agência Nacional de Águas (ANA) busca a redução da erosão e assoreamento dos mananciais nas áreas rurais.

Iniciado em Ibirapitanga, o PAP está sendo expandido para Ibirapitanga e Igrapiúna, na região do baixos-ul da Bahia, com a implementação da lei municipal de Pagamento Por Serviço Ambiental (PSA). Com a Lei aprovada, a OCT, em parceria com a ANA e o Ministério Público, por meio do Núcleo de Defesa da Mata Atlântica, atuará na restauração de nascentes, adequação de estradas rurais, qualificação da lavoura cacaueira e assistência técnica dos produtores.

A ideia, segundo o diretor executivo da OCT, Volney Fernandes, é incentivar os produtores rurais a adotar boas práticas de proteção e conservação da água e do solo, geraçando serviços ambientais. “Em contrapartida, os agricultores familiares recebem incentivos financeiros, não financeiros e assistência técnica gratuita, participando do projeto e por aderirem às boas práticas de conservação ambiental e produtiva”.

A experiência chamou a atenção de representantes de entidades sociais, governamentais e não governamentais, que visualizaram a oportunidade de replicá-la em outras localidades, a exemplo da Região Cacaueira, que sofre uma crise hídrica.

Para o presidente da Amurc e prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana, o projeto motiva uma política de enfrentamento no sul da Bahia, com o envolvimento de toda a comunidade, para buscar a revitalização da Mata Atlântica. “A iniciativa sinaliza uma direção de valorização ambiental e produz um resultado para as gerações futuras”.

O promotor público e coordenador do Núcleo de Defesa da Mata Atlântica, Yuri Lopes de Melo, aprovou a iniciativa do Projeto Produtores de Água e destacou a importância de replicar na nascente do Rio Almada, que abastece os municípios de Itabuna, Itajuípe, Coaraci e Almadina, onde o órgão público já desenvolve um projeto que atende 50 nascentes em 30 propriedades. “Eu vejo com grande esperança, para que podemos começar um projeto de recuperação de nascentes, que embora seja lento, mas é eficiente e gera resultados futuros”.

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O QUE FIZEMOS COM O CACHOEIRA…

Situação do Rio Cachoeira numa área onde a Emasa consegue captar água a cada 12 horas, em Nova Ferradas.

Situação do Rio Cachoeira em trecho a 300 metros da estação de captação de Nova Ferradas.

Tristeza é o sentimento de quem vê a situação do Rio Cachoeira, em Itabuna, nas imediações da unidade de captação de Nova Ferradas. Onde antes se captava, em média, 250 litros por segundo, hoje é possível retirar não mais que 60 litros por segundo, por 12 horas, e com igual intervalo.

O trecho está praticamente seco, com pequenos poços de onde a Emasa ainda retira água (por meio de transposição) para abastecer bairros da zona oeste do município. Não se sabe até quando vai dar…

Com a seca de mais de nove meses, a região perdeu 80% de sua reserva de água. Além de Itabuna, outros municípios, como Itajuípe, Camacan e Ilhéus também enfrentam racionamento. No curto prazo, não há muito o que fazer, além de esperar a chuva.

Infelizmente, em vários trechos o velho Cachoeira vai ficando cada vez menos parecido com um rio. Para quem o conheceu em outros tempos, é realmente de chorar.

A (BOA) INTERAÇÃO ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO

WALMIR~1Walmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

 

Desenvolvimento, e não o simples crescimento baseado em alguns números e estatísticas, é o que nossas cidades precisam para promover oportunidades a todos os segmentos sociais. No caso de Canavieiras, o turismo que se avizinha é o da melhor idade e ecumênico, bastando, apenas que a cidade ofereça todas os serviços que esses turistas se sintam em casa.

 

Em tempo de recursos cada vez mais escassos, só resta aos municípios brasileiros buscar novos paradigmas de administração pública. Há muito não se consegue junto aos governos Federal e estaduais recursos suficientes para atender as necessidades mais prementes dos municípios, com responsabilidades crescentes no atendimento à população.

Aquele modelo de simples crescimento, calcado na implantação de obras sem planejamento não mais funciona hoje. A população, embora cada vez mais pobre e sem perspectivas, possui modernos instrumentos de comunicação rápidos e eficientes: as chamadas redes sociais, disponíveis em qualquer smartfone conectado a internet.

E o avanço tecnológico provocou uma mudança comportamental em toda a população, sem distinção da sua estratificação econômica e social. Determinada pessoa pode até não saber analisar determinada situação de forma pedagógica, mas tem o conhecimento do fato e sua metodologia de discernimento é o caixa do supermercado.

Daí, o cuidado redobrado do governante em mudar seus conceitos: ao invés do simples e atrasado crescimento, terá que perseguir o desenvolvimento, adotando o planejamento municipal e não só o das finanças, como sempre aconteceu. Qual a cidade que queremos, quais os recursos que dispomos e quais as nossas prioridades?

Tudo isso deverá estar contemplado no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) como linha mestra a ser seguida. Para elaborá-la, ou reformá-la, precisamos do apoio de técnicos especialistas em cidades e vontade política de executar suas recomendações, transformadas em lei balizadora do zoneamento urbano.

Agora, passados 10 anos da aprovação do Plano Diretor Urbano Municipal, é hora de recolocar Canavieiras no caminho do desenvolvimento, com propostas dentro de novas perspectivas. Para tanto, é primordial instrumentalizar o processo com uma política urbana concreta, baseada na vocação econômica e nas possibilidades futuras.

E parceiros para essa monumental empreitada não faltam. Temos hoje na região a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), com conhecimento acumulado sobre nossos municípios, e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), com uma proposta acadêmica diferenciada, o que a permite atuar de acordo com a realidade local.

Abrindo um parêntese, essa é a segunda grande oportunidade de Canavieiras integrar o rol dos municípios turísticos de fluxo perene. O primeiro foi o Projeto Canes (Complexo de Atividades de Natureza Econômica e Social), elaborado em 1990 pelos urbanistas André Sá e Francisco Mota e o economista Paulo Gaudenzi.

Nas ações complementares ao projeto Canes, a desapropriação de áreas no centro e na Ilha da Atalaia, para a implantação de hotéis, pousados e cabanas de praias padronizadas, bem como unidades residenciais. O Projeto Canes foi o primeiro grande vetor do desenvolvimento turístico de Canavieiras, proposta era a de transformá-la numa cidade que conseguisse reunir todas as condições de oferecer ao turista uma hospitalidade de primeira linha.

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“MADE IN BAHIA”

O governador Rui Costa está em missão na China e busca fechar negócios em várias, dentre elas a de infraestrutura e logística. Protocolos assinado ontem (8) podem acelerar obras do Porto Sul e da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), com grande impacto para a economia do sul da Bahia. Na bagagem, Rui levou exemplares de chocolates finos produzidos na região cacaueira baiana e com alto teor de cacau. Confira vídeo.

FERIADO TRANQUILO NAS RODOVIAS ESTADUAIS

Polícia deu ênfase ao trabalho preventivo, intensificando as abordagens a veículos (foto Assessoria CIPRv/Itabuna)

Polícia deu ênfase ao trabalho preventivo, intensificando as abordagens a veículos (foto Assessoria CIPRv/Itabuna)

A paz prevaleceu neste feriado nas rodovias estaduais que cortam a região. De acordo com balanço da Operação Carnaval, divulgado pela Companhia Independente da Polícia Rodoviária de Itabuna, houve redução em 50% do número de acidentes com vítima fatal e de 63% em ocorrências sem vítimas.

Em números absolutos, foram três acidentes nos quais as vítimas sofreram ferimentos leves e seis em que os ocupantes dos veículos envolvidos saíram ilesos. O único caso com vítima fatal aconteceu no sábado, dia 6, na BA 262, que liga Ilhéus a Uruçuca. Segundo a polícia, a mulher que perdeu a vida não portava documentos e foi identificada como Hélia, por meio de testemunhas. Outras quarto pessoas estavam no mesmo veículo, mas sofreram apenas ferimentos com pouca gravidade.

A estratégia da polícia foi intensificar as abordagens a veículos, coibindo infrações como a não utilização do cinto de segurança. Ao longo da operação, iniciada no dia 4 e encerrada na manhã desta quarta-feira, foram emitidos 153 autos de infração, a maioria de motoristas que estavam sem o cinto. Houve ainda a retenção de 12 veículos e a apreensão de documentos em situação irregular.

A Companhia é responsável pelo policiamento das estradas do Sul, Extremo-Sul e parte do Sudoeste do estado. Para o Major PM Manoilzo Bonfim, que comanda a unidade, o trabalho preventivo surtiu o efeito esperado. “Este é sem dúvida um saldo positivo para nós, pois houve redução do número de acidentes em relação ao ano passado”, destaca.

APÓS CURTIÇÃO, ASSALTANTES SÃO PRESOS COM CARROS ROUBADOS

Carros foram recuperados após alerta de policial em uma praia (Fotomontagem Pimenta).

Carros foram recuperados após alerta de policial em uma praia (Fotomontagem Pimenta).

Assaltantes presos com veículos roubados.

Assaltantes presos com veículos roubados.

Uma guarnição da Polícia Militar prendeu dois assaltantes e recuperou dois veículos, em Buerarema, neste feriadão. A investigação dos criminosos começou em uma praia, quando um policial de folga suspeitou deles e checou as placas dos carros.

A dupla e outros dois assaltantes estavam com um VW Gol, com placa de Itabuna, e um Ford Fusion, licenciado em Ilhéus, ambos roubados. O policial lançou as imagens dos quatro criminosos e dos veículos em um grupo de WhatsApp da PM.

Os assaltantes presos foram identificados como Carlos Aragão, de 23 anos, e Danilo Souza Araújo, de 20. Ambos residem em Buerarema. O Gol foi roubado no centro de Itabuna e o Fusion em Ilhéus. Atualizado às 9h40min – 08/02.

FAZENDA DE TURISMO RURAL INVESTE EM MARCA PRÓPRIA DE CHOCOLATE

Gerson e Dadá investem na própria marca de chocolate (Foto Maurício Maron/Agência Sebrae).

Gerson e Dadá investem na própria marca de chocolate (Foto Maurício Maron/Agência Sebrae).

Renata Smith | Agência Sebrae

O casal Gerson Marques e Dadá Galdino é proprietário da Fazenda Yrerê, na zona rural de Ilhéus, no sul da Bahia. Integrada ao projeto do Sebrae Indústria Setorial Ilhéus – Derivados de Cacau, a propriedade é um case de sucesso no segmento do Turismo Rural. Na sede, os visitantes, a maioria de estrangeiros, são recepcionados pelos donos e por trabalhadores rurais. Em três horas, conhecem a história e o funcionamento da fazenda, degustam pratos típicos, ouvem ‘causos’ locais dos antigos coronéis de cacau e ainda visitam o maior orquidário da região.

Neste mês, os empresários lançam um novo produto para agregar valor a sua produção de cacau e oferecer mais um atrativo aos turistas: uma marca própria de chocolates finos feitos com amêndoas selecionadas e teor de 54% e 70% de cacau puro. O chocolate será produzido em parceria com o Instituto Cabruca e as primeiras unidades serão em barras de 80g e bombons de 12g.

Gerson Marques destaca que os chocolates de origem do Sul da Bahia estão ganhando o reconhecimento mundial e se tornando um bom e lucrativo negócio. “Os turistas antes chegavam perguntado por novelas. Hoje, a procura é por chocolates e vamos tê-los em nossa linha de produtos”, afirma.

Esta nova fase dos negócios também conta com o apoio do Sebrae, segundo o empresário. “Teremos uma consultoria para desenvolvimento do produto, envolvendo aspectos administrativos, financeiros e de marketing para a evolução da marca”.

O gestor do projeto Derivados do Cacau, Eduardo Andrade, destaca ainda que os empresários da Yrerê “conhecem bem o potencial do turismo rural e vivenciam a parceria com o Sebrae de forma criativa”.

De acordo com Dadá Galdino, “a nossa proposta é oferecer aos visitantes uma experiência única, provocando e estimulando seus sentidos, através da visão, paladar, olfato e audição em uma viagem diferente, uma experiência que vale para a vida inteira”.

DERIVADOS DE CACAU

O projeto Indústria Setorial Ilhéus – Derivados de Cacau atende a 40 micro e pequenas empresas do Sul da Bahia com ações subsidiadas em até 80% para suporte de gestão, tecnologia e mercado. O planejamento até 2018 apresentará, entre outros resultados, uma receita acumulada de R$ 1,8 milhão envolvendo os pequenos negócios na região.

Os interessados em conhecer mais sobre o projeto podem procurar o ponto de atendimento do Sebrae em Ilhéus, na Praça José Marcelino, nº 100, Centro, ou pelo telefone (73) 3634-4068.

ECOBIKE REÚNE 800 CICLISTAS EM CANAVIEIRAS

Jô França anima centena de ciclistas da EcoBike, em Canes (Foto Walmir Rosário).

Jô França anima centena de ciclistas da EcoBike, em Canes (Foto Walmir Rosário).

Cerca de 800 ciclistas participaram da 11ª edição do Ecobike, um dos maiores eventos ciclísticos do interior da Bahia. De acordo com a organização, o evento reuniu participantes de 16 cidades baianas, que percorreram 18,2 quilômetros da sede de Canavieiras até a Fazenda Santa Cruz. “Este evento tem apoio incondicional da Prefeitura de Canavieiras, e já faz parte do calendário de eventos da nossa cidade”, disse Almir Melo, que deu as boas-vindas à galera do pedal.

Segundo o empresário Ériston Nascimento, da Bike Shop, o passeio ciclístico superou todas as expectativas em termos de público e de organização. “O crescimento foi em torno de 30%. Muitos kits foram vendidos via internet, além das vendas diretas realizadas nos postos de venda de Itabuna e Ilhéus e em Canavieiras”

O percurso seguiu pela BA-001 até a BA-274 (Transouricana), em direção ao povoado de Ouricana. Durante todo o caminho, o locutor de rodeios e outros eventos, Jô França, animou e incentivou os ciclistas. Na chegada, na Fazenda Santa Cruz, às margens do rio Salsa, os ciclistas foram recepcionados pelo grupo Sambaê.

NAZAL LEVANTA SUSPEITA SOBRE DECRETO DE CRIAÇÃO DE ÁREA INDUSTRIAL EM ILHÉUS

Nazal levanta problemas e soluções em discussão sobre Ilhéus.

Nazal levanta problemas e soluções em discussão sobre Ilhéus.

Um dos mais profundos estudiosos de Ilhéus, José Nazal concedeu entrevista ao Tabuleiro (Conquista FM), na qual abordou temas caros ao sul da Bahia, a exemplo do Porto Sul e o projeto da nova estrada que liga Ilhéus-Itabuna, na margem oposta à rodovia atual. São 30 minutos de bate-papo com o apresentador Vila Nova. Nazal também falou do decreto do prefeito Jabes Ribeiro, que criou nova área industrial em Ilhéus, à margem do Rio Cachoeira, na ligação do município com Itabuna.

– O Estatuto (da Cidade) diz que toda mudança tem que ser discutida com a população. Ali é como área de expansão urbana. É bairro. Tem uma coisa misteriosa no ar, mas não dá para suspeitar de outra coisa a não ser interesse obscuro, escuso [com a criação da área industrial]. O MP [Ministério Público estadual] já está tomando providência – disse Nazal.

Diante da observação de que Jabes argumentou ter criado a área industrial na rodovia por causa do Porto Sul, Nazal esclareceu que a área de logística do complexo intermodal será em Itabuna, à margem da BR-101, entre o município e Itajuípe. “Não há nenhuma lógica na área. A estrada virou uma avenida”, observou, pontuando a necessidade da gestão explicar o “que se quer fazer ali”.

Nazal é pré-candidato a prefeito de Ilhéus pelo PTB e lamentou que a cidade tenha tido, nos últimos 100 anos, cinco planos diretores, mas sempre não colocados em prática. Ele faz parte de um grupo nacional que estuda o desenvolvimento de dez cidades brasileiras, dentre elas Ilhéus. Nazal cita Maringá (PR). O município paranaense já está discutindo, há algum tempo, a Maringá de 2047. Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo.

SUPERINTENDÊNCIA DA CAIXA NA BEIRA-RIO

Superintendência sul-baiana funcionará no Jequitibá Trade Center, na Aziz Maron (Foto Pimenta).

Superintendência sul-baiana funcionará no Jequitibá Trade Center, na Aziz Maron (Foto Pimenta).

A superintendência da Caixa Econômica no sul da Bahia terá nova sede. Sai da Avenida do Cinquentenário para o Jequitibá Trade Center, na Avenida Aziz Maron (Beira-Rio), onde já funciona uma agência da instituição financeira. O centro empresarial fica em frente ao Shopping Jequitibá.

A mudança para o novo local havia sido definida há quatro anos, como antecipou o Pimenta à época, e a transferência se dá agora, após a conclusão das obras do centro empresarial. Comandada por Marcus Vinícius Nascimento desde 2012, a superintendência regional da Caixa abrange municípios do sul, baixo-sul e extremo-sul do Estado.

ESTIAGEM DEIXA RIO ALMADA EM NÍVEL CRÍTICO

Rio Almada sofre efeitos de 6 meses de seca na região cacaueira.

Rio Almada sofre efeitos de 6 meses de seca na região cacaueira.

Se Itabuna sofre com a água salobra em decorrência da estiagem, os moradores de distritos de Itajuípe e Coaraci, que margeiam o rio, sofrem  ainda mais. Tanto Itabuna como os dois municípios dependem do Rio Almada para o abastecimento de água. O nível do rio reduziu-se a nível crítico e em vários trechos não há vazão de água, assim como em sua nascente, em Almadina.

As fotos captadas na tarde deste sábado (16) em um pequeno trecho do Almada, em Sequeiro Grande, em Itajuípe, são desoladoras e comprovam que o fluxo de água em direção ao mar está integralmente suspenso.

As pessoas do distrito de Itajuípe somente se utilizam da água retirada em alguns poços para gasto, já que a decomposição de matéria orgânica – folhas, galhos de árvores etc – causa mau cheiro. O rio, com seus pequenos poços e filetes d´água, insiste em sobreviver.

O abastecimento à população somente tem sido possível por meio de carros-pipa. O cenário é mais drástico em Itajuípe, obrigada a suspender o abastecimento. Nos distritos, muitos lamentam que políticos e pretensos candidatos a prefeito da Velha Pirangi façam mercância de votos em troca de água potável para o consumo humano.

Uns míseros filetes d´água são alívio para moradores de Sequeiro Grande, em Itajuípe.

Uns míseros filetes d´água são alívio para moradores de Sequeiro Grande, em Itajuípe.

REFLEXO EM ITABUNA

A seca no leito do Rio Almada tem reflexo direto no abastecimento em Almadina, onde a população protestou contra a Embasa por falta de água, Itajuípe e Coaraci, além de Itabuna.

Para se ter ideia, cerca de 600 litros de água por segundo eram captados do Almada para abastecer Itabuna. Hoje, a Emasa praticamente interrompeu a captação em Rio do Braço, em Ilhéus, dependendo apenas da captação em Castelo Novo, onde a maré afetou a qualidade da água, elevando os níveis de cloreto e tornando-a salgada.

LAMA DA SAMARCO PODE TER CHEGADO AO EXTREMO-SUL DA BAHIA

Tragédia em Mariana deixou rastro de destruição (Foto Antônio Cruz/Ag. Brasil).

Tragédia em Mariana deixou rastro de destruição (Foto Antônio Cruz/Ag. Brasil).

A presidente do Ibama, Marilene Ramos, afirmou nesta quinta-feira (7) que a lama dos rejeitos de minérios que vazou das barragem da Samarco, em Mariana (MG), pode ter chegado ao Parque Nacional de Abrolhos, no sul da Bahia.

O incidente, ocorrido em novembro de 2015, liberou grande quantidade de rejeitos minerais na bacia do rio Doce, que percorreram o rio e foram lançados no mar, no Espírito Santo. Segundo ela, com o vento a mancha chegou ao Arquipélago de Abrolhos, a 250 km da foz do rio Doce, o que teria sido verificado visualmente por técnicos do Ibama durante sobrevoo feito hoje na região.

“Nessa área foi constatada a presença de lama. A observação em campo dá indícios de que muito provavelmente (a mancha) está ligada à lama que saiu do rio Doce”, disse o presidente do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Cláudio Maretti. O órgão é responsável pelo Parque Nacional Marítimo de Abrolhos.

Segundo ele, foram coletadas amostras para verificar se a lama é realmente resultante da barragem de rejeitos de minério. O Arquipélado de Abrolhos é a área de maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul. A região reúne recifes de corais, algas, tartarugas e baleias jubarte.

Em novembro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, havia dito que a lama com rejeitos não deveria chegar ao parque por conta das correntes marítimas.

Hoje, mais três praias do litoral norte do Espírito Santo foram interditadas pela Prefeitura de Linhares por causa da lama de rejeitos da mineradora: as praias de Pontal do Ipiranga, Degredo e Barra Seca. Elas se juntam a Regência, Povoação e Comboios, que tem suas áreas interditadas desde a chegada da lama.

O Ibama aguarda a análise da água coletada no local para ter certeza de que a mancha, já bastante diluída, é proveniente da lama da barragem da Samarco, que pertence a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton. Isso porque, a 60 km do arquipélago há a foz do rio Caravelas, que eventualmente lança no mar sedimentos resultantes de erosões.

Confira mais no Uol

CONTO&CANTIGAS ABRE PROGRAMAÇÃO DO TPI EM 2016

Contos&Cantigas abre programação do TPI deste ano (Foto TPI).

Contos&Cantigas abre programação do TPI deste ano (Foto TPI).

A programação da Tenda Teatro Popular de Ilhéus em janeiro começa nesta sábado (9), às 17h, com o Conto&Cantigas, com atores e músico contando histórias de forma dramatizada. A apresentação, com classificação indicativa livre, será na área verde da tenda, na Avenida Soares Lopes.

A programação da Tenda ainda segue com apresentação da Companhia Circo da Lua (dia 16); 9º Encontro Grapiúna de Compositores e Compositoras (dia 15); e Tributo Grapiúna: Eles e Elas Cantam (dia 22). No dia 23, haverá lançamento do disco IsmeraRock & O Calibre Dobrado. A apresentação de Medida Por Medida, peça do grupo do Teatro Popular de Ilhéus inspirada na obra homônima de William Shakespeare, encerra a programação de janeiro. Serão três dias – 28, 29 e 30.

A programação completa está disponível na internet, por meio do link http://goo.gl/pzFt58, no aplicativo Tenda Teatro Popular de Ilhéus (download na Google Play Store) e nos folhetos informativos distribuídos no próprio espaço cultural.



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