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:: ‘TelexFree’

BAIANO QUE ESCONDEU US$ 17 MILHÕES DA TELEXFREE SE DECLARA CULPADO NOS EUA

Cleber Rocha teria se declarado culpado

Cleber Rocha teria se declarado culpado

Um baiano, cuja prisão levou as autoridades dos Estados Unidos a descobrirem US$ 17 milhões escondidos sob um colchão, declarou-se culpado de ter tentado lavar fundos ligados a um dos maiores esquemas em pirâmide da história.  A confissão teria ocorrido durante interrogatório nesta quinta-feira (19).

Cléber Rene Rizério Rocha, que procuradores disseram ter tentado ajudar a tirar dinheiro dos EUA que um cofundador da TelexFree Inc deixou para trás ao fugir do país, assumiu sua culpa perante um tribunal federal de Boston.  Cléber  Rocha é de uma família de Brumado, no extremo sul da Bahia, e morava no estado do Espírito Santo desde os 18 anos. No final do ano passado, ele embarcou para os Estados Unidos para uma suposta lua de mel, mas acabou preso.

Rocha admitiu as acusações de conspiração e lavagem de dinheiro, cada uma acarretando penas de até 20 anos de prisão. Os procuradores concordaram em recomendar uma sentença de 40 meses com base em sua cooperação. A sentença deverá ser divulgada em 7 de dezembro.

O caso do réu de 28 anos derivou de uma investigação sobre a TelexFree, uma empresa sediada em Massachusetts que vendia serviços de telefonia via internet e foi fundada por James Merrill, um cidadão norte-americano, e o brasileiro Carlos Wanzeler.

Dólares encontrados com baiano

Dólares encontrados com baiano

Os procuradores disseram que a TelexFree era um esquema em pirâmide que fazia pouco ou nenhum dinheiro vendendo seus serviços e recebeu milhões de dólares de milhares de pessoas que pagavam para se cadastrar para ser “promotores” e publicar anúncios online para a companhia.

A TelexFree faliu em 2014, infligindo mais de US$ 3 bilhões de prejuízos a quase 1,89 milhão de pessoas de todo o mundo, segundo os procuradores. Merrill foi preso em 2014, e em março deste ano e condenado a seis anos de prisão depois de se declarar culpado de conspiração e fraude.

Também em 2014 Wanzeler fugiu para o Brasil, de onde não pode ser extraditado, deixando para trás dezenas de milhões de dólares que lavou de contas da TelexFree, informaram os procuradores. As informações são do G1.

 

 

“D9”: OPERAÇÃO CONTRA PIRÂMIDE FINANCEIRA APREENDE VEÍCULOS EM ITABUNA

Polícia apreendeu carros de luxo, jet ski, documentos e computadores na sede da D9 e em apartamentos.

Polícia apreendeu carros de luxo, jet ski, documentos e computadores na sede da D9 e em apartamentos.

As polícias civil e militar cumpriram vários mandados de busca e apreensão em Itabuna contra o esquema de pirâmide financeira. O esquema, de acordo com a polícia, foi montado pela empresa D9, com sede na Rua Ruffo Galvão, região central do município sul-baiano.

Carros de luxo e jet ski já foram apreendidos e levados para o pátio do Complexo Policial de Itabuna no cumprimento de nove mandados, após denúncias de golpe prestadas ontem (2) na Delegacia de Polícia Civil. Delegados informam que as investigações já ocorriam há vários meses.

A D9 vendia o esquema de pirâmide como se fosse marketing multinível. Era, como investiga a polícia, uma tentativa de evitar que fosse identificada como pirâmide, que é crime contra economia popular e tributário, além de ser considerado lavagem de dinheiro.

O delegado André Aragão, coordenador regional da Polícia Civil, preside as investigações. Atualizado às 11h39min

MPF ACUSA DONOS DA TELEXFREE POR LAVAGEM DE R$ 55 MILHÕES

Telexfree 2A Gazeta

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) denunciou os donos da Telexfree, Carlos Nataniel Wanzeler e Carlos Roberto Costa, pelo crime de lavagem de dinheiro realizada por meio de 81 operações financeiras que movimentaram R$ 55.535.038,66.

Os valores, provenientes direta ou indiretamente de atividade criminosa, segundo o MPF, eram transferidos de contas da Ympactus Comercial (Telexfree) para contas das empresas Worldxchange Intermediação e Negócios Ltda e KLW Prestadora de Serviços, ambas do grupo Telexfree. As operações aconteceram entre março de 2012 e junho de 2013.

Também foram denunciadas pelo mesmo crime Febe Vanzeler de Almeida e Souza, Marilza Machado Wanzeler, Marisa Machado Wanzeler Salgado e Lyvia Mara Campista Wanzeler. Além da condenação do denunciados, o MPF/ES pede ainda que seja mantida a apreensão de bens e valores das empresas e seus sócios e, que, ao final do processo, seja decretado seu perdimento, por se tratarem de produto de atividade criminosa.

Duas operações, realizadas na manhã do dia 19 de junho de 2013, movimentaram a maior parte dos recursos (R$ 51.680.299,00) transferidos para conta da Worldxchange. A empresa é de propriedade de Marilza Machado Wanzeler e Febe Vanzeler de Almeida, que são respectivamente mãe e irmã de Carlos Wanzeler.

As transferências foram realizadas por volta das 19 horas do dia 18 de junho, logo após ter sido veiculada em um site do estado do Acre a notícia sobre a decisão judicial que bloqueou as contas bancárias, aplicações financeiras, valores e bens em nome da Ympactus Comercial e de seus sócios. Foram forjados contratos para justificar as transferências entre as empresas. :: LEIA MAIS »

BRASILEIRO LIGADO À TELEXFREE É PRESO NOS ESTADOS UNIDOS COM US$ 20 MI SOB O COLCHÃO

(Foto Marcelo Casal/Agência Brasil)

(Foto Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Do Bahia.Ba

Procuradores americanos anunciaram a prisão de um cidadão brasileiro, no estado de Massachussets, por lavagem de dinheiro, em conexão com o esquema multibilionário de fraude global “TelexFree”. Nesta quinta-feira (5), cerca de US$ 20 milhões de Cléber Rene Rocha, de 28 anos, foram descobertos sob um colchão em um apartamento – o rapaz estava a serviço de um sobrinho do fundador da companhia, o também brasileiro Carlos Wanzeler.

A prisão foi fruto de uma investigação sobre a empresa, que realizava um esquema de pirâmide de dinheiro, sob o disfarce se tratar de uma companhia de internet e telecomunicações. A TelexFree pediu falência em abril de 2014, com dívida de US$ 5 bilhões a seus participantes, de acordo com procuradores. No total, cerca de 965 mil vítimas nos EUA, Brasil e outros países perderam US$ 1,76 bilhão com o fracasso.

Sediada na cidade de Marlborough, a empresa foi fundada pelo americano James Merrill e por Wanzeler . O estadunidense foi preso em maio de 2014 e se declarou culpado de conspiração e fraude eletrônica em outubro. Já o segundo, fugiu para o Brasil em 2014 e não pode ser extraditado.

TELEXFREE SUSPENDE ATIVIDADES

Telexfree 2Do UOL

Nas últimas semanas, quem acessou o site da Telexfree se deparou com uma mensagem dizendo que o serviço estava fora do ar “para manutenção”, mas seria restabelecido “em 2 horas”. Nesta sexta-feira (16), o site traz uma mensagem oficial em inglês declarando a suspensão das atividades da empresa.

Quem tenta acessar o site brasileiro (www.telexfree.com.br) é automaticamente remetido para o site internacional da empresa (www.telexfree.com), onde está a mensagem.

O texto diz que a empresa entrou com pedido de recuperação judicial em Massachusetts em 13 de abril, e que a Telexfree suspendeu todas suas atividades e negócios “enquanto cuida de certos assuntos com a Corte de Falências e cuida de procedimentos pendentes com a SEC e outras agências do governo”.

“Já que não estamos atualmente em condições de apoiar nossa rede, é possível que os clientes enfrentem interrupção ou descontinuação do serviço. Associados independentes e promotores não devem representar a Telexfree de agora em diante sem aprovação de um novo plano de compensação pela Corte de Falência.” Leia mais

SUSPEITA DE PIRÂMIDE FINANCEIRA, TELEXFREE PATROCINARÁ BOTAFOGO

Botafogo terá a Telexfree como um dos principais patrocinadores (Foto Vitor Silva/Correio).

Botafogo terá a Telexfree como um dos principais patrocinadores (Foto Vitor Silva/Correio).

A TelexFree, que vende pacotes de telefonia via internet, anunciou na noite de quarta-feira (9), por meio de um vídeo, o acerto para patrocinar o Botafogo na temporada de 2014.

Suspeita de formação de pirâmides financeiras, que são ilegais, a empresa americana recrutou milhões de pessoas pela internet para divulgar um serviço de voz e teve sua atuação suspensa pela Justiça do Acre em junho do ano passado.

Ela e mais 120 empresas são investigadas pelo MPCON (Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor). As pirâmides configuram crime contra a economia popular, de acordo com o advogado Gauthama de Paula, do escritório Siqueira Castro. Com informações do Correio.

MP VÊ LIGAÇÃO ENTRE TELEXFREE E BBOM

Do Portal IG

Investigado por suspeita de ter criado uma pirâmide financeira, o dono da BBom, João Francisco de Paulo, recebeu em suas contas R$ 11 milhões. Em apenas dois meses (maio e junho), investiu R$ 4 milhões em fundos de previdência privada. O empresário também tinha em seu nome quatro dos 49 carros de luxo apreendidos no mês passado . As informações são do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP).

O órgão também informou ter encontrado transações financeiras entre a BBom e a Telexfree, outra acusada de ser um esquema de pirâmide, como havia apontado em julho o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO).

“O esquema BBom seria o sucessor do Telexfree, conforme demonstram transações financeiras realizadas entre as duas empresas e entre pessoas em comum”, informou nota divulgada nesta segunda-feira (2).

Procurado, o dono da BBom negou irregularidades e relações com a Telexfree.

“Minhas contas não recebem créditos desde 10/7/2013. Os valores recebidos anteriormente fazem parte de recebimento de lucratividade na franqueadora [ do grupo Embrasystem ] e lucratividade na própria BBom”, disse João Francisco de Paulo à reportagem. “É dinheiro legal, contabilizado e declarado.”

Os representantes da Telexfree não comentaram imediatamente a informação.

DEPOIS DO TELEXFREE, AGORA FOI O BBOM

bbomNuma sequência que já era prevista, mais um negócio suspeito de configurar pirâmide financeira caiu na malha da justiça. Depois do TelexFree, que teve as contas bloqueadas após processo movido pelo Ministério Público no Acre, agora foi o BBom que sofreu a mesma restrição, por sentença da justiça federal em Goiás.

O BBom está vinculado à empresa Embrasystem e opera no chamado “marketing multinível”, com a venda de rastreadores de veículos. No entanto, assim como o TelexFree e outros negócios semelhantes, o faturamento é obtido realmente com o recrutamento de novos vendedores.

No fundamento da decisão que bloqueou as contas do BBom, a juíza substituta Luciana Laurenti Gheller, da 4ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, observou que os pagamentos feitos a cada participante do negócio dependem “exclusivamente do recrutamento feito por ele de novos associados”. Para ingressar na rede, é necessário pagar uma taxa que varia de R$ 600 a R$ 3 mil.

O diretor do BBom, Ednaldo Bispo, declarou ainda não ter sido notificado e que os pagamentos aos associados continuam normalmente. Com informações do IG.

JOSÉ DO EGITO E A TELEXFREE

Esta é mais uma das sacadas do designer Lucas França que está fazendo sucesso nas redes sociais.
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DETERMINA QUE PF INVESTIGUE A TELEXFREE

Telexfree 2Débora Zampier | Agência Brasil

Brasília – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou ontem (8) a abertura de investigação policial relativa às atividades da empresa TelexFree no país. O órgão informa que vem apurando denúncias sobre a empresa desde janeiro, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor.

A suspeita é de explorar o sistema comercial conhecido como pirâmide financeira, proibido no Brasil. O modelo se mantém por meio do recrutamento progressivo de pessoas, até chegar a níveis que tornam o retorno financeiro insustentável. Estima-se que a Telexfree tenha arregimentado pelo menos 1 milhão de pessoas no Brasil.

O Ministério da Justiça informa que já havia pedido ajuda para apurar o caso, como à Comissão de Valores Mobiliários, ao Banco Central, à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Esses órgãos apontaram indícios de crime contra a economia popular, esquema de pirâmide financeira e evasão de divisas.

No mês passado, o Departamento de Defesa do Consumidor abriu processo administrativo envolvendo a TelexFree por indícios de formação de pirâmide financeira e ofensa ao Código de Defesa do Consumidor.

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TELEXFREE SOFRE NOVA DERROTA JUDICIAL

Totem Telexfree foto Raissa Natani G1A Telexfre continuará impedida de fazer pagamentos aos inscritos no negócio – são 450 mil, segundo a empresa. Acusada de ser a maior pirâmide financeira da história do Brasil, a Telexfree também seguirá proibida de arregimentar novos interessados. E os bens dos proprietários, suspeitos de tentarem desviar os recursos investidos pelos associados, permanecerão bloqueados. Esses são os efeitos da decisão da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), a terceira derrota da empresa no Estado, para além de uma em Brasília.

Em sessão ocorrida nesta segunda-feira (8), o órgão, composto por três magistrados, manteve a liminar da juíza Thaís Khalil, de Rio Branco , que desde o dia 18 de junho determinou a suspensão das movimentações financeiras e da entrada de outros integrantes na rede Telexfree, bem como congelou as contas de Carlos Costa, Carlos Wanzeler, James Merril e Lyvia Wanzer. A sentença vale para todo o Brasil. Informações do Portal IG.

DONOS DA TELEXFREE TENTARAM DESVIAR R$ 88 MILHÕES DE EMPRESA APÓS BLOQUEIO, DIZ PROMOTORA

Promotora Alessandra MarquesMais uma bomba envolvendo a Telexfree. Numa entrevista ao Portal IG, Alessandra Marques, promotora do Ministério Público do Acre, disse que os responsáveis pelo negócio tentaram desviar R$ 88 milhões das contas da empresa suspeita de pirâmide financeira logo após a ordem de bloqueio judicial.

– Quando a juíza determinou o bloqueio dos recursos, 24 horas depois eles [responsáveis pela empresa ] conseguiram entrar numa conta e desviar R$ 40 milhões para uma outra conta que não era da Telexfree. Outros R$ 48 milhões foram para outra conta”, disse a promotora pública.

Tanto o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) quanto o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ratificaram decisão em primeira instância e mantiveram bloqueio de pagamentos e suspensão de novas adesões ao negócio.

Na última sexta-feira (28), o Ministério Público ingressou com ação civil pública contra a Telexfree, que nega qualquer irregularidade no negócio e refuta a suspeita de tratar-se de pirâmide financeira. A ação é assinada pelos promotores Nicole Arnoldi, Marco Aurélio Ribeiro e Danilo Lovisaro. A empresa espera o julgamento de outro recurso contra o bloqueio. O julgamento, na 2ª Câmara Cível do TJ-AC, está previsto para a segunda (8).

Na ação civil pública, a promotora Alessandra também pede uma multa de R$ 7 milhões à Ympactus Comercial LTDA, razão social da Telexfree, por “prejuízo causado ao sentimento de confiança” da população nas empresas. Segundo o Blog do Marcelo, o dinheiro deverá ser revertido para o Fundo Estadual de Diretos Difusos.

STJ MANTÉM DECISÃO SOBRE TELEXFREE

telexfree2Um recurso impetrado pela empresa Ympactus Comercial Ltda., que opera a Telexfree, foi barrado nesta terça-feira, 2, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com isso, o tribunal manteve a decisão da justiça do Acre, que havia determinado a suspensão das atividades da rede em todo o país.

No entendimento da ministra Isabel Galotti, do STJ, ainda há pendências a serem analisadas pelo Tribunal de Justiça do Acre, o que impediu o julgamento do recurso. A 2ª Câmara Civil da corte estadual julgará o caso na próxima segunda-feira, dia 8.

Na tarde de domingo, 30, dezenas de divulgadores do Telexfree protestaram em frente à sede da TV Santa Cruz, retransmissora do sinal da Rede Globo no sul da Bahia, e chegaram a interditar a rodovia Ilhéus – Itabuna (confira aqui). O protesto era contra uma matéria que veio a ser apresentada à noite, no programa Fantástico. Manifestações semelhantes ocorreram em outras cidades da Bahia e em vários estados.

De acordo com o G1, o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Roberto Barros, afirmou que os protestos não influenciarão a decisão que será tomada no dia 8. No Rio Grande do Norte, o Ministério Público anunciou que irá instaurar inquérito civil para investigar empresas que operam com o chamado “marketing multinível”. Entre as que serão investigadas, estão Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz.

PROTESTO DA TELEXFREE FECHA RODOVIA ILHÉUS-ITABUNA

Cerca de 100 associados interditam Rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Pedro Augusto).

Cerca de 100 associados interditam Rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Pedro Augusto).

Mais de cem divulgadores da Telexfree em Itabuna interditaram a Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), no quilômetro 24, próximo ao Makro e Atacadão, hoje (30), para pressionar a Justiça do Acre a rever decisão que impediu pagamentos e novas adesões ao negócio. A suspeita é de que se trata de pirâmide financeira.

O protesto gerou engarrafamento na rodovia, uma das mais movimentadas do interior do Estado, e começou na sede da TV Santa Cruz. A emissora é afiliada Rede Globo, que promete exibir, hoje, reportagem sobre a Telexfree no Fantástico. Os divulgadores Telexfree, desde ontem, protestavam nas redes sociais contra a emissora e diziam até que a Justiça proibiu a Globo de veicular a matéria, o que não foi confirmado pela rede de televisão.

A interdição da rodovia gerou protesto. Ciro Feitosa seguia de Itabuna para o Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, e quase perde o voo. “Cheguei aos 45 do segundo tempo”, disse por meio de rede social. A polícia rodoviária estadual foi chamada para intervir e liberou a pista parcialmente. A manifestação terminou por volta das 17h.

JUSTIÇA DO ACRE MANTÉM DECISÃO QUE SUSPENDE PAGAMENTOS E ADESÕES À TELEXFREE

Veriana Ribeiro e Yuri Marcel | Do G1

O desembargador do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC) Samoel Evangelista decidiu, na tarde desta segunda-feira (24), indeferir o recurso dos advogados da Telexfree e manteve a liminar que proíbe os pagamentos e novas adesões à empresa. A medida mantém o bloqueio às contas dos sócios administradores e é válida para todo o território nacional.

Procurado pela reportagem do G1, o advogado da Telexfree Horst Fouchs, que veio ao Acre para cuidar do caso, disse apenas que estava tomando conhecimento da decisão e que só vai se pronunciar depois que ela for publicada.

A empresa é suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira utilizando como ‘disfarce’ um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível. Quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.

Leia a íntegra aqui

JUSTIÇA DO ACRE PROÍBE PAGAMENTOS E NOVAS ADESÕES À TELEXFREE

Promotoria viu indícios de pirâmide financeira na Telexfree (Foto Raissa Natani/G1)

Promotoria viu indícios de pirâmide financeira na Telexfree (Foto Raissa Natani/G1)

Do Portal G1

A 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco julgou procedente uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Acre, e suspendeu os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa de marketing multinível Telexfree até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

De acordo com o MPE, os donos da empresa são suspeitos de montar uma pirâmide financeira. A decisão foi divulgada no final da tarde desta terça-feira (18).

Nesta quarta-feira (19) a promotora de Defesa do Consumidor, Nicole Gonzalez, deu uma entrevista coletiva onde explicou o que levou o MPE a formalizar a denúncia. De acordo com ela, a Telexfree no Brasil estaria fazendo o recrutamento de investidores e criando um esquema de pirâmide sob o disfarce de marketing multinível.

“Existem empresas de marketing multinível já consolidadas no mercado como a Herbalife, Mary Kay e Tupperware. Elas trabalham com esse sistema, no caso da Telexfree o interesse não é vender os produtos, mas recrutar novas pessoas”, explica. Ela acredita que cerca de 70 mil pessoas possuem contratos com a Telexfree no Acre.

Nicole diz que o foco da Telexfree no Brasil não é a venda de produtos ou serviços, mas a adesão de novas pessoas para alimentar o sistema de pagamento. Ela argumenta que o suposto produto oferecido pela Telexfree, um software para realização de ligações pela internet, deve ser comprado em kits.

Leia a íntegra

OS BAIANOS CRIAM O “TELEX FRIA”

“Os Baianos” fizeram uma sátira mirando famosa empresa de marketing multinível. No mínimo, gera muitas risadas. No máximo, pode atrair a ira de quem defende esta estratégia de marketing confundida por muitos como investimento financeiro.

MINISTÉRIO DA FAZENDA ENCONTRA INDÍCIOS DE “PIRÂMIDE FINANCEIRA” NA TELEXFREE

telexfreeA Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae/MF) emitiu comunicado nesta semana em que aponta indícios de “esquema de piramidade financeira” no sistema TelexFree, que promete ganhos altos e rápidos a quem adere ao sistema.

A Seae informa no comunicado de esclarecimento que não tem poderes para autorizar nem fiscalizar o sistema TelexFree, e decidiu encaminhar as suas conclusões para investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal.

Clique e veja como funciona o negócio

Num dos pontos do comunicado, a Seae aponta irregularidades no negócio e observa que a TelexFree não possui autorização para “praticar atividades de comércio”. A secretaria de acompanhamento frisa apenas que não se pode configurá-lo como captação antecipada de poupança popular.

Confira a íntegra da nota clicando em “leia mais”, logo abaixo.

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NASSIF DIZ QUE TELEXFREE É “GOLPE DO SÉCULO”

nassif-blogO jornalista e blogueiro Luis Nassif informou em seu site que o sistema TelexFree “será desbaratado e seus mentores detidos” nos próximos dias (confira aqui). Nassif classifica o negócio como o “golpe do século” no Brasil e diz que esse “esquema de pirâmide” movimentou R$ 300 milhões no ano passado, valor que pode chegar a R$ 1 bilhão em 2013, caso Polícia Federal e Ministério Público Federal não iniciem logo as investigações.

Segundo ele, “durante semanas o Ministério Público ficou discutindo se o tema era da alçada federal ou estadual. A Polícia imersa em indagações se era crime contra a economia popular, portanto afeita à Polícia Civil, ou crime mais abrangente, de responsabilidade da Polícia Federal”.

Já em vídeos postados na internet, pessoas apontadas como chefes do negócio no país dizem que uma investigação vai provar a ‘idoneidade’ do negócio. Quem coloca dinheiro no negócio, geralmente o menor valor fica na faixa dos R$ 650,00, tem a promessa de receber – em um ano – duas vezes o aplicado, recuperando o investimento em quatro meses. Para ter o rendimento, deve-se postar anúncios e vender um sistema de telefonia pela internet (Voip). Economistas afirmam que o negócio não se sustenta, daí o nome pirâmide.

alba



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