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:: ‘Uesc’

IMBECILIDADE DE NÍVEL SUPERIOR

Um trote estúpido por muito pouco não matou um calouro do curso de Engenharia de Produção da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Segundo o Jornal Bahia Online, cerca de 15 veteranos obrigaram o rapaz de 18 anos a ingerir todo o conteúdo de uma garrafa de aguardente, conhecida como “corote”.

A vítima da estupidez entrou em coma alcoólico e precisou ser internada, mas já se encontra fora de perigo. A família do estudante registrou o fato junto à Reitoria, mas esta ainda não se pronunciou.

PROFESSORES BUSCAM TITULAÇÃO NA UESC

Quarenta e dois professores de escolas públicas sul-baianas iniciaram hoje, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), suas atividades no Curso de Pedagogia IV, vinculado ao Programa Nacional de Formação de Professores. A iniciativa visa graduar profissionais que atuam na rede básica pública, sem titulação.

Em palestra de boas vindas, a reitora Adélia Pinheiro disse que, por meio da formação de professores, o programa tem como objetivo melhorar a qualidade do ensino. A Uesc está há duas décadas integrada à ação.

Além do curso de pedagogia, a universidade oferece, dentro do programa de formação, graduação em Ciências Sociais, Educação Física, Geografia, História, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática.

LIVROS TRAZEM PASSADO E PRESENTE DE ITABUNA

Obras trazem passado e presente de Itabuna.

Obras trazem passado e presente de Itabuna.

Cinco livros com abordagens sobre o passado e o presente de Itabuna fazem parte de obras lançadas pela Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, a Editus.

Ensaios históricos de Itabuna: o jequitibá da Taboca, de Oscar Ribeiro Gonçalves, e Itabuna: história e estórias, de Adriana Dantas, estão entre eles. Os dois livros reúnem relatos orais de personagens do cotidiano de Itabuna.

Dentre as obras disponíveis em livrarias regionais e na Editus, também estão O centro da cidade de Itabuna: trajetória, signos e significados e De tabocas a Itabuna – um estudo histórico-geográfico,  da professora Lurdes Bertol Rocha. É também de Lurdes Bertol o livro A cidade em tela: Itabuna e Walter Moreira.

Na linha literária, há Expressões poéticas de Valdelice Pinheiro, organizado pela professora Tica Simões. O catálogo com as obras está disponível no site da Editus (www.uesc.br/editora). A compra pode ser feita pela internet no site www.livrariacultura.com.br . Pedidos podem ser feitos pelo email livraria@uesc.br ou pelo telefone 73-3680.5240.

UNIVERSO PARALELO

UM GRITO DE DOR NO ENGENHO DE SANTANA

1MejigãOusarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Mejigã e o contexto da escravidão (Editus/Uesc, organização de Ruy Póvoas) é um livro magnífico, desses que engrandecem a região, porque projetam e eternizam em letra impressa intelectuais que, em grande parte, estariam no anonimato, não fosse essa iniciativa. Os dez ensaístas reunidos na coletânea esbanjam erudição, sem perder o viés paradidático que nos facilita o entendimento. Mejigã… (nome africano de uma negra escravizada e trazida ao Engenho de Santana) é inquestionável contributo para percebermos o que foi a luta dos negros em Ilhéus e o que eles significam em nossa formação. Talvez fosse injusto fazer destaques, mas é justo salientar pelo menos dois nomes pouco reconhecidos fora dos muros da academia e que ganham visibilidade com o livro:

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Chicotadas como pagamento do trabalho

Marialda Jovita Silveira, que disserta com invulgar segurança sobre a oralidade como mecanismo de preservação dos valores do candomblé (Ritos da palavra, gestos da memória: a tradição oral numa casa ijexá), e Consuelo Oliveira, que explica, didaticamente, como numa sala de aula, as questões de saúde/doença/magia/terapêutica no candomblé, tendo como exemplo o terreiro onde Ruy Póvoas é babalorixá, em Itabuna (Ilê Axé Ijexá: lugar de terapia e resistência). Li Mejigã… como um livro político, uma história da resistência de um povo, seu sofrer e sua revolta – o registro a ferro e sangue de uma Ilhéus receptora de negros escravos, “dos quais ela cerceou a liberdade e cresceu pela força de seu trabalho, a troco de chicotadas”, como diz Ruy Póvoas.

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“Subalternizados, mas não subalternos”

Ou, na voz de Arléo Barbosa, “O Estado brasileiro foi edificado pelo negro, cuja presença é marcante em todos os aspectos da vida econômica, social, política, religiosa e cultural”. Ainda, de acordo com Kátia Vinhático e Flávio Gonçalves: “Eles [os escravizados] não se comportaram, não se sentiram e não se pensaram como subalternos. Subalternizados, inferiorizados, subestimados, sim. Não se pode dizer, no entanto, que foram subalternos, pois para isso seria necessária a aceitação dessa condição por parte deles”. Os demais textos de Mejigã…, todos de alta qualidade (não citados por falta de espaço), são de André Luiz Rosa Ribeiro, Ivaneilde Almeida da Silva, Mary Ann Mahony e Teresinha Marcis.

 

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VANDALISMO: “A DESTRUIÇÃO DO NOTÁVEL”

Com os protestos de rua em moda no Brasil democrático, abusa-se do termo “vândalo”, para caracterizar o bandido travestido de manifestante. O termo remonta a um povo do século V, que tomou e saqueou Roma, destruindo muitas obras de arte. Isto ocorreu no mês de junho, à semelhança das nossas manifestações. Por certo, a palavra “vandalismo” viria daí (“Destruição ou mutilação do que é notável pelo seu valor artístico ou tradicional”, segundo o Priberam). Nada errado em chamar esses marginais de “vândalos”, salvo a repetição exaustiva do termo, o que atesta a já sabida indigência vocabular da mídia, particularmente da tevê.
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5MonalisaNapoleão e os especialistas em saque

Os dicionários apontam alternativas para vândalo: bárbaro, selvagem, destruidor, grosseiro, violento, bruto, truculento, iconoclasta e outros. Para manter a linguagem jornalística distante das escolhas sofisticadas (comme il fault), eu empregaria para o indivíduo desse comportamento a boa e sonora palavra “bandido”. É tempo de lembrar outra curiosidade: Roma teve, em 1798, novo saque de obras de arte, desta vez por Napoleão, cujo exército tinha um grupo “especialista” em… roubar. Só os nazistas pilharam mais do que o velho Bonaparte. Mas não foi ele quem levou a Monalisa pro Museu do Louvre, como dizem as más línguas.

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DE ERROS “HISTÓRICOS” E “OCASIONAIS”

3AracyPra não dizer que só falo de espinhos
Com (talvez) irritante frequência tem esta coluna se referido a erros perpetrados contra a canção brasileira. Parece que não há exceção: de Nelson Gonçalves a Maria Betânia, de Alcione a Ângela Maria, novos e velhos vocalistas decidem alterar as letras e o fazem impunemente, como se tivessem tal direito. Há erros “históricos”, como o de Aracy de Almeida em Último desejo e Gastão Formenti em De papo pro ar (dois deslizes que foram repetidos tempos afora por outros cantores), e há os equívocos ocasionais, aqueles “próprios” de um vocalista, mas que outros não copiam. É o caso de Marisa Monte.
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7GibãoA garota não quer mais vestir “gibão”

Há dias, postamos aqui um vídeo em que ela canta O xote das meninas (Luiz Gonzaga – Zé Dantas), com uma derrapada das mais escabrosas da MPB. “Meia comprida, não quer mais sapato baixo, vestido bem cintado, não quer mais vestir timão”, diz a letra, mostrando o estado de espírito da menininha que vira moça e quer namorar. Pois a bela Marisa, sabe-se lá o motivo, canta “… não quer mais vestir gibão” – e não houve no estúdio um filho de Deus que atentasse para esta barbaridade. Timão é uma espécie de camisola; gibão até seria defensável em outro lugar, não no Nordeste): além de ser vestimenta de vaqueiro, não está no texto original. Menina vestindo gibão só mesmo na cabeça dessa gente tonta.

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QUE A SIGLA SEJA MENOR DO QUE A OBRA

Todos metem sua colher, também vou meter a minha… Calma. Invoco essa paródia de Casemiro de Abreu, que ninguém mais lê, apenas para introduzir minha escolha sobre a sigla da Universidade Federal do Sul da Bahia. É que o tema, bem ao nosso estilo de trocar o atacado pelo varejo, caminha para se tornar mais substantivo do que a própria escola. Dito o que, informo aos que desta coluna tomarem conhecimento que minha preferência não é Ufesba, Ufsulba, UFSB ou UFSBA, mas um acrônimo ainda não sugerido: UFESB. Mas, quero deixar claro, pouco importa por qual sopa de letrinhas será identificada a Escola – ela é que nos importa – mesmo chamada por qualquer nome exótico. Para ficar coerente, vamos de Alobêned, que esta coluna disse (e repete!) ser “um furacão negro, uma monarca africana”.

 (O.C.)

ENEM 2013 JÁ TEM 6,3 MILHÕES DE CANDIDATOS; PRAZO DE INSCRIÇÃO ACABA HOJE

Uesc (foto) e Ufesba vão utilizar notas do Enem em 2014.

Uesc (foto) e Ufesba vão utilizar notas do Enem em 2014.

Os estudantes que desejam participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano têm até as 23h59min de hoje para fazer inscrição, no site do Enem (confira aqui). São exigidos dados do CPF e da carteira de identidade do participante. A edição deste ano já é a que possui o maior número de candidatos (6.342.250).

A taxa de inscrição custa R$ 35,00 e deve ser paga até a próxima quarta, 29. Ficam isentos os concluintes do Ensino Médio em 2013 ou inscritos que possuam renda per capita de até um salário mínio e meio (veja edital).

As provas do exame deste ano serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro. As notas do Enem são usadas por instituições de ensino superior para acesso pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou Programa Universidade para Todos (Prouni). O Sisu é utilizado pelas instituições públicas, e o Prouni pelas faculdades privadas.

UESC E UFESBA UTILIZARÃO NOTAS DO ENEM

Os estudantes que desejam ingressar na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) ou na Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) terão que fazer o Enem. Desde o ano passado, a Uesc já utiliza as notas do exame como forma de ingresso nos cursos de graduação.

A coordenação de implantação da Ufesba publicou nota oficial, no início deste mês, orientando a inscrição no Enem para aqueles que planejam estudar na universidade. O projeto de lei da Ufesba foi aprovada pelo Congresso Nacional no início deste mês e aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff. A coordenação trabalha para que a aula inaugural ocorra já em 2014.

Após a sanção presidencial, começarão os trâmites para realização de concurso a fim de contratar professores e servidores administrativos para a Ufesba, num total de 1,2 mil funcionários. A universidade terá campi em Itabuna, onde funcionará a reitoria, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. A área do campus de Itabuna ainda não foi definida.

GREVE À VISTA NA UESC

Professores da Uesc e das demais universidades estaduais ensaiam greve.

Professores da Uesc e das demais estaduais podem entrar em greve.

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) participam de assembleia na próxima sexta, 24, às 10h, para avaliar o andamento das negociações de reajuste salarial com o governo baiano. Por enquanto, dirigentes da Adusc, a associação de docentes da Uesc, avaliam que o comportamento do governo nas negociações está empurrando os professores par a greve.

O humor da categoria não é dos melhores depois que o governo voltou à estaca zero nas negociações, mesmo com os docentes das universidades estaduais reduzindo o percentual reivindicado – de 28% para 24% – e novo calendário de incorporação da CET (Certificação das Condições Especiais de Trabalho).

A assembleia será no auditório do pavilhão do curso de Direito.

NESEP PROMOVE CICLO DE DEBATES

uesc 2O Núcleo de Estudos Sociedade, Educação e Políticas Públicas (Nesep), da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), promove ciclo de debates, na próxima terça, 14. Fernando Tula Molina e Gesil Amarante participam de mesa redonda com o tema Políticas Científica e Tecnológicas e Práticas Cidadã, a partir  das 19h, no auditório de Direito, no campus da Uesc.

Fernando Molina abre a série com a abordagem “A responsabilidade tecnológica: um desafio contemporâneo”. Gesil Amarante falará sobre “Inovação tecnológica e cidadania”.

As inscrições podem ser feitas no local.

PIMENTA DO DIA

Comentário do leitor Sérgio Oliveira à nota do assalto a um ônibus da Rota que fazia a linha Itabuna-Salobrinho(Uesc), ontem.

Pouco antes desse horário do assalto, relatado no post, eu passei pelo Posto Policial (TOR), retornando da Uesc, de carro, após ter ministrado aulas, e pensei comigo mesmo: Por que o Posto Policial está fechado, em plena tarde, parecendo até mesmo estar desativado?

Se o referido Posto estivesse em atividade, talvez facilitasse a prisão dos assaltantes, ou mesmo teria inibido a ação dos mesmos!

A falta de Segurança Pública no nosso estado, definitivamente, passa por falta de inteligência – e de estratégia!

A “ousadia” dos bandidos passa pela ausência do estado!

PREAFRO TEM AULA INAUGURAL HOJE

A aula inaugural do curso Pré-Universitário para Afrodescendentes (PreAfro) será nesta sexta-feira, 3, às 19h, no auditório do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, na Avenida do Cinquentenário.

As aulas do PreAfro serão ministradas de segunda à sexta, das 19h às 21h30min, nos núcleos da Escola Ubaldo Dantas (Califórnia) e Escola Dom Ceslau Stanula (Maria Pinheiro).

Egnaldo França, do Grupo Encantarte e idealizador do pré-universitário, diz que todos os educadores do PreAfro são voluntários, a maioria ex-alunos do projeto. O PreAfro aprovou 125 estudantes na Universidade Estadual de Santa  Cruz (Uesc), além de aprovação em mestrados na Uesc, Unicamp e Ufba.

 

UESC DIVULGA NOVA LISTA DO SISU

Campus da UESCA Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a nona lista de aprovados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O convocado deve confirmar matrícula na próxima quinta, 2, no horário das 8h às 12h e das 13h às 16h no colegiado do curso no qual foi aprovado, no campus da universidade.

A lista traz aprovados nos cursos de Ciência da Computação, Biologia, Economia (matutino e noturno), Comunicação, Engenharia de Produção, Medicina e Medicina Veterinária. Confira a relação completa clicando no “leia mais”, abaixo.

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ESCOLA DEBATE HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA

abril indígena curumimA Escola Curumim promove, nos dias 29 e 30, na Universidade Estadual deSanta Cruz (Uesc), um debate sobre a lei nº 11.645, que insere no currículo escolar o estudo da história e da cultura indígena.

O encontro, denominado “Abril Indígena – Seminário I”, será aberto às 19 horas da segunda-feira (29), com uma conferência da professora Maria Rosáriode Carvalho, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo logo após a apresentação de dança sagrada dos indígenas, com a participação das diversas etnias.

Até o fim da tarde da terça-feira, 30, haverá participações de outros especialistas, como o antropólogo Hugo Prudente, também da UFBA, a professora Rosilene Tuxá, representando a Secretaria Estadual da Educação, e osprofessores Carlos José, Agnaldo Pataxó e Elbert Almeida.

De acordo com o professor Jorge Luiz Batista dos Santos, um dos coordenadores do Abril Indígena, “o evento reafirma, no mês em que se comemora o Dia do Índio, a necessidade de se entender essa cultura que integra a identidade étnica nacional, mas que costuma ser comemorada de forma folclórica”.

A inscrição custa R$ 30,00 para professor e R$ 15,00 para outros interessados. A taxa deve ser paga no Banco do Brasil, agência 3175-5, conta-corrente 9043-3.

PROFESSORES DA UESC NÃO ADEREM À PARALISAÇÃO NACIONAL

Os professores da UESC não vão aderir à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

O movimento convocou greve nacional por três dias, a partir desta terça-feira (23).

Em comunicado, a Associação dos Docentes da Uesc (Adusc) informou que amanhã (quarta, 24) as aulas serão normais.

Leia mais no Ilhéus24h

PROFESSORES DE UNIVERSIDADES ESTADUAIS PARAM SEGUNDA E COBRAM REAJUSTE DE 28%

Docentes pressionam por aumento de 28% e param na segunda, dia 15 (Foto Adusc).

Docentes pressionam por aumento de 28% e param na segunda, dia 15 (Foto Adusc).

Os docentes das quatro universidades estaduais baianas vão fazer paralisação de 24h na próxima segunda-feira, 15, para pressionar o governo a negociar aumento salarial. Os professores exigem reajuste de 28%. Há possibilidade de greve na rede, o que vai depender das negociações em Salvador e das decisões tomadas em assembleias previstas para a próxima semana.

De acordo com os dirigentes da Associação de Docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz (Adusc), Carlos Vitória e Marcelo Lins, o percentual exigido fará com que os salários pagos na Bahia se equiparem aos recebidos pelos docentes do Ceará, considerado os de melhor remuneração no Nordeste. Os da Bahia, segundo as associações docentes, estão entre os piores.

– É preciso que esse governo, que alardeia o crescimento da arrecadação do estado, encare as universidades como investimento – afirma o primeiro secretário da Adusc, professor Marcelo Lins.

A campanha salarial dos docentes também tem como ítem de pauta a incorporação da gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET). A gratificação foi prometida na greve de dois meses, em 2011. Os profissionais exigem o pagamento da CET ainda em 2013.

No dia de paralisação dos educadores, na segunda, representantes das Associações Docentes das quatro universidades baianas participam de nova rodada de negociações com secretários estaduais da Educação, das Relações Institucionais e da Administração. A reunião será às 10h, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), em Salvador.

UESC DIVULGA 7ª CONVOCAÇÃO DO SISU

Cinquenta alunos são convocados em nova chamada do Sisu 2013.

Cinquenta alunos são convocados em nova chamada do Sisu 2013.

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a sétima chamada de aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação. São cinquenta alunos aprovados em dez cursos, incluindo Medicina e Enfermagem.

A matrícula deve ser efetuada na próxima sexta-feira, 12, no colegiado do curso para o qual o aluno foi aprovado. O horário de atendimento vai das 8h às 12h e das 13h às 16h.

Clique no link abaixo (“leia mais”) e confira os aprovados em Agronomia, Ciências da Computação, Comunicação Social, Economia, Engenharia de Produção e Sistemas, Enfermagem, Filosofia, História, Medicina e Medicina Veterinária.

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UNIVERSO PARALELO

ENTREVISTA QUE PARECE FRATURA EXPOSTA

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1 ECAUm programa de tevê usou (é literal o termo) uma criança para entrevistar, comprometer e constranger o deputado José Genoíno – criando uma grande polêmica sobre se houve ou não arranhões ao direito da criança, definido em lei. Como este espaço fala de jornalismo, mesmo que ninguém haja pedido minha opinião, dou-a, ainda assim. Deixo a criança ao juizado competente e atenho-me à outra face, o “entrevistado”, para dizer que “arranhão” é muito pouco: o que percebi foi a ética gravemente traumatizada, algo comparável a uma fratura exposta. Genoíno, condenado pelo Supremo Tribunal, não é santo, mas não cabe à mídia fazer-se de carrasco e executar penas.

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Chegaremos à tortura de entrevistados?

Diria aos jovens repórteres que o recurso da câmera escondida, comum nas tevês, me cheira a jornalismo policialesco, um segmento que me ocorreu inventar agora, e que nada tem de bom: tapeia-se o entrevistado para lhe “arrancar” o que ele não quer dizer. Se todos os meios são válidos para obter declarações (até explorar a inocência de crianças), daqui a pouco teremos “repórteres” torturando entrevistados, só para saber o que estes têm a declarar. Se o entrevistado não quer falar, precisamos respeitar seu direito (lembrem-se de que os tribunais, que têm a força, respeitam essa prerrogativa). Se Genoíno não quer falar à imprensa, está no direito dele.

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A lição que toda mãe pode transmitir

3Código de éticaEncerrando, uma observação para os repórteres que ainda raciocinam fora dos padrões em voga: todo entrevistado tem o sagrado direito de, em frente à mídia, saber com quem está falando e a que veículo pertence quem o entrevista. Se esse contato não for feito às claras, estaremos empregando truques e artimanhas que não pertencem à profissão, e tampouco a engrandecem. No mais, se alguém achar que esta coluna defendeu o deputado não terá entendido nada. Aproveitando, uma “lição” sobre ética, que qualquer mãe é capaz de transmitir ao filho (e que serve não só para o jornalismo, mas para a vida): trate os outros da forma como gostaria de ser tratado.

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(ENTRE PARÊNTESES)

Com nada menos do que três e-mails (supostos) leitores desta coluna perguntam onde e como adquirir o livrinho Estória de facão e chuva, do qual a Editus/UESC fez recentemente a segunda edição. Creio que, em sendo a leitura artigo de quarta necessidade, toda uma trinca de leitores potencialmente interessados já ascende o autor ao seleto panteão dos best-sellers regionais, e para atender a tanto interesse esta nota foi feita: Estória… está à venda (além da loja de varejo da Editus, na UESC) na Livraria Nobel, no Shopping, Itabuna, e na Livraria Papirus, na Dois de Julho, Ilhéus.

AUTOR “BRITÂNICA” DIVULGA OBRA DE MARX

David HarveyLeio, com alguma surpresa, este título de primeira página (os inventores de desnecessidades agora chamam primeira página de… “capa”!) num dos principais jornais de Salvador (um que antigamente se gabava de só “dar” verdades): Britânica explica obra de Marx. “Britânica”?  – me interrogo, olhando a cara barbadíssima e nada feminina do geógrafo britânico David Harvey, especialista no pensador alemão que remexeu o mundo e até hoje provoca insônia e urticária na sociedade capitalista. E retornei à antiga dúvida: as razões que levam a mídia a erros tão grosseiros (no caso, uma expressão com cinco palavras, que passou pelas vistas de várias pessoas na redação).
“Poucos se arriscaram a chegar perto”
Mas deixemos de lado o que não tem conserto e, parece, nunca terá. Importante é que o estudioso, com o livro Para entender O Capital (que está à minha cabeceira) incita o público a (re) visitar um dos autores mais importantes da humanidade, um de quem, nas palavras de Harvey, “todos já ouviram falar, mas poucos se arriscaram a chegar perto”.  Aos que, movidos por mercantis filosofias, trombeteiam “o marxismo acabou!”, o analista “britânica”, com 40 anos falando do tema em universidades americanas, afirma que o pensamento daquele barbudo com cara de Jorge Araujo pode ser usado para entender o mundo de hoje – e aponta condições de trabalho (China, Tunísia e México) “similares ao que Marx previu”.

WILSON SIMONAL E O TEMPO DAS CINZAS

7Simonal-SarahUm jovem cantor negro brasileiro dialoga com uma das divas do jazz, tratam-se como iguais e ele até a leva a pronunciar, em português, bobagens como “vou deixar cair” (uma gíria da época). O cantor é Wilson Simonal, aos 30 anos; a diva é Sarah Vaughan, com 45; o ano, 1970. Em outro momento, no Maracanãzinho lotado, ele transformou o público num imenso coral e pôs todos a cantar Meu limão, meu limoeiro em duas vozes, afinados, no tempo certo. Era o “Coro dos 30 mil”, regido por Simonal, que estava com tudo e não estava prosa, até vendia “Para, Pedro!” na França (alguém se lembra?), rivalizava em popularidade com Roberto Carlos. Mas como não há bem que seja eterno, veio o tempo cinzento.
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A queda tão rápida quanto a ascensão

Simonal sumiu das paradas, deixou de fazer shows, ninguém queria gravá-lo mais. Seu crime? Divulgou-se que ele era dedo-duro do DOPS, a entidade que investigava, prendia, torturava e matava os inimigos da ditadura militar. A queda foi rápida como a subida: em 1975, na RCA Victor, a todo vapor, em 1980 grava na Copacabana e vende pouco, em seguida o mesmo resultado na Ariola, vai de déu em déu, até seu último registro, na Happy  Sound (?) em 1998. Em 2000, esquecido e execrado, morreu de cirrose, provocada pelo alcoolismo em que mergulhou. Calava-se uma das mais esmeradas vozes da MPB. A familiares, o cantor dissera, pouco antes: “Eu não existo na história da música brasileira”. No vídeo, Simonal antes da queda, durante show em Lisboa.


(O.C.)

MÉDICO MORRE EM COLISÃO NA ILHÉUS-URUÇUCA

Médico morre em colisão na BA-262 (Reprodução Sport News).

Médico morre em colisão na BA-262 (Reprodução Sport News).

O médico Rafael Carvalho Santos Brandão, 24 anos, recém formado pela Universidade Estadual de Santa Cruz, morreu em acidente na estrada que liga Ilhéus a Uruçuca (BA-262). O acidente aconteceu por volta das 18 horas de ontem, 5. O carro de Rafael Brandão colidiu frontalmente contra um caminhão. O médico morreu no local.

Segundo a perícia, Rafael dirigia em alta velocidade, quando perdeu o controle da direção. Vários amigos e ex-colegas de faculdade da vitima estavam no Complexo Policial de Ilhéus, aguardando a liberação do corpo para ser velado.

O pai de Rafael Brandão estava na cidade de Vitória da Conquista e a mãe do médico, em Salvador. O levantamento cadavérico foi efetuado pelo delegado Fábio Simões e a equipe do Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus. Informações do Sport News.

POLÊMICA NA UESC

A julgar pelas críticas na internet, a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) precisa aprimorar a conferência dos dados de quem disputa bolsa-permanência e auxílio moradia oferecidos pela instituição. Estudantes relatam casos de quem tem renda familiar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil e mesmo assim conseguiu auxílio.

Oficiosamente, sabe-se que a instituição abrirá processos administrativos para investigar alunos que prestaram declarações falsas para disputar bolsas.

ESPECIALIZAÇÃO EM PLANEJAMENTO DE CIDADES

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) abriu as inscrições para a seleção de alunos do curso de especialização em Planejamento de Cidades. São 27 vagas ofertadas pela instituição. O prazo para participar da seleção vai até 17 de abril. A inscrição deve ser feita no protocolo da Uesc, no horário das 8h às 12h e das 13h às 15h30min.

Confira o edital do curso

De acordo com o edital, a seleção dos candidatos será composta de três etapas, todas elas de caráter eliminatório. A especialização terá carga de 390 horas e duração de dois anos. Pelo cronograma, as aulas começam em 31 de maio. O email para contatos é o pgpcidades@uesc.br.

ALUNOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NA UESC PROTESTAM CONTRA FALTA DE PROFESSOR

Estudantes fazem protesto pela contratação de novos professores.

Estudantes fazem protesto pela contratação de novos professores.


Os alunos do curso de Engenharia da Produção e Sistemas, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), fizeram manifestação hoje contra a falta de professor. Com palavras de ordem como “Ô, queremos professor” e “Ei, você, aí, avisa pra Adélia que o bonde vai subir”, os estudantes protestaram no pavilhão do curso e na torre administrativa, onde fica instalada a reitoria.

Pelo levantamento do colegiado, o curso precisa de, no mínimo, 12 professores para funcionar, mas hoje conta com apenas cinco  – e um deles está de licença. Quando levadas em consideração as disciplinas ministradas ao longo dos cinco anos da graduação, faltam professores em 27 matérias.

A solução, no entanto, está longe do campus. A Uesc depende de autorização da Secretaria de Administração do Estado (Saeb) para abrir concurso público e contratar professores, mas a previsão, até antes da manifestação dos alunos, era de que vagas seriam abertas somente em 2014.

A manifestação forçou a reitoria a rever calendário e surgiu a promessa de concurso até o final deste semestre, com promessa de 3 vagas. A reitora Adélia Melo comprometeu-se a responder, oficialmente, sobre cada disciplina sem professor. O prazo para apresentação de relatório é o dia 22.

A instituição vai recorrer a estagiários para tentar suprir, em parte, a falta de professores no curso. Segundo a comissão do curso, haverá abertura excepcional de matrículas com a contratação de 2 professores-estagiários. A prioridade deverá ser para alunos em situação regular.

Alunos pararam hoje para exigir contratação de mais professores.

Alunos pararam hoje para exigir contratação de mais professores.

AULA TELEPÁTICA NA UESC

O vício em redes sociais é algo sério, e quando junta com falta de vergonha fica ainda mais complicado. Este particularmente é o caso de um professor do curso de Ciência da Computação da Uesc, que costuma entrar na sala de aula, abrir o laptop e passar todo o tempo acessando o Facebook.

Alunos dizem já ter reclamado junto ao departamento responsável pelo curso, mas ouviram o seguinte: “é melhor vocês ficarem com esse professor, pois não há ninguém para substituí-lo e, se ele sair, a graduação de vocês pode atrasar”. Ou seja, a preocupação com a qualidade do curso fica em segundo plano.

 






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