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:: ‘Uesc’

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

O DCE da Uesc irá promover audiência pública em Itabuna, para discutir a proposta de implantação de uma política de assistência estudantil na universidade. A reunião acontece na próxima quarta-feira, 1º, a partir das 15 horas, no plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna.

Para participar da discussão, foram convidados representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), União dos Estudantes a Bahia, reitoria da Uesc, e a deputada estadual Kelly Magalhães (PCdoB), presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa da Bahia.

GREVE (LONGE DO FIM) NAS UNIVERSIDADES

Wagner: contingenciamento continua, companheiros.

O governador Jaques Wagner não parece disposto a ceder em relação à proposta dos professores de excluir as universidades do rol de atingidos pelo contingenciamento orçamentário de aproximadamente R$ 1,5 bilhão.

Wagner afirma que a medida não tem como foco apenas o ensino superior, mas todos os setores do governo. Ele disse que não vê argumento sólido, por parte dos professores, que justifique o fim do contingenciamento. Ou seja, a batata asssou e periga queimar…

CONGELAMENTO DE SALÁRIO
“Fizemos uma previsão de aumento real de 18% até 2014. Não é verdade que há congelamento.  A questão salarial foi negociada, inclusive negociada até 2014. Eu não posso dar uma perna além do alcance. Temos que administrar o orçamento com serenidade.”

DECRETO DE CONTINGENCIAMENTO
“O decreto não está voltado especificamente para as universidades, servidores. Estamos num ano mais apertado de orçamento. É normal fazer decreto de contingenciamento, pois temos limite de gasto em função da previsão de arrecadação menor. Estamos apertando cinto para todo mundo.”

SEM NOVAS OBRAS
“(O contingenciamento…) Não é específico para as universidade. Não estou iniciando novas obras. Estou concluindo obras iniciadas no ano passado. À medida que o orçamento for melhorando, retomamos. O próprio decreto prevê a possibilidade de discussões. O contingenciamento foi para todo mundo.”

ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES
“Nesses quatro anos do nosso governo, incluindo o início de 2011, o orçamento das universidades foi ampliando em 81%. Tirada a inflação oficial, vai dar um aumento real entre 45%, 50% de aumento. Não é pouca coisa em período de economia estabilizada.”

UESC: GREVE PODE ACABAR AMANHÃ

A greve dos professores das quatro universidades estaduais baianas completará 47 dias nesta quarta-feira (25), mas pode ter um fim justamente amanhã. Basta que o governador Jaques Wagner sinalize que o decreto 12.583/2011 não afetará as universidades. Os dois lados da moeda têm reunião às 10h. O decreto corta R$ 1,5 bilhão em investimentos do orçamento deste ano.

O decreto é o principal motivo da greve iniciada no início de abril. Ele teria como um dos efeitos a proibição de novas contratações de docentes substitutos, por exemplo. Mas a categoria ainda teme o fato de o governo querer conceder reajuste em 2011, porém congelando-o até 2015, a exemplo do que fez o governo de São Paulo..

TJ-BA OBRIGA ESTADO A PAGAR SALÁRIO DE PROFESSORES GREVISTAS

Do Blog do Gusmão

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ/BA) concedeu liminar a favor dos professores das universidades estaduais, em greve há mais de um mês. A decisão determina que o governo pague os salários cortados devido à paralisação. Caso não cumpra a determinação, o estado pagará multa diária de R$ 5 mil, conforme a liminar

A Secretaria Estadual de Educação decidiu suspender os salários dos grevistas da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) Universidade Estadual do Sudoeste Baiano (Uesb) e Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc-Ilhéus), já no mês de abril. A Procuradoria Geral do Estado informou que irá recorrer da decisão.

O movimento grevista reivindica do governo estadual a retirada de uma cláusula do acordo salarial feito em 2010 que impede melhorias salariais pelos próximos quatro anos e a revogação do Decreto 12.583/11 que reduz os gastos públicos no ano de 2011.

CENTRAL LANÇA MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA WAGNER, QUE CORTOU SALÁRIO DE PROFESSORES

Greve na Uesc já dura mais de um mês.

A regional sulbaiana da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) anunciou, nesta segunda (16), moção de repúdio contra o governador Jaques Wagner, que decidiu cortar o salário de professores das universidades estaduais. A paralisação foi deflagrada no mês passado em todas as instituições.

A regional condena a atitude do governador e do secretário de Educação, Osvaldo Barreto, que teria também deixado de pagar os oito dias trabalhados aos professores.

A central ainda reafirma na moção o “apoio à luta dos professores, funcionários e estudantes destas instituições de ensino”. A entidade sindical resslta que “diálogo e respeito mútuo pode gerar entendimento no sentido de restabelecer o pleno funcionamento das universidades”.

A greve nas universidades dura mais de 30 dias e foi deflagravada após negociações contra quebra de autonomia das instituições. A retirada da autonomia, na visão de docentes e funcionários das universidades, ocorreu quando o governo baixou decreto e portaria que impedem contratação de professores e ainda congela o salário dos docentes, caso estes aceitem proposta salarial do governo.

PROFESSORES DA UESC FAZEM PROTESTO E MANDAM RECADO PARA WAGNER. TEVE ATÉ BARBEARIA GRATUITA!

Protesto teve apresentação de coral da Uesc com sátiras dirigidas ao governador e barbearia gratuita para os professores arrochados (Foto Pimenta).

Os professores das universidades estaduais baianas estão há mais de 30 dias em greve. Nesta sexta, os docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) ocuparam as escadarias do Palácio Paranaguá, em Ilhéus, para protestar contra o secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, e o governador Jaques Wagner. Os professores puderam aparar (ou raspar) a barba sem pagar nada (e sem cachê da Gillette).

Professores e funcionários das estaduais baianas são contrários a decreto e portaria que contingenciaram recursos das universidades e proíbem novas contratações de professores. Outro ponto polêmico é a negociação salarial. O governo quer conceder reajuste em 2011 e congelar os salários até 2015, o que provocou reação da comunidade acadêmica. A queixa geral é de quebra da autonomia das universidades.

A primeira faz tchun, a segunda faz tchan... (Foto Pimenta)

JABES RECEBE GRATIFICAÇÃO POR “EFETIVO EXERCÍCIO NO SERVIÇO PÚBLICO”

Jabes afirmou estar em licença sem vencimentos

A portaria de número 565, de 9 de maio de 2011, concede ao professor Jabes de Sousa Ribeiro o direito a uma gratificação adicional em seu salário como integrante do corpo docente da Universidade Estadual de Santa Cruz. O documento, assinado pelo reitor Joaquim Bastos, entrou em vigor na data de sua publicação.

Fica, porém, uma dúvida. Em março, estudantes do curso de Direito da Uesc fizeram um protesto, exigindo que JR comparecesse à sala de aula e o professor alegou que se encontrava em licença sem vencimentos, por “impossibilidade de exercer o magistério em razão de afazeres pessoais” (confira).

Nesta quinta-feira, 11, o Blog do Gusmão divulgou a portaria que assegura o benefício a Jabes Ribeiro. A gratificação se justifica pelos “33 anos de efetivo exercício no Serviço Público”, que teriam sido completados no dia 16 de março. Ou seja, praticamente no mesmo período em que os estudantes chiavam contra a efetiva ausência do professor.

O PIMENTA tentou entrar em contato com Ribeiro, mas seu celular estava “fora de área ou desligado”.

A GREVE E A (DURA) REALIDADE

Observação importante do professor Gesil Amarante II, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc):

– A Bahia possui o sexto maior PIB do Brasil, a maior proporção de analfabetos e o menor número de vagas em Universidades Públicas por habitante do país (e a maioria das vagas é oferecida pelas universidades estaduais… que enfrentam crise e greve de praticamente um mês).

Acrescentemos que a remuneração dos professor das universidades estaduais baianas, conforme o sindicato da categoria, está entre as piores do País.

UESC REALIZA WORKSHOP DE AGROINDÚSTRIA

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) realiza nesta terça-feira, 10, a partir das 7h30min, o I Workshop de Agroindústria. O evento terá palestras com temas como “Agroindústria no contexto regional”, “Linhas de Crédito para agroindústrias” e “Programa Agroindústria da Uesc”, e o objetivo é proporcionar um debate técnico-científico entre a academia e a comunidade regional sobre o setor agroindustrial no sul da Bahia.

O workshop conta com o apoio da pró-reitoria de Extensão e do Diretório Acadêmico do curso de Agronomia.

 

JUSTIÇA SUSPENDE PROCESSO CONTRA PROFESSORES DA UESC

A Justiça suspendeu os processos abertos contra professores da Uesc pelo reitor Joaquim Bastos, por ordem do Tribunal de Contas do Estado, que detectou o pagamento de vantagens indevidas a eles, autorizadas pelo próprio reitor.

O reitor Antonio Joaquim Bastos teve suas contas de 2007 aprovadas com ressalvas e foi multado em R$ 1 mil. Vários professores conseguiram mandados de segurança suspendendo os processos, concedidos pela 2ª Vara Cível e Fazenda Pública de Ilhéus.

A informação saiu de forma discreta na sessão de portarias do site da Uesc.

Já conseguiram mandados os professores Jane Hilda Mendonça Badaró Junqueira, Carlos Eduardo Lima Passos da Silva, Luiz Carlos do Nascimento, Jane Kátia Mendonça Badaró Voisin, Rita Virgínia Alves Santos Argôlo e Raildes Pereira Santos. Seus processos foram suspensos por decisão liminar. Confira mais na edição online d´A Região.

UESC MANTÉM GREVE

Em assembleia encerrada há pouco, professores e funcionários da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram manter a greve iniciada há quase 30 dias. A continuidade da paralisação foi aprovada por 124 votos contra 27, registrando-se ainda uma abstenção.

A Uesb e a Uneb, também da rede estadual de ensino superior, também já decidiram pela manutenção da greve, apesar da ameaça de corte dos salários.

AMEAÇA DE GREVE DE ESTUDANTES DA UESC

Alunos poderão manter a Uesc parada após a greve dos professores

Quando a greve dos professores e funcionários das universidades estaduais baianas dá sinais de estar perto do fim, principalmente após o anúncio de corte dos dias parados, agora são os alunos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) que podem cruzar os braços.

O Diretório Central dos Estudantes da Uesc realizará um plebiscito a partir desta quarta-feira, 04, com o objetivo de definir sobre a paralisação. Segundo o DCE, a intenção é garantir a criação de uma rubrica orçamentária específica para o programa de assistência estudantil, ter acesso a restaurante universitário com valor subsidiado, moradia, posto de saúde e creche.

A entidade afirma que, caso a greve seja aprovada pelo plebiscito, os portões da Uesc serão “fechados, não permitindo a entrada de ninguém no campus”. O DCE acrescenta que “ainda que os professores e funcionários voltem da greve, (a Uesc) permanece sem aulas por tempo indeterminado”.

ALUNOS DA UESC PROTESTAM NO TWITTER

Alunos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram externar no Twitter suas insatisfações com a situação enfrentada pela instituição de ensino, em greve há dez dias. A ideia dos estudantes é tornar o manifesto um dos assuntos mais comentados entre usuários brasileiros da rede social.

Para engrossar as fileiras do movimento, basta fazer qualquer postagem no microblog, inserindo a hashtag #euqueroaula. Todas as manifestações vão parar nesta página.

Segundo o estudante Lucas Vitorino, idealizador do protesto virtual, a iniciativa surgiu por ser muito mais fácil hoje em dia mobilizar os universitários via web. “Prova disso é o número de alunos que assistem, via twitcam, às assembleias que acontecem na Uesc”, constata.

UESC DIVULGA NOVA DATA PARA CONCURSO ANULADO EM 2010

Um ano depois do escândalo do concurso para contratar técnicos e analistas universitários, a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a portaria 502/2011 estipulando o dia 29 de maio como a nova data das provas. O concurso foi anulado em 2010 por causa de várias irregularidades cometidas pela empresa vencedora da licitação do certame (relembre aqui).

Dentre as irregularidades, estavam questões copiadas integralmente da internet e violação do sigilo das provas. O PIMENTA apurou, à época, que a empresa Concepção Consultoria Técnica Especializada Ltda levou R$ 193.365,00 para organizar o concurso e aplicar as provas em 6 de junho do ano passado. A empresa foi declarada vencedora 16 dias antes do certame, prazo exíguo para organização de um concurso sério.

Devido às irregularidades, o concurso anterior foi cancelado, a empresa multada e uma nova licitação foi aberta. De acordo com José Reis, da Gerência de Seleção e Orientação (Geseor), disse ao PIMENTA que até a próxima semana será definida a nova empresa responsável pelo concurso. O processo licitatório, disse, está em fase final de recursos.

Um alerta para quem desistiu do concurso e ainda não solicitou a devolução da taxa de inscrição: o prazo para pedido de ressarcimento termina na próxima segunda-feira (25), conforme a portaria assinada pelo reitor Joaquim Bastos.

UESC “SEM ÁGUA”

Um dos estudantes que estão mobilizados no apoio à greve da Uesc revoltou-se após ter um singelo pedido negado pelos funcionários da segurança patrimonial da universidade. O aluno solicitou autorização para utilizar um dos banheiros da instituição e foi informado de que seria impossível, pois não havia água.

Para o jovem grevista, a barrada no banheiro é mais uma forma do reitor Joaquim Bastos retaliar o movimento. A primeira medida nesse sentido foi mandar os portões da Uesc para a manutenção e deixar o acesso escancarado, a fim de evitar os piquetes.

Maldade.

PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS E ALUNOS DA UESC ANUNCIAM GREVE

Uesc enfrenta greve "geral".

Os funcionários da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) resolveram aderir à greve dos professores e vão cruzar os braços a partir desta segunda-feira (11). A decisão foi tomada em assembleia realizada no campus da universidade, ontem.

A Associação dos Funcionários da Uesc (Afusc) cobra, assim com a associação dos docentes (Adusc), as revogações de um decreto e uma portaria que proíbem as universidades estaduais de contratar professores substitutos ou travam a progressão de carreira de docentes e demais funcionários.

Os dois atos foram assinados pelo governador Jaques Wagner em fevereiro deste ano. A Afusc sustenta que a portaria e o decreto ferem a autonomia universitária. Além deste ponto, os funcionários cobram reposição salarial, análise de processos de insalubridade, tratamento isonômico também aos contratados via Reda e reajuste do tíquete-alimentação.

Entre a quarta e ontem, professores, funcionários e estudantes realizaram assembleias que definiram a greve “geral” na universidade.

PROFESSORES DA UESC DEFLAGRAM GREVE

Professores deflagram greve na próxima sexta.

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram em assembleia, encerrada há pouco, pela deflagração de greve por tempo indeterminado. Apenas dois docentes se posicionaram contra a paralisação. A plenária contou com a participação do reitor Joaquim Bastos. Os professores cruzam os braços a partir da sexta-feira (8), à tarde.

Os educadores protestam contra decisões recentes, do governador Jaques Wagner, que tiram a autonomia financeira das universidades estaduais baianas. De acordo com o secretário-geral da Associação dos Docentes da Uesc (Adusc), Marcos Neves, os decretos de contingenciamento reeditam medidas do período da crise econômica de 2008. Também no início deste ano, o governador anunciou corte de mais de R$ 1 bilhão no Orçamento 2011.

Ao PIMENTA, Neves lembrou que as constituições Federal e Estadual garantem a autonomia financeira das instituições de ensino superior, mas os decretos governamentais afetam, por exemplo, a contratação de professores substitutos.

“A universidade tem recursos, mas não pode contratar por causa desse contingenciamento”, afirma. O veto à contratação de substitutos provocaria o cancelamento de várias disciplinas, segundo o secretário-geral da entidade.

Marcos Neves diz que os decretos também tiram a autonomia das universidades no que se refere à progressão dos docentes. Outro ponto é o reajuste salarial, pois o governo apresentou cláusulas que praticamente levariam a um congelamento de salário por três anos, caso a proposta fosse aceita pelos docentes.

As medidas, ressalta o secretário-geral, levam a Uesc e demais universidades estaduais a perder docentes para outras instituições – inclusive de nível técnico – que valorizam o professor economicamente. Até o final da tarde, os alunos da Uesc decidem se também deflagram greve. Neste caso, a paralisação começaria a valer já nesta tarde.

PROFESSORES DA UESB ENTRAM EM GREVE NA 6ª

Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) decidiram após assembleia nesta terça-feira (5) entrar em greve por tempo indeterminado. A paralisação começa a partir desta sexta-feira (8).

As principais reivindicações dos professores são a revogação do decreto 12.583, de fevereiro, que restringe o orçamento da universidade, e a retirada do acordo proposto pelo governo de uma cláusula que determina que os professores só podem apresentar novas queixas e reivindicações em 2015.

Esta cláusula, segundo os professores, foi apresentada no último momento durante negociações salariais em dezembro do ano passado. Os alunos da universidade iniciaram uma greve que já dura dez dias.

A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) está com indicativo de greve e tem assembleia na quinta-feira; a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) também está com indicativo de greve. Somente os professores a Universidade Estadual da Bahia (Uneb) não tem um calendário com previsão de paralisação até o momento. Informações do Correio.






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