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:: ‘Uesc’

MEC DIVULGA RESULTADO DO ENEM 2013

Uesc oferece mais de 1,6 mil vagas de graduação pelo Sisu.

Uesc oferece mais de 1,6 mil vagas de graduação pelo Sisu.

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 já podem acessar o resultado. As notas nas provas de redação, linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza podem ser consultadas no site do exame (clique aqui). Para isso, é necessário ter em mãos número do CPF e a senha de inscrição no exame (se perdeu a senha, veja como recuperá-la no site).

O desempenho no Enem é imprescindível para concorrer a vagas em instituições públicas de ensino superior no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou em instituições privadas, por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni), além de financiamento estudantil (Fies) ou participação no Ciências sem Fronteiras.

O Sisu oferecerá total de 171.756, parte delas na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Neste ano, a novidade serão vagas ofertadas pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) no segundo semestre. A expectativa é de que as aulas nos campi em Itabuna, Teixeira de Freitas e Porto Seguro comecem em 9 de setembro.

GESTORES MUNICIPAIS DISCUTEM AÇÕES ESTRATÉGICAS EM SEMINÁRIO NA UESC

seminário agir2O segundo seminário do Programa de Apoio Gerencial Institucional às Prefeituras do Litoral Sul (Agir) será realizado na próxima quinta (19), a partir das 9h, no Auditório Jorge Amado, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Além de apresentar as atividades desenvolvidas em 2013, o seminário apresentará planejamento para 2014 e as ações estratégicas para a gestão pública no próximo ano.

Paulo Gabriel Ferreira, do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), abrirá a programação do seminário com palestra sobre “Sustentabilidade nos municípios, com foco nas receitas próprias e o fortalecimento dos processos de gestão”. O superintendente regional da Caixa, Marcus Vinícius Nascimento, fará apresentação de linhas de fomento da instituição financeira.

À tarde, haverá palestra com Eduardo Fonseca Stranz. Ele falará das “Lutas municipalistas”. Na sequência, a prefeita de Coaraci, Josefina Castro, abordará o tema “Gestão municipal: Contas públicas”. A programação será encerrada com a palestra “Limites e possibilidades do TCM”, com um representante da inspetoria regional e analista de Controle Externo do Tribunal de Contas dos Municípios na Bahia.

OBJETIVOS DO AGIR

O programa realizou em um ano capacitações e oficinas gratuitas para gestões públicas da área de abrangência da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc). O objetivo do programa desenvolvido pela Amurc e Uesc é qualificar e aperfeiçoar gestores municipais nas áreas estratégicas para o desenvolvimento local.

PROFESSORES DE UNIVERSIDADES ESTADUAIS FAZEM NOVA PARALISAÇÃO

Professores fazem nova paralisação nesta quarta, 11 (Foto Adusc).

Professores fazem nova paralisação nesta quarta, 11 (Foto Adusc).

Do Correio

Mais de 60 mil estudantes não terão aula amanhã nas quatro universidades estaduais do estado. O motivo é a paralisação dos 2.679 professores das universidades estaduais da Bahia (Uneb), de Feira de Santana (Uesf), de Santa Cruz (Uesc) e do Sudoeste da Bahia (Uesb).

A categoria reivindica o aumento dos recursos estaduais destinados às universidades no próximo ano. A Secretaria estadual da Educação (SEC) afirmou que serão destinados R$ 903,4 milhões para as quatro instituições em 2014. “O valor representa um crescimento superior a 133% entre 2006 e 2013”, informou a SEC, em nota.

O recurso destinados às universidades estaduais é  definido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. Elaborada pelo governador, ela precisa ser aprovada na Assembleia Legislativa — a votação deve ocorrer este mês. A Associação de Docentes da Universidade de Feira de Santana informou que o valor representa um corte de “R$ 10 milhões para investimentos e custeio”.

Amanhã, às 10h, os professores farão uma aula pública em frente à Assembleia Legislativa e, depois, às 11h, vão participar de uma audiência pública promovida pela Comissão de Educação da Casa com o tema autonomia financeira e a vinculação de 7% da receita líquida de impostos.

UESC: PROFESSORES FAZEM NOVA PARALISAÇÃO

Docentes cruzam os braços novamente no semestre.

Docentes cruzam os braços novamente no semestre.

Do Ilhéus24h

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) param as atividades na próxima quarta-feira (11). Os docentes cruzam os braços contra o aperto financeiro que passa a instituição, vítima de contenção de gastos por parte do governo do Estado.

Neste semestre, os professores de todas as universidades estaduais baianas paralisaram as atividades três vezes, em outubro, novembro e agora. A paralisação foi determinada em assembleia no dia 28 de novembro.

Atualizado às 17h

CARROS SÃO FURTADOS NA UESC

Dois carros são roubados em dois dias no campus da Uesc.

Dois carros são roubados em dois dias no campus da Uesc.

Dois carros foram furtados na quarta e quinta-feiras (20 e 21) na Universidade Estadual de Santa Cruz. O furto da quarta ocorreu após um vigilante estacionar o veículo próximo à torre administrativa da universidade.

No outro dia, um carro foi surrupiado ao cair da tarde, informa o Ilhéus24h. De acordo com o site, a polícia investiga os dois casos e acredita que haja ligação entre eles.

PROFESSORES DA UESC PARAM NA QUINTA

Professores decidem paralisar atividades na quinta, 7 (Foto Divulgação).

Professores decidem paralisar atividades na quinta, 7 (Foto Divulgação).

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) vão cruzar os braços nesta quinta-feira (7) em protesto contra o crise orçamentária enfrentada pelas universidades estaduais baianas (Uebas). A paralisação também atinge as universidades estaduais do Sudoeste (Uesb), de Feira de Santana (Uefs) e da Bahia (Uneb).

De acordo com a direção da Associação dos Docentes da Uesc (Adusc), o projeto de lei orçamentária de 2014 destina menos de 5% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para as universidades.

Os docentes reivindicam o mínimo de 7% da RLI para as universidades. A Adusc aponta o baixo orçamento como uma das causas para falta de estrutura física, de professores e de técnicos nas universidades estaduais baianas.

De acordo com relatório da Adusc, analistas e técnicos universitários ainda não tiveram seu Plano de Carreira regulamentado. Na outra ponta, denuncia a associação, docentes continuam sendo desrespeitados sem a progressão e promoção na carreira acadêmica nem mudança no regime de trabalho.

As universidades estaduais da Bahia também paga um dos piores salários no comparativo com as demais estaduais do Nordeste brasileiro.

EVENTOS DISCUTEM DIREITOS HUMANOS, DIVERSIDADE E ÉTICA

Mesa de abertura dos eventos na noite da última quarta na Uesc (Foto Divulgação).

Mesa de abertura dos eventos na noite da última quarta na Uesc (Foto Divulgação).

O Ministério Público da Bahia promove até amanhã (26) ciclo de ventos em Ilhéus voltadOs à discussão de direitos humanos, diversidade ética e o Programa O MP e os Objetivos do Milênio. Os eventos começaram na última quarta (23). Os assuntos serão abordados em oficinas, mesas de discussões e palestras no Hotel Praia do Sol e na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Segundo promotor Clodoaldo Anunciação, as atividades “visam discutir, refletir, socializar, estimular e fortalecer os Direitos Humanos”. As discussões são focadas na plataforma desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), resumida nos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

São três eventos promovidos em associação com instituições e a Uesc: III Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos; o I Congresso Integrador Nacional do Programa o Ministério Público e os Objetivos do Milênio; e a XVI Semana Jurídica da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

– Nossa meta, de integrar instituições e pessoas, está sendo alcançada. Conseguimos reunir consagrados representantes do poder judiciário, instituições filantrópicas e educadores, além de ter conseguido grande participação popular. Com essa articulação, unimos a academia com o cidadão, visando potencializar a efetivação dos direitos humanos – disse Clodoaldo.

FEIRA DE SAÚDE NA UESC
Um dos eventos destacados pelo promotor de Justiça é a Feira de Saúde, que ocorre até esta sexta no estacionamento da Uesc. São oferecidos, gratuitamente, serviços em urologia, cardiologia, ginecologia, pediatria, clínica médica, odontologia e nutrição. A feira é apoiada pela Fundação José Silveira, Day Horc, Rota e Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. “Essas instituições estão atuando integradamente para garantir mais saúde e cidadania à população de Ilhéus”, comemorou o promotor.

ECONOMIA SOLIDÁRIA NO COMBATE À POBREZA

Roberto Marinho é palestrante em encontro nacional na Uesc.

Roberto Marinho é palestrante em encontro nacional na Uesc.

O Congresso Nacional de Diversidade, Ética e Direitos Humanos, que começa hoje na Uesc, terá programação voltada à economia solidária. Será o IV Encontro de Empreendimentos Econômicos do Território Litoral Sul, nos dias 24 e 25, na própria universidade.

O evento terá como uma das atrações, na sexta (25), o secretário nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho, professor Roberto Marinho, que abordará o tema no painel Combate à Pobreza.

De acordo com a organização, o encontro é voltado a gestores públicos, dirigentes de entidades e instituições, representantes de organizações e movimentos sociais envolvidos com Economia Solidária.

A ideia é estimular criação de alternativas de combate à pobreza, a exemplo de cooperativas, associações, clubes de troca e redes de cooperação, entre outras. Estas organizações podem fomentar a produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

O painel Combate à Pobreza, com o tema Economia Solidária, será realizado na sexta-feira (25), às 14 horas, no Auditório Paulo Souto, na Uesc.

Um dos palestrantes do evento, Roberto Marinho, secretário nacional de Economia Solidária, é graduado em filosofia, mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe) e doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (UnB).

UESC TERÁ BASE AMBIENTAL

A Uesc passará a contar com uma estrutura para a discussão, debates e formatação de programas e projetos voltados à conservação da Mata Atlântica. A Base Ambiental da Costa do Cacau será inaugurada nesta quarta-feira (23), ás 16 horas, no campus universitário.

A instalação da base foi realizada pela Fundação José Silveira e é fruto de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado pela 3ª Promotoria de Justiça de Salvador, que responde por ações relacionadas à proteção ambiental.

Segundo a Uesc, o equipamento irá funcionar como uma estrutura administrativa integrada entre a universidade e o Núcleo Mata Atlântica do Ministério Público (Numa). Estarão abrigadas na Base Ambiental as promotorias regionais especializadas em meio ambiente de Ilhéus e Itabuna, o laboratório de análises e planejamento ambiental e os cursos de mestrado e doutorado em Ecologia da Uesc.

CAPACITAÇÃO PARA ELABORAR PROJETOS

Servidores de prefeituras sul-baianas participam nesta sexta-feira, 18, no campus da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) de uma oficina de elaboração de projetos, que faz parte do Programa de Apoio Gerencial Institucional às Prefeituras da Região Litoral Sul (AGIR-LS).

A oficina será ministrada das 8 às 17 horas, no primeiro andar do pavilhão Pedro Calmon (Departamento de Economia), e é uma iniciativa da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia, em parceria com a instituição de ensino.

De acordo com os organizadores, a atividade é pré-requisito para participação no Curso Prático do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv), que será realizada nos dias 21, 22 e 23, também na Uesc.

UESC REALIZA EVENTOS JURÍDICOS

A Uesc sediará três importantes eventos da área jurídica na próxima semana, entre os dias 23 e 26. Um deles será o III Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos, que ocorre em paralelo ao I Congresso Integrador do Programa “O MP e os Objetivos do Milênio” e à XVI Semana Jurídica da Uesc.

Segundo os organizadores, o objetivo é debater as questões relacionadas aos direitos humanos, com base em plataforma do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Mais informações podem ser obtidas nos endereços http://milenio.mp.ba.gov.br e  http://mpcidadania.ning.com.

APENAS 2 CURSOS CONSEGUEM NOTA 4 NO ENADE EM ILHÉUS E ITABUNA

Uesc teve um curso com conceito 4 no Enade 2012.

Uesc teve um curso com conceito 4 no Enade 2012.

A maioria dos cursos superiores avaliados na edição 2013 do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) em Ilhéus e Itabuna obteve nota satisfatória (3) e somente dois conseguiram conceito 4, numa escala que vai de 0 a 5. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC).

Os cursos com conceito 4 foram os de Psicologia, da Unime Itabuna, e Ciências Contábeis, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). O levantamento feito pelo PIMENTA leva em conta apenas os cursos das duas maiores cidades sul-baianas.

Quando avaliados por áreas, três dos cinco cursos de Administração obtiveram conceito médio e os demais registraram média 2 (insatisfatória). Uesc, FTC e Unime registraram nota 3 e Madre Thaís e Faculdade de Ilhéus, 2.

O curso de Direito, da Uesc, obteve 3, assim como os da Unime e Faculdade de Ilhéus. A FTC ficou com 2. A Uesc oferece o único curso de Economia na modalidade presencial, ficando com conceito 2.

Os dois cursos de Psicologia no eixo são oferecidos em Itabuna: o da Unime obteve 4 e o da FTC, 3. A Faculdade de Jornalismo da Unime foi avaliada e ficou com conceito 3. Já os cursos de Ciências Contábeis da Unime e Faculdade de Ilhéus ficaram com 3 e o da Uesc atingiu 4.

Desempenho das faculdades de Ilhéus e Itabuna no Enade 2012

Enade – Administração
Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) – 3
FTC Itabuna – 3
Faculdade de Ilhéus – 2
Faculdade Madre Thaís – 2
Unime – 3

Enade – Direito
Uesc – 3
FTC – 2
Unime – 3
Faculdade de Ilhéus – 3

Enade – Economia
Uesc – 2

Enade – Psicologia
FTC Itabuna – 3
Unime Itabuna – 4

Enade – Ciências Contábeis
Uesc – 4
Faculdade de Ilhéus – 3
Unime Itabuna – 3

Enade – Jornalismo
Unime Itabuna – 3

 

UNIVERSO PARALELO

PESADELO: OS BÁRBAROS ESTÃO CHEGANDO?

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1La FontaineTive um sonho (melhor: pesadelo) em que os Estados Unidos se preparavam para invadir o Brasil. Um amigo, a quem consultei sobre a estranha premonição, analisou o quadro e me diagnosticou com uma só palavra, pronunciada entre dentes e com olhar de pena: “Paranoia”. Sem me dar por vencido, argumento que eles consideram os três últimos governos brasileiros (Lula-Lula-Dilma) como “anti-americanos”; digo que aqueles gringos se acham os xerifes do mundo, com direito a invadir qualquer espaço, em nome da “democracia” ou mesmo em nome de coisa nenhuma. Lembram da fábula “O lobo e o cordeiro”, de La Fontaine? O lobo buscava razões para comer o cordeiro…

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Sob as justificativas de fome e força

Não encontrou motivos, mas o borrego foi almoçado assim mesmo, sob as suficientes justificativas de fome e força. Os americanos queriam invadir o Iraque, criaram o manto (ou o mito) das armas químicas e lá foram. Não encontraram tais armas, mas quem estava interessado nisso? Meu amigo me aconselha a abandonar a ficção e cair na real: “Tá certo que os americanos não são flores que se cheire, mas eles têm maiores preocupações do que o Brasil, pois vão invadir o Irã”. Não desisto. Eles já invadiram Cuba (bem menos importante do que o Brasil) e aqui, em 1964, derrubaram um presidente eleito e treinaram torturadores para o regime militar. E depois do Irã?

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Ele queria dobrar Lula e não conseguiu

Noto que, com essas lembranças, ele se mostra de semblante ensombrado. Aproveito o ferro quente, e malho, com esta pergunta: Qual foi o primeiro país latino-americano que Obama visitou? E ele responde, orgulhosão: “Brasil!” Pois é, digo, à  moda de Ataulpho Alves. Ele queria dobrar Lula e não conseguiu; depois, quis dobrar Dilma (quem é ele, tão fraquinho, pra enfrentar Dilmona!), não conseguiu… Quis dar uma de araponga, se ferrou, pois a velha Dilma descobriu a safadeza e até cancelou a visita… “Nada disso tem peso diplomático…”, disse ele, pouco convicto. Aí, fui-lhe à garganta: E o petróleo do pré-sal? Ele pôs as mãos na cabeça: “Meu Deus!”

ENTRE PARÊNTESES, OU

4convite2Literatura regional em tempo de festa
A Editus, editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) promove de 21 a 24 deste mês a I Feira Universitária do Livro, uma espécie de festa da literatura regional. Nomes como Aleílton Fonseca, Ruy Póvoas, Cyro de Mattos e Antônio Lopes terão o lançamento coletivo de escritos seus publicados pela Editus.  Aleílton e Ruy, além de autografarem suas produções recentes, terão um “papo literário” com a plateia, quando discorrerão sobre o tema “Novas leituras, novos leitores” – isto tudo no dia 21, às 19 horas, no Auditório Paulo Souto.  No dia 23, teremos Daniela Galdino, Aquilino Paiva e Gustavo Felicíssimo discutindo a literatura grapiúna de hoje (sala de treinamento da CDRH às 9 horas).

“O MUNDO EVOLUIU. É UMA PENA DANADA”

5PattonO general Patton, saudosista incorrigível (interpretação magistral de George C. Scott), diz a Dick, seu ajudante de ordens, que gostaria de decidir, pessoalmente, a II Guerra: “Rommel no tanque dele, eu no meu. Pararíamos a uns 20 passos, apertaríamos as mãos, depois combateríamos, só nós dois. O combate decidiria a guerra”. Responde o subordinado: “É uma pena que os duelos tenham saído de moda. É como sua poesia, general, não faz parte do século XX”. E o general, com ar tristonho: “Tem razão, Dick. O mundo evoluiu. É uma pena danada”. As frases estão no magnífico Patton – rebelde ou herói?, de Frank J. Schaffner.
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Sem bom texto, não existe bom cinema

A publicitária carioca Mariza Gualano, fã de cinema, selecionou cerca de 840 frases de mais de 600 filmes, para o livro Ouvir estrelas. Aqui, aproveitando o tema, algumas frases sobre guerra: “Acusar um homem de assassinato por aqui é como multar alguém por excesso de velocidade na Formula Indy” (Martin Sheen, em Apocalipse); “Eu não sirvo para a guerra, pois dormi com a luz acesa até os 30 anos” (Wood Allen, em A última noite de Boris Grushenko); “Sobreviver é a única glória da guerra” (David Carradine, em Agonia e glória); “Eu gosto do cheiro de napalm de manhã. Cheiro de… vitória” (Robert Duvall, em Apocalipse).

A BOA MÚSICA BRASILEIRA “IMPORTADA”

7Leny AndradeA baiana Rosa Passos é um desses acontecimentos comuns à MPB: cantora que, a exemplo de Virgínia Rodrigues, Bebel Gilberto e Leny Andrade (foto), para citar apenas três) é mais conhecida no exterior do que no Brasil (observe-se que Leny Andrade é a cara da simpática professora itabunense Ritinha Dantas!). CDs dessas artistas são pouco encontrados nas lojas, dando a eles características de “importados”. Voltemos a Rosa, para dizer que ela é fã ardorosa de João Gilberto, segue-lhe os passos (ai!), toca violão ao estilo dele. Chegou a gravar um disco chamado Amorosa, que repete o Amoroso de JG, acrescido de umas poucas faixas. Mas Rosa Passos não pretende ser nenhum “João Gilberto de saias”.
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Presença de duas feras  internacionais

A expressão desrespeitosa foi empregada por um repórter, que ouviu o que não queria. Rosa Passos é Rosa Passos, cantora e compositora de recursos próprios – e diz do seu ídolo aquilo que muitos colegas seus sentem, mas nem sempre expressam claramente: “João Gilberto amigo/ eu só queria/ lhe agradecer pela lição”, canta a artista, em “Essa é pro João”, faixa nove do CD “importado” Amorosa. Prova do prestígio de Rosa Passos “lá fora” é a presença nesse disco de duas feras internacionais: o clarinetista cubano Paquito D´Rivera e um grande nome do jazz na França (falecido em 2008, aos 90 anos), Henri Salvador.

O.C.

ESTUDANTES COBRAM A CONSTRUÇÃO DE CRECHE NA UESC

Integrantes do MML cobram creche na universidade (Foto Divulgação).

Integrantes do MML lideram manifestação na universidade (Foto Divulgação).

Alunas da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) vão fazer protesto nesta quinta (29), às 7h, para cobrar a construção de creche no campus. A manifestação está sendo organizada pelo Movimento Mulheres em Luta (MML). O grupo trabalha para obter cerca de 3 mil assinaturas de apoio à reivindicação. O documento será entregue à reitora da Uesc, Adélia Pinheiro, amanhã.

O movimento considera a construção da creche uma necessidade “imediata”, pois, no entendimento do MML, garantiria às estudantes “tranquilidade e eficiência em suas tarefas”. A creche também serviria de espaço de estágio para estudantes do curso de Pedagogia, além de ser um direito constitucional da criança.

Após a concentração na entrada da universidade amanhã, os manifestantes seguirão até a torre administrativa para entregar o abaixo-assinado à reitora. A coleta de assinaturas continua durante todo o dia de hoje. Quem apoia a ideia, pode procurar Karen Oliveira, na Associação dos Docentes (Adusc). A construção da creche está entre as reivindicações mais antigas da academia.

LIVRO ABORDA JORNALISMO CIENTÍFICO

Estimular a socialização de conhecimento de conteúdo científico é o foco do livro “Da pesquisa para a sociedade: reflexões sobre a comunicação científica e tecnológica”, lançado recentemente pela Editus, a editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

O livro é assinado pelos professores Lisandro Diego Giraldez Alvarez, da Universidade Estadual do Sudeste Baiano (Uesb); Verbena Córdula Almeida, da Uesc; e Ana Carolina Lima Castellucio, da Faculdade Dois de Julho. Os três  – o primeiro é químico, a segunda é historiadora e a terceira é jornalista- estudaram os caminhos que devem ser trilhados pelo profissional de comunicação  para interpretar e traduzir a linguagem científica para o cidadão comum. Os autores lembram que as notícias  sobre ciência e tecnologia precisam ser apresentadas de forma criteriosa e “sem o caráter espetaculoso que empobrece o conteúdo e a qualidade da informação”.

O livro está disponível na Livraria da Editus, instalada na Biblioteca Central da Uesc, e os pedidos também podem ser feitos por e-mail (livraria@uesc.br) ou telefone (73.3680-5240). Informações sobre as publicações da Editus encontam-se no site www.uesc.br/editora.

FUNCIONÁRIOS TERCEIRIZADOS DA UESC ENTRAM EM GREVE

Cerca de 200 trabalhadores terceirizados das áreas de serviços gerais e manutenção da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) entraram em greve por tempo indeterminado. A paralisação começou hoje (14) e atinge serviços prestados pela LC Empreendimentos e Serviços. Os trabalhadores cobram pagamento de salário, mas reclamam também de atraso no tíquete refeição e vale transporte.

Elivan Santos, diretor sindical do Sindlimp, disse ao PIMENTA que a direção da LC Empreendimentos quebrou acordos firmados desde a última quinta (8). Os representantes da empresa prometiam sempre pagamento de salário ao final do dia. Devido ao comportamento da direção da empresa, diz Elivan, não restou outra saída a não ser a paralisação. A LC possui 150 trabalhadores prestando serviços à universidade.

MILENIUM

Outros 62 trabalhadores terceirizados da área de manutenção também cruzaram os braços para cobrar pagamento de dois meses de salário. A empresa contratada pelo Estado para os serviços foi a Milenium. Para assegurar o pagamento aos trabalhadores, a reitoria da Uesc decidiu reter as duas últimas faturas que seriam pagas à Milenium, depositando os valores em juízo.

Elivan afirma que havia risco da empresa receber dinheiro e não quitar as pendências com os funcionários. Uma audiência na Justiça do Trabalho, em Itabuna, está marcada para as 15 horas da próxima sexta (16). O contrato com a Milenium já foi cancelado e a empresa será substituída.

PIMENTA DO DIA – TROTE NA UESC

Campus da UESCDa leitora que se identifica como Marta em comentário à nota “Imbecilidade de nível superior“:

A falta de punição e a tolerância praticadas por algumas dessas instituições fazem delas uma verdadeira escola: da violência, da impunidade e da irresponsabilidade que tanto prejudica nossa sociedade.

Vale lembrar que este fato é rotineiro na UESC. No ano passado, um estudante de agronomia sofreu lesões permanentes e em outros trotes desistiram de estudar.

Os trotes foram proibidos na UESC conforme a Resolução nº 05/2008. A reitora tem que se pronunciar. Estas notícias divulgadas em nível nacional envergonham essa região e a UESC no país inteiro.

ITABUNA: UESC E PREFEITURA OFERECEM TREINAMENTO PARA VENDA DE ESPETINHO

Treinamento gratuito será nesta terça (13).

Treinamento gratuito será nesta terça (13).

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Vigilância Sanitária vão oferecer treinamento gratuito para quem comercializa espetinho em Itabuna.

O curso será ministrado nesta terça-feira (13), a partir das 8 horas, no Sest-Senat, ao lado do Colégio Modelo, no Bairro Lomanto.

Frances Bulhões, da Divisão de Vigilância Sanitária de Itabuna, afirmou que o treinamento visa repassar aos ambulantes práticas corretas para a venda, desde a conservação dos espetinhos a manipulação e venda..

A intenção é regularizar este tipo de comércio e assegurar qualidade ao espetinho que é vendido no município. O cadastramento dos ambulantes, assim como o treinamento, será gratuito.

IMBECILIDADE DE NÍVEL SUPERIOR

Um trote estúpido por muito pouco não matou um calouro do curso de Engenharia de Produção da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Segundo o Jornal Bahia Online, cerca de 15 veteranos obrigaram o rapaz de 18 anos a ingerir todo o conteúdo de uma garrafa de aguardente, conhecida como “corote”.

A vítima da estupidez entrou em coma alcoólico e precisou ser internada, mas já se encontra fora de perigo. A família do estudante registrou o fato junto à Reitoria, mas esta ainda não se pronunciou.

PROFESSORES BUSCAM TITULAÇÃO NA UESC

Quarenta e dois professores de escolas públicas sul-baianas iniciaram hoje, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), suas atividades no Curso de Pedagogia IV, vinculado ao Programa Nacional de Formação de Professores. A iniciativa visa graduar profissionais que atuam na rede básica pública, sem titulação.

Em palestra de boas vindas, a reitora Adélia Pinheiro disse que, por meio da formação de professores, o programa tem como objetivo melhorar a qualidade do ensino. A Uesc está há duas décadas integrada à ação.

Além do curso de pedagogia, a universidade oferece, dentro do programa de formação, graduação em Ciências Sociais, Educação Física, Geografia, História, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática.

LIVROS TRAZEM PASSADO E PRESENTE DE ITABUNA

Obras trazem passado e presente de Itabuna.

Obras trazem passado e presente de Itabuna.

Cinco livros com abordagens sobre o passado e o presente de Itabuna fazem parte de obras lançadas pela Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, a Editus.

Ensaios históricos de Itabuna: o jequitibá da Taboca, de Oscar Ribeiro Gonçalves, e Itabuna: história e estórias, de Adriana Dantas, estão entre eles. Os dois livros reúnem relatos orais de personagens do cotidiano de Itabuna.

Dentre as obras disponíveis em livrarias regionais e na Editus, também estão O centro da cidade de Itabuna: trajetória, signos e significados e De tabocas a Itabuna – um estudo histórico-geográfico,  da professora Lurdes Bertol Rocha. É também de Lurdes Bertol o livro A cidade em tela: Itabuna e Walter Moreira.

Na linha literária, há Expressões poéticas de Valdelice Pinheiro, organizado pela professora Tica Simões. O catálogo com as obras está disponível no site da Editus (www.uesc.br/editora). A compra pode ser feita pela internet no site www.livrariacultura.com.br . Pedidos podem ser feitos pelo email livraria@uesc.br ou pelo telefone 73-3680.5240.

UNIVERSO PARALELO

UM GRITO DE DOR NO ENGENHO DE SANTANA

1MejigãOusarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Mejigã e o contexto da escravidão (Editus/Uesc, organização de Ruy Póvoas) é um livro magnífico, desses que engrandecem a região, porque projetam e eternizam em letra impressa intelectuais que, em grande parte, estariam no anonimato, não fosse essa iniciativa. Os dez ensaístas reunidos na coletânea esbanjam erudição, sem perder o viés paradidático que nos facilita o entendimento. Mejigã… (nome africano de uma negra escravizada e trazida ao Engenho de Santana) é inquestionável contributo para percebermos o que foi a luta dos negros em Ilhéus e o que eles significam em nossa formação. Talvez fosse injusto fazer destaques, mas é justo salientar pelo menos dois nomes pouco reconhecidos fora dos muros da academia e que ganham visibilidade com o livro:

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Chicotadas como pagamento do trabalho

Marialda Jovita Silveira, que disserta com invulgar segurança sobre a oralidade como mecanismo de preservação dos valores do candomblé (Ritos da palavra, gestos da memória: a tradição oral numa casa ijexá), e Consuelo Oliveira, que explica, didaticamente, como numa sala de aula, as questões de saúde/doença/magia/terapêutica no candomblé, tendo como exemplo o terreiro onde Ruy Póvoas é babalorixá, em Itabuna (Ilê Axé Ijexá: lugar de terapia e resistência). Li Mejigã… como um livro político, uma história da resistência de um povo, seu sofrer e sua revolta – o registro a ferro e sangue de uma Ilhéus receptora de negros escravos, “dos quais ela cerceou a liberdade e cresceu pela força de seu trabalho, a troco de chicotadas”, como diz Ruy Póvoas.

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“Subalternizados, mas não subalternos”

Ou, na voz de Arléo Barbosa, “O Estado brasileiro foi edificado pelo negro, cuja presença é marcante em todos os aspectos da vida econômica, social, política, religiosa e cultural”. Ainda, de acordo com Kátia Vinhático e Flávio Gonçalves: “Eles [os escravizados] não se comportaram, não se sentiram e não se pensaram como subalternos. Subalternizados, inferiorizados, subestimados, sim. Não se pode dizer, no entanto, que foram subalternos, pois para isso seria necessária a aceitação dessa condição por parte deles”. Os demais textos de Mejigã…, todos de alta qualidade (não citados por falta de espaço), são de André Luiz Rosa Ribeiro, Ivaneilde Almeida da Silva, Mary Ann Mahony e Teresinha Marcis.

 

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VANDALISMO: “A DESTRUIÇÃO DO NOTÁVEL”

Com os protestos de rua em moda no Brasil democrático, abusa-se do termo “vândalo”, para caracterizar o bandido travestido de manifestante. O termo remonta a um povo do século V, que tomou e saqueou Roma, destruindo muitas obras de arte. Isto ocorreu no mês de junho, à semelhança das nossas manifestações. Por certo, a palavra “vandalismo” viria daí (“Destruição ou mutilação do que é notável pelo seu valor artístico ou tradicional”, segundo o Priberam). Nada errado em chamar esses marginais de “vândalos”, salvo a repetição exaustiva do termo, o que atesta a já sabida indigência vocabular da mídia, particularmente da tevê.
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5MonalisaNapoleão e os especialistas em saque

Os dicionários apontam alternativas para vândalo: bárbaro, selvagem, destruidor, grosseiro, violento, bruto, truculento, iconoclasta e outros. Para manter a linguagem jornalística distante das escolhas sofisticadas (comme il fault), eu empregaria para o indivíduo desse comportamento a boa e sonora palavra “bandido”. É tempo de lembrar outra curiosidade: Roma teve, em 1798, novo saque de obras de arte, desta vez por Napoleão, cujo exército tinha um grupo “especialista” em… roubar. Só os nazistas pilharam mais do que o velho Bonaparte. Mas não foi ele quem levou a Monalisa pro Museu do Louvre, como dizem as más línguas.

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DE ERROS “HISTÓRICOS” E “OCASIONAIS”

3AracyPra não dizer que só falo de espinhos
Com (talvez) irritante frequência tem esta coluna se referido a erros perpetrados contra a canção brasileira. Parece que não há exceção: de Nelson Gonçalves a Maria Betânia, de Alcione a Ângela Maria, novos e velhos vocalistas decidem alterar as letras e o fazem impunemente, como se tivessem tal direito. Há erros “históricos”, como o de Aracy de Almeida em Último desejo e Gastão Formenti em De papo pro ar (dois deslizes que foram repetidos tempos afora por outros cantores), e há os equívocos ocasionais, aqueles “próprios” de um vocalista, mas que outros não copiam. É o caso de Marisa Monte.
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7GibãoA garota não quer mais vestir “gibão”

Há dias, postamos aqui um vídeo em que ela canta O xote das meninas (Luiz Gonzaga – Zé Dantas), com uma derrapada das mais escabrosas da MPB. “Meia comprida, não quer mais sapato baixo, vestido bem cintado, não quer mais vestir timão”, diz a letra, mostrando o estado de espírito da menininha que vira moça e quer namorar. Pois a bela Marisa, sabe-se lá o motivo, canta “… não quer mais vestir gibão” – e não houve no estúdio um filho de Deus que atentasse para esta barbaridade. Timão é uma espécie de camisola; gibão até seria defensável em outro lugar, não no Nordeste): além de ser vestimenta de vaqueiro, não está no texto original. Menina vestindo gibão só mesmo na cabeça dessa gente tonta.

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QUE A SIGLA SEJA MENOR DO QUE A OBRA

Todos metem sua colher, também vou meter a minha… Calma. Invoco essa paródia de Casemiro de Abreu, que ninguém mais lê, apenas para introduzir minha escolha sobre a sigla da Universidade Federal do Sul da Bahia. É que o tema, bem ao nosso estilo de trocar o atacado pelo varejo, caminha para se tornar mais substantivo do que a própria escola. Dito o que, informo aos que desta coluna tomarem conhecimento que minha preferência não é Ufesba, Ufsulba, UFSB ou UFSBA, mas um acrônimo ainda não sugerido: UFESB. Mas, quero deixar claro, pouco importa por qual sopa de letrinhas será identificada a Escola – ela é que nos importa – mesmo chamada por qualquer nome exótico. Para ficar coerente, vamos de Alobêned, que esta coluna disse (e repete!) ser “um furacão negro, uma monarca africana”.

 (O.C.)








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