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:: ‘UFSB’

UFSB ABRE 60 VAGAS EM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PEDAGOGIAS DAS ARTES

Ufsb oferece vagas em curso de especialização

A Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) está com inscrições abertas para processo seletivo para ingresso em turmas de pós-graduação em Pedagogias das Artes: linguagens artísticas e ação cultural (EPArtes). São oferecidas 60 vagas para o sul e extremo-sul da Bahia.Acesse aqui o edital.

De acordo com o edital, são 30 para o campus Jorge Amado, em Itabuna, no sul da Bahia, outras 30 em Porto Seguro, no extremo-sul do estado. O processo seletivo será composto de exercício escrito (classificatório, com peso 1) e entrevista (classificatória, com peso 2). A inscrição é gratuita e pode ser feita aqui.

O curso tem duração mínima de 12 meses, com aulas aos sábados (períodos matutino e vespertino), no campus Sosígenes Costa (CSC) ; e no campus Jorge Amado (CJA), às sextas-feiras (período noturno) e aos sábados (período matutino e vespertino), ao longo de 2019.

A EPArtes é direcionada à formação continuada de portadores de diploma de ensino superior em qualquer área que atuem como professores, ativistas culturais, egressos das licenciaturas e bacharelados da Ufsb, educadores de espaços não-formais, mediadores, produtores culturais, além dos graduados interessados nas relações entre ensino de artes e ação cultural no sul e extremo sul da Bahia.

UFSB SELECIONA PROFESSORES PARA ITABUNA,PORTO E TEIXEIRA DE FREITAS

Ufsb abre inscrição em processo seletivo

A  Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) está com inscrições abertas para o processo seletivo que vai contratar professores para os campi de Itabuna, Teixeira de Freitas e Porto Seguro. As vagas são para docentes nas disciplinas de História, Letras Linguística – Línguas Estrangeiras Modernas (Inglês) e Ciências Biológicas II -Embriologia, Ciências Biológicas ou Física ou Química.

Para o campus Jorge Amado, em Itabuna, são duas vagas com 40 horas semanais de trabalho.  A remuneração – incluindo gratificações e auxílio alimentação – varia de R$ 2.671,00 a R$ 6.244,00, a depender da carga horária e titulação do aprovado. A inscrição custa R$ 100 e pode ser feita até o dia 30 deste mês. Acesse o edital aqui.

O processo seletivo simplificado será aplicado no dia 9 de janeiro, em etapa única. O processo compreenderá dois momentos avaliativos: prova didática, de caráter eliminatório e classificatório; prova de títulos, de caráter classificatório. O contrato de trabalho terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

De acordo com a Ufsb, a prova didática será realizada, preferencialmente, na unidade para onde está prevista a contratação seguindo programação e escala a serem divulgadas após a homologação das inscrições.No entanto, o candidato poderá solicitar, até o final das inscrições, no endereço processoseletivo@ufsb.edu.br, que a prova didática seja feita em outro dos campi da universidade.

UESC É 51ª EM RANKING NACIONAL E LIDERA ENTRE AS UNIVERSIDADES ESTADUAIS BAIANAS

Uesc, em Ilhéus, é a líder baiana entre as universidades estaduais e a 51ª no País

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aparece em primeiro lugar entre as instituições de ensino superior estaduais na Bahia e em décima colocação no Nordeste brasileiro no Ranking Universitário Folha (RUF) de 2018. Quando consideradas todas as universidades do País, a Uesc aparece em 51º lugar. A nota média da Uesc é 64,85.

A universidade sul-baiana aparece em 51ª posição em nível nacional quando considerado apenas o item internacionalização. O ranking universitário leva em conta os desempenhos os indicadores ensino, pesquisa, mercado, inovação e internacionalização.

O RUF é liderado, no estado, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), que aparece, no geral, em 14º lugar, com nota média 87,16. Líder na Bahia, a UFBA é superada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no Nordeste. A universidade pernambucana é 10ª no ranking nacional e apresenta média 90,34, quando consideradas todas as áreas aferidas pelo RUF.

Com quatro anos, UFSB aparece em 178º lugar || Foto Gabriel Oliveira

Ainda novata no ranking e com apenas quatro anos de idade e conceito diferenciado de licenciatura e bacharelado, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), com campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, obtém nota média 17,92, sendo avaliada apenas nas áreas de Ensino e Internacionalização. Aparece em 178º lugar.

O DESEMPENHO DAS ESTADUAIS BAIANAS

Depois da Uesc, a melhor posicionada entre as universidades estaduais baianas é a UEFS, em Feira de Santana, que aparece em 60º lugar, com nota média 62,50. Já em 89º lugar, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), que tem campi em Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga, obtém nota 50,27. Em 99º lugar, a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) apresenta nota 45,55.

O RUF avaliou 196 universidades brasileiras, públicas e privadas. A Universidade de São Paulo (USP) lidera o ranking, com nota 97,52, nota um pouco superior à obtida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 97,29, que ficou em segundo lugar. A universidade fluminense liderou o ranking nos anos de 2016 e 2017. (Do Pimenta.blog.br)

ALUNO DA UFSB DENUNCIA FRAUDE EM COTAS DE MEDICINA E É PROCESSADO POR PRÓ-REITOR

Fraude em cotas do curso de Medicina da UFSB é investigada

A suspeita veio logo que saiu a lista de aprovados para o curso de Medicina. Na época, dezembro do ano passado, o estudante de Direito Moises Sant’Ana, 27 anos, estranhou o perfil de parte dos chamados para cursar a primeira turma dessa graduação na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), que tem campi em Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Itabuna.

Na instituição, os cursos são divididos entre primeiro e segundo ciclos – Bacharelados (BIs) e Licenciaturas Interdisciplinares (LIs) seriam do primeiro, e cursos tradicionais, chamados lá de ‘profissionalizantes’ (como Medicina, Direito e Engenharias), do segundo ciclo. Para chegar aos profissionalizantes, obrigatoriamente, os estudantes precisariam ter passado pelo primeiro ciclo.

E foi nessa transição de um ciclo para o outro que Moises percebeu algo estranho: ele suspeitou que tinha gente que não deveria estar ali. Ao ver os nomes, acreditou que gente que não é negra estaria ocupando espaço reservado aos alunos que são. Era o início de uma denúncia de fraude nas cotas que chegou a envolver até o alto escalão administrativo da universidade e um processo por danos morais em R$ 10 mil.

“Notei, pelo nome, que tinha pessoas que não se encaixavam nem em cotas sociais, nem raciais. Durante a discussão sobre a radicalização do sistema de cotas, a maioria dessas pessoas se colocou contrária à política”, diz Moises, que, antes de estudar Direito na UFSB, se formou na licenciatura em Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias na mesma instituição e é professor da rede estadual de educação.

Membro da comissão de políticas afirmativas da UFSB, ele participou dos debates e do processo de implementação das cotas para os cursos do segundo ciclo. Em setembro do ano passado, a UFSB aprovou uma resolução que faria com que se tornasse a instituição com o maior percentual de estudantes cotistas do estado. De acordo com uma decisão do Conselho Superior Universitário (Consuni), a partir do ano letivo de 2018, a universidade passaria a reservar 75% de suas vagas para cotistas.

“Porém, a universidade aprovou essa porcentagem, mas aplicou apenas 62% na entrada. Segundo eles, a gente deveria ter pensado nisso na primeira entrada, no Sisu, e não no segundo ciclo, e que eles iam fazer as cotas pelo perfil de egressos. Mas, quando saiu a lista dos aprovados de Medicina, não tinha nem 62% de alunos cotistas”.

Ao final, em janeiro, ele conseguiu detectar 15 pessoas que teriam entrado pelas cotas para negros mas que não teriam perfil para a reserva de vagas. A fraude estaria em duas categorias: candidatos negros e indígenas com renda per capita menor que 1,5 salário mínimo e candidatos negros e indígenas independente da renda. No Brasil, a lei de cotas leva em conta o mesmo critério que o IBGE para considerar que alguém é negro – se a pessoa se autodeclarou preta ou parda.

Na ocasião, dezenas de estudantes comentaram a publicação. “Que absurdo! É nítido que são afroconvenientes. Muito triste isso”, escreveu uma jovem. “Qual é a sua cor? Qual é a sua raça? E a cor do sangue… (sic). O jeitinho brasileiro define”, publicou outro.

A partir daí, segundo Moises, a Ouvidoria da UFSB teria recebido 116 denúncias sobre o caso – a instituição confirmou que recebeu a denúncia, mas não informou quantos estudantes teriam apresentado a queixa. Além disso, denúncias foram apresentadas ao Ministério Público Federal (MPF) e à Secretaria da Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi). “São pessoas que nunca se entenderam negras, mas se autodeclararam negras”, justifica o estudante.

Entre os 15 alunos do curso de Medicina que foram alvos da denúncia está a estudante Andreia Fernandes. A situação dela poderia ser como de qualquer um dos outros, mas ganhou destaque entre as postagens porque Andreia é casada com o pró-reitor de Tecnologia da Informação e Comunicação da UFSB, o professor Kennedy Fernandes.

Durante o processo seletivo, Andreia se declarou parda – como o critério para ter acesso à reserva de vagas é a autodeclaração, isso a qualificou para entrar no curso através das cotas. Após a publicação no grupo, o pró-reitor e a esposa decidiram mover um processo contra Moises por danos morais no valor de R$ 10 mil.

No processo, ao qual o Correio teve acesso, os advogados do casal afirmam que a estudante se considera de cor parda e “é de origem humilde e sempre estudou em estabelecimentos públicos. Assim, concorreu, licitamente, em ambas as cotas, vindo a ser selecionada, desde a primeira etapa do curso, nas vagas reservadas”, afirmam os advogados.

Os defensores ainda dizem que a menção de que a estudante teria fraudado o sistema de cotas e se aproveitado do fato de ser esposa do pró-reitor seria “falaciosa, mentirosa, causou constrangimento sem medida aos Requerentes, que são pessoas de índole e reputação ilibadas, que sempre pautaram sua conduta na ética e moral”, escrevem, requerendo, através de liminar, que Moises exclua imediatamente a postagem veiculada no Facebook. Clique e leia matéria completa

JOANA GUIMARÃES É NOMEADA REITORA DA UFSB

Professora Joana Guimarães é nomeada reitora da UFSB

Seis meses e meio depois de ter vencido a eleição, a professora Joana Angélica Guimarães da Luz foi nomeada reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). A nomeação está publicada na edição desta quinta-feira (24) do Diário Oficial da União.

Joana Guimarães enfrentou Fabiana de Lima Peixoto, vencendo-a com 64,9% dos votos válidos em 8 de novembro do ano passado. A legislação determina envio de lista tríplice ao presidente da República, que define, entre os mais votados, o novo reitor. Michel Temer acabou nomeando a escolhida pela comunidade acadêmica. O mandato tem duração de quatro anos.

Embora ainda não estivesse nomeada, Joana já despachava como reitora em exercício há alguns meses. Ela substituiu o reitor pro tempore Naomar Almeida, que renunciou ao cargo cerca de dois meses antes do pleito em um processo tumultuado e com acusações ao grupo que assumiu a UFSB.

Campus e reitoria da UFSB em Itabuna, no sul da Bahia

A universidade sul-baiana tem campi em Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Itabuna, onde fica a reitoria, e colégios universitários em vários municípios no sul e extremo-sul do Estado. Embora em ritmo lento, a reitoria e o novo campus Jorge Amado estão sendo construídos numa região limítrofe de Itabuna e Ilhéus, nos arredores da Ceplac.

REITORES COBRAM DO MEC MAIS RECURSOS PARA UNIVERSIDADES

Obras da UFSB em Itabuna foram atingidas com queda nos repasses

Durante reunião com o ministro da Educação, Rossieli Soares, promovida pela Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições de Ensino Superior (Andifes), nesta quarta (16), reitores apresentaram a situação de dificuldade financeira do setor e cobraram mais recursos do governo federal este ano e em 2019.

O presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Emmanuel Tourinho, fez um alerta sobre a redução de recursos nos últimos anos decorrentes de cortes no orçamento. Segundo ele, em alguns casos houve redução nominal (nos valores absolutos), em outros congelamento (quando o orçamento se mantém em valores, mas as despesas sobem, gerando perdas de capacidade econômica da instituição).

De acordo com Tourinho, as universidades federais têm orçamento atual equivalente a um quinto do que tinham há quatro anos para investimento. No mesmo período, o custeio teria sido reduzido em 20%. Esses cortes, acrescentou, prejudicam o processo de expansão dos últimos anos, com criação de instituições, de campi e ampliação de vagas e áreas nas faculdades e institutos.

“Seja pelos processos de avaliação do Ministério da Educação ou externos, nosso sistema de universidades tem sido considerado o que oferece melhores cursos de graduação e de pós-graduação. Somos eficientes naquilo que é nossa função. Seja no ensino ou na produção de conhecimento”, argumentou Tourinho.

INVESTIMENTOS

Representantes da entidade informaram que diversas obras estão paradas em universidades de todo o país e criticaram decisão do Ministério da Educação (MEC) de concentrar verbas para investimento, retirando-as da administração das instituições.

“Já na gestão anterior, desde 2015, estamos atualizando banco de dados para pactuarmos uma retomada destas obras. A ordem de grandeza para concluirmos já foi levantada nos últimos anos. Seria algo em torno de R$ 3 bilhões. É algo fundamental frente à possibilidade de perda dos investimentos já feitos, já que são obras ameaçadas hoje”, disse o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher. :: LEIA MAIS »

UFSB RECEBE REPASSE DE R$ 2,8 MILHÕES PARA CUSTEIO E INVESTIMENTOS

Ufsb recebe aporte para continuidade de projetos e obras importantes

Depois de sofrer com cortes feitos pelo governo no início do ano, a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) recebeu um aporte financeiro para pagamento de despesas e continuidade de obras importantes em seus campi. Foram repassados R$ 2.819,704 para investimento,manutenção,custeio e pagamento de assistência estudantil na instituição, conforme o Ministério da Educação.

Além da Ufsb, o MEC fez aporte financeiro para a Universidade Federal da Bahia (R$ 16.446,582); Universidade Federal do Oeste da Bahia (R$ 2.310,863), e Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (R$ 830,625). Para as  instituições de ensino superior, os valores repassados ainda não atendem às necessidades, mas chegam numa boa hora.

UNIVERSIDADE É LUGAR DE DIVERSIDADE

Felipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

No país que mais mata pessoas trans no mundo – 40% do total das mortes, a ação da UFSB, que reserva uma vaga supranumerária na Área Básica de Ingresso, ainda é muito pequena. Que as vagas se expandam para outros cursos, outras universidades e a instituição universitária possa ser equivalente à população que a sustenta e abriga: com gente de todas as raças, gêneros, identidades, credos, culturas, origens.

 

Coloquei meus pés numa universidade pela primeira vez há pouco mais de 18 anos e nunca mais saí. Entrei na UESC em fevereiro de 2000 para fazer minha matrícula como estudante de graduação. Depois disso fui servidor técnico e estudante de mestrado na mesma instituição e, posteriormente, professor da Universidade Federal de Alagoas por quatro anos antes da minha redistribuição para a UFSB. Ao longo desses anos tenho notado uma mudança de composição das comunidades acadêmicas.

Do tempo em que frequentei minha graduação, lembro-me de uma universidade predominantemente branca e de classe média. Conto nos dedos de uma mão os colegas originários de escolas públicas. Negros também eram poucos – em alguns cursos, praticamente inexistentes. Isso me incomodava muito.

Ao longo dos anos, percebi a mudança com o desenvolvimento de uma política de ações afirmativas. Vi uma universidade para poucos se transformar em uma instituição um pouco mais plural, mais completa. Vi estudantes terem suas vidas mudadas pela simples oportunidade de frequentar uma universidade.

Minha instituição de trabalho, a UFSB, notabilizou-se nacionalmente nas últimas semanas em razão da implementação de vagas reservadas a pessoas trans. A universidade sul baiana é a primeira do país a garantir essa reserva na graduação.

Entre os dias 22 e 26 de março, a UFSB oferece vagas de acesso à Área Básica de Ingresso de suas graduações, através de seus Colégios Universitários. Em cada um desses Colégios estão garantidas vagas supranumerárias para indígenas, quilombolas e pessoas trans que tenham cursado ensino médio em escolas públicas.

Lendo alguns comentários nas redes sociais, encontrei muita revolta com a decisão e constatei o evidente: a extrema necessidade desta ação.

Vale ressaltar: a questão não é declarar inabilidade desse grupo e sim de compreender as cruéis condições sociais historicamente constituídas que afastam essas pessoas da oportunidade de estudar e mudar a sua realidade. Não é apenas abrir uma “cota” para pessoas trans e sim de garantir uma política de ação afirmativa que reverta um pequeno aspecto do ambiente negativo a que este grupo é submetido cotidianamente na sociedade, impossibilitando acesso à educação e, consequentemente, emprego.

Estudos apontam que 73% dos estudantes que não se declaram heterossexuais já foram agredidos verbalmente em ambientes educacionais, 25% já foram agredidos fisicamente e 55% afirmam já ter ouvido comentários depreciativos especificamente sobre pessoas trans.

No país que mais mata pessoas trans no mundo – 40% do total das mortes, a ação da UFSB, que reserva uma vaga supranumerária na Área Básica de Ingresso, ainda é muito pequena. Que as vagas se expandam para outros cursos, outras universidades e a instituição universitária possa ser equivalente à população que a sustenta e abriga: com gente de todas as raças, gêneros, identidades, credos, culturas, origens.

Que possamos transformar a realidade através da educação.

Felipe de Paula é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)

ESTUDANTES DA UFSB PARTICIPAM DE INTERCÂMBIO NO URUGUAI

Estudantes participam de intercâmbio no Uruguai|| Foto Divulgação

Estudantes das Licenciaturas Interdisciplinares (LIs) da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) estão participando, no Uruguai, do Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional – Projeto Paulo Freire.

De acordo com a Ufsb, o objetivo do programa é constituir uma rede formada por Instituições de Ensino Superior da Ibero-América para valorização social e intelectual da carreira docente no ensino básico, priorizando a educação pública em seus distintos aspectos e dimensões e o compromisso da universidade pública com todas as etapas de formação escolar.

O Assessor de Relações Internacionais da Ufsb, Guilherme Foscolo,  explica que o programa é pioneiro na integração acadêmica internacional da Ibero-América e que a instituição está buscando aumentar a parceria internacional.  “Tramitamos acordos não só com instituições do Uruguai, como também do Chile, da Argentina, da Colômbia, do México e do Peru”.

Ele explica que a “possibilidade futura de articulação do programa com outros programas de mobilidade acadêmica, como o PIMA e o Pablo Neruda, abre possibilidades de integração e intercâmbio também para aqueles que decidirem seguir com a carreira nos programas de pós-graduação”.

PROCESSO SELETIVO

São  39 estudantes da Ufsb contemplados com bolsas de estudos para suprir custos de deslocamentos, hospedagens e alimentação durante o período do intercâmbio. Os alunos foram escolhidos por meio de Processo Seletivo para estudantes das LIs nos campi de Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, e para discentes da Área Básica de Ingresso (ABI).

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UFSB PUBLICA LISTA DE SELECIONADOS NO SISU PARA OS CAMPI DE ITABUNA, TEIXEIRA E PORTO

Ufsb publica relação de aprovados no Sisu || Foto Pimenta

A Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) publicou, nesta quarta-feira (7), a lista com os nomes dos candidatos inscritos para a Chamada Geral, etapa do processo seletivo via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2018. Quem está na lista deve entregar, no período de 12 a 14 deste mês, das 14h às 20h, os documentos referentes à sua modalidade de concorrência, conforme descrições constantes do Anexo II do Edital 01/2018.

Há duas categorias de candidatos listados. Os candidatos com o status “selecionado” são aqueles com a matrícula assegurada, pois encontram-se classificados dentro do número de vagas disponíveis. Para esses, basta comparecer no dia, horário e local indicados portando a documentação requerida.

Já os candidatos com o status “habilitado” não têm sua matrícula assegurada. Esses podem obter vagas nos casos de desistência ou não-comparecimento de candidatos convocados, segundo a ordem de classificação.  As vagas são para os campi da Ufsb nos municípios de Itabuna, no sul da Bahia; e Teixeira de Freitas e Porto Seguro, no extremo-sul do estado. A relação de candidatos pode ser acessada aqui.

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DA BACIA DO CACHOEIRA SERÁ DEBATIDO EM ITABUNA

Revitalização do Cachoeira será debatida em Itabuna || Foto Maurício Maron

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema) promove, no próximo dia 7, das 8h às 13h, a Oficina de Articulação e Planejamento do Projeto Cachoeira, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Itabuna. Durante o evento, será debatido o Projeto de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira com moradores de 14 municípios.

O encontro será um espaço de articulação e debates envolvendo setores e segmentos diversos da sociedade civil e dos governos, na esfera estadual e municipal, para articular e planejar ações conjuntas no processo de revitalização ambiental do Rio Cachoeira. Também serão apresentadas propostas de ações sustentáveis para implementação da revitalização da bacia previstas no Plano Estratégico.

OFICINA

A oficina pretende envolver os representantes dos 14 municípios da bacia, além de representantes de 11 assentamentos, colegiados territoriais e ambientais, membros de Comitês de Bacias Hidrográficas e de universidades como a UFSB e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

O Projeto Cachoeira faz parte do Programa de Desenvolvimento Ambiental (PDA Bahia) e visa à recuperação e preservação de nascentes e cursos d’água da Bacia do Rio Cachoeira, bem como ao desenvolvimento de ações que promovam melhoria na qualidade dos corpos d’água.

O projeto realizou diagnóstico ambiental, cadastramento de propriedades de até quatro módulos fiscais no Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir), restauração produtiva de 150 hectares em áreas prioritárias para conservação e a elaboração do Plano de Revitalização da Bacia do Rio Cachoeira.

Para garantir a continuidade do programa, a Sema vem desenvolvendo ações de mobilização e sensibilização para promover identificação e articulação de atores a fim de estabelecer pactuações importantes para a Revitalização do Rio Cachoeira

PROFESSORES DE ITABUNA E PORTO SEGURO TROCAM EXPERIÊNCIA COM COLEGAS DO URUGUAI

Professores baianos fazem intercambio com paraguaios

O projeto político pedagógico e a gestão dos Complexos Integrados de Educação (CIEs), unidades da rede estadual de ensino instaladas em Itabuna, Itamaraju e Porto Seguro, estão servindo de objeto de estudo para educadores do Uruguai. A experiência faz parte do projeto Paulo Freire de Mobilidade Acadêmica Internacional.

Para conhecer melhor o projeto, professores uruguaios desembarcam na Bahia para visitar os complexos. Os educadores baianos também visitam as escolas no Uruguai. A iniciativa é realizada numa parceria da Secretaria da Educação do Estado com as Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e Universidad de la República (Udelar).

Os professores uruguaios visitaram os três complexos durante este mês. A articuladora Silvia Smith, do Complexo Integrado de Educação de Itabuna, falou como está sendo o intercâmbio. “Recebemos três professores uruguaios mais seis da UFSB, onde pudemos apresentar as Estações dos Saberes que é uma das nossas grandes ações pedagógicas”, afirma.

Ela explica que as ações pedagógicas possibilitam aos estudantes escolherem parte de seu percurso acadêmico entre diversas opções de atividades de arte, ciência, tecnologia, entre outras. “Ainda tivemos uma roda de conversa com alunos em que intercalamos diversos aspectos culturais direcionados à nossa dança, música e culinária, na perspectiva de integrar ainda mais os visitantes”.

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UFSB PROMOVE COLAÇÃO DE GRAU DE TURMAS DE ITABUNA, TEIXEIRA DE FREITAS E PORTO

Ufsb realiza colação de grau de alunos dos campi de Itabuna, Porto Seguro e Teixeira

A Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) inicia, nesta quinta-feira (22), as primeiras solenidades de colação de grau dos cursos de primeiro ciclo da instituição. A primeira solenidade será no campus Jorge Amado, em Itabuna, às 19 horas. A segunda está programada para o dia 27 deste mês no campus Paulo Freire, em Teixeira de Freitas. No dia 1º de março será realizada a colocação de grau de estudantes da universidade em Porto Seguro.

Com a conclusão do primeiro ciclo, os estudantes, agora já bacharéis ou licenciados, participam de um Processo Seletivo Interno, no qual escolhem entre os cursos de segundo ciclo, como Antropologia, Artes do Corpo em Cena, Ciências Biológicas, Direito e Engenharia Agrícola e Ambiental.

Os estudantes podem optar também pelos cursos de Engenharia Florestal da Sustentabilidade, História, Medicina, Oceanologia, Psicologia e Som, Imagem e Movimento. Esse segundo momento possibilita ao estudante um aprofundamento na área escolhida e uma graduação profissionalizante.

De acordo com a reitoria em exercício, Joana Angélica Guimarães, este ano marca a nova fase da Ufsb, que trabalhará para a consolidação de seu modelo inovador, juntamente com a comunidade acadêmica.

A instituição possui cerca de três mil estudantes em seus campi e Colégios Universitários, localizados nos municípios de Ilhéus, Itabuna, Ibicaraí, Coaraci, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Teixeira de Freitas e Itamaraju.

VOCÊ TERIA UM MINUTINHO PARA A PALAVRA DA CIÊNCIA?

Felipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

Imagine um professor na praça explicando algum tema polêmico contemporâneo! Aí, com ideias circulando, com a academia enxergando além de seus muros, quem sabe teríamos uma sociedade ainda melhor. Difícil? Sim, com toda certeza! Mas será que cada um de nós, doutos cidadãos, estamos fazendo todo o possível?

 

Ler o título acima parece estranho, não? Permita-me então contextualizar melhor a questão: dois acontecimentos que presenciei dentro do “mundo acadêmico” nos últimos dias me fizeram pensar um bocadinho sobre exatamente esse tal “mundo acadêmico”.

No primeiro fato, um jovem estudante postou nas redes sociais seu lamento por ter sido abordado por uma senhora cristã que tentava propagar suas ideias e demonstrou incômodo por ele se declarar ateu. Quando apresentado o contraponto de que aquela senhora estava apenas levando adiante aquilo que ela acreditava ser interessante, ele rebateu: “ah, não saio por aí levando a palavra de Nietzsche”. Não leva? Uma questão: por que não?

Outro fato foi a leitura de outra postagem nas redes sociais onde professores e estudantes, em sua maioria, debochavam e se escandalizavam com a cantora Anitta ter sido convidada para palestrar num evento na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Soava absurdo a cantora notabilizada no funk, de origem periférica, falar numa das mais prestigiadas universidades do mundo. Uma questão:por que não?

A academia brasileira, permito-me generalizar com meus pouco mais de oito anos de experiência docente, parece sofrer de um mal que a faz sentir-se como um panteão para poucos. Alguns (poucos) privilegiados devem alcançar esse patamar após demonstrar suas competências em provações diversas. Uma ideia de que aquilo “não é pra qualquer um”. Uma ideia de que aquilo que não está no “mundo acadêmico” não é bom o suficiente.

Vivemos – faço aí um mea culpa pois, além de ocasionalmente escrever textos me valendo da boa audiência do PIMENTA para atingir uma grande fatia da sociedade, também estou entre os que assim agem – num espaço onde apenas os aplausos e os tapinhas nas costas dos iguais parecem ser interessantes. Por qual motivo as vozes periféricas não são plenamente ecoadas nas universidades? Por qual motivo o grafite nas paredes dos corredores acadêmicos é visto com estranheza? Por qual motivo iniciativas como o Pint of Science, que visa explicar pesquisas científicas em bares, são vistas com certo desdém por alguns? A resposta?

Arrisco-me a dizer que muitos acadêmicos – aí incluídos professores e estudantes – acreditam que são especiais demais e acabam por esquecer da sociedade que os abriga e, principalmente, financia.

Se a senhora propagando a fé cristã nas ruas enche sua paciência, será que ao invés de criticá-la não seria possível ver nela uma inspiração? Imagine as praças de Itabuna, de Ilhéus ou de qualquer outra cidade exibindo um filme e um pesquisador conduzindo um debate sobre ele! Imagine um professor na praça explicando algum tema polêmico contemporâneo! Aí, com ideias circulando, com a academia enxergando além de seus muros, quem sabe teríamos uma sociedade ainda melhor. Difícil? Sim, com toda certeza! Mas será que cada um de nós, doutos cidadãos, estamos fazendo todo o possível?

Felipe de Paula é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

PRÉ-APROVADOS NO PROUNI TÊM ATÉ DIA 23 PARA COMPROVAR INFORMAÇÕES

Começou o prazo para candidato confirmar informações no ProUni

O prazo para comprovação das informações dos candidatos pré-aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) começou nesta quinta-feira, 15, e termina no próximo dia 23. O procedimento deve ser feito na universidade onde o candidato vai estudar, e é requisito para garantir a vaga.

O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em cursos de graduação de instituições privadas de educação superior. Nesta edição foram ofertadas cerca de 243 mil bolsas. Dessas, 113.863 são integrais e 129.124, parciais. As integrais foram destinadas aos estudantes com renda per capita de até 1,5 salários mínimos. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar per capita de até três salários mínimos.

Poderão concorrer à primeira opção de curso aqueles que não foram pré-selecionados nas chamadas regulares ou foram pré-selecionados só na segunda opção de curso, mas não houve formação de turma. Pode concorrer às bolsas do ProUni quem não possui diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, tenham obtido nota superior a 450 pontos e não tenham zerado a prova.

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