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16 de fevereiro de 2020 | 04:03 pm

"PANE" GERA TUMULTO NA UNIMED

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Problemas no sistema de marcação de consultas e exames da Unimed Itabuna geraram tumulto e complicações para usuários do plano de saúde ligado à cooperativa médica local.
Clínicas e laboratórios conveniados estão rejeitando atendimento nesta segunda-feira. O usuário obtém autorização da Unimed para fazer o procedimento, mas o plano de saúde não encaminha a autorização para os prestadores de serviço conveniados.
Hoje pela manhã houve princípio de tumulto na sede do plano de saúde, na Avenida Fernando Cordier (Beira-Rio). “O plano nos autoriza a fazer exame ou consulta, mas quando chegamos na clínica a empresa diz que a Unimed não liberou autorização”, disse uma usuária.
A irritação aumenta porque, após ter atendimento negado, o usuário vai à sede da Unimed. A cooperativa médica emite autorização, mas clínicas e laboratórios conveniados informam que o atendimento só pode ser prestado caso o plano de saúde entre em contato. “Não está bastando a autorização do plano”, afirma outro cliente, irritado. O site não conseguiu contato com a cooperativa.

UNIMED AUTORIZA CIRURGIA

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Após a intervenção do judiciário e muita pressão da imprensa e campanha nas redes sociais, a Unimed de Itabuna finalmente autorizou a cirurgia de urgência a que precisa ser submetida a enfermeira Diana Viana Soares. Ela sofre de câncer ósseo e teve seu caso relatado aqui no PIMENTA.
Na tarde desta sexta-feira, 11, as partes entraram em acordo na 3ª Vara Cível de Itabuna. A Unimed concordou em autorizar o procedimento cirúrgico, bem como irá custear as despesas de deslocamento, estada e alimentação da paciente e de seu marido.
“A pressão da imprensa e a intervenção do judiciário funcionaram”, afirma o advogado Mateus Santiago, que representa Diana.
 
 

UNIMED PUNIDA PELA ANS

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Diana aguarda há quase dois meses por cirurgia de urgência.

Diana tem atendimento negado pela Unimed

A enfermeira Diana Matos, que sofre de câncer e teve uma cirurgia de urgência negada pela Unimed, a despeito de ordem judicial para liberação, não é a única vítima da operadora.
Posicionada entre os campeões em queixas, a Unimed é uma das 28 operadoras punidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e está proibida de comercializar planos de saúde até março. A punição é pela demora na marcação de consultas, exames e cirurgias.
Em Itabuna, a enfermeira Diana sofre com um tumor no fêmur e, apesar da gravidade do problema, precisou ir à justiça e obter uma liminar para forçar a Unimed a autorizar a cirurgia recomendada pelo médico Eduardo Clemente (leia aqui). Ainda assim, a empresa continua negando o atendimento.

TALENTO RECONHECIDO

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Olha aí os talentos regionais em evidência. A agência Ícaro Comunicação produziu uma campanha para a Unimed Ilhéus e acabou faturando o 16º Prêmio de Marketing da Unimed, na categoria “campanha publicitária”.
A agência desenvolveu a campanha “Com saúde, você ganha mais”. A entrega do prêmio ocorreu durante a 40ª Convenção Nacional da Unimed, realizada em Goiânia (GO). A campanha foi veiculada no rádio, outdoor e busdoor.
Carlos Pacheco e Cida Longo ressaltam que o reconhecimento “representa uma conquista nacional inédita para a Unimed Ilhéus e para o sistema Unimed da Bahia. As peças da Ícaro concorreram com as de agências de outras 188 cooperativas do sistema Unimed de todo o país.

Pacheco e Cida Longo, da Ícaro, exibem troféu (Foto Divulgação).

PLANO DE SAÚDE IMITA O SUS

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O desrespeito aos pacientes não é mais exclusividade do Sistema Único de Saúde. Em Itabuna, a mãe de um cliente da Unimed procurou o dermatologista Rolemberg Monteiro para extrair dois pequenos tumores cutâneos no filho. Ficou surpresa quando o médico, ao marcar a cirurgia, avisou que ela precisaria levar agulha e anestésico, este preparado em uma farmácia de manipulação.
Este blog tentou entrar em contato com a Unimed (telefone 2103-3030) para saber se tal exigência é normal, mas a linha telefônica estava ocupada em diversas tentativas. A mãe do paciente, no entanto, observa que anteriormente já recorreu a outra médica para realizar o mesmo procedimento e nao houve qualquer pedido de material.

DUDU NÃO QUER LARGAR O OSSO

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O servidor federal Eduardo Magalhães não mais pertence aos quadros da Ceplac. É funcionário do Ministério da Agricultura. Apesar disso, ainda preside (e não quer largar) o Fundo de Assistência aos Servidores da Ceplac (Fasec).

O mandato de “Dudu” expirou em dezembro e, até agora, nada de eleição para renovar a diretoria. Uma assembleia foi convocada em março. Estica daqui, estica dali… E, misteriosamente, Dudu continuou no comando.

O estatuto proíbe que permaneça à frente do fundo quem não mais pertence aos quadros do órgão federal de apoio à lavoura cacaueira. Alguns brincam e dizem que forças estranhas mantêm Dudu na direção do fundo.

O Fasec é o mesmo que, dentre outras atribuições, negocia a assistência médica aos ceplaqueanos. São 10 mil vidas em jogo e um contrato pra lá de interessante com a Unimed. Ou seja, é um poder e influência grandes.

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