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:: ‘Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc)’

CONCURSO DA UESC PARA TÉCNICO E ANALISTA OFERECE ATÉ R$ 2,6 MIL DE SALÁRIO

Prova do concurso da Uesc será dia 15 de abril

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) publicou, nesta terça-feira (30), edital do concurso público para preenchimento de vagas nos cargos de Analista e Técnico Universitário, além de formação de cadastro de reserva. As inscrições deverão ser feitas no período de 15 de fevereiro a 18 de março, exclusivamente pela internet, nos endereços www.consultec.com.br e www.uesc.br.

A taxa de inscrição será de R$ 50,00 para Técnico Universitário e de R$ 100,00 para Analista Universitário, sendo que o candidato terá até o dia 12 de março para pagar o Boleto Bancário e assegurar a participação no concurso. Quem estiver inscrito em programas sociais do governo, poderá solicitar a isenção da taxa das 8h do dia 15 às 23h59min do dia 18 de fevereiro. A relação de candidatos com deferimento e indeferimento da isenção será publicada no dia 22 de fevereiro.

SALÁRIOS E DATA DA PROVA

De acordo com o edital, são 8 vagas para o cargo de Analista Universitário (Nível Superior) e outras 24 para o cargo de Técnico Universitário (Nível Médio). Há ainda previsão de formação de cadastro de reserva. A prova será aplicada no dia 15 de abril. Os candidatos terão 4 horas para responder a 48 questões. Os portões serão abertos às 7h30min e fechados meia hora depois. Para o nível superior, haverá ainda prova de títulos.

Para o cargo de nível médio a  remuneração mensal será de R$ 1.713,60 – composta por vencimento de R$ 796,26 e Gratificação por Suporte Técnico Universitário (GSTU) de R$ 917,34. Para o cargo de Analista Universitário, a remuneração será de R$ 2.648,86 – sendo R$ 1.177,56 de salário e R$ 1.471,30 como Gratificação por Suporte Técnico Universitário (GSTU). Além disso, o servidor terá direito a auxílio-alimentação no valor de R$ 198,00.  O concurso será organizado pela Consultec, com a supervisão da Uesc.

ILHÉUS: GERIR VENCE DISPUTA PARA ADMINISTRAR HOSPITAL DA COSTA DO CACAU

Hospital Costa do Cacau será inaugurado em dezembro || Foto José Nazal

Nazal destaca visão do governo baiano || Foto Maurício Maron

O Instituto Gerir, de Goiânia (GO), venceu a concorrência para administrar o Hospital da Costa do Cacau, em Ilhéus, por meio de Parceria Público-Privada (PPP), com nota 98,04765.

A disputa final teve, ainda, o Instituto Brasileiro de Apoio à Saúde e do Provida Instituto. O resultado da licitação foi divulgado na edição do Diário Oficial do Estado de hoje.

O Instituto Gerir informa que administra 14 hospitais e unidades de saúde em seis estados. Atualmente, emprega cerca de 5.500 pessoas.

PRIORIDADE

Vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal divulgou o resultado em redes sociais. Ele também comentou o avanço para inauguração do hospital construído na região do Banco da Vitória. “O investimento do governo do estado da Bahia na construção do Hospital da Costa do Cacau é o mais importante feito nas últimas décadas não em Ilhéus, mas na Região”, disse ao PIMENTA.

Nazal, que também é secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Ilhéus, ressalta que a saúde é, notadamente, um dos mais graves problemas que a gente enfrenta em Ilhéus e em outros municípios, sobretudo pela concentração dos procedimentos em Itabuna e Ilhéus. Então, o governo acertou em cheio quando escolheu investimento em um hospital”.

Nazal observa que o hospital, além de atender a demanda por serviços, também será importante para a formados de alunos de cursos da área de saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). O Hospital da Costa do Cacau deverá ser inaugurado em dezembro, segundo anúncio do governador Rui Costa.

ELEIÇÃO NA UESC

Adélia é candidata única e disputa mais 4 anos.

Adélia é candidata única e disputa mais 4 anos.

A reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Pinheiro, deverá ser reeleita para mandato de quatro anos à frente da instituição de ensino do sul da Bahia. A eleição ocorre nesta quarta (25) em votação que somente será encerrada à noite. Professores, funcionários e alunos participam do processo eleitoral, embora com peso diferente. Adélia é candidata única em chapa que tem como vice o professor Evandro Freire.

EDITUS LANÇA LIVRO DE ANTÔNIO LOPES

Antônio Lopes, na Uesc, com a poeta Dinah Hoisel (Foto Divulgação).

Antônio Lopes, na Uesc, com a poeta Dinah Hoisel (Foto Divulgação).

Com o Mar Entre os Dedos-CapaEm solenidade na sexta-feira (20), a Editus-Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e o Instituto Macuco Jequitibá promovem o lançamento do livro Com o mar entre os dedos, do jornalista Antônio Lopes. O evento será às 18h30min, na Casa de Cultura Jonas & Pilar (Praça Cristovaldo Monteiro, em Buerarema). 

Com o mar… abriga 57 crônicas, muitas delas “rascunhadas” neste Blog, na coluna Universo Paralelo, que publicamos em duas temporadas, a primeira a partir de 2010, a segunda a partir de agosto de 2012.

Neste quinto título, Lopes retoma a forma de expressão literária em que se fez conhecido do público regional:  Estória de facão e chuva (Editus/2005) e Luz sobre a memória (Agora Editoria Gráfica/2001) estão em segunda edição – respectivamente pela Editus e a Mondrongo. O novo livro tem apresentação do ficcionista e professor de literatura Aleilton Fonseca, da Academia de Letras da Bahia.

A crítica também tem sido favorável ao autor de Buerarema falando para o mundo:  se pronunciaram favoravelmente a respeito da produção do cronista que, segundo Hélio Pólvora, botou Buerarema no mapa da literatura.

O editor Gustavo Felicíssimo, que fez a segunda edição de Luz sobre a memória (Mondrongo/2013), afirma que a escrita de Antônio Lopes é contemporânea, simples, do nosso tempo, “pois é quando carrega no aspecto aparentemente despreocupado, como quem escreve sem maior consequência, muito embora com mergulhos profundos na memória e no significado dos atos e sentimentos humanos, que seus escritos saltam da página”.

Com o mar entre os dedos é o quinto livro de Lopes, o quarto de crônicas literárias e o terceiro publicado pela Editus-Editora da Uesc.

SERVIÇO
Com o mar entre os dedos, Antônio Lopes
Quando – Dia 20
Horário – 18h30min
Onde – Casa de Cultura Jonas & Pilar

MACHISMO, VIOLÊNCIA MORAL E IMPRENSA

nátaliNátali Mendes

Não quero tomar ninguém ‘’pra cristo’’ e nem ‘’ferir a honra de um homem’’ como se tem dito. Só insisto na apuração da atitude e no seu registro formal, para que a Uesc tenha eficiência em inibir e advertir de forma adequada esse tipo de ação.

Desde a semana passada circulam nos corredores da Uesc, em blogs e sites de relacionamento notícias sobre o episódio lamentável que ocorreu comigo no dia 05 de novembro: a violência moral e psicológica causada por um professor diante da minha mãe e de uma plateia. Gostaria de esclarecer alguns pontos:

-Nós mulheres, militantes e feministas, não somos contrárias a receber elogios e sabemos diferenciá-los daquilo que nos ofende e nos constrange.

– O machismo é um sistema de opressão que estrutura a sociedade em que vivemos, logo, o que aconteceu comigo é um exemplo de práticas diárias que, na maioria das vezes, são silenciadas.

– As medidas tomadas por minha pessoa estão dentro das conformidades legais que me são garantidas por direito. A representação formal foi feita à administração da universidade. Aguardo o retorno da instituição.

Quero registrar, também, minha indignação para com determinados veículos de comunicação que veicularam o ocorrido de maneira deturpada. Nenhum blog entrou em contato comigo para pedir informações a respeito do caso. Ao meu ver, o que caracteriza irresponsabilidade é expor uma situação tão delicada sem investigar. Eu, que milito por uma comunicação democrática e acessível para todos, repudio o jornalismo sensacionalista, capaz de publicizar a imagem de pessoas sem ao menos averiguar as informações com exaustão, o que considero um dever ético do ofício.

Para as pessoas que querem se informar melhor sobre o que aconteceu, sugiro a leitura da Nota de Repúdio, elaborada pelos movimentos, grupos e pessoas que também discordam da atitude do professor e que contém o meu breve relato. Peço humanidade e sensibilidade para que possam compreender que, além do que foi escrito por mim, existe todo um contexto da ação que as palavras não são capazes de demonstrar: a entonação da voz, o olhar, a reação… Por isso, peço cautela e, acima de tudo, respeito.

Peço também o respeito dos que não me conhecem, não conhecem a minha história, minha luta e minha trajetória em busca do fim de tantas opressões. Não, eu não tenho vontade e tampouco necessidade de aparecer. Aliás, a frase que mais tenho dito ultimamente é ‘‘eu não queria estar passando por isso’’, e não queria mesmo! Comentários maldosos não ajudarão em nada!

Agradeço a todas as pessoas, que conheço e que não conheço, que têm mandado mensagens de apoio e encorajamento. Cada mensagem me faz perceber que estou tomando a atitude correta em não silenciar diante de uma ofensa que não atinge somente a mim, mas a todas as mulheres que precisam conviver com um cotidiano de violência simbólica e física.

Infelizmente, não sou a primeira e nem a última mulher a passar por esse tipo de situação, e o professor não é o primeiro e nem o último homem a reproduzir o machismo presente em nossa sociedade. Não quero tomar ninguém ‘’pra cristo’’ e nem ‘’ferir a honra de um homem’’ como se tem dito. Só insisto na apuração da atitude e no seu registro formal, para que a Uesc tenha eficiência em inibir e advertir de forma adequada esse tipo de ação. No mais, estou aguardando um retorno da administração da instituição e levando minha vida acadêmica na correria de sempre, afinal, o fim do semestre não quer saber se estou estabilizada emocionalmente, então, a luta continua.

Peço força e permissão às guerreiras ancestrais. Nenhum passo atrás!

Nátali Mendes é graduanda em Comunicação Social (Uesc), militante da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (GET Combate às Opressões) e integrante do Movimento Mulheres em Luta- Sul BA.

UNIVERSO PARALELO

BILHETE A UM JOVEM REDATOR DE JORNAL

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Em resposta a certa indagação, faço uma espécie de “carta a um jovem redator”, um bilhete, talvez. Digo-lhe: fuja do lugar-comum com a rapidez com que o Capeta corre da água benta. E tente riscar do seu vocabulário certas expressões: se lhe vier à boca “perguntar não ofende”, puxe as próprias orelhas e, enquanto elas ardem, a vontade passa. É garantido. Este método tão singelo também serve se lhe ataca um frenesi de dizer “a pergunta que não quer calar”. Não diga essa bobagem, pois você corre o risco de dirigir-se a um entrevistado inteligente (às vezes, ele é burrinho, mas o público, não). Tenha um olho na entrevista e outro no leitor, bicho decididamente no fim do ciclo de vida.

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Acalente a esperança de mudar o mundo

2RilkeOutra: nunca, jamais, em tempo algum se deixe vencer pela tentação de afirmar que tal coisa, atitude ou pessoa “faz a diferença”. Esta expressão está mais surrada do que notícia da contratação de Adriano, dito Imperador. No mais, como jornalista, conserve acesa a chama da esperança de mudar o mundo – mas antes procure mudar seu texto, em processo de contínua melhoria. Rainer Maria Rilke (1875-1926), que me soprou esta tirada, jogou duro numa de suas Cartas a um jovem poeta, dureza que transponho. “Pergunte a si mesmo, na hora mais tranquila de sua noite: ´Sou mesmo forçado a escrever?´”. Se a resposta for não, contente-se em saber que nem todos vieram ao mundo para ser jornalistas.

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“A aprendizagem é uma longa clausura”

Chamado a redigir anúncios (isto há de ocorrer, cedo ou tarde) não deixe que o cliente enxerte no texto coisas do tipo “ligue agora, está esperando o quê?” ou, esta, também abominável: “a prestação cabe no seu bolso”. Se ele insistir, desista: vá-se o cliente, fique a qualidade. Lembre-se de que você não é casa de tolerância, onde quem paga tem todos os direitos. Voltemos ao velho Rilke: “Pessoas jovens que ainda são estreantes em tudo, não sabem amar, têm que aprendê-lo. Com todo o seu ser, com todas as suas forças concentradas em seu coração solitário, medroso e palpitante, devem aprender a amar, mas a aprendizagem é sempre uma longa clausura”. Troque amar por escrever e… boa sorte.

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DE HISTÓRIA, POESIA E AFRODESCENDÊNCIA

4O quibe no tabuleiro da baianaIntegrada ao seu tempo, a Editus, Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, acaba de entrar para o contemporâneo segmento dos livros digitais. Já estão disponíveis para leitura na maquininha três autores antes editados em papel: Ruy Póvoas (Versorreverso, Itan de boca a ouvido, A fala do santo e Itan dos mais velhos), Maria Luísa Silva Santos (O quibe no tabuleiro da baiana) e Antônio Lopes (Solo de tromboneditos & feitos de Alberto Hoisel). É só clicar e ler, sem mais desculpas, pois é de graça feito o ar que se respira. Sem trombetas ou megafones, confetes ou serpentinas, a Editus abre caminho para um excelente programa de leitura.
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“Meu sorriso, meu olhar, minhas mãos”
De Ruy Póvoas, escritor de méritos reconhecidos e ser humano sabidamente bom, nobre e justo, vai aqui o poema “Repetição”, pescado em Versorreverso: “Já te disse tudo. # Disse com meu sorriso,/ disse com meu olhar,/disse com minhas mãos,/ disse com meu cantar. # Disse com minhas crises,/ disse com os meus textos,/ disse com o meu corpo,/ disse com o coração. # Disse com minha glória,/ disse  com minha história,/ disse com o meu medo,/ disse com devoção.# Disse com minha alma,/ disse com minhas dores,/ disse com meus temores,/ disse com minha calma,/ disse com meu sofrer. # Agora, fico calado,/ mas até o meu silêncio/ é outra forma de dizer”.

(ENTRE PARÊNTESES)

6 MarcosTenho em mãos os originais do último livro de Marcos Santarrita (1941-2012), À sombra dos laranjais. Versado em romance histórico (fez, nesta linha, Mares do sul e Ilha dos trópicos – além de uma trilogia sobre a ditadura militar), o autor agora ambienta sua narrativa na Guerra do Paraguai. Tendo entre os personagens figuras como Caxias, Osório, D. Pedro II e Solano López, Santarrita desfia uma história de amor e guerra, sexo, espionagem e traição. Resultado de exaustiva pesquisa, o texto reconstitui usos e costumes da época, tendo até diálogos em guarani. À sombra… é o oitavo romance de Marcos Santarrita.

“NEGRA, POBRE, PROSTITUÍDA E DROGADA”

7 Billie e PrezEsqueçam o que eu escrevi. Lembram-se desta frase de famoso presidente? Tomo-a emprestado, noutro contexto, para mudar explicação aqui dada a respeito do registro, em 1958, de Fine and mellow, por Billie Holiday com um grupo all stars. Descrição muitíssimo melhor do que a minha é a de Sylvia Fol, em Billie Holiday (Coleção Biografias L&PM Pocket, tradução de Williams Lago/2010). É a pungente história de uma mulher negra, pobre, prostituída, drogada, de voz lânguida e vigorosa, que influenciou centenas de vocalistas. Não só sinônimo de jazz, Billie é também um caminho para a liberdade. A seguir, o texto de Mrs. Fol, em tradução livre.
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Para “Prez”, um olhar inesquecível

“Billie escuta os solos dos três melhores saxofonistas tenores da era do swing com reações diferentes. Cheia de boa vontade para com Ben Webster, plena de admiração com Coleman Hawkins. Marcando o ritmo, um vago sorriso erra sobre seus lábios, seus olhos se entristecem… Depois, Lester Young, parecendo extenuado e doente, se levanta, volta o rosto inchado para Billie, os olhos são fendas sem vida. Toca, com ar distante, mas seu solo, expressivo e sensual, é de uma nostalgia perturbadora, como se seu último suspiro fosse inspirado por essa mulher tão amada… Billie cobre ´Prez´ com um olhar inesquecível, cheio de bondade, ternura e reconhecimento”. Eu que agradeço.

(O.C.)

UESC DIVULGA 7ª CONVOCAÇÃO DO SISU

Cinquenta alunos são convocados em nova chamada do Sisu 2013.

Cinquenta alunos são convocados em nova chamada do Sisu 2013.

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a sétima chamada de aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação. São cinquenta alunos aprovados em dez cursos, incluindo Medicina e Enfermagem.

A matrícula deve ser efetuada na próxima sexta-feira, 12, no colegiado do curso para o qual o aluno foi aprovado. O horário de atendimento vai das 8h às 12h e das 13h às 16h.

Clique no link abaixo (“leia mais”) e confira os aprovados em Agronomia, Ciências da Computação, Comunicação Social, Economia, Engenharia de Produção e Sistemas, Enfermagem, Filosofia, História, Medicina e Medicina Veterinária.

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UNIVERSO PARALELO

PROFESSOR ILHEENSE VAI PRESIDIR A ABL

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1ABL“A noite da última quinta-feira, 14, foi marcada pela retomada das atividades da Academia Brasileira de Letras e posse da nova diretoria, que será presidida pelo professor Josevandro Nascimento. Durante o evento, que contou com a presença do prefeito Jabes Ribeiro, foram prestadas homenagens póstumas ao poeta baiano Castro Alves, que nasceu na mesma data da solenidade”, dizia a notícia lida em respeitável blog. “Ora, vejam só!”, pensei de olho nos botões da blusa: “Um ilheense presidindo a Casa de Machado de Assis!” – e quase saí aos gritos e pulos, tomado dum agudo e justificado frenesi bairrístico.

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Castro Alves acaba de nascer, aleluia!

Mas, macaco antigo das redações, mantive minhas dúvidas e, como diriam os juristas, fui às provas: consultei dezesseis (!) blogs e dois importante jornais diários de Itabuna (os nomes não declino, mas adianto que o meu blog preferido, um que não gosta de molho agridoce, não está na lista). No entanto lhes digo, por ser rigorosamente verdadeiro, que os dezesseis veículos deram a notícia, fazendo do referido professor presidente da ABL – e criando uma barrigada monumental. Solidário, esperei uma semana pelo desmentido, que não veio; então, de alma lavada, enxaguada e embandeirada, comemoro publicamente o evento, pois não é toda hora que temos um ilheense a presidir o grande sodalício.

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O dia em que “mataram” Edivaldo Brito

E aquela parte que diz ter Castro Alves nascido “na mesma data da solenidade” me levou às lágrimas: é imenso privilégio ter aqui o Poeta dos Escravos bebezinho, em fraldas, nascido no dia 14 de março deste ano – mudando o curso da história. Falemos sério: a mídia contribui para a desinformação (e neste caso, o ridículo), ao publicar notinhas de assessoria sem submetê-las a copidesque, revisão e edição. O lastimável texto da prefeitura de Ilhéus foi replicado ipsis litteris, com erros gritantes, a ponto de dar o palestrante Edivaldo Brito como patrono da ABL – o que significa estar o mesmo morto e sepultado há, no barato, 120 anos. É demais pra minha paciência.

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COMILANÇA, OU O CASO DOS 3.600 PRATOS

4Comilança
Conhecido restaurante de Itabuna faz uma divulgação em que oferece “mais de 60 variedades de pratos”, num claro atentado à boa linguagem. O texto só pode ser salvo pelo cinismo daqueles para quem o importante é que a mensagem seja entendida. Eu entendi que a casa oferece “uma diversidade superior a 60 pratos”, só que isto não está dito em língua portuguesa. Como foi posto, o reclame gastronômico põe à disposição (há quem prefira “disponibiza”, argh!) 60 variedades multiplicadas por 60 pratos: 3.600 ofertas. Quer dizer: se o cliente quiser um churrasquinho de gato, por exemplo, será chamado a optar entre 60 tipos diferentes. Mesmo com o exagero a que a publicidade se dá direito, contenhamo-nos.
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Estupidez elevada à quarta potência

Tautologias à parte, a indigência vocabular da mídia tem mostrado disparates a todo momento, a ponto de sepultar termos consagrados pelo uso, em benefício de “novidades”. Vejam que, no noticiário policial, não mais existe a palavra “bala”, trocada por “munição”. Troca malsã: bala é munição, mas munição nem sempre é bala: um é termo genérico; o outro, específico. O pior é quando um repórter mais ignorante pouquinha coisa, diz que “a polícia apreendeu várias munições”. Esta palavra, se lhe cabe o uso, fica bem no singular; quando empregada no plural, em lugar de “balas”, temos um estranho caso de estupidez elevada à quarta potência. Ou, para quem prefere a medicina à matemática, um quadro de asnice recidivante.

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(ENTRE PARÊNTESES)

6Estória de facão e chuvaPermitam-me o pequeno anúncio: o livrinho Estória de facão e chuva (de 2005), esgotado, acaba de ter sua 2ª edição, por nímia gentileza da Editus (Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz), tendo Rita Virgínia Argolo à frente. O pequeno volume (184 páginas) reúne 35 crônicas e dois discursos, sendo um deles de Hélio Pólvora, na Academia de Letras de Ilhéus, em 2001. A professora Maria Luiza Nora, na apresentação de Estória… diz que o autor “com sua escrita, nos descomplica, nos tira aquela pose que pode estar querendo se instalar, nos humaniza a ponto de darmos boas risadas de nós mesmos, e risadas de deboche, o que é melhor”. O autor, cativo, agradece.

BARDOT E DENEUVE – REALIDADE  E LENDA

7Catherine DeneuveCanções com uma história real a sustentá-las são corriqueiras. Mas algumas conseguem se debater entre a realidade e a lenda, sem que nós, ouvintes distantes da cena da gênese, saibamos a verdade. É o caso de Belle de jour (sic), momento romântico de Alceu Valença, que é cercado por essa magia do sim e do talvez. Dizem que Alceu estava num café, em Paris (mas já pra lá de Bagdá), quando lhe surgiu à frente Catherine Deneuve e, com ela a lembrança do filme Belle du jour: ali mesmo ele escreveu a canção, para depois descobrir que não vira La Deneuve, mas Brigitte Bardot! Outros falam de incerta moça que caminhava todas as tardes na praia da Boa Viagem, no Recife, e que se afogou…
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O sotaque de Alceu nem a Sorbonne tira

Claro que a versão de que a letra foi inspirada no filme de Buñuel não interessa, por ser muito óbvia, pouco instigante. E também não faltam os psicólogos de mesa de bar, a explicar que “azul” é referência a heroína (a bela estaria, nesta visão, chapada!), enquanto a Boa Viagem teria duplo sentido: não seria apenas a praia, mas também aquela “boa viagem” patrocinada pela droga (“A belle de jour no azul viajava…”). O artista não esclareceu a dúvida, preferindo reforçar o mito de que a canção foi feita num bar parisiense, quando ele, doidão da silva, teve um delírio e viu… sabe Deus quem! Eu gosto mesmo é do francês de Alceu: o accent pernambucano de São Bento do Una nem a Sorbonne tira. Graças a Deus.

(O.C.)

ALUNOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NA UESC PROTESTAM CONTRA FALTA DE PROFESSOR

Estudantes fazem protesto pela contratação de novos professores.

Estudantes fazem protesto pela contratação de novos professores.


Os alunos do curso de Engenharia da Produção e Sistemas, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), fizeram manifestação hoje contra a falta de professor. Com palavras de ordem como “Ô, queremos professor” e “Ei, você, aí, avisa pra Adélia que o bonde vai subir”, os estudantes protestaram no pavilhão do curso e na torre administrativa, onde fica instalada a reitoria.

Pelo levantamento do colegiado, o curso precisa de, no mínimo, 12 professores para funcionar, mas hoje conta com apenas cinco  – e um deles está de licença. Quando levadas em consideração as disciplinas ministradas ao longo dos cinco anos da graduação, faltam professores em 27 matérias.

A solução, no entanto, está longe do campus. A Uesc depende de autorização da Secretaria de Administração do Estado (Saeb) para abrir concurso público e contratar professores, mas a previsão, até antes da manifestação dos alunos, era de que vagas seriam abertas somente em 2014.

A manifestação forçou a reitoria a rever calendário e surgiu a promessa de concurso até o final deste semestre, com promessa de 3 vagas. A reitora Adélia Melo comprometeu-se a responder, oficialmente, sobre cada disciplina sem professor. O prazo para apresentação de relatório é o dia 22.

A instituição vai recorrer a estagiários para tentar suprir, em parte, a falta de professores no curso. Segundo a comissão do curso, haverá abertura excepcional de matrículas com a contratação de 2 professores-estagiários. A prioridade deverá ser para alunos em situação regular.

Alunos pararam hoje para exigir contratação de mais professores.

Alunos pararam hoje para exigir contratação de mais professores.

LUTO NA UESC

ricardoalvim2A reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Pinheiro, declarou luto pela morte do professor Ricardo de Carvalho Alvim, ocorrida na segunda, 28, em Salvador, onde o corpo do titular do Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas foi cremado.

Alvim foi um dos autores do projeto de implantação do curso de Engenharia Civil, junto com os colegas Gesil Sampaio Amarante Segundo, João Pedro de Castro Nunes e Maria Lícia Sílvia de Queiroz. O professor também foi membro da comissão que criou novos cursos de engenharia (além de Civil, Mecânica e Elétrica) na Uesc.

CONSELHO RENOVA RECONHECIMENTO DO CURSO DE AGRONOMIA DA UESC

Uesc obtém renovação de curso de Agronomia por mais cinco anos.

O Conselho Estadual de Educação (CEE) renovou o reconhecimento do curso de bacharelado em Agronomia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) por mais cinco anos. De acordo com a comissão do CEE responsável pelo parecer, o curso da Uesc está consolidado e funciona “com padrões satisfatórios de qualidade”.

Conforme relatório, 96,9% do corpo docente tem mestrado ou doutorado, “o que representa taxa muito satisfatória” e fortalece as atividades de pesquisa e de extensão, no entendimento da comissão do conselho estadual.

O parecer do Conselho Estadual de Educação aponta, no entanto, que houve ampliação dos laboratórios, mas parte deles ainda necessita de “equipamentos e principalmente de técnicos de laboratório”.

Outra crítica relacionada à estrutura é a distância entre o campus da Uesc e a fazenda mais próxima para as atividades práticas. A Fazenda Almada está a 58 quilômetros do campus. O conselho também recomendou reforço em projetos de pesquisa e extensão que minimizem os índices de evasão de alunos

ALUNOS DE ENGENHARIA CIVIL DA UESC FAZEM GREVE POR PROFESSORES E ESTRUTURA

Estudantes denunciam falta de estrutura e docente... e deflagram greve.

Os alunos do curso de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram em assembleia entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação foi a forma encontrada para forçar a reitoria da universidade a contratar professores e equipamentos necessários para o curso.

Eles emitiram nota pública em que denunciam falta de docente para as principais disciplinas dos semestres iniciais do curso, a exemplo de Cálculo Diferencial e Integral I, e de laboratório para as atividades práticas.

Outra queixa é a falta de material essencial, como pranchetas de desenho, projetores, réguas, transferidores e esquadros. A falta de software licenciado também impede que os alunos dos semestres iniciais tenham aula da disciplina Programação.

O presidente do Centro Acadêmico de Engenharia Civil, Thiago Pacheco, cita que o curso precisa de, pelo menos, 30 horas de aula prática nesta disciplina para ser considerado de excelência.

“MARCHA DOS FAMINTOS” PROTESTA CONTRA VALOR DA REFEIÇÃO NA UESC

Estudante protesta em frente ao Restaurante Universitário (Fotos Marcelo Sena).

Estudante protesta contra política assistencial.

Após os protestos da última terça, 27, os estudantes da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aguardam da reitora Adélia Pinheiro providências quanto ao preço e à qualidade da refeição servida no Restaurante Universitário da instituição. Embora subsidiada, a refeição no RU saltou de R$ 4,50 para R$ 5,20, o que levou estudantes a promoverem a Marcha dos Famintos.

Durante a marcha, os estudantes tiveram audiência com a reitora Adélia Pinheiro, no auditório da Torre Administrativa, e manifestantes cobraram o cumprimento de itens do programa de campanha à Reitoria em novembro do ano passado.

À época, a candidata teria prometido aumento do subsidio, funcionamento do RU nos três turnos e preço mais barato. A professora Adélia Pinheiro lamentou não poder rever o aumento concedido, já que trâmites burocráticos e a renovação do contrato em fevereiro por mais um ano a impediam. Também não soube dizer o valor do contrato do locatário.

As solicitações feitas pelos centros acadêmicos da Uesc sobre qualquer situação contratual da universidade nunca obtiveram resposta. Mas a reitora se comprometeu em abrir “mesas de diálogo”.

UESC DIVULGA NOVA CHAMADA DO VESTIBULAR

 A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a terceira chamada de aprovados no Vestibular 2012. A convocação traz aprovados em cursos com entrada no primeiro e também no segundo semestres.

A matrícula para os aprovados no primeiro semestre deverá ser feita no próximo dia 15, no colegiado do curso para o qual foi aprovado. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 16h. O aprovado terá de apresentar todos os documentos exigidos no edital do vestibular.

Este foi o último vestibular da Uesc, que aderiu ao Enem e todas as vagas da graduação serão preenchidas somente por quem fizer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e se inscrever na Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC). Confira a relação completa dos aprovados clicando no “leia mais”, abaixo.

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MATRÍCULA DE APROVADOS NO SISU COMEÇA HOJE

Uesc tem horário especial para atender aprovados no Sisu (Foto Jonildo Glória).

Os aprovados em segunda chamada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm hoje e amanhã (30 e 31) para matrícula nas universidades para as quais se inscreveram. Na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), são 371 convocados para os curso de graduação.

O horário de atendimento na Uesc será das 8h às 12h e das 13h às 16h no colegiado do curso para o qual foi inscrito. A instituição abriu metade das vagas para quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 e se inscreveu no Sisu.

Quem não foi convocado nas duas primeiras chamadas ainda pode concorrer a vagas remanescentes, bastando acessar o Boletim de Acompanhamento e clicar no botão de confirmação de interesse em participar da Lista de Espera do Sisu. O endereço do site é o http://sisu.mec.gov.br/. O prazo para manifestar interesse vai até o dia 1º de fevereiro.

RESULTADO DO VESTIBULAR 

A Uesc pode divulgar ainda hoje o resultado do vestibular 2012. Pelo menos essa foi a promessa da Aocp ao final das provas do exame, no dia 10 de janeiro.

Trata-se do último vestibular da instituição. A partir de 2013, todas as vagas da graduação na Uesc serão preenchidas somente com alunos que fizerem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A universidade não fará mais vestibular a partir de 2013, quando todas as vagas dos cursos de graduação serão preenchidas via Enem/Sisu.

VESTIBULAR DA UESC TEM ABSTENÇÃO RECORDE

Uesc tem abstenção recorde no vestibular 2012 (Foto Jonildo Glória).

O primeiro dia de provas do último vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) apresentou a maior abstenção da sua história. De acordo com a coordenação do exame, 24,5% dos candidatos faltaram e já estão eliminados da disputa por 800 vagas em 33 cursos de graduação.

Neste primeiro dia foram aplicadas provas de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Língua Estrangeira e Geografia. O gabarito das provas estará disponível amanhã.

José Reis Damasceno, da coordenação do vestibular, diz que o primeiro dia do exame foi tranquilo.

O vestibular terá sequência nesta segunda (9) com as questões de História, Biologia e Redação. A maratona chega ao fim com as provas de Matemática, Física e Química na terça (10). O candidato deve ficar atento ao horário em que os portões serão fechados, às 8h.

ENEM

Para quem não se inscreveu no vestibular ou faltou à prova deste domingo, agora a chance é pelo Sistema Unificado de Seleção (Sisu), do Ministério da Educação. Por ele, a Uesc oferece 800 vagas.

Mas somente os candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 podem se habilitar ao Sisu, cujas inscrições começaram ontem (7) e vão até o dia 12 (acesse o site do Sisu aqui).

PROFESSORES DA UESC CONSIDERAM OPINIÃO DE COLEGA UMA “VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER”

Marcos Peres responderá por discriminação.

A plenária de professores do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou nota em que condena e considera “discriminatória” a afirmação do professor Marcos Peres. O titular da disciplina Sociologia da Educação usou o Facebook para comparar as mulheres baianas e nordestinas a “chimpanzé doido”, no momento em que dançam ritmos típicos da região.

Na nota a qual o PIMENTA teve acesso, os professores consideram que “entre as muitas manifestações de violência contra as mulheres, a humilhação, a depreciação e menos valia em razão de aparência estão entre as mais frequentes, porém, menos reconhecidas”. E acrescentam: “a violência simbólica produz estigmas”.

Ainda  na nota, os docentes apontam a necessidade de casos como este, de “violação de direitos humanos”, serem denunciados, enfrentados e eliminados. De origem paulista, o professor está há pouco tempo na Uesc e, no Facebook, fazia elogios ao tango quando “fuzilou” o comportamento das baianas e nordestinas.

CONFIRA MAIS SOBRE O CASO

Os professores lembram que “manifestações de tal escopo são consideradas inaceitáveis, revelam padrões culturais identificados com a intolerância social e a valorização de modelos únicos de beleza. Propõem a inibição social de jovens e mulheres adultas, produzindo prejuízos à sua identidade e afirmação social”.

Os docentes dizem que o comentário do professor Marcos Peres é “discriminatório e pejorativo”. A nota assinada pela diretora do DFCH, Janete Macedo, fala em “descontentamento e desaprovação” à atitude do professor e informa que “providências cabíveis” já estão sendo tomadas contra o educador. Clique no Leia Mais, abaixo, e confira o conteúdo da nota.

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PROFESSOR É INTERPELADO NA UESC POR COMPARAR BAIANAS A CHIMPANZÉ

Peres e o chimpazé: interpelado por colegas.

O professor de Sociologia que, no Facebook, comparou baiana dançando a um chimpanzé passou por apuros na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) no retorno do “feriadão”. Os colegas de departamento exigiram retratação por parte de Marcos Peres, e consideraram a atitude do professor incompatível e preconceituosa.

Paulista de origem, o professor leciona a disciplina Sociologia da Educação, na Uesc, e foi no Facebook que ele primeiro criticou a sensualidade da mulher baiana e, em seguida, falou do tango e completou: “não precisa mostrar a bunda e rebolar como chimpanzé doido para se chamar atenção dos homens… kkkk”.

O comportamento do professor Marcos Peres no Facebook foi revelado pelo site Jornal Bahia Online, na última segunda (14). Depois do retorno do feriadão (não houve aula na Uesc na segunda), os professores do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) interpelaram Peres. Os colegas esperam retratação pública.

Como veiculado pelo JBO, o reitor Joaquim Bastos disse que Peres não responderia a sindicância porque a opinião não foi expressa em sala de aula. “Ele que arque com as consequências”, completou. A atitude do reitor da Uesc também sofreu críticas de parte do corpo docente da universidade.

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ANIMAIS PASSAM FOME NA UESC

Manifestantes escrevem no corpo do animal o motivo da magreza

Estudantes do curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) fizeram protesto em frente à torre administrativa da instituição, nesta quinta (27). De acordo com alunos e professores do curso, animais estão passando fome porque a universidade está há tempos sem fornecer ração. Os manifestantes protestaram expondo os animais, a maioria deles magros por causa da falta de comida. A reitoria da Uesc não se posicionou quanto ao caso.

QUEM DIRIA, HEIN?

Marco Wense

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira, que já governou a cidade por quatro vezes, é a “noiva” mais cobiçada da sucessão de 2012.

O ex-patinho feio da política tupiniquim pode até escolher o noivo que achar mais interessante e atraente. Tem três opções: 1) Um magrinho de nariz alongado. 2) Um moreno com cabelos brancos. 3) Um jovem comunista.

E por falar na inusitada aproximação entre GS e FG, o aposentado marinheiro Raimundo Vieira tem uma difícil missão: uma audiência de Fernando Gomes com o governador Jaques Wagner.

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

UFESBA

O vereador Wenceslau Júnior, do PCdoB, tem razão quando diz que a luta por uma universidade federal no sul da Bahia vem desde os tempos da política estudantil.

É óbvio que o parlamentar se refere a então Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz, quando o edil participava do movimento pelo ensino público.

É bom lembrar que a turma do Partido Democrático Trabalhista, o PDT do saudoso Leonel Brizola, autor da famosa frase “A educação é a prioridade das prioridades”, também marcou presença em todas as reivindicações.

Na época, este modesto comentarista político, até hoje filiado ao PDT – meu primeiro e único partido –, exercia o cargo de presidente do Diretório Acadêmico de Direito, o DA de Direito.

Marco Wense é articulista da Contudo.

UESC DEFINE SE ADERE AO ENEM

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) define no final deste mês se adere ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), do Ministério da Educação ainda neste ano, conforme apurado por este blog. O assunto será avaliado durante reunião do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da universidade.

Caso a adesão seja aprovada de imediato, a instituição acaba com o vestibular de 2012 e somente aqueles estudantes que passarem pelo crivo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão concorrer às 1.460 vagas nos 33 cursos de graduação da Uesc. Ou seja, o ingresso na faculdade dependerá do desempenho do candidato no Enem de 2011, cujas provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro.

A BARBA DE WAGNER E O CORTE NO ORÇAMENTO

Professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) foram às ruas centrais de Ilhéus protestar contra o governo baiano. Eles querem revogação de decreto que, afirmam, atinge em cheio e tiram a autonomia das universidades estaduais. Os professores da Uesc estão em greve há 44 dias.

Na foto do Jornal Bahia Online, manifestante exibe cartaz em que lembra – ao mesmo tempo – os cortes no orçamento estadual e de barba, feitos pelo governador Jaques Wagner. Pela barba, o petista recebeu R$ 500 mil, doados ao Instituto Ayrton Senna.






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