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:: ‘urbanismo’

CONCURSO PREMIARÁ PROPOSTAS DE REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DE ILHÉUS

vivaacidadeEstudantes de Arquitetura e Urbanismo da Bahia poderão propor ideias de revitalização de parte do centro histórico de Ilhéus no concurso de ideias de arquitetura “VivaAcidade”, promovido pelo Instituto Nossa Ilhéus.  A área do projeto, conforme edital, será a poligonal que envolve as ruas Araújo Pinho e Santos Dumont. O estudante deverá propor soluções criativas e inovadoras.

As inscrições no concurso prosseguem até 15 de setembro. As ideias dos estudantes, que devem estar matriculados, podem ser apresentadas de forma individual, dupla ou trio. Para validar a inscrição, devem preencher ficha de inscrição disponibilizada no anexo do edital (no site do instituto) e o Termo de Concordância de exposição pública do trabalho e depois  enviar a proposta na prancha, seguindo as normas técnicas brasileiras.

Segundo a comissão do concurso, o objetivo é considerar as melhores propostas de revitalização da área tendo como base a apropriação do espaço público pelas pessoas e a valorização do patrimônio histórico e cultural. Os trabalhos serão avaliados com base nos critérios de criatividade, objetividade, clareza e inovação; atendimento ao programa; e inserção urbana e integração com o entorno de valor histórico.

Como prêmio, o primeiro lugar ganhará hospedagem em um fim de semana no Hotel Farol Tororomba, e o segundo lugar, hospedagem em um fim de semana no Hotel Village Indaiá. O projeto vencedor será entregue ao prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, junto com o plano Ativa Ilhéus, na cerimônia de premiação, que será no último dia da Semana de Mobilidade, 22 de setembro, em horário e local a serem divulgados previamente. :: LEIA MAIS »

PELAS RUAS DE CACHOEIRA

jaqe2Jaqueline Cerqueira | Revista do Núcleo de Antropologia Urbana da USP

 

O que vemos nada mais é do que o pensamento de um povo sobre o mundo, suas impressões, seus sistemas de valores e relacionamentos complexos.

 

A cidade baiana de Cachoeira, situada a 100 km de da capital Salvador, foi ao longo dos séculos XVIII e XIX, região produtora de açúcar, com uso de mão-de-obra escrava e também produtora de tabaco, utilizado na compra de escravos na costa africana. Situada às margens do Rio Paraguaçu, a cidade teve momentos de grande parte da produção agrícola da Bahia, principalmente açúcar e fumo. Além disso, Cachoeira foi historicamente, devido a sua privilegiada localização, cruzamento de rotas de escravos, negros fugidos e quilombolas. Este fato agregou na região comunidades que se instalaram nos antigos engenhos desativados. Hoje, essas comunidades se reconhecem como remanescentes de quilombos e mantêm vivas tradições culturais e cultivam basicamente mandioca e dendê.

Para a Antropologia, a observação das relações humanas se dá, a partir da perspectiva da cultura, das diferenças, da geografia, ou seja, através das relações do homem com o espaço. Cachoeira continua sendo uma cidade emblemática carregada de significados. Neste ensaio, busca-se destacar a importância do centro da cidade, tombado em 1971 e que concentra a maior parte da arquitetura tradicional, hoje bastante arruinada. Centro de trocas sociais apropriado pela população em seu cotidiano como mercado, sobrados de uso habitacional ou serviços, palco de grandes festas.

Podemos identificar o patrimônio cultural de Cachoeira a partir da história de ocupação do seu território. Desta forma, temos embutidas duas vertentes: patrimônio material e patrimônio imaterial. A relação entre essas duas vertentes se dá através das manifestações culturais e o território no qual historicamente elas ocorrem. Estamos diante de um território de fortes referências culturais. Em toda a cidade há cerca de 28 processos de tombamentos pelo IPHAN que buscam preservar cerca de 60 bens. Um desses processos elevou a cidade à condição de Monumento Nacional. As fotos retratam construções que fazem parte desse processo. Pelas ruas da cidade, é possível perceber forte presença da arquitetura religiosa (capelas, convento, igrejas matrizes), arquitetura civil (casarões, sobrados), edificações em praças e a tão importante ponte D.Pedro II.

Estação de Cachoeira, no recôncavo baiano (Foto Jaqueline Cerqueira).

Estação de Cachoeira, no recôncavo baiano (Foto Jaqueline Cerqueira).

A elevação de Cachoeira a Cidade Monumento se fez em referência às tradições cívicas da cidade, remetendo às lutas pela independência em 1822. A arquitetura e a paisagem são marcos desse momento.

A heterogeneidade e as intensas manifestações culturais despertam interesse de turistas, intelectuais e visitantes. Dentre as referências culturais pode-se destacar: Festa da Boa Morte, Festa da Ajuda, Festa de São João, Festa de 25 de junho; além das mais variadas formas de expressão popular: Banda Filarmônica, Samba de Roda, Esmola catada.

O Rio Paraguaçu foi decisivo na forma de ocupação da cidade. O rio sofreu duas diferentes alterações: em sua forma ( para atender a diferentes objetivos das práticas sociais, como construção de armazéns e aterros nas margens e porto de canoeiros) e seu significado no caráter religioso, tido como sagrado para grupos específicos.

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PREFEITURA PARALISA OBRA DO CALÇADÃO E COMERCIANTES RECLAMAM DE PREJUÍZOS

Obras da Ruy Barbosa sofrem paralisação e causam prejuízos a lojistas (Foto Pimenta).

As obras do Calçadão Ruy Barbosa estão paralisadas e causam prejuízos de até 90% aos lojistas de uma das principais vias do comércio itabunense. As obras foram iniciadas em junho e apenas 30% estão concluídas. O calçadão reúne mais de 200 lojas.

Buracos e muita lama afugentam clientes e causam quedas constantes, principalmente de consumidores idosos. A obra é tocada pela Ema Engenharia, do empresário Ernani Santana, amigo do prefeito Capitão Azevedo (DEM), colega de partido do prefeito e candidato a vereador derrotado em 7 de outubro.

De acordo com comerciantes e vendedores, as obras foram interrompidas há, pelo menos, duas semanas. Michele Mota é funcionária de uma loja de modas e diz que a paralisação afetou ainda mais as vendas. “A loja parou”, resumiu. Comerciantes ouvidos confirmaram a grande queda nas vendas, mas temem conceder entrevista.

A obra é executada numa parceria da Prefeitura com a Câmara de Dirigentes Lojistas local. O município se comprometeu a passar R$ 180 mil à entidade, que se tornou responsável pela execução. À época, o governo argumentou que se a prefeitura fosse a executora da obra, não haveria tempo hábil para licitá-la devido a restrições do período eleitoral.

INSTITUTO JAIME LERNER EM ITABUNA

Titular de respaldo em matéria de urbanismo, o Instituto Jaime Lerner, de Curitiba, firmou parceria com a Prefeitura de Itabuna e enviou arquitetos para estudar a cidade e formular propostas que poderão ser implementadas em seu Plano Diretor.

Nesta terça-feira, 20, os arquitetos Felipe Guerra e Gianna de Rossi, do instituto, foram recebidos em Itabuna pelo prefeito Capitão Azevedo, acompanhado de secretários municipais. O grupo visitou diversas áreas da cidade, num trabalho que prossegue amanhã (21).

A agenda para esta quarta inclui ainda uma palestra às 9h30min, no Itabuna Palace Hotel, dirigida a profissionais de engenharia e arquitetura. O tema será Plano Diretor Urbano.

DESCAPACITAÇÃO

Editorial d´A Região

Só a prefeitura de Itabuna faz de conta que não enxerga a crise que se abate sobre a cidade e sua população.

O comércio local está quebrando, a saúde perdendo clientes para outras cidades, as condições para novos investimentos não existem.

Uma multidão, que antes vinha tratar de sua saúde em Itabuna, não vem mais.

Várias cidades da região ganharam equipamentos e serviços de saúde que antes não tinham, graças ao trabalho do governo do estado.

Cidades que não tinham maternidade, hoje tem; que não tinham internamento, hoje tem. Salvador e Feira melhoraram a delas, atraindo pacientes.

Some a isso a péssima imagem que a saúde de Itabuna tem hoje no estado.

O Hospital de Base, que já foi referência, hoje é um enorme cabide de empregos, tem uma diretoria formada por indicados políticos sem competência, a infraestrutura toda sucateada, faltam medicamentos, insumos, médicos e materiais básicos, falta vergonha na cara.

Com isso, não só os pacientes, mas as famílias que vinham junto pela duração do tratamento, deixam de comprar no comércio local.

Que ainda perde vendas pela falta de estacionamento, que se tornou crítica, pela sujeira nas ruas, o som abusivo no centro. São incômodos que acabam mudando os hábitos de consumo das pessoas.

Quem tem comércio no bairro, como no São Caetano e Califórnia, não vai mais ao centro. Quem vinha comprar em Itabuna hoje prefere ir a Conquista e Santo Antônio de Jesus. Os ilheenses se limitam ao shopping, ilha de conforto no meio do resto.

Não é a toa que as lojas e empresas de serviços estão apertadas, atrasando muito seus pagamentos e sem investir. Seus atrasos afetam outras empresas, num efeito dominó que se reflete no emprego, de desempenho ridículo nos últimos anos; na falta de inovação e ampliação.

Ao invés de cumprir sua obrigação, a prefeitura aposta no pão e circo (muito mais circo do que pão).

Sua equipe visa apenas manter seus rendimentos, nem sempre honestos, e a reeleição em 2012, para mais quatro anos enchendo bolsos indevidos e esvaziando a cidade.

Itabuna pode até crescer em população, mas a qualidade das pessoas que estão mudando para outras cidades é alarmante. São empresários, engenheiros, arquitetos, administradores que fazem diferença.

Se nada mudar, Itabuna vai acabar sendo uma cidade de descapacitados, perdendo o que resta de competentes para outras cidades.

O grave é que entidades como ACI, CDL, Rotary, Lions, Maçonaria, se omitem e fazem de conta que está tudo ótimo, seja por amizade com quem está no poder, por covardia, por interesse pessoal ou porque não precisa usar nada público e tem dinheiro suficiente para não depender da economia local.

São míopes, porque uma hora a situação vai afetar seus negócios, sua renda, qualidade de vida de sua família.

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ARMENGUE NA SOARES LOPES

A Avenida Soares Lopes, em Ilhéus, está prestes a sofrer uma alteração que a afasta ainda mais do velho e decantado projeto concebido pelo urbanista Burle Marx. Nesta segunda-feira, 05, a Prefeitura anunciou que promoverá intervenções para transformar o trecho da avenida entre a Catedral de São Sebastião e a Praça Rui Barbosa num estacionamento para 600 veículos.

O secretário de Transportes e Trânsito, Marcelo Barreto, diz que a mudança tem como objetivo melhorar a mobilidade na área central da cidade. A preocupação com o vai-e-vem no centro contrapõe-se ao desmazelo com a avenida que ainda é um dos pontos mais bonitos de Ilhéus, local apropriado ao lazer e à prática de esportes.

Barretão, como o secretário é mais conhecido, já mandou fincar os mourões no seu estacionamento. Não se conhece o projeto nem se sabe se ele existe, mas  – pelo que se nota – a Soares Lopes está sendo alvo de um verdadeiro armengue.

BURACOS DETONAM OBRA DO CENTENÁRIO

 

Calçada da Cinquentenário começa a desmanchar, como alertava a Caixa Econômica (Foto Pimenta).

Não precisa andar muito pela Avenida do Cinquentenário, centro da cidade, para descobrir que buracos estão detonando a obra do centenário de Itabuna. O novo piso foi inaugurado com pompa e circunstância no dia 28 de julho do ano passado.

No quarteirão entre a Rua Adolfo Maron e a Praça Santo Antônio, por exemplo, já teve de tudo a descredenciar os “engenheiros”, ou pessoas sem conhecimento técnico, que a administração do Capitão Azevedo autorizou a tocar o projeto de obra pública à revelia do Conselho Regional de Agronomia e Arquitetura (Crea).

Os tais tijolos intertravados se soltam, pondo transeuntes em risco. Em alguns trechos, pedestres com cegueira podem destampar em buracos, pois o piso tátil está parcialmente destruído. Como constatou o Crea, a obra foi executada sem ter a assinatura (e acompanhamento) de um engenheiro responsável.

5 MINUTOS DE CHUVA E…

Os moradores da Rua Floresta, no São Caetano, estão elevando as mãos ao céu e rogando a São Pedro que segure um pouquinho a “torneira”. Os sofredores temem a repetição desta tarde, quando a rua ficou completamente alagada com apenas cinco minutos de chuva.

Rua alagada com apenas cinco minutos de chuva.

O PREFEITO, O POSTE E A MURIÇOCA

O TCM, um tribunal bastante tolerante com a maioria dos maus prefeitos da Bahia, detectou sérias irregularidades na gestão do prefeito.

Luiz Bassuma

Existem três tipos fundamentais de governantes. O primeiro (ideal e raríssimo), estilo Rui Barbosa: honesto e competente. O segundo tipo (muito comum), estilo Maluf: rouba, mas faz. O terceiro (o pior dos mundos), estilo Collor: desonesto e incompetente.

A atual administração de Salvador é uma das piores de toda a história da cidade. Não faltam escândalos envolvendo desvios de milhões, em muitas áreas. Salvador é a 3ª capital do país, cidade turística, linda e uma forte inclinação aos serviços. Como estão as praias?

Num momento em que mais de 600 pessoas morreram em conseqüência das fortes chuvas no Rio de Janeiro, nossa cidade tem sol em abundância. E qual é a grande obra estruturante que a prefeitura está executando? Substituindo postes de iluminação. Trocando um poste bom, por outro poste bom e gastando inutilmente e de forma suspeita, milhões, que poderiam ser gastos com obras de engenharia de encostas, evitando deslizamentos e mortes nas próximas chuvas, que certamente virão .

As poucas áreas verdes remanescentes estão sendo dizimadas irresponsavelmente, sem nenhuma preocupação ambiental. Um dos resultados mais imediatos desse desequilíbrio ecológico: a cidade está infestada por muriçoca como nunca visto.

Nosso trânsito é caótico, sem transporte de massa eficiente, seguro e barato, restando os automóveis. Salvador é uma das três capitais do Brasil com menor número de veículos por habitante. Curitiba tem três vezes mais veículos que Salvador, mas não tem congestionamento. Por que será?

O TCM, um tribunal bastante tolerante com a maioria dos maus prefeitos da Bahia, detectou sérias irregularidades na gestão do prefeito João Henrique. A Câmara de vereadores tem poder constitucional e moral de iniciar um processo de cassação, para que Salvador não seja aniquilada completamente em mais dois anos de sofrimento para três milhões de baianos.

Luiz Bassuma é deputado federal pelo PV e ex-candidato ao governo baiano.

PREFEITURA ABANDONA A BEIRA-RIO

Ponto de ônibus é no matagal (Foto Pimenta).

Basta transitar pelas avenidas Mário Padre e Aziz Maron, também conhecidas como Beira-Rio, para perceber o estado de abandono das duas vias, embora estejam localizadas numa das áreas mais nobres e caras do município.

Não bastasse o piso da calçada que margeia o rio (relembre aqui), a prefeitura deixou o mato tomar conta da calçada e usuários de ônibus reclamam de riscos – picadas de insetos e cobras, por exemplo, ou a ação de bandidos.

Uma cidadã, zelosa dos seus deveres e sabedora dos seus direitos, foi cobrar do secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Fernando Vita. A resposta não agradou. Tanto que o mato e a sujeira continuam lá. E bem no “coração” de Itabuna.

Acorda, capitão.

Matagal toma conta de calçada: a prefeitura tá nem aí (Foto Pimenta).

 

PROJETO DE NOVA PONTE É ORÇADO EM R$85 MILHÕES

Nova ponte será construída à esquerda da atual, ligando com a rua Almirante Linhares, parte baixa do antigo porto.

Após contatos do prefeito Newton Lima e o governador Jaques Wagner, prefeitura de Ilhéus e governo do estado adiantaram as conversações para executar um projeto que, na visão de técnicos, eliminará o “abacaxi” no qual se tornou o trânsito entre o centro e a zona sul da cidade.

Conforme o secretário de Planejamento de Ilhéus, Alisson Mendonça, o governo estadual deu “ok” ao projeto que custará entre R$ 85 milhões e R$ 90 milhões e contemplará não só a construção de uma nova ponte, mas um projeto de mobilidade urbana que envolve toda a região da Baia do Pontal.

Neste projeto, uma nova ponte será construída ao lado da já existente, a avenida Lomanto Júnior será alargada e o tráfego zona sul-centro será desviado da Cairu para a rua Almirante Aurélio Linhares (rua abaixo da ponte atual).

Na ponta do lápis, diz Alisson, sairá mais barato do que construir ponte ligando o Morro de Pernambuco ao Cristo, na praia da Avenida, e terá melhor fluidez para o trânsito e menor impacto ambiental.

– O projeto nasce no Morro, duplicando a Lomanto Júnior, que passará a ter ciclovia. Na ponte, em vez de seguir a rua que dá na Cairu, o novo traçado vai pegar a Aurélio Linhares, a rua do antigo porto, à direita de quem se desloca para o centro.

Seguindo esse traçado, o tráfego sentido centro será pela região dos antigos armazéns, passando pelo Ilheos Hotel, Bataclan, 2 de Julho, ligando com a avenida Soares Lopes.

Para Alisson, esse projeto, além de mais barato, é o mais viável, pois a ponte ligando o morro ao Cristo prejudicaria o terminal pesqueiro e, também, o projeto Marina da Baía do Pontal. A licitação da empresa que vai elaborar o projeto será aberta pelos próximos dias, segundo o secretário.

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DEFICIENTES PROTESTAM E OBRA NA CINQUENTENÁRIO É REFEITA

Nova calçada não possuía rampa e gerou protesto de deficientes (Foto Jorge Bittencourt).

A prefeitura de Itabuna está refazendo parte do novo (e contestado!) piso da avenida do Cinquentenário. Somente depois de muitos protestos da Fundação dos Deficientes do Sul da Bahia (Fundesb) e da Associação Grapiúna dos Paraplégicos (AGP), o município atendeu aos apelos e teve de quebrar parte da calçada para torná-la acessível com a instalação de rampas.

Os deficientes reclamavam da falta de acessibilidade desde o início da obra, mas a prefeitura resistia e só agora decidiu ouvi-los. Isso, claro, depois de a Fundesb ter acionado o Ministério Público estadual. Antes, o município dizia que o projeto era moderno e contemplava deficientes físicos e visuais.

A outra reclamação é contra o piso tátil já colocado em 40% da avenida. Estaria mal-assentado, desalinhado e muito próximo das portas dos estabelecimentos comerciais, o que provocaria transtornos para pessoas cegas transitarem pela Cinquentenário.

A obra não é comandada pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita, que revelou ter sido contrário à forma como o projeto foi implementado e reprova a qualidade do material adquirido para o piso da avenida (confira aqui). Daí não ser novidade a obra ter sido refeita.








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