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:: ‘Valderico Júnior’

NO TABULEIRO DA SUCESSÃO EM ILHÉUS, ESQUENTAM AS ARTICULAÇÕES DE BASTIDORES

Jerberson Josué

 

 

 

 

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016.

 

No tabuleiro da sucessão municipal de Ilhéus, esquentam as articulações de bastidores.

Há um grande número de pré-candidatos já sinalizados por seus respectivos partidos e outros, nem tem filiações, ou definições partidárias. E existem aqueles que nem grupos, ou liderança possuem e são pretendentes de seus próprios interesses e devaneios.

Ainda assim todos possuem direito de concorrer e merecem respeito. Afinal, depois de Bolsonaro, qualquer cidadão, ou cidadã pode surpreender e se eleger, contrariando todos prognósticos e avaliações de pesquisas de opinião pública.

Basta saber fazer as coisas acontecer e aproveitar as oportunidades.

Voltando a Ilhéus e aos ilheenses, segundo sondagens recentes, mais de 70% dos eleitores, não tem ou não querem saber, nem pensam em candidatos.

Isso deixa o jogo aberto e com muitas possibilidades em aberto.

Os mais experientes não ousam arriscar prognósticos sobre o resultado do pleito. Alguns apontam que no frigir dos ovos, só o prefeito e um seu opositor, polarizarão a disputa. Mas não há no panorama atual, a definição de quem seria esse desafio.

O prefeito segue atuando e se empenhando para reduzir a rejeição a que está submetida sua gestão e talvez esteja aí, seu maior obstáculo eleitoral.

As oposições seguem sem emplacar uma alternativa convergente.

Cada movimento de bastidores e avançar dos dias, resultam em possibilidades que vislumbram esperanças, ou desmotivam candidaturas proporcionais e majoritárias.

Um ator importante nesse tabuleiro, é o governador Rui Costa. Mas não está claro até onde e por quem ele pretende participar na eleição ilheense.

A aprovação de 80% e ausência de oposição em Ilhéus, deixam o governador em situação confortável.

Outro ator importante no jogo local é o ex-prefeito Jabes Ribeiro. Silencioso e calculista, raros foram os momentos em que o professor foi traído pela sorte nos últimos 40 anos de política em Ilhéus.

Até pra quem perder, o professor costuma escolher.

O calouro do pleito é o jovem Júnior Reis, que segue tentando ser a terceira via. Já ouço seu nome nas classes predominantes. A dúvida é se isto será uma tendência ou apenas um “balão de ensaio”! Essa trinca dá o norte até essa hora.

A noiva predileta para esses três grupos acima citados é o PT, que segue com o empresário Nilton Cruz, lutando e se esforçando para viabilizar sua candidatura. Os adversários do PT, querem ele ao lado para herdar a força da máquina estadual e influência do governador mais bem avaliado do Brasil.

Ao PT, resta saber qual caminho melhor lhe convém. Seguir no projeto Nilton Cruz e fazer uma boa bancada para Câmara Municipal, ou aliar-se ao que melhor lhe convier.

Na avaliação de especialistas, o apoio do PT é promissor e preponderante para quem quiser se eleger, ou reeleger!
Eu, como militante e pré-candidato a vereador, torço pelo projeto Nilton Cruz.

O jogo só está no início, no primeiro chute. Todavia, dezenas de pré-candidatos estão rodando, andando, conversando e articulando.

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016. Porém, entretanto, todavia, vida que segue…

Eu sou Jerberson Josué, um aprendiz na escola da vida.

“QUEM APOSTAR NO ROMPIMENTO DE MARÃO E NAZAL VAI PERDER”, AFIRMA ALCIDES

Alcides afirma que aposta é na unidade do governo

O secretário de Comunicação de Ilhéus, Alcides Kruschewsky, disse há pouco que quem apostar no rompimento entre o prefeito Mário Alexandre e o vice José Nazal vai perder. Nos bastidores da política ilheense, o que se comentava era a pressão interna pela tomada de cargos da Rede Sustentabilidade no governo (reveja aqui).

Nazal, que também é secretário de Planejamento, é filiado ao partido, assim como o diretor de Meio Ambiente, Emílio Gusmão. “O governo acredita na unidade, a gente confia no grupo, confia na liderança de Mário, confia na liderança de Nazal”, afirmou o secretário de Comunicação.

Segundo ele, a disposição no governo é outra, a de empoderamento do vice-prefeito. “Entendemos que Nazal tem que assumir papel de liderar o governo em determinadas situações e circunstâncias em que Mário não estiver presente”, disse Alcides, fazendo a autocrítica de que o governo, “às vezes, peca nas organizações internas”. Ele rebate que haja tentativa dos secretários Bento Lima (Administração) e Alisson Mendonça (Governo) de pressionar o prefeito para tomar os cargos do partido do vice. A disposição, frisa, é em outro sentido.

O secretário disse enxergar “muita fofoquinha vinda de fora do governo” na tentativa oposicionista de promover a divisão entre prefeito e vice. Na crítica, Alcides alfineta os grupos do ex-prefeito Jabes Ribeiro e do ex-vereador Cosme Araújo, oposicionistas declarados da gestão municipal. “[A gente vê o] grupo do ex-prefeito, clara e notoriamente, naquele fuxico costumeiro que eles fazem. E, naturalmente, outras forças políticas”, aponta.

Alcides diz que aposta é na unidade de Marão e Nazal ||  Clodoaldo Ribeiro

Alcides reconhece que o reajuste da passagem colaborou para essa tentativa oposicionista de divisão no governo, fator que até gerou nota da Rede Sustentabilidade criticando o percentual concedido às empresas.

– Algumas situações alvoroçam os oposicionistas, que percebem determinados momentos lógicos. O reajuste da passagem é delicado para qualquer governo, mas é inevitável, por força de contrato que não foi feito no Governo de Mário. [O governo] Pode ter pecado na condução. Deveria ser consultado, mas nem sempre é assim.

O ex-vereador e secretário disse que o consensual dentro do governo é o fortalecimento de José Nazal. “Não é um secretário comum. Em determinados momentos [compromissos externos de Marão], precisa de alguém com autoridade, conhecimento, não apenas como figura referencial, mas para colocar em prática as atividades de governo”.

NAS TETAS DO ÓLEO DIESEL

O titular da Pasta da Comunicação, ainda ao comentar a condução errática do governo no reajuste da passagem, acrescentou à lista de oposicionistas que investem na divisão de Mário e Nazal o nome do empresário Valderico Júnior, que ensaia pré-candidatura a prefeito. “Quando dá reajuste, a gente vê determinadas manifestações que chegam a ser esdrúxulas. Valderico Júnior, criado nas tetas do óleo diesel, se posicionar publicamente contra cheira a oportunismo”, criticou.

Valderico Júnior é filho do ex-prefeito Valderico Reis e cunhado de Paulo e Ronaldo Carletto, ambos donos do Grupo Brasileiro. A empresa explora linhas urbanas de ônibus em Ilhéus e detém monopólio das linhas intermunicipais no sul e extremo-sul do Estado.






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