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:: ‘Valmir Assunção’

DEPUTADO COBRA APURAÇÃO DE MORTES EM QUILOMBOS DA BAHIA

Valmir cobra apuração de mortes em quilombos.

Valmir cobra apuração de mortes em quilombos.

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) repudiou o aumento da violência no campo na Bahia, com o registro de oito mortes de quilombolas em menos de um mês. O petista lamentou a chacina que resultou em seis mortos no Território Quilombola de Iúna, em Lençóis, na Chapada Diamantina.

– É preciso apurar o caso, porque a região é um local de disputa de terras e a violência no campo, infelizmente, tem aumentado em todas as regiões do país, fruto da ofensiva conservadora encorajada por um governo golpista e ilegítimo – que tem responsabilidade direta com o aumento dos conflitos – aponta o deputado.

A polícia descarta que as mortes do domingo (6) tenham relação com conflito agrário. Valmir defende que a questão seja investigada com celeridade e se solidariza com todos que vivem na comunidade de Iúna e com os membros das famílias dos quilombolas.

CONDENAÇÃO É ESTRATÉGIA PARA TIRAR LULA DA DISPUTA DE 2018, DIZ VALMIR

Valmir Assunção defende Lula e critica decisão de Moro || Foto Divulgação

Valmir Assunção defende Lula e critica decisão de Moro || Foto Divulgação

Momentos após o anúncio da condenação do ex-presidente Lula pelo juiz federal Sérgio Moro, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) disse que a sentença é parte da estratégia para tirar o líder petista da corrida eleitoral de 2018. O parlamentar diz não haver provas concretas contra o ex-presidente.

– Um julgamento cheio de irregularidades, que não possui provas. Trata-se de um julgamento político, cujo objetivo é impedir a candidatura de Lula e sua inevitável vitória em 2018 – aponta.

Para o petista baiano, o julgamento “é utilizado para esconder o assalto ao povo trabalhador, aprovado por meio da reforma trabalhista”. A reforma foi aprovada na Câmara dos Deputados e, ontem (11), no Senado Federal. Agora, segue para a sanção do presidente Michel Temer.

– Moro soltou a sentença durante audiência com o advogado de Lula, Cristiano Zanin. Para a resposta não ser rápida. É um abuso atrás do outro – disse o deputado federal baiano.

Valmir diz que a situação é grave no país e que é preciso cautela, já que Lula ainda pode recorrer dessa decisão. “É uma decisão utilizada para tentar dar alguma sobrevida ao governo de Michel Temer [PMDB], cuja acusação possui provas irrefutáveis. É preciso denunciar o caráter do processo contra Lula, uma jogada política para tirar a reforma e Temer da pauta midiática”.

PARA VALMIR, RUI DEMOCRATIZA CARNAVAL DE SALVADOR COM ATRAÇÕES FORA DAS CORDAS

Valmir Assunção (esq.) com o secretário de Turismo, Nelson Pelegrino, e o governador Rui Costa (Foto Tássio Brito).

Valmir Assunção (esq.) com o secretário de Turismo, Nelson Pelegrino, e o governador Rui Costa (Foto Tássio Brito).

A decisão do governador Rui Costa de investir em grandes atrações para o folião pipoca foi festejada por um dos seus aliados, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA). “O que Rui fez em Salvador foi democratizar o carnaval. Ele tirou as grandes atrações de dentro das cordas. Ivete e Bell na abertura é aprova disso”.

Dentre as atrações garantidas pelo governo baiano na folia da capital, estão Ivete Sangalo, Bell Marques (ex-Chiclete), Saulo e a sensação Banda Vingadora, dona do hit Paredão metralhadora. Ivete e Bell desfilaram hoje, no Campo Grande, fazendo menções e agradecendo o governador pela inovação.

Rui Costa agradece a menção de Bell Marques ao Carnaval Sem Cordas (Foto Manu Dias).

Rui Costa agradece a menção de Bell Marques ao Carnaval Sem Cordas (Foto Manu Dias).

O cantor Bell, quando passou pelo Circuito Osmar, surpreendeu pela promessa de convite para Rui curtir a folia em cima do trio elétrico, no próximo ano. “Estou muito feliz. Todos os baianos e foliões também agradecem. Está sendo demais. Vamos combinar próximo ano para você vir no trio para ter esta sensação maravilhosa”, disse.

Ivete Sangalo, numa referência ao governador e à primeira-dama, Aline, disse ter ganhado dois amigos no ano passado, relembrou o evento em prol do Hospital Martagão Gesteira e concluiu: “obrigado pelo presente pipoca”.

PARA VALMIR, DONO DA ROTA MANDA NA AGERBA

Empresas do Grupo Brasileiro controlam linhas no sul, extremo-sul e centro-oeste do Estado.

Empresas do grupo controlam linhas em três regiões do Estado.

valmir assunçãoO deputado Valmir Assunção ocupou o plenário da Câmara dos Deputados, ontem (18), para fazer críticas duras à agência reguladora de serviços públicos na Bahia, a Agerba, acusada de perseguição ao transporte alternativo no estado.

O parlamentar considera abusiva a fiscalização do transporte alternativo no estado, principalmente nas regiões atendidas pelas empresas Rota Transportes, Expresso Brasileiro, ViaMetro e Cidade Sol, controladas pelo deputado estadual Ronaldo Carletto, do PP.

Segundo ele, os abusos ocorrem “por determinação do dono de boa parte do transporte na Bahia, dos ônibus que circulam no estado”.

– A mando do deputado Ronaldo Carletto, o órgão [Agerba] vai lá, prende e multa essas pessoas e não permite que as cidades regulamentem esse tipo de transporte – disse ele.

O discurso do deputado foi proferido após a Cooperativa de Transporte Alternativo, do Extremo-Sul, fechar a BR-101 por quatro horas em protesto contra os abusos da Agerba. Uma lei que regulamenta o transporte complementar (alternativo) foi aprovada no estado, mas as empresas de ônibus acionaram a justiça e conseguiram barrar a criação de linhas deste transporte no estado.

NINÃO SURPREENDE PT E ANUNCIA APOIO A VALMIR ASSUNÇÃO E JONAS PAULO

Ninão, ao centro, com Fernanda Silva e Walmir Assunção no Uruçuca Folia.

Ninão, ao centro, com Fernanda Silva e Walmir Assunção no Uruçuca Folia.

A figura de Eduardo Almeida “Ninão” sempre esteve ligada ao deputado federal Geraldo Simões. Os dois caminhavam juntos, politicamente, desde 1995. Hoje, a criatura rompeu politicamente com o criador.

Ninão decidiu apoiar o deputado federal Valmir Assunção, que tenta renovar o mandato em outubro. No plano estadual, ele apoiará o ex-presidente do PT baiano Jonas Paulo, que tentará vaga à Assembleia Legislativa. O apoio de Ninão a Valmir foi costurado pelo também petista Murilo Brito, esposo da prefeita Fernanda Silva, de Uruçuca.

Numa rápida entrevista ao PIMENTA, Ninão explica as razões para o rompimento anunciado desde o final do ano passado, quando ele não seguiu orientação de Geraldo e decidiu apoiar Everaldo Anunciação, de quem é amigo desde a década de 90, na disputa pela presidência estadual do PT. O candidato de Geraldo era o jornalista Ernesto Marques. Confira

PIMENTA – Você estava com Geraldo há quase vinte anos, por que decidiu apoiar Jonas Paulo para estadual e o deputado federal Valmir Assunção?

EDUARDO ALMEIDA (NINÃO) – A Bahia está em um novo momento. Jonas e Valmir têm muito a contribuir com o PT da baiano nessa nova caminhada.

PIMENTA – É um rompimento só no plano político?

NINÃO – Respeito e reconheço a liderança de Geraldo, mas não concordo com  maneira como o Geraldo vem se relacionando com os partidos aliados, principalmente em Itabuna. Precisamos ter uma relação mais aberta com os aliados nos planos federal e estadual. Hoje o PT de Itabuna enfrenta dificuldades com a política adotada nos últimos anos.

PIMENTA – Como fica o PT para 2016 em Itabuna?

NINÃO – Temos que pensar direito. Aqui em Itabuna, como disse, há dificuldade para se relacionar com os aliados no nível estadual. O PT terá que fazer um trabalho de reaproximação em nível municipal. Se quiser ganhar a prefeitura em 2016, tem que buscar nomes que sempre foram aliados nossos.

FERNANDA DEFINE CANDIDATOS

Fernanda anuncia apoio à reeleição de Valmir Assunção (Foto Vitor Fernandes).

Fernanda anuncia apoio à reeleição de Valmir Assunção (Foto Vitor Fernandes).

A prefeita de Uruçuca, Fernanda Silva (PT), não apoiará candidato a deputado estadual do seu partido (escolheu Ângela Sousa-PSD e Leur Lomanto Jr.-PMDB para a Assembleia Legislativa), mas marchará com o deputado federal petista Valmir Assunção. Fernanda participou da plenária do mandato do parlamentar, sábado (1º), em Salvador.

A prefeita também falou de reeleger, além de Valmir, a presidente Dilma Rousseff e eleger o candidato a governador Rui Costa.

A incógnita parece ser o candidato da prefeita ao Senado Federal. Há rejeição do PT ao nome do vice-governador Otto Alencar (PSD). Internamente, muitos petistas dizem que vão cravar, na urna, o nome da pré-candidata Eliana Calmon (PSB). Não se sabe se esse será o caminho, também, da prefeita de Uruçuca.

ASSUNÇÃO DENUNCIA MORTE DE ATIVISTA

Assunção questiona envolvimento da vítima com o tráfico de drogas

Assunção questiona envolvimento da vítima com o tráfico de drogas

O corpo do jovem Jackson Antônio de Souza, de 15 anos, foi encontrado nesta terça-feira, 25, em um cemitério clandestino de Itacaré, no sul da Bahia. Havia sido enterrado de cabeça para baixo, o que dificultou sua localização.

Segundo a polícia, Jackson era traficante de drogas. De acordo com o deputado federal Valmir Assunção (PT), o adolescente era um militante contra racismo, que atuava na Casa de Teatro de Bonecos de Itacaré, grupo que, além de combater a discriminação racial, também defende a bandeira do meio ambiente.

Assunção fez discurso nesta quarta-feira, 26, no plenário da Câmara Federal, cobrando a apuração do assassinato. Ele ainda questionou o alegado envolvimento de Jackson com o tráfico.

“A polícia já etiquetou o jovem como “traficante”, mas é preciso repudiar isto, porque Jackson cursava o ensino médio, fazia um curso de guia turístico e trabalhava como barbeiro. Além disso, Jackson fazia parte de uma articulação política contra o racismo, pelo meio ambiente e pela cultura que é a Casa de Teatro de Bonecos de Itacaré”, argumentou o parlarmentar.

“A DIREITA NÃO ACEITA DEZ ANOS DE GOVERNO DO PT”

Foto Pimenta

Foto Pimenta

ENTREVISTA

O deputado federal Valmir Assunção (PT) construiu sua trajetória política no seio do Movimento dos Sem-Terra e, como não poderia deixar de ser, faz uma defesa ferrenha das ocupações de áreas improdutivas, destinando-as aos assentamentos de reforma agrária. Para Assunção, embora tenha diminuído o apoio da sociedade ao MST, é necessário manter e intensificar as ações do movimento, para “mostrar à sociedade que a reforma agrária é viável”.

O PIMENTA conversou brevemente com o deputado sobre a agenda do MST em 2013 e a respeito da ofensiva da direita ao Partido dos Trabalhadores, que chegou a dez anos no comando do País.

 

PIMENTA – Qual é a agenda do MST para 2013?

Valmir Assunção – Nós estamos trabalhando para que em 2013 o MST possa se voltar internamente para a organização dos assentamentos e acampamentos, das atividades de produção, formação, por meio da realização de cursos, sem abrir mão da natureza e a razão da existência do movimento, que é a ocupação de terras.

PIMENTA – Haverá mais ocupações este ano?

VA – O Movimento dos Sem-Terra em 2013 tem que apertar o passo, do ponto de vista de ocupar terra, pois é isso que faz com que o movimento cumpra sua função, que é democratizar o acesso à terra. Só tem reforma agrária no Brasil porque o MST tem essa disposição e essa coragem de ocupar, resistir produzir e combater.

PIMENTA – Como a sociedade vê hoje o MST?
VA – O Movimento dos Sem-Terra já teve mais apoio da sociedade do que hoje, sem dúvida alguma. Nós já tivemos períodos na história do movimento em que havia até 80% de aceitação da sociedade. Hoje nós temos um pouco menos, mas não é porque diminuiu o apoio da sociedade à luta pela reforma agrária que nós deixamos de lutar por ela.

PIMENTA – Qual o caminho para recuperar o apoio da sociedade?

VA  – A nossa luta é justamente para poder mostrar para a sociedade que a reforma agrária é viável. Até porque 80% do alimento que chega na casa de qualquer pessoa vem da agricultura familiar e de assentamentos de reforma agrária. O agronegócio e as grandes empresas produzem simplesmente monocultura, enquanto o arroz, o feijão, a farinha, ou seja, o produto para consumo da população brasileira vem da agricultura familiar, daí a necessidade de democratizar o acesso à terra. Todas as terras improdutivas, que não cumpram sua função social, devem ser destinadas à reforma agrária. O Movimento dos Sem-Terra tem que enfrentar esse debate, fazer esse debate na sociedade e, ao mesmo tempo, promover as ocupações.

PIMENTA – Setores do PT apontam uma reação conservadora ao partido, manifestada por exemplo no julgamento do “mensalão”.

VA – É lógico que existe uma ofensiva por parte de segmentos da direita, que não engolem e não aceitam dez anos do governo do PT, mas a sociedade brasileira, por meio das pesquisas, está dizendo que o PT faz uma boa gestão. Eu tenho certeza que, em virtude dessa avaliação positiva, nós iremos governar por muitos e muitos anos. O segredo do governo está justamente nas políticas sociais. Quando o (ex) presidente Lula e a presidenta Dilma fazem Luz Para Todos , Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, trabalham o Brasil Sem Miséria, quando há uma crise internacional e ainda assim, aqui no Brasil, preserva-se o emprego, o salário e a condição de vida das pessoas, lógico que a população reconhece isso.

MUDANÇA DO GARCIA LEVA PROTESTO AO CARNAVAL

Marcelino entra com o Bloco do Galo, dentro da Mudança do Garcia

Quem desfila nesta segunda-feira, 20, no Carnaval de Salvador, é o irreverente bloco Mudança do Garcia, que sai às 10 horas do restaurante Aconchego da Juju, no final de linha do bairro, em direção à Praça da Sé. Além da alegria, os foliões levam para a festa seu protesto em defesa de questões como a reforma agrária e os direitos das mulheres.

Entre os participantes do bloco, estarão o deputado federal Valmir Assunção, e o estadual Marcelino Galo, ambos do PT, e a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Lúcia Barbosa.

Segundo Marcelino, a Mudança do Garcia “se apresenta como a maior expressão de democracia no Carnaval de Salvador”. As camisas do bloco são gratuitas e distribuídas no momento da concentração.

ASSUNÇÃO DEFENDE JORNALISTA, MAS NÃO PERDOA A VEJA

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) tomou a palavra nesta segunda-feira, 8, em sessão na Câmara, para repudiar a agressão sofrida pelo repórter Rodrigo Rangel, da sucursal da Veja em Brasília. Na semana passada, Rangel levou uma gravata, chute na barriga e um soco que lhe arrancou um dente. O autor da sessão de pancadaria, ocorrida em um restaurante da capital da república, na frente de mais de dez testemunhas, foi o lobista Júlio Fróes, que estaria envolvido em negociatas com o Ministério da Agricultura.

Assunção condenou a violência e disse que já foi vítima de arbitrariedades.  “Eu quero me somar a todos aqueles que não concordam com isso nem aceitam qualquer tipo de agressão contra qualquer profissional”, declarou o parlamentar.

Mais adiante, o petista aproveitou a deixa para cutucar a Veja, revista em que o agredido trabalha: “nós temos que ficar indignados, mesmo sendo o jornalista de uma revista como a Veja”, tascou.

VERACEL É ACUSADA DE LAVAGEM DE DINHEIRO

O clima esquentou novamente no extremo-sul baiano com o reavivamento das acusações do promotor público João Alves Neto, de Eunápolis, contra a Veracel. A gigante do ramo de celulose é suspeita de adotar práticas de caixa 2 e de lavagem de dinheiro para corromper servidores públicos nos atos de licença ambiental.

O caso será investigado pela Câmara dos Deputados, na Comissão de Agricultura, a pedido do deputado federal Valmir Assunção. Ontem, o deputado estadual Marcelino Gallo defendeu que a Assembleia Legislativa apure as denúncias do promotor. O clima promete esquentar no extremo-sul. As denúncias envolvem empresas, prefeituras e órgãos estaduais.

SECRETARIA ABRIGARÁ PETISTAS INSATISFEITOS

A Tarde:


Deverá ser por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a ser criada a partir do desmembramento da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e Política para as Mulheres, que a Articulação de Esquerda (AE), tendência interna do Partido dos Trabalhadores (PT), vai participar do primeiro escalão do governo Wagner. A discussão interna tem revelado a insatisfação do grupo, que viu serem frustradas as perspectivas iniciais de uma participação mais expressiva.

Nos bastidores há quem diga que a indefinição quanto à participação da AE no governo se deve à insatisfação do governador com a condução da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) durante a gestão do hoje deputado federal Valmir Assunção, alvo de denúncia de uso indevido de tíquetes de vale-compra de cesta básica da Coordenação de Defesa Civil (Cordec) durante a campanha de 2008.

A afirmação é contestada por outra corrente do partido. “Valmir ficou até o último dia e seu substituto é indicação dele. Toda equipe de transição foi mantida”, rebateu outra fonte que pediu para não ser identificada.

Leia mais

VALMIR ASSUNÇÃO FAZ SUCESSORA

Assunção "elege" Arany.

Valmir Assunção deixa a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, mas não facilitou a vida para o deputado estadual Yulo Oiticica. Valmir deixa a Pasta para disputar uma vaga à Câmara Federal. Yulo, que se viu sem força eleitoral para disputar a reeleição, desejava a pasta.

Não deu. Valmir se articulou e garantiu alguém de sua confiança no cargo: Arany Santana, coordenadora de Segurança Alimentar e dos Centos Sociais Urbanos (CSUs). Valmir volta para a Assembleia Legislativa. Não que vá trabalhar (ele é deputado estadual). Suas energia serão consumidas mesmo é na batalha por uma das 39 vagas a deputado federal.

BAHIA EMPLACA TRÊS MULHERES NO DIRETÓRIO NACIONAL DO PT

Se alguém teve motivos para sair sorrindo do Congresso Nacional do PT, realizado em Brasília até sábado, foram os políticos baianos do partido, especialmente o governador Jaques Wagner, o secretário do Desenvolvimento Social, Valmir Assunção, e o ex-deputado Josias Gomes.

São atribuídas a eles as indicações dos nomes das três baianas que vão compor o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, eleito no sábado (20). A prefeita de Lauro de Freitas foi indicada pelo governador Jaques Wagner, a militante Renata Rossi teve o aval de Valmir Assunção e a deputada Fátima Nunes foi bancada por Josias.

As três vagas da Bahia no DN eram, tradicionalmente, ocupadas por homens.

O HAITI SOMOS NÓS

Valmir Assunção

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A construção da paz começa no coração das pessoas, é uma conquista coletiva. Esta foi uma das últimas mensagens da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns Neumann, proferidas no Haiti, no dia 12 de janeiro deste ano, antes do desastroso terremoto que matou cerca de 100 mil civis, inclusive a missionária. Ela deixará muitas saudades e um vazio enorme na luta por um mundo melhor para as crianças e adolescentes de todo o planeta que estão em situação vulnerável.

Retomando o sentido das palavras de Arns e da história da diáspora negra, que faz parte da origem do Haiti e do Brasil, principalmente da origem da Bahia, afirmo que, nós, baianos, temos de abraçar a luta do povo haitiano para minimizar as consequências desse desastre, como se fosse a nossa própria luta.

Estive no Haiti em 2005, numa missão internacional, na qual também participaram a atriz Lucélia Santos e diversos parlamentares e lideranças da América do Sul. Por mais de 15 dias, participei de encontros com lideranças da sociedade civil e do governo daquele país. Nesse tempo, pude ver de perto a pobreza e a miséria em que as pessoas vivem lá.

O Haiti foi um país que viveu muitos anos na ditadura, apesar de ter sido o primeiro a se tornar independente entre todos os outros da América Latina. Guarda, no entanto, de forma muito mais devastadora que o Brasil, as consequências do colonialismo e do imperialismo, como a condição de país mais pobre do continente.

Mais do que nunca, com os novos ventos que sopram na América Latina, é que nós, latino-americanos, temos que nos ajudar, temos que erguer os que estão mais abatidos. Por isso, nesse momento de tragédia no Haiti, é importante que cada um de nós, baianos, se torne solidário com esse povo.

E nenhum segmento, senão o movimento negro do nosso Estado, seria mais importante para liderar uma campanha de solidariedade ao povo haitiano. O que o governo Lula está fazendo são iniciativas importantes, mas nós, enquanto baianos, identificados com aquele povo, devemos também fazer nossa parte. Todas as religiões, todos os meios de comunicação, todas as forças políticas podem transformar isso numa mobilização do povo baiano.

Seria profundamente legítimo, por exemplo, que o carnaval de Salvador fosse o “Carnaval de Solidariedade ao Povo do Haiti”. Que os meios de comunicação incorporem essa campanha como uma tarefa importante da disseminação da solidariedade através da informação. Isso iria contribuir para a arrecadação de recursos e alimentação não perecível: um gesto que pode ser multiplicado em todo o Brasil.

Não basta ficarmos chocados com a tragédia, devemos agir, ajudar. Porque, como frutos da diáspora negra, o povo baiano tem uma co-responsabilidade social para com o povo haitiano.

Valmir Assunção é secretário de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza da Bahia e deputado estadual licenciado.

A construção da paz começa no coração das pessoas, é uma conquista coletiva. Esta foi uma das últimas mensagens da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns Neumann, proferidas no Haiti, no dia 12 de janeiro deste ano, antes do desastroso terremoto que matou cerca de 100 mil civis, inclusive a missionária. Ela deixará muitas saudades e um vazio enorme na luta por um mundo melhor para as crianças e adolescentes de todo o planeta que estão em situação vulnerável.

Retomando o sentido das palavras de Arns e da história da diáspora negra, que faz parte da origem do Haiti e do Brasil, principalmente da origem da Bahia, afirmo que, nós, baianos, temos de abraçar a luta do povo haitiano para minimizar as consequências desse desastre, como se fosse a nossa própria luta.

Estive no Haiti em 2005, numa missão internacional, na qual também participaram a atriz Lucélia Santos e diversos parlamentares e lideranças da América do Sul. Por mais de 15 dias, participei de encontros com lideranças da sociedade civil e do governo daquele país. Nesse tempo, pude ver de perto a pobreza e a miséria em que as pessoas vivem lá. O Haiti foi um país que viveu muitos anos na ditadura, apesar de ter sido o primeiro a se tornar independente entre todos os outros da América Latina. Guarda, no entanto, de forma muito mais devastadora que o Brasil, as consequências do colonialismo e do imperialismo, como a condição de país mais pobre do continente.

Mais do que nunca, com os novos ventos que sopram na América Latina, é que nós, latino-americanos, temos que nos ajudar, temos que erguer os que estão mais abatidos. Por isso, nesse momento de tragédia no Haiti, é importante que cada um de nós, baianos, se torne solidário com esse povo.

E nenhum segmento, senão o movimento negro do nosso Estado, seria mais importante para liderar uma campanha de solidariedade ao povo haitiano. O que o governo Lula está fazendo são iniciativas importantes, mas nós, enquanto baianos, identificados com aquele povo, devemos também fazer nossa parte. Todas as religiões, todos os meios de comunicação, todas as forças políticas podem transformar isso numa mobilização do povo baiano.

Seria profundamente legítimo, por exemplo, que o carnaval de Salvador fosse o “Carnaval de Solidariedade ao Povo do Haiti”. Que os meios de comunicação incorporem essa campanha como uma tarefa importante da disseminação da solidariedade através da informação. Isso iria contribuir para a arrecadação de recursos e alimentação não perecível: um gesto que pode ser multiplicado em todo o Brasil. Não basta ficarmos chocados com a tragédia, devemos agir, ajudar. Porque, como frutos da diáspora negra, o povo baiano tem uma co-responsabilidade social para com o povo haitiano.

WAGNER DIZ QUE GEDDEL O APUNHALOU PELAS COSTAS…

Wagner elogia Valmir e critica traidores (Foto Osvaldo Queiroz).

Wagner elogia Valmir e critica traidores (Foto Osvaldo Queiroz).

Numa solenidade em que destacou o trabalho do secretário Valmir Assunção à frente da Pasta da Assistência Social, o governador Jaques Wagner disse não impedir que alguém cresça ao seu redor e afirmou não ter medo de dividir poderes. E aproveitou para disparar contra um ex-aliado:

– Quem tem competência, se estabelece. Nunca impedi que alguém crescesse. É claro que de vez em quando a gente ajuda alguém a crescer e esse alguém acaba nos apunhalando pelas costas.

Quem acompanha a política baiana sabe de quem estava falando o governador. Era dele mesmo, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), que se fortaleceu à sombra de Jaques Wagner, tornou o PMDB ‘gigante’ e depois abandonou o atual governador. Abandonou para disputar a sua sucessão em 2010…

VALMIR CONVERSA COM RUI CARVALHO

Prestes a passar pelo sinal verde,  o médico ilheense Rui Carvalho ouviu hoje fortes argumentos para continuar no vermelho.

Explique-se: após a ida de Marina Silva para o PV, Carvalho ficou inclinado a seguir o mesmo caminho, mas a visita que acaba de receber do secretário de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza do Estado, Valmir Assunção, pode ter balançado o médico.

Assunção pediu que Carvalho pesasse a sua história no PT e considerasse as mudanças promovidas pelo governador Jaques Wagner. O quase-dissidente não disse que sim nem que não, mas parece que o sangue vermelho reaqueceu em suas veias.

Agora, é esperar pela decisão.








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