WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


alba








outubro 2019
D S T Q Q S S
« set    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

editorias






:: ‘Veja’

RUI DEFENDE O “LULA LIVRE” E AFIRMA QUE ATAQUES VÊM DE QUEM NÃO LEU ENTREVISTA

Rui diz que defende o Lula Livre e vê ataques até de quem não leu entrevista

O governador Rui Costa usou as redes sociais, na manhã deste domingo (15), para se posicionar sobre a entrevista que concedeu à Veja, publicada neste fim de semana. No texto, intitulado “LULA LIVRE, SIM. Qual é mesmo a dúvida?”, o governador baiano relata que tem sido atacado por quem, segundo ele, nem leu a entrevista. “Quero manifestar minha indignação quanto à manipulação das minhas declarações”, afirmou Rui.

O governador também lembrou da última visita que fez ao presidente Lula, em Curitiba. “Se alguns não defendem o Lula Livre, não tem problema. O mais importante é salvar nosso País do desmonte”, disse o ex-presidente na oportunidade, de acordo com a publicação de Rui no Facebook. Abaixo, a íntegra do texto do governador baiano.

LULA LIVRE, SIM. Qual é mesmo a dúvida?

Quem conhece minha história de vida sabe que o motor que me levou à luta social e política foi o combate a qualquer tipo de injustiça, de discriminação, de preconceito, de exclusão social. Enfim, foi o desejo de uma sociedade justa, e de absoluto respeito aos direitos do ser humano.

Desde a entrevista à Veja tenho sido atacado por gente que sequer leu a revista. Democracia é respeitar o contrário, mas é preciso refletir sobre a verdade. Quero manifestar minha indignação quanto à manipulação das minhas declarações.

Na última visita que fiz ao Presidente Lula, em Curitiba, acompanhado do governador Wellington Dias, ele como grande Estadista que sempre foi, disse: “Vocês têm muito o que mostrar. Falem, mobilizem, ajudem a mobilizar a juventude a barrar o desmonte da Educação; ajudem a mobilizar os trabalhadores contra a retirada de direitos e o desemprego; ajudem a mobilizar os brasileiros pela soberania do nosso País. Se alguns não defendem o Lula Livre, não tem problema. O mais importante é salvar nosso País do desmonte. Nós vamos provar esta farsa que foi o meu julgamento”. Também ouvi dele neste dia: “Solidariedade é algo que não se impõe, é algo voluntário”. :: LEIA MAIS »

ASSINANTES DA VEJA PLANEJAM CANCELAMENTO COLETIVO

vejaLeitores da revista Veja em Ilhéus e Itabuna planejam um ato coletivo de cancelamento de assinaturas. Não se trata de insatisfação com o conteúdo editorial, como muitos poderiam imaginar, mas é protesto motivado pelo atraso na distribuição do produto.

“Estamos recebendo mercadoria com prazo de validade vencido”, afirma o publicitário Sílvio Roberto, um dos assinantes que pensam em cancelar seu contrato com a editora Abril, responsável pela publicação.

O publicitário diz ter entrado em contato com a distribuidora local da revista e a informação é de que a Veja passou a chegar ao aeroporto de Ilhéus aos domingos e a entrega aos assinantes só acontece às segundas, havendo quem só receba na terça. Os atrasos teriam aumentado há cerca de um mês.

Nas capitais e regiões mais próximas dos grandes centros, a edição impressa normalmente está disponível aos sábados. A versão online também é disponibilizada neste dia, a partir das 8 horas da manhã.

OS ERROS NOSSOS DE CADA DIA

marivalguedesMarival Guedes | [email protected]

 

No mais recente escândalo, a Veja publicou cópia de documento falso com extrato bancário do senador Romário (PSB-RJ) mostrando que ele tem R$ 7,5 milhões em banco suíço, quantia não declarada à Receita Federal.

 

Na Tribuna do Cacau, na década 80, recebi release sobre reunião da Amurc. A edição “fechou” antes do horário que seria realizado o encontro, mas publiquei. Seria, foi adiado. Dia seguinte o jornal circulou informando que a Amurc se reuniu ontem. Fiz outra matéria sobre a falha e nova data do evento. Nunca mais repeti o erro.

Outro jornal publicou reportagem sobre um show de Elba Ramalho realizado em Itabuna. Citava até a música mais aplaudida, “quando o público foi ao delírio.” Detalhe: o show havia sido cancelado.

Não apenas “nós mortais” cometemos falhas. Gente famosa também erra. Eliane Catanhêde publicou nota, na Folha de São Paulo, sobre reunião emergencial entre Dilma e o ministro Edison Lobão para discutir apagão. Ganhou espaço na coluna Erramos.

Um dos veículos campeões em erros é a revista Veja, muitas vezes, intencionalmente, obedecendo a grupos políticos e econômicos.

A fictícia festa de aniversário de Thiago, sobrinho do ex-presidente Lula, é um deles. Na comemoração em Brasília, seriam distribuídos iPads com uma mensagem gravada por um jogador de futebol, incentivando a prática de esportes. A festa custaria R$220 mil.

Lula não tem sobrinho chamado Thiago morando na capital federal e não houve festa alguma realizada por seus familiares. A Veja se desculpou.

No mais recente escândalo, a Veja publicou cópia de documento falso com extrato bancário do senador Romário (PSB-RJ) mostrando que ele tem R$ 7,5 milhões em banco suíço, quantia não declarada à Receita Federal.

O ex-jogador contra-atacou de várias formas: ironizando ao seu estilo, se pronunciando no senado, dirigindo adjetivos nada elogiosos e ingressando na justiça para reivindicar R$ 75 milhões de indenização.

Pra completar, Romário publicou os endereços do facebook dos jornalistas que fizeram a matéria. Foram bombardeios de críticas, algumas irônicas e criativas, a exemplo desta:

Tem um vizinho meu aqui que tá me incomodando muito, já tivemos até algumas rusgas. Gostaria de saber quanto a Veja cobra para publicar uma matéria dizendo que ele tá enriquecendo urânio na casa dele?

Os jornalistas apagaram a conta do face.

Marival Guedes é jornalista e escreve crônicas aos domingos no Pimenta.

CHORORÔ DOS TAPETEIROS

marco wense1Marco Wense

Os chorões sonham com um “terceiro turno” e com outra bombástica e arrasadora manchete na revista Veja: “ Dilma confidenciou a Lula que vai acabar com o Bolsa Família e o Pronatec”.

O PSDB sabe que o resultado da eleição presidencial é incontestável. Não há nada que possa servir de elemento para solidificar qualquer tipo de questionamento.

O pedido de auditoria especial protocolado no TSE, instância maior da Justiça Eleitoral, só tem um único e sórdido objetivo: bagunçar o ambiente democrático.

A intenção dos tapeteiros, ainda inconformados com a inconteste derrota nas urnas, é deslegitimar a vitória de Dilma Rousseff, criando um cenário de instabilidade política.

Os chorões sonham com um “terceiro turno” e com outra bombástica e arrasadora manchete na revista Veja: “ Dilma confidenciou a Lula que vai acabar com o Bolsa Família e o Pronatec”.

Daqui a quatro anos tem outra eleição, em que pese ter o ex-presidente Lula como candidato. Pelo andar da carruagem, vão terminar engolindo novamente o “sapo barbudo”, como diria o saudoso Leonel Brizola.

VANE, O PT E A REELEIÇÃO

Vane entrevista Pimenta 6 Foto Gabriel OliveiraO melhor conselho para o prefeito Claudevane Leite, em relação ao seu retorno ao Partido dos Trabalhadores, é deixar o assunto em compasso de espera.

Qualquer decisão agora, aceitando ou não o convite do presidente estadual Everaldo Anunciação, com o endosso do governador eleito Rui Costa, seria intempestiva, precipitada e politicamente atabalhoada.

O chefe do Executivo, sob pena de arrependimento de difícil reparo, deve esperar os pontos da reforma política que serão legitimados pela consulta popular, seja através de plebiscito ou referendo.

E qual seria o ponto decisivo para o prefeito? Sem dúvida, o instituto da reeleição. Duas perguntas são pertinentes: 1) a reforma política vai acabar com o direito de disputar o segundo mandato consecutivo? 2) o fim da reeleição vai alcançar a próxima sucessão municipal?

Se a reeleição continuar valendo para 2016, o prefeito deve ir para o PT e ser o candidato natural da legenda, independente da vontade, calundu, birra ou arrufo de Geraldo Simões.

O PT de GS vai reivindicar, como contrapartida pelo apoio ao segundo mandato, em uma disputa com o PC do B, a indicação do vice na chapa encabeçada pelo gestor do Centro Administrativo.

Alguns secretários, defensores da permanência do chefe no PRB, partido do bispo Márcio Marinho, representante-mor da Igreja Universal, temem uma recaída do alcaide ao petismo.

Qualquer desentendimento entre vanistas, petistas e comunistas, com o agravante do PCdoB lançar Davidson Magalhães, fortalece a irreversível candidatura do prefeiturável Augusto Castro (PSDB).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PF SUSPEITA DE ARMAÇÃO EM EPISÓDIO QUE ENVOLVE DOLEIRO, ADVOGADO E “VEJA”

O Globo

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar as circunstâncias do vazamento de trechos de um depoimento em que o doleiro Alberto Youssef cita a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Investigadores da Operação Lava-Jato suspeitam que Youssef foi estimulado a fazer declarações sobre Dilma e Lula, numa manobra que teria, como objetivo, influenciar o resultado das eleições presidenciais.

Trechos do depoimento foram divulgados pela revista “Veja”, quinta-feira passada. Dois dia antes, Youssef prestara um depoimento, como vinha fazendo desde o início da delação premiada. No dia seguinte, um de seus advogados pediu para fazer uma retificação no depoimento anterior. No interrogatório, perguntou quem mais, além das pessoas já citadas pelo doleiro, sabia das fraude na Petrobras.

Youssef disse, então, acreditar que, pela dimensão do caso, não teria como Lula e Dilma não saberem. A partir daí, concluiu-se a “retificação” do depoimento. No dia seguinte, trechos do depoimento foram publicados pela revista, com a informação de que o doleiro teria dito que Dilma e Lula sabiam das fraudes na Petrobras.

Youssef segue internado no hospital Santa Cruz, em Curitiba, onde está desde sábado. Segundo boletim médico divulgado ontem, Youssef iniciou tratamento de fisioterapia e reposição de nutrientes, por estar debilitado; seu quadro é estável, mas sem previsão de alta.

Confira mais

AOS URUBUS, COM CARINHO!

ricardo bikeRicardo Ribeiro | [email protected]

 

A história costuma se repetir, permitindo até a previsão de certas ofensivas. Na década de 50, com a UDN e o império de comunicação de Assis Chateaubriand; agora, com os tucanos, a Veja e a Rede Globo, com suas denúncias enlatadas que tentam subverter até o ordenamento jurídico.

 

A eleição acabou, mas muita gente ainda não desceu do palanque. Divulgado o resultado, compete aos brasileiros – todos – torcer para que o governo acerte o passo e cumpra seus compromissos. “Urubuzar”, como apraz a uma parcela de jacus baleados, é a verdadeira burrice que gente raivosa enxerga na opção alheia.

Nem gostaria de fazer mais comentários sobre essa campanha eleitoral (na verdade, agora deu uma preguiça danada de ficar chovendo no molhado). Mas o festival de bobagens que inunda as redes merece ao menos alguma observação.

Aos que desconhecem a história, recomenda-se a leitura do último dos três volumes da biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, um belíssimo trabalho de apuração do escritor Lira Neto. A mesma campanha na mídia, a mesma direita raivosa, até a mesma Petrobras mergulhada em um tal “mar de lama”, produzindo um clima de ódio na sociedade que levou ao desfecho que todos (suponho) conhecem.

A história costuma se repetir, permitindo até a previsão de certas ofensivas. Na década de 50, com a UDN e o império de comunicação de Assis Chateaubriand; agora, com os tucanos, a Veja e a Rede Globo, com suas denúncias enlatadas que tentam subverter até o ordenamento jurídico. Na Código de Processo do PIG, uma delação premiada vale por uma condenação consumada.

Com esse fermento, adicionado à inconformidade de certos setores com a ascensão de quem antes vivia excluído, a direitona agora constrói um cenário de terceiro turno.

Hoje, um professor de ginástica comentava o tema sob o enfoque que lhe toca. Tempos atrás, havia apenas dondocas e playboys nas academias. “O pobre só tinha dinheiro para o básico”… Pobre nas academias, faculdades públicas e privadas, com conta bancária, frequentando restaurante, de carro novo e viajando de avião… Tudo isso dá urticária em muita gente metida a besta, que hoje extravasa sua bronca em fétidas postagens nas redes sociais.

:: LEIA MAIS »

VEJA, DOLEIRO E A RESPOSTA DA PRESIDENTE

A Veja seguiu o script e trouxe uma reportagem de capa em que diz que o doleiro Alberto Youssef que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ex-presidente Lula sabiam dos esquemas de desvios de dinheiro na Petrobras.

Youssef prestou depoimento na última terça (21) em processo de delação premiada. O advogado dele não confirma que o doleiro tenha feito menção a Dilma e a Lula.

– Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso. Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso – disse ele ao jornal O Globo.

A Veja, desde 2002, sempre apresenta reportagens, às vésperas da eleição, com a finalidade de tentar alterar o resultado das urnas. A de hoje é definida pela alta cúpula petista como mais um serviço ao tucanato. Não traz provas.

O advogado do doleiro diz que, por se tratar de uma delação, ele não pode detalhar o depoimento dado por Youssef à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. Desde a semana passada, nomes como Sérgio Guerra e Álvaro Dias, ambos do PSDB, são relacionados ao esquema de desvios da Petrobras.

Hoje, no programa eleitoral que foi ao ar nesta tarde, a presidente Dilma Rousseff foi contundente na resposta à publicação da Editora Abril.

“Os brasileiros darão sua resposta à Veja e seus cúmplices nas urnas. E eu darei a minha resposta a eles na Justiça”.

Dilma ainda acusa a revista de provocar “terrorismo eleitoral”. Confira o vídeo.

A capa de Veja mirando o PT era tão previsível que, ontem à noite, defensores da reeleição da presidente Dilma “trollavam” a publicação.

Em resposta à publicação, internautas sugeriram capas alternativas (Reprodução).

Em resposta à publicação, internautas sugeriram capas alternativas (Reprodução).

REVISTA ACUSA PT BAIANO. RUI DESAFIA A PROVAR ENVOLVIMENTO

A edição da Revista Veja desta semana traz matéria em que a presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele, revela ter desviado dinheiro da entidade para campanhas do PT e mesadas a políticos. O desvio seria superior a R$ 6 milhões por meio de programa habitacional. O instituto foi contratado pelo governo baiano no Governo Paulo Souto, em 2004.

rui costa2Dalva envolve políticos  petistas, dentre eles o candidato ao governo baiano, Rui Costa, que receberia mesada mensal de R$ 3 mil a 5 mil, segundo publicado na revista. Outros nomes envolvidos são os do senador Walter Pinheiro e do deputado federal Afonso Florence.

A matéria não traz provas, apenas o relato da presidente do Instituto Brasil. Dalva diz ter havido desvio de R$ 280 mil para a campanha de Walter Pinheiro à Prefeitura de Salvador, em 2008.

Rui Costa disse que acionará, judicialmente, a revista. “É uma iniciativa suja e leviana da revista que, às vésperas da eleição, está nitidamente a serviço dos partidos de oposição. A denúncia mostra o desespero dos partidos de oposição com o crescimento da nossa candidatura. Desafio qualquer um a provar minha relação com o caso”.

Costa promete interpelar, na Justiça, nesta semana, a revista e a acusadora.

CONTRATADA POR SOUTO, DIZ EVERALDO

O presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, considera a denúncia eleitoreira “e que se aproveita de uma pessoas que ficou com toda raiva justamente porque o governo do PT não deu cobertura às falcatruas que seu instituto estava cometendo”. Everaldo enfatiza que o instituto foi contratado pelo governo baiano em 2004, na gestão de Paulo Souto.

– Foi Paulo Souto quem trouxe este instituto para o governo, por meio de contrato firmado em 2004 com a Secretaria de Combate à Pobreza. Na verdade, foi o governo Wagner que tomou a iniciativa de suspender os pagamentos das prestações do contrato firmado entre a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e o instituto – disse o dirigente petista.

Ainda de acordo com o presidente do diretório estadual, “de um total de seis, só foram pagas as duas primeiras prestações e o restante foi bloqueado a partir do momento em que foram constatadas irregularidades na execução do objeto do contrato, que era a construção de casas populares”.

MORRE PRESIDENTE DO GRUPO ABRIL

Roberto CivitaDa Folha

O presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, morreu neste domingo, 26, aos 76 anos, em São Paulo, vítima de complicações cardíacas. De origem italiana, era presidente do Grupo Abril, uma das maiores empresas brasileiras de comunicação, e editor da Veja, a maior revista semanal do país, com circulação de mais de 1 milhão de exemplares.

Civita estava internado no hospital Sírio-Libanês, onde passou por uma cirurgia para a colocação de um stent abdominal, segundo comunicado divulgado pelo Grupo Abril em 20 de março. Desde então, ele estava afastado de suas funções na empresa, assumidas interinamente por Giancarlo Civita, seu filho.

Roberto Civita também era diretor editorial da Abril S.A., com 9 mil funcionários e faturamento de R$ 2,98 bilhões em 2012, da qual faz parte a Editora Abril. Fundada em 1950 pelo pai de Roberto, a editora publica 52 títulos, entre eles as revistas Exame, Claudia, Playboy, Quatro Rodas e Placar.

PIMENTA DO DIA

Do leitor Ricardo Seixas, em comentário à nota BLOGUEIRA É RECEBIDA COM PROTESTOS NA BAHIA

Percebe-se que os dementes leitores da Veja entre outras porcarias, que nunca foram ao país caribenho, são meros papagaios.

Pobres reacionários que nada sabem dos avanços que a revolução cubana trouxe para o povo.

Esses capitalistas terceiro mundistas, que se comprazem com pequenas posses e uma tumba no cemitério desconhecem, por exemplo, que a expectativa de vida dos cubanos ultrapassa a dos norte-americanos e dos tupiniquins.

Continuam com o surrado discurso contra os socialistas enquanto estão morrendo ao modelo do burro em busca da cenoura.

Fidel Castro já está na galeria dos heróis da humanidade, enquanto vocês, obscuros e obtusos, serão rapidinho esquecidos, até pelos familiares que os toleram.

HISTÓRIA: O CONFLITO ITABUNA X BAHIA

veja 69

Clique na imagem para melhor visualização

Essa garimpagem é do advogado Edgard Freitas. Fuçando velhas edições da revista Veja, ele encontrou nota referente a uma briga daquelas, envolvendo os times de futebol do Bahia e do Itabuna, pelos idos de 1969.

Segundo o texto da revista, a briga começou quando Amorim, meia do Bahia, desferiu um soco no atacante Santa Cruz, do Itabuna. A partir daí, houve troca de murros e chutes envolvendo todos os 22 jogadores que se encontravam em campo, os reservas, a polícia e torcedores.

A confusão acontecem durante um amistoso, realizado em Itabuna dois dias antes de uma partida oficial, válida pelo campeonato baiano. Após a briga, a equipe do Bahia seguiu para o Hotel Suez,  na Avenida Inácio Tosta Filho, onde alguns jogadores resolveram aparecer na sacada – de frente para a rua – apenas enrolados em toalhas ou nem isso. Mais bafafá: a vizinhança protestou e a polícia pediu gentilmente que o time da capital deixasse a cidade.

Diante de tal cenário, o jogo oficial foi cancelado e houve ameaça de o caso ser levado até ao presidente da república.

“NOVIDADE”: A VEJA MENTE

Ricardo Ribeiro | [email protected]

 

Omitir um fato verdadeiro e ser flagrada no “malfeito”… Como diria aquele comercial do cartão de crédito, não tem preço!

 

Há quem torça o nariz para a blogosfera engajada, que detona a revista Veja, publicação semanal que – juntamente com os chamados jornalões e a Rede Globo – opera para estabelecer o que é pauta no Brasil. A Veja e seus congêneres têm poder de formar opinião, assim como também o de deformar, na medida em que se prestam a selecionar interesses a defender.

No caso da Veja, o episódio da exclusão do livro “A Privataria Tucana” da lista dos mais vendidos – enquanto nas prateleiras o livro evaporava – é auto-explicativo. A revista simplesmente escolheu não destacar o libelo do jornalista Amaury Jr. contra o lamaçal no qual chafurdaram os tucanos no processo de privatização das estatais brasileiras, durante o governo FHC.

Que a Veja tem simpatia e compromissos com o tucanato, é problema dela e, ademais, é fato público, notório e incontestável. A própria linha editorial fala por si e não deixa dúvidas sobre as preferências da publicação do grupo Abril. Agora, omitir um fato verdadeiro e ser flagrada no “malfeito”… Como diria aquele comercial do cartão de crédito, não tem preço!

O leitor que ainda confiava na revista tem agora um forte motivo para folhear a Veja com mais cautela, pois se confirmou que ela publica mentiras ou “escolhe verdades”. Muitos já haviam percebido os “deslizes” éticos da revista, notadamente pela linha editorial tendenciosa; mas a manipulação de uma lista que, para ser confiável, precisa ser objetiva, fulminou o resto da credibilidade da Veja.

Felizmente, quem busca informação tem hoje um leque de opções, sem necessidade de ficar restrito aos veículos tradicionais. Nunca os contrários à Veja puderam ratificar de maneira tão categórica aquela provocação famosa nas redes sociais: “Leu na Veja? Azar o seu!”

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA.

TESTE DE FOGO

Marco Wense

A intenção é abrir uma vaga na Assembleia Legislativa para o suplente Wenceslau Júnior e, como consequência, o apoio da legenda à pré-candidatura da petista Juçara Feitosa.

O que se comenta lá pelas bandas do Palácio de Ondina, morada oficial do governador Jaques Wagner, é que uma mudança no secretariado pode acontecer antes da entrada do ano novo.

Essa pequena reforma administrativa teria a finalidade de abrir espaços para o recém-criado PSD, sob o comando do vice-governador Otto Alencar, e evitar algumas cisões entre os partidos aliados.

No tocante a sucessão do prefeito Azevedo, a intenção é abrir uma vaga na Assembleia Legislativa para o suplente Wenceslau Júnior e, como consequência, o apoio da legenda à pré-candidatura da petista Juçara Feitosa.

A Coluna Wense confessa que não tem informações seguras sobre essa manobra que visa o retorno do PCdoB aos braços do PT de Geraldo Simões.

Os comunistas têm um compromisso com a frente partidária formada pelo PDT, PRB, PSC e o PV. Não acredito que o PCdoB vai novamente se tornar uma legenda subsidiária do PT.

PMDB

Não estão levando o PMDB a sério. Todos os pré-candidatos a prefeito de Itabuna comungam com a mesma opinião: o PMDB não terá candidato na sucessão de 2012.

O PMDB de Itabuna só é procurado para indicar o candidato a vice-prefeito e, mesmo assim, porque tem um invejável tempo no horário eleitoral.

O PMDB é um grande partido e tem o honrado Renato Costa na presidência do diretório municipal. Não pode ficar na condição de coadjuvante e, o que é pior, sendo motivo de chacota.

“São pré-candidatos de brincadeirinha”, costumam dizer os outros partidos em relação a Ruy Correa, Maruse Xavier e Leninha Duarte.

É ASSIM MESMO

A Veja e o triste título para Itabuna (Clique para ampliar).

Quando uma revista de circulação nacional denunciou um possível envolvimento de Geraldo Simões com o caso da vassoura de bruxa, os adversários soltaram foguetes, morteiros e girândolas.

Agora, com a Veja trazendo à tona os sérios problemas da saúde de Itabuna, com o município sendo o campeão do Brasil em mortalidade infantil, os petistas têm todo o direito de soltar foguetes, morteiros e girândolas.

Política, infelizmente, é assim mesmo. Todos eles são adeptos do “quanto pior, melhor”. As principais vítimas da carnificina politiqueira são os Josés e as Marias da vida.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ASSUNÇÃO DEFENDE JORNALISTA, MAS NÃO PERDOA A VEJA

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) tomou a palavra nesta segunda-feira, 8, em sessão na Câmara, para repudiar a agressão sofrida pelo repórter Rodrigo Rangel, da sucursal da Veja em Brasília. Na semana passada, Rangel levou uma gravata, chute na barriga e um soco que lhe arrancou um dente. O autor da sessão de pancadaria, ocorrida em um restaurante da capital da república, na frente de mais de dez testemunhas, foi o lobista Júlio Fróes, que estaria envolvido em negociatas com o Ministério da Agricultura.

Assunção condenou a violência e disse que já foi vítima de arbitrariedades.  “Eu quero me somar a todos aqueles que não concordam com isso nem aceitam qualquer tipo de agressão contra qualquer profissional”, declarou o parlamentar.

Mais adiante, o petista aproveitou a deixa para cutucar a Veja, revista em que o agredido trabalha: “nós temos que ficar indignados, mesmo sendo o jornalista de uma revista como a Veja”, tascou.

UNIVERSO PARALELO

UM ENTRAVE DE NOME ESQUISITO: ANACOLUTO

Ousarme Citoaian
Falamos aqui de termos que aparecem nas frases sem que nada de bom a elas acrescentem – aos quais os gramáticos chamam de anacolutos, ou nome parecido. No caminho de quem persegue a “linguagem econômica” (apanágio de poucos redatores) emergem os tais anacolutos como um dos mais sérios obstáculos a transpor. Observo, na leitura das mídias regionais escritas, que entre nós abunda (além da preposição “de”, penduricalho que muito me irrita) uma profusão de artigos, indefinidos, sobretudo. É tamanho o festival de “um” e “uma” que até parece epidemia, caso de saúde pública.Vejamos alguns exemplos, colhidos aleatoriamente.

EMPREGAR MUITO ARTIGO LEVA AO DESASTRE

“Não é por um acaso que Itabuna ficou sendo a cidade mas (sic!) violenta do país”, diz um blog; “Quero deixar claro que se por um acaso inaceitável…”,  escreve colunista de Ilhéus, comentando a ideia gaiata de  anexar o  Salobrinho a Itabuna. Outro articulista, de Itabuna, titula seu arrazoado como “O direito de se ter uma opinião”. Mais curioso é que “O direito de se ter uma opinião” poderia, com lucro para o estilo, ser reduzido a “Direito de opinião”. Sobre os artigos definidos, falaremos num dia desses – mas adiantemos que tal categoria tem um quê de bebida alcoólica: se usar muito, o desastre é certo.

HÉLIO PÓLVORA E A LINGUAGEM ECONÔMICA

O texto econômico, de um mestre, da linha direta de Graciliano Ramos: “O coronel sacou o relógio da algibeira, em gesto maquinal. Sol a pino, de meio-dia. Ao longe, além das pastagens, os cacaueiros tinham um jeito tristonho de árvores murchas. O coronel cumprimentou o Surdo com um aceno de cabeça, depois de franzir a testa na tentativa de reconhecer-lhe a fisionomia e o nome. Inútil, eles se viam pela primeira vez. O Surdo desejou-lhe boas-tardes – e o coronel, devolvido o relógio chapeado de ouro à algibeira do colete de casimira inglesa, caminhou para o armazém, seguido por um pequeno séquito de curiosos” (Hélio Pólvora – Inúteis luas obscenas/2010).

COMENTE! » |

A LITERATURA ESTÁ PRESENTE NO DIA A DIA

A literatura, muitas vezes desdenhada, está presente na vida brasileira, bem mais do que admite nossa vã filosofia. Há frases que integram o imaginário nacional, muitas vezes citadas sem referência a origem e autoria. Exemplos que me vêm à mente: “Vai-se a primeira pomba despertada”, verso que já utilizei, emprestado de As pombas, de Raimundo Correa (foto) – que, contam, detestava este soneto, de tanto que o ouviu recitado; volta e meia alguém, falando de nossa língua a chama de “Última flor do Lácio” – sem pagar direitos autorais a Bilac; “A mão que afaga é a mesma que apedreja” é lembrança de Augusto dos Anjos, empregada à larga.

MÁRQUEZ, QUEM DIRIA, VIROU LUGAR COMUM

O repetido “mudaria o Carnaval ou mudei eu?” é Machado de Assis, que também popularizou o círculo vicioso; Gabriel García Márquez teve seu título Crônica de uma morte anunciada /1981 transformado em lugar-comum pela mídia pouco pensante, a ponto de não aguentarmos mais a expressão “tragédia anunciada”, apresentada como novidade.  O então ministro da Saúde (até tu, Tinhorão?), escolheu aproximar-se mais do título, ao comentar uma epidemia de dengue em Itabuna. “O que houve ali foi uma crônica da morte anunciada”, disse o lusitano. Em alguns veículos encontramos, em tempo de dengue exacerbada, verdadeiras pérolas do gênero.

NUNCA SE VIU TANTA “TRAGÉDIA ANUNCIADA”

“De acordo com os representantes do Ministério Público, o problema que atinge na região (sic!) foi uma tragédia anunciada”, diz um blog; “O que está acontecendo em Ilhéus é uma tragédia anunciada, proclama outro; de bem antes (2008), n´O Globo: “Essa tragédia porque passa o Rio foi muito anunciada”; a Veja (outrora modelo de linguagem jornalística),  na mesma data e trilha: “A situação do Rio é, nada menos, do que uma tragédia anunciada” e, adiante,  empolada: “quando a tragédia anunciada enfim se impõe como realidade…”. O governador, para não ficar atrás, também definiu a enchente no Rio como uma tragédia anunciada.

VINÍCIUS, SHAKESPEARE, ROMEU E JULIETA

Como se vê, nossa mídia tem mais tragédia do que o antigo teatro grego – e eu, sem pensar, me vali de uma expressão também clássica, numa paródia de  “Até tu, Brutus!”, atribuída a Júlio César (ano de  44 a. C.) e popularizada no teatro de Shakespeare. Aliás, o bardo inglês é responsável pela apelido de sujeito apaixonado:  Romeu (referência ao protagonista de Romeu e Julieta). “Depois de um longo e tenebroso inverno” é verso de Luis Guimarães Jr. que já nos incomoda, de tão recidivante; e “De repente, não mais que de repente” é da lavra de Vinícius, muito lembrado, mas que perde feio para “que seja infinito enquanto dure”.

JOIA RARA: ELLA CANTANDO EM PORTUGUÊS

O LP duplo (alguém ainda sabe do que estou falando?)  Ella abraça Jobim foi a grande surpresa fonográfica de 1981. Não é o melhor Ella Fitzgerald que já se ouviu, mas é um buquê de 19 canções de Tom, selecionadas por Norman Granz  (que o chamou de The Antônio Carlos Jobim songbook), na voz de uma das maiores cantoras de jazz de qualquer tempo, segundo a melhor crítica. Apesar de as letras vertidas para o inglês, chama a atenção o esforço que a grande diva faz para cantar alguns trechos em língua portuguesa, o que torna ainda mais singular a homenagem a Tom Jobim.

COM RISOS INOCENTES, SONOROS PALAVRÕES

E é Tom quem explica ter ouvido da cantora que ela teve um padrasto português, homem desinibido, que, como bom lusitano, “costumava desabafar em baixo calão”. Como prova de “conhecimento”, a cantora recitou, na maior inocência, e para a vermelhidão do maestro brasileiro (ou Brasileiro!), todos os palavrões de que ainda se lembrava (que não eram poucos!), enquanto “ria, com seus olhinhos inocentes”. É ainda o pai da Bossa Nova quem depõe: ”Percebi que Ella não sabia o significado daqueles tão sonoros palavrões, mas, de qualquer forma, eles devem tê-la ajudado para cantar em Português”.

HERANÇA: CAMARÁ, CAMARADA, CAMARADINHO

Camará é termo largamente empregado nas rodas de capoeira, sem o sentido registrado nos dicionários. Creio que seja uma apócope (“perda de sílaba final”) de “camarada”, mas o termo tem assento em documentos de cultura afro que não a capoeira. Os Tincoãs, extraordinário grupo vocal do Recôncavo, lembra uma estranha forma do falar afro-baiano, em A força da jurema: “Meus camarada, meus camaradinho,/ meus camarada, meus camaradinho,/ se quer que eu dance/ toque um pouquinho!” – enfim, são os surpreendentes caminhos da indomável língua brasileira. Clique e veja como Ella se sai nesse meio: Água de beber (Tom-Vinícius).

(O.C.)

E SE FOSSE LULA…

No último final de semana, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi flagrado com a carteira de habilitação vencida e ainda se recusou a fazer o teste do bafômetro em uma blitz no Rio de Janeiro. Observadores identificaram uma operação para abafar o deslize do parlamentar mineiro. E, claro, a vítima da vez foi a Veja. Ironicamente, uma capa foi montada para ilustrar qual seria a abordagem se o caso fosse com o ex-presidente Lula. A análise está na íntegra no site Conversa Afiada.

MÍDIA IGNORA DENÚNCIA CONTRA FILHA DE SERRA

Duas reportagens publicadas neste fim de semana tinham a tarefa de agitar o noticiário eleitoral. A primeira, sob o título Sinais trocados, foi publicada por Leandro Fortes em CartaCapital e narra o episódio em que a empresa de Verônica Serra, filha de José Serra, deixou, em 2001, os dados bancários de 60 milhões de brasileiros expostos a visitação pública durante 60 dias.

A segunda, publicada pela revista Veja, conta que o filho da ministra-chefe da Casa Civil supostamente vende facilidades aos que querem fechar contratos com o Estado.

Uma delas, no entanto, foi ignorada pelos jornais de maior peso, os chamados “jornalões”. Não é difícil imaginar qual.

A reportagem de Leandro Fortes sobre Verônica Serra não ganhou uma linha em O Globo, O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo. A matéria de Veja, por outro lado, foi o destaque de capa de dois deles, que dedicam boa parte de seu noticiário dominical à repercussão do tema.

O candidato do PSDB, que vem sendo convidado diariamente a opinar sobre a quebra de sigilo fiscal de sua filha, foi novamente ouvido.

Não sobre o episódio da Decidir.com, empresa que tinha sua filha como sócia, mas sobre a Capital Assessoria e Consultoria, do filho de Erenice Guerra, sempre apresentada como “braço-direito” de Dilma Rousseff.

Leia mais






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia